Equívoco
20/05/2015 | 10h57
Com todo o respeito Sr. Secretário de Segurança José Mariano Beltrame do meu querido estado do Rio de Janeiro, mas, a VIDA é o nosso maior cartão postal! Nada além disso. Nem vista bonita, nem Olimpíada. Nada. O carioca hoje (20) fecha o dia de luto com a morte do médico Jaime Gold, de 57 anos, esfaqueado ontem, por volta das 19.30h, na orla da Lagoa Rodrigo de Freitas. Furtos recorrentes. Motivo fútil, arma branca. Jaime seguiu as orientações das forças de segurança de não reagir, não reagiu. Situação que se repete cotidianamente ao longo de 365 dias que se repetem em 365 dias e se repetem. Após mais este assassinato, a segurança da área foi reforçada (?!) até cair em novo esquecimento e o descuido com o cartão postal que é a nossa vida se dissolve.... Inadmissível. [caption id="attachment_9021" align="aligncenter" width="500"]médico-esfaqueado-700x471 www.mancheteonline.com.br[/caption]  
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Colorir não resolve, é pensar que somos burros
11/08/2014 | 03h52
Ontem (domingo), por volta das 13,30h, me dirigia ao almoço familiar em homenagem ao Dia dos Pais. Justo embaixo da ponte com cara de viaduto, do lado de Guarús, naquela faixa estreita que está sendo pintada de vermelha por Campos e que teimam em chamar de ciclofaixa, presenciei uma batida de duas bicicletas que vinham em sentido contrário. Um dos homens foi ao chão, bateu com a cabeça no asfalto, ficou desacordado um certo tempo, sangrando pela cabeça. Todos os que estavam presentes no momento se movimentaram para prestar socorro, um tenente bombeiro de pronto acionou a emergência do Corpo de Bombeiros que em menos de dez minutos chegou ao local. O clima de indignação com a falta absoluta de segurança que essas faixas "oferecem" aos ciclistas era evidente. Existem ideias mirabolantes na prefeitura de Campos que ninguém em sã consciência tem como endossar. Não dá! Na semana passada um ciclista já tinha sido atropelado por um carro e isso com a ponte/viaduto interditado, imaginem com o trânsito normalizado. Recuar, reconhecer equívocos, é característica dos bons. E é o que desejamos; que a PMCG repense o  traçado dessas faixas, que repensem a largura das mesmas e o perigo que proporcionarão aos ciclistas campistas. Uma cidade plana como a nossa já é fator a favor, vamos respeitar a vida alheia, observando o bom senso.  
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Governo incompentente
11/07/2014 | 06h22
Ontem, quinta-feira (10/07), depois de uma chuva forte, a cidade de Campos muito rapidamente se transformou em uma pocilga. Eram mais ou menos 19h15 e o transito que já tinha estado a semana inteira insuportável, se transformou em caos na vida do campista. Por todo canto o que se viu foi a preocupação estampada na expressão da população com as ruas e os carros alagados. Até mesmo ambulâncias que transportavam pacientes ficaram sem poder trafegar. Pessoas atravessavam com água na cintura em alguns locais, como por exemplo, perto do cruzamento entre as ruas Rocha Leão e Conselheiro Thomás Coelho. Congestionamentos extensos se formaram por toda a área urbana da cidade. E até um dos corredores do maior hospital da região, o Hospital Municipal Ferreira Machado, ficou com água, em flagrante registrado por um leitor da Folha da Manhã. Hoje, acordei com o sentimento do quanto é desprezível, ridícula a forma de administrar da prefeitura. Nada funciona como deveria. Nada. Nenhum setor da administração é modelo de uma gestão pública preocupada com o bem estar do cidadão.  A cidade cresceu, a demanda por serviços públicos tornou-se mais complexa e a contrapartida do poder público é pífia. Está preso a um modo de tocar a máquina pública de 30 anos, 40 anos atrás. Nem vamos aqui entrar em detalhes, basta andar pelo município e ouvir o sentimento de insatisfação latente no peito de cada um. Não à toa assistimos o MPE se transformar, a todo o momento,  em desaguadouro de toda e qualquer questão relacionada à prefeitura de Campos. Dos concursos, às ambulâncias fantasmas, aos ônibus caquéticos, à cultura, às escolas, à falta de transparência, tudo desfila por lá. *fotografias da Folha da Manhã
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Reclamação de uma usuária da Rogil
01/07/2014 | 11h17
"Prezada Luciana: Aproveitando o espaço que você proporciona democraticamente, aqui vai um relato bem sério: Trata-se de um motorista da empresa de ônibus ROGIL, que faz a linha Rio-Preto x Campos. Tal motorista de nome Abel, está pondo em risco a vida dos passageiros! Ele quer ser mandado embora da empresa de ônibus, daí, está “aprontando”. Hoje, por exemplo,(ontem, dia 30/06)no ônibus do horário de 05:30 (em Rio Preto) ele colocou em risco a vida dos passageiros! Passava sem usar os freios, nos ‘quebra-molas’ e buracos; entrava nas curvas em velocidade perigosa, e a parte mais apavorante, é que vinha pela estrada “rebolando” o ônibus, dando a sensação que o mesmo iria “virar” de lado a qualquer momento! Os passageiros começavam a reclamar e aí mesmo que ele abusava, parecia um louco! E dizia para que “o pessoal reclamasse com a empresa, porque ele queria mesmo é ser demitido”. Ou a empresa Rogil toma alguma atitude, ou teremos brevemente uma tragédia que poderia ter sido evitada!"
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Cuida lá e toma cá
16/04/2014 | 01h35
Enquanto em demais cidades se respeita e facilita o direito de ir e vir dos deficientes visuais, a prefeitura de Campos abusa da maldade de fazer com que se acidentem. O discurso roto de que vão, em algum dia,  retirar os postes do caminho, é no mínimo piada de mau gosto. Veja: lá

 

E cá!

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A quantificação da vida
21/02/2014 | 04h20
A quantificação da vida BR101 É inaceitável como as autoridades brasileiras “cuidam” dos nossos destinos. Há que se por um fim à política do descaso com a vida humana em nosso país. Os recentes acidentes que envolveram os campistas calaram fundo. É grande a nossa indignação. A cidade inteira ficou espremida frente ao sofrimento dos familiares. Somos obrigados a cruzar a BR101, invariavelmente com o coração na mão. Não é necessário ser um especialista em trafego para saber que a cada ano, desde que a privatização foi feita, as obras essenciais se arrastam. Hoje, ao iniciar a viagem é imprevisível deduzir o tempo da chegada. Chegar já é sucesso. Uma armadilha que nos é imposta por falta de planejamento, gestão e respeito ao cidadão. Sarcasticamente ainda nos exigem pagamento. Até quando?!

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Mamografia Tão absurda quanto a situação da BR101 que no estado atravessa as nossas vidas, é a portaria nº 1.253, baixada pelo Ministério da Saúde que suprime, pelo SUS, a mamografia bilateral para as mulheres abaixo de 50 anos. Por esta canetada, essa parcela feminina só pode investigar uma das mamas. Qual a motivação da medida que porá em risco a saúde de mulheres de até 49 anos? Má gestão do dinheiro público. Ela e só. Ao proibir a mamografia das duas mamas, “economiza-se” 50%.  Nenhuma outra razão plausível. Sabe-se que cerca de 20% dos casos de câncer de mama atingem mulheres abaixo dessa faixa etária. Ou seja, é deixar de fazer diagnóstico precoce em mulheres jovens, quando o câncer é menos agressivo. O Conselho Federal de Medicina já ingressou na Justiça contra a portaria. Makhoul Moussallem    
Médico e Conselheiro do Conselho Regional e Federal de Medicina
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O PEGADOR
14/01/2014 | 07h15
O PEGADOR Na linha dos ‘or’ temos uma nova modalidade, ‘o pegador’. A princípio, poderia se pensar que é do ponto de vista de paquera. Não é. Este ‘pegador’ é de distraídos, instituído pelos educadores dos Detrans e Dnit, e por eles chamado de radar discreto, expressão escrita na notificação, mesmo que seja de 2 km/h acima do limite ao que está na placa antecedente ao radar. Sinceramente, há um exagero nesta questão de trânsito em dois aspectos: 1) por que ‘radar discreto’? por acaso é cilada ou tocaia que órgãos governamentais aplicam nos motoristas que estão a 45 km/h e a placa indica 40 km/k e, por uma questão de segundos, por não ter uma placa em cima do ‘pegador’, o motorista acha que não está exatamente no ponto do radar, aí passa e depois vem a notificação informando que ele excedeu o limite, portanto, pagará uma multa e perderá quatro pontos na carteira? 2) por que a dupla penalização, pagar multa e perder pontos na carteira? Vejam que o limite é de 20 pontos anuais cumulativos, quando atingidos, o cidadão ficará um ano sem dirigir e fará curso de reeducação no trânsito. Não sou jurista e nem estudioso das leis, mas dupla penalidade por uma única infração entre 10 a 20 % do limite imposto, a meu ver, é abusivo. O bom senso diz que deveria ser uma ou outra. De novo, vou voltar à questão educacional. Os legisladores deste país acreditam que educar é punir? Penso o contrário: educa-se para não ter que punir. Uma pergunta não quer calar: é papel dos educadores do trânsito cometerem ações tipo ‘cilada’ ou ‘tocaia’, ou deveriam sinalizar, e muito bem, os pontos que no seu entendimento deve-se diminuir a velocidade para 60, 50 ou 40 km/h? Na BR 356, no trecho entre Campos e Atafona, no sentido São João da Barra/Campos, tem uma placa de 80 km/h, que dista apenas 100 m do ‘pegador’ de distraídos, onde tem que se passar a 40 km/h. Bem em frente à placa de 80 km/h, já no sentido Campos/ São João da Barra, tem uma placa de 40 km/h. Complicado de entender, não? Aliás, suponho que existam no mínimo oito radares num trecho de mais ou menos 45 km entre as duas cidades, e a maioria é de pegadores. As comunidades - campista e são-joanense -  deveriam se mobilizar, acionar seus deputados estaduais e federais para agirem junto ao Detran/RJ e Dnit no sentido de normatizar regras mais civilizadas, sinalizarem corretamente os pontos críticos e acabar com as tocaias e os pegadores. Já é de bom tamanho ter que aturar o ‘sedutor’ e o ‘ pegador’ amorosos.
Makhoul Moussallem  Médico, Conselheiro do CREMERJ e do CFM * artigo publicado na Folha da Manhã, em 10/01/14
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Resultado da tal obra ioiô
02/12/2013 | 12h06
Em julho de 2012 publiquei uma das algumas postagens (ver aqui)  sobre a obra que a PMCG realizou na "Lapa e adjacências". Obra cara, arrastada, pertubou moradores e comerciantes, durante quase o ano inteiro. Abriam, fechavam e tornavam a abrir os mesmos buracos, não nos davam satisfação alguma, arrancavam calçamento sem a devida autorização; pintaram os canecos, como diz o povo. Bom, nem bem entramos no verão, época de chuva certa, e estamos ao deus dará. Reproduzo o texto, hoje escrito por mim, na rede social Facebook. "Moro nas imediações do Centro de Campos dos Goytacazes, tudo A L A G A D O!! Nós moradores, passamos o ano inteiro de 2012 com as ruas da região, reviradas em obras. Comerciantes penaram com prejuízos, pequenos quebraram. Durante esse período, engulimos pó de saibro que penetrava residências adentro. Obra milionária feita pela prefeitura, garantiu que era para sanar problemas de possíveis enchentes. Nada resolvido!! Ao contrário, agravado. Não é o caso de acionar as empreiteiras? A obra não tem cláusula de seguro, não? Na minha rua a nova manilha colocada é mais estreita do que a anterior retirada, haviam mais bueiros. A maquiagem fica por isso mesmo?!" [caption id="attachment_7267" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Correr para onde?  
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As 1000 e uma utilidades
23/09/2013 | 10h49
do côco. [caption id="attachment_6906" align="aligncenter" width="600" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]

Um campista descobre a mais nova delas. Pleno calçadão do Centro de Campos dos Goytacazes; município do sudeste brasileiro tem orçamento bilionário oriundo dos royalties do petróleo.

[caption id="attachment_6907" align="alignleft" width="350" caption="Ft.Luciana Portinho"][/caption]   E o côco vai e o côco vem.  
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Quebra-quebra, Rio, guerrilha
18/07/2013 | 05h13
Como em guerra de guerrilha as manifestações, em suas espinhas dorsais, se movem nas redes sociais de modo a confundir a força repressiva do Estado. Somos de fato diferentes de muitas sociedades. Em algumas, os protestos sociais tomam as ruas e para isso pedem garantia à polícia afim de que percorram o trajeto escolhido sem incidentes maiores. [caption id="attachment_6698" align="aligncenter" width="619" caption="Fts.Daniel Ramalho, Terra"][/caption]

No Rio de Janeiro, evidente que para além da exaltação popular com políticos, política e autoridades públicas em geral, há uma organização articulada e inteligente por dentro dos últimos episódios na Zona Sul. Não me parece mais uma manifestação espontânea. Não nego que existam tantos de boa fé política,  que sobrem  motivos para uma implosão social, mas, lá o eixo se inverteu. Alguns aspectos do que acontece no Rio de Janeiro intrigam. Um deles é o despreparo da inteligência policial.

O secretario de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que o governo está adotando medidas flexíveis para conter o vandalismo nas manifestações, procurando um caminho intermediário entre a ausência e a austeridade, numa situação caótica. “Estamos aprendendo com o processo”, afirmou Beltrame. Segundo o secretário, a polícia agiu com tolerância e discernimento no policiamento desta madrugada, apesar de ter sido atacada pelos manifestantes radicais. “Não temos um planejamento fixo. Vamos manter a postura flexível e, a cada protesto, fazer avaliações e ajustes necessários”, afirmou Beltrame, acrescentando que não existe um protocolo para situações de turbas ou conflitos. Tá bom, que como disse o Beltrame não exista um manual de procedimentos. Em táticas novas virtuais um manual seria rígido e velozmente fadado ao fracasso. Mas, como não percebem quando esses mascarados chegam, de onde eles vêm e para onde vão ao final do quebra-quebra? Porque não os prendem em flagrante quando as câmeras das TVs os filmam jogando pedras nas fachadas dos estabelecimentos? Porque não baixam, uma determinação que proíba o uso de máscaras, por tempo necessário como fará a segurança do Papa? Bom lembrar que o crime organizado há muito, facilmente, se organiza e se comunica de dentro dos presídios, com total desenvoltura. Não penso em grande conspiração, nem tese de golpe militar. Claro que também podem ter adversários políticos do Cabral, de olho em 2014, tirando casquinha do inferno astral que se abateu sobre o governador desde as primeiras manifestações de junho. Tudo bem estranho, turvo, de difícil compreensão.  
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