Sinistro
31/01/2017 | 15h31
Sete Maratonas em sete dias seguidos em sete continentes (http://www.worldmarathonchallenge.com) com os seguintes (e impressionantes) tempos: 2:54, 2:45, 2:37, 2:42, 2:45, 2:49, 2:45. Muito fenômeno este tal de Michael Wardian. Mais informações por aqui. Bons treinos!
 
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Programando corridas no Brasil este ano
30/01/2017 | 15h30
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Sempre é importante se programar com provas (e de preferência com a inscrição feita) para melhorar o foco nos treinos. Neste link importantes corridas pelo país para ajudar nesta    tarefa. Bons treinos!
Fonte: Correr Pelo Mundo 
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Novidades (2)
27/01/2017 | 15h42
Testei* uma das novas esteiras ((Treadmill T3xe Matrix)) na Fórmula e fiquei muito(!) impressionado. Ela apresenta grande estabilidade ((transforma a energia aplicada em retorno para a corrida, melhorando a performance)); por não ser muito grande facilita a menor amplitude das passadas ((fato este relacionado a menor incidência de lesões na corrida)); amortecimento pleno ((protege todas as articulações com menor atrito muscular, facilitando a performance(2) e diminuindo lesões(2))). Em síntese, neste breve review, mais do que aprovada. Bons treinos!
*mestre em ciência da motricidade humana
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Novidades (1)
27/01/2017 | 06h19
Marcos Almeida
DCIM117GOPRO / Marcos Almeida
 
Treinamento no Air Rower Matrix (remo profissional) - por Felipe Braga para professores, estagiários e treinadores pessoais - uma das novidades na Fórmula em 2017. Bons treinos!
 
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Ganhou
26/01/2017 | 12h30
 
Globoesporte.com
Bruno Lins passa o bastão para Vicente Lenílson no 4x100m de Pequim 2008 (Foto: Jonne Roriz/Agência Estado) / Globoesporte.com
 
Com a realocação do pódio, tema tratado no último post (aqui) o quarteto brasileiro formado por Vicente Lenílson, Sandro Viana, Bruno Lins e José Carlos Moreira, 4º colocado na ocasião, deve herdar o bronze. Com a eliminação da Jamaica, o ouro passa a ser de Trinidad e Tobago. O Japão sobe para o 2º lugar, enquanto o Brasil pula para 3º. Bons treinos!
Fonte: Globoesporte.com
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Perdeu
25/01/2017 | 21h04
 
O Comitê Olímpico Internacional (COI) confirmou nesta quarta-feira (25) sanções a dois atletas flagrados em exames antidoping. O caso de maior impacto é o do velocista Nesta Carter, pois sua ação acarretou na desclassificação de toda a equipe jamaicana e na perda do ouro olímpico do revezamento 4x100m dos Jogos de Pequim 2008 – inclusive do mito Usain Bolt, dono de nove ouros olímpicos nas provas mais nobres do atletismo.
Fonte: Globoesporte.com
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Dubai Marathon
25/01/2017 | 15h30
 
 
 
 
 
 
No último dia 20 foi disputada a Dubai Marathon e que sempre se apresenta com uma ótima premiação em busca dos melhores tempos do ano na distância. Os favoritos - Tsegaye Mekonnen (2:04:32), Dino Sefir (2:04:50) e principalmente Kenenisa Bekele (2:03:03) - foram desbancados por Tamirat Tola, que concluiu a prova com 2h04min11. Como na Maratona não existe zebra, onde todos que se colocam na faixa de largada estão muito bem preparados, resta para o ser o vencedor aquele que, em síntese, está num melhor dia. Bons treinos!
 
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Vem aí...
24/01/2017 | 16h45
Divulgação
Itaoca Trail Run / Divulgação
 
Três distâncias para agregar a todos. Inscrições na loja chicre da Pelinca, site www.minhasinscricoes.com.br ou fale comigo. 1° lote até 31/01 75,00. Obrigada!
Fabrício Bastos
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Praga (2)
23/01/2017 | 19h07
Como relatado em matéria anterior aqui, parece que começou (abaixo) movimento contra as pragas dos pipocas - pessoas que correm sem inscrições, bebendo e comendo sem pagar à prova - que tem a cada dia crescido mais. Como organizador de provas e (ex) corredor, sei do estrago que causam. Bons treinos!
ALÉM DA PIPOCA
São Sebastião: corredores com nº de peito falso serão encaminhados à polícia
POR VICTOR COSTA20/01/2017 04:30
O Globo/Foco Radical
Pipcas Running / O GloboFoco Radical
Duas corredoras utlizam o mesmo número (1151) na São Sebastião, em 2015 | Foco Radical
Em 2015, a organização da São Sebastião contou, pelo menos, oito corredores com o mesmo número de inscrição (1151) na prova. Alguns não fizeram a menor questão de se misturar. Pelo contrário, correram lado a lado sem se inibir com a fraude. Os organizadores, que fizeram a investigação após a prova através de fotografias, ficaram surpresos.
Eles já estão acostumados com intrusos no percurso, mas tanta gente utilizando o mesmo número de inscrição espantou até quem já acompanha há mais de vinte anos as provas de rua no Rio.
Para evitar fraudes na edição deste ano — que acontece nesta sexta-feira, às 7h30m, no Aterro do Flamengo. Os percursos são de 5km e 10km —, a organização tomou medidas mais duras.
— Vamos colocar pessoas no funil (alguns metros antes da linha de chegada) para tentar identificar corredores que estejam utilizando o mesmo número. Pela primeira vez, tomaremos medidas mais duras. Quem for pego será encaminhado para a polícia — alerta Carlos Sampaio, sócio-diretor da Spiridon, que organiza a São Sebastião e a Maratona do Rio. — Vamos ter, como de costume, policiamento na prova, que vai nos ajudar nesse processo. Na delegacia, o delegado vai investigar e ver em qual crime a pessoa pode ser enquadrada. Tem alguns: estelionatário, fraude, formação de quadrilha
Este funil foi criado para tirar os que são conhecidas no mundo da corrida como “pipoca”: pessoas que não pagaram a inscrição, mas aproveitam as interdições e o percurso da prova para correr. Estes, no entanto, são facilmente identificáveis, pois não carregam inscrições nem falsificam ou copiam nada.
— Já estamos acostumados com o “pipoca”. Identificamos fácil. O problema vai além do pipoca. Quando a pessoa falsifica, copia o número de inscrição e passa pelo funil... Ela consegue pegar medalha e o kit, que são destinados a quem pagou pela prova — explica João Traven, sócio de Sampaio na Spiridon. — Em 2015, foram pelo menos oito com o mesmo número. Não sabemos se tem alguém revendendo os números, se são apenas corredores que tiraram uma cópia do número de alguém que se inscreveu. Isso cabe à polícia investigar.
RECLUSÃO DE UM A CINCO ANOS
Advogados consultados pela reportagem afirmam que utilizar informação inverídica (número de peito falso) para obter vantagem (pegar medalha e kit pós-prova) caracteriza estelionato, previsto no artigo 171 do Código Penal Brasileiro, com pena de um a cinco anos de reclusão. No entanto, para ser enquadrado neste crime é preciso que fique provado que o réu falsificou o número de inscrição com o objetivo de pegar a medalha.
Mesmo que não haja a intenção de obter vantagem, o corredor com número falso pode ser enquadrado no artigo 298, que diz respeito à falsificação de documentos, e no 304, sobre o uso de documento falso. Ambos também preveem reclusão de um a cinco anos.
Os organizadores, no entanto, reconhecem que identificar pessoas com o mesmo número (em meio aos cinco mil corredores que estão sendo esperados para o evento) talvez não seja humanamente possível no momento da prova. Mas acreditam que maior fiscalização e encaminhamento para a polícia vão inibir novas fraudes.
Fonte: O Globo
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Vem coisa boa aí!
22/01/2017 | 21h12
 
Factor Running
Mo Farah / Factor Running
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Com foco este ano na Maratona de Londres - faz parte das World Marathon Majors juntamente com Nova York, Chicago, Boston, Berlim e Tóquio - e que este ano vai ser no dia 20 de abril, Mo Farah vem treinando forte com muito foco na prova. 
 
Factor Running
Mo Farah / Factor Running
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em 2014 após a sua decepcionante 8ª colocação, com 2h08:21, ele disse: "Eu vou voltar, não vou terminar desse jeito. Dei meu máximo, mas estou desapontado porque não pude dar o que o público esperava. Sou muito duro. Estou desapontado, mas há vezes em que as coisas não funcionam e você precisa aceitar. Você aprende, e a vida segue".
Estamos na torcida. Bons treinos! 
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Quase
22/01/2017 | 10h23
 
Hoje (22) fiz 9km sob as bênçãos do Cristo Redentor em percurso que favorece o erro (treino de L1 que quase virou L2). Bons treinos! 
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Programação esportiva do Farol
21/01/2017 | 08h06
A Prefeitura de Campos, através da FME (Fundação Municipal de Esportes) divulgou no sábado (21) a sua programação esportiva para este verão, e dentre os destaques, ciclismo e corrida de rua. Abaixo a programação completa. Bons treinos!
Fonte: Folha da Manhã 
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Vai começar!
20/01/2017 | 23h38
 
Tokyo Marathon/divulgação
Tokyo Marathon / Tokyo Marathondivulgação
A Maratona de Tokyo (20/02) vai abrir a temporada das World Marathon Majors - grupo das seis melhores Maratonas do mundo: Boston, London, Berlim, Chicago e Nova York - em grande estilo. Neste link a super elite que vai desfilar por là (interessante observar os coelhos e seus ótimos tempos em meias e Maratonas recentes). Bons treinos!
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Realidade virtual auxilia atletas, via 'ginástica' para o cérebro
20/01/2017 | 20h05
Marcos Almeida
Imagética/ Luz e Som / Marcos Almeida
Este texto, bem longo (mesmo!), onde o tamanho é diretamente proporcional à sua ótima qualidade, discorre sobre trabalho cognitivo que visa ganho de foco de atenção e boas respostas imediatas para os problemas que surgem em determinada situação esportiva, vem causando no meio do esporte de alto nível. Apesar de algumas incredulidades, fato que somente o tempo e mais estudos podem nos situar melhor, acredito que de fato seja positivo. De qualquer forma, vale a leitura e o conhecimento de mais um instrumento sobre a exploração, cada vez maior, do trabalho cognitivo no esporte. A fonte é a Folha de São Paulo via tradução do New York Times.
As esferas amarelo-limão na tela não se parecem em nada com os linebackers dos quais Matt Ryan, quarterback do Atlanta Falcons, tenta escapar a cada semana. E elas tampouco se parecem com um jogador da Premier League correndo pelo gramado, ou com um disco disparado sobre o gelo em uma partida da National Hockey League (NHL) norte-americana. Se elas se parecem com alguma coisa, é com bolas de tênis com uma cobertura mais rala.
A beleza do design do NeuroTracker –videogame projetado para reforçar a capacidade cognitiva da mesma maneira que exercícios com halteres reforçam os músculos– está supostamente em sua simplicidade. Ao pedir aos seus olhos que acompanhem esferas que saltitam por uma tela tridimensional, atletas podem preparar seus cérebros para funcionar de uma maneira impossível de reproduzir em qualquer outra forma de exercício.
Pelo menos era esse o objetivo de Jocelyn Faubert ao criar o NeuroTracker em seu laboratório de pesquisa optométrica na Universidade de Montreal, em 2009. Sua inspiração foi o Lumosity, um jogo de exercício para o cérebro altamente popular. Mas em vez de direcionar seu produto à geração baby boom, Faubert o desenvolveu para o mundo do esporte.
Faubert define essas capacidades cognitivas subestimadas como "ginástica para o cérebro". Mas até o NeuroTracker, não havia muitos indicadores quanto a uma boa maneira de isolar e reforçar essas capacidades fora do campo de treino.
"O sistema força o usuário a empregar certas redes –redes de memória, redes de atenção, redes de processamento de movimento", disse Faubert sobre o NeuroTracker. "Toda essa demanda simultânea, é isso que você faz na vida real".
Os críticos, no entanto, definem o programa como uma versão digital das poções milagrosas vendidas por trapaceiros. Eles acreditam que as equipes esportivas, desesperadas por qualquer coisa que lhes ofereça vantagem em campo, possam estar comprando uma trapaça.
"Tenho de ser extremamente cético quanto a qualquer programa de treinamento que promova o desenvolvimento dessas funções visuais, perceptuais e cognitivas genéricas", disse A. Mark Williams, diretor do departamento de saúde, cinesiologia e recreação na Universidade do Utah.
Ainda assim, o programa se expandiu e está em uso em 550 centros de treinamento de elite em todo o planeta, que representam uma vasta paisagem esportiva. Ryan, que nesta temporada é o segundo entre os quarterbacks da NFL (National Football League), a liga de futebol americano profissional dos Estados Unidos, em passes e touchdowns, disse que treina com o NeuroTracker pelo menos três vezes por semana.
"Eu o uso o ano inteiro", disse Ryan, que é um dos jogadores na briga pelo prêmio de MVP, ou melhor jogador, da temporada deste ano na NFL.
O Manchester United discretamente investiu US$ 80 mil para instalar um NeuroTracker em seu centro de treinamento. A U. S. Soccer, federação de futebol dos Estados Unidos, usou o programa para testar mais de sete mil jogadores juvenis, a partir de 2014. O mesmo programa é usado por times de hóquei sobre o gelo como o Vancouver Canucks e pela IMG Academy, onde os candidatos a vagas na NFL treinam antes do processo anual de seleção de novos atletas.
Os atletas podem usar o sistema enquanto treinam dribles com uma bola de basquete ou tentam se equilibrar sobre uma prancha móvel. Os resultados do treinamento podem ser divulgados, o que estimula competição entre os jogadores. Usando óculos, é possível praticar em qualquer lugar –no vestiário, em casa, no carro.
"O nosso foi instalado ao lado da sala de exercício", disse Leonard Zaichkowsky, antigo diretor de ciência do esporte do Canucks. "Os caras costumavam tentar entrar de fininho na sala para treinar fora do período estipulado".
À medida que times e jogadores começaram a despertar para o seu potencial, as aplicações do NeuroTracker parecem ter se estendido até o limite da imaginação. O sistema não só pode ser usado por atletas de modalidades tão díspares quanto o taekwondo, patinação de velocidade e rúgbi como também para avaliar concussões; para combater os efeitos do envelhecimento; como assistente para crianças com síndrome de deficiência de atenção; e como exercício de reabilitação para pacientes de derrame.
Streeter Lecka - 24.dez.2016/Getty Images/AFP
Profissionais usam videogame para melhorar cognição e desempenho no esporte
Profissionais usam videogame para melhorar cognição e desempenho no esporte
Estudos independentes reforçam os dados sobre todas essas capacidades. Um deles constatou que o NeuroTracker poderia ser usado por cirurgiões que realizam operações laparoscópicas.
A CogniSens, companhia fabricante do NeuroTracker, começou a vender uma versão em nuvem do programa, ligeiramente modificada e chamada NuTrain, por US$ 229 ao ano para usuários individuais.
"É meio louco", disse Faubert. "Estávamos respondendo a questões, perguntando certas coisas. E agora o sistema se espalhou pelo mundo".
Mas enquanto o NeuroTracker se tornava uma espécie de panaceia para o desempenho esportivo, o número de céticos quanto às suas virtudes também crescia, e alguns deles apontam que um placebo executado cuidadosamente poderia produzir as mesmas avaliações entusiásticas –e conduzir a sofrimento quando o efeito desaparecer, mais tarde.
Os críticos afirmam que é a simplicidade do jogo que permite que os usuários percebam resultados nem sempre reais, ocupando o vazio da mesma maneira que uma pintura minimalista pode inspirar profunda introspecção.
Eles apontam para a falibilidade de uma simulação que se vangloria de benefícios extraordinários para quarterbacks de elite, meio-campistas de futebol e goleiros de hóquei –atletas de esportes distintos e não relacionados. A incredulidade está associada a fissuras na fundação do segmento de jogos para o cérebro, que vem enfrentando crescente escrutínio sobre afirmações que muita gente vê como dúbias, sobre a falta de provas científicas quanto a seus resultados, e sobre práticas de marketing enganosas.
Em sete anos de expansão, o NeuroTracker se tornou o mais bem sucedido jogo de treinamento para o cérebro no esporte. Mas a questão fundamental continua presente, como sempre: ele funciona de verdade?
CORES RELUZENTES, REALIDADES VIRTUAIS
Em uma tarde de outubro, Faubert mostrou a salinha próxima de seu escritório que abriga o NeuroTracker original, um espaço chamado Cave Automatic Virtual Environment, conhecido simplesmente como CAVE (caverna). O nome é apropriado –trata-se de uma sala escura e fria, exceto pelo brilho de uma tela de 2,70 por 2,70 metros na ponta oposta de um sombrio cubículo delimitado por três divisórias.
Faubert, 57, careca, com sobrancelhas espessas e escuras e o cabelo branco que lhe resta cortado bem rente nas laterais da cabeça, é uma daquelas pessoas permanentemente otimistas, repletas de energia carismática. Sua capacidade de destilar conceitos expansivos na forma de explicações resumidas é bastante incomum nos círculos da neurociência. O mesmo vale para suas roupas: jeans, uma jaqueta de camurça, botas pesadas de couro.
Sua abordagem para responder a questões complexas sobre a capacidade única do cérebro humano de lidar com uma mistura de estímulos envolvendo todos os sentidos também é bastante incomum.
Em 2001, quando era um optometrista estudando a ciência da visão, ele investiu US$ 800 mil na construção do CAVE como um ambiente de imersão, que ocuparia todos os sentidos e permitiria avaliar o comportamento real, incorporando espelhos e sistemas gigantes de projeção. Os participantes dos experimentos teriam liberdade para se movimentar, ficar na sala o tempo que quisessem, e para se sentirem como se estivessem em outro lugar –uma forma rudimentar de realidade virtual.
Renaud Philippe - 25.out.2016/The New York Times
Jocelyn Faubert, criador do NeuroTracker
Jocelyn Faubert, criador do NeuroTracker
A pesquisa inicial de Faubert envolvia questões relacionadas à visão periférica, postura ou equilíbrio. Mas ele acrescentou programas derivados, entre os quais um exercício simples envolvendo oito esferas amarelas que tinha por base experimentos sobre o rastreamento de múltiplos objetos conduzidos pelos psicólogos Zenon Pylyshyn e Ron Storm nos anos 80. Com algumas alterações, e óculos 3D, Faubert acreditava que o programa pudesse vir a ter outros usos científicos.
Motivado em parte por sua curiosidade pessoal, Faubert começou a convidar atletas para visitas ao laboratório, e a que tentassem acompanhar o movimento das esferas. Entre os primeiros participantes estavam a esquiadora olímpica Jennifer Heil e o boxeador Jean Pascal. E os dois se provaram altamente capazes de acompanhar o movimento de múltiplos objetos simultaneamente.
Quando Faubert começou a ver a rapidez com que eles melhoravam seu desempenho no jogo, sua curiosidade cresceu. "Essa foi realmente a assinatura, para mim", disse Faubert. "Não o ponto em que eles começam, mas o ponto a que vão".
Oito esferas numeradas saltitam aleatoriamente em torno de um cubo, que o jogador vê por meio de óculos 3D. No começo, quatro das esferas serão vermelhas, indicando que aquelas são as esferas que devem ser acompanhadas. Mas o vermelho só dura um segundo. Logo elas voltam a ser amarelas, e depois se dispersam em meio às curvas, colidindo com o cubo e as demais esferas, como bolas de bilhar dispersadas na mesa depois da tacada inicial.
Depois de oito segundos, uma mensagem pede que você recorde os números das esferas que começaram vermelhas. Não é mais complicado que um daqueles jogos de cartas jogados nas esquinas das grandes cidades, que envolvem descobrir embaixo de qual das três cartas está escondida a moeda. Mas o teste de seguir quatro objetos em rápido movimento é notavelmente rigoroso, desafiando as capacidades visuais e perceptuais, e sistemas cognitivos como a conscientização espacial, concentração e memória funcional.
Faubert eleva a velocidade aos poucos, intensificando os saltos das esferas, tornando mais e mais difícil acompanhar seu movimento. Para cada resposta correta, você avança um nível; quando a resposta é incorreta, você cai: a velocidade se reduz. No final de um teste de oito minutos, você recebe seu placar.
Jean Castonguay, advogado empresarial com histórico no setor de startups, foi informado sobre o programa e viu nele uma oportunidade de negócios. Propôs tirar o programa do laboratório e colocá-lo no mercado. Ele criou a CogniSens, alugou escritórios perto da universidade, identificou clientes e ajudou a criar um nome mais chamativo.
O nome original do NeuroTracker era 3D-MOT, ou rastreamento tridimensional de múltiplos objetos; os jogadores do Manchester United chamavam o programa de "caça-bolas".
A maioria dos clubes prefere não falar sobre seu uso do NeuroTracker –que só tem um porta-voz publicitário pago, Aaron Cook, atleta do taekwondo olímpico–, provavelmente por medo de perder sua vantagem competitiva. Mas o Atlanta Falcons foi uma exceção, permitindo que Ryan respondesse a perguntas sobre o programa.
O quarterback, que já foi diversas vezes ao Pro Bowl (o jogo das estrelas da NFL), visitou pessoalmente o laboratório em junho de 2015 e disse que o NeuroTracker melhorou sua percepção espacial, o tipo de visão de que ele precisa para vasculhar o campo em busca de receptores desmarcados.
"Isso é essencial como quarterback, ser capaz de ver muito rápido as coisas e como elas se relacionam umas às outras ", disse Ryan. "Acho que é exatamente isso que o NeuroTracker ajuda a fazer".
Ele considera o sistema como tão crucial para o seu desempenho quanto os exercícios com peso ou de agilidade.
"Passamos muito tempo trabalhando em nossos corpos", disse Ryan. "Mas é igualmente importante ter a mente trabalhando em alto nível".
O NeuroTracker afirma, de fato, que com um sistema profissional vendido por US$ 6 mil são necessárias apenas 12 sessões de treino de cinco minutos de duração para que atletas comecem a perceber benefícios sustentáveis para seu desempenho em campo.
Renaud Philippe - 25.out.2016/The New York Times
Jocelyn Faubert em frente a uma representação virtual de um Shopping
Jocelyn Faubert em frente a uma representação virtual de um Shopping
"Eles verão a melhora em seu desempenho", disse Castonguay, o principal investidor na companhia.
Os supostos benefícios provaram ser variáveis. Um dos primeiros clientes foi Zaichkowsky, veterano psicólogo do esporte na Universidade de Boston que foi contratado pelo Vancouver Canucks para criar um programa de ciência do esporte em julho de 2010. Ele persuadiu os dirigentes a criar uma sala do NeuroTracker no centro de treinamento do time, a um custo de cerca de US$ 40 mil, na época.
"Conceitual e cientificamente, fazia muito sentido", disse Zaichkowsky, hoje membro do conselho científico da CogniSens.
Matt Fast, golfista profissional, esperava melhorar uma forma diferente de atenção sustentada quando começou a usar o NeuroTracker na tour Web.com, em 2014. Ele sentia que quando jogava o caótico jogo de rastreamento de esferas pela manhã, suas tacadas melhoravam significativamente, mais tarde no dia.
"Tudo mais desaparece exceto aquilo que os olhos têm em foco", disse Fast. "Minhas melhores tacadas aconteciam nos dias em que usava o sistema. Acredito totalmente que funciona".
Há quem tenha se intrigado com o potencial de coleta de dados do NeuroTracker e com sua utilidade como ferramenta para olheiros. Uma dessas pessoas é Jared Micklos, diretor da academia de desenvolvimento da U. S. Soccer. No final de 2014, ele assinou um contrato de três anos com a companhia para testar jogadores juvenis nos períodos de treinamento da academia, em junho e dezembro. Ele disse que os dados estão começando a gerar algumas revelações interessantes sobre a diferença entre as posições.
Agora é possível acompanhar o progresso dos jogadores entre os 14 e os 17 anos, especialmente os que avancem para categorias superiores, como a seleção nacional.
"Existe correlação entre resultados e o desempenho em campo?", disse Micklos. "Os resultados são altos? Se for o caso, então sim, continuar os testes pode fazer sentido".
Caroline Calvé, atleta canadense de snowboard, disse que se não tivesse abandonado as competições no ano passado, continuaria a usar o NeuroTracker. Ela começou a usar o programa e outros produtos de treinamento mental para ganhar mais concentração, uma área que ela disse ter sido um grande problema para o seu desempenho na Olimpíada de Inverno de 2010, em Vancouver.
"O sistema me deu tempo para praticar o meu foco", disse Calvé, acrescentando que "é difícil medir o resultado. É difícil determinar se foi por isso que me saí melhor. Será por que desenvolvi mais controle, repentinamente, ou por que minha confiança aumentou? É difícil distinguir".
Qualquer que tenha sido a motivação, porém, Calvé não tem o que discutir sobre os resultados. Ela saltou da 20ª posição em 2010 para a sexta posição em 2014, no slalom gigante paralelo.
"O fato de que eu estava treinando foco é algo que, sim, sinto ter me ajudado", ela disse.
Renaud Philippe - 25.out.2016/The New York Times
Thomas Romeas usa equipamento da CogniSens
Thomas Romeas usa equipamento da CogniSens
O MITO DA CAVERNA
Quando a Nintendo criou o "Brain Age", em 2005, um videogame de tarefas mentais que nada tem em comum com Mario ou Luigi e determina a velocidade com que os jogadores conseguem completar tarefas de agilidade mental como contagem rápida, memória verbal e Sudoku, o jogo foi anunciado como método para "flexionar os músculos da mente". O produto se baseava em larga medida no trabalho de um renomado neurocientista japonês e vendeu bem.
O resultado foi uma corrida comercial para lançar aplicativos de treinamento cognitivo no mercado geral. Em 2013, o Lumosity, um dos concorrentes de maior sucesso, já contava com 50 milhões de usuários, atraídos pela ideia de que os jogos oferecidos pelo sistema poderiam ajudar na melhora do desempenho profissional ou escolar.
Mas a ideia de que praticar uma tarefa pode melhorar a capacidade para realizar tarefa diferente –conhecida como transferência– é contestada há muito tempo. Em 1906, o psicólogo Edward Thorndyke constatou que treinamento rigoroso ajudava os estudantes a estimar a área de retângulos mas não os ajudava a estimar a área de outras formas geométricas. Mais um século de pesquisa foi dedicado a reformular e redefinir, expandir e restringir, essa linha de raciocínio.
Sir Charles Sherrington, neurofisiologista premiado com o Nobel, também acreditava que "a aquisição de um hábito não é transferível para além de sua aplicação". O seminal estudo de K. Anders Ericsson sobre a especialização –a chamada regra das 10 mil horas– enfatizava treinamento específico para a capacitação em pauta. Isso quer dizer que memorizar uma quantidade extraordinária de números provavelmente não beneficiaria a capacidade de lembrar nomes. Jogar Tetris vai tornar a pessoa um jogador de Tetris melhor, mas não vai ajudá-la no malabarismo.
Com o NeuroTracker, Faubert dedicou algum esforço a refutar essa ideia, mas nem todo mundo se deixou convencer. Williams, da Universidade do Utah, contestou a ideia de que acompanhar objetos que saltitam em uma simulação pode treinar ou quantificar qualquer outra coisa que não a capacidade da pessoa para rastrear objetos saltitantes em uma simulação.
"Jamais vi um jogador de futebol caçando balões bicolores pelo campo", disse Williams. "Não é isso que um jogador de futebol faz".
O que os jogadores de futebol fazem, segundo ele, é ler padrões de jogo, antecipar o que pode acontecer a seguir com base nos movimentos de colegas e adversários, e identificar sequências familiares à medida que elas se desenvolvem. Esse conhecimento "específico", construído ao longo do tempo, promove a efetividade e a eficiência que, na interpretação de Ericksson, são os marcos da especialização.
Williams não está sozinho em seu ceticismo. Em uma resenha abrangente publicada na edição de outubro da revista especializada "Psychological Science in the Public Interest", pesquisadores criticaram as generalizações abrangentes promovidas pelo segmento de "jogos para o cérebro", que movimenta US$ 1,3 bilhão ao ano, quanto à "melhora cognitiva". Os pesquisadores concluíram que as provas de que o software comercial de treinamento do cérebro era capaz de melhorar as capacidades cognitivas fora do laboratório eram "limitadas ou inconsistentes", ao contrário do que as companhias fabricantes descrevem.
Em janeiro de 2016, a Lumos Labs, fabricante do Lumosity, encerrou por acordo um processo movido pela Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos por acusações de publicidade enganosa, concordando em pagar US$ 2 milhões em indenização.
A CogniSens foi uma das 30 empresas que o principal autor do relatório, Daniel Simons, usou para sustentar a análise do estudo, identificando-a como uma das mais de 10 empresas que não mencionavam provas revisadas cientificamente para os seus estudos de intervenção. Castonguay disse ter respondido por e-mail a Simons que sua empresa publicou múltiplos estudos que sustentam o trabalho do NeuroTracker, mas não ofereceu links para o site da empresa.
Peter Cziborra - 7.dez.2016/Reuters
Treino de jogadores do Manchester United; clube usa tecnologia para melhorar cognição dos jogadores
Treino de jogadores do Manchester United; clube usa tecnologia para melhorar cognição dos jogadores
O site agora apresenta 12 estudos e relatórios que sustentam as afirmações da CogniSens.
Um dos estudos é uma pesquisa de Faubert publicada na edição de janeiro da revista especializada "Psychology of Sports and Exercise", que descrevia uma melhora significativa na precisão dos passes dos jogadores do time de futebol da Universidade de Montreal depois de apenas 10 sessões com o NeuroTracker. No entanto, a precisão dos passes no estudo era avaliada pelos treinadores –um método subjetivo de avaliação, mesmo que eles fizessem o possível para ser honestos.
Outro estudo citado frequentemente foi conduzido pelos pesquisadores do Instituto de Fisiologia do Exercício e Bem-Estar da Universidade do Centro da Flórida. Trabalhando com o Orlando Magic, um time da time de basquete profissional dos EUA, eles testaram 12 jogadores usando o NeuroTracker antes da temporada de 2012/2013, e compararam os resultados às suas estatísticas em quadra no final da temporada. A constatação foi de que os jogadores que se saíram melhor no NeuroTracker tiveram números melhores de assistências e bolas roubadas, e entregaram menos a bola aos adversários.
Os autores não mencionaram que, naquela temporada, o Magic tinha um novo treinador, Jaque Vaughn, que adotou um estilo de jogo mais rápido e agressivo do que o de seu predecessor Stan Van Gundy, o que pode ser a causa da alteração estatística.
Castonguay disse que pode ser difícil obter o acesso necessário para estudos que envolvam atletas profissionais. Mas, disse ele, "uma coisa é clara: somos a intervenção cognitiva com mais base em provas concretas que existe no planeta. Ninguém chega perto".
Faubert afirmou em e-mail o que a transferência perceptual-cognitiva é "uma das questões mais difíceis de responder" no esporte, afirmando que é difícil chegar a "um conclusão ampla quanto à eficiência ou ineficiência do treinamento". Ele acrescentou que "nós e outros estamos acumulando provas quanto ao fato de que ele desempenha um papel, mas restam muitas questões científicas".
Rob Gray, professor associado no Laboratório de Percepção e Ação na Universidade Estadual do Arizona e apresentador de um popular podcast sobre assuntos de ciência do esporte, acha que o NeuroTracker remove o contexto esportivo ao ponto de tornar impossível provar o tipo de transferência drástica necessária a permitir que os bons resultados que uma pessoa consegue em casa se traduzam em gols na Premier League.
"Um dos grandes problemas, para mim, é que o movimento do NeuroTracker é completamente aleatório e desestruturado", disse Gray. "O ponto de contemplar uma cena de basquete, se você é um armador, é exatamente que ela é estruturada. Perceber a estrutura específica de um esporte é altamente importante".
Que tantos atletas e equipes esportivas de sucesso, a exemplo de Ryan, acreditem nos resultados do NeuroTracker não surpreende de todo.
"Se você pratica alguma coisa por tempo suficiente, melhora nela", disse Williams. "Se você melhora, isso aumenta sua autoconfiança e autoestima, e você sente estar melhorando. É essencialmente um efeito placebo".
"Aquele pequeno sanduíche"
Alguns defensores do NeuroTracker acham que o verdadeiro problema é que ele pode ter chegado antes da hora.
"Existe enfim uma apreciação da importância da mente, além do corpo, no trabalho de alto desempenho", disse Zaichkowsky, o cientista do esporte. "Jamais tivemos metodologia aceitável para treinar esse aspecto".
Mas é nesse ponto que as opiniões sobre essas metodologias divergem.
Daniel Laby dirige o Centro de Esporte e Desempenho Visual no Colégio da Optometria da Universidade de Nova York. O centro tem uma pequena sala com balas de basquete e vôlei espalhadas pelo chão, perto de um tapete de golfe, Laby define o espaço como "sala de brinquedos".
Kim Raff - 14.jan.2017/Associated Press
Jogadores do Orlando Magic participaram de estudo com o NeuroTracker na temporada 2012/2013
Jogadores do Orlando Magic participaram de estudo com o NeuroTracker na temporada 2012/2013
O trabalho dele, porém, envolve testar o equipamento de treinamento cognitivo criado para o esporte. A sala parece estar encolhendo. Está se tornando cada vez mais difícil distinguir o que é útil, o que parece ter chegado antes da hora, e o que é lixo. Os produtos não param de chegar ao escritório.
"Todos os outros caminhos para buscar vantagens já foram esgotados", diz Laby. "Os times querem uma vantagem. Essa vantagem agora parece associada a essa área da ciência do esporte, e especialmente ao reino da visão cognitiva-neural".
O problema, diz Laby, é que o entendimento desse campo ainda está surgindo.
Faubert fez o mesmo comentário, em seu laboratório, ao falar da intuição que o colocou no caminho do NeuroTracker. A capacidade de processamento mental de um atleta é como "um pequeno sanduíche combinando todas capacidades físicas do atleta e seu conhecimento do jogo", ele disse.
Não existem duas jogadas exatamente iguais. Por conta dessa incerteza, os atletas precisam depender de algo que não foi treinado ou praticado. Pode ser apenas percepção espacial ou concentração. Ou pode ser algo que apenas as oito esferas amarelas são capazes de determinar.
"Essa capacidade parece ser mais importante do que as pessoas compreendem", disse Faubert. "Não sei o quanto é importante. Mas não há como esses atletas de elite serem tão melhores que os outros, mesmo no esporte amador, se isso não for importante. O que significa que essa é uma qualidade essencial. Mas de que maneira?"
Ele deixou a questão no ar. Era quase possível perceber as esferas amarelas se dispersando em sua cabeça.
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Saindo na frente: corrida sábado em São João da Barra
19/01/2017 | 17h56
Marcos Almeida
Run / Marcos Almeida
Dentro da Programação Esportiva do Verão 2017 de São João da Barra, que sai na frente, no sábado (21) vai acontecer a corrida Desafio das Dunas, evento organizado pelo professor Patrício Souza em parceria com a Prefeitura local. O início será às 08h, em frente ao Espaço da Ciência. As inscrições serão realizadas no local. Bons treinos! 
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Regulamento
18/01/2017 | 21h27
 
Marcos Almeida
Volta à Ilha / Marcos Almeida
O Revezamento Volta à Ilha é uma corrida pedestre, em equipe, com objetivo de dar uma volta completa na Ilha de Florianópolis, Santa Catarina, no menor tempo possível. A equipe pode ser formada por 2 até 12 participantes, das categorias que deverão estar distribuídos em 18 categorias.Os trechos que cada integrante da equipe percorre variam de 4,7 a 16,7 km, sendo uma corrida inclusiva, ou seja, permite que pessoas com diferentes níveis de condicionamento físico possam participar. Os graus de dificuldade do percurso variam devido aos tipos de terreno, como trilhas na mata, areia fofa de praia e duna, chão batido, asfalto, calçamento, aclives e declives.Não há montanha alguma na cidade de Florianópolis, apenas pequenas elevações situadas ao Sul. As sessões 6 e 15, quase no final da prova, a equipe chega ao Morro do Sertão do Peri, na Seção 15 (Sul da ilha). Este é o percurso mais temido no Revezamento Volta à Ilha, pois se apresenta em terreno de chão batido, com uma subida íngreme nos primeiros 1.000 metros e atingindo o ápice a 250 metros de altitude. Depois vem a descida, bastante árdua, e as vezes escorregadia. Participar do Revezamento Volta à Ilha é sempre pensar coletivamente e com antecedência. Há uma revista contendo o Regulamento da prova que requer, do grupo, preparação e organização alguns meses antes do evento. É importante que a equipe leia com atenção o regulamento da prova e esteja atenta aos detalhes.O percurso tem paisagens maravilhosas e a comunidade florianopolitana é acolhedora e educada. Respeitar a natureza, mantendo-a livre de resíduos indesejáveis, é uma solicitação constante da organização no percurso da prova e uma preocupação também da população local.O trânsito não é bloqueado em momento algum, portanto, o corredor deve manter-se “ligado”; a mesma recomendação é válida para os motoristas dos carros de apoio, que deverão, outrossim, conhecer o regulamento da prova e observar atentamente as orientações passadas pelos árbitros nos diversos Postos de Troca.
Seja bem-vindo (a) à corrida que recebeu o prêmio, em 2007,2008 e 2009, pela Revista O2, como a mais admirada do Brasil.
Muito obrigado por ter escolhido a Corrida de Revezamento Volta à Ilha !
Diretor do Evento:
Prof. Carlos Roberto Duarte
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Duas meias que recomendo
18/01/2017 | 19h01

Juliana Neves
Run / Juliana Neves

Estas duas meias maratonas - Golden Run (30/07) e Meia Internacional do Rio (20/08) - provas altamente recomendáveis, vão acontecer no Rio de Janeiro em 2017. A primeira com largada às 07 horas; a segunda (finalmente!?), com largada às 08h30. Bons treinos!

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Sobe o tom
17/01/2017 | 20h51

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No Revezamento Volta da Ilha 2017, onde estaremos com duas equipes (imagem acima), num tom de amizade e companheirismo - sempre - ao menos até a linha de largada, a brincadeira promete. Bons treinos!

 
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5º Desafio do Neném
16/01/2017 | 21h06

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Mais um Desafio do Neném concluído com louvor, graças a Deus.

Bons treinos!

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Tudo pronto!
13/01/2017 | 19h45

FullSizeRenderKit pronto: frutas, água, isotônicos, camisas, gel, medalhas, troféu e muito prazer com tudo isso. Que Sto Amaro nos proteja. Bons treinos!

Em tempo: saída às 20 horas ao lado da TV Record.

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O prejuízo de consumir álcool em excesso após uma dura sessão de treinos
12/01/2017 | 15h43

tumblr_n4ar9zGgEA1sqz8rmo1_1280Sabemos que uma ou duas cervejinhas depois do seu treino jamais fará mal e junto com água ajuda até a relaxar. Porém, no verão, os exageros são mais tentadores, e no calor do Rio de Janeiro fica muito mais fácil passar da dose. Consumir álcool em excesso logo após uma dura sessão de treino ou corrida pode atrapalhar sua recuperação por contribuir com a desidratação, interferir com a síntese de glicogênio e prejudicar a cicatrização.

O álcool é um diurético, por isso faz com que seu corpo perca mais líquido do que quando opta pelas bebidas não-alcoólicas. A desidratação resultante pode deixá-lo sentir cansado, com dor muscular ou lesões no dia seguinte. O álcool também pode interferir com a síntese de glicogênio, nossa principal fonte de energia. No fígado, inibe dramaticamente a resíntese das reservas de glicogênio e no músculo, prejudica seu armazenamento. Com isso, predispõe à lesões musculares, tendíneas ou até mesmo fraturas por estresse quando os exageros se tornam um hábito.

Algumas pesquisas mostraram que é preciso quase o dobro do tempo para substituir as reservas de glicogênio em atletas que consumiram álcool comparado com aqueles que não o fizeram. No entanto, isso também pode ser devido ao deslocamento da ingestão de carboidratos em favor da ingestão de álcool. Contrariamente à crença popular, cerveja e vinho não são fontes significativas de carboidratos e contribuem muito pouco para recarga de carboidratos após o exercício. Portanto, não exagere na dose.

Bons treinos e boas corridas.

Dr. Sérgio Maurício, médico ortopedista formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é especializado em joelho pelo Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO).

Fonte: Blog do Iúri Totti
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5º Desafio do Neném
11/01/2017 | 14h49

No próximo sábado (14), de Campos até Santo Amaro, 33km, em sua quinta (5ª) edição, com largada ao lado da TV Record às 20h. Bons treinos!

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Contribuições da natação, ciclismo e corrida no triatlhon
10/01/2017 | 15h05
 
Pesquisa que fala das contribuições da natação, ciclismo e corrida no desempenho global do triatlo durante um período de 26 anos (1989-2013).
 
Este estudo examinou as mudanças na contribuição individual de cada disciplina para o desempenho global de triathlons de distâncias olímpica e Ironman entre homens e mulheres.
 
Entre 1989 e 2014, os desempenhos globais e suas disciplinas componentes (natação, ciclismo e corrida) foram analisados a partir dos 50 principais finalistas do sexo masculino e feminino.
 
As análises de regressão determinaram que, para a distância olímpica, os tempos divididos na natação e na corrida diminuíram ao longo dos anos (r = 0,25-0,43, p ≤ 0,05), enquanto a divisão ciclística e o tempo total permaneceram inalterados (p> 0,05), para ambos os sexos .
 
Para a distância de Ironman, as divisões de ciclagem e corrida e o tempo total diminuíram (r = 0,19-0,88, p ≤ 0,05), enquanto o tempo de natação permaneceu estável, tanto para homens como para mulheres.
 
A contribuição média do estágio de natação (~ 18%) foi menor do que os estágios de ciclismo e de corrida (p ≤ 0,05), para ambas as distâncias e ambos os sexos. A corrida (~ 47%) e depois o ciclismo (~36%) tiveram a maior contribuição para o desempenho geral para a distância olímpica (~47%), enquanto que para a distância Ironman, ciclismo e corrida apresentaram contribuições semelhantes (~40% 0,05).
 
Ao longo dos anos, na distância olímpica, a contribuição da natação diminuiu significativamente para homens e mulheres (r = 0,51 e 0,68, p <0,001, respectivamente), enquanto a corrida aumentou para homens (r = 0,33, p = 0,014).
 
Na distância de Ironman, contribuições de natação e ciclismo mudaram de forma ondulante, sendo inversa entre os dois segmentos, para ambos os sexos (p <0,01), enquanto que a contribuição de corrida diminuiu para homens apenas (r = 0,61, p = 0,001).
 
Estes resultados destacam que as estratégias para melhorar o desempenho na corrida deve ser o foco principal na preparação para competir na distância olímpica, enquanto no Ironman, o ciclismo e a corrida são decisivos e devem estar bem desenvolvidos.
 
Bons treinos!
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Contribuições da natação, ciclismo e corrida para o triathlon
10/01/2017 | 14h41

CbCONM2W0AM5Qx3Pesquisa que fala das contribuições da natação, ciclismo e corrida no desempenho global do triathlon durante um período de 26 anos (1989-2013).

Este estudo examinou as mudanças na contribuição individual de cada disciplina para o desempenho global de triathlons de distâncias olímpica e Ironman entre homens e mulheres.

Entre 1989 e 2014, os desempenhos globais e suas disciplinas componentes (natação, ciclismo e corrida) foram analisados a partir dos 50 principais finalistas do sexo masculino e feminino em provas.

As análises de regressão determinaram que, para a distância olímpica, os tempos divididos na natação e na corrida diminuíram ao longo dos anos (r = 0,25-0,43, p ? 0,05), enquanto a divisão ciclística e o tempo total permaneceram inalterados (p> 0,05), para ambos os sexos .

Para a distância de Ironman, as divisões de ciclagem e corrida e o tempo total diminuíram (r = 0,19-0,88, p ? 0,05), enquanto o tempo de natação permaneceu estável, tanto para homens como para mulheres.

A contribuição média do estágio de natação (~ 18%) foi menor do que os estágios de ciclismo e de corrida (p ? 0,05), para ambas as distâncias e ambos os sexos. A corrida (~ 47%) e depois o ciclismo (~36%) tiveram a maior contribuição para o desempenho geral para a distância olímpica (~47%), enquanto que para a distância Ironman, ciclismo e corrida apresentaram contribuições semelhantes (~40% 0,05).

Ao longo dos anos, na distância olímpica, a contribuição da natação diminuiu significativamente para homens e mulheres (r = 0,51 e 0,68, p <0,001, respectivamente), enquanto a corrida aumentou para homens (r = 0,33, p = 0,014).

Na distância de Ironman, contribuições de natação e ciclismo mudaram de forma ondulante, sendo inversa entre os dois segmentos, para ambos os sexos (p <0,01), enquanto que a contribuição de corrida diminuiu para homens apenas (r = 0,61, p = 0,001).

Estes resultados destacam que as estratégias para melhorar o desempenho na corrida deve ser o foco principal na preparação para competir na distância olímpica, enquanto no Ironman, o ciclismo e a corrida são decisivos e devem estar bem desenvolvidos.

Bons treinos!

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Maratona Estrada Real de MTB: inscrições abertas
08/01/2017 | 18h04

A maratona internacional Estrada Real de MTB se encontra com as inscrições abertas. A prova acontece em abril, no dia 23. Bons treinos!

   
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Sorteio
06/01/2017 | 17h23

Os 42km de NY, conhecido como a melhor Maratona do mundo, abre a sua fase de sorteio no próximo dia 17 de janeiro, indo até 17 de fevereiro. Boa sorte e bons treinos!

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Sorteio
06/01/2017 | 14h24
 
Marcos Almeida
Central Park / Marcos Almeida
Os 42km de NY, conhecido como a melhor Maratona do mundo, abre a sua fase de sorteio no próximo dia 17 de janeiro, indo até 17 de fevereiro. Boa sorte e bons treinos!
 
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Camisas do Desafio
06/01/2017 | 10h49

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Camisas do 5º Desafio do Neném em mãos. Bons treinos!

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Currículo
05/01/2017 | 14h51

Campeã da São Silvestre 2016; Campeã olímpica da Maratona nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016; Maratona de Londres 2016; Maratona de Roterdã (Holanda) 2013; Maratona de Castellon (Espanha) 2011.

Breve currículo da Jemima Sungong.

Bons treinos!

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Quebrando paradigmas
04/01/2017 | 16h05

Algumas bacanas façanhas realizadas por atletas com idades um pouco, digamos, fora dos padrões, em cenas que serão bem comuns de agora em diante, especialmente no Brasil, com o envelhecimento da nossa população (possivelmente em 2025 seremos a 5ª população mais idosa do planeta).

bike2No primeiro caso, um ciclista de 105 anos bate recorde de distância percorrida em 1 hora; no segundo, aos 85 anos, ele marcou em outubro o seu último recorde de corrida, completando a Maratona de Toronto em 3 horas 56 minutos e 34 segundos, se tornando a pessoa mais velha a correr os 42km em menos de quatro horas.

Fenômenos. Bons treinos!

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Desafio do Neném
04/01/2017 | 12h22
[caption id="attachment_33942" align="alignnone" width="640"]DCIM117GOPRO DCIM117GOPRO[/caption]

Passando para lembrar sobre o 5º Desafio do Neném (14 de janeiro) que terá início às 20h30 com concentração ao lado da TV Record. Bons Treinos!

Em tempo: a camisa é esta que o rapaz usa na foto.

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Praga
03/01/2017 | 12h54

CzHJrVGWIAA89XeParece que na São Silvestre 2016, que aconteceu no último sábado (31), faltou água para os corredores mais lentos. Apesar do calor infernal que fez por lá, este não foi o motivo principal, e sim devido a praga dos pipocas que invadem as provas por aqui.

Como é uma prova internacional de grande importância, sendo a nossa mais midiática competição, e comparativamente a outras provas gringas que têm um grande público e exposição, vide as Maratonas majors, possivelmente não teria acontecido isso.

Presenciei na Maratona de NY em 2014, o staff (formado por ótimos corredores) retirando "educadamente" os pipocas próximo à linha de chegada, fazendo-os pular à cerca de proteção.

Os que pagam a prova, via inscrições legais, saem perdendo, podendo lhes trazer prejuízos irreparáveis. Uma pena.

Bons treinos!

Atualização feita às 14h49 com acréscimo de conteúdo.

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Vencedores
02/01/2017 | 14h52

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Estes foram os vencedores da 92ª São Silvestre, que aconteceu sábado (31/12):

Prova Feminina

1ª Jemina Jelagat (Kenia) 48m35s

2ª Flomena Cheyech (Kenia) 49m15s

3ª Eunice Chbicii (Etiopia) 50m26s

4ª Ymer Wude (Etiopia) 51m40s

5ª Ester Chesang (Kenia) 51m45s

Prova masculina

1º Leul Aleme (Etiopia) 44m53s

2º Dawti Admasu (Etiopia) 44m55s

3º Stephen Kosgei (Kenia) 45m

4º Giovani dos santos (Brasil) 45m30s

5º Willian Kibor (Kenia) 45m49s

Bons treinos!

 
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A maior
02/01/2017 | 10h47
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Criada em 1970 por Fred Lebow, a Maratona de Nova York é a maior e mais popular do mundo, sendo realizada no primeiro domingo de novembro. Em 2016 (que foi no dia 6 de novembro), foram 51.394 corredores que concluíram a prova (FINISHERS) com um tempo médio de (AVG. FINISH TIME) 4:37:38. Bons treinos!
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Sobre o autor

Marcos Almeida

mwsa2006@gmail.com

Marcos Almeida é assessor esportivo, especialista em Ciência da Musculação e mestre em Ciência da Motricidade Humana.