Rede Globo garante a Copa do Mundo até 2022
28/02/2012 | 15h56
[caption id="attachment_340" align="alignleft" width="300" caption="Copa do Mundo na Rede Globo até 2022"]Copa do Mundo na Rede Globo até 2022[/caption] A Rede Globo garantiu com exclusividade os direitos de transmissão das Copas do Mundo de 2018 (Rússia) e de 2022 (Qatar). A informação já está publicada no site da Fifa. O contrato dá à Globo o direito de exibir o evento em território brasileiro com distribuição para todas as plataformas: TV aberta, TV fechada, internet e telefones celulares. A emissora já possui os direitos para a transmissão do Mundial de 2014 (Brasil). Secretário geral da FIFA, Jérôme Valcke destaca que “a força e o poder de distribuição da Globo garantem que a competição será acompanhada pelo maior número possível de pessoas no território brasileiro”. Presidente das Organizações Globo, Roberto Irineu Marinho destaca a parceria de quatro décadas entre a emissora e a maior entidade do futebol mundial. “Por mais de 40 anos, Globo e Fifa desenvolveram uma parceria muito frutífera, que trouxe ótimos resultados para ambas as partes. Durante todos estes anos, a Fifa conseguiu fazer do futebol o esporte mais popular, com um grande público em todo o mundo”, destaca. Neste ano, a Globo não realizará a transmissão dos Jogos Olímpicos (Londres), que serão mostrados pela Rede Record. ...
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Onde o Rio é mais inteligente do que São Paulo
23/02/2012 | 21h28
Quem me conhece sabe que gosto mais das coisas de São Paulo do que do Rio de Janeiro. Acho que a cegonha errou na pontaria e me despejou nessas terras fluminenses quando na verdade eu deveria “cair” na Terra da Garoa. Gosto mais dos paulistas do que dos fluminenses e não escondo isso de ninguém. Nesta semana, o episódio lamentável na apuração dos desfiles das escolas de samba de São Paulo evidenciou um dos pontos que nem mesmo o mais ferrenho defensor de São Paulo consegue defender no enfrentamento com o Rio de Janeiro. Aliás, devo admitir que as escolas de samba do Rio de Janeiro e o Cristo Redentor de braços abertos sobre a baía são exceção nessa minha pequena tese bandeirante. No instante em que escrevo esse comentário, ouço pela Rádio Bandeirantes o jogo entre Palmeiras (o meu Palestra Itália) e um certo Oeste (de Itápolis). Um jogo que “não vale nada”, ou quase nada. O Verdão é um dos líderes do Paulistão (primeiro ou segundo, não sei ao certo) e esta primeira fase, com 20 clubes, é jogado nesse esquema de pontos corridos, classificando-se oito clubes para a fase mata-mata que decide o campeonato. Devo admitir que o Campeonato Fluminense (que o povo do Rio de Janeiro, pouco informado como sempre, chama de Campeonato Carioca por pura falta de cultura) é mais inteligente no seu formato. Ontem (22/02), Vasco e Flamengo jogavam pelo Campeonato Fluminense e eu tinha ainda a possibilidade de ver pela TV o jogo entre São Paulo e Bragantino, pelo Paulista (Paulitano, se fosse só com clubes da Capital, entendeu pessoal do Rio de Janeiro? O campeonato de vocês é Fluminense e não Carioca). Como o Vasco x Flamengo era um mata-mata, onde só um dos clubes iria pra final da Taça Guanabara, foi minha opção. Se assim não fosse, com certeza optaria por São Paulo e Braga. Essa reflexão pode ser estendida ao Campeonato Brasileiro, completamente sem graça desde que a CBF resolveu ignorar nossa cultura esportiva e iniciar esse lengalenga sem graça dos pontos corridos, quando perdemos um ano quase inteiro de jogos sem o menor apelo pra se conhecer um campeão mais justo. Quem gosta de Justiça é o Poder Judiciário e as faculdades de Direito. Quem gosta de futebol quer emoção. Nisso, exceção notória, São Paulo perde para o Rio de Janeiro. Quem assina esse texto é cronista esportivo, integrante da Associação de Cronistas Esportivos do Rio de Janeiro (Acerj), por culpa da cegonha.
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