Rosinha pede à Justiça para visitar marido preso em Bangu
13/12/2017 | 12h39
A ex-governadora e ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho protocolou na Justiça Eleitoral, pedido para visitar o marido Anthony Garotinho, preso em Bangu 8. Garotinho foi preso em 22 de novembro, na operação Caixa d água. Rosinha foi presa na mesma operação mas saiu uma semana depois liberada pelo TRE.
Além da visita ao marido, ela - que esta com tornozeleira e cumprindo medidas restritivas -pediu que seja liberada para sair aos finais de semana.
Atualização: O juiz Ralph Manhães deferiu, mas somente a visitação.
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Fantástico mostra ex-governadores atrás das grades e Rosinha dividindo cela com Adriana Ancelmo
27/11/2017 | 01h18
O programa Fantástico mostrou, na noite de domingo, imagens inéditas dos ex-governadores Anthony Garotinho (PR), Sérgio Cabral (PMDB) e Rosinha Garotinho (PR) atrás das grades no presídio de Benfica. Também são mostradas cenas do presidente da Alerj, Jorge Picciani, de seu filho Felipe, e do ex-secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes.
As imagens (foram filmadas na última quinta-feira, durante inspeção do Ministério Público Estadual. 
Em uma das cenas, Garotinho conta às promotoras como teria sido agredido na madrugada de quarta para quinta-feira:
Em seguida, é mostrada a ex-governadora e ex-prefeita de Campos, Rosinha Garotinho. Ela divide a cela com a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo.
Também aparece o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes, um dos alvos da denúncia de Garotinho, atendendo o ex-governador.
E, por fim, a inspeção na cela de Cabral, onde foram encontrados queijos e bolinhos de camarão. Sobre Cabral, ainda é mostrado o ex-governador conversando com Picciani em sua cela.
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Juiz manda Garotinho para presídio de segurança máxima
24/11/2017 | 05h38
Imagens desmentiram versão de Garotinho
Imagens desmentiram versão de Garotinho / Reprodução - TV Globo
O juiz Ralph Manhães autorizou a transferência do ex-governador Anthony Garotinho (PR) para o presídio de segurança máxima de Bangu 8, no Rio, depois que a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) desmentiu a versão do político da Lapa de que teria sido agredido durante a madrugada dentro de sua cela na cadeia de Benfica. A informação é da GloboNews (Confira o vídeo aqui).
Segundo a Seap, o interno estava sozinho em uma galeria composta por nove celas todas vazias. De acordo com a secretaria, em Bangu, uma câmera monitora o interior a cela durante 24 horas por dia.
A transferência foi determinada pela Seap como punição por não ter provado as supostas agressões que diz ter sofrido dentro da cela em Benfica, onde está preso.
De acordo com o G1, Ralph cita ainda os vídeos da galeria onde estava Garotinho, dizendo que a versão da agressão é "totalmente duvidosa". "O caso acima apontado é extremamente grave e merece a devida apuração, o que já está sendo realizado pelo juízo da Vara de Execuções Penais deste Estado".
O juiz cita ainda um artigo do Código Penal que prevê detenção de até seis meses ou multa por comunicar ocorrência de crime que não tenha ocorrido.
"Fica autorizada ao juízo da VEP [Vara de Execuções Penais], em sintonia com a Seap, a transferência imediata do réu em tela para um Presídio de Segurança Máxima, visando assim garantir a integridade física do acusado e evitar novos questionamentos duvidosos".
TRANSFERÊNCIA PEDIDA PELO MP É NEGADA
Antes da decisão de enviar Garotinho para um presídio de segurança máxima, o Ministério Público havia pedido que ele fosse para uma cadeia comum. Porém, o pedido foi negado pela RIO pela Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio.
A decisão é dos juízes Juliana Benevides de Barros Araujo e Guilherme Schilling Pollo Duarte. O MPRJ havia solicitado a transferência do ex-governador alegando que a permanência dele no mesmo presídio em que estão detentos da Lava-jato apresentaria riscos à integridade física do político.
No entanto, de acordo com os magistrados da VEP, por enquanto, não existem elementos que evidenciem situação de risco."Do exame dos autos, depreende-se que não existem elementos concretos que evidenciam qualquer situação de risco senão uma verificação in loco pela ilustre Promotora de Justiça de que existe um 'clima de tensão' prevalecendo naquela unidade", destacaram os magistrados na decisão.
Ainda segundo os juízes, a decisão de transferência de presos é de responsabilidade da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), e a VEP somente pode intervir em "casos comprovada ilegalidade".
Mais informações em instantes.
 
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Confira a decisão que levou o casal Garotinho à prisão
22/11/2017 | 05h14
Confira aqui a íntegra da decisão judicial.
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Confira a denúncia que levou o casal Garotinho à prisão
22/11/2017 | 12h32
O Ministério Público Eleitoral apresentou denúncia contra os ex-governadores Anthony Garotinho e Rosinha Garotinho e mais seis pessoas, entre outros crimes, por organização criminosa.
De acordo com a denúncia, Garotinho era “a pessoa que exercia o comando da referida organização criminosa, por outorga e delegação da segunda denunciada, Rosinha”. Também preso, o policial civil aposentado Antônio Carlos Ribeiro da Silva, o “Toninho”, é apontado na denúncia como “braço armado da mesma organização”.
O ex-secretário municipal Suledil Bernardino, outro preso na Operação Caixa D'Água, é descrito pelo MPE “fiel e obediente executor e cumpridor das ordens emanadas por Anthony e Rosinha Garotinho, principalmente as ordens relativas à execução ou não do pagamento às empresas, a fim de nelas gerar uma situação de necessidade e dependência extremas em relação do Grupo político que estava no Poder Executivo Municipal, criando um círculo vicioso de obrigatoriedade de realização de doações oficiais e oficiosas, conforme o caso, para campanhas eleitorais.
Preso no Rio de Janeiro, o ex-subsecretário de Governo Thiago Godoy, segundo a denúncia do MPE, “intermediava as questões políticas e financeiras, entre os empresários e Anthony Garotinho”.
Confira aqui, na íntegra, a denúncia do Ministério Público Eleitoral que levou o casal Garotinho à prisão.
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Funaro diz que omitiu informações em delação para poupar Cunha e Garotinho
31/10/2017 | 04h38
Em depoimento no âmbito da Operação Sépsis, nesta terça-feira (31), o operador e doleiro Lúcio Funaro afirmou que omitiu informações na delação premiada que fez em 2005 para evitar a cassação do então deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e preservar o projeto presidencial do ex-governador do Rio Anthony Garotinho.
Funaro admitiu que na delação anterior não relatou irregularidades relacionadas ao Prece, fundo de pensão dos funcionários da Companhia de Água e Esgoto do Rio (Cedae), empresa que Cunha tinha influência.
Sobre o acordo atual, homologado recentemente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Funaro disse que fez a delação de livre e espontânea vontade e que aceitou as "duríssimas" condições oferecidas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) para "ter paz".
"Prefiro não ter nada e ter paz do que ter tudo e não ter paz", disse o operador, citando a multa que aceitou pagar em seu acordo.
Ele também rebateu as acusações de que teria "roubado" informações que Cunha pretendia usar em seu acordo de delação. "Só quem sofre de apoteose mental pode acreditar nessa possibilidade", disse Funaro, exaltado.
Em 14 de outubro, parte de delação de Funaro foi revelada. Nela o doleiro falou que o esquema de desvio de dinheiro da Prece, o fundo de pensão da Cedae, operado por Eduardo Cunha (PMDB), foi planejado durante a campanha de Rosinha Garotinho (PR) para o governo do estado. Ele afirma que parte desse fundo ia para Anthony Garotinho (PR), que na época tinha um projeto de candidatura à presidência como mostrou o blog do Arnaldo Neto.
(Com informações do Valor Econômico)
O ex-governador Anthony Garotinho enviou nota ao blog com seu posicionamento:
"Funaro está mentindo e o desafio a mostrar qualquer prova contra mim, seja ela conta no exterior ou no Brasil, patrimônio adquirido de forma ilícita ou manuscritos pessoais do doleiro.
Os dois, Eduardo Cunha e Funaro, respondem a processo na CVM. Não há nenhuma citação a mim ou a Rosinha".
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TSE já comunicou ao TRE sobre soltura de Garotinho
27/09/2017 | 12h22
  • Militantes em frente à casa da Lapa

    Militantes em frente à casa da Lapa

  • Rosinha falou sobre decisão

    Rosinha falou sobre decisão

  • Rosinha falou sobre decisão

    Rosinha falou sobre decisão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já comunicou ao TRE sobre a decisão de ontem que determinou a revogação da prisão do ex-governador Anthony Garotinho. Ele cumpria prisão domiciliar desde 13 de setembro, após ser condenado na Chequinho. Agora cabe ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) informar ao Juízo da 100ª Zona Eleitoral. Em frente à casa de Garotinho, na Lapa, a ex-prefeita Rosinha informou que o advogado do ex-governador entrou com uma petição comunicando ao TSE a não notificação do juiz de Campos pelo TRE.
Desde a manhã desta quarta-feira (27), militantes se concentram em frente à “casinha da Lapa”, onde prestam apoio ao ex-governador. Nesta tarde, um trio elétrico chegou à Lapa, onde se encontram também o filho dos ex-governadores Wladimir Garotinho e políticos do grupo, como Patrícia Cordeiro, Auxiliadora Freitas, Albertinho e Edilson Peixoto.
Atualização:
Nota da defesa de Garotinho:
"A defesa de Anthony Garotinho informa que foi protocolada no TSE, na tarde desta quarta-feira, um pedido para que seja determinado o cumprimento imediato da decisão do tribunal no sentido de revogar a prisão do ex-governador.
Até o momento, passadas mais de 15 horas, a desembargadora do TRE Cristina Feijó ainda não enviou um ofício ao juiz da 100ª Zona Eleitoral comunicando a decisão de ontem do Tribunal Superior Eleitoral.
Relatora do HC no TRE, Feijó foi notificada pelo TSE às 24h04m desta quarta-feira, poucas horas após o julgamento dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral, que consideraram a prisão “arbitrária”.
Mais cedo, o advogado Maurício Costa ligou para a assessoria da desembargadora e foi informado que ela só iria analisar o ofício a questão após a sessão do TRE na noite desta quarta-feira".
Confira a petição da defesa de Garotinho.
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No HC de Garotinho no TSE, relatório com suspeita de violação do monitoramento eletrônico
21/09/2017 | 01h09
No Habeas corpus (HC) que tramita desde de ontem no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e que pede a liberdade do ex-governador Garotinho, em prisão domiciliar desde quarta-feira (13), após ser condenado a nove anos e 11 meses no caso Chequinho, consta relatório do Sistema de Acompanhamento de Custódia 24 Horas da Seap.
O relatório aponta suspeita de violação do monitoramento eletrônico de Anthony Garotinho, no último dia 16.
Diz o documento, encaminhado ao juízo da 100 Zona Eleitoral: "Sirvo-me do presente para encaminhar relatório, em anexo, gerado pelo sistema de monitoração eletrônica (SAC24), onde consta violação de área no dia 16 set 2017 do monitorado Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira" (Confira imagens acima).
Ainda segundo o documento, a esposa, a ex-prefeita Rosinha, foi procurada pelo sistema de monitoramento e disse que a tornozeleira eletrônica do ex-governador estava funcionando sem problemas.
Diante da suspeita, o juiz Ralph Manhães determinou a Polícia Federal que investigue o caso. E encaminhou a suspeita ao ministro Tarcísio Vieira de Carvalho Neto, relator do HC. (Confira na imagem abaixo)
Já o ministro, que já havia dado prazo de 24 horas para que o Ministério Público se manifestasse no caso, concedeu, também, 24 horas para que a defesa se manifeste. (Confira a imagem abaixo)
Atualização para nota da defesa de Garotinho:
"O advogado Carlos Azeredo informa que a Polícia Federal comprovou, em inspeção na última terça-feira, que a tornozeleira eletrônica apita em determinados locais da casa do ex-governador Anthony Garotinho, devido às grandes dimensões da residência.
Esse problema, que afeta também o funcionamento dos celulares, já tinha sido avisado à Seap pela própria ex-governadora Rosinha Garotinho anteriormente.
Azeredo reafirma que Garotinho está cumprindo rigorosamente todas as medidas cautelares a ele impostas. O advogado acredita ainda que esse relatório da Seap seja uma forma mascarar a condenação de Sérgio Cabral, a quem o atual governo é ligado".
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TRE sobre Garotinho: "Caso permaneça em liberdade, poderá cometer novos crimes"
18/09/2017 | 08h57
Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro negou, na sessão plenária desta segunda-feira (18), pedido de liminar em habeas corpus em favor de Anthony William Garotinho Matheus de Oliveira, preso cautelarmente no último dia 13 por decisão do Juízo da 100ª Zona Eleitoral. "A sentença expõe minuciosamente os motivos concretos embasadores do juízo de periculosidade, pelo qual o paciente, caso permaneça em liberdade, poderá cometer novos crimes", afirmou a relatora do processo, desembargadora eleitoral Cristina Feijó.
A magistrada acrescentou ainda que "a gravidade e a repercussão da conduta delituosa, além do comportamento do paciente - que, de acordo com o apurado pelo juízo a quo, vem reiteradamente praticando outras infrações para impedir a sua condenação e difundindo ataques às autoridades que atuam no caso, incitando a população contra elas e contra as instituições que elas representam - revelam a necessidade de acautelar o meio social e assegurar a credibilidade das instituições públicas, em especial do Poder Judiciário".
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Rosinha é a voz do marido condenado
16/09/2017 | 12h32
A voz
A ex-prefeita Rosinha tem cumprido o que prometeu: Tem sido a voz do marido Garotinho, condenado a nove anos e 11 meses de prisão por corrupção eleitoral, associação criminosa, coação de testemunhas e supressão de documentos no caso Chequinho. Uma voz que dispara para todos os lados, repetindo o mantra da perseguição pelas denúncias que ele faz contra “poderosos”. Ontem, o alvo foi o Tribunal Regional Eleitoral, que, até então, não havia julgado um Habeas corpus impetrado pela defesa do ex-governador.
Na fila
Antes deste Habeas corpus, que pede para que Garotinho responda em liberdade, havia outro, impetrado dois dias antes da prisão, em que a defesa tentava, mais uma vez, tirar da 100ª Zona Eleitoral a Ação Penal da Chequinho, suspendê-la e passar o caso para a Justiça Federal. No mesmo dia da prisão, a desembargadora Cristina Feijó analisou e viu perda de objeto, já que a sentença tinha saído horas antes. Também passou o caso para o plenário do Tribunal julgar.
Culpa
Durante a tarde de ontem, a ex-governadora voltou à carga, disparando contra o TRE e acusando o órgão de estar agindo politicamente, mais uma vez em função de denúncias feitas “contra poderosos” e citando, de novo, o presidente do Tribunal de Justiça, Luiz Zveiter, o ex-governador Sérgio Cabral, preso desde novembro do ano passado, a mulher de Cabral, Adriana Anselmo, além de outros políticos e empresários. Disse, ainda, que o TRE teria “gente que prende inocentes e protege os corruptos”.
Aposta
Em meio ao tiroteio, contra praticamente tudo e todos, Rosinha apostava no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o marido, ao menos, passasse a responder em liberdade. Mas, à noite, outra derrota: O ministro do TSE Tarcísio Vieira negou pedido de liminar, afirmando que a Reclamação apresentada pela defesa não era o instrumento jurídico correto para o caso. Assim, caso não tenha uma mudança no meio do caminho, a tendência é que Garotinho continue em prisão domiciliar, pelo menos até segunda-feira, quando o grupo aposta em um julgamento pelo Tribunal Regional. Até lá, haja Rivotril.
E o restante?
Ontem, o Governo do Estado pagou os servidores ativos da Educação, Degase e Segurança, além dos servidores ativos, inativos e pensionistas, de todas as categorias, que recebem vencimento líquido até R$ 2.052,00. Apesar disso, o próprio governo confessou que os vencimentos de agosto ficarão pendentes para 113.626 servidores ativos, inativos e pensionistas e não deu nenhum prazo para regularizar essa pendência. Ao que parece, a injeção de ânimo com o acordo de recuperação fiscal, assinado há duas semanas, já acabou.
Prevenção
Hoje acontece o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação. Em Campos, além das 50 salas de vacinação disponíveis, a população também poderá ainda se dirigir ao Jardim São Benedito, onde também haverá um ponto de atendimento disponível à população. A ação acontece das 9h às 16h. Uma boa oportunidade para atualização do cartão de vacina de crianças e adolescentes de até 15 anos.
Até quando?
Ultimamente, os casos de intolerância religiosa têm sido frequentes no estado do Rio e gerado bastante repercussão em veículos de imprensa. Em Nova Iguaçu, pelo menos sete terreiros de Candomblé, religião afro-brasileira, foram depredados. Em Campos, casos de intolerância também já chegaram a ser registrados, principalmente com ataques em redes sociais. Um desses episódios aconteceu este mês, quando ministros religiosos do culto afro participaram de uma solenidade para entrega de CNPJ às Comunidades Tradicionais de Terreiro. Em um país baseado na miscigenação de culturas, um ato de intolerância é, no mínimo, contraditório. Até quando vamos presenciar essa falta de respeito com o próximo?
Charge do dia:
José Renato
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Sobre o autor

Suzy Monteiro

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