Parente é
16/08/2015 | 12h43
Se é mãe não afirmo, mas, que é parente em primeiro grau isso é!  
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TORRESMO E SANTINHOS DO GAROTINHO PARA ITAPERUNA
21/09/2014 | 10h21
Nesta sexta-feira passada (19/09), o caso da gráfica campista PH Gomes Editora Ltda, leia-se jornal O Diário, ocupou o noticiário nacional. Mais um dos sucessivos escândalos eleitorais realizado à favor da candidatura do marido da prefeita Rosinha. O destino da carga supostamente ilegal? A cidade vizinha de Itaperuna, ou melhor, a candidatura a deputado estadual do Jair Bittencourt (PR). A carga de quase um milhão de "santinhos", descoberta pelos fiscais do TRE-RJ,  seguiria escondida por sacos de torresmo. Parte da carga ia em um veículo com placa de São José do Ubá, Noroeste Fluminense.  O carro estava adesivado com material de Garotinho e do seu parceiro o Jair Bittencourt, braço do candidato a governador em Itaperuna e redondezas. O motorista da caminhonete, ao ser indagado pelos fiscais do TRE ao sair da gráfica, qual tipo de carga o mesmo transportava, respondeu: "torresmo". (ver aqui) Os fiscais do TRE-RJ avaliam em milhões o material de propaganda já impresso na mesma gráfica que ato contínuo foi lacrada. Não foi entregue, na ocasião, o registro da ordem de serviço, a tiragem, nem emissão de notas fiscais.(ver aqui) Aos olhos da Justiça Eleitoral e da população, uma heresia. Pelas palavras do marido da prefeita Rosinha, "Não vai dar em nada", como afirmou em referência a outra ação similar anterior, a do fechamento do Centro Cultural Anthony Garotinho (CCAG), que supostamente distribuía 'kits' nada culturais às gestantes em pleno período eleitoral (ver aqui). [caption id="attachment_8467" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. O Globo"][/caption] [caption id="attachment_8468" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Blog do Bastos"][/caption]

 

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Mais um suposto "crime" eleitoral em Campos?!
10/09/2014 | 12h15
Ontem, 09/09, recebi de uma leitora (servidora pública municipal) denúncia, daquelas que confirmada, é grave. Cai como uma bomba! A cidadã campista (por motivos óbvios) me pediu sigilo quanto ao seu nome. Aos fatos. A mesma é lotada em uma secretaria municipal: trabalha no Centro Administrativo da Prefeitura de Campos, mais conhecido como Cesec. Tentou acessar por mera curiosidade, de um computador naquele que é seu ambiente de trabalho, às 15.17h (como demonstrado no canto direito da foto, tirada por ela), o site do candidato a deputado federal, Dr.Makhoul. Estranhamente o site do Dr. Makhoul está com o acesso bloqueado (censurado?) a todos os servidores lotados no Cesec. Mais estranhamente, o site da candidata à deputada federal Clarissa Garotinho está liberado para acessos aos servidores lotados em secretarias do Cesec. Todos sabem que D. Makhoul é um candidato de oposição ao governo da senhora prefeita Rosinha Garotinho. Todos sabem que a candidata Clarissa Garotinho é filha da prefeita Rosinha Garotinho. É um abusivo uso do poder econômico, ou seja, manipulação da "máquina" municipal com claro propósito em favorecer a candidatura da filha da prefeita? Ou, esta blogueira está a ver miragens? Abaixo, a fotografia reveladora. Avaliem com seus próprios olhos e raciocínio, e digam.

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Telemarketing ilícito contra Lindberg e Crivella suspenso pelo TRE-RJ
31/08/2014 | 09h04
TRE-RJ suspende atividades ilícitas de telemarketing contra Lindberg Farias e Marcelo Crivella
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro determinou nesta sexta-feira, 29, que as empresas IPCorp Serviços Empresariais S.A., Falkland Tecnologia em Telecomunicações S.A., Talk Telecom Corp Informática Ltda e FFFX Participações S.A suspendam, imediatamente, a realização de qualquer atividade de telemarketing contra Lindberg Farias e Marcelo Crivella. A decisão é do corregedor do TRE-RJ, Alexandre de Carvalho Mesquita, e foi tomada após ação ajuizada pelos dois candidatos ao Governo do Estado e pela coligação Frente Popular (PT-PV-PSB-PCdoB), alegando que diversas ligações a eleitores estariam sendo realizadas com o objetivo de denegrir a imagem dos políticos.
Segundo a decisão, as ligações devem ser interrompidas, assim como está proibido qualquer tipo de abordagem via telemarketing contra os candidatos, como forma de evitar a perpetuação da conduta abusiva lesiva à lisura e equilíbrio do pleito eleitoral. Caso contrário, será aplicada multa diária de R$ 100 mil aos sócios das empresas. A decisão também determina que as empresas apresentem, no prazo de 48 horas, a cópia dos contratos de telemarketing, os dados completos dos contratantes e a relação dos números telefônicos contatados, com a reprodução das mensagens que mencionam os candidatos. Se as empresas não cumprirem a determinação, será feita busca e apreensão dos dados e informações.
O caso
Com a intenção de difamar os candidatos, foram realizadas em todo o estado do Rio de Janeiro, com maior ênfase para o fim de semana do dia 8 a 10 de agosto, ligações para fazer propaganda negativa. A ação foi retomada a partir do dia 22 de agosto, quando as ligações passaram a ter conteúdos mais agressivos que os primeiros, com o claro objetivo de prejudicar o candidato Lindberg Farias. Segundo a ação proposta, o esquema de ligações é “um aparato robusto e organizado, realizado por profissionais e por empresa especializada, com evidente conotação de abuso de poder econômico a interferir, com veemência, nessas eleições”. Ainda segundo a ação, as ligações foram feitas após as divulgações das pesquisas de intenção de voto para governador feitas pelo Datafolha e pelo Ibope.
A ação também cita diversos eleitores que teriam recebido tais ligações. Segundo o relato de uma eleitora, que recebeu a ligação no dia 23 de agosto, a gravação seria para fazer uma pesquisa sobre a entrevista de Lindberg Farias a uma emissora de TV. Segundo o relato da eleitora, a gravação perguntava o que mais tinha chamado a atenção na entrevista e, entre as opções, todas eram negativas e contra Lindberg Farias. Contra o candidato Marcelo Crivella, a mensagem das gravações citava que o eleitor tinha sido selecionado para responder a uma importante pesquisa e as opções de resposta também denegriam o candidato.
“Essas empresas operacionalizam milhares de ligações, geralmente pelo sistema VOIP (internet), o que dificulta a sua localização presencial, visto que a maioria de seus equipamentos está alocada fora do território nacional. Mas atuam de maneira conjunta e coordenada, dentro de um sistema societário imbricado e confuso, justamente para dificultar o rastreamento de suas ações”, destaca a ação.
*ver integra da ação do TRE-RJ aqui.
Ascom Lindberg Farias
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CAMPANHA ELEITORAL, CAIXA PRETA E COFRE ABERTO
07/08/2014 | 10h19
No início do ano, circulou pelas redes sociais a charge abaixo. Foi logo depois do Carnaval. A charge afirmava que a Exma.Sra. Prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), já naquela época supostamente teria gasto R$ 9,5 milhões com terceirizações. Passado mais uns quatro meses, a conta deu um pulo, atingiu R$ 120 milhões, virou um caso de Justiça, com a 2ª Vara Cível da Comarca de Campos, obrigando a Prefeitura a prestar os esclarecimentos sobre terceirizados, nomeados e contratados e a prefeitura buscando o "direito" de não prestar nenhuma informação à sociedade ao recorrer para o  Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ). Ver aqui e aqui . Entre os mais bizarros argumentos alegados,  a prefeitura de Campos afirmou no recurso,  “Não possuir a listagem dos servidores terceirizados”. Resta saber:  então, quem a teria? Hoje (07/08), o Blog do Bastos (ler aqui) noticia que a menos de dois meses da Campanha Eleitoral, jorraram do cofre municipal perto de R$ 39 milhões para pagamentos realizados nos últimos dias a empreiteiros, prestadores de serviços e publicidade. Voltemos à campanha eleitoral, mais prosaico contar votos.
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Eleitores pela Paz?Pode isso TRE-RJ??
22/05/2014 | 01h43
Ontem, faltando menos de 5 meses das eleições, com apenas a abstenção da minoria de 4 vereadores da oposição, a bancada situacionista aprovou na Câmara Municipal um programa pra lá de esquisito. No papel o "Jovens pela Paz" é bonito. Visa dar (conceder, distribuir) bolsas de R$ 350,00 a R$ 500,00 aos jovens eleitores de 16 a 25 anos. Nos parece que a ação, que suponho deva se propor social, aprovada em período pré-eleitoral, transparece ter fins diversos. Para uma prefeitura que não dá conta de gerir com eficiência o setor de saúde - vide denúncias recentes do G1 (ver abaixo) de falta de elevadores no Hospital Ferreira Machado e de tomógrafos em funcionamento também nos dois hospitais municipais - e cujo, nada menos,  o marido da prefeita é declarado pré-candidato a governador, teria sido mais sensato aguardar o fim das eleições de outubro, resguardaria a independência do poder legislativo. Tem sido evidente, basta observar a quantidade de processos em tramitação no TRE-RJ, contra o deputado federal Anthony Garotinho (PR), ver aqui e aqui, sobre as supostas iniciativas que o mesmo tem tomado na também suposta autopromoção de sua declarada pré-candidatura ao governo do estado do Rio, nas próximas eleições. Bom, assim tem sido o entendimento da maioria do TRE-RJ; ontem o deputado foi proibido de apresentar os programas "Fala Garotinho" e "Palavra de Fé", no rastro foi também proibido de distribuir prêmios e brindes em programas de rádios e eventos.
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Napoleãozinho: avacalhação ou heresia?
05/01/2014 | 05h17
Martinho Lutero ao propor a Reforma Protestante no século XVI preconizou, entre as 95 Teses, uma que destaco: "Portanto, fora com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo "Paz, paz!" sem que haja paz!" É sabido, também, que dispensou intermediários entre a relação de o indivíduo e Cristo. Se ainda isso não bastasse, para evidenciar o engodo, é claro o intuito político do deputado federal Garotinho (PR), ao cadastrar fiéis eleitores  e distribuir "kits" com camisa careca e livro. Para burlar a justiça eleitoral assina como "Irmão Garotinho". Assim como Napoleão Bonaparte coroou a si mesmo Imperador da França, o deputado auto-coroou-se  Pastor Evangélico dos fiéis eleitores fluminenses. Escolheu só enviar de graça (sic) o kit para os fiéis evangélicos do Rio de Janeiro. Bom, deixo que pensem. Leiam aqui a matéria publicada hoje pela Folha de São Paulo e repercutida localmente em primeira mão, aqui, pelo blog do Zé Paes, Folha Online. A título de ilustração seguem abaixo fotografias do material distribuído pelo deputado.                  
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Deu no que deu e o que deu foi pouco
08/10/2013 | 04h56
Repercute na mídia nacional,até os dias de hoje, o disparate do uso indevido dos equipamentos públicos urbanos pintados de rosa, rosinha, lilás ou roxo paixão pela prefeitura de Campos. Em qualquer tempo seria  absurdo, naquele, às vésperas das eleições de 2012, uma despropositada arrogância. Quem não se lembra, o que é bem improvável, releiam aqui o post em que fizemos a denuncia. "É intensa a disposição da PMCG para pintar a cidade de lilás ou roxo paixão. Domingo (23/09), às 14.15h, esquina da Beira Valão com Formosa, lateral do  Mercado Municipal,  e a equipe da EMUT fazendo hora extra". Também fizemos este outro aqui, passem os olhos. Hoje, o blog do colega Gustavo Matheus, trás o seguinte:

Ricardo Boechat sobre os postes rosáceos: “Imbecil, idiota e criminosa”

Por Gustavo Matheus, em 08-10-2013 - 14h58
 
Na TV, o jornalista apresenta o Jornal da Band 
O jornalista Ricardo Boechat disse o seguinte, hoje, no programa de rádio Band News FM, no Rio de Janeiro: “Imbecil, idiota e criminosa… Uma pessoa que usa dinheiro público para pintar postes com as cores da sua campanha eleitoral. Nunca vi tamanha babaquice”. Fecha a conta e passa régua! (ver aqui)
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Mais um?
24/09/2013 | 09h49
Partido Republicano da Ordem Social, o 31º partido político do Brasil aprovado hoje (24/09) pelo Tribunal Superior Eleitoral. O PROS será a favor de que e contra o quê? É curiosidade legítima desta blogueira. Republicano, suponho que sejam todos os brasileiros nascidos nesta República. A favor da ordem social que força política nacional não seria?

   
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MOUCOS OUVIDOS
07/08/2013 | 08h43
MOUCOS OUVIDOS Geraldo Machado A expressão, parece que vinda de Portugal, diz de surdez, mas proposital – a pessoa elege o que quer ouvir, presta atenção no que lhe interessa, assim fazendo abstração de tudo o mais que lhe não possa parecer atraente, capaz de despertar qualquer atenção. Ouvidos moucos parece que é a constante em certos círculos de Poder, mais precisamente, no Tribunal Superior Eleitoral. Eis que os distintos Ministros dão a público uma bem elaborada e custosa campanha institucional, dizendo das virtudes de ser o voto melhor identificado, com a implantação do método da impressão digital, essa coisa toda. Ao que parece, o  que se visa é a progressiva eliminação de fraudes no ato de votar, ainda parece que constante em grotões... Mas, convenhamos, não é essa a voz que eclodiu das ruas, não faz tanto tempo assim. A juventude saiu, em coro, ecoou seu canto de guerra contra os corruptos de todos os matizes, de todos os segmentos, de todos os naipes. Há um consenso, gritado a plenos pulmões, de que a massa jovem não se sente representada, o que também contamina classes trabalhadoras, o cidadão comum. Ninguém hoje, de sã consciência, deixa de fazer coro aos reclamos de uma sociedade que se quer mais legitimamente representada. O xis do problema, então, senhores Ministros, não é  saber se João votou por Pedro, se Joaquim votou no lugar da mulher Maria, mas de saber como se começa o processo de demolição de um sistema eleitoral absolutamente corrupto, em que voto virou mercadoria, em que ações políticas estão, a mais das vezes, acopladas a interesses de grupos, não só de pequenos ou médios empresários, que se contentam em “colocar” um caminhãozinho na Prefeitura ou no Estado. Aí está o impacto das revelações do CADE que não deixam dúvidas de quanto e como se urdiram manobras para eliminar concorrências, para majorar preços, para onerar o Erário, isso em São Paulo e em Brasília, por enquanto. As administrações apontadas têm de responder à História, sobre todos nós aprendermos a lição de que não podemos mais seguir ungindo esse ou aquele político ou grupo, sem que haja um compromisso real de representatividade, no maior alcance que se possa querer. O resto, essa campanha, como outras e muitas outras, apenas se prestam a mascarar, a maquiar uma realidade - sinistra, absurda, imunda - que é exatamente o alvo dos reclamos dos jovens e da sociedade, neste preciso instante. * Artigo que nos foi enviado pelo advogado e colaborador da Folha da Manhã, Geraldo Machado.
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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