Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia homenageia Sadi Bogado
29/08/2013 | 08h35
[caption id="attachment_710" align="alignleft" width="300" caption="Sadi e Selma Bogado"][/caption] O médico Sadi Bogado, falecido em dezembro do ano passado, será homenageado nesta quinta-feira (29/08), a partir de 20h, pela Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SMFC), sendo lembrado em mais uma edição da “Noite da Saudade”. Sua foto será colocada na Galeria da Saudade. A abertura do encontro fica por conta do médico Almir Salomão Filho, presidente da SMFC, sendo seguido por uma reflexão do padre Nelson Antonio Linhares. Além de Sadi, serão homenageados também os médicos Ralph Dias Pessanha, Fernando de Carvalho Vasconcellos e Alcy Ferreira Filho. Sadi Coube Bogado, nasceu em Nova Friburgo (RJ), em 15 de janeiro de 1928. Formado em Medicina, vem para Campos, onde casa-se com Selma Vital Brasil Bogado, com quem teve sete filhos. Em 1966, é eleito deputado federal pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB), quando apresenta a lei que regulamenta a profissão de Médico Veterinário. Em Brasília, inicia o curso de Direito, completado na Faculdade de Direito de Campos (FDC) em 1973. No final da década de 90, participa do movimento dos humanistas e funda o Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Em dezembro de 1968, o Congresso Brasileiro de Medicina Veterinária lhe dirige uma moção de congratulações pela sua atuação no Congresso Nacional. O texto diz que “a Lei do Dr. Sadi foi para a classe médica veterinária uma espécie de carta de auforria”. Em agosto de 2004, nas comemorações do Mês do Veterinário, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro (CRMVRJ), em sessão solene, institui a MEDALHA SADI COUBE BOGADO, que passou a ser entregue, sempre no mesmo período, ao profissional destaque do ano. No dia 6 de dezembro de 2012, sete dias antes de seu falecimento, teve o mandato de deputado federal simbolicamente devolvido numa sessão especial do Congresso Nacional.
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Vida de Santo (Santa Mônica)
27/08/2013 | 07h49
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Santa Mônica (27 de agosto)

Mônica nasceu em Tagaste, atual Argélia, na África, no ano 331, no seio de uma família cristã. Desde muito cedo, dedicou sua vida a ajudar os pobres, que visitava com frequência, levando o conforto por meio da Palavra de Deus. Teve uma vida muito difícil. O marido era um jovem pagão muito rude, de nome Patrício, que a maltratava. Mônica suportou tudo em silêncio e mansidão. Encontrava o consolo nas orações que elevava a Cristo e à Virgem Maria pela conversão do esposo. E Deus recompensou sua dedicação, pois ela pôde assistir ao batismo do marido, que se converteu sinceramente um ano antes de morrer. Tiveram dois filhos, Agostinho e Navígio, e uma filha, Perpétua, que se tornou religiosa. Porém Agostinho foi sua grande preocupação, motivo de amarguras e muitas lágrimas. Mesmo dando bons conselhos e educando o filho nos princípios da religião cristã, a vivacidade, inconstância e o espírito de insubordinação de Agostinho fizeram que a sábia mãe adiasse o seu batismo, com receio que ele profanasse o sacramento. E teria acontecido, porque Agostinho, aos 16 anos, saindo de casa para continuar os estudos, tomou o caminho dos vícios. O coração de Mônica sofria muito com as notícias dos desmandos do filho e, por isso, redobrava as orações e penitências. Certa vez, ela foi pedir os conselhos do bispo, que a consolou. “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”. Agostinho tornou-se um brilhante professor de retórica em Cartago. Mas, procurando fugir da vigilância da mãe aflita, às escondidas embarcou em um navio para Roma, e depois para Milão, onde conseguiu o cargo de professor oficial de retórica. Mônica, desejando a todo custo ver a recuperação do filho, viajou também para Milão, onde, aos poucos, terminou seu sofrimento. Isso porque Agostinho, no início por curiosidade e retórica, depois por interesse espiritual, tinha se tornado frequentador dos envolventes sermões de Santo Ambrósio. Foi assim que Agostinho se converteu e recebeu o batismo, junto com seu filho Adeodato. Assim, Mônica colhia os frutos de suas orações e de suas lágrimas. Mãe e filho decidiram voltar para a terra natal, mas, chegando ao porto de Óstia, perto de Roma, Mônica adoeceu e logo depois faleceu. Era 27 de agosto de 387 e ela tinha 56 anos. O papa Alexandre III confirmou o tradicional culto a Santa Mônica, em 1153, quando a proclamou Padroeira das Mães Cristãs. A sua festa deve ser celebrada no mesmo dia em que morreu. O seu corpo, venerado durante séculos na igreja de Santa Áurea, em Óstia, em 1430 foi trasladado para Roma e depositado na igreja de Santo Agostinho. (fonte: www.paulinas.org.br)
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De fato, é campeão!
26/08/2013 | 22h42
[caption id="attachment_699" align="alignleft" width="300" caption="Edmundo, garra e futebol refinado, paixão do Verdão"][/caption] Dentro de exatamente um ano uma das minhas paixões chega aos 100 anos. Deixo aqui uma declaração de amor à Sociedade Esportiva Palmeiras, o mais vitorioso clube do futebol brasileiro. Como disse o jornalista Joelmir Betting, “explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense... É simplesmente impossível”. Pra ilustrar, a imagem de Edmundo Animal, uma das maiores referencias alvi-verdes. O texto que segue tomei a liberdade de retirar do portal do clube.  

99 anos – Meu orgulho, minha vida

No dia 26 de agosto de 1914 nascia o Palestra Italia. Esta caminhada, do Palestra ao Palmeiras, foi feita em meio a muitas dificuldades e lutas, mas rendeu momentos inesquecíveis. Uma das maiores paixões do torcedor palmeirense é a sua história. Quem a conhece sabe bem a razão e o motivo de tanto orgulho. Ela é rica, bela, cheia de lutas, glórias e conquistas. Conquista como a do campeonato organizado pela FIFA em 1951, no Brasil, quando o Palmeiras se consagra Campeão Mundial de Futebol, com o título tendo imensa repercussão internacional, exatamente um ano depois de perdermos a Copa para o Uruguai. O palco era o mesmo. Só que dessa vez o dia seria de festa. O Maracanã assistia ao Palmeiras empatar em 2 a 2 com a Juventus de Turim. Era só o que precisávamos: um empate, já que havíamos vencido o primeiro jogo. Nessa partida, nossos jogadores traziam a bandeira de nosso país bordada em suas camisas. Mais de cem mil torcedores no estádio gritavam “Brasil” ao final da peleja. Sim, o Palmeiras era Brasil. De volta a São Paulo, de trem, nossos jogadores, ou heróis, chamados assim pelo povo, são recebidos por centenas de milhares de brasileiros de todas as torcidas, cores e raças. A nação estava redimida do fracasso da Copa. Jamais um time de futebol uniu em sua volta milhões de torcedores alviverdes, alvinegros, alvirrubros, tricolores... E quatorze anos depois, em 1965, quis o destino que fôssemos Brasil de novo. E de novo vencedores. O Palmeiras, convidado a inaugurar o Mineirão, veste a camisa da seleção contra o Uruguai, e vence o jogo por 3 a 0. Por essas e tantas outras passagens é que o palmeirense, dizem, “tem um caso de amor com sua história”. História que ainda nos reserva fatos como o emblemático ano de 1942, quando uma lei nos obriga a mudar de nome; o advento das duas Academias de Futebol nos anos 60 e 70; a grandeza de Ademir da Guia, um dos maiores jogadores de todos os tempos; e o Palmeiras da Era Parmalat, que nos presenteou com a Libertadores em 1999, entre tantos outros títulos, e nos fez reconhecidos em todo o mundo como exemplo de um futebol bem planejado. Esse é um breve resumo da nossa história, orgulho de uma nação formada por 15 milhões de apaixonados alviverdes imponentes.

 

Hino do Palmeiras (Gennaro Rodrigues e Antônio Sergi)

Quando surge o alviverde imponente No gramado em que a luta o aguarda, Sabe bem o que vem pela frente. Que a dureza do prélio não tarda!

E o Palmeiras no ardor da partida, Transformando a lealdade em padrão. Sabe sempre levar de vencida E mostrar que, de fato, é campeão!

Defesa que ninguém passa. Linha atacante de raça. Torcida que canta e vibra!!!

Defesa que ninguém passa. Linha atacante de raça. Torcida que canta e vibra Por nosso alviverde inteiro, Que sabe ser brasileiro, Ostentando a sua fibra!

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Homenagem
16/08/2013 | 11h37
Pra lembrar o radialista e amigo Fernando Augusto, falecido na madrugada de hoje, um pequeno áudio com seu boletim no programa “Hora H”, apresentado no dia 22 de março de 2011, na Campos Difusora, por Ângelo Marcos e Felício de Souza. OUÇA AQUI
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Rádio de Campos de luto
16/08/2013 | 06h29
Vítima de infarto, faleceu na madrugada desta sexta-feira (16/08) o radialista Fernando Augusto Terra. Atualmente, Fernando Augusto era correspondente da Rádio Campos Difusora (AM 850) no município de São Francisco de Itabapoana. Profissional experiente na área da reportagem policial, era irmão de Flavio Terra, repórter da Rádio Continental (AM 1270), ambos filhos do casal de empresários Francisco e Arlete Mendes Terra. Os horários e locais de velório e sepultamento ainda não fora divulgados.
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Rosão campeão na Rua do Gás
06/08/2013 | 18h21
O Rio Branco conquistou novamente o Campeonato Campista de Juvenis, vencendo o Goytacaz na disputa de pênaltis, após um empate em 0 a 0. A decisão aconteceu na tarde desta terça-feira (06/08), no Estádio Ary de Oliveira e Souza, na Rua do Gás, e teve como destaque o goleiro Jefferson, do Rio Branco. Na preliminar, o Americano também venceu o Goyta, conquistando Campeonato Campista Sub-15. Retificando:  na preliminar, o Americano conquistou o Campeonato Campista Sub-15 batendo o Rio Branco, também nos pênaltis.
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