O que houve (3)?
17/02/2018 | 10h21
Sobre possíveis motivos que me foram apresentados para tentar explicar o insucesso do prosseguimento das nossas corridas:
1- Falta de união entre às assessorias, onde um leitor relatou que algumas boicotam provas do “concorrente”
2- Falta de qualidade nas provas (distância totalmente diferente da anunciada; impontualidade; kit ruim)
3- Organização de corridas por não corredores 
4- Após o início por aqui busca-se novos horizontes e não corre mais provas na cidade 
5- Locais sem atrativos para provas 
Vc concorda? Bons treinos!
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O que houve (2)?
15/02/2018 | 18h54
Ainda sobre as corridas de rua que rarearam pela cidade, me foram apresentados alguns motivos bem coerentes via redes sociais, onde mais para a frente compartilho com todos.
Gostaria de deixar claro, diante da grande politização sobre todos os assuntos aqui na terrinha, ao meu ver, o poder público não tem que ser o principal fomentador destas ações.
Bons treinos!
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O que houve?
14/02/2018 | 09h04
A corrida de rua aqui na cidade deu uma parada, enquanto o restante do país parece que vai de vento em popa.
Entre 2012 e 2016 apareceram por volta de 10 organizadores de eventos desta natureza.
Agora, pelo que tenho visto, quase nada aparece de novo, e os antigos desanimaram. 
O que houve, foi à crise?
Bons treinos!
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Tome!
06/02/2018 | 20h58
Tome regularmente para uma melhor saúde, felicidade e vida mais longa. Bons treinos!
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Perfil do corredor médio brasileiro
04/02/2018 | 18h08
O Perfil do corredor médio brasileiro, feito pela Revista Runner World Brasil, sinaliza algumas caraterísticas que nos é bem familiar. Selecionei algumas interessantes, apesar de achar estranho o último item. Bons treinos!
1- 83% corre na rua (40% na esteira)
2- corre 3 vezes por semana 
3- GPS é utilizado por 56% dos corredores 
4-  o volume médio é de 21 à 30km por semana 
4- a parte da manhã é a preferida
5- provas dos sonhos: 1º NY Marathon; 2º Berlin; 3ª São Silvestre 
6- prefere correr sem amigo 
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Sorteio
28/01/2018 | 20h41
Para os que sonham em correr a Maratona mais famosa do mundo - ano passado foram quase 55 mil corredores de todo o planeta -, as inscrições para o sorteio da NY Marathon começaram no dia 15 de janeiro, indo até 15 de fevereiro, com o resultado saindo no dia 28 de fevereiro. Se queres se divertir por lá, vá por aqui. Bons treinos!
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NÚMEROS DAS MARATONAS BRASILEIRAS EM 2017 + O PERFIL DO MARATONISTA
23/01/2018 | 20h23
Informações sobre Maratonas e maratonistas no Brasil relacionados ao ano de 2017, em ótima matéria no blog do Danilo Balu. Vale a leitura. Bons treinos!
OS NÚMEROS DAS MARATONAS BRASILEIRAS EM 2017 & O PERFIL DO MARATONISTA BRASILEIRO
Hoje publico o relatório com os números das Maratonas Brasileiras e o perfil do corredor brasileiro de Maratonas. Este é um levantamento único e exclusivo no nosso mercado (aqui você tem ele completo) e busca principalmente colocar um pouco de luz dando números na prova mais famosa da corrida de longa distância.
Nossos números são muito distantes dos das realidades americana, japonesa (maior número de concluintes no mundo) ou da de muitos países europeus, como a Inglaterra, que presenciam muito mais gente e proporcionalmente bem mais mulheres. Mas há pontos dos dados brasileiros a se destacar:
Número recorde de maratonistas nas provas brasileiras (quase 26.000) aumento de 29%!
Aumento substancial de mulheres que hoje são mais de 20% dos concluintes, quando eram 14% 5 anos antes.
É difícil explicar os 2 crescimentos. Um deles é o aumento dos concluintes em provas como ado Rio de Janeiro e Porto Alegre (ambas com forte presença feminina) e a consolidação da SP City Marathon.
Com exceção de 2013/2014, o mercado brasileiro de 42km cresce forte e consistentemente e 2017 viu um número recorde de provas oficiais (23).
Outro fato é o aumento dos brasileiros correndo no exterior, após a queda ano passado em função da forte recessão econômica que enfrentamos em 2016. Somando-se com os pouco mais de 6.000 concluintes brasileiros no exterior, podemos então dizer que o perfil do maratonista brasileiro é:
– Homem (80%);
– Idade entre 30 e 49 anos (70%);
– Correndo no Rio de Janeiro, em São Paulo ou no exterior (67%);
– Corre os 42km em 4h19:50.
Já a brasileira média faz a mesma distância em 4h44:58. E ano a ano, com a entrada de novos corredores, o desempenho do brasileiro médio novamente caiu.
Aliás, Porto Alegre é novamente a maratona mais rápida do país!
Buenos Aires, Berlim, Chicago, Disney e Santiago são, nessa ordem, os destinos preferidos dos maratonistas brasileiros no exterior.
Danilo Balu
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Vai pegar fogo
20/01/2018 | 19h56
Divulgação
Os três maiores corredores da sua geração irão competir na Maratona de Londres.
Eliud Kipchoge, Sir Mo Farah e Kenenisa Bekele estarão na linha de largada no dia 28 de abril.
São 8 medalhas olímpicas de ouro e 12, também de ouro, em campeonatos mundiais.
Farah tem 4 ouros olímpicos e 6 vitórias em campeonatos mundiais.
Bekele tem 3 medalhas de ouro olímpicos e 5 em campeonatos mundiais.
Kipchoge é o atual campeão olímpico dentre outros feitos sendo considerado o melhor na distância de todos os tempos.
Londres vai pegar fogo. Bons treinos!
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Travessia de natação
16/01/2018 | 16h32
Os amigos Luciano Reis e Edinho, professores do Tênis Clube de Campos, estão organizando uma travessia de natação em Lagoa de Cima. O 1º Circuito Aberto de Natação será no dia 27 de janeiro com distâncias de 800 e 1500 metros. Bons treinos! 
 
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Dica de treino
09/01/2018 | 16h53

Treino Total - TT

Um dos fatores que mais atrapalham o atleta numa periodização macro visando cumprir a programação em uma determinada temporada, seja de corrida, pedal ou natação, é a lesão esportiva, e que é reconhecida na literatura científica como um processo multifatorial.

Frente a necessidade de poder dar prosseguimento aos treinos, onde a Continuidade é Princípio fundamental no progresso do Treinamento Desportivo, minimizando assim a possibilidade de contratempos que possam afastar o atleta do esporte, e diante de exercícios que possam causar ótimas adaptações ao organismo garantindo força para as demandas exigidas, o trabalho preventivo se mostra fundamental para que todo este processo ocorra.

Este protocolo aqui apresentado, diante de todas às suas variações - Individualidade Biológica e Especificidade - objetiva trabalhar em dois polos distintos, visto ser desenvolvido sob à ótica do treino integrado, com a participação de todo o organismo entrelaçado e interligado, visando uma proteção positiva para o esportista, e com isso, gerando a já citada é importante Continuidade.

Esta teoria apresentada diz respeito à integração entre um formato de treino que busca isolar determinados músculos somado à um outro que tem como foco o inverso, ou seja, um trabalho multi-articular que objetiva proporcionar múltiplas experiências através do movimento.

Desta forma, numa perspectiva integrada e com metodologias diferentes que se unem e tornam-se mais fortes, podendo trazer benefícios superiores frente a uma modelagem de treinos tradicionais, e que na maior parte das vezes o treino é feito de forma isolada ou somente multi-articular, sem a necessária integração.

O método vai incidir sobre dois formatos que se complementam e se tornam mais fortes, que é o treino de força em aparelhos, isolando os músculos, associado com o treino de força multi-articular, via kettlebell e afins.

Levar-se-a em consideração para este protocolo os aspectos lúdicos e variáveis do treino, fatores extremamente importantes num objetivo macro, pois através da busca de emoções positivas numa determinada rotina à sua fidelização a longo prazo pode ser facilitada.

Os instrumentos utilizados para buscar este objetivo de integração entre às duas metodologias são aparelhos de musculação no caso 1 (isolamento muscular) e kettlebell no caso 2 (treino integrado) em conjunto com outros acessórios.

Na primeira parte do treino serão realizados exercícios para membros superiores (MS), com 4 exercícios no formato Agonistas/Antagonistas em Super Set, direcionados para peitoral maior e grande dorsal em séries de 3 com 6 à 10 repetições, de acordo com a necessidade individual e do esporte praticado.

Na segunda parte do treino serão realizados 6 exercícios de MI (membros inferiores) com o objetivo principal de fortalecer a parte anterior e posterior da coxa mais o glúteo máximo, ou seja, músculos que envolvem a articulação do joelho e quadril.

Os exercícios serão realizadas no formato Agonistas/Antagonistas em Super Set de 3/4 séries de 6 à 10 repetições, com no máximo 15 segundos de intervalo entre os exercícios e 30 segundos entre as séries. A escolha da carga vai ser feita de acordo com pesagens anteriores utilizadas pelo atleta ou ainda será feita diante da capacidade atual de cada um.

Na terceira parte do treino serão realizados três séries de 3 exercícios (2 com kettlebell mais um abdominal) com 1 minuto para cada tarefa, sendo o intervalo de 1 minuto após a realização de cada série de 3 exercícios. O tempo do circuito completo será de 10 minutos. A carga do kettlebell vai ser escolhida diante da experiência anterior do atleta.

Esta sequência foi feita exclusivamente pensando em atletas de performance de corrida, bicicleta e natação frente as necessidade individuais respeitando pontos fracos e fortes, sem fugir da proposta original que é integrar as duas metodologias de treinos.

O tempo total desta rotina, que necessita ser feita com muito foco e disciplina, duas vezes na semana, gira em torno de 45 minutos, com uma redução considerável no tempo total de treino, algo cada vez mais importante para grande parte das pessoas.

MSc. Marcos Almeida







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Sobre o autor

Marcos Almeida

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Marcos Almeida é assessor esportivo, especialista em Ciência da Musculação e mestre em Ciência da Motricidade Humana.