Do Facebook para o blog
07/09/2014 | 07h53
IDEB DE CAMPOS: A HISTÓRIA DE UM VEXAME NACIONAL. É mesmo inacreditável que Campos, com tamanha tradição cultural, tenha chegado ao pífio posto de antepenúltimo lugar na classificação do Ideb no Estado do Rio. Nos colocaram no 88º do ranking da educação fluminense. E isso sem contar que somos o maior produtor de petróleo, a maior arrecadação de royalties. Sem contar que no ano de 2014, recebemos R$ 170 milhões, do governo federal (através do Fundeb). Sem contar que a prefeita Rosinha Garotinho (há seis anos no governo) "prometeu" tirar Campos dessa situação de calamidade na Educação. Nada foi feito! Nada, nada justifica.  #DrMakhoul1309Federal #DiferenteDeTudo #EducaçãoParaTodos #ValorizaçãoDosProfissionaisDaEducação Curta nossa página: www.facebook.com.br/drmakhoul
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O MEU VOTO
29/07/2014 | 08h41
Amigos,
Quem de perto me acompanha pode já ter percebido a minha opção para as eleições próximas. Apesar de a prática política ter descido ladeira abaixo, no conceito de todos nós, preservo a convicção de que alguém a faz, portanto, não me esquivo de fazer as minhas escolhas em um cenário possível. Declaro meu apoio, com segurança de que não me frustrarei, a Dr.Makhoul, candidato a deputado federal, n° 1309. Em Campos e nas regiões norte e noroeste fluminenses é pessoa mais do que conhecida, por sua postura reta e direta, por sua folha de serviços prestados na área da Saúde há décadas, como médico humanitário que é. Um homem simples e direito que se recusa a engrossar as fileiras da hipocrisia nacional. Se recusa a comprar voto para poder garantir a independência do mandato. Se recusa a maracutaias que garantam uma eleição fácil.
Partilhamos da idéia de que a brutal desigualdade social no Brasil é o nosso Calcanhar de Aquiles; de que a coisa pública deva ser administrada com racionalidade nos métodos e justica social nos propósitos; de que a Educação é única porta capaz de nos alavancar ao futuro; de que a Cultura não é bem exclusivo de uns poucos. Com essa postura, Dr. Makhoul, vai para o risco assim como nós vamos, no dia a dia das nossas vidas. Quem se dispor a somar, será mais do que bem-vindo!
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Inadmissível
24/05/2014 | 10h52
Inadmissível essa história de filas nos hospitais ou postos de saúde para marcação de consultas. A pessoa já está doente e ainda por cima tem que dormir ou acampar em frente ao hospital para conseguir a ficha ou pagar a alguém para tal fim. É no mínimo desumano, uma falta de respeito. Será que a telefonia fixa e a móvel (celular) e ainda a informática não chegaram a Campos?! Será que é tão difícil destacar um ou mais servidores para marcarem consultas durante o horário comercial, ou seja, das 8 às 18h, todos os dias da semana, caso não queiram fazê-lo pelo telefone ou via internet?! Todo paciente que já foi consultado tem o retorno garantido para revisão e mostrar exames, ou ainda para uma nova consulta. Será que é tão difícil fazer uma agenda, deixando vagas para novas consultas além das já previamente agendadas?! Não, não é. Aliás, é bem fácil para quem se dispõe a fazer; isto já foi realizado no Hospital Escola Álvaro Alvim há alguns anos atrás e as filas acabaram. É somente uma questão do que há de mais elementar em gestão. No entanto, parece que as autoridades da saúde pensam que é normal que o paciente ou seus familiares acampem, em frente ao hospital ou posto, dormindo ao relento para conseguir um médico que o atenda. Gostaria de indagar deles se julgariam normal, eles ou seus familiares, permanecerem em fila noturna? Considero isto uma total falta de solidariedade e consideração com o ser humano, ainda mais estando carente e enfermo. Outra questão que permeia o atendimento público é a falta de condições de trabalho - vide o tempo em que o tomógrafo e os elevadores do Hospital Ferreira Machado permanecem quebrados – e os honorários vis pagos pelas consultas e procedimentos através do SUS. Vão alegar que a tabela do SUS é elaborada pelo Ministério da Saúde e não pela secretaria Municipal de Saúde. De fato o é, mas, o município de Campos dos Goytacazes tem gestão plena de sistema e isso lhe permite que contrate serviços e pague de acordo com a sua capacidade orçamentária. Lembro aqui, já ter sido proposto por nós, em 2012, e aprovado pela unanimidade dos vereadores na época, colocado em vigência, persiste até hoje. Onde então está pegando? Pega na falta de reajuste dos valores que o SUS paga e a secretaria municipal de Saúde, neles, se baseia para complementar. E ainda há a falta de respeito com os profissionais da saúde em relação aos salários e horários de trabalho. Makhoul Moussallem     Médico Presidente do PT em Campos dos Goytacazes
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GREVES
16/05/2014 | 05h52
De agora até outubro, além da Copa e das eleições é a temporada das greves. Todas, ou quase, devidamente programadas e agendadas como a greve dos rodoviários no estado, a greve dos vigilantes de bancos, a greve dos professores, a greve dos bancários, a greve dos correios e a polícia já ameaça fazer uma durante a Copa. Fico me perguntando a razão de tantas, se são gratuitas, se o pessoal quer ficar de folga à custa do governo e empresas, se têm fins políticos ou se são simplesmente deflagradas pela insatisfação das condições de trabalho e pelos baixos salários das categorias profissionais citadas. É óbvio: só com muita má fé estas não seriam por baixos salários. Além de baixos, não são devidamente corrigidos pelo patrão, seja público ou privado. Uma das greves que me espanta é a da Uenf. Não é sazonal. Não faz parte do calendário dos professores e funcionários da universidade e foi unicamente aprovada para corrigir as distorções salariais de todos da instituição, pois não encontrou da parte do governo do estado sensibilidade em atender as mínimas reivindicações dos grevistas, incluindo refeições e alojamento aos alunos. “Buscai o saber mesmo que seja na China”, sentença proferida por Maomé em uma preleção aos fiéis; ensinava que o mais importante para uma nação é a educação. O saber está ao nosso lado, nas universidades públicas e privadas. Não temos necessidade de ir a China busca-lo, no entanto, me parece que os gestores públicos querem despachá-lo para a China, assim ficaria bem distante e não os aborreceriam com questionamentos “desses chatos” – por serem cultos e possuírem senso crítico – costumam fazer por não aceitarem ser manejados como gado, tão a gosto dos políticos e governantes no Brasil. Sou a favor das greves, principalmente as da área de educação por melhor remuneração e contra a indignidade como é tratado o professor, seja do ensino fundamental ou superior. Fica claro para qualquer analista político-econômico, até para mim que não sou do ramo, não resta dúvida da má intenção para com a Educação e os educadores. Eles são o instrumento da virada e retirada do cenário desses maus patriotas. Gostaria que todas as categorias profissionais, em especial as das universidades, entendessem para todo o sempre: não basta apenas fazer greve e críticas. É preciso que participem ativamente da política. Caso resistam em participar, pelo menos que apoiem aqueles que são seus pares e põem a cara na reta, ou continuaremos amargando derrotas e decepções até o surgimento de novas gerações mais aguerridas. Makhoul Moussallem      Médico conselheiro do CREMERJ e CFM Presidente do PT em Campos dos Goytacazes * artigo publicado hoje, 16/05, no jornal Folha da Manhã.  
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Cavalo Paraguaio
09/05/2014 | 10h24

Em entrevista hoje, pela manhã, no programa de TV "Polêmica", do advogado e blogueiro Claudio Andrade, o senador Lindberg Farias (PT) afirmou que Garotinho é um cavalo paraguaio. Lindberg descartou qualquer aliança no segundo turno com Garotinho, "Não! Quero ir por outro caminho."

Preocupado com a percepção de uma crescente onda difusa na sociedade brasileira de cunho fascistoide, Lindberg disse ser preciso impedir o retrocesso, "O Pt necessita renovar os seus quadros." Citando Darcy Ribeiro e Brizola, frisou estar disposto a colocar a Educação como prioridade em seu governo e implantar a escola de tempo integral no estado. Rechaçou qualquer possibilidade de não vir candidato ao governo do Rio ao dizer que depois de muita pressão do PMDB, foi indicado por 6mil delegados como pré-candidato à eleição majoritária. Agradeceu ao Lula o apoio público recebido e afirmou que aos 44 anos está no momento certo, o senador destacou que "Ganhar por ganhar não vale a pena".

O senador cumpriu extensa agenda de visitas , reuniões e plenárias em Campos e retornou ao Rio de Janeiro, agora à noite, em avião comercial.

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SOBRE A CRISE NOS TRANSPORTES EM CAMPOS
06/05/2014 | 06h09
A questão do transporte e da mobilidade no nosso município precisa ser tratada com uma visão estrutural , buscando soluções para um reordenamento planejado do sistema de transporte , que pode incluir outros modais- como por exemplo o transporte sobre trilhos. O sentido deve ser compatibilizar o crescimento da cidade a um sistema que garanta a qualidade de locomoção para a população. Portanto, essa crise é o resultado da falta de atuação planejada das gestões anteriores e particularmente da atual gestão da prefeitura, que em 6 anos quase nada fez nesse sentido. Não basta ter passagem à 1 real, é preciso garantir que o transporte seja de boa qualidade, eficiente, inserido num sistema que garanta a melhoria da mobilidade para todos. Logo tratar essa crise, que afeta principalmente a população mais carente de Campos, como um jogo eleitoral não é a melhor atitude. É preciso enfrentar a atitude de empresários que, explorando concessão pública, não oferecem o serviço com qualidade e eficiência. Mas não se pode querer jogar nas costas dos trabalhadores rodoviários, que vivem com salários arrochados, a culpa dessa crise. Se houve algum conluio dos empresários das empresas de ônibus para“incentivar” a greve – como foi noticiado na imprensa- isso deve ser apurado e, caso confirmado, punido com rigor. Não se pode permitir que os responsáveis por garantir o serviço de transporte rodoviário à população, concessionários que são, sejam agentes responsáveis de situação caótica como essa, trazendo sofrimento para a população. Porém, não se justifica também, o atraso da prefeitura no processo de licitação das concessões (que precisam ser transparentes), motivado por erros e inadequações dos editais, apontados pelo Tribunal de Contas do Estado. Isso só faz aumentar o problema. Makhoul Moussallem Médico, Presidente do PT em Campos/RJ
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Queremos os nossos direitos
02/05/2014 | 03h08
Ontem, se comemorou o Dia Internacional do Trabalhador com mais um feriadão. De feriadão em feriadão vamos começar o ano, na verdade, no dia cinco de maio. Este ano não é bissexto, mas, é bissexto pela sucessão de feriadões e, ainda por cima, vem a Copa do Mundo e para culminar as eleições com a campanha eleitoral tendo início em cinco de julho, isso em plena  vigência da disputa do título mundial. Ou seja, começará para valer em 14 de julho. No cenário mundial, as conquistas dos trabalhadores - ao longo de um século e um quarto - parecem que foram muitas se partirmos do tempo da escravidão e chegarmos aos dias atuais. No entanto, para quem tem uma visão social, humanística e igualitária, verifica que não se avançou tanto quanto deveria, haja vista, que teoricamente não existe mais trabalho escravo no mundo, mas, na verdade somos escravizados de outras formas. Existem várias ditaduras políticas vigorando que manietam os seus povos, e em países democráticos existem ditaduras da mídia, de padrões estéticos, de consumo e de valores que são introduzidos contrariando o mais elementar bom senso e a mínima ética, não deixam de ser uma forma de escravidão. Saindo da questão internacional e voltando ao nosso país, mais especificamente à nossa região, as técnicas manejadas pelos detentores do poder são no sentido de manter a população alienada e submissa ao seu comando. Onde estão os direitos e as conquistas dos trabalhadores no caso dos terceirizados da prefeitura? Onde estão os direitos dos alunos terem aulas e formação - não só escolar como cultural – e, os direitos dos professores de terem condições de trabalho e remuneração digna para que possam formar as futuras gerações? Onde está o direito à saúde, dever do Estado, conforme reza a na nossa Constituição, nos artigos 196 a 198? Parêntese: as conquistas dos trabalhadores preveem isonomia salarial aos que exercem a mesma função, fecha parêntese. Onde está essa conquista já que os aumentos salariais, na área da saúde, foram diferenciados em total desacordo com o Direito? Onde estão os direitos dos trabalhadores da área da saúde com salários dignos, condições de trabalho, material e equipamentos, para que possam exercer o seu mister e cumprir o que determina a nossa Constituição Cidadã? Onde está o direito do trabalhador de ir e vir livremente no exercício da sua jornada e voltar para casa sem estresse que é sabido fator de adoecimento? Parece que não temos muito que comemorar. Para comemorarmos devidamente temos que fazer mudanças e não poucas.   Makhoul Moussallem                                       Médico conselheiro do CREMERJ e CFM Presidente do PT em Campos dos Goytacazes
 
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Passemos para um mundo melhor
18/04/2014 | 04h12
Já sabemos que Páscoa significa passagem. De fato, todos nós estamos de passagem neste mundo. No meu entendimento, a festa maior da cristandade é a ressurreição do nosso senhor Jesus Cristo, onde ficou manifesta a sua superação da morte, a sua divindade, acontecimentos basilares do cristianismo. Jesus Cristo nos ensinou que o amor não se resume a palavras e sim à ação. Precisamos, portanto, agir se quisermos demonstrar o nosso amor, não só aos nossos entes queridos, mas, também ao outro. Por falar em outro, me preocupa sobremaneira o uso indiscriminado e abusivo de psicotrópicos pelos adultos e até pelas crianças. A maluquice está tamanha que um deputado quer apresentar, no Congresso Nacional, um projeto para dar ritalina às crianças nas escolas. Isto, porque ele leu um “trabalho científico” sobre hiperatividade e a agitação da meninada e supôs que a ritalina estaria indicada nesses casos. A impressão que tenho é que se perdeu de vez o bom senso. Ao invés de procurar entender o porquê das crianças estarem agitadas e dos adultos estarem estressados – angustiados e deprimidos – e começarmos a tratar das causas, os idiotas da objetividade, como diria Nelson Rodrigues, querem resolver em um passe de mágica, distribuindo  remédios que atuam no comportamento,  como se isso fosse totalmente isento de riscos e efeitos colaterais. O nível de estresse na atualidade tem origens muito claras, sob o meu ponto de vista: 1)      o excesso de informação, principalmente, de ocorrências aterrorizantes e violentas, de catástrofes, de mortes, de execuções mostradas em tempo real por todas as mídias e repetidas ad nauseam, ou seja, até a saturação; 2)      o excesso de demandas de consumo, também veiculadas exaustivamente com o fito de auferir lucros e tome de dia, de ano (réveillon), carnaval, páscoa, dia da mãe, do pai, das crianças, dos namorados e finalmente o natal. Todas são datas de apelo consumista e como diria o professor Raimundo, do Chico Anysio, o salário é óóó, deste tamaninho.  E como o pobre coitado do trabalhador vai arranjar tanto dinheiro para comprar a “felicidade” dos seus; 3)      a constante sensação de insegurança a que estamos submetidos, por falta de políticas públicas eficazes de segurança. Como não ficar estressado – angustiado e deprimido – e ainda indignado e revoltado diante deste quadro, que só existe graças à inépcia e à incompetência dos gestores públicos. Embora se digam cristãos, não têm compromisso, nem amor ao próximo. Haja paciência e haja psicotrópicos. Finalizo desejando Feliz Páscoa para você leitor, que Deus ilumine as mentes e toque o coração de todos na ressurreição do nosso senhor Jesus Cristo. Makhoul Moussallem                                         Médico conselheiro do CREMERJ e CFM Presidente do PT em Campos dos Goytacazes * Artigo publicado, hoje (18/04) no jornal Folha da Manhã    
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Cidadania tomou conta de Itaperuna
14/04/2014 | 03h57
Na sexta passada (11/04), a “Caravana da Cidadania” ocupou o noticiário do noroeste fluminense com a presença do senador Lindbergh Farias (PT). Com o plenário da Câmara Municipal lotado de populares e representantes de organizações sociais da região que compareceram para postular suas reivindicações setoriais, a caravana que tem como método “ver, ouvir, falar e fazer” e como propósito “assumir compromissos com os municípios” abriu espaço político para a insatisfação popular se fazer ouvir e de comum acordo modelar um programa de governo democrático e popular para o estado do Rio de Janeiro. Na plenária-seminário o destaque ficou por conta da manifestação de Olliver Barros, Márcio Yvis e Ellias Leão, três combativas lideranças jovens, suas falas levantaram o plenário de forma uníssona. Deram um banho de determinação e convicção em suas bandeiras políticas de oposição ao modo coronelista como são conduzidos os governos municipais da região noroeste. De Campos, compareceram o presidente do diretório municipal do PT Makhoul Moussallem (pré-candidato a deputado federal) e o vereador Marcão. Na presença nada ocasional de Lurian da Silva, filha do ex-presidente Lula, Lindbergh - sem não antes agradecer a Lula o irrestrito apoio e confiança em sua decisão de concorrer ao Palácio Guanabara  - afirmou que passada a fase de indecisões, fofocas e intrigas contra a sua pré-candidatura ao governo do estado do Rio de Janeiro, é mais do que hora de “ouvir e assumir compromissos” e avisa, “faremos uma campanha de pé no chão e de mutirão”. Mais detalhes ver também aqui no blog Opiniões, do jornalista Aluysio Abreu Barbosa. [caption id="attachment_7849" align="aligncenter" width="600" caption="Makhoul e Lindbergh"][/caption]

 

[caption id="attachment_7853" align="aligncenter" width="600" caption="Olliver Barros discursando, à direita o vereador Marcão"][/caption] [caption id="attachment_7861" align="aligncenter" width="600" caption="Márcio Yvis na tribuna"][/caption] [caption id="attachment_7862" align="aligncenter" width="600" caption="Ellias Leão representante do movimento estudantil"][/caption]

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FELIZ ANIVERSÁRIO
28/03/2014 | 02h27
Em 1835, Campos dos Goytacazes foi elevada à categoria de cidade neste dia, portanto, passamos a ter este status há 179 anos. Deixar de ser vila para ser cidade pressupõe alguns quesitos que na administração municipal atendam à cidadania. Será que os nossos governantes nas últimas décadas têm tido a preocupação e a competência de planejar a cidade do presente para o futuro, como alguns o fizeram no início do século retrasado? Todos os que aqui chegam ficam extasiados com a beleza e o potencial de desenvolvimento da nossa planície e, também, da região do Imbé e do norte do município. Inconcebível que continuemos a querer viver à larga, desperdiçando os royalties do petróleo, com entretenimentos, projetos e obras de qualidade duvidosa que não trazem nenhum benefício, nem agregam nenhum valor à construção de nossa cultura, cidadania e sustentabilidade. Há 43 anos, chegou à nossa cidade um mineiro médico para dar aula na Faculdade de Medicina de Campos. Apaixonou-se pela cidade e, também, pela campista Carminha, com quem se casou e teve o Larry filho. Larry pai foi quem implantou o primeiro Centro de Terapia Intensiva do interior do Estado do Rio de Janeiro. Tive a honra e a alegria de poder ajudá-lo nesta tarefa. Como disse acima, todos que aqui chegam se encantam com o nosso potencial. Com Gualter Larry Alves não foi diferente, assim como foi comigo. Ambos adotamos e fomos adotados pela cidade e pelo povo campista, nos tornamos gratos e tentamos retribuir colaborando com o desenvolvimento da medicina em Campos. Hoje, aproveito para primeiro parabenizar a minha cidade, desejando para ela um futuro autossustentável, próspero e pacífico. Um futuro no qual todos os campistas sejam cidadãos plenos, nossa educação seja a primeira do Estado, nossa saúde nota dez, cultura não seja confundida com entretenimento, emprego pleno para seus filhos, índice de violência zero e, consequentemente, mortes somente as inevitáveis. Em segundo, saudar o meu amigo Larry pelo seu aniversário e dizer para ele, Carminha e Larry filho, e também para todos os campistas, que devemos e podemos continuar a acreditar e sonhar com uma Campos melhor. Só depende de nós. Makhoul Moussallem Médico conselheiro do CREMERJ e CFM *Artigo publicado hoje, (28/03), no jornal Folha da Manhã
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