Gracinha com o chapéu dos outros
03/07/2015 | 09h22
Comprar o futuro político deles às  custas de um significativo endividamento para o campista é falta de humanidade. Eles  sabem que empobrecerão Campos ao sangrar o orçamento - receitas futuras - com juros exorbitantes da dívida que querem porque querem contrair. image        
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Feio, feio. Muito feio.
24/06/2015 | 01h25
Lamentável que a Câmara Municipal de Campos, aliás custa bem caro ao bolso do campista, tenha se reduzido a um mero espaço de manobra da prefeitura. Alteram regimento interno ao bel prazer, não comparecem ao trabalho quando o assunto é contrário aos interesses do governo. Como de costume da maioria governista, meteram na marra uma camisa de força no legislativo municipal. Agora, e até quando for do interesse do casal de prefeitos, só podem duas CPIs. As demais são tachadas de eleitoreiras. Enquanto no resto do país não há assunto que não possa ser questionado e trazido à luz para discussão franca da sociedade brasileira, vereadores da situação tremem; esmagam a democracia no afã de evitar qualquer cobrança por parte da oposição. Atitude menor, sem defesa, autoritários que são. Diz um ditado popular: pau que nasce torto, cresce torto, morre torto. Deixo algumas das falas da tenebrosa sessão de ontem. Espera-se que constem dos anais da Câmara: “O que estamos vendo é mais uma manobra feita nos bastidores para enfraquecer os vereadores que desejam fiscalizar o governo”, protestou o vereador Rafael Diniz (PPS) "O secretário Garotinho disse que não tem ladrão no governo. Ninguém disse que tem. O que desejamos é investigar”, indagou Marcão (PT). “Ninguém é contra investigação”. “A resolução é coerente. Não vamos fazer desta Casa um palanque eleitoral. A eleição não chegou ainda”, disse o vereador Fábio Ribeiro (PR) na defesa do governo. “Esta Casa não é uma secretaria do Governo e o presidente não é secretário de Governo. Não adianta ficar de cabeça baixa, seguindo as recomendações do seu assessor jurídico. Levante a cabeça e honre esta cadeira”, disparou o vereador Rafael Diniz ao criticar o presidente da Câmara de Campos, Edson Batista. “Não fomos eleitos para criticar, nem para abrir CPI. O povo não quer isso. O povo quer saber dos mil que foram demitidos e não voltaram”, falou a vereadora Dona Penha (DEM). “Era uma matéria interna, mas o debate foi parar onde não devia”, disse o vereador Mauro Silva (PT do B) ao lamentar o clima tenso da sessão. [caption id="" align="aligncenter" width="536"] Foto: reprodução Tv Câmara 17h49[/caption]
Fonte. Folha da Manhã, Blog do Bastos, Blog Eu Penso Que.
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E em Campos....O que é isso 'companheiro'?
13/05/2015 | 03h35
Cassar arbitrariamente o direito legítimo de um vereador de discutir e votar matérias do legislativo campista é atitude que arrepia os verdadeiros democratas. Ameaçar com força de segurança (sic) o plenário da Câmara Municipal em qualquer manifestação - no caso em questão foram palmas, simples e finas palmas - é pura arrogância. Imaginem o nobre presidente do legislativo goytacá no papel de presidente da Câmara Federal, requisitaria, pelo andar da carruagem, a presença do Exército. Isso é o resultado da contínua prática apequenada de se fazer política em Campos. É aquela velha história do uso do cachimbo e da boca torta. Democracia não se restringe às eleições, mais do que isso, democracia se define pela forma como é exercido o poder obtido pelo voto. Sugiro que assistam ao vídeo e tirem as suas conclusões.
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Campos: mais denúncias de desrespeito e descaso
15/04/2015 | 09h23
Tomo a liberdade de divulgar o post abaixo, publicado a pouco no mural da rede social Facebook do vereador Rafael Diniz. São denuncias graves que envolvem a Prefeitura de Campos. Lamentável. "Estivemos hoje, eu e o vereador Fred Machado, visitando a Creche Escola Souza Mota, no Fundão. Mais uma vez foi triste constatar o completo desrespeito e descaso desse "desgoverno" com a nossa educação. Mais triste ainda é saber que isso acontece num dos municípios mais ricos do Brasil... um Município de orçamento bilionário!!! Abaixo alguns dos graves problemas lá encontrados: - Casa alugada e sem estrutura para servir como estabelecimento educacional; - Péssimo refeitório, pois se chove as crianças precisam fazer a refeição em outro lugar; - Área externa grande, mas com entulho, mato, pedra. Muito perigoso, pois são crianças de até três anos de idade; - 4 pequenas salas, separadas por divisórias, quando a maior tem 16m2, sem ventilador, quando a professora coloca as crianças sem blusas por causa do calor; - a professora tem que fazer tudo, pois não tem auxiliar de turma; - Não tem sala de reunião, não tem computador para os professores, apenas direção, não tem biblioteca, brinquedoteca, não tem área de lazer ou parquinho; - Tv e DVD comprados pelos próprios professores; - A pintura da escola foi feita pelos professores no início do ano, com dinheiro arrecadado em festa junina, assim como a reparação de paredes com gesso trazido de casa pelos professores; - Sala de berçário de 6m2, para 10 crianças, contando com uma aluna portadora de necessidades especiais , não tendo cuidadora especial para ela; - Apenas colchonetes e um único berço, com péssima ventilação; - Atividades como xerox, trabalhos e tarefas são pagos pelo próprio professor; - Todo enfeite e cartaz para ilustrar as salas são trazidos de casa pelos professores; - Um único banheiro de 1,5x 2,5 para 60 crianças, em péssimo estado; - como não tem espaço suficiente, as crianças maiores são levadas para tomar banho de mangueira; - banheiro sem água quente, vive entupido, apenas um sanitário em péssimo estado, sem pia e um único chuveiro completamente desapropriado." [caption id="attachment_8854" align="aligncenter" width="540"]RAFAEL E FRED Vereadores Fred Machado e Rafael Diniz Foto da página pública do Vereador Rafael Diniz no Facebook[/caption]  
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Campos: da fumaça ao fogo ou ao pó
13/04/2015 | 04h42
A Câmara Municipal de Campos preocupada em acelerar a sua Escola Municipal de Gestão Pública do Legislativo (Emugle) já homologou o Pregão 011/2015 cujo objeto é a locação de veículos, incluindo motorista sem fornecimento de combustível para atender às necessidades da Escola do Legislativo. O valor : R$ 66,7 mil (ver aqui). Agora, é aguardar o Pregão do combustível. Também foi contratada a empresa para prestação de serviços de recepção, zeladoria e portaria, visando atender às necessidades da Emugle. Valor: R$ 71,7 mil. Vigência: 90 dias. Aqui, coloco um ponto de interrogação. Sendo um projeto de atividade continuada, qual razão de ser só por três meses? Criada no final do ano passado, anunciada pelo autor do projeto de implantação, o vereador Mauro Silva, como "A Escola de Gestão terá como função o aperfeiçoamento da administração pública, através de aulas, cursos, conferências e programas de treinamentos, que servirão não apenas para os que exercem cargos ou funções públicas, mas para toda a comunidade, àqueles que pretendem um dia ser um gestor público. Será de fundamental importância para a melhoria da qualidade da prestação dos serviços para a comunidade”. Aguarda-se a publicação de sua grade de cursos, treinamentos e conferências. Aguarda-se, também, como em qualquer instituição de ensino e de qualificação séria, a divulgação de sua forma de avaliação. Certamente, bem ao gosto de projetos desta natureza, serão confeccionados programas, material didático, certificados e afins. Aguarda-se, então, o Pregão para prestação deste serviço. Me perdoem os nobres vereadores campistas, a intenção pode ser elevada, mas, morrer como tantos outros programas e projetos brilhantes que a gente vê serem jogados às traças por absoluta falta de continuidade na administração pública de Campos. Constituem-se equipes de planejamento, contratam-se empresas de consultoria,  criam-se novas siglas com curiosa sonoridade, grande estardalhaço midiático e de concreto: pouco.
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Farrapos
01/12/2014 | 11h02
MuseuJulio11 Enquanto eles brigam/o campista resta aos farrapos. Ai história, ai disputas maiores, ai. Aqui o rombo é rasteiro/ o buraco raso Dos aposentados, o sangue. Das planilhas geométricas, o prejuízo. Da representatividade/ cova rasa. ZERO.
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CAMPANHA ELEITORAL, CAIXA PRETA E COFRE ABERTO
07/08/2014 | 10h19
No início do ano, circulou pelas redes sociais a charge abaixo. Foi logo depois do Carnaval. A charge afirmava que a Exma.Sra. Prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), já naquela época supostamente teria gasto R$ 9,5 milhões com terceirizações. Passado mais uns quatro meses, a conta deu um pulo, atingiu R$ 120 milhões, virou um caso de Justiça, com a 2ª Vara Cível da Comarca de Campos, obrigando a Prefeitura a prestar os esclarecimentos sobre terceirizados, nomeados e contratados e a prefeitura buscando o "direito" de não prestar nenhuma informação à sociedade ao recorrer para o  Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Ver aqui e aqui . Entre os mais bizarros argumentos alegados,  a prefeitura de Campos afirmou no recurso,  “Não possuir a listagem dos servidores terceirizados”. Resta saber:  então, quem a teria? Hoje (07/08), o Blog do Bastos (ler aqui) noticia que a menos de dois meses da Campanha Eleitoral, jorraram do cofre municipal perto de R$ 39 milhões para pagamentos realizados nos últimos dias a empreiteiros, prestadores de serviços e publicidade. Voltemos à campanha eleitoral, mais prosaico contar votos.
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CAIXA PRETA: aberta ou lacrada, a gente faz conta
22/07/2014 | 09h22
  E a terceirização de mão de obra na prefeitura de Campos, ganha mais uma página na justiça. Dessa vez, em decisão provisória da desembargadora Maria Regina Nova, do Tribunal de Justiça,  a ação da 2ª Vara Cível da Comarca de Campos, que obrigava a Prefeitura a prestar os esclarecimentos sobre terceirizados, nomeados e contratados foi derrubada. Isso vale até o julgamento final do recurso, ou seja, definitivamente ainda não sabemos se a prefeitura será ou não obrigada a atuar com transparência, quando o assunto é contratações mil.  A informação é do advogado Cléber Tinoco, postada em rede social, e divulgada no blog Na Curva do Rio da jornalista Suzy Monteiro, ver aqui. Sobre o assunto que tanto arrepio traz  à PMCG, fizemos um post, ver aqui. Conta básica: Considerando um salário médio per capita de mil reais, se já foram gastos (licitações publicadas) até a metade de 2014, R$ 120 milhões, que divididos por 12 meses, nos dariam  não menos do que 10.000 terceirizados, só desses contratos licitados. E aqui, na planície,  se reinventou o conceito do intelectual e revolucionário alemão do século XX, Karl Marx, o famoso "Exército de Reserva de Mão de Obra" que aqui cumpre finalidade bem diversa da pensada pelo genial pensador.      
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Segue denúncia de uma professora campista
29/06/2014 | 09h48
Querida Chará, Gostaria de compartilhar contigo a “carta” que escrevi a todos os vereadores, sendo situação ou não, visto que no meu entendimento edis foram eleitos para fiscalizar e elaborar leis orgânicas em benefício da população. Muitas pessoas me questionam e querem me passar recibo de insana ou até mesmo de “doidinha”…Não me importo pois sou uma sonhadora, idealista, independente de qualquer foro ou partido político.Pois a Educação que primo e luto vai além, mas muito além destas picuinhas, baixarias e descasos por conta de um DAS ou coisa parecida.Segue a “carta” msn(via facebook, diretamente ao face de cada edil) “Boa Noite! Não sei se será boa noite. No momento não tenho tido boas noites de sono,mas não é por passar por esse fato que deveria deixar de te desejar. Explicarei o porquê? Já se passaram 29 meses ou seja 2 anos e 6 meses, que as escolas municipais, João Goulart e Jacques Richer estão funcionando num mesmo prédio.Ambas no prédio da Escola M.Jacques Richer em Campo Novo.O que tem deixado todos das duas unidades estressados por motivos óbvios. Como suportar trabalhar com barulho de panela de pressão, crianças perpassando por dentro da sala de outra professora para ir ao banheiro…e sem esquecer de citar, o desconforto e a desatenção dos alunos no quesito aprendizagem. Foram desativadas a sala de informática e o refeitório(não funcionam há 29 meses), para serem transformadas em salas de aulas provisórias por um determinado tempo (esse tempo que nunca termina). Bom, vamos ao que realmente interessa! Gostaria que você fizesse uma visita à escola Jacques Richer para constatar todo o meu relato e o quanto há de morosidade em “duas obras” que pelo teor do valor e do tempo, já eram para estarem concluídas.É muito triste ver tanto, mas tanto descaso com a educação no nosso município, principalmente na zona rural. Os edis precisam EXIGIR mais atenção com a EDUCAÇÃO. Fiscalizar MAIS as obras e as nossas denúncias!!!! Gostaríamos de receber uma visita sua, o mais rápido possível.Afinal de contas vereadores foram eleitos pelas comunidades para fazerem a diferença, e eu (professora há 20 anos), TAMBÉM tenho procurado fazer a diferença enquanto educadora na/pela comunidade que leciono. Muitíssimo obrigada pela sua atenção! Continue na PAZ! Abraço Luciana Soares Marques
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O cúmulo dos acúmulos: caixa preta
28/06/2014 | 09h14

Desde quando você já ouviu falar em alguma prefeitura entrar na Justiça para não responder a pedidos formais de informação feitos por algum parlamentar no uso legal de suas atribuições? Pois bem, a prefeitura de Campos acaba de inventar mais uma. O governo da prefeita Rosinha Garotinho (PR) recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) contra a decisão da 2ª Vara Cível de Campos que tinha determinado que a prefeitura entregasse a lista completa de todos os concursados, contratados e terceirizados, pedido feito pelo vereador Rafael Diniz (PPS), em ação judicial do dia 20 de maio de 2014. Entre outras razões alegadas a prefeitura de Campos, alega "não possuir a listagem dos servidores terceirizados". Para Rafael Diniz, o recurso da prefeitura é indício de que o governo tem algo a esconder : " A gente lamenta porque isso significa um recurso contra a transparência. Não negam uma informação a mim e sim a toda sociedade. Não sabia que eles temiam tanto", frisou ele. O vereador se baseou na Lei de Acesso à Informação, cujo objetivo é tão somente extinguir as "caixas pretas" da administração pública brasileira, garantindo transparência à gestão pública no país. Bom que se diga que regra geral, desde que a Lei de Acesso à Informação foi promulgada, já na outra legislatura, o governo Rosinha não responde a pedidos de informação que venham dos parlamentares de oposição. Fonte. Folha da Manhã
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