Prefeita de Campos, assume o programa de rádio do marido
30/06/2014 | 18h31
Leio aqui no Blog do Bastos que a prefeita de Campos, Rosinha Garotinho (PR), assumiu com vontade o programa do marido, o deputado federal Anthony Garotinho (PR) que formalmente foi ontem lançado candidato ao governo do Rio de Janeiro. Como o blog diz o programa da Rádio Manchete muda de nome: o “Fala Garotinho” virou “Fala Rosinha”! Duas questões me vêm de imediato. Não seria um modo de burlar a legislação eleitoral que se propõe a garantir um pleito com igualdade de oportunidades entre os candidatos e lisura?! Já que a Lei  Eleitoral não permite Garotinho, na condição de candidato a governador, de continuar usando os microfones das mídias em seu favor, não estaria a esposa também impedida? Rosinha, em sua página na rede social Facebook convoca seus amigos, “Estarei no ar de segunda a sexta, das 8h às 9h, pela Rádio Manchete, com o programa Fala Rosinha. Em Campos, o programa é reproduzido pela Diário FM 100,7. Conto com sua audiência! Hoje, por ter agenda como prefeita no Rio, fiz o programa direto da Manchete”. A segunda questão que me soa estranha é que a Prefeita, em pleno exercício do seu mandato, de um município cheio de problemas de administração, vá passar a dedicar-se diariamente de um programa de proselitismo e distribuição de brindes, com suposto prejuízo da função pública para a qual foi eleita. Traduzindo: se já temos imensos problemas de gestão nas áreas de saúde, educação, transportes, trânsito e cultura, com a dedicação diária de radialista tudo tende a se agravar ainda mais. Ou não?! Todos sabem que a prefeita de Campos adora um microfone, mas, ao ter sido eleita, Rosinha não deveria prioritariamente se dedicar a governar Campos?! Em política tem situações que são legais, outras ilegítimas. Segundo o jornalista Alexandre Bastos, "Na eleição de 2010, quando Garotinho disputou uma cadeira na Câmara Federal, Rosinha, que na ocasião estava afastada da Prefeitura, também assumiu o programa de rádio." De público faço a pergunta: Pode isso TRE-RJ?
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Segue denúncia de uma professora campista
29/06/2014 | 09h48
Querida Chará, Gostaria de compartilhar contigo a “carta” que escrevi a todos os vereadores, sendo situação ou não, visto que no meu entendimento edis foram eleitos para fiscalizar e elaborar leis orgânicas em benefício da população. Muitas pessoas me questionam e querem me passar recibo de insana ou até mesmo de “doidinha”…Não me importo pois sou uma sonhadora, idealista, independente de qualquer foro ou partido político.Pois a Educação que primo e luto vai além, mas muito além destas picuinhas, baixarias e descasos por conta de um DAS ou coisa parecida.Segue a “carta” msn(via facebook, diretamente ao face de cada edil) “Boa Noite! Não sei se será boa noite. No momento não tenho tido boas noites de sono,mas não é por passar por esse fato que deveria deixar de te desejar. Explicarei o porquê? Já se passaram 29 meses ou seja 2 anos e 6 meses, que as escolas municipais, João Goulart e Jacques Richer estão funcionando num mesmo prédio.Ambas no prédio da Escola M.Jacques Richer em Campo Novo.O que tem deixado todos das duas unidades estressados por motivos óbvios. Como suportar trabalhar com barulho de panela de pressão, crianças perpassando por dentro da sala de outra professora para ir ao banheiro…e sem esquecer de citar, o desconforto e a desatenção dos alunos no quesito aprendizagem. Foram desativadas a sala de informática e o refeitório(não funcionam há 29 meses), para serem transformadas em salas de aulas provisórias por um determinado tempo (esse tempo que nunca termina). Bom, vamos ao que realmente interessa! Gostaria que você fizesse uma visita à escola Jacques Richer para constatar todo o meu relato e o quanto há de morosidade em “duas obras” que pelo teor do valor e do tempo, já eram para estarem concluídas.É muito triste ver tanto, mas tanto descaso com a educação no nosso município, principalmente na zona rural. Os edis precisam EXIGIR mais atenção com a EDUCAÇÃO. Fiscalizar MAIS as obras e as nossas denúncias!!!! Gostaríamos de receber uma visita sua, o mais rápido possível.Afinal de contas vereadores foram eleitos pelas comunidades para fazerem a diferença, e eu (professora há 20 anos), TAMBÉM tenho procurado fazer a diferença enquanto educadora na/pela comunidade que leciono. Muitíssimo obrigada pela sua atenção! Continue na PAZ! Abraço Luciana Soares Marques
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O cúmulo dos acúmulos: caixa preta
28/06/2014 | 09h14

Desde quando você já ouviu falar em alguma prefeitura entrar na Justiça para não responder a pedidos formais de informação feitos por algum parlamentar no uso legal de suas atribuições? Pois bem, a prefeitura de Campos acaba de inventar mais uma. O governo da prefeita Rosinha Garotinho (PR) recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) contra a decisão da 2ª Vara Cível de Campos que tinha determinado que a prefeitura entregasse a lista completa de todos os concursados, contratados e terceirizados, pedido feito pelo vereador Rafael Diniz (PPS), em ação judicial do dia 20 de maio de 2014. Entre outras razões alegadas a prefeitura de Campos, alega "não possuir a listagem dos servidores terceirizados". Para Rafael Diniz, o recurso da prefeitura é indício de que o governo tem algo a esconder : " A gente lamenta porque isso significa um recurso contra a transparência. Não negam uma informação a mim e sim a toda sociedade. Não sabia que eles temiam tanto", frisou ele. O vereador se baseou na Lei de Acesso à Informação, cujo objetivo é tão somente extinguir as "caixas pretas" da administração pública brasileira, garantindo transparência à gestão pública no país. Bom que se diga que regra geral, desde que a Lei de Acesso à Informação foi promulgada, já na outra legislatura, o governo Rosinha não responde a pedidos de informação que venham dos parlamentares de oposição. Fonte. Folha da Manhã
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Para quem duvidou....
26/06/2014 | 17h24
Vejam o que trago da rede social Facebook, copiei da página do amigo Luis Adriano Silva para todos. Dá bem uma ideia da movimentação internacional para o evento da Copa 2014. Para aqueles que torceram contra, fica o fato: o Brasil sedia um dos maiores eventos esportivos mundiais, todos os olhos se viram para nós. Vamos lá Brasil!! Fluxo de check-ins via Facebook na copa do mundo !!!
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Cultura: duas horas no MPE
25/06/2014 | 12h45
[caption id="attachment_8235" align="alignleft" width="300" caption="Foto: Valmir Oliveira (Folha da Manhã)"][/caption] Foi a duração do depoimento do professor e ex-presidente da extinta Fundação Teatro Municipal Trianon, João Vicente Alvarenga, ao promotor Dr. Leandro Manhães de Lima Barreto, na tarde de ontem (24). Sem a presença de algum advogado, João Vicente compareceu só. Com ele os documentos que fundamentaram o seu desabafo público, em abril de 2014. Segundo o professor, o promotor da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Campos, Leandro Manhães tinha em mãos as informações que serviram de base à denúncia também formalizada no MPE pelo vereador Rafael Diniz. "Percebi a boa vontade dele, me deixou muito à vontade" disse. No depoimento prestado o ex-presidente João Vicente reafirmou, "Era Patrícia Cordeiro (presidente da FCJOL) quem fixava os valores dos cachês dos músicos". Ele lembrou também que quando estava à frente da Fundação Teatro Municipal Trianon, antes de ela ser extinta, ter sido “Informado pela Prefeita Rosinha Garotinho (PR) que o esposo de Patrícia Cordeiro era dono da banda ‘A Massa’; ficaria mal se ele fosse contratado pela FCJOL, era então para a banda ‘A Massa’ ser contratada pela Fundação Trianon”. Sobre o sofisticado estúdio de gravação que supostamente teria sido construído em Campos para diversos fins alheios aos culturais, João Vicente declarou - que após suas denúncias - ter sabido que o tal estúdio, situado na rua São Jerônimo, no bairro IPS, estaria sendo “paulatinamente desmontado”. Como declarou ao jornal Folha da Manhã na saída do MPE, “Agora é esperar para ver o que vai acontecer. Apesar do depoimento ter sido longo, todas as denúncias foram comprovadas com documentos”, disse. Os próximos a serem ouvidos pelo Ministério Público são a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima (FCJOL), Patrícia Cordeiro, no dia 27; o ex-presidente da FCJOL, Avelino Ferreira, no dia 28; e o secretário de Governo, Suledil Bernardino, no dia 2 de julho.
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Cultura: fio da meada ou novelo sem fim
24/06/2014 | 12h38
Hoje ( 24/06), pela tarde, acontecerá o primeiro depoimento no Ministério Público Estadual sobre a série de denúncias que envolvem a atual gestão da Cultura de Campos, sob o governo da prefeita Rosinha Garotinho (PR). O primeiro a falar será o professor e ex-presidente da extinta Fundação Municipal Teatro Trianon, João Vicente Alvarenga. João está tranquilo, disposto a colaborar com o MPE, até porque como mesmo disse, "Sou o único a falar na condição de testemunha convidada no processo, todos os demais serão ouvidos na condição de réus. Esses últimos foram intimados nos dias 27 (a presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima - FCJOL -, Patrícia Cordeiro); 28 ( o ex-presidente da FCJOL, Avelino Ferreira) e o atual secretário de Governo, Suledil Bernardino, no dia 2 de julho. As oitivas são parte da representação protocolada pelo PSOL, presidido em Campos pelo sanitarista Erik Schunk,  incorporada ao inquérito 445/10 que já investigava denúncias sobre a Cultura no município. João, fui um dos que se somou aos inúmeros questionamentos já explicitados pela mídia local. Seu desabafo foi a brasa final no paiol de críticas às práticas do setor cultural público. Com a intenção de que a justiça seja feita "porque estamos falando de recursos públicos", como já afirmara ao jornal Folha da Manhã, o ex-presidente espera cumprir com seu papel de cidadão e ex-gestor de Cultura. "Não darei ouvidos a difamações nem darei voz a fofocas e intrigas. Vamos nos ater aos fatos", frisou ele.
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No tempo e no espaço da bola que rola
22/06/2014 | 07h52
Sugiro a leitura do artigo semanal abaixo de Arnaldo Bloch, publicado ontem (21/06), no jornal O Globo. Muito bom!

A Copa do avesso do avesso do avesso...

Povo ordeiro, estádios lotados, turistas felizes, espanha eliminada, seleções latinas dando show... Socorro!

O futebol é uma caixinha de surpresas: a frase mais surrada do “bárbaro esporte bretão” (expressão mais gasta que a reputação do Joseph Blatter) está mais atual do que nunca, nesta que já é a Copa do Mundo menos óbvia jamais vista. Uma “copa do tudo ao contrário”, ou muito pelo contrário e ainda há controvérsias. Segue um pequeno apanhado das evidências e das exceções à regra. 1) Ao contrário do que se previa e até do que muitos desejavam, a Copa está funcionando, não houve nenhuma tragédia aeroportuária, nenhum nó urbano intransponível, nenhum colapso infraestrutural de proporções catastróficas. Os incidentes são pontuais e de pequena escala, alguns, aliás, protagonizados por torcidas estrangeiras e por cambistas nórdicos e americanos. 2) O povo brasileiro, ora ordeiro, ora zoneiro, está contagiando os turistas e até as seleções. Como disse o técnico da Holanda, o melhor do Brasil na Copa são os brasileiros. Os turistas copeiros não estão nem aí para aeroporto (aliás, a aviação mundial já colapsou faz tempo em qualquer país), não ligam para engarrafamento nem desmaiam com uma fila ou outra: eles querem pular, beber em botequim, subir morro, caminhar de cuecas com bandeirões, viver a vida. 3) O pânico de uma grande convulsão social, de uma revolução, o medo burguês de “a favela descer” ou de uma grande onda de manifestações fazer o país e a Copa pararem, por enquanto, demonstra-se completamente infundado. Os grandes movimentos, respeitáveis, necessários e saudáveis, conduzidos pela geração Facebook e pela classe média, e ignorados pelo proletariado que faz marmita e tem que acordar às 5 da manhã para levar o leite das crianças, por ora, ficaram nos anais de 2013. 4) Ao contrário do que se preconizou, todos os estádios sem exceção estão lotados em todos os jogos, as cidades estão cheias de turistas, os hotéis estão estufados. O tal do medo estrangeiro de um Brasil perigoso e letal, na iminência de uma guerra civil generalizada ou de um colosso anárquico, ficou no terreno da ficção. 5) O boicote nacional à Copa deve estar escondido em algum bunker. Os brasileiros aderiram em massa ao Mundial, nos bares e lares, nas fan fests e nas florestas onde até as araras e os quatás estão gritando de entusiasmo. Até porque mesmo os que torcem contra o Brasil têm que ver os jogos para exercer o ofício. 6) A Espanha, que estava entre as quatro favoritas, saiu da Copa na segunda rodada. O tic-tac da irresistível campeã do mundo emperrou, virou um relógio mole de Dalí, um Rolex de camelô, um carrilhão de filme de terror. A Fúria é um escrete de velhinhos cansados com um esquema cansado e manjado e risível. 7) A Holanda, depois de beber todas e receber visitas íntimas e se estatelar na praia (eles podem fazer isso sem pirar, pois vivem numa sociedade livre e já são meio pirados mesmo) goleou a Espanha por 5 x 1 e todo mundo gritou “pintou o campeão”. Que surpresa! Mas... no jogo seguinte, provavelmente depois de beber todas de novo, fazer amor em meio ao labor e tomar chá de erva, levou um esquenta da Austrália e já não é mais aquela. O avesso do avesso. Mas isso pode mudar na próxima rodada. e teremos o avesso do avesso do avesso e assim por diante indefinidamente. 8) As alegres e criativas e aguerridas seleções africanas não estão jogando nada nem surpreendendo ninguém. Na verdade, a grande alegria está vindo... das equipes das Américas do Sul e Central!, que há muito vinham abafadas pelo absolutismo europeu. Mas como esta é a Copa do tudo ao contrário, o Chile está bombando, o Uruguai Hemp está moderno, a Colômbia está voando, a Argentina está fazendo deverzinho de casa, México e Costa Rica estão pimpões e o Brasil... bom, o Brasil é exceção, mas Felipão é pai. 9) Pela primeira vez na história dos mundiais, o estádio de abertura é o estádio mais feio da Copa, quiçá o mais feio do mundo, o mais feio de todos os tempos, e permanecerá o mais feio até o fim dos tempos. A semelhança de seu projeto arquitetônico arrojado e conceitual com o design de uma impressora vagabunda vendida de segunda mão na Saara já é uma evidência atestada nas redes sociais mundo adentro, e afora. 10) Nunca antes numa Copa do Mundo o chefe de Estado não discursa na abertura, nem diz a frase “declaro aberto o Mundial”. 11) Nunca antes uma festa de abertura de Mundial foi tão chata, feia, pobre, patética, sem imaginação, sem a cara do país, sem nada que não seja digno de lamento. 12) Nunca antes uma música oficial da Copa do Mundo foi tão escandalosamente feia. 13) Revogam-se todas as disposições em contrário, ou muito pelo contrário. 14) Para não ficar no 13, adicionamos mais um item. Aliás, um abraço pro Zagallo.
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Complexo de Vira-lata
21/06/2014 | 16h34
Sou das que criticam os atrasos e abusos que são cometidos contra a população brasileira e em particular contra o campista, afinal aqui vivo. Estive fora, a passeio com minha irmã e minha mãe. Dias de reabastecer o ânimo e de observação aguda dos modos de pensar - consequentemente de viver - e do se relacionar das gentes de outras culturas, na esfera pública e privada. Fiz alguns registros pessoais, aos poucos, os trarei para partilha. Este abaixo, foi na volta, em um dos maiores aeroportos do planeta, o Charles de Gaulle, em Paris, França. Depois de termos feito o check-in via internet com 24h de antecedência, de termos impressos os tickets de bagagem, ou seja, de termos cumprido à risca a cartilha da suposta agilização nos procedimentos de embarque, nos fizeram ficar 50 minutos em pé em uma fila burra, desnecessária, já que só nos restavam despachar as malas. Mas não. O setor responsável da Air France se encontrava fechado, sem nenhuma explicação aos passageiros que tiveram que mofar na fila dos que ainda não haviam feito o check-in eletrônico, por sinal não obrigatório. O bom humor dos funcionários da companhia aérea não era dos melhores. Ao chegar na nossa vez falei com o atendente (por sinal um brasileiro super simpático), "Se fosse no Brasil, vocês seriam vaiados" ao que ele me respondeu, "Não, aqui isto não existe".  O fato aconteceu na noite de quarta-feira, 18/06.

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ESCOLHA A SUA PRIVADA
20/06/2014 | 06h57
Flagrantes nos banheiros femininos dos aeroportos Charles de Gaulle - embarque, terminal E2 - e Tom Jobim - desembarque, terminal 1, na noite de quarta (19/06) e amanhecer da quinta (20/06). No primeiro faltava água no segundo sobrava limpeza.

De volta.    
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