Sessão relâmpago após afastamento de vereadores
18/04/2017 | 06h07
Sessão na Câmara de Campos
A Câmara Municipal de Campos teve uma sessão relâmpago nesta terça-feira (18), após o afastamento de cinco vereadores — Thiago Ferrugem, Vinicius Madureira, Cecília Ribeiro Gomes, Roberto Pinto e Jorge Magal —, determinado nessa segunda-feira (17) pela Justiça Eleitoral. 
No início da sessão, o presidente Marcão Gomes leu nota oficial da Câmara explicando o que foi decidido pela Justiça Eleitoral e as medidas que serão tomadas para o cumprimento. Nesta terça, a Câmara funcionou com 18 vereadores. Além dos cinco afastados, não estiveram presentes na sessão Álvaro César e Geraldinho de Santa Cruz.
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Thiago Ferrugem: "Não faremos oposição cega"
13/02/2017 | 04h24
Cotado para ser o líder da oposição, Thiago Ferrugem (PR) afirma que quer fazer valer seu papel de fiscalizar o governo e garantiu que votará a favor de projetos que beneficiem a população: “Não faremos oposição cega. Jamais atuaria contra a cidade em que eu vivo e crio meu filho”, diz, acrescentando que a definição sobre a liderança da bancada não deve acontecer logo no início do ano legislativo.
Mesmo assim, tem reunido em seu gabinete vários vereadores: "Deve ser daí que falam que serei o líder da oposição".
Ele afirma esperar que o governo, e a própria Câmara, olhem para frente: “A Casa não pode ser palanque político do que já passou”, destaca.
Na oposição, no primeiro semestre, ele acredita que ficarão entre cinco e oito vereadores: “Mas este número tende a aumentar. E logo”, afirma.
Sobre sua condenação no caso do Cheque Cidadão, Ferrugem, que é advogado, prefere não comentar: "As contestações estão e estarão nos autos do processo". Mas diz está tranquilo: "Tenho certeza que não há nada contra mim e cumprirei meu mandato até o fim", diz ele, que recorre da condenação no cargo.
Ferrugem já está com alguns projetos propostos e está coletando assinaturas para outros. Entre eles, o que pretende fixar o recesso legislativo entre os dias 21 de dezembro e 19 de janeiro de cada ano. Confira abaixo:
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Marcão: Gestão terá a marca da transparência e respeito
13/02/2017 | 11h40
 
 
Presidente do Legislativo, o vereador Marcão Gomes (Rede) afirmou, em matéria publicada na edição de hoje da Folha da Manhã, que o ano legislativo, que começa quarta-feira, dia 15, será de trabalho intenso, mas com transparência e relação de respeito entre Executivo e Legislativo.
- O prefeito Rafael Diniz já afirmou que terá uma relação de respeito com o Legislativo. E nós também. Queremos fazer uma gestão que ajude a tirar nossa cidade do buraco em que a colocaram, com mais de R$ 2 bilhões em dívidas. Mas, tudo de uma maneira muito clara, transparente - afirma o presidente da Casa.
Marcão afirma, ainda, que a relação com os vereadores - sejam da bancada de situação, oposição ou independente - também será de respeito: "Vamos dizer sim, quando possível e não, se não for possível", garante o vereador.
Leia a matéria completa no Folha Online.
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Chequinho: TRE nega recurso de vereadores condenados
01/02/2017 | 07h28
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) negou agravo em Mandado de Segurança impetrado por Thiago Virgílio, Vinícius Madureira, Cecília Ribeiro Gomes, Thiago Ferrugem e Jorge Magal.
Eles pediam substituição de testemunhas nas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), em que foram condenados em decisões proferidas pelo juiz Eron Simas.
Em seu voto, o relator desembargador André Fontes afirmou não haver motivo para a substituição, acrescentando que tramita outro MS impetrado pelos mesmos personagens, insurgindo-se contra atos anteriormente praticados pelo Juízo impetrado, pertinente às mesmas AIJE's de origem, bem como diversas outras ações mandamentais objetivando atacar qualquer mínimo ato emanado pelo magistrado, todos patrocinados pelos mesmos causídicos.
De acordo com o relator, a medida poderia significar embaraço nas tramitações das Aije: "Justiça especializada não pode tolerar condutas que venham a evidenciar embaraço ao deslinde do feito, de modo que primar-se, in casu, pela celeridade e dever de cooperação das partes para que se obtenha, em tempo razoável, decisão de mérito justa e efetiva, nos moldes do art. 6º do novo CPC".
Os demais membros do TRE seguiram o voto do relator.
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