Cultura pede socorro
18/08/2015 | 08h52
Que situação! Mais uma vez recebo apelo pela sobrevivência da ONG Orquestrando a Vida. É um pedido para o qual é impossível silenciar. Conhecemos o trabalho sociocultural com os jovens campistas pela e na música erudita. É esforço gigantesco da ONG. É quase que uma miragem na árida paisagem  da política cultural de Campos.
Transcrevo o e-mail recebido, sem saber ao certo como ajudar, mas, calar seria um desserviço.
Caso o leitor, vislumbre ao menos um sopro, sugiro que estenda sua mão.
DESESPERO !!
" QUERIDOS AMIGOS, BOA TARDE!
A ORQUESTRANDO A VIDA SE ENCONTRA EM UMA SITUAÇÃO DESESPERADORA. ESTAMOS PARA FECHAR NOSSAS PORTAS E INTERROMPER NOSSO ATENDIMENTO A CENTENAS DE CRIANÇAS E JOVENS  QUE ATRAVÉS DA MUSICA RECEBEM A ESPERANÇA DE VER SEU FUTURO TRANSFORMADO.
PARA MIM É TRÁGICO !! PARA MIM É MUITO DIFÍCIL,POIS TRABALHAMOS A CERCA DE 19 ANOS NESTE PROJETO.
POR FAVOR,NOS APOIE!! EU NÃO SEI MAIS O QUE FAZER AMIGOS!! ME SINTO IMPOTENTE!!
SE PODE NOS AJUDAR ,POR FAVOR FAÇA CONTATO COMIGO .
QUE DEUS NOS AJUDE."
JONY WILLIAM
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CIRCUITO HISTÓRICO DE CONCERTOS
21/05/2015 | 11h01
A Ong Orquestrando a Vida apresenta o Circuito Histórico de Concertos, amanhã (22) às 20h, na Igreja do Carmo. Antes, às 19h haverá uma visita guiada pela igreja. Programa imperdível para os amantes da música. concertos
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EM CAMPOS, TOCAR É LUTAR!
30/08/2014 | 12h04
Na quarta-feira passada (27/08) a Ong Orquestrando a Vida, reuniu em sua sede, os pais e alunos, para uma conversa. Mais uma vez, o assunto foi o convênio não renovado com a Prefeitura de Campos, que fez com que a Orquestra Sinfônica Municipal de Campos e o Coro Municipal tivessem suas atividades interrompidas. O ano de 2014 , tem sido até aqui, um tempo de muita aflição e de dificuldades materiais para a entidade. Também tem sido de tristeza. Ao ser alvo de acusação pública pelo poder público municipal local, à direção da Ong não restou outra opção do que se defender, também publicamente. Ao fazê-lo da forma irresponsável como tem feito, a municipalidade usa do expediente surrado de desmerecer a história da Ong, de tentar  em vão incompatibilizá-la com a sociedade campista. Em uma cidade constantemente envolta em imoralidades, em suspeições de todo tipo e espécie, é pura maldade. É aquela tentativa da mentira repetida, mais do que manjada, de jogar pro limbo do descrédito, todo um trabalho social calcado na música erudita, na construção de orquestras de jovens músicos. O que garante, no dia a dia, a sobrevivência da Ong Orquestrando a Vida, é o resultado. É o reconhecimento da sociedade. É a consciência de fazer o certo. É a certeza da importância da sua existência junto aos jovens carentes de Campos. Por isso, são combativos e tem como lema: “Tocar e Lutar”. Não por acaso, sempre que despudoradamente atacada - por aqueles que querem porque querem, em tudo, dividendos políticos de curto prazo – vozes de todos os cantos do mundo se levantam em apoio. Não por acaso, o governo do Estado do Rio de Janeiro, há dois anos, cedeu o imóvel onde foi instalada a linda sede do projeto. Todos que lidam com a Cultura no interior, não com o entretenimento, sabem da situação que é andar de pires na mão, atrás de recursos. Enfim, parece que uma luz se acendeu no horizonte. Vamos torcer!
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Novo Encontro em favor da Ong Orquestrando a Vida
19/08/2014 | 11h22
 

Quem ama a ARTE e reconhece o trabalho gigantesco e bonito que eleva tantas VIDAS através da música erudita em Campos, um novo momento de luta em defesa desse universo. Que a insensibilidade e os interesses mesquinhos sejam menores, que a gente possa se orgulhar de TODOS os que mantêm, no dia a dia, a garra e a disposição de TOCAR E LUTAR!

 

 

 

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Prefeitura de Campos impõe fim à Orquestra Sinfônica Municipal e ao Coro Municipal.
13/08/2014 | 09h56
Se alguém, ainda no início do ano de 2014,  poderia duvidar de que existia mesmo a intenção de não dar continuidade à Orquestra Sinfônica Municipal e ao Coro Municipal, administrados a partir de Convênio firmado entre a PMCG e a ONG Orquestrando a Vida, creio que agora, no oitavo mês do encerramento de suas atividades, já não duvida mais. Como prática mais do que manjada, a PMCG quer puxar para lama, todo um trabalho musical sério - são anos de dedicação exclusiva -, inclusive reconhecido fora das fronteiras do país. Em um município relacionado a falcatruas amplas, gerais e irrestritas, o mais fácil é tirar de si a responsabilidade e enxovalhar com a moral dos outros. A PMCG tergiversa, não assume publicamente que não tem interesse na manutenção da OSMC e do Coro Municipal. Me aventuro a afirmar que qualquer projeto cultural de longo prazo foge completamente do perfil da administração atual. Aqui se governa aos solavancos eleitorais. A "colheita" só interessa se rende dividendos de dois em dois anos. Bom, mas, aí já é a minha opinião, o que nem vem ao caso. Ontem, a Superintendência Administrativa e Financeira da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (ver blog Na Curva do Rio, aqui) divulgou nota oficial em que culpa a ONG Orquestrando a Vida, pela não renovação do convênio: a ONG não teria entregue a documentação exigida por Lei. Hoje, em resposta a simplória nota da FCJOL, a ONG Orquestrando a Vida rebateu a acusação com dados, datas, protocolos e esclarecimentos reafirmando que toda a documentação exigida foi entregue à prefeitura (ver blog Na Curva do Rio, aqui). Sugiro que leiam as duas notas. Como inteligentes que são, reflitam e concluam. Se desejarem mais embasamento, leiam também aqui e aqui. [caption id="" align="aligncenter" width="620" caption="OSMC, ano de 2013"][/caption]      
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Cabeças vão rolar
25/04/2014 | 01h23
Nessa crise que se agrava na Cultura em Campos, um assunto de difícil entendimento é o sururu feito com a Orquestra Municipal de Campos dos Goytacazes. Em síntese: não há mais Orquestra Municipal. O convênio assinado com a prefeitura, em meado de 2012, era breve e se acabou. Expirou, findou, sem que a PMCG tomasse qualquer atitude para renová-lo. Simples assim! No mais, é o silêncio imposto pela FCJOL. No mais, são os "ataques" dirigidos para denegrir o esforço incalculável da ONG Orquestrando a Vida de criar uma orquestra sinfônica com jovens campistas carentes, como o da criação manjada de um blog apócrifo para levar todos ao limbo comum em que se encontra a cultura atual. No mais, é a inveja daqueles que não conseguem mensurar o suor cotidiano de músicos empenhados em formar músicos e plateia para a música erudita na planície. O assunto tem sido trazido a público em algumas postagens como aqui, aqui e, mais recente, também aqui, no blog do jornalista Alexandre Bastos. Neste último, recebeu o comentário de um suposto aluno/músico que pediu para não ser identificado. Agora, também abaixo, segue um e-mail que recebemos, em resposta ao comentário feito no blog do Bastos. Leiam, peço, e tirem as suas próprias conclusões. "Como disse Carlos Drummond de Andrade “O anonimato combina o prazer da vilania com a virtude da descrição”. Por esse simples motivo me reservo ao direito de também me utilizar do recurso do (a) colega acima. Eu acredito que o problema da Orquestra Municipal é único e exclusivo do Sr. Jony William. Pois ensinar um instrumento a uma criança que nunca soube nada, que não possui em sua família sequer um músico profissional, em uma cidade que 20 anos atrás não tinha nenhuma tradição de orquestra (violoncelos, oboés, trompas, contrabaixos, tímpanos eram coisas de outro planeta). E conseguir através de lutas e protestos dar o primeiro emprego a este(a) jovem, que aos 16 ou 18 anos deveria abandonar os estudos de musica para se dedicar a qualquer outra coisa ou se mudar de sua cidade, como muitos já fizeram. Podendo no lugar disso contratar músicos profissionais de outras cidades que já viriam formados, digo com faculdade de música mesmo (o que provavelmente o(a) jovem acima não possui) é uma coisa totalmente insana. As falhas do Sr. Jony William não se limitam a isso, trazer professores dos EUA, Venezuela, Espanha e não cobrar nada por isso. Liberar músicos para se aperfeiçoarem em faculdades e cursos na capital e em outras cidades, sem descontar do salário ou exigir reposições de aulas. Fomentar 3 turnês internacionais para Bolívia, EUA e Portugal com tudo pago para 80 músicos (com apoio externo e pouca ajuda do poder público). Ceder instrumentos de luthier (feitos a mão e não de fabrica como vendem as lojas) para o aluno poder se aperfeiçoar e sentir seu progresso através de um instrumento que responda à altura. Por favor, não é, senhor JW, isso é uma barbárie. Imagina que mesmo depois disso tudo o senhor poderia simplesmente contratar apenas maiores de idade para atuar nas classes aos alunos novos, podendo pagar salários para atuarem como professores da rede municipal e músico de orquestra, como fazem Neojibá (importante projeto da Bahia), Orquestra de Barra Mansa, Orquestra de Volta Redonda, o senhor resolveu implementar na contratação, além dos maiores de idade, o programa do governo federal O jovem aprendiz, que toda grande empresa do país utiliza e que podemos citar alguns salários como CORREIOS que paga R$292,43 ou a VALE do RIO DOCE que paga R$ 426,76. O senhor me resolve pagar R$ 656,00, para o “profissional” (aluno que nem terminou o Ensino Médio) estudar pela manhã, compartilhar o que aprendeu ali mesmo das 14h às 17h e depois alguns ensaios e um concerto por mês. Por favor não é senhor Jony William. Isso é um atestado de imbecilidade. Acho que o senhor precisa entender que além de educar, ocupar o tempo ocioso, ensinar valores, ensinar um instrumento, e ainda o remunerar para tudo isso. Precisa ensiná-lo(a) que no país que nós vivemos nenhuma grande empresa aceita renovar um patrocínio sem a contrapartida (não estou falando de crianças carentes salvas pela música e sim de grandes porcentagens em dinheiro de retorno) e que patrocinar qualquer coisa em uma cidade que recebe 2 milhões em espécie por dia de royalties é um atestado de burrice. Também poderia ensinar que 40% das verbas de qualquer coisa aprovada pelo poder publico é revertido em impostos municipais, estaduais e trabalhistas. Também deveria ensinar que a ONG do ES que anteriormente iria administrar a Orquestra Municipal não pretendia trabalhar com ninguém de Campos (muito menos com crianças de projetos sociais), além de estar orçada em R$ 4.000.000,00 e ter salários exorbitantes para pessoas inclusive de outros estados. Por fim acho que deveria ter ensinado a esta pessoa a no mínimo ser grata por ter lhe ensinado (ou tentando) uma profissão. Gostaria de ver o grande músico acima nos agraciando com seu belíssimo som em qualquer outra orquestra profissional do país que tenha capacidade de se estabelecer. Será? Enfim, Sr. JW o erro é todo seu por insistir em acreditar em pessoas nessa cidade… Lamentável!
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É amanhã....
15/08/2013 | 11h28
[caption id="attachment_6845" align="aligncenter" width="600" caption="Divulgação"][/caption]

.... A grande festa na roça! Vai ser pra lá de animada e ainda vai ajudar os nossos  jovens músicos a se apresentarem no inicio de setembro em quatro cidades de Portugal. Esses músicos são o lado ótimo de Campos. Tenho baita orgulho de todos eles!

Todos lá!
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PARA VIVER
01/06/2013 | 07h18
Este é Caio Freire, um menino de nove anos que nós- ainda- muito ouviremos falar nele. Desde os seis anos, isso mesmo, pequenino começou a tocar flauta transversa, na ONG Orquestrando a Vida, Campos.  Há três anos, quando começou a estudar flauta mal dava para ele acomodar o instrumento no ombro pequeno e segurá-lo. Colhi o depoimento dele, junto à sua mãe que é a sua maior fã. Ele é qualquer coisa de vivaz, simpático e carinhoso. Não pensa em outra coisa para a sua vida a não ser tocar, tocar e lutar...que é o lema da Orquestrando a Vida. Cada entrevista concluída tem me revelado o conteúdo infinito deste projeto musical. Não há como não vibrar com o resultado técnico desses jovens músicos, com a qualidade das orquestras e mais ainda com o poder transformador da música no íntimo de cada um desses meninos e meninas.  Atenho-me para preservar a surpresa futura, mas, como não parabenizar de público aos maestros Jony William Villela e Luis Maurício Carneiro. Aqui, ele com a mãe Kellen.

Aqui , eu e Caio.

 

 
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1º Festival Sinfônico, programação
11/05/2013 | 10h42
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Musicistas e Orquestras em Festival
10/05/2013 | 10h13
Começou ontem o 1º Festival Sinfônico, uma realização da ONG Orquestrando a Vida, e do Teatro Municipal Trianon, com apoio da Universidade Estadual do Norte Fluminense, do Centro Cultura Musical de Campos e Três Produções. [caption id="attachment_6235" align="aligncenter" width="450" caption="Divulgação"][/caption]

 

O evento musical traz a Campos destacados mestres da música erudita de reconhecidas orquestras do Brasil e exterior. O objetivo é aprimorar a técnica dos músicos, desenvolver a cultura musical, revelar talentos, promover maior integração e o intercambio cultural internacional. Com seis dias de duração, vai até o próximo dia 15. Os 15 professores convidados são do Rio de Janeiro, São Paulo e, finalmente, três são venezuelanos. Estes integram o “El sistema” — dirigido por Gustavo Dudamel, considerado um fenômeno da música clássica mundial — e reconhecidos pela prática sinfônica nas centenas de orquestras da Venezuela. Do Festival participam músicos de várias orquestras campistas tais como Orquestra Infanto Juvenil, Orquestras Sinfônicas David Machado e Mariuccia Iacovino. As inscrições estão sendo realizadas na sede da Orquestrando a Vida, as vagas são limitadas e estão abertas a todos os músicos com prática em orquestra para oficinas e aulas de aperfeiçoamento. As aulas serão ministradas na sede da ONG. Os concertos serão realizados no auditório do Centro Cultura Musical e no Centro de Convenções da UENF. “Vamos realizar um grande Festival Sinfônico em Campos. Músicos de várias orquestras sinfônicas do Brasil se encontrarão na Orquestrando a Vida”, disse o presidente da Orquestrando a Vida Jony William. Luciana Portinho Folha Dois, sexta, 10/05.
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