Merenda
19/02/2013 | 02h19
De passeio por essa hiper interessante cidade colombiana, Cartagena das Índias, a pé pela parte histórica, conhecida como cidade amuralhada, dei de cara com um intervalo escolar - a gurizada na rua, naquele momento de excitação típico que antecede à merenda. [caption id="attachment_5766" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_5767" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption] Dos dias que experimentei, a alimentação do cartagenense é menos manufaturada do que a nossa. O milho, a mandioca, a banana e o coco estão ainda mais presentes no cotidiano da mesa. As frutas tropicais disponíveis nas ruas, para os nacionais e os estrangeiros, são consumidas o tempo todo, em quantidade, vendidas pelas mulheres, que equilibram as variedades em grandes bacias no alto das cabeças. Lembrei-me das nossas antigas lavadeiras com suas impecáveis trouxas de roupa. Lá,  elas são conhecidas como ‘palanqueiras’, em saias rodadas de babados, multicoloridas. Não resisti a alguns sapotis, por sinal deliciosos, que descascam e cortam na hora e higienicamente te servem em um prato descartável. [caption id="attachment_5770" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption] Bom, da merenda que tive a sorte de observar ser vendida em frente à escola, ainda que disposta de uma forma mais simples (sem marcas expostas) do que a das nossas cantinas ou lanchonetes, havia um pouco de um bocado: mingau de aveia, ovo cozido na casca, suco de melancia, laranjada, limonada, ‘caraminõles’ (lembram o nosso bolinho de aipim), chips de batata, aipim e de banana, pequenos embutidos e mais uma diversidade de guloseimas que garantiu a alegria dos estudantes. [caption id="attachment_5769" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]
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