Porto do Açu assina contrato com segundo maior porto da Europa
24/07/2017 | 09h29
Prumo Logística, empresa que opera e desenvolve o Porto do Açu, divulgou hoje ao mercado a assinatura de um contrato com o Porto de Antuérpia Internacional (PAI) – subsidiária da autoridade portuária da Antuérpia e segundo maior porto da Europa.
De acordo com o contrato, a PAI irá investir US$ 10 milhões na Porto do Açu SA, subsidiária da Prumo e responsável pela operação do Terminal Multicargas (T-MULT) e aluguel de áreas no complexo portuário. Pelo investimento, a empresa irá deter 1,176% do capital social da Porto do Açu, além de contar com 1 assento no conselho de administração da subsidiária. O documento também prevê a opção de investimento de outros US$ 10 milhões, em até 18 meses, ampliando a participação do PAI para 2,352%.
Para José Magela, CEO da Prumo, a parceria confirma a grande atratividade do Porto do Açu. “Esta parceria é a união da experiência e do conhecimento na operação e no desenvolvimento de um complexo Porto Industria com a eficiência e as oportunidades oferecidas pelo Porto do Açu”, disse o executivo.
“Nós escolhemos investir no Porto do Açu, entre outros portos, devido à sua localização estratégica perto de campos de petróleo e gás, além de estar na região sudeste – principal área econômica do país. Além disso, o Açu é um exemplo de porto privado de sucesso e já operacional, desenvolvido por um parceiro confiável e com foco na sustentabilidade. Finalmente, é uma oportunidade única para o PAI participar do desenvolvimento de um porto, ao mesmo tempo em que aumenta a posição da Antuérpia na América Latina, tornando-o porto preferencial para o continente”, disse Jacques Vandermeiren, CEO do Porto da Antuérpia.
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Com dívida herdada, Quissamã tem R$ 800 mil retidos pela Receita Federal
15/02/2017 | 10h54
A Prefeitura de Quissamã teve R$ 800 mil retidos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Esse recurso é usado para pagamento de servidores, repasse para Câmara Municipal e quitação das obrigações patronais.
Essa retenção, segundo a Receita Federal, é em função do não pagamento das obrigações patronais, mais especificamente do INSS relativo ao 13º salário de 2016. Ou seja, é mais uma dívida herdada do governo anterior.
A falta deste recurso vai impactar na programação de pagamento prevista para este mês.
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Suzy Monteiro

suzy@fmanha.com.br