Executivos atacados em protesto.
05/10/2015 | 09h59

Se a moda pega. O fato aconteceu, hoje (05), em Paris, França. Em questão nada menos do que uma das gigantes do ar: a companhia de aviação AIR FRANCE.

A empresa enfrenta, há alguns anos, a competição das concorrentes de baixo custo na Europa. Ainda tem que disputar com as empresas de longa distância no Oriente Médio. A Air France apresenta repetidos déficits na malha europeia só obtendo lucro no voos de longa distância, como os realizados para as Américas. Disposta a sair da situação de dificuldade financeira a companhia apresentou as propostas aos sindicatos que, pelo retratado nas imagens abaixo, rejeitaram os cortes anunciados. A Air France planeja cortar 1.700 funcionários da equipe em terra, 900 funcionários de cabine e 300 pilotos. Seria a primeira onda de demissões forçadas, a anterior foi há 25 anos. A frota também será reduzida em 14 aeronaves, de acordo com o sindicato de tripulantes Unac. Haverá o cancelamento da aquisição de aeronaves 787 Dreamliners da Boeing e a eliminação progressiva dos A340 da Airbus. A controladora Air France-KLM tem 19 jatos 787-9 e seis 787-10 encomendados. A empresa também eliminará rotas mais fracas.

Os funcionários  já tinham sido solicitados a trabalhar mais horas pelo mesmo salário como forma de  ajudar a companhia a reduzir as perdas anuais que começaram em 2011.

  • [caption id="" align="aligncenter" width="560"]Com a camisa rasgada, diretor da Air France em Orly, Pierre Plissonnier, é ajudado por seguranças após ataque de manifestantes, que invadiram o escritório da empresa durante reunião do comitê central KENZO TRIBOUILLARD / AFP Com a camisa rasgada, a gravata em torno do pescoço, diretor da Air France em Orly, Pierre Plissonnier, sai ajudado por seguranças após ataque de manifestantes. O escritório da empresa foi invadido plena reunião do comitê central | KENZO TRIBOUILLARD / AFP[/caption]
     
  • [caption id="" align="aligncenter" width="560"]Sem camisa, Xavier Broseta, diretor de RH da Air France, é escoltado por seguranças após a invasão da sede da empresa JACKY NAEGELEN / REUTERS Sem camisa, Xavier Broseta é retirado de reunião por seguranças (Foto: Jacky Naegelen/Reuters)[/caption]
  • Com o que restou de sua camisa amarrada na mão, Xavier Broseta, diretor de Recursos Humanos da Air France, escala uma grade na fuga de manifestantes contrários à demissão de quase 3 mil profissionais KENZO TRIBOUILLARD / AFP
  • Manifestantes em greve protestam em frente ao prédio da Air France no aeroporto internacional Charles de Gaulle, nos arredores de Paris JACKY NAEGELEN / REUTERS
A reunião realizada na manhã desta segunda-feira foi interrompida por centenas de manifestantes. Executivos foram obrigados a se retirar às pressas após funcionários revoltados, com bandeiras e cartazes, invadirem a sala. O presidente da Air France já tinha saído da sala antes da interrupção. A controladora Air France-KLM afirmou que tomará ações legais contra a violência adotada contra seus executivos.
 Fonte Le Figaro
 
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E tanto do Brasil II
18/04/2014 | 11h06
Ainda da nossa recente ida à localidade de Mata da Cruz, interior de Campos, na região norte do município, distrito de Santa Maria, 93 km da cidade. Para lá chegar, partindo da cidade, vamos pela BR101 em direção a Vitória; na altura da entrada de Conselheiro Josino a gente sai da estrada federal e segue por uma estrada vicinal. Mata da Cruz é uma realidade rural, comunidade pequena vinculada à pecuária de leite e corte e também à agricultura familiar. O lugar é bonito de verdade, vive um compasso diferente dos centros urbanos do estado do Rio. Ainda que integre Campos, no cotidiano eles lá se socorrem de municípios mais próximos como Cardoso Moreira, Italva e o maior deles - na região noroeste fluminense -  Itaperuna. Quem pensa que em lugares assim o povo vive letárgico, se engana feio. Produzir leite não é atividade para preguiçoso. São 365 dias por ano, sem feriado ou fim de semana, vaca não sabe o que é isso, come e bebe água sem parar. Quanto melhor o rebanho, mais cuidado com a saúde dos animais, mais bezerros, mais leite produzido, mais trabalho. Sem querer dei de cara com uma pequena fabriqueta, uma confecção.  À frente do pequeno empreendimento de sucesso está Miriam Amaral. Ela, nos seus 28 anos, vislumbrou a possibilidade de enveredar por seu sonho. Foi a Campos. No Fundo de Desenvolvimento de Campos - Fundecam, encontrou uma fonte de empréstimo para começar o negócio. Comprou o maquinário e há um ano e meio, emprega 11 pessoas da região. Produzem shorts de elástico; na realidade recebem as peças cortadas e fazem o fechamento mais o acabamento final. Trabalham, como se chama, em sistema de facção para Boaventura, distrito de Itaperuna. Os shorts e bermudas são vendidos pela ‘Veste Surf’, no comércio de Itaperuna.

 

Miriam, deu uma paradinha, nos recebeu com atenção, notável a satisfação dela e dos demais. Mais um exemplo, que leva a marca do brasileiro a cada quadrilátero desse nosso Brasilzão.  
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Atenção na data
25/06/2013 | 08h59
[caption id="attachment_6556" align="aligncenter" width="550" caption="Divulgação"][/caption]

 

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DEMISSÕES, DESSA VEZ 95 DISPENSADOS
21/05/2013 | 12h00
Foi a informação repassada ao blog por um leitor responsável. Sua filha foi uma das 95 demitidas, no final do dia de hoje, pela empresa OSX. Segundo a fonte, antes haviam sido demitidos os 'azuizinhos', de nível mais graduado. Hoje, foi a vez dos 'marronzinhos', como eles mesmo se chamavam, é o pessoal de um escalão mais baixo na empresa. Teriam trabalhado, mais ou menos, sete meses lá no Açu, após de terem recebido curso de treinamento para as funções. A mesma fonte informou que da OSX, no Porto, restam algo como 15 a 20 trabalhadores, tomam contam de uma esteira. Lamentável para quem perdeu o emprego, investiu sonhos e projetos, muitas vezes, assumiu dívidas. Nossa solidariedade. Preocupante para a região os últimos acontecimentos que rondam a empresa e as demais da rede. Só nos resta torcer para que a situação de crise divulgada aos quatro ventos se reverta. Amanhã mais detalhes do acontecimento.
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Conselho Regional de Enfermagem com cursos em Campos
20/03/2013 | 01h24

Conselho Regional de Enfermagem leva cursos de capacitação a Campos dos Goytacazes

O Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ) leva a Campos dos Goytacazes, nos dias 20 e 21, cursos gratuitos de qualificação para a categoria. O CapacitaCoren-RJ, projeto educativo que já habilitou milhares de profissionais da enfermagem em todo o Estado do Rio, oferece a oportunidade de atualização dos conhecimentos teóricos e práticos.

Os cursos terão lugar nos Institutos Superiores de Ensino do Censa: Administração e diluição de Fármacos (dia 20) e Farmacologia aplicada à enfermagem (dia 21). As aulas serão ministradas pelo enfermeiro especialista Thiago França. Na abertura, conselheiros e o presidente do Coren-RJ, Pedro de Jesus Silva, conversam com o público sobre a nova gestão da autarquia.

Os cursos do projeto são aplicados por enfermeiros especialistas, mestres e doutores, e as disciplinas priorizam a aplicação prática do conhecimento, elaboradas a partir da observação e análise das maiores dificuldades relatadas pela própria classe, no dia a dia do serviço. Um dos objetivos do CapacitaCoren-RJ é evitar negligência ou imperícia no exercício profissional de enfermagem.

"Atualizar os conhecimentos da enfermagem é um compromisso do Coren-RJ. É uma forma de devolver à categoria o investimento que ela faz no Conselho, na forma de ensinamentos técnico-científicos aplicado por mestes, doutores e especialistas. Em 2013, vamos ampliar a área de atuação do projeto, para garantir uma cobertura melhor em todo o estado", informa o presidente da entidade, Pedro de Jesus Silva.

PROGRAMAÇÃO

Administração e diluição de Fármacos

Data: 20/03/2013 – das 9h às 18h

Farmacologia aplicada à enfermagem

Data: 21/03/2013 – das 9h às 18h

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Local: Institutos Superiores de Ensino do Censa

Rua Salvador Corrêa, 139 – Auditório - Centro

Vagas para cada aula: 150 lugares

Grátis para equipes de enfermagem, acadêmicos dos dois últimos anos da universidade e estudantes do último ano do curso técnico de enfermagem.
Inscrições: http://capacita-coren.econrio.com.br/

INFORMAÇÕES: Gabriel Oliven

Roda Viva Comunicação

Tels 21 2215-4106 e 8123-5296

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SUPERAÇÃO: limites e caminhos
15/12/2012 | 10h57
Gestão Profissional no Ensino Superior brasileiro: Limites e caminhos para superação [caption id="attachment_5422" align="alignright" width="223" caption="Ft. Google"][/caption] André Raeli Gomes Perceber e entender a realidade gestora do ensino superior brasileiro tem sido objeto de pesquisa da grande maioria dos gestores educacionais. Discutiam-se mídias digitais como a grande vertente do crescimento. Recursos, tecnologias, ambientes virtuais de aprendizagem se tornariam a diferença competitiva até que, adquirir técnicas gestoras seria condição de sobrevivência nesse terreno sombrio, de intempéries constantes (BRAGA, 2010). O caminho então passa a ser avaliar o que funciona e o que não funciona na IES. Aborta uma estrutura amadora, em suas práticas; conservadora, na gestão e; negligente, quanto a cobranças de resultados (BRAGA, 2010). Começa a equilibrar a proporção atividades meio e fim. Inicia um processo de controle de inputs (entradas) e outputs (saídas), desde o mais elementar insumo até o acompanhamento do egresso como a mais nobre ferramenta de marketing da IES. Diante do cenário eminente de profissionalização do saber e da forma de ensinar o saber, o primeiro passo é enxergar o “como fazemos” e propor uma convergência com o “como fazer”. As IES crescem em forma, conhecimento e visibilidade. Discutir princípios gestores é prioritariamente definir “Planejamento Estratégico” (FALCONI, 2009) Como definir tal planejamento de ações futuras se os envolvidos são meramente “acadêmicos”? É preciso, nesse momento, aliar de forma prioritária, princípios administrativos ao conhecimento científico, já propostos por Taylor há bastante tempo (TAYLOR, 1995). Transformar o Coordenador Acadêmico em Gestor Acadêmico é sem dúvida o insight necessário nessa virada de década para tornar o Curso e, sobretudo a IES, viva e detentora de uma inteligência competitiva oriunda de um processo de gestão antecipatória, onde possibilita a Instituição adequação às mudanças de mercado (MAXIMIANO, 2002). O grande desafio então é – antes de discutir e cobrar resultados – “capacitar os escolhidos” ou “escolher os capacitados”? Sem dúvida, a primeira alternativa será a escolhida. “Garantir o papel de cada um no esforço empresarial” (FALCONI, 2009). O staff já está definido, o que se deve trabalhar é disseminação da governança corporativa, ou seja, a forma da IES pensar e agir. Uma vez adquirida, envolver os principais atores no processo gestor será conseqüência. Reduzir o turnover de pessoal é o carro chefe do processo, uma vez que o conhecimento é capturado pelo gestor, instigá-lo a participar como administrador do seu curso é uma questão de tempo. Esse profissional não pode ser substituído, ele é a essência da atividade meio da IES (GARCIA, 2005). Ele passará de crítico ao sistema para crítico do sistema. Esse processo se dará de forma gradativa, mas sólida, com investimento demandado e fomentado pela própria IES, culminando no princípio de que, educação e curto prazo são elementos que não combinam. Voltar ao nosso “chão de fábrica” e comparar processos e objetivos à indicadores pré-definidos, como o IGC, nos faz perceber em nossa essência tácita e empírica, de natureza estritamente acadêmica, a necessidade da definição de novos indicadores, que de fato representem a “medida” do nosso egresso e da nossa educação, permeando necessariamente pela figura do gestor. Não é justo virarmos reféns, muitas vezes, de indicadores qualitativos de manuais de avaliações, onde nos imputa uma classificação ordinal gerando uma nota que hoje garante a sobrevivência ou não da IES - fatalmente, e ao mesmo tempo estarmos preocupados com a coerência organizacional e com a formação plena da equipe, passando de um staff intelectual para um staff essencial, agregando o conceito de essencial àquilo que hoje é visto como periférico, garantindo a marca e a identidade institucional (NADLER e TUSHMAN, 2000)(grifo nosso). André Raeli é diretor da Faculdade Redentor Campos-RJ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FALCONI, V. O Verdadeiro Poder. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços Ltda, BH, 2009. BRAGA, R. Evolução das Práticas de Gestão nas IES Brasileiras 2001-2010: A gestão vista como inovação para o setor educacional. HOPER Educação. São Paulo: 2010. MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: Da revolução urbana à revolução digital. 3ªed. São Paulo: Atlas S.A., 2002. NADLER, D. A., TUSHMAN, M. L. A Organização do Futuro: As lições mais importantes do século XX e os próximos desafios que levarão ao novo desenho da empresa. HSM Management, nº 18, janeiro –fevereiro, 2000. TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. São Paulo: Editora Atlas S.A., 1995. GARCIA, M. Três grandes tendências para o ensino superior privado no Brasil. Revista Ensino Superior, São Paulo/SP, n.77, p.41-43, fev., 2005. Texto extraído do http://bracosabertosnb.wordpress.com/2012/06/21/caminhos-para-a-superacao-artigo-de-andre-raeli-3/
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BEM NA FITA
08/12/2012 | 09h43
Há pouco tempo na cidade de Campos e há 10 anos na cidade próxima de Itaperuna a Faculdade Redentor tem motivos de sobra para comemorar. Em uma única semana, dois de seus cursos de graduação obtiveram ótima avaliação. O Curso de Biologia da Faculdade Redentor Itaperuna ficou no extraordinário primeiro lugar no Brasil. Também o Índice Geral de Cursos (IGG) da Redentor cresceu 30% em relação a 2011, consolidando o crescimento contínuo da referida IES. Todos os cursos avaliados tiveram seu CPC em crescimento, ratificando a Faculdade como a melhor IES da Região e a melhor em Biologia de todo o país. (fonte-MEC) Ontem (7/12), mais um público reconhecimento. Dessa vez o curso Engenharia é classificado entre os melhores do país, ver a publicação na revista Exame aqui . Bom para a Faculdade Redentor, muito melhor para as regiões norte e noroeste fluminenses. Eu, já fiz o vestibular. Passei e me matriculei. Volto firme aos bancos universitários. Para quem ainda não fez, aproveite o mês de dezembro e se inscreva no Vestibular Agendado!  
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NO MUNDO DA REDENTOR
11/10/2012 | 04h30
NO MUNDO DA REDENTOR LUCIANA PORTINHO Na semana passada estive em uma visita à Faculdade Redentor, em Itaperuna. Fui me encontrar em reunião com o diretor acadêmico, Prof. Leandro Azeredo. Já há algum tempo, minha atenção foi atraída para a unidade da Redentor, aqui em Campos. Gostei do que vi e cheguei a partilhar com vocês aqui no blog.  É mais um presságio de um futuro diversificado e de um estímulo ao pensamento crítico tão necessário a esta nova Campos. Acrescento que a Faculdade Redentor, completa neste 2012, 10 Anos, de atividade plena. E deixa claro a missão que tem: “Formando amigos e profissionais”. A ciência social comprovou que a categoria de amigo - em dias atuais de uma sociedade multifacetada, dispersa e individualista – é uma das mais valorizadas, capital que pode ser livremente construído por exclusiva determinação do indivíduo, o Capital Social, conceito cunhado no século passado pelo sociólogo francês, Pierre Bourdier. Amigos e profissão, duas indispensáveis expressões do bem estar no século XXI. [caption id="attachment_4993" align="aligncenter" width="500" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]

Minha ida a Itaperuna para tratar de um futuro evento cultural se revelou acertada. Sai satisfeita com o diálogo travado. O Prof. Leandro, veste a camisa da instituição, é um empolgado em usar a educação no sentido mais amplo da cultura e o faz com encanto. Sua preocupação de permanentemente inserir a faculdade na vida social e econômica da região Norte e Noroeste Fluminense é legítima.

[caption id="attachment_4994" align="aligncenter" width="500" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]

Agora mesmo, Leandro está focado na organização do Segundo Congresso de Ciência, Tecnologia e Inovação do Norte e Noroeste Fluminense, 2º CONCIENTI, que vai acontecer nos dias 24,25,26 e 27 de outubro, com o tema “Educação, meio ambiente e desenvolvimento regional sustentável”. Ao mesmo tempo, também na ampla sede da Faculdade Redentor acontece o V Congresso de Iniciação Científica, com os resultados das pesquisas e trabalhos feitos ao longo do ano letivo pelos alunos. Percebe-se de modo claro, o esmero com a simpática e portentosa instalação acadêmica, a sinergia e o entusiasmo entre todos os funcionários, que mesmo em meio as suas rotinas, atenciosamente me receberam. Uma verdade salta aos olhos: vida longa tem a Faculdade Redentor!

 

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De quem é a cadeira?
30/07/2012 | 03h54

É aquele que senta no trono, mas nem sempre o que manda no dia-a-dia

[caption id="attachment_4411" align="aligncenter" width="550" caption="Hieronymus Bosch, Holanda, 1450/1516"][/caption] O QUE É... CHAIRMAN Max Gerhinger*

Há pouco mais de um ano, eu usei este espaço para abordar o termo CEO. Mas, a julgar pelo número de mensagens que recebo solicitando esclarecimentos sobre a sigla, acho que muita gente não leu. Por isso, resolvi repetir a dose. Mas aí os leitores que leram vão dizer: "De novo?" Então, mudei a palavra-título para chairman. Não para disfarçar, mas porque chairman não deixa de ser a origem remota de CEO. A tradução literal de chairman é "homem da cadeira". Seu primeiro registro escrito na língua inglesa data de 1654, mas sua origem histórica é mais antiga. Reuniões sempre existiram neste mundo, desde o tempo das cavernas, mas, durante séculos, elas não eram tão confortáveis como costumam ser hoje, com todo mundo refestelado em poltronas reclináveis. Antigamente, na sala do trono, existia uma única cadeira, onde se assentava a autoridade máxima - o rei -, enquanto o resto da corte permanecia em pé. Porém, reis eram transitórios, enquanto o trono - ou sua representação física, a cadeira - era permanente. Daí, quem era o rei? Aquele que estivesse sentado na cadeira: o chairman. Mas e as rainhas, não se sentiam discriminadas pelo man? Aparentemente não, já que o termo "homem" foi usado durante séculos como sinônimo de "ser humano". Na Bíblia, Deus adverte: "Lembra-te, homem, que és pó", e o recado obviamente incluía as mulheres. O exemplo resistiu séculos afora. Já no século 20, em 1947, surgiria a Declaração Universal dos Direitos do Homem, assim mesmo, machista, embora sem a intenção de sê-lo. Foi a partir da década de 60 que os ventos mudaram. E aí surgiria a sigla CEO, que não cria confusão porque tem dois gêneros. O significado de CEO é chief executive officer. Officer quer dizer "qualquer funcionário com autoridade". Nos Estados Unidos, um policial é chamado de officer. Chief quer dizer "principal" e executive é isso mesmo, o que tem por função executar um trabalho. O CEO é, portanto, o principal funcionário executivo, o de posto hierárquico mais alto. Ou, em bom português, o presidente da empresa. No Brasil, até que alguém se preocupe com isso, a pronúncia de CEO é em inglês, letra a letra: "ci i ou". Ou, tudo junto, "ciiou". Qual a diferença, hoje, entre o chairman e o CEO? O CEO tem uma função contínua: a de se certificar, dia após dia, que seus diretores estão fazendo o que se espera que façam, e a de tomar a decisão final caso seus subordinados discordem de algum assunto ou tenham dúvida quanto à melhor solução. Já o trabalho do chairman é temporário: ele só é chairman quando preside uma reunião do conselho de uma empresa, no máximo uma vez por mês. No resto do tempo, o chairman até conserva o prestígio do título, mas não tem funções executivas. É por isso que, em muitas empresas, a mesma pessoa tem as duas funções: de CEO e de chairman. No mínimo, por uma questão de economia. Mas tudo isso depende: há empresas em que o dono é o presidente do conselho, ou chairman, enquanto o presidente, ou CEO, é um profissional contratado. E aí, quem tem mais poder de decisão, o dono ou o executivo? Só a prática responde. Por isso, em qualquer empresa, títulos são apenas isso, títulos, e o mais importante para quem quer deslanchar na carreira não é saber quem tem o mais vistoso. É descobrir quem realmente manda.

*Max Gehringer, é administrador de empresas e autor de livros sobre gestão empresarial e carreiras. Foi colunista das revistas Você S.A., Exame e Vip. Hoje escreve para a revista Época e Época Negócios.

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EMPRESA DE CAMPOS ILUMINA PARATY
13/07/2012 | 04h16
Recebi o email abaixo do Renato e é bem interessante tomar conhecimento e poder divulgar. Sou do tipo que vibro com a realização dos que cavam suas vitórias, dos que produzem com paixão. Esses me reafirmam da necessidade de estar sempre disposta e a posto. E assim... de braços abertos a vida nos encontra! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Luciana, Sou brasileiro, campista,  engenheiro eletricista, 48 anos e tenho 2 filhos:  Carolina, 22 anos e Guilherme, 11 anos. Amo o que faço, procuro tratar a coisa pública com muita responsabilidade, acredito que é possível ganhar dinheiro no setor público oferecendo um produto de qualidade aos munícipes. Nossa empresa existe há 10 anos,  OTIMITEK ENGENHARIA E MANUTENÇÃO LTDA, atuando  nos  ramos de construção civil e elétrica . Em 2008, com a mudança de governo foi feito um Pregão em Campos para manutenção da Iluminação Pública no valor de R$ 18.000.000,00 ( ISTO MESMO, DEZOITO MILHÕES ) com exigências "pesadas no edital" , o que impossibilitou as empresas de  Campos que atuavam na área elétrica de participar. Na ocasião, éramos 7 a 8 empresas , com o fechamento do mercado de trabalho em Campos nossa empresa se viu obrigada a abrir novos mercados. O preço foi alto, mas foi muito bom, tivemos que nos profissionalizar mais ainda e procurar fazer um trabalho diferenciado para nossos clientes . Há dois anos somos responsáveis pela manutenção da Iluminação Publica de  Barra  Mansa, com um resultado positivo. Há um ano  iniciamos também um trabalho na área de Iluminação em Angra do Reis , com bons resultados . Quando conheci Paraty em uma viagem com amigos pensei que legal seria trabalhar aqui, poder fazer um belo trabalho em uma cidade com uma história cultural tão forte. Ganhamos a licitação e estamos a 2 meses trabalhando para reativar a Iluminação Pública do município que estava muito precária. Nosso desafio inicial foi preparar a cidade para a Festa do Divino (Gincana Cultural muito famosa na cidade e região), a festa junto com o Festival do JAZZ  são portas de entrada para a FLIP. Graças ao empenho dos nossos colaboradores, chegamos a FLIP com 95% da Iluminação Pública de Paraty recuperada. Agora estamos trabalhando para implantar 350 novos pontos de iluminação até setembro , reativar a  iluminação do Estádio Municipal  E O MAIS IMPORTANTE  RESGATAR A ILUMINAÇÃO ORIGINAL DO CENTRO HISTÓRICO . A  FLIP  foi um momento importante para nós , além da iluminaçâo publica fomos convidados a montar a iluminação cênica em várias tendas , o resultado associado à beleza das tendas ficou muito interessante. Durante a semana da FLIP li na Folha (sou assinante a alguns anos)  que você estaria em Paraty representando a FOLHA , pensei que legal campistas invadindo esta terra maravilhosa. Até pensei que bom seria encontrar com você, Luciana. Quando li que a folha faria uma caderno especial sobre a FLIP aí  pensei que bom seria poder registrar no caderno que tem uma empresa de Campos trabalhando para manter a luz acesa nesse balneário  de tanto charme e cultura. Pena que o contato tenha sido um pouco tarde, más, fico feliz com seu interesse em nossa história . Grande abraço , PARABÉNS PELO SEU BLOG, SEMPRE QUE POSSO LEIO, ESTÁ ENTRE OS MEUS FAVORITOS. Atenciosamente,  Renato Silva Gomes Engº Eletricista/ Segurança do Trab. Sócio Gerente
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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