Para quem duvidou....
26/06/2014 | 05h24
Vejam o que trago da rede social Facebook, copiei da página do amigo Luis Adriano Silva para todos. Dá bem uma ideia da movimentação internacional para o evento da Copa 2014. Para aqueles que torceram contra, fica o fato: o Brasil sedia um dos maiores eventos esportivos mundiais, todos os olhos se viram para nós. Vamos lá Brasil!! Fluxo de check-ins via Facebook na copa do mundo !!!
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No tempo e no espaço da bola que rola
22/06/2014 | 07h52
Sugiro a leitura do artigo semanal abaixo de Arnaldo Bloch, publicado ontem (21/06), no jornal O Globo. Muito bom!

A Copa do avesso do avesso do avesso...

Povo ordeiro, estádios lotados, turistas felizes, espanha eliminada, seleções latinas dando show... Socorro!

O futebol é uma caixinha de surpresas: a frase mais surrada do “bárbaro esporte bretão” (expressão mais gasta que a reputação do Joseph Blatter) está mais atual do que nunca, nesta que já é a Copa do Mundo menos óbvia jamais vista. Uma “copa do tudo ao contrário”, ou muito pelo contrário e ainda há controvérsias. Segue um pequeno apanhado das evidências e das exceções à regra. 1) Ao contrário do que se previa e até do que muitos desejavam, a Copa está funcionando, não houve nenhuma tragédia aeroportuária, nenhum nó urbano intransponível, nenhum colapso infraestrutural de proporções catastróficas. Os incidentes são pontuais e de pequena escala, alguns, aliás, protagonizados por torcidas estrangeiras e por cambistas nórdicos e americanos. 2) O povo brasileiro, ora ordeiro, ora zoneiro, está contagiando os turistas e até as seleções. Como disse o técnico da Holanda, o melhor do Brasil na Copa são os brasileiros. Os turistas copeiros não estão nem aí para aeroporto (aliás, a aviação mundial já colapsou faz tempo em qualquer país), não ligam para engarrafamento nem desmaiam com uma fila ou outra: eles querem pular, beber em botequim, subir morro, caminhar de cuecas com bandeirões, viver a vida. 3) O pânico de uma grande convulsão social, de uma revolução, o medo burguês de “a favela descer” ou de uma grande onda de manifestações fazer o país e a Copa pararem, por enquanto, demonstra-se completamente infundado. Os grandes movimentos, respeitáveis, necessários e saudáveis, conduzidos pela geração Facebook e pela classe média, e ignorados pelo proletariado que faz marmita e tem que acordar às 5 da manhã para levar o leite das crianças, por ora, ficaram nos anais de 2013. 4) Ao contrário do que se preconizou, todos os estádios sem exceção estão lotados em todos os jogos, as cidades estão cheias de turistas, os hotéis estão estufados. O tal do medo estrangeiro de um Brasil perigoso e letal, na iminência de uma guerra civil generalizada ou de um colosso anárquico, ficou no terreno da ficção. 5) O boicote nacional à Copa deve estar escondido em algum bunker. Os brasileiros aderiram em massa ao Mundial, nos bares e lares, nas fan fests e nas florestas onde até as araras e os quatás estão gritando de entusiasmo. Até porque mesmo os que torcem contra o Brasil têm que ver os jogos para exercer o ofício. 6) A Espanha, que estava entre as quatro favoritas, saiu da Copa na segunda rodada. O tic-tac da irresistível campeã do mundo emperrou, virou um relógio mole de Dalí, um Rolex de camelô, um carrilhão de filme de terror. A Fúria é um escrete de velhinhos cansados com um esquema cansado e manjado e risível. 7) A Holanda, depois de beber todas e receber visitas íntimas e se estatelar na praia (eles podem fazer isso sem pirar, pois vivem numa sociedade livre e já são meio pirados mesmo) goleou a Espanha por 5 x 1 e todo mundo gritou “pintou o campeão”. Que surpresa! Mas... no jogo seguinte, provavelmente depois de beber todas de novo, fazer amor em meio ao labor e tomar chá de erva, levou um esquenta da Austrália e já não é mais aquela. O avesso do avesso. Mas isso pode mudar na próxima rodada. e teremos o avesso do avesso do avesso e assim por diante indefinidamente. 8) As alegres e criativas e aguerridas seleções africanas não estão jogando nada nem surpreendendo ninguém. Na verdade, a grande alegria está vindo... das equipes das Américas do Sul e Central!, que há muito vinham abafadas pelo absolutismo europeu. Mas como esta é a Copa do tudo ao contrário, o Chile está bombando, o Uruguai Hemp está moderno, a Colômbia está voando, a Argentina está fazendo deverzinho de casa, México e Costa Rica estão pimpões e o Brasil... bom, o Brasil é exceção, mas Felipão é pai. 9) Pela primeira vez na história dos mundiais, o estádio de abertura é o estádio mais feio da Copa, quiçá o mais feio do mundo, o mais feio de todos os tempos, e permanecerá o mais feio até o fim dos tempos. A semelhança de seu projeto arquitetônico arrojado e conceitual com o design de uma impressora vagabunda vendida de segunda mão na Saara já é uma evidência atestada nas redes sociais mundo adentro, e afora. 10) Nunca antes numa Copa do Mundo o chefe de Estado não discursa na abertura, nem diz a frase “declaro aberto o Mundial”. 11) Nunca antes uma festa de abertura de Mundial foi tão chata, feia, pobre, patética, sem imaginação, sem a cara do país, sem nada que não seja digno de lamento. 12) Nunca antes uma música oficial da Copa do Mundo foi tão escandalosamente feia. 13) Revogam-se todas as disposições em contrário, ou muito pelo contrário. 14) Para não ficar no 13, adicionamos mais um item. Aliás, um abraço pro Zagallo.
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Ao ralo com a nossa credibilidade
08/03/2013 | 09h00
Os últimos acontecimentos que envolveram o país, como um todo, deixaram rastro feio na história recente da República. Como o episódio da quebra de contratos, frivolamente sugerida, em fala ao acaso, por um presidente da república, acendeu todas as luzes nas cabeças imediatistas do Congresso Nacional?! Como um senador é empossado no cargo máximo de um dos três poderes da nação, sob inúmeras suspeitas, evidências morais nada abonadoras e sob rejeição manifesta da parcela formadora de opinião do país?! Como o país, escolhido como hospedeiro de torneios esportivos internacionais, que trazem verbas bilionárias e baita visibilidade, pode se apresentar, às vesperas do início da peleja, com o cronograma de obras completamente fora do prazo acordado internacionalmente? [caption id="attachment_5894" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption] Hoje, do noticiário nacional, salta aos olhos a declaração do Secretário-geral da Fifa de que "Não há plano B", referindo-se à possibilidade do Maracanã não ficar pronto (o prazo já foi adiado pela terceira vez) para o início da Copa das Confederações, será daqui a três meses. O Jérôme deve estar em polvorosa com o jeitinho brasileiro de resolver grandes questões. Já deu até para elogiar os operários, na tentativa de com eles estabelecer uma comunicação direta. Ao menos, o razoável é o que o francês (agora na real) se empenha em atingir. E entrou na corrente para o clima ajudar. [caption id="attachment_5895" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption]

 

 
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Até o fim do mundo
26/12/2012 | 04h05

Até o fim do mundo

Luciana Portinho  
Aventura. Essa é a emoção que move um grupo de campistas. Eles que em outros anos já experimentaram com sucesso desafios autopropostos, partem hoje, às  7  h  para o “fim do mundo”. Ushuaia, na Argentina, é o destino final desses cinco motociclistas. O local da partida para 30 dias do giro sobre duas rodas é, como das outras vezes, o Convento dos Padres Redentoristas, na rua Visconde de Itaboraí, mais conhecida como Rua do Leão. O grupo é composto de 10 amigos — cinco homens em suas motos e suas cinco esposas. Pelo planejamento da viagem — geralmente começa a ser elaborado seis meses antes — serão 12 dias para chegar à capital da província da Terra do Fogo, Ushuaia. Para tanto, algo em torno de 800 km serão percorridos diariamente, entre 7 h da manhã e 18 h. Tudo começou em 1978, quando  Marcos Pires empreendeu sua primeira viagem de aventura. Ao lado de sua mulher Regina, foi a Recife, capital de Pernambuco, cidade litorânea do nordeste brasileiro. Mais uma vez, o grupo para essa viagem, mantém laços de família entre os seus membros. São cinco “motociclistas de berço”: Marcos Pires; Sergio Cortes, eterno parceiro de viagens; Otávio Cortes; José Amaro, filho e genro de Sérgio; e Dudu Caldas, genro de Marcos. Como em viagens anteriores, foi criado o blog www.sobreduasrodas ateofimdomundo.blogspot.com. Nele, os aventureiros prometem relatar o dia, o percurso, fotografias, curiosidades dos locais visitados e, claro, episódios engraçados. A experiência de compartilhar todas essas histórias foi sucesso na última aventura, em 2011, onde através do blog www.travessiadastresamericas. blogspot.com tiveram acessos de mais de 20 países — carona virtual pelas estradas das três Américas a milhares de internautas. “Optei por não pegar patrocínio no blog, me foi oferecido, mas, desvirtuaria; criaria uma obrigação e fazemos a viagem por hobby conjugado ao gosto pela aventura. Somo ligados ao Moto clube de Campos, o blog é para trocar experiência, aventuras. Minha expectativa é de 200 mil acessos no atual blog”, diz Marcos. Em 2010, o grupo foi de avião até os Estados Unidos da América (EUA), a maratona ficou conhecida como a Travessia das Três Américas. Lá compraram suas máquinas e vieram cortando as três Américas em nada menos do que 19 mil quilômetros. Foram 60 dias de adrenalina na viagem e chegaram a enfrentar sufoco no cerco do narcotráfico mexicano. Alegre pela expectativa do novo estirão, Marcos esclarece que são seis meses de planejamento em grupo. “Escolhemos e detalhamos o roteiro, compramos as motos quando é necessário, fazemos reservas só nos hotéis que não sejam de beira de estrada, pois, enquanto nela, dormimos aonde dá para ficar”. Mulheres encontram maridos no caminho [caption id="attachment_5462" align="aligncenter" width="600" caption="Fotografia do grupo inteiro (divulgação)"][/caption] Como nessa expedição ao extremo sul da América do Sul há um trajeto previsto de 700 quilômetros de estrada de chão, as mulheres — também motociclistas — optaram pelo conforto do avião até determinado ponto. Encontram seus companheiros na cidade de El Calafate, já na Patagônia, de lá seguem na garupa ao destino final de Ushsuaia, Terra do Fogo. Para chegar lá, os cinco motociclistas já terão rodado aproximadamente seis mil quilômetros em nove dias, passando por  Montevidéu (Uruguai), Buenos Aires, Mar da Prata e Bariloche (Argentina). Unidos pelo sangue e impulsionados pelo amor ao motociclismo, há mais de 10 anos a crescente família aventureira de Campos dos Goytacazes encara longas estradas pelo Brasil e América afora. Entre trajetos percorridos com todo o grupo ou apenas pelos casais, somam-se mais de 10 viagens, milhares de quilômetros rodados e 18 países. Integram uma “comunidade” internacional amante do motociclismo, levando a bandeira do Brasil nas costas por onde passam. Capa da Folha Dois, Folha da Manhã no dia de hoje, 26/12/12. [caption id="attachment_5458" align="aligncenter" width="600" caption="Estreito de Beagle, Patagônia, Argentina. Ft. Google"][/caption]

 

 
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Uma nova campanha
22/10/2012 | 02h59
Pelo nome TATU-BOLA, é a campanha que se esboça na internet. Mais de 40 mil pessoas já assinaram favoráveis ao nome simples do nosso mascote da Copa no lugar dos propostos pela Fifa: Maijubi, Fuleco e Zuzezo. Vamos lá.... [caption id="attachment_5048" align="alignright" width="350" caption="Ft. Google"][/caption]  
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Bola? Ao tatu-bola!
14/10/2012 | 06h15
É a bola da vez, 100%  nacional, natural da caatinga....é o Tolypeutes tricinctus, o brasileiríssimo tatu-bola, mascote da Copa de 2014. Além de representar o país, é uma tentativa de salvar  o especial bichano de hábitos noturnos, passada delicada e degustador de cupins que ameaçado de extinção está, segundo o ministério de Meio-Ambiente. [caption id="attachment_5018" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption]

 

 

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Pelotão...EM MARCHA!
16/03/2012 | 09h57
[caption id="attachment_3628" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Fomos na manhã de hoje (16/03) fazer a cobertura da primeira atividade de marcha de 2012 do 56º Batalhão de Infantaria. Estou falando do Exército Brasileiro sediado em Campos. É a primeira marcha da turma nova que acaba de ser incorporada em 1 de março; são 350 a compor o efetivo de recrutas deste batalhão. Hoje percorreram 8km. A previsão era de que cumprissem o trajeto em 2horas e a boa surpresa é que o fizeram em 1 hora e 40 minutos.

[caption id="attachment_3629" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Os recrutas ficarão 10 meses em atividade de rotina que engloba treinamentos, instruções variadas com armamento, exercícios com grau de dificuldade crescente além da divisão das tarefas do dia dia do quartel. Ao longo do ano ficam cerca de 3 semanas internos, no mais são liberados ao entardecer das sextas para retornarem às suas famílias.

[caption id="attachment_3633" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Todas essas informações me foram transmitidas pelo gentil Tenente Coronel Vitor Martorelli Alexandre. Estava satisfeito com o resultado de sua nova tropa e se mostrou um homem realizado por servir (há 30 anos) o exército brasileiro. [caption id="attachment_3630" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Ao chegarem da marcha e já com o pelotão em formação na agradável  sede do 56º Batalhão, o Coronel Vitor passou a palavra ao seu convidado especial do dia, o jornalista Nino Bellieny que inclusive fez todo o percurso da caminhada ombro a ombro com o comandante. Nino então agradeceu o convite e ressaltou a cultura do nosso Exército que se pauta pela defesa e não pela invasão se dizendo honrado em pisar o solo brasileiro junto com eles.

Ft. Luciana Portinho

Eu que venho de uma família gaúcha, com tantos ascendentes aguerridos vinculados ao exército brasileiro no Sul e que depois jovem cresci com temor e medo desta mesma corporação, pelos anos da ditadura, a manhã me reservou um momento de feliz reconciliação com tão antiga instituição da minha pátria. LP

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CAMPOS NA FITA
24/10/2011 | 12h23
luciana portinho Dias atrás fizemos  essa matéria sobre a Maratona na Selva, http://www.folha1.com.br/_midias/wp/blogs/lucianaportinho/2011/10/08/maratona-na-selva/. Pois para nossa alegria o resultado final na categoria dos 100km pertence ao maratonista destacado aqui, Gustavo Teixeira,  que como eu escolheu Campos para viver, formar família e amar. [caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Foto cedida pelo atleta"][/caption]

 

Nesta versão de 2011,  50 foram os atletas no total. Destes, 7 brasileiros (5 homens e 2 mulheres). Na modalidade dos 100km, 14 na largada e só 8 completaram a prova. Tirando o apoio destacado do Exército Brasileiro e do Grupamento de Bombeiros, imbatíveis quando foi necessário o incentivo aos corredores, toda estrutura da prova foi inglesa, inclusive seus 22 médicos e paramédicos. O estado de exaustão- física e mental-  a que são submetidos é o maior adversário que enfrentam. Houve o caso do austríaco; sofreu uma convulsão , sendo removido imediatamente para uma UTI em Santarém. [caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Foto cedida pelo atleta"][/caption]

 

Tivemos o prazer de conversar na volta com Gustavo. Visível sua vibração pela vitória e ainda pela conclusão de mais um desafio. Para ele e seu irmão, também inscrito na prova, a aventura logo teve início no avião com o extravio de uma das duas mochilas: foi parar em Dubai (sic). Tiveram que refazer nova estratégia de provimentos! Dias na mata fechada, percorrendo igarapés, atravessando pântanos, pulando por cima de gigantescos troncos caídos. Com os pés em pandarecos, as costas cobertas por esparadrapo, para minimizar o atrito da mochila na pele. Gustavo relata que se recompunha percorrendo as inúmeras praias de areia branca, às margens do rio Tapajós. Ficou mesmo surpreendido com a intensidade do transporte fluvial, a água modela a vida da região. Nos disse ele que o primeiro dia foi de todos o mais estafante: caía nos ocos de palmeira, escorregava em buraco de tatu, tropeçava nas raízes, entrava e saia em água, encharcado o tempo todo - pelo suor, pela água - para continuar correndo num chão de folha e raízes. [caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Foto cedida pelo atleta"][/caption]

 

Pergunto a esse homem o quê o faz se submeter à tanta adversidade. Com a felicidade estampada na face nos fala em superação, auto-confiança, foco  e concentração. Integralmente ligado no presente o ultra maratonista sabe que o sofrimento e dor são passageiros e que a vitória carregará para sempre. Com o lema de " DESISTIR JAMAIS: um pé à frente do outro", tomam contato com a natureza, aprendem a solidariedade ao estranho, desenvolvem sensibilidade, vencem seus desafios!

[caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Foto cedida pelo atleta"][/caption]

 

E próximos planos Gustavo?  "Ah...em 2012, 90 km em Bilbao e quem sabe se com algum patrocínio ATACAMA, no Chile! "

E lá vamos nós...PARABÉNS CAMPEÃO! [caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Foto cedida pelo atleta"][/caption]

 

     
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MARATONA NA SELVA
08/10/2011 | 12h50
MARATONA NA SELVA luciana portinho Jungle Marathon é o nome da competição internacional que começa amanhã (9/10)  e termina em 15/10. Em sua 7ª. edição são 17 países inscritos o que corresponde à cerca de 120 atletas, destes, 80% são estrangeiros. É uma corrida solo de alta subsistência e duas modalidades, 100 ou 220km, esta última em 7 estágios. Traduzindo; nesses dias os atletas, estarão embrenhados no meio da selva amazônica, em trilhas ao meio da floresta úmida, na companhia dos bichos da mata fechada, cada um por si, carregando suas mochilas com o mínimo necessário para chegar até o fim da prova, vivos. Todos sabem que só atingirão seu objetivo na base do sofrimento individual. Entre sua carga particular carregada nas costas estão uma bússola, luva de ciclista, esparadrapo, pomadas para os pés, muda de roupa diária, uma rede, um mosquiteiro, barras de carboidrato, necessárias à combustão do organismo do maratonista, proteína desidratada para preservação da musculatura e ÁGUA. No corre corre das nossas vidas, buscamos saídas de ‘fuga prazerosa’, medida necessária para manutenção da nossa identidade emocional e integridade mental. Isso é o que explica homens e mulheres se envolverem em competições de resistência máxima e risco. Se auto impor desafios, dispor-se a superar limites e a experimentar o novo; no esporte como na arte o ser humano encontra sua transcendência. É outra faceta do mundo que se abre ao tomar contato com os detalhes dessa maratona e ouvir a paixão nos olhos Gustavo Teixeira, atleta que representa Campos na prova. Partilhar um pouquinho que seja com ele da aventura que começa amanhã é a proposta que o blog faz a você leitor. Quem quiser é só entrar no site  http://www.junglemarathon.com/ e poderá até enviar mensagem de estímulo aos atletas. Vamos ficar na torcida! [caption id="attachment_2794" align="aligncenter" width="400" caption="Ft.cedida por Gustavo Teixeira"][/caption]

 

Gustavo Teixeira, uma figura amiga. Pai de duas belas criaturas, Eduardo e Luis Fernando, natural do Rio de Janeiro, reside em Campos dos Goytacazes, inscrito na faixa etária de 40/44 anos, na modalidade de 220 kilometros. Em 2009, participou da maratona internacional (ilustrada na foto acima) do Vale da Morte em Las Vegas, EUA. Neste ano tomou parte nos 217km da BR 135, na Serra da Mantiqueira e na Night Run, na região montanhosa da Ilha Bela, SP.      
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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