A ÚLTIMA ESTAÇÃO
19/05/2015 | 02h03
No momento em que se discute acaloradamente o estabelecimento, ou não,  de "cotas" de refugiados por países da União Europeia (tal a quantidade deles que mesmo com riscos e mortes se lançam, em condições precárias,  no Mar Mediterrâneo em busca de uma nova chance de vida), o Cineclube Goitacá promove a 1ª Mostra Líbano-Goytaca de Cinema. O evento é em parceira com a Associação Cultural Líbano Goitacá e o Centro de Memória do Campus Campos - Guarus IFF. Será amanhã, quarta-feira (20),  às 19h, no auditório do IFF Guarus com o filme "A Última Estação". Trata da vinda dos emigrantes Libaneses para o Brasil. A entrada é franca, aberta a todos interessados pelo assunto. Após a exibição haverá debate. Um bom programa! mostra cineclube
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Especial
28/09/2013 | 11h34
Ela, Maria Rita Maia, foi para mim das mulheres mais instigantes no campo do estudo literário goitacá. Mulher decididamente doce e alegre. Professora dinâmica, palestrante que nos prendia pelo domínio da matéria, pela naturalidade de sua fala. Tive o prazer de integrar o Conselho Editorial da Fundação Cultural Jornalista Lima com Rita Maia. Algumas reuniões foram feitas, das quais também participavam o imortal professor Aristides Soffiati, o professor doutor Carlos Frederico de Menezes e o jornalista Chico de Aguiar, então diretor de Literatura da fundação. Guardei, momentos produtivos e elegantes de encontro e resultados. Fica a todos, o convite da Academia Campista de Letras que nesta próxima segunda-feira (30/09),  prestará homenagem a esta mulher culta. A estação não poderia ser mais adequada: Rita combinava com flores. Noite especial!
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Ele continua o mesmo Aristides
06/05/2013 | 04h22
Ele é Patrimônio da Humanidade. Um dos, certamente, mas, não é para qualquer um. Um carioca que, aos 23 anos aqui aportou, fincou raiz, amadureceu, espalhou sementes.  Trata-se de Aristides Arthur Soffiati, professor universitário, ambientalista, acadêmico e um dos mais antigos colaboradores da Folha da Manhã.  Soffiati lança o livro “As Lagoas do Norte Fluminense” (Essentia Editora), na próxima quinta-feira, em noite de autógrafos  no Campus/Centro do  IFF , às 18 horas. Na ocasião, ele relança o livro “Mínima Poética”, anteriormente lançado na Academia Campista de Letras. [caption id="attachment_6178" align="aligncenter" width="550" caption="Charge Marco Antonio Rodrigues (Capa da Folha Dois, domingo, 5/05)"][/caption]

 

“As Lagoas do Norte Fluminense” é uma coletânea de artigos jornalísticos, entrevistas, cartas públicas e documentos, alguns raros. Não é um livro científico.  Foi escrito com uma linguagem agradável e acessível, bem ao estilo Soffiati. “Demorei muito, desde 1978, escrevendo e reunindo o material sobre órgãos que foram extintos como o DNOS – Departamento Nacional de Obras de Saneamento. A sede geral do DNOS era ao lado da Favela da Maré, no Rio de Janeiro. Informaram-me, então que com a extinção das funções do departamento, o prédio estava largado, os papéis, mapas e fotografias estavam sendo vendidos a peso pela população. As fotografias, em torno de 17 mil, usadas como varal de roupa. Na época eram filmes de celulóide. Fui ao Ministério Público, fiz a denúncia. Tive acesso a cópias que me foram doadas e entreguei o material do Norte fluminense ao IFF, está lá preservado e digitalizado”, diz o professor. Soffiati esclarece que a maioria dos textos foi publicada na Folha, entre 1978 e 2012. A sua trajetória de luta em defesa das lagoas do Norte fluminense está esmiuçada. “É a parte mais opulenta do livro de um indivíduo que foi aprendendo, apanhando e adquirindo conhecimento como um instrumento necessário ao embasamento das lutas. Dele constam propostas, não só denúncias e reclamações. Deixo minha contribuição a quem quiser trabalhar. Se destina ao leigo, mas, à pesquisa também”, relata. A capa é bonita, uma panorâmica do nosso litoral com a terra sinuosamente alinhavada pelas águas da Lagoa do Açu e do Banhado da Boa Vista. Na contracapa, em preto e banco, a imagem inesperada de Soffiati em pé em um barco sendo literalmente protegido por um soldado armado, um fuzileiro naval. No fundo do barco muitos canos de PVC, artefato que foi utilizado para dinamitar os diques irregulares que reduziam o espelho d’água da Lagoa Feia. “Esperava nunca ver isso”, relembra risonho. Este ano de 2008, foi o momento áureo da sua luta em prol da preservação do patrimônio ambiental. Foi um verão com enchente,  que o Ministério Público o procurou para que apresentasse alguma solução. “Era preciso ampliar a área original da Lagoa Feia, reduzir o impacto das enchentes. Uma lagoa é também uma esponja”. O professor informa que no início do século XX, em 1900, a Lagoa Feia, tinha 370 km². Em 1970 só estava com 170 km², ou seja, em apenas 70 anos perdera 200 km², mais da metade. “Propus, detonar cinco diques. Foi inacreditável, ter os militares me defendendo, rompemos quatro deles. Hoje, segundo estudo do IFF a Lagoa Feia recuperou 40km². Está com 210km²”, fala satisfeito com a vitória. Olhando para trás, Soffiati, nitidamente observa a falta de noção do perigo e a sua ousadia em desafiar pessoas do Exército, Polícia Federal, deputados estaduais, vereadores. Foi sete vezes processado, ganhou todas. Entre os que o processaram estão o radialista Barbosa Lemos, a Cedae e o deputado federal Garotinho. Também foi processado por uma juíza de São João da Barra, “Reconheço que eu tinha uma atitude temerária, fazia parte, não retiro nada, não me arrependo, conta uma história”, frisa ele. O professor que fez da defesa da natureza o seu campo de lutas nunca quis se ligar diretamente a política, apesar de sempre ter feito política. Não pertenceu a algum partido político. Fez do Centro Norte Fluminense de Conservação da Natureza – CNFCN – a sua ferramenta, o seu partido. “Fui percebendo o quanto é fácil ser revolucionário em sala de aula. Ao longo dos anos, me calibrei no processo, sem perder o perfil crítico”. No presente, Soffiati, está aposentado do magistério, não da vida pública. Afirma carregar um ônus: “Me pedem tudo, que eu resolva tudo. Bajulam-me, pesa uma responsabilidade. Mas não sou órgão público”! Luciana Portinho Capa da Folha Dois, domingo, 5/05.
 
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Bons lançamentos
22/04/2013 | 04h30
Arthur Soffiati, comunica o Lançamento dos livros Mínima Poética e As Lagoas do Norte Fluminense, no dia o de maio, às 18h, no IFF - Instituto Federal Fluminense, Campus /centro.
Segundo Soffiati, talvez seja possível também lançar, no mesmo evento, uma edição comentada do Roteiro dos Sete Capitães, documento importante para a compreensão da história colonial do Norte do estado do Rio de Janeiro.
Convite reproduzido, TODOS LÁ!
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IFF inaugura Centro de Memória em Quissamã
18/03/2013 | 06h19
[caption id="attachment_5932" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption]

 

O Instituto Federal Fluminense vai inaugurar o Centro de Memória “Identidade Local & Patrimônio Coletivo” do campus Avançado Quissamã, no dia 20 de março de 2013. A programação está marcada para começar às 17h30 com o plantio de uma árvore como ato simbólico de origem. Haverá também apresentação musical do Coral do Centro Cultural Sobradinho; a exibição do filme  “Areia de Quissamã”; palestras e visita à exposição  “Xilo Quissamã”, com obras de xilogravura do artista plástico Adriano Ferraioli. A expectativa é de receber 150 pessoas. De acordo com o coordenador do Centro, o professor Rogério Fernandes, o local será um espaço aberto para manifestações artísticas e culturais, para atender diversas funcionalidades seja como sala, estúdio de gravação ou cinema, e cuja história e acervo próprio serão construídos ao longo do tempo. “Defendemos a concepção de um espaço arena para a livre manifestação do pensamento. Pretendemos promover debates sobre temas que influenciam direta ou indiretamente a comunidade local, assim como realizar ações para a preservação de sua história cultural, por exemplo, as danças locais como o fado e o jongo”, explica Rogério. O espaço também vai desenvolver projetos de pesquisa e extensão ligados à memória social do trabalho de Quissamã. A primeira ação será em parceria com o IPHAN tendo como foco a memória afetiva da Cana de Açúcar e da Cia Engenho Central de Quissamã. “O projeto vai envolver a comunidade local que será capacitada de forma a realizar um trabalho audiovisual, a partir do mês de maio. Vamos preservar a história do engenho através da memória afetiva das pessoas que de alguma forma participaram desse  contexto”, afirma o coordenador. O Centro de Memória do campus Avançado Quissamã foi criado a partir de um Edital da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura do IFF que visava a implantação e/ou modernização dos Centros no Instituto, com o objetivo de construir a memória dos campi articulada à memória local. “Nosso objetivo é colaborar com o processo de construção de uma identidade local, de acordo com uma perspectiva de educação cidadã trabalhando pela preservação e divulgação da memória coletiva do próprio campus, inserindo-a no contexto mais amplo da história local”, finaliza Rogério.
Ascom Reitoria
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IFF e Iphan: Patrimônio ganha espaço
03/03/2013 | 12h14
A poucos dias de completar dois meses do abate assustador do histórico Casarão datado de 1870 e, que na história recente da cidade ficou conhecido como “Chacrinha”, uma parceria entre o Instituto Federal Fluminense (IFF) e o Instituto de Preservação do Patrimônio Artístico Nacional (Iphan) para preservação do patrimônio cultural foi firmada na última terça-feira, na sede da superintendência do Iphan, no Rio de Janeiro. Trata-se de um termo de cooperação técnica para a criação de um sistema integrado de gestão do patrimônio cultural na baixada litorânea, no norte e noroeste fluminenses, regiões sob o âmbito de ação do IFF. Serão criados núcleos regionais — os três primeiros núcleos são em Campos, Quissamã e São Pedro da Aldeia. Serão dotados de estrutura apta a operacionalizar ações de preservação do patrimônio cultural, áreas de interesse comum ao Iphan e ao IFF. Há cerca de cinco anos, segundo o reitor Luiz Augusto Caldas Pereira, o IFF atravessa processo de mudanças internas que o desafiam a ir além da natureza e papel que até então compuseram a história da instituição. “Há uma preocupação com o papel contributivo na formação para a cidadania através de uma educação mais crítica, uma ênfase na pós-graduação e na formação de professores, 20% das vagas estão destinadas à licenciatura. Nessa linha acabamos de criar o curso de licenciatura em Letras. O protocolo assinado com o Iphan representa mais um passo na humanização do instituto”, disse Luiz Augusto. O reitor rememora as dificuldades enfrentadas, anos atrás, quando do desejo de reforma da Praça do Liceu de Humanidades e do próprio Liceu. “Falta mão de obra qualificada em Campos, falta-nos cultura, um ponto de vista, um olhar técnico. Nos três anos que estive afastado, trabalhando em Brasília, me aproximei do Iphan, provoquei instituições como a Rede Ferroviária Federal. Queremos participar do debate, fazer de forma a qualificar mão de obra para esse trabalho específico de preservação e restauração do patrimônio arquitetônico”, esclarece. De imediato, o IFF irá fortalecer o Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo existente na unidade local. Irá dar andamento no projeto de restauração do Solar da Baronesa de Muriaé, em Campos, bem nacional tombado desde 1974 por sua importância histórica e artística e cedido a Academia Brasileira de Letras (ABL). [caption id="attachment_5849" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Folha da Manhã"][/caption]

 

“É um ponto de partida. Há uma pré-disposição nossa, se vencido os limites jurídicos, de futura ocupação do Solar. Se a gente conseguir destravar os embaraços legais, viabilizaremos o desejo de lá desenvolver uma formação de elevação da cultura histórica, de formação de letras e de fomento literário”, frisa o reitor do IFF. Para tanto, Luiz Augusto, já fortaleceu a Pró-Reitora de Extensão do IFF, Paula Aparecida Martins Borges Bastos, a estar apta ao diálogo com as de mais representações. No próximo dia 11, haverá nova reunião de aprofundamento com a presença do Ivo Barreto, responsável pelo Escritório Técnico do Iphan, na Região dos Lagos. Em seguida, Luiz Caldas irá ter um entendimento com o jurídico da ABL. Quer se cientificar se o Solar pode ser de fato doado, passo seguinte irá a Brasília apresentar o projeto de restauro e de uso, “Se a gente resolve com o jurídico, faremos a construção, a concepção dentro da nossa governança. Há um custo para recuperar, há um custo para manter”. Luciana Portinho
Capa da Folha Dois de sábado, 02/03.
   
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Cidadão do Mundo
25/10/2012 | 09h30
CIDADÃO DO MUNDO LUCIANA PORTINHO Em um espaço não maior do que 6x7 metros, ou seja, algo como 42 metros quadrados podem conter um universo inteiro quando o assunto é arte. Assim é a exposição do artista plástico cubano Francisco Rivero, no Espaço Raul Linhares, no IFF Campus Campos – Centro. O nome da exposição é “As Mãos”. Por elas, Francisco Rivera se expressa e apresenta suas criações em Campos. A exposição que foi instalada no dia 15 de outubro, dia do professor, segue aberta à visitação até o dia nove de novembro, sempre das 10 às 20h. [caption id="attachment_5075" align="aligncenter" width="600" caption="Ft.Luciana Portinho"][/caption]

 

Nascido no ano de 1951, em Havana, Cuba, Francisco é um artista plástico, pintor, ilustrador graduado pelo Instituto Superior de Desenho. Provocado, ele se põe a pensar nas mudanças que viveu como criança em seu país natal, implantadas pelo movimento revolucionário. — Apesar da pouca idade vivi o processo de câmbio revolucionário. Como jovem cursei o Instituto Pedagógico, anexo à Universidade de Havana. Corriam os anos de 1965 e 1966, era como todas as demais escolas cu-banas, de tempo integral. Esta, em particular tinha uma proposta experimental, que era de criar vínculos entre o estudo e o trabalho. Sob o arcabouço pedagógico de Paulo Freire e dos ensinamentos de José Martí, tínhamos pela manhã classes fundamentais e na parte da tarde estudávamos música, artes, fundamentos de economia doméstica, de produção industrial, carpintaria e mecânica. Mesmo sendo uma escola urbana aprendíamos produção agrícola, plantando o que consumíamos nas refeições. Era mesmo extraordinário — reflete o artista. Francisco transborda sua curiosidade, segundo ele, 100% artística. Ao tratar daquilo que sempre é indagado a quem cria, ele nos fala de uma inspiração relacionada ao modo mutante que estabelece com o cotidiano. Como a um filósofo grego, se coloca interrogações constantes, fruto do que ele chama de “uma necessidade imperiosa de ser atento a tudo, de dialogar com o outro ao propor pontes visíveis e invisíveis de comunicação”. Foi através de seu vínculo posterior com o design gráfico, em a Casa Editora, (editora de política, línguas estrangeiras e cubana) que ainda em Havana, por ocasião do bicentenário da Revolução Francesa — ano de 1989 — surgiu para Francisco o convite de expor fora de seu país, oportunidades que depois se repetiram. “Criei um trabalho sobre as Antilhas que para mim ainda serão referências futuras. Lá habitam cruzas múltiplas sem perda de identidade, mestiçagens entre entes e mulheres diversas. Estas conseguiram manter suas identidades escravas, apesar da forte presença maçônica. Elaborei um livro único, triangular, com os três lados simbolizando a igualdade, a liberdade e a fraternidade, feito em papel do bagaço da cana de açúcar. Foi a representação da Revolução Francesa e de sua interferência nas Antilhas”, disse. Dono de uma pintura e de um trabalho, em variadas técnicas de artes visuais, ele se expressa em cores vivas, é notável a presença de suas raízes caribenhas. Seja na gravura, serigrafia, pintura e até nas instalações e performances, o artista brinca ao interagir com o público e com os mais diferentes materiais, como na presente exposição ao trazer a pipa. “Sou maravilhado com as pipas, é um trabalho manual que se perde. Elas traduzem o desejo do homem de voar, de se projetar, é um delicado luxo”, frisa ele. Desde 1991, o artista que afirma satisfeito “Vivo de minha arte”, saiu de Cuba, não fugido como faz questão de esclarecer, mas, em busca de públicos para sua arte através de exposições na França, Lituânia, Espanha, Itália, Andorra, Coréia do Sul, Macedônia, Finlândia, Bélgica, Suécia e hoje no Brasil, onde, ao se casar com uma campista, mantém uma de suas três residências, as outras em Paris e Havana. Campus do IFF pode ganhar centro de artes O Espaço Cultural Raul Linhares, do Instituto Federal Fluminense — IFF Campus- Centro —, foi criado há dois anos como um único objeto: arte. É um espaço ligado à coordenação de Arte e Cultura e tem na coordenação da curadoria educativa a professora Márcia Rangel. É dela a iniciativa da presente exposição. Márcia tem bem clara a noção de que o espaço, ainda que pequeno, funciona como que uma provocação aos alunos que frequentam o IFF como uma visão técnica. — Contamos com total apoio do diretor geral do campus-centro, o professor Jefferson Manhães de Azevedo. Tanto é o apoio que a comunidade acadêmica vai ganhar um centro de artes. Este será voltado para a Avenida 28 de Março e lá teremos oficinas, salas de aula, estúdio e um mini auditório. Já fomos informados de que se encontra em fase de licitação! — disse a professora. Para uma instituição de ensino do porte do IFF Campos, de formação pública de longo tempo e voltada ao ensino tecnológico desde o início, é animador ouvir que a arte tem valor reconhecido e terá seu espaço garantido. — Sabemos que fruir da arte amplia a nossa visão infinita do mundo, no sentido das nossas possibilidades — finaliza a professora. * capa da Folha Dois, de hoje, quinta-feira (25 de outubro).
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Luto
13/09/2012 | 03h25
[caption id="attachment_4678" align="alignleft" width="169" caption="Ft. Google"][/caption] Com consternação tomo conhecimento do falecimento de Rita Maria Abreu Maia, figura marcante da vida acadêmica de Campos, professora apaixonada por seu ofício nas Letras. Tive o grande prazer de conviver produtivamente com ela, quando indicada pela universidade tomou assento no Conselho Editorial, da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, época em que eu estive à frente como gestora. Rita, sem palavras que a definam melhor do que impecável:  no profissionalismo, na ética, no caráter, nas amizades e na mais fina alegria de viver. Coisa de uns tês anos, estivemos juntas em sua luminosa casa, onde de alguns anos residia, em Niterói. Anfitriã de primeira, nos recebeu com uma saborosa e farta moqueca de peixe, bem ao gosto das descontraídas conversas que como poucos, ela sabia alimentar. O sepultamento será hoje (13/12), em Niterói. Toda minha homenagem. fonte: Blog Reflexões, Gianna Barcelos  
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Sua opinião: quem ganhou o debate?
12/09/2012 | 09h42
[caption id="attachment_4673" align="aligncenter" width="600" caption="Foto Silesio Correa, Folha da Manhã."][/caption]

Uma coisa é certa, parabéns ao Fórum Interinstitucional de Dirigentes do Ensino Superior de Campos (Fidesc) que soube conduzir com lisura, seriedade e inteligência.

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II Encontro Agroambiental, Upea, IFF
12/06/2012 | 08h39

Semana do Meio Ambiente II Encontro Agroambiental

ft. Artur Gomes
Local: UPEA - Unidade de Pesquisa e Extensão Agroambiental/IFF.
Data: 13 de junho de 2012 – quarta-feira. Horário: 08:00 às 12:00h e das 14:00 às 18:00h. Público alvo: Estudantes da Escola Municipal Elysio de Magalhães e da Escola Estadual Raimundo de Magalhães
Objetivo: Realizar o II Encontro Agroambiental atendendo estudantes da rede pública de Barcelos em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.
Apoio: Prefeitura Municipal de São João da Barra 
Programação: Oficinas previstas Descrição Vagas Responsável 
1-Criação de pequenos animais Orientação básica sobre a criação de pequenos animais (carneiros, galinhas e outros) 20 Antônio Gesualdi 
2-Energia Renováveis Fornecer conhecimentos básicos sobre Geração de Energia Elétrica por painéis Fotovoltaicos. 25 Rodrigo Martins 
3-Estação de tratamento de água e laboratório Princípios básicos sobre o funcionamento de estação de tratamento de água 20 Willians Sales Cordeiro Monique Curcio 
4-Informática Orientação sobre a criação de facebook 20 Solange da Silva Figueiredo 
5-Mecatrônica (robôs e outros equipamentos) Apresentação de protótipos e invenções em robótica 30 Cedric Solotto 
6-Piscicultura (criação de peixes em cativeiro) Orientação sobre o cultivo de peixes em cativeiro para consumo e comercialização 20 Rogério Burla / Amaro Gonçalves 
7-Plantas medicinais (uso e manejo correto) Orientação cultivo, uso e manejo de plantas medicinais 20 Rose Mara Soares Corrêa 
8-Produção de mudas nativas e minhocário Orientação sobre coleta de sementes e produção de mudas de plantas em viveiros 20 Milton Erthal 
9 –Química do Lixo (reciclagem) Discussão sobre a composição do lixo residencial e possibilidades de reciclagem 20 Pedro Castelo Branco / Rodrigo Garret 
10 – Oficina de Fotografia (uso de máquinas digitais) Orientação sobre o uso de máquinas digitais em fotos em diferentes ambientes 10 Diomarcelo Pessanha 
11 – Oficina de Vídeo (uso de celulares com vídeo) Orientação sobre a criação de vídeo com uso de celulares. 10 Artur Gomes 215  Metodologia: As oficinas serão realizadas integralmente nas dependências da Unidade de Pesquisa e Extensão Agroambiental no período da manhã e tarde. Serão oferecidas 11 oficinas, em diferentes áreas. Cada Estudante da Escola Municipal Elysio de Magalhães e da Escola Estadual Raimundo de Magalhães poderá se inscrever em até duas oficinas.
As oficinas têm por objetivo despertar os estudantes para novos conhecimentos, que possam ajudá-los na escolha de sua formação técnica e profissional. As inscrições para as oficinas serão realizadas nas próprias escolas atendidas pelo evento por bolsistas de iniciação científica Jr. e Jovens Talentos da UPEA, em data a ser definida junto a direção das escolas. Serão disponibilizadas de 10 a 30 vagas por oficina, perfazendo um total de 215 estudantes por turno e 430 no evento. 
No período da manhã, os estudantes deverão chegar na UPEA por volta das 8:00h. Eles serão reunidos na Tenda da organização, instalada no gramado da Unidade, para serem orientados para os locais de realização das oficinas. As primeiras oficinas se iniciarão às 8:30h e se encerrarão às 10:00h. Será oferecido um lanche para os estudantes entre 10:00 e 10:30h na tenda da organização. A segunda rodada de oficinas ocorrerá no período de 10:30 às 12:00h. No período da tarde as oficinas ocorrerão nos horários das 14:00 às 15:30h e das 16:00 às 17:30h. O intervalo para o lanche será das 15:30 às 16:00h. 
Em reunião com a Sra. Carla Machado ficou definido que a Prefeitura Municipal de São João da Barra se responsabilizará pelo transporte dos estudantes (cerca de 215 em cada turno) para o evento, além da cessão da tenda de 15 x 15 metros, 50 jogos de mesas com cadeiras e sistema de som. Os lanches e toda estrutura necessária para realização das atividades serão de responsabilidade da UPEA/IFF. Ao término das atividades de cada turno os estudantes receberão certificado de participação nas oficinas da UPEA/IFF.  Organização: Vicente de Paulo Santos de Oliveira Milton Erthal Junior Amaro Gonçalves Batista Evelyn Rueb Lacerda de Araújo Camila Ferreira de Souza Wilza Carla do Couto Martins
fonte.http://goytacity.blogspot.com.br/2012/06/semana-do-meio-ambiente-ii-encontro.html
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