Filhos de ex-caciques políticos do Estado não se elegem
08/10/2018 | 03h34
Filhos dos caciques políticos que dominaram o Estado do Rio nas últimas décadas foram rejeitados nas urnas na eleição de domingo.
Marco Antônio Cabral (filho do ex-governador Sérgio Cabral, preso desde novembro de 2016 e já condenado a mais de 180 anos de prisão), Leonardo Picciani (filho do presidente licenciado da Alerj, Jorge Picciani, preso desde novembro de 2017) e Danielle Cunha (filha do ex-presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha, preso desde outubro de 2016). Nenhum deles conseguiu uma vaga no Congresso.
 Todos os três eram candidatos a deputado federal e receberam um repasse milionário do MDB, partido dos três, para financiar as campanhas. Leonardo e Marco Antônio ganharam R$1,5 milhão,enquanto Danielle recebeu R$2 milhões, mas nem isso foi suficiente.
 Entre os três, o que chegou mais perto de conseguir uma vaga no Congresso foi Leonardo Picciani, com 38 mil votos. Marco Antônio conseguiu 19,6 mil votos, enquanto Danielle conseguiu 13 mil.
Outro
Outro que não elegeu o herdeiro foi Marcelo Crivella (PRB). Seu filho Marcelinho Crivella, também não conseguiu uma vaga na Câmara representando o Rio de Janeiro. Ele concorria pelo PRB.
 
 
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Sobre o autor

Suzy Monteiro

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