Carla: "Reajuste do IPTU vem ganhando contornos politiqueiros"
11/07/2018 | 03h25
A prefeita de São João Barra, Carla Machado, falou, há pouco, a respeito da polêmica em torno do reajuste do IPTU no município. Ontem, o deputado Bruno Dauaire chegou a falar em ir à Justiça contra a lei, aprovada ano passado (Leia no Folha 1).
Esta semana, a Prefeitura de SJB anunciou revisão nos valores de IPTU, reajustados indevidamente (AQUI)
Carla afirmou que a questão está ganhando "contornos politiqueiros" e "oportunismo político", em função do período pré-eleitoral. Confira abaixo:
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Ivan Machado toma posse nesta quarta-feira no lugar de Thiago Ferrugem
10/07/2018 | 05h24
O presidente da Câmara de Vereadores de Campos, Marcão Gomes, informa que na manhã desta quarta-feira (11) às 10h dará posse ao Dr. Ivan Machado. A posse será aberta à imprensa no gabinete da presidência.
A convocação de Dr Ivan foi publicada no Diário Oficial desta terça-feira (10), como mostrou o blog do Arnaldo Neto.
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Após reunião cancelada, Rosinha fala do sonho de voltar à Prefeitura
09/07/2018 | 08h48
Depois que a Justiça Eleitoral suspendeu uma reunião do ex-governador e pré-candidato ao Governo do Estado, Anthony Garotinho (PRP), que aconteceria na noite desta segunda-feira (09), no Clube de Regatas Rio Branco, como mostrou o blog do Arnaldo Neto, os militantes seguiram para a casinha na Lapa.
A suspensão do evento ocorreu para impedir uma possível propaganda antecipada.
A ex-prefeita Rosinha chegou a discursar rapidamente, alegando perseguição e falando de suas pretensões políticas, que incluem voltar a disputar a Prefeitura de Campos.
Na frente da casa da Lapa, fiscais do TRE acompanham o movimento.
Abaixo, vídeo compartilhado pelo vereador afastado Thiago Virgílio (PTC):
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Presidente do TRF4 mantém prisão de Lula
08/07/2018 | 07h47
O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) decidiu que o ex-presidente Lula deve continuar preso. O desembargador Thompson Flores afirmou que o caso compete mesmo ao relator do processo, Gebran Neto, e não ao plantonista Rogério Favreto.
 Flores alega que a pré-candidatura de Lula não é um fato novo, como argumentou Favreto.
 "Rigorosamente, a notícia da pré-candidatura eleitoral do paciente é fato público/notório do qual já se tinha notícia por ocasião do julgamento da lide pela 8ª Turma desta Corte. Nesse sentido, bem andou a decisão do Des. Federal Relator João Pedro Gebran Neto".
Mais cedo, advogados pela democracia chegaram a pedir a prisão de Sérgio Moro. O juiz federal, mesmo de férias, deu despacho descumprindo a determinação do desembargador plantonista que era pela soltura de Lua.
 
 
Leia a cobertura completa AQUI.
 
 
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Favreto determina soltura de Lula em uma hora
08/07/2018 | 05h43
O desembargador federal plantonista do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), Rogério Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na tarde deste domingo (8). Mais cedo, Favreto já havia mandado soltar o petista, e o juiz Sérgio Moro disse que ele não tinha competência para tomar essa decisão. Moro despachou, perguntando ao relator da Lava Jato, Grebran Neto, sobre como proceder.
 O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato no TRF-4, então, determinou que a Polícia Federal se abstenha de praticar qualquer ato que modifique decisão da 8ª Turma, que confirmou a condenação de Lula.
 Confira a queda de braço judicial:
 Pela manhã, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto decidiu conceder liberdade a Lula.
Em seguida, o juiz Sérgio Moro afirmou que o desembargador plantonista não tinha competência para mandar soltar Lula.
Logo depois, Favreto emitiu um novo despacho, reiterando a decisão de mandar soltar o ex-presidente.
No início da tarde, o Ministério Público Federal pediu a reconsideração da decisão sobre o pedido de soltura.
O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, determinou que não fosse cumprida a decisão de Favreto.
Em resposta ao relator, o desembargador federal plantonista do TRF-4, Rogério Favreto voltou a ordenar a soltura do ex-presidente Lula.
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Advogado dos Garotinho é o mesmo de delegada da PF
31/05/2018 | 04h21
Recentemente, a delegada da Polícia Federal, Carla Dolinski, ex-titular da delegacia de Campos, foi notícia em uma ampla reportagem do SBT. A delegada relatou supostas irregularidades na operação Chequinho, ocorrida em Campos a partir de setembro de 2016, e que levou à prisão e condenação de vários vereadores e do ex-governador Anthony Garotinho, além da condenação, também, da ex-prefeita Rosinha.
O depoimento de Carla Dolinski, já investigado e arquivado pelo Tribunal de Justiça, foi apontado como uma “bomba” pelo grupo do ex-governador, que o tem utilizado como forma de desacreditar a Chequinho.
O ex-governador Garotinho, inclusive, já chamou a delegada para ser sua testemunha de defesa em outra operação, na Caixa d'água, o que já foi negado pela Justiça.
Acontece que...
Semana passada, a delegada ingressou com um Habeas corpus junto ao TRE, com pedido de liminar, reclamando do indeferimento de algumas testemunhas de defesa na Notícia Crime em que ela é noticiada (Nº 0000002-37.2017.6.19.0098).
Chama a atenção o fato de a delegada ter como seu advogado de defesa no HC Carlos Fernando dos Santos Azeredo, que também é advogado dos Garotinho na Chequinho e na Caixa d'Água. O mesmo que pediu o adiamento do interrogatório dos ex-governadores, marcado para a próxima segunda-feira, por que está com uma cirurgia marcada.
O espaço está aberto para a delegada se manifestar, caso queira, sobre o assunto.
Atualização na imagem.
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Prefeitos cassados entre os candidatos na eleição suplementar de Rio das Ostras e Cabo Frio
21/05/2018 | 04h38
As eleições suplementares para prefeito e vice nos municípios de Cabo Frio e Rio das Ostras, marcadas para 24 de junho, já têm seus candidatos registrados. Até 8 de junho, todos os pedidos de candidaturas deverão estar julgados pelos respectivos Juízos Eleitorais. O andamento dos processos pode ser consultado no sistema DivulgaCandContas, em http://divulgacandcontas.tse.jus.br.
Desde domingo (20), a propaganda eleitoral é permitida.
A curiosidade é que, entre os candidatos dos dois municípios, estão os prefeitos cassados e que deram margem à realização das eleições suplementares. Leia mais sobre a cassação de Marquinhos AQUI e de Carlos Augusto AQUI
Confira os candidatos em
CABO FRIO
•PHS - Carlos Augusto Felipe, o Carlão, para prefeito, e Zulmael, para vice.
•Coligação "Mudança Verdadeira" (Rede/PCdoB) - Adriano Guilherme de Teves Moreno, o Dr. Adriano, com Felipe Monteiro como vice.
•PSOL - Leandro Cunha para prefeito, com Professor Betinho como vice.
•PSDB, as candidatas Cristiane dos Santos Batista Fernandes, para o cargo de prefeito, e Carmem Maria Almeida Pereira, para vice.
Coligação "Cabo Frio não pode parar" (PMDB / PTdoB / DEM / PR / PPS / PRB / Pros / PRP / PRTB / PSDC / PT / PTB / PV / SD / PMB / PP / PSC) é encabeçada por Marcos da Rocha Mendes, o Marquinho Mendes, com Ruth Schuindt como vice.
•Coligação "Coragem para mudar" (PDT / PSB) os candidatos Rafael Peçanha de Moura, a prefeito, e Radamés, a vice.
RIO DAS OSTRAS
•PV, Marcelino Carlos Dias Borba, o Marcelino da Farmácia, é candidato a prefeito, e Leandro Ribeiro de Almeida, a vice.
•PDT, Gelson Apicelo, a prefeito, e Marcelo David Pereira, a vice.
•Coligação "Rio das Ostras Não Pode Parar" (PRB / PP / PMDB / PTN / PR / PPS / DEM / PSB / SD) é encabeçada por Carlos Augusto Carvalho Balthazar, com José Guimarães Salvador, o Zezinho Salvador, como vice.
•Psol é formada pelos candidatos Winnie dos Santos Freitas, a prefeito, e Valdeni Nascimento de Oliveira, a Tia Vânia, a vice.
•Coligação "Coragem para Mudar" (PRP / PCdoB) é encabeçada por Deucimar Talon Toledo, com Claudia Justino Soares como vice.
•Coligação "Competência para Mudar" (PSD / PMN) os candidatos Flavio da Silva Poggian, a prefeito, e José Marcondes Araújo Genro, o Marcondes, a vice.
(Com informações do TRE)
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Pastor Eber será coordenador estadual da campanha de Eduardo Paes junto aos evangélicos
20/05/2018 | 11h11
Recém filiado ao DEM (Lembre AQUI) o Pastor Eber Silva será coordenador estadual junto aos evangélicos da campanha do pré-candidato Governo do Estado pelo partido, Eduardo Paes.
O convite foi feito na manhã deste domingo na casa do ex-prefeito do Rio, onde o Pastor esteve para um café da manhã.
Pré-candidato a deputado estadual, Pastor Eber também será o único nome do partido na disputa a Alerj em todo Norte e Noroeste Fluminense.
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"Bomba" arquivada desde janeiro
30/04/2018 | 09h55
Apontado como “bomba” pelo grupo do ex-governador, o depoimento da ex-delegada titular da Polícia Federal em Campos, Carla Dolinski, foi arquivado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado desde 15 de janeiro deste ano.
O depoimento, prestado em novembro de 2016, foi encaminhado à Corregedoria da Polícia Federal, que entendeu tratar-se de assunto da esfera do Tribunal Regional Eleitoral. O TRE, por sua vez, declinou competência e encaminhou ao Tribunal de Justiça por tratar-se de suposta prática de crime na Justiça comum.
Todos os citados pela delegada foram ouvidos e o Processo Investigatório aberto no TJ foi arquivado pelo desembargador Carlos Santos de Oliveira por “ausência de justa causa para a persecução penal”
Leia a matéria completa na edição desta terça-feira da Folha da Manhã.
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Ex-diretor da JBS confirma esquema para campanha de Garotinho
18/04/2018 | 10h33
Propina, contrato fraudulento com a empresa de serviços de informática Ocean Link para repassar R$ 3 milhões para a campanha de Anthony Garotinho ao Governo do Estado em 2014 e liberação de maneira rápida, sem ao menos passar pelos trâmites “normais” do procedimento ilegal. Estes foram alguns dos fatos confirmados pelo ex-executivo da JBS, Ricardo Saud, no último dia 21 de fevereiro, quando prestou depoimento dentro das investigações envolvendo a operação Caixa d’Água. Saud — que à época estava preso na Papuda — confirmou que foi ele quem escreveu em uma nota fiscal fria, o nome “Garotinho”, para identificar a qual pagamento se referia. Ele foi ouvido através de precatória, no 3º Juizado Especial Criminal de Brasília e confirmou “100%” o esquema revelado pelo empresário campista André Luiz da Silva Rodrigues, o Deca, delator da operação, que levou o casal Garotinho e mais seis pessoas à cadeia em novembro do ano passado. Deca é um dos sócios da Ocean Link e proprietário da Working, que tinha contrato com a Prefeitura de Campos na gestão da prefeita Rosinha. Hoje, dia em que completa 58 anos, o ex-governador, a esposa e os demais réus deverão estar no Fórum de Campos para interrogatório, marcado para começar às 13h.
O depoimento de Ricardo Saud, diretor de relações institucionais da JBS, ocorreu com a presença de seus advogados, da defesa do casal Garotinho, representada por Carlos Azeredo e advogados de outros réus. Primeiro, foi lido parte do depoimento prestado por Saud à Polícia Federal (PF), no Rio, e que gerou a denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE).
Ao responder questionamentos formulados, por escrito, pelo Ministério Público, Saud explicou que havia um acordo entre a J&F, conglomerado ao qual pertence a JBS, e o PT para repasse de dinheiro destinado à campanha da então presidente Dilma Roussef, candidata à reeleição. Ainda segundo Saud, o PT “comprou” o PR em troca de apoio. Em princípio seriam R$ 20 milhões, mas, ao final, acabou sendo R$ 40 milhões que seriam utilizados para eleger a presidente Dilma (PT), o vice-presidente Michel Temer (PMDB), além do maior número de deputados federais e senadores e não contemplaria a campanha de Garotinho ao Estado.
De acordo com relato de Saud, o presidente nacional do PR, Antônio Carlos Rodrigues, ficou umas três semanas tentando não dar o dinheiro a Garotinho, mas depois afirmou que o ex-governador estava pressionando para receber R$ 4 milhões, com o que Saud concordou. Rodrigues, então, teria colocado o genro, Fabiano Alonso, em contato com o executivo para operacionalizar o repasse da propina. A solução encontrada foi a simulação de um contrato entre a Ocean Link e a JBS.
Quando a nota fiscal chegou, ao verificar o baixo capital social da Ocean, Ricardo Saud disse que contestou e sugeriu que o pagamento fosse parcelado. Porém, Fabiano Alonso teria afirmado que levou “uma bronca” de Garotinho, que queria o pagamento imediato. Operações deste tipo, segundo o ex-executivo, tinham que passar por quatro diretorias da JBS, além do compliance — um comando interno segundo o qual é preciso estar em conformidade com leis e regulamentos. Neste caso específico, ainda segundo Saud, isso não aconteceu e R$ 3 milhões acordados — cerca de R$ 2,6 milhões efetivamente — foram pagos de uma só vez no dia seguinte, supreendendo até mesmo os diretores da JBS.
— Fabiano voltou e falou que Garotinho estava nervoso e que eu sabia como ele era. Falei que não sabia, mas liberei — disse.
Saud afirmou que o serviço que consta no contrato não foi realizado pela Ocean e nem a JBS tinha interesse neste sentido. O objetivo foi tão somente, segundo ele, o repasse do dinheiro. Ele disse, ainda, que conhece apenas o ex-senador Antônio Carlos Rodrigues e o genro Fabiano e que nunca esteve com Garotinho ou com a prefeita Rosinha. Nem com algum sócio ou representante da Ocean: “A única coisa que pedi é que não fosse oficial. Não queria que fosse oficial que a gente estava dando R$ 3 milhões para campanha do ex-governador Garotinho numa eleição que a gente não tinha nada a ver”, disse o ex-diretor, que entregou planilhas que, segundo ele, comprovariam seus depoimentos.
Aniversário no dia de interrogatório do réu
Os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho, o ex-secretário de Controle de Campos, Suledil Bernardino, o ex-subsecretário de Governo, Thiago Godoy, o empresário Ney Flores Braga, o policial civil aposentado Antônio Carlos Ribeiro Da Silva, conhecido como Toninho, que seria o braço armado da organização, além do presidente nacional do PR Antonio Carlos Rodrigues e seu genro Fabiano Alonso são réus na Ação Penal decorrente da Caixa d’Água. Eles são esperados hoje para serem interrogados pelo juiz Ralph Manhães.
Eles foram presos preventivamente em 22 de novembro do ano passado, acusados de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais e até uso de armas de fogo para intimidação.
A denúncia apresentada pelo MPE tem como base as delações de Ricardo Saud e de empresários locais, que teriam sido extorquidos. O político da Lapa é apontado como o comandante de um esquema para cobranças de propinas na Prefeitura de Campos durante a gestão de Rosinha. A ligação entre o casal, a delação da JBS e possíveis envolvimentos com o esquema denunciado foi mostrado pelo jornalista Ricardo André Vasconcelos e pelo blogueiro da Folha1 Christiano Abreu Barbosa no dia 20 de maio de 2017.
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Sobre o autor

Suzy Monteiro

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