Pacato cidadão em dia de fúria
28/07/2015 | 01h53
Não que se vá defender a atitude de quebrar patrimônio alheio, agora, como negar que é bem compreensível sua fúria. Do pacato cidadão exige-se o cumprimento pontual nas obrigações comercias. Em troca, quando este requer qualquer tipo assistência o deixam pendurado, mofando, em uma ligação telefônica que muitas das vezes cai antes que o usuário termine de esclarecer o problema. Não por acaso as companhias de telecomunicação brasileiras figuram no topo das reclamações dos consumidores. Aos fatos Inconformado por não conseguir cancelar sua linha telefônica, um homem teve um ataque de fúria ontem (27) na loja da Nextel da Avenida Ayrton Senna, na Barra da Tijuca, cidade do Rio de Janeiro. Após ser informado que o serviço só poderia ser feito pelo site da operadora (as lojas das operadores servem então para o quê? Só para vender?), o cliente, não identificado, saiu do estabelecimento e voltou com uma marreta na mão, se pôs a quebrar o vidro. Em vídeo do ataque que circula nas redes sociais (muitos internautas se solidarizaram com a revolta do consumidor), o cidadão grita com um empregado da loja. Afirma que, se o serviço não for feito, voltaria para quebrar tudo. Em seguida, escuta-se o barulho de vidro se quebrando. — Vocês não estão lidando com moleque, não. Estão lidando com um homem —  berrava o cliente. A PM foi acionada mas, quando chegou ao local, o cliente já tinha ido embora. De acordo com a nota da corporação, o gerente da loja não se dispôs acompanhar os agentes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) até a delegacia mais próxima. O caso não foi registrado. Ninguém ficou ferido.
A loja ficou com os vidros da fachada destruídos, nenhum funcionário da empresa foi agredido Foto:  Leandro Gonçalves / Praça Seca News
'Dia de fúria' A expressão "dia de fúria" deu nome ao filme lançado em 1993 ("Falling down", no título original), com Michael Douglas no papel principal. Ele vive William Foster, um homem desempregado e divorciado, que tem reações violentas a problemas cotidianos devido a um colapso mental causado por estresse.
Fonte. G1 e O Dia
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ANS suspende a partir de hoje 87 planos de saúde
20/05/2015 | 02h15
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) suspende, a partir de hoje (20), a venda de 87 planos de saúde. Deste total, 22 operadoras foram punidas por queixas de clientes como não cumprimento dos prazos máximos de atendimento e negativas indevidas de cobertura. Por outro lado, 34 planos que estavam com a comercialização suspensa comprovaram melhoria no atendimento e poderão voltar a ser vendidos.
Agência Nacional de Saúde suspende vendas de 87 planos de saúde
Das 22 operadoras com planos punidos, 8 já tinham planos suspensos no período anterior e 14 não constavam na última lista. Deste total, 11 terão a comercialização suspensa pela primeira vez. A medida é preventiva e perdura até a divulgação do próximo ciclo de fiscalização.
Entre as operadoras com maior número de planos suspensos estão a Unimed Paulistana, com 24 serviços com venda proibida, e a Odontoprev (17). A lista completa pode ser consultada no site www.ans.gov.br.
De 19 de dezembro de 2014 a 15 março de 2015, a ANS recebeu 21.294 reclamações contra planos de saúde. Do total, 6.621 eram relacionadas a temas não assistenciais (contratos e reajuste, por exemplo) e 14.673 referentes a problemas com cobertura assistencial.
A ANS ressalta que, além de ter a comercialização suspensa, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil.
Desde o início do programa de monitoramento, 1.099 planos de 154 operadoras já tiveram as vendas suspensas. Desses, 924 planos voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento.
A estimativa da ANS é que há no país 50,8 milhões de pessoas que têm planos de assistência médica e 21,4 milhões com planos exclusivamente odontológicos.Planos de saúde que tiveram a venda suspensa: ALLIANZ SAÚDE S/A ASSOCIAÇÃO AUXILIADORA DAS CLASSES LABORIOSAS COOPUS - COOPERATIVA DE USUÁRIOS DO SISTEMA DE SAÚDE DE CAMPINAS ECOLE SERVIÇOS MÉDICOS LTDA GOOD LIFE SAÚDE LTDA IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE MAUÁ MEDISANITAS BRASIL ASSISTÊNCIA INTEGRAL À SAÚDE S/A. MINAS CENTER MED LTDA ODONTOPREV S/A OPERADORA UNICENTRAL DE PLANOS DE SAÚDE LTDA. PLENA SAÚDE LTDA PROMED ASSISTÊNCIA MEDICA LTDA SALUTAR SAÚDE SEGURADORA S/A UNIMED ITABUNA COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO UNIMED PAULISTANA SOCIEDADE COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO UNIMED-RIO COOPERATIVA DE TRABALHO MEDICO DO RIO DE JANEIRO VITALLIS SAÚDE S/A W.S. - ADMINISTRADORA DE PLANOS DE SAÚDE E ODONTOLÓGICO LTDA. Fonte. Agência Brasil
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#euvoutomarbanhonacasadoAlckimin
27/01/2015 | 10h31
Uma das tantas brincadeiras (apesar da gravidade do tema) que o paulista criou para enfrentar com algum humor a falta d'água. A hashtag acima, ontem (26/01), levou um grupo às ruas de São Paulo, em clima de animação e ironia protestaram em frente à casa do governador de São Paulo. O grupo não foi grande, não importa, toda a mídia nacional divulgou. O governador Alckimin, até agora, não admite com todas as letras o que todos nós assistimos diariamente pelos canais de TV: a falta d'água nas torneiras das residências e nos estabelecimentos industriais e comerciais do estado. [caption id="attachment_8691" align="aligncenter" width="460"]protestoaguaspfutura2 Foto: Luiz Claudio Barbosa / Futura Press "Acumule a inhaca para o maravilhoso Dia do Banho Coletivo na Casa do Geraldinho! ..."[/caption] Como é difícil cair a ficha dos governantes brasileiros e admitir as trapalhadas, o erro puro e simples, a falta de visão de médio e longo prazo, a gastança naquilo que carece de serventia à população. Para essa casta de governantes que se jactam de impolutos e eficientes planejadores, caiu a ficha geral. Campos dos Goytacazes que o diga!
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Inadmissível
24/05/2014 | 10h52
Inadmissível essa história de filas nos hospitais ou postos de saúde para marcação de consultas. A pessoa já está doente e ainda por cima tem que dormir ou acampar em frente ao hospital para conseguir a ficha ou pagar a alguém para tal fim. É no mínimo desumano, uma falta de respeito. Será que a telefonia fixa e a móvel (celular) e ainda a informática não chegaram a Campos?! Será que é tão difícil destacar um ou mais servidores para marcarem consultas durante o horário comercial, ou seja, das 8 às 18h, todos os dias da semana, caso não queiram fazê-lo pelo telefone ou via internet?! Todo paciente que já foi consultado tem o retorno garantido para revisão e mostrar exames, ou ainda para uma nova consulta. Será que é tão difícil fazer uma agenda, deixando vagas para novas consultas além das já previamente agendadas?! Não, não é. Aliás, é bem fácil para quem se dispõe a fazer; isto já foi realizado no Hospital Escola Álvaro Alvim há alguns anos atrás e as filas acabaram. É somente uma questão do que há de mais elementar em gestão. No entanto, parece que as autoridades da saúde pensam que é normal que o paciente ou seus familiares acampem, em frente ao hospital ou posto, dormindo ao relento para conseguir um médico que o atenda. Gostaria de indagar deles se julgariam normal, eles ou seus familiares, permanecerem em fila noturna? Considero isto uma total falta de solidariedade e consideração com o ser humano, ainda mais estando carente e enfermo. Outra questão que permeia o atendimento público é a falta de condições de trabalho - vide o tempo em que o tomógrafo e os elevadores do Hospital Ferreira Machado permanecem quebrados – e os honorários vis pagos pelas consultas e procedimentos através do SUS. Vão alegar que a tabela do SUS é elaborada pelo Ministério da Saúde e não pela secretaria Municipal de Saúde. De fato o é, mas, o município de Campos dos Goytacazes tem gestão plena de sistema e isso lhe permite que contrate serviços e pague de acordo com a sua capacidade orçamentária. Lembro aqui, já ter sido proposto por nós, em 2012, e aprovado pela unanimidade dos vereadores na época, colocado em vigência, persiste até hoje. Onde então está pegando? Pega na falta de reajuste dos valores que o SUS paga e a secretaria municipal de Saúde, neles, se baseia para complementar. E ainda há a falta de respeito com os profissionais da saúde em relação aos salários e horários de trabalho. Makhoul Moussallem     Médico Presidente do PT em Campos dos Goytacazes
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ADMINISTRAÇÃO PROVINCIANA
18/12/2013 | 12h59
Acabo de ser informada por um usuário da Biblioteca Municipal Nilo Peçanha de que o jornal Folha da Manhã não é mais oferecido, pela FCJOL, à população, na seção dos jornais. A explicação dada pelos servidores da Biblioteca é a de que o convênio terminou, não foi renovado. É desculpa esfarrapada de uma administração pública que só aceita o jornalismo de cabresto, não convive com a liberdade de expressão e de informação. Todos que em algum momento recorreram à leitura gratuita na Biblioteca sabem que até o Partido da República (PR) estar no governo,  jamais qualquer censura foi feita a qualquer jornal, seja lá de qual matiz de opinião. A meu ver mais um lance ridículo, um escárnio praticado na Cultura local. Se propor restringir o acesso à leitura do que quer que seja é um despautério  à inteligência do campista. Talvez o tribufu instalado em praça pública, como decoração natalina, seja o retrato da atual gestão municipal. [caption id="attachment_7336" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Facebook"][/caption]

 

 
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Quarenta minutos em pé na fila do Itaú
09/05/2013 | 04h08
É assim que ficamos nós, hoje, na agência da Pelinca, Campos. Agora, para complicar a vida do correntista, tudo foi jogado nas costas dos caixas. Encerram o atendimento obrigados a “oferecer” um seguro de vida ou de casa. A fila acompanha, torce para que cidadão da vez não queira de jeito nenhum. A fila nem era muito longa, mesmo assim não andava. O banco está cadastrando as digitais dos correntistas nos caixas (antes, havia um atendimento especial); a máquina leitora nem sempre funciona bem, as digitais às vezes estão apagadas, a posição dos dedos errada, o visor que faz a leitura gorduroso e por aí ficamos observando as inúmeras tentativas. Outra novidade implantada pelo banco: para reaver algum cheque depositado em conta devolvido por alguma razão, somos obrigados a enfrentar mesma fila dos caixas. Retiraram a eficiente bancária que tinha como atribuição exclusiva a devolução de cheques. Em suma, é isso. Cabe o Procon fazer uma varredura nas agências bancárias de Campos, os vinte minutos de lei são desrespeitados.  
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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