Banda Contragolpe (hardcore) faz especial Planet Hemp hoje, no Lord Pub. Entrada só R$10. Mulheres grátis até 23h
02/02/2017 | 16h32
   A banda de hardcore Contragolpe, formada em Campos em 2016, fará o "Especial Planet Hemp", hoje (2), com play às 0h, no Lord Pub, no centro de Campos-RJ. A entrada custa R$10 e mulheres não pagam até as 23h. Também vai rolar uma promoção de Brahma Extra: duas unidades de Brahma por R$12, até as 0h. 
Foto: Thaís Tostes/Mídia Ninja
Banda Contragolpe, em show realizado em 2016, em Campos-RJ / Foto: Thaís TostesMídia Ninja
   — Estamos super na pilha de fazer esse especial do Planet Hemp, tanto pela atitude e coragem que são características do Planet, quanto por eles serem uma referência para o nosso som e também para o nosso cotidiano. O repertório do show de hoje está alucinante. Não dá pra perder. Com o show de hoje, vamos propulsionar nossa participação na coletânea Underground Voices, da Fusa Records, de São Paulo, na faixa "Espero por você, nossa música que retrata um relacionamento amoroso — contou, em entrevista ao blog, o vocalista da Contragolpe, Japona.
   A Contragolpe toca hardcore. Tem músicas próprias e é influenciada por nomes do punk e do hardcore — como Dead Fish (S2), Bad Religion, Offspring, Sugar Kane e Zander. Eles também curtem Metallica, Red Hot Chilli Peppers, Guns e Rage Against the Machine. Os meninos estão com vários sons para serem gravados ainda em 2017, com início da produção programado para março.
   Criada em 2016, a Contragolpe surgiu quando Japona e Scooby (guitarrista), que formavam a Comando Delta HC, se juntaram a Glayconn Dantas (baixista) e Yuri Cabral (baterista), dividindo a mesma linha de pensamento. A Contragolpe tem como proposta fazer letras político-sociais.
   — Isso coincidiu com a crise política que culminou com o golpe à Dilma Rousseff. Nossas letras são, em maioria, críticas à própria sociedade. — comentou Scooby, falando também de como a Contragolpe visualiza o momento político pelo o qual passa o Brasil. — O momento político do país acompanha uma tendência mundial, que é a crescente do conservadorismo e a aplicação de velhas políticas neoliberais. Estamos no pós-golpe. Achamos que era isso o que eles esperavam e que até as próximas eleições não vai mudar nada.
   
Foto: Thaís Tostes/Mídia Ninja
/ Foto: Thaís TostesMídia Ninja
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Thaís Tostes

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