E o bom começo...
21/06/2015 | 03h43
...de qualquer situação, pede arte. Arte na convivência, arte no espaço urbano, arte na arte (sic), arte no trabalho e como não poderia deixar de ser: ARTE NO AMOR. Hoje, vamos de Picasso? Três fases dele. Dose tripla para ele, catalão incansável (1881-1973) no afazer de nos permitir surpreender. [caption id="" align="aligncenter" width="570"] "Duas mulheres correndo na praia" ( A corrida), Pablo Picasso, 1922. Museu Picasso, Paris, França.[/caption]   [caption id="" align="aligncenter" width="593"] "Mulher nua estendida", 1955, Picasso. Museu Picasso, Paris, França.[/caption]   [caption id="" align="aligncenter" width="321"] "Dora Maar", 1937, Picasso. Museu Picasso, Paris, França.[/caption]
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56ª EXPOAGRO
22/05/2015 | 04h45
convite expoagro 1  
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QUANDO PARTIMOS
02/01/2014 | 11h07
De narrativa um tanto lenta, a história de Umay (Sibel Kekilli), do início ao fim, é a do desacerto dramático entre moral e ética na qual a mulher - se quiser fazer prevalecer os seus sonhos – haverá de enfrentar em certos contextos culturais. Uma trajetória simples: uma mulher/mãe que não aceita os maus tratos do marido. Seu desejo? Criar o pequenino filho Cem, estudar, ser independente e, quem sabe de sobra, serem felizes. Para isso retorna à família, na esperança do acolhimento à sua decisão de romper com o casamento. [caption id="attachment_7391" align="alignleft" width="350" caption="ft. Divulgação"][/caption] Não sendo aceita, por desonrar a moral rígida dos valores dominantes masculinos, é vista como mais uma prostituta. Umay parte novamente e novamente. Mais do que não ser protegida pelos pais e irmãos, é por eles rejeitada, vira saco de pancadas, é perseguida.  Ainda que ame a mãe e a ela recorra por abrigo, a mãe é a síntese do que Umay não quer para sua vida: dependência e submissão. Com tom baixo e poucos diálogos, o filme se desenrola nas expressões faciais. Estas revelam o quanto de sofrimento no impasse entre sentimentos que reprimidos sucumbem à necessidade externa de aceitação social; geram a desgraça. Assisti “Quando Partimos”(Die Fremde), sem maior pretensão. Colada fiquei ao dilema da jovem mulher Umay, na ingenuidade de supor que conseguiria se afirmar em ambiente sociocultural hostil. Há nela uma teimosa esperança, a de que pela sinceridade do seu tão genuíno propósito, vitoriosa seria. Não foi. A mesma família que a criou a destrói. Do laço da fraternidade sonhada veio a lâmina que mata seu amor incondicional, o menino Cem, aconchegado em seu colo. Li depois a crítica, cobra do personagem um maior desligamento de seu núcleo familiar, poderia tê-la poupado. Discordo da análise racional. A história de Umay é poética. Nela, a poesia da vida que nos move ou que nos detém. Remete-nos à angustia provocada pelo choque cultural entre uma estúpida moral e os legítimos anseios individuais, nada imorais, e que ao cabo é fonte da infelicidade humana nos desencontros absurdos que a vida social estabelece. Candidato da Alemanha a uma vaga no Oscar 2011, Die Fremde (Quando Partimos) estreou no Festival de Berlim em fevereiro de 2010. Depois, o filme passou por outros sete festivais, incluindo o de São Paulo. Direção da atriz austríaca Feo Aladag. Um bom longa, desperta reflexões. O desfecho me causou silencioso choro. Triste. Recomendo.  
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HOJE TEM CINECLUBE GOITACÁ
27/11/2013 | 05h39

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Hoje tem cinema sim senhor!
13/11/2013 | 05h08

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CINEMA EM DEBATE
20/10/2013 | 06h20
Fts. Folha da Manhã
Agora sob o nome de Goitacá, em homenagem à sala de cinema que cedeu lugar à igreja Universal e também aos índios que habitaram a cidade, o cineclube retoma as atividades no próximo dia 23, às 19h30, no auditório do Oráculo (sala 507, do edifício Medical Center) com a exibição do filme “Hans Staden”, de Luiz Alberto Pereira, que será apresentado pelo diretor de Redação da Folha da Manhã, Aluysio Abreu Barbosa. Inicialmente como José Amado Henriques (homenagem ao crítico de cinema que atuou na imprensa campista), as sessões aconteciam na Faculdade de Medicina, e, posteriormente, como Cinema no Palácio, no auditório do Palácio da Cultura, o cineclube está sendo reativado por iniciativa de Luiz Fernando Sardinha, dono do espaço Oráculo, que, além de profissional destacado na odontologia, é cultor das artes, notadamente teatro e cinema. Para dar conta da tarefa, convidou Aluysio, o professor Aristides Soffiati, o jornalista Gustavo Matheus e o articulista da Folha Dois PC Moura. Na coordenação das atividades, a jornalista Luciana Portinho, diretora de eventos do Oráculo. Necessidade — No momento em que a cultura em Campos está em discussão, a partir de depoimentos publicados nesta Folha Dois, Aluysio entende que a retomada do cineclube acontece em boa hora e mostra que é possível “romper com as condições de pedinte do poder público municipal e criar espaços próprios para a discussão da arte. No caso específico, cinema. Isso é possível através da iniciativa privada e de pessoas sensíveis, como é o caso de Sardinha, profissional vitorioso, mas que não vive sem arte.” Além do mais, serve também para a produção efetiva da cultura, através de mostras regulares de filmes que dificilmente seriam vistos em circuito comercial. Depois de “Hans Sataden”, será a vez, no dia 30, de “Como era gostoso o meu francês”, de Nelson Pereira dos Santos, cabendo ao jornalista Gustavo Matheus a apresentação. “Mantenho conversas regulares com Aluysio sobre cinema. Sempre me interessei em conhecer a trajetória dos diretores e, percebendo meu interesse, convidou-me para participar do cineclube. Aceitei de pronto, já que é uma oportunidade rara para enriquecer meus conhecimentos sobre a sétima arte”, destacou Matheus. No dia 6 de novembro é a vez do professor e ambientalista Aristides Soffiati fazer os comentários antes da apresentação de “Desmundo”, dirigido por Alain Fresnot. Aristides considera a retomada do cineclube fundamental como espaço para discussão e conhecimento de filmes que não fazem parte do circuito comercial. Sendo que muitos não são encontram nem em locadoras. “Se você for a uma locadora e pedir “Ladrões de Bicicletas”, de Vittorio De Sica, não encontrará e o atendente pode até tomar um susto porque não está acostumado a lidar com filmes de arte. Também poderemos ver obras que não chegariam aqui por falta de apelo comercial. Enfim, é a retomada de um espaço para discussão e, desta feita, pela iniciativa particular.” O filme “Brincando nos Campos do Senhor”, de Hector Babenco, será mostrado no dia 13 de novembro, cabendo a apresentação ao articulista PC Moura. “A idéia do cineclube é genial, porque podemos nos libertar da enxurrada de filmes comerciais. É uma opção que oferece para discussão e, além disso, a entrada é franca”, observou Moura. Espaço aconchegante A sede do Oráculo, sala 507 do edifício Medical Center, é um espaço confortável com 30 lugares (poltronas estofadas) e equipamento para projeção de filmes de última geração. A diretora de eventos, Luciana Portinho, destaca que a proposta de Luiz Fernando Sardinha é promover discussões regulares sobre arte e, por isso, a proposta de retomada do cineclube que agora “ganha o nome de Goitacá. Além do mais, trata-se de uma oportunidade para formar um grupo para discussões regulares sobre cinema. É um espaço à inteligência campista, sem grupinhos ou mandantes”. Aluysio Abreu Barbosa lamenta o fato do campista neste momento ficar restrito às salas do Boulevard que “exibem filmes para analfabetos, uma vez que são todos dublados.” Também lamenta a demora da reforma das salas do Cine 28. Com isso, o cineclube se constitui numa opção para aqueles se sentem órfãos de filmes que conclamem à sensibilidade “e não as rotineiras sessões pipoca que fazem a festa das bombinières.” O acesso ao Oráculo será gratuito e, após cada sessão, os presentes debaterão o filme se constituindo assim numa oportunidade para o exercício da inteligência e da sensibilidade. Celso Cordeiro Filho (Capa da Folha Dois de hoje, domingo, 20/10)
 
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Especial
28/09/2013 | 11h34
Ela, Maria Rita Maia, foi para mim das mulheres mais instigantes no campo do estudo literário goitacá. Mulher decididamente doce e alegre. Professora dinâmica, palestrante que nos prendia pelo domínio da matéria, pela naturalidade de sua fala. Tive o prazer de integrar o Conselho Editorial da Fundação Cultural Jornalista Lima com Rita Maia. Algumas reuniões foram feitas, das quais também participavam o imortal professor Aristides Soffiati, o professor doutor Carlos Frederico de Menezes e o jornalista Chico de Aguiar, então diretor de Literatura da fundação. Guardei, momentos produtivos e elegantes de encontro e resultados. Fica a todos, o convite da Academia Campista de Letras que nesta próxima segunda-feira (30/09),  prestará homenagem a esta mulher culta. A estação não poderia ser mais adequada: Rita combinava com flores. Noite especial!
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RECEITA DE VINÍCIUS
20/08/2013 | 04h22
[caption id="attachment_6850" align="aligncenter" width="600" caption="divulgação"][/caption]

 

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É amanhã....
15/08/2013 | 11h28
[caption id="attachment_6845" align="aligncenter" width="600" caption="Divulgação"][/caption]

.... A grande festa na roça! Vai ser pra lá de animada e ainda vai ajudar os nossos  jovens músicos a se apresentarem no inicio de setembro em quatro cidades de Portugal. Esses músicos são o lado ótimo de Campos. Tenho baita orgulho de todos eles!

Todos lá!
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Bethânia para pobres e remediados
01/08/2013 | 11h26

Ontem,  uma minoria de 800 pessoas assistiu pelo que uma maioria de 470 mil munícipes pagou. Assim, foi a decisão mais do que equivocada (não foi legítima, me pergunto: legal?) da prefeitura de Campos ter  pago R$ 233 mil pelo cachê da cantora para que se apresentasse a uma elitizada platéia, no Teatro Municipal Trianon. Quem é que com o salário vigente pode gastar R$ 100,00 com ingresso em uma única atividade cultural?

Compreensível que se queira comemorar os 15 anos do teatro, não dessa forma. Deveriam ter festejado em espaço aberto para que tantos quantos quisessem comparecer, até porque o Trianon construído com recursos municipais é motivo de comemoração pública.

Para aqueles bobocas que repetem que o popular prefere ouvir Funk a ouvir MPB, fica a lembrança que uma das tarefas de uma política cultural séria é permitir o acesso a toda manifestação artística à população, sem discriminação. Difundir a arte, fomentar plateias é uma das mais nobres funções do setor cultural público.

Coisa de maluco essa administração!

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