"Vibração da Galera" aos sábados na Folha da Manhã
28/01/2012 | 08h19
[caption id="attachment_325" align="alignleft" width="150" caption="Arnaldo Garcia na Folha"][/caption] Arnaldo Garcia, o mais conceituado cronista esportivo em atividade na região, inicia hoje mais uma empreitada na área da Comunicação Esportiva, assinando na Folha da Manhã a coluna "Vibração da Galera". Delegado da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado do Rio de Janeiro (Acerj), Arnaldo destaca que a coluna pretende dar maior visibilidade àquilo que acontece no cenários dos esportes amadores (olímpicos) de Campos. "Temos uma gama enorme de equipes e atletas, com resultados expressivos em nível nacional e internacional. Essa gente nossa precisa ser mostrada e, por isso, recebi com carinho o convite do diretor de Redação da Folha, Aluysio Abreu Barbosa", ressalta. Arnaldo iniciou sua carreira de comunicador em 1980, na Rádio Cultura (Campos-RJ), levado por Amaro Lírio e acreditado por Nicolau Louzada, Josélio Rocha e Antônio Carlos Paes. É um desses profissionais que acredita no trabalho e no princípio de justiça como ferramentas fundamentais para o sucesso. Colecionou boas passagens por emissoras importantes, com destaque para a Rádio Jornal do Brasil (Rio de Janeiro-RJ). Na JB, atuou ao lado de profissionais de ponta do rádio brasileiro, como João Saldanha, José Cabral e Sidnei Amaral. Teve ainda presença de destaque no rádio do Espírito Santo e de Minas Gerais. Atualmente integra a equipe de Esportes da Rádio Continental, do Grupo Folha da Manhã.
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Valvulado fotografou prédios que desabaram no Rio
26/01/2012 | 15h09
No dia 17 de outubro do ano passado, na grande marcha em defesa dos Royalties do Petróleo, liderada pela Prefeita Rosinha Garotinho e pelo Deputado Anthony Garotinho, este Valvulado esteve no Rio de Janeiro, acompanhando o Vereador Jorge Magal. Aproveitou o fato de estar na Cinelândia, de Canon em punho, para fotografar o Teatro Municipal, repaginado pela brilhante Carla Camurati, sua diretora. Num dos cliks, é o possível ver dois dos três prédios que desabaram na noite desta quarta-feira (25/01). [caption id="attachment_317" align="alignleft" width="150" caption="Vista aérea do local (globo.com)"][/caption]
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Navio que afundou foi do Corinthians
17/01/2012 | 15h36
[caption id="attachment_313" align="alignleft" width="300" caption="Antes de afundar, reunião de corintianos"][/caption] Segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo, ilustrada por foto de Rubens Cavallari, há quase dois anos, o Corinthians promoveu um cruzeiro usando o navio Costa Concordia para festejar seu centenário com torcedores e personalidades ligadas ao clube. O evento, chamado pelos corintianos de “Navio do Centenário”, aconteceu de 25 a 28 de fevereiro de 2010. A embarcação saiu de Santos e circulou pelo litoral brasileiro. Agora, no litoral da Itália, o “Navio do Centenário” afundou, assim como a Libertadores, em 2010 e 2011. Aliás, a Libertadores 2011 encalhou no México, na vergonhosa derrota para o Tolima, ainda na fase pré Libertadores. Esse “Valvulado Palmeirense” sabe que a torcida do “Curintia” tem peso, mas não precisa exagerar. Pra fechar uma pergunta: será que esqueceram o Ronaldo Gordo dentro do Costa Concordia?
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Nana, Morgana e Lúcia Helena
09/01/2012 | 21h32
[caption id="attachment_309" align="alignleft" width="298" caption="foto: Livio Campos (reprodução)"][/caption] Certa vez, não consigo precisar o ano, mas corria a noite do dia 15 de janeiro e eu estava em Atafona, litoral de São João da Barra. A programação da festa de Santo Amaro previa uma apresentação da cantora Nana Caymmi, em Grussaí, diante da igreja do Padroeiro daquele outro balneário sanjoanense que tanto amo. Estava com minhas filhas, que tinham idade bem mais tenra (hoje Morgana tem 15 e Lucia Helena 14 anos). Lembro-me perfeitamente que lhes disse que as levaria a um show de uma cantora toda especial e que, talvez, elas duas pouco entenderiam do seu cantar, mas que na fase adulta se orgulhariam de um dia ter visto o romantismo na voz de Nana, ainda que a idade diminuta não lhes possibilitasse compreender alguns versos que só os corações mais “machucados” sabem o que nos dizem. Pois bem, fomos e Nana desfilou um repertório de primeiríssima qualidade, capitaneado pelos versos imortais de seu pai Dorival e do nosso maestro maior, Tom Jobim. Uma noite gravada na retina de quem gosta de qualidade. Na noite desta segunda-feira (09/01) assistindo a um programa de televisão (Metrópolis, TV Cultura) acompanhei a uma entrevista de Nana, dizendo que pretende “dar um tempo na carreira”. Ela disse que não suporta mais o estresse dos aeroportos e da falta de estrutura, além do cenário atual em que vive a Música Popular Brasileira. Fez questão de dizer que ainda é possível encontrar algumas pessoas que reservam carinho especial por aquilo que é efetivamente produto cultural de qualidade, muitos deles motivados por uma didática que parte de pais e avós, mas que a grande maioria quer mesmo é seguir acompanhando aquilo que a mídia empurra pra dentro dos nossos sentidos não se importando se tem qualidade ou não, se será importante pra nossos jovens ou não. Com dignidade de filha de um poeta, ela garante que pretende abrir uma janela nessa decisão para cantar nas comemorações do Centenário de Dorival, em 2014. Não posso garantir que minhas filhas um dia saberão diferenciar a poesia dos Caymmi de “Ai se eu te pego”, composta de frases idiotas de Michel Teló, que nem mesmo sei se podem ser chamadas de versos. Mas, fizemos aquilo que nos cabia (eu e Nana), naquela noite de lua cheia em Grussaí. Bom seria que as direções da grande maioria das emissoras de rádio e TV do Brasil (exceções existem pra confirmar a regra) aproveitassem a renúncia corajosa de Nana Caymmi pra desligar seus transmissores ou então tomar vergonha e realizar aquilo que determina uma concessão (formação cultural e educacional de um povo), lançando na lixeira aquilo que produz o próprio Teló, Ivete Sangalo, Luan Santana, Paula Fernandes e Bruno & Marrone, entre outros.
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O recado da borboleta
07/01/2012 | 23h11
foto: Antunis Claytonfoto: Antunis Claytonfoto: Antunis Claytonfoto: Antunis Clayton Este “Velho Valvulado” admite que anda meio relaxado com este nobre espaço. No entanto, assessorando o Vereador Jorge Magal andou nas últimas tardes pelas bandas de Três Vendas e Sapucaia, localidades onde famílias inteiras sofrem pelo drama oferecido pela cheia do Rio Muriaé. Por lá, neste sábado, enquanto a chuva oferecia uma trégua e o sol se fazia nobre em beleza e praticidade, encontrou um canteiro de flores com teimoso contraste àquele instante de sofrimento. Neto de uma flor (homenagem à Margarida logo abaixo), de Canon em punho, não poderia deixar que elas escapassem, afinal a mais bela das borboletas lhe soprou que o blog precisava de uma atualização. Como a poesia arromba a porta e não pede licença para a dor e sofrimento, aqui exponho flores e borboletas que pude eternizar. (fotos: Antunis Clayton)   Margarida Chora não, Margarida! Volto já. Precisam de mim; chora não, volto já. Deixe o café quente sobre o granito. Levo comigo seu malte amargo, quebrado pelo açúcar; ou cheiro bom da mistura. Vou buscar um novo tempo. Talvez melhor, mas sem a paz de sua calçada de remendos, dos seus lençóis ou mesmo da velha cadeira na varanda dos fundos. Margarida, minha flor de pétalas alvas... Chora não, to voltando. Põe na mesa um bom assado, cuja raspa mistura com farinha e alaga meu paladar. Chora não, Margarida. Estou aqui. Me dê seu colo. Vovó Margarida.
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