Ele está certo ou errado?
24/01/2014 | 09h35
Circula nas redes sociais uma polêmica surgida a partir de críticas feitas por um estadudinense ao Brasil. As li e reconheço: apesar de chato ser alvo de impressões negativas feitas por estrangeiro, concordo com a maioria delas. E você o quê pensa delas?

20 motivos que levaram norte-americano a odiar o Brasil causa polêmica na web; Confira

Postado em Curiosidades 
Muita gente anda compartilhando no Facebook as impressões de um norte-americano sobre o Brasil. O nome do estrangeiro não foi divulgado. Confira a lista e faça e responda nos comentários “Concorda ou não com o que foi escrito?” 1. Os brasileiros não têm consideração com as pessoas fora do seu círculo de amizades e muitas vezes são simplesmente rudes. Por exemplo, um vizinho que toca música alta durante toda a noite… E mesmo se você vá pedir-lhe educadamente para abaixar o volume, ele diz-lhe para você “ir se fud**”. E educação básica? Um simples “desculpe-me “, quando alguém esbarra com tudo em você na rua simplesmente não existe. 2. Os brasileiros são agressivos e oportunistas, e, geralmente, à custa de outras pessoas. É como um “instinto de sobrevivência” em alta velocidade, o tempo todo. O melhor exemplo é o transporte público. Se eles vêem uma maneira de passar por você e furar a fila, eles o farão, mesmo que isso signifique quase matá-lo, e mesmo se eles não estiverem com pressa. Então, por que eles fazem isso? É só porque eles podem, porque eles vêem a oportunidade, por que eles querem ganhar vantagem em tudo. Eles sentem que precisam sempre de tomar tudo o que podem, sempre que possível, independentemente de quem é prejudicado como resultado. 3. Os brasileiros não têm respeito por seu ambiente. Eles despejam grandes cargas de lixo em qualquer lugar e em todos os lugares, e o lixo é inacreditável. As ruas são muito sujas. Os recursos naturais abundantes, como são, estão sendo desperdiçados em uma velocidade surpreendente, com pouco ou nenhum recurso. 4. Brasileiros toleram uma quantidade incrível de corrupção nos negócios e governo. Enquanto todos os governos têm funcionários corruptos, é mais comum e desenfreado no Brasil do que na maioria dos outros países, e ainda assim a população continua a reeleger as mesmas pessoas. 5. As mulheres brasileiras são excessivamente obcecadas com seus corpos e são muito críticas (e competitivas com) as outras. 6. Os brasileiros, principalmente os homens, são altamente propensos a casos extraconjugais. A menos que o homem nunca saia de casa, as chances de que ele tenha uma amante são enormes. 7. Os brasileiros são muito expressivos de suas opiniões negativas a respeito de outras pessoas, com total desrespeito sobre a possibilidade de ferir os sentimentos de alguém. 8. Brasileiros, especialmente as pessoas que realizam serviços, são geralmente malandras, preguiçosas e quase sempre atrasadas. 9. Os brasileiros têm um sistema de classes muito proeminente. Os ricos têm um senso de direito que está além do imaginável. Eles acham que as regras não se aplicam a eles, que eles estão acima do sistema, e são muito arrogantes e insensíveis, especialmente com o próximo. 10. Brasileiros constantemente interrompem o outro para poder falar. Tentar ter uma conversa é como uma competição para ser ouvido, uma competição de gritos. 11. A polícia brasileira é essencialmente inexistente quando se trata de fazer cumprir as leis para proteger a população, como fazer cumprir as leis de trânsito, encontrar e prender os ladrões, etc. Existem Leis, mas ninguém as aplica, o sistema judicial é uma piada e não há normalmente nenhum recurso para o cidadão que é roubado, enganado ou prejudicado. As pessoas vivem com medo e constroem muros em torno de suas casas ou pagam taxas elevadas para viver em comunidades fechadas. 12. Os brasileiros fazem tudo inconveniente e difícil. Nada é simplificado ou concebido com a conveniência do cliente em mente, e os brasileiros têm uma alta tolerância para níveis surpreendentes de burocracia desnecessária e redundante. 13. Brasileiros pagam impostos altos e taxas de importação que fazem tudo, especialmente produtos para o lar, eletrônicos e carros, incrivelmente caros. E para os empresários, seguindo as regras e pagando todos os seus impostos faz com que seja quase impossível de ser rentável. Como resultado, a corrupção e subornos em empresas e governo são comuns. 14. Está quente como o inferno durante nove meses do ano, e ar condicionado nas casas não existe aqui, porque as casas não são construídas para ser herméticamente isoladas ou incluir dutos de ar. 15. A comida pode ser mais fresca, menos processada e, geralmente, mais saudável do que o alimento americano ou europeu, mas é sem graça, repetitivo e muito inconveniente. Alimentos processados, congelados ou prontos no supermercado são poucos, caros e geralmente terríveis. 16. Os brasileiros são super sociais e raramente passam algum tempo sozinho, especialmente nas refeições e fins de semana. Isso não é necessariamente uma má qualidade, mas, pessoalmente, eu odeio isso porque eu gosto do meu espaço e privacidade, mas a expectativa cultural é que você vai assistir (ou pior, convidar amigos e família) para cada refeição e você é criticado por não se comportar “normalmente” se você optar por ficar sozinho. 17. Brasileiros ficam muito perto, emocionalmente e geograficamente, de suas famílias de origem durante toda a vida. Como no #16, isso não é necessariamente uma má qualidade, mas pessoalmente eu odeio porque me deixa desconfortável e afeta meu casamento. Adultos brasileiros nunca “cortam o cordão” emocional e sua família de origem (especialmente as mães) continuam a se envolvido em suas vidas diariamente, nos problemas, decisões, atividades, etc. Como você pode imaginar, este é um item difícil para o cônjuge de outra cultura onde geralmente vivemos em famílias nucleares e temos uma dinâmica diferente com as nossas famílias de origem. 18. Eletricidade e serviços de internet são absurdamente caros e ruins. 19. A qualidade da água é questionável. Os brasileiros bebem, mas não morrem, com certeza, mas com base na total falta de aplicação de leis e a abundância de corrupção, eu não confio no governo que diz que é totalmente seguro e não vai te fazer mal a longo prazo. 20. E, finalmente, os brasileiros só tem um tipo de cerveja (aguada) e realmente é uma porcaria, e claro, cervejas importadas são extremamente caras.
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Aula básica aos vereadores de Campos
06/11/2013 | 09h57
Para compreender a cidade como um todo, ninguém melhor do que ele Aristides Arthur Soffiati para nos falar.

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Pro lado deles tá feio
01/07/2013 | 11h46
O negócio tá bonito. Está feio pro lado deles. O resultado das ruas é contundente. Deixa um rastro de desgaste. Uns, por enquanto, estão quietinhos, fazem cara de paisagem, nem marola fazem, achando que vão tirar casquinha da caideira dos outros, mandam uns capachos provocar. O brasileiro aprendeu a comer o pouco mingau pelas beiradas. Aguardar o que vem pela frente resultado das ruas que não dão trégua. Cada manifestação com sua plataforma, uma soma na outra. No campo, os meninos fizerem a parte deles: dar moral e unir o povo. E vamos nós, BRASIL !!!
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CIENTISTA POLÍTICO FALA
23/06/2013 | 03h22
Íntegra da entrevista do professor e doutor em ciência política, Hamilton Garcia (Uenf) ao repórter da Folha da Manhã, Bruno Almeida Silva. FM- Esse momento que o Brasil atravessa pode ser entendido como uma revolução? É um movimento anárquico, sem precedentes? Pode ser confundido com terrorismo? HG-Podemos entender as manifestações como fruto do descontentamento popular, em particular das classes médias, em face de um Estado que, em todos os níveis, arrecada quase 40% da riqueza nacional e devolve à sociedade serviços de baixa qualidade, entre eles o transporte público, e uma máquina pública cara e plena de privilégios para apaniguados e cabos eleitorais. As pessoas estão nas ruas porque querem o fim dos privilégios e a solução de seus problemas, que vão da tarifa dos ônibus até a corrupção generalizada. FM-Como ele começou, o que o motivou, o que o difere dos demais movimentos que acontecem, por exemplo, na Grécia e na Turquia? HG-As ruas foram tomadas pela juventude porque elas não se sentem representadas pela superestrutura política vigente, em grande parte predadora do próprio Estado. O nosso tema é a crise do Estado, enquanto na Grécia é o colapso econômico e as medidas ortodoxas para combatê-lo, e na Turquia o avanço islâmico sobre o Estado. Nesses dois últimos casos, o tema do Estado está, por enquanto, atrelado a problemas oriundos quer do capitalismo (desemprego, endividamento, etc.), caso Greco, e da própria sociedade (teocracia islâmica), caso turco. FM- Aonde ele pretende chegar? Quais seus efeitos? Há legitimidade para eles? O que pode levá-los ao sucesso e o que pode os atrapalhar? Os poderes públicos toparão negociar com um movimento sem líderes? HG-No fundo eles querem livrar o Estado do parasitismo hoje dominante, mas não sabem muito bem como fazê-lo. Isto, naturalmente, passa por uma reforma política radical, no espírito do Ficha Limpa, mas muito além dele. Ao que parece, as lideranças do movimento ainda não vislumbraram com clareza esta saída, talvez ainda cegados pela neblina do antipartidarismo, que, paradoxalmente, é uma ideologia muito útil ao próprio sistema que eles combatem. Mesmo assim, eles lograram uma vitória importante em relação às tarifas e as negociações políticas não tiveram papel algum nisso. FM- O fato de até os sindicatos e partidos políticos serem, até certo ponto, rejeitados pela massa popular nas negociações, é bom ou ruim? HG-Até aqui, o movimento não tem tido nenhum caráter negocial e sim impositivo, o que é próprio da crise de Estado que estamos vivendo: de que vale negociar com "representantes" que se acham donos de seus mandatos? Os sindicatos – inclusive a UNE e as UEEs – e os partidos, estão sendo ignorados e hostilizados por não cumprirem seus respectivos papéis de representação dos interesses das bases. Isto naturalmente é ruim, mas os manifestantes não são os culpados disto e sim os dirigentes dessas instituições. FM-Sobre o chamado vandalismo que vem sendo praticado, pode ser entendido mesmo assim? É mesmo necessário? HG-Vândalo em manifestação de média/grande cidade, é como bêbado em comício de interior: difícil não aparecer um… FM-E sobre a organização através do Facebook e rumores de que a Justiça queria tirar o Face do ar, o que dizer? HG-As redes sociais têm sido uma alternativa ao esclerosamento das instituições sociais tradicionais, mas não podem substituí-las, de modo que novas instituições devem surgir a partir destas mobilizações. O que é preciso destacar, é que a transformação de um Estado só pode ocorrer se suas bases de legitimação forem transformadas, pela negociação ou pela imposição. O que esperamos é que estas transformações ocorram negocialmente, mas tais negociações são quase inviáveis na base da dinâmica política atual, onde os políticos, equipados com os recursos públicos, corrompem a vontade do eleitor para se elegerem e, assim, deixam de representá-los. Somente quebraremos este círculo vicioso por meio de um movimento impositivo de largo espectro que consiga arrastar consigo as velhas instituições e os partidos suscetíveis às reformas político-sociais. Hamilton Garcia (Cientista Político, UENF-DR)  
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HAJA EMOÇÃO
21/06/2013 | 01h57
HAJA EMOÇÃO Luciana Portinho Ao coro uníssono de “Rosinha é só caõooo, Rosinha é só caôoo”, mais de cinco mil pessoas saíram hoje alegremente em passeata pelas ruas de Campos. Diferentemente da anterior, a de hoje agregou outros setores da população. Ao longo do trajeto, populares aplaudiram, carros buzinaram, piscaram os faróis, das sacadas pessoas acenavam. Na frente da organização da manifestação, os “Campistas Cabruncos” um ajuntamento de jovens de diversas matizes e correntes ideológicas, em comum a mais completa insatisfação com a inoperância da política atual. A liderança do movimento local, composta por estudantes, demonstrou  maturidade e foco, ao não aceitar as poucas provocações de pessoas que foram ao evento com o propósito de macular o movimento. O único incidente sério foi causado pela provocação de dois conhecidos advogados ligados à prefeita Rosinha; Maurício Costa e Damasceno. Ambos juntos resolveram, subir no pequeno trio elétrico quando a manifestação parou em frente à Câmara do Vereadores.  Disseram que tinham ordem para parar o trio?! Foi pedido aos dois que descessem, se recusaram, empurra- empurra, socos trocados, no asfalto todos os cinco mil manifestantes estupefatos com a confusão criada lá no alto. Foram forçados a descer. Cheguei a temer pela vida deles ao saírem do trio no meio do povo.  Sorte não terem sido linchados. É porque a garotada só quer mesmo protestar, botar pra fora o estrondoso descrédito com detentores de cargos públicos em todas as esferas dos poderes. Basta ver a vaia ampla, geral e irrestrita aos poucos vereadores que estavam na sacada da Câmara Municipal, ao grito de “Não, não, não ,não me representa. Não, não, não, não me representa” Ainda que alguns comodistas sinceros ou apenas convictos incrédulos pensem que essa comoção popular pelo país não dê em nada, já deu.  O que é esta ONDA, ninguém ainda sabe, mas, dela algo novo na história virá. Da onda, Campos disse a que veio! Obs: A Polícia Militar esteve presente ao longo do percurso da passeata. Garantiu a segurança do evento, afastando infiltrações oportunistas, ajudando no fluxo do tráfego. Foi aceita com respeito pelos manifestantes. [caption id="attachment_6534" align="aligncenter" width="550" caption="Fotografias Luciana Portinho"][/caption]

[caption id="attachment_6538" align="aligncenter" width="550" caption="Ft. Edu Prudêncio"][/caption]
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Desenvolvimento Regional em Pauta
19/05/2013 | 11h17

  • Pensar coletivamente nunca foi demais. A sede do PSOL é na Av. Alberto Torres 104, em frente à Casa e Vídeo. O debate é com o professor da Uenf, Marcos Pedlowsky, Geógrafo e orientador de Mestrado e Doutorado.

 

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POLÍTICOS, políticos
20/09/2012 | 05h54
Em arrumação dos papéis (brigo feito cão e gato com os papéis, é história séria de paixão e ódio, reconheço) encontrei magistral artigo do Sebastião Nery, coluna ‘Contraponto’ da Folha de São Paulo. Outros tempos! Identifico como o ano de 1978; Campos tinha prestígio na política nacional e estadual, não vivia no isolamento construído pelo populismo. Em tempos de mísero culto à personalidade, compartilho o achado. Dá gosto ler e constatar os POLÍTICOS que os campistas sabiam fazer. Além do mais, bem escrito! LP
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"Diferentes, não desiguais"
23/02/2012 | 03h12
No dia de amanhã, dia 24 de fevereiro de 2012, 80 anos atrás a mulher brasileira conquistava o direito ao voto. Isso foi através do Código Eleitoral Provisório de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim foi uma conquista com limitações. Pelo código só mulheres casadas (autorizadas pelo marido), viúvas e solteiras com renda própria estavam aptas a votar. As restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, esse segundo código só tornava obrigatório o voto masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946. Restrito ou não o simples direito ao voto feminino reconhecido em 24 de fevereiro de 1932 é data a ser comemorada e lembrada como um avanço dos direitos políticos no país. Ainda que na década de 30 o direito ao voto tenha sido alcançado pelas mulheres só em 1979 - quase meio século depois -  o Brasil conheceu sua primeira senadora, a suplente Eunice Michiles (PDS-AM) que assumiu o cargo com a morte do titular, o senador João Bosco de Lima. Mais recente ainda, em 1994, Roseana Sarney (pelo extinto PFL) foi eleita a primeira governadora do país, no Maranhão. Hoje, ocupa a presidência da República Federativa do Brasil, Dilma Rousseff, eleita pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Águas rolam. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=oPdms_C6bH0[/youtube]
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O MEDO É UMA MERDA
05/02/2012 | 11h37
"Há quem tenha medo que o medo acabe."  Mia Couto [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=jACccaTogxE[/youtube]
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“A riqueza da gente são os amigos”
04/02/2012 | 12h16
[caption id="" align="alignright" width="320" caption="proac.uff.br"][/caption] Dias atrás fui entrevistar o Prof. José Luis Vianna para a Folha da Manhã. O professor e sociólogo é o diretor do pólo da Universidade Federal Fluminense, campus Campos. Para quem ainda não sabe da melhor das novas para a cidade. A UFF deu a largada na construção de sua sede definitiva em Campos. Em dois prédios de sete andares vai crescer, virão outros mais cursos. Um novo espaço cultural irá surgir. Ficará localizada, ali na beira rio, perto da ponte da ferrovia, entre o Fórum e o Ferreira Machado. Área central de Campos, de cara para o vento nordeste, naquele que foi o vasto terreno do pátio de manobra da Rede Ferroviária. Prensentaço que Campos ganhará breve. Não tenho dúvida: José Luis Vianna, escreverá em definitivo seu nome na história boa desta terra. Cultura, conhecimento e educação é do que mais aqui carecemos. Claro, temos a Uenf em plena produtividade. Aliás, atribuo à sua implantação a reabertura das mentalidades que por décadas de autoritarismo teve seu brilho tornado opaco. Com a Uenf, foi dado o primeiro passo no arejamento à uma cultura de enclave, predominante até então. A elite local foi forçada a respeitar valores outros que não só o poder da compra do dinheiro ou da origem familiar de um sobrenome. Pois conversar com o sociólogo José Luis Vianna foi como cutucar um formigueiro, a “efervescência invisível” de Marx. Na sua simplicidade nos toca com esperança de Campos vir a ser esta efervescência. Visível. Gratificante. Luciana Portinho   ( o título não é meu o texto sim)  
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