Especial: programa dos bons!
03/12/2014 | 02h42
Deixo aqui um convite para o leitor antenado ao que de bom acontece em Campos. Recebi dele, via rede social , segue com suas próprias palavras. Cristiano, é uma dessas pessoas movimentadas quando o assunto é criatividade. Inquieto e questionador, não tem prato feito que mentalmente o alimente. Foi uma dessas aquisições culturais (ele é gaúcho de nascimento) que o campista tem a sorte de poder "adotar". Em sua bagagem, veio o principal: o próprio em carne e osso.
cristiano livro
Com enorme satisfação te convido para o lançamento do meu livro "antes os dentes eram brancos". Data: 6 de Dezembro de 2014 Horário: 20 h às 22 h - Entrada franca Local: The Underground Pub (Rua Marcílio Dias, 29/31, Campos dos Goytacazes - RJ. Participação especial da banda Anti Matéria, do amigo Gabriel Formaglio. Te aguardo! Cristiano Pluhar.
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Filie-se ao PPLU!
08/05/2014 | 02h32
Conheci este moço irreverente, Cristiano Pluhar, historiador gaúcho que comprou - como antes eu - Campos, toda a sua baixada, lagoas e escalonados tabuleiros. No pacote do Cristiano tinha uma moça, sua mulher e companheira. No meu, mais antigo, teve um moço que por bom tempo foi meu leal companheiro nos embates da vida. Bom, conheci o professor e poeta Cristiano quando exerci a função de repórter da Folha da Manhã. Tive o prazer de entrevistá-lo de perto, olho no olho, conversa livre, de perceber o quão questionador e crítico é. De lá pra cá Cristiano se tornou articulista da Folha Dois, deixa lá semanalmente a sua escrita inteligente e ouso dizer, meio anárquica, bagunçadora dos coretos do poder. Semana passada, publicou este artigo que segue. Tem a sua cara e ousadia. Eu gostei, me diverti..... sugiro que leiam! Lá vem o PPLU! Cristiano Pluhar Dias desses, por conta de opiniões que disparei sobre a medíocre atuação da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, presidida pela Patrícia Cordeiro, publicamente, me rotularam “opositor” do Governo atual. Verdade. Todavia, esclareço que não participo de nenhum grupo político e nunca tive favorecimento algum para nada. Nesses 13 anos em que lido com Cultura, sempre faltou dinheiro e, se continuo “no mundo”, é por vício incurável. Na semana passada, Ruan Silva Lemos, “meu” aluno no Colégio Salesiano, extremamente inteligente, em conversa informal, me disse: “Você é bem renomado na Cidade.” Ri e disse a minha verdade: Não, guri. Só me divirto. Já tive vida partidária. Por conta da profissão – metalúrgico – do meu amado pai Clênio Pluhar, cresci dentro do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas – RS e até meus 21 anos fui filiado ao Partido dos Trabalhadores – PT. Como digo, estudei e larguei o mundo partidário. Nunca da Política. Esclareço aos fieis despolitizados defensores do Governo Garotinhocentrista que minhas singelíssimas opiniões são oriundas da ideologia nonsense Pluharista, base do inexistente PPLU (Partido Pluharista) que aceita adeptos com única exigência: tornarem-se sócios do SPORT CLUB INTERNACIONAL. Independente do Governo, o Pluharismo condena a construção de um estúdio com verba pública – denúncia de João Vicente –, não aceita o inacreditável Carnaval (Campos – dos Goytacazes – Folia) fora de época – que teve como atrações principais Escolas de Samba do Rio de Janeiro (?) –, acha muita graça do comercial da Prefeitura frisando os investimentos na Cultura campista – mostrando, na verdade, seus feitos quase insignificantes – e, também, pessoas que foram próximas se vendendo em “prol da Arte” – “grandes” estudiosos da sociedade! Que necessidade ridícula da Situação política campista em buscar alguma possível ligação com partidos, meios de comunicação ou, até mesmo, amizades. Aqui, caros, é PPLU! Mera imaginação dentro desta bosta de realidade cultural que contada aos “de fora”, é triste e nada lúdica história da carochinha.
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Campista por escolha
04/04/2013 | 09h44
Foi com a poesia a frente que o gaúcho de Canoas, Cristiano Pluhar, “representou” Campos dos Goytacazes no Concurso Nacional Novos Poetas 2012. Mesmo vindo de fora, se interessou por ajudar a contar a história desta cidade. O historiador é autor da publicação “Campos Capital? Os interesses econômicos e políticos distantes do povo” e “O Preconceito Estampado”, escrita com a parceria de José Victor Nogueira Barreto. Nessa última, um painel do preconceito em Campos, durante o período histórico de Getúlio Vargas, visto à luz das repetidas notícias ‘contra’ às religiões de origem afras. [caption id="attachment_5987" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Hellen Souza"][/caption] Ele, que há quatro anos veio de mala, cuia e caneta, atrás de sua mulher, a campista Goreti Maia. A moça arrebatou o coração do poeta, casaram-se. A cidade conquistou o interesse do historiador, “A história local possui maior relevância”, afirma. Em tempos pós-modernos, o casal se conheceu na rede social Orkut — febre no Brasil há poucos anos atrás. Os dois frequentavam a comunidade virtual do poeta estadunidense nascido alemão, Charles Bukowski. Conversa pra cá, identidade pra lá, apaixonaram-se e ele assim se instalou na cidade para construir família e desenvolveu agudo conhecimento da história local. Protagonista de uma história privada singular, filho único de família de classe média, para vir teve que juntar dinheiro. Foi ser palhaço, trabalhou em telemarketing vendendo seguro saúde e cartão de crédito. Não digeriu fácil a pressão do ambiente profissional “humilhante”, pediu demissão, amadureceu. Cristiano tem formação em história; artigos, pesquisas e livros publicados. É escritor “Penso a vida como alguém que escreve”. Ainda no Rio Grande do Sul, como estagiário — foi vinculado ao extinto Centro de História Oral do Rio Grande do Sul — e coescreveu, há onze anos, “Memória Cidadã: Vila Belga”, um estudo sobre a implantação do entroncamento ferroviário no estado. Ao chegar a Campos, por três anos foi professor da segunda série do fundamental, no Instituto Laura de Vicunha. Logo a seguir trabalhou no Arquivo Público Municipal e no Museu Histórico de Campos, órgãos da prefeitura de Campos. É dele a coordenação do circuito expositivo “Campos dos Goytacazes através dos tempos”. Data desse período (2010) o lançamento do livro “Campos Capital? Os interesses econômicos e políticos distantes do povo”, onde trabalha sobre as tentativas da cidade, nos séculos XIX e XX, em se estabelecer como capital de uma nova província, a Província Goytacazes. Logo, seguiu-se a publicação “O Preconceito Estampado”, escrita com a parceria de José Victor Nogueira Barreto. Hoje, Cristiano leciona história para o ensino médio. O gaúcho de descendência russa que se “acampistou” por livre arbítrio, percebe o sol mais perto. “Preciso de dias nublados, aqui é tudo muito colorido, não chove”. Cristiano Pluhar alimenta dois espaços virtuais, distintos. O primeiro, o site http://historiasdoscampos.com.br’, foca a história regional, Campos e o Norte Fluminense. Sem viés político, tem cunho histórico e cultural. É fonte de pesquisa e está aberto a colaboradores. O segundo é o blog http://www.nadacult.blogspot.com.br. Dele, faz espaço de resistência através do conto, poesia e crônica, “Aquela coisa comum que você não aguenta mais e o que resta é ridicularizar”. Luciana Portinho Capa da Folha Dois, (27/03).    
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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