Por alguns dias
31/05/2014 | 05h44
Me afasto temporariamente da lida com o blog, do contato profícuo com você leitor. Saio para descansar da rotina, observar valores diferentes, refletir ou como se diz modernamente: reciclar. Agradeço a colaboração de todos! Até..... Luciana Portinho  
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Entregues à sorte...
29/05/2014 | 22h12
Há uma semana o colega blogueiro Marco Barcelos vem, pelas redes sociais, pedindo o reparo do painel de controle do sinal de transito que fica justo em frente ao São José Operário, local de onde entram e saem centenas de deficientes visuais. Pois hoje novamente ele reclama, pela rede social Facebook, nada ter sido feito pelas autoridades locais, "Até agora nada foi feito! Acho que estão esperando algum deficiente visual ser acidentado em frente ao São José Operário", frisou ele. [caption id="attachment_8191" align="aligncenter" width="450" caption="Na foto o blogueiro mostra o descaso"][/caption]

 

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Dois milhões é o preço...
28/05/2014 | 00h43
Da reforma e ampliação anunciada na placa oficial da Escola Municipal Maria Lúcia. Esta unidade escolar fica em frente a TV Record, na av. 24 de Outubro. A construção ocupa praticamente a pracinha; ao lado, separada fica uma quadra poliesportiva. Leitores nos pediram que fosse lá. Fui ontem (26/05) e tirei as fotos abaixo. A escola não me pareceu em ruína, alunos brincavam na área externa. Também não consegui descobrir o suposto espaço que existiria para uma ampliação desta monta. Quem se dispor a verificar in loco, concordará comigo. Enfim, mais uma placa de obra pública na qual não é citado o prazo.

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Professores aposentados - Utilidade Pública
26/05/2014 | 12h54
INFORMES DA SECRETARIA DE APOSENTADOS(AS) No início do mês de maio o Governo do Estado do RJ convocou o SEPE/RJ para negociar o pagamento do abono do Nova Escola aos /as aposentados/as, no processo impetrado contra o Governo, com respaldo na Isonomia, para incorporação e pagamento do abono também aos aposentados/as. O impasse se deu pois o SEPE reivindica a correção dos meses/anos à pagar seja feita pela UFIR, o governo aceita mas não precisa em quanto tempo fará o pagamento. O governo fez a contraproposta de pagar fazendo a correção com o juro da poupança e garante pagamento no prazo de 45-60 dias. O Sepe Campos fez uma assembleia informativa, ontem, no Staecnon (antiga Cedae), com a presença de 400 aposentados/as e apresentou as duas opções para que ao preencher o formulário, faça a opção por uma das duas propostas, acima apresentadas, sabendo que pela proposta do governo, haverá um decréscimo no valor total a se pago. Por exemplo: no cálculo do montante a receber no valor de 30 mil reais calculado pela UFIR, o mesmo valor calculado pela poupança cairá para em torno de 26 mil reais. O SEPE/Campos convoca todos e todas aposentados(as) que fizeram o recadastramento até o dia 25 de março para comparecer à sede no Edifício Ninho das Águias, 5* andar, salas 513/514 para fazer a sua opção, do dia 26 ao dia 30 de maio, de 09:00 às 18:00. Lembrando que quem optar pela UFIR não haverá, por parte do governo, data precisa para pagamento. Documentos necessários: CPF e NÚMERO DA MATRÍCULA. Secretaria de aposentado (a)   Regina Paula Andrade Silvana Nascimento.
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De grão em grão...obras
25/05/2014 | 23h06
Interessante notar as obras que são feitas com o dinheiro público em Campos. Há um traço, nessa administração, se repete desde 1988. Falta uma nova visão de futuro para o município, repetem-se as velhas fórmulas do século passado; inexiste planejamento de médio e longo prazos. Atribuo a mesmice ao dinheiro que jorra do petróleo. Criou a cultura de não poupar. Talvez, se fôssemos um município pobre, a elite política seria obrigada a pensar como fazer render em benefícios sociais o gigante orçamento. O fato é: aqui se torra a dinheirama dos royalties sem nenhuma preocupação em projetos sérios, sejam lá de que área. O futuro se resume a criar empregos precários que atendam interesses imediatos da próxima eleição. A impressão que fica é que tendo dinheiro sobrando, não sabem o que fazer de perene para a população. As ações saem como golfadas - espasmos pontuais que não se conectam - não formam políticas públicas. Basta ver a imensa dificuldade na gestão da saúde, educação, transporte, cultura e demais setores. Essas fotos abaixo, feitas no último sábado (24/05), ilustram a disposição do desperdício. Mais "quiosques" na beira rio, perto da curva da Lapa: só uma obrinha (sem prazo declarado na placa oficial) por mais de meio milhão.

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Judiação
24/05/2014 | 17h48
Trago aqui comentário de um leitor dando conta de todo o desrespeito do qual é vítima ao recorrer ao serviço de saúde em Campos. Fogo! "Faço exames de rotina(anual),no HGG, desde 2005, e jamais convivi com uma situação ruim,a qual estou passando, estou com exames que fiz desde 0utubro de 2013, os quais irei mostrar ao médico dia 02/06-14. Mudou a metodologia;antes se marcava para o cardiologista(retorno),todas as quintas- feiras,hoje se marca somente 1(uma) vez por mês,e pior para normalmente 30/60 dias, marquei em 03/04(tenho o ticket com essa data e horário. Porque demorou? Pois bem,o exame de sangue,que não se faz mais no HGG (antes fazia), agora é em outro ‘local’(convênios é claro). Dei inúmeras idas com datas marcadas para pegar esses ‘resultados’,ficaram de ligar para minha casa…pensei até que estivesse ‘extraviado’. Meses depois,numa dessas idas,o exame ‘apareceu’. Realmente, minha cara Luciana é INADMISSÍVEL,FALTA REALMENTE UM GESTOR(A) SÉRIO EM NOSSA CIDADE!"
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Inadmissível
24/05/2014 | 10h52
Inadmissível essa história de filas nos hospitais ou postos de saúde para marcação de consultas. A pessoa já está doente e ainda por cima tem que dormir ou acampar em frente ao hospital para conseguir a ficha ou pagar a alguém para tal fim. É no mínimo desumano, uma falta de respeito. Será que a telefonia fixa e a móvel (celular) e ainda a informática não chegaram a Campos?! Será que é tão difícil destacar um ou mais servidores para marcarem consultas durante o horário comercial, ou seja, das 8 às 18h, todos os dias da semana, caso não queiram fazê-lo pelo telefone ou via internet?! Todo paciente que já foi consultado tem o retorno garantido para revisão e mostrar exames, ou ainda para uma nova consulta. Será que é tão difícil fazer uma agenda, deixando vagas para novas consultas além das já previamente agendadas?! Não, não é. Aliás, é bem fácil para quem se dispõe a fazer; isto já foi realizado no Hospital Escola Álvaro Alvim há alguns anos atrás e as filas acabaram. É somente uma questão do que há de mais elementar em gestão. No entanto, parece que as autoridades da saúde pensam que é normal que o paciente ou seus familiares acampem, em frente ao hospital ou posto, dormindo ao relento para conseguir um médico que o atenda. Gostaria de indagar deles se julgariam normal, eles ou seus familiares, permanecerem em fila noturna? Considero isto uma total falta de solidariedade e consideração com o ser humano, ainda mais estando carente e enfermo. Outra questão que permeia o atendimento público é a falta de condições de trabalho - vide o tempo em que o tomógrafo e os elevadores do Hospital Ferreira Machado permanecem quebrados – e os honorários vis pagos pelas consultas e procedimentos através do SUS. Vão alegar que a tabela do SUS é elaborada pelo Ministério da Saúde e não pela secretaria Municipal de Saúde. De fato o é, mas, o município de Campos dos Goytacazes tem gestão plena de sistema e isso lhe permite que contrate serviços e pague de acordo com a sua capacidade orçamentária. Lembro aqui, já ter sido proposto por nós, em 2012, e aprovado pela unanimidade dos vereadores na época, colocado em vigência, persiste até hoje. Onde então está pegando? Pega na falta de reajuste dos valores que o SUS paga e a secretaria municipal de Saúde, neles, se baseia para complementar. E ainda há a falta de respeito com os profissionais da saúde em relação aos salários e horários de trabalho. Makhoul Moussallem     Médico Presidente do PT em Campos dos Goytacazes
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R$ 16.734.871 milhões
22/05/2014 | 14h42
Por enquanto, é o que supostamente custará a construção da Cidade da Criança, Parque Alzira Vargas, obra da prefeitura de Campos. Foram duas licitações, na realidade uma por R$ 10.528.918,60 (ver placa abaixo) e aditivo de 60%  a mais no valor original da obra, R$ 6.205.953,20 contrato feito no início de abril de 2014 (ver abaixo). A obra segue atrasada. Há dois anos, a Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado aprovou projeto de lei (PLS 25/2012) que reduz de 50% para 25% o percentual máximo de aditivos em obras, serviços ou compras licitadas pela administração pública. Na ocasião, o relator da matéria, Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), disse que, atualmente, os contratantes de obras públicas "já veem como certa a ampliação em 50% do valor inicial de um contrato de reforma de edifício ou de equipamento" e acrescentou que a matéria, de autoria da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), valoriza o princípio do planejamento por parte do administrador público e o "zelo por parte dos gestores ao elaborarem editais dos serviços que serão contratados" (ver aqui). [caption id="attachment_8151" align="aligncenter" width="494" caption="Imagem do blog Eu penso que ..."][/caption] [caption id="attachment_8152" align="aligncenter" width="448" caption="Imagem do blog Eu penso que ..."][/caption]

 

 
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Eleitores pela Paz?Pode isso TRE-RJ??
22/05/2014 | 13h43
Ontem, faltando menos de 5 meses das eleições, com apenas a abstenção da minoria de 4 vereadores da oposição, a bancada situacionista aprovou na Câmara Municipal um programa pra lá de esquisito. No papel o "Jovens pela Paz" é bonito. Visa dar (conceder, distribuir) bolsas de R$ 350,00 a R$ 500,00 aos jovens eleitores de 16 a 25 anos. Nos parece que a ação, que suponho deva se propor social, aprovada em período pré-eleitoral, transparece ter fins diversos. Para uma prefeitura que não dá conta de gerir com eficiência o setor de saúde - vide denúncias recentes do G1 (ver abaixo) de falta de elevadores no Hospital Ferreira Machado e de tomógrafos em funcionamento também nos dois hospitais municipais - e cujo, nada menos,  o marido da prefeita é declarado pré-candidato a governador, teria sido mais sensato aguardar o fim das eleições de outubro, resguardaria a independência do poder legislativo. Tem sido evidente, basta observar a quantidade de processos em tramitação no TRE-RJ, contra o deputado federal Anthony Garotinho (PR), ver aqui e aqui, sobre as supostas iniciativas que o mesmo tem tomado na também suposta autopromoção de sua declarada pré-candidatura ao governo do estado do Rio, nas próximas eleições. Bom, assim tem sido o entendimento da maioria do TRE-RJ; ontem o deputado foi proibido de apresentar os programas "Fala Garotinho" e "Palavra de Fé", no rastro foi também proibido de distribuir prêmios e brindes em programas de rádios e eventos.
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Fosso
19/05/2014 | 17h12
Leio hoje (19/05) com preocupação, reportagem de O Globo sobre a persistência do trabalho infantil em nosso país, apesar de todos os esforços, leis e estatutos restritivos. Lembramos que até 14 anos é totalmente proibido o trabalho no Brasil. Pois bem, segundo o Pnad de 2012, 81 mil crianças de 5 a 9 anos ainda trabalhavam e 473 mil de 10 a 13 anos também. No mesmo caderno de economia, na segunda página, outra realidade humana. Na Suíça, país da Europa, sexta maior renda per capita do mundo, a população acaba de rejeitar de forma democrática, por referendo popular, o piso salarial de R$ 10 mil. Pasmem, 76% da população disseram não ao piso nacional proposto que garantiria esse mínimo aos 10% que ainda não o atingiram. Os suíços preferiram deixar do jeito que está, entregue à concorrência do mercado de trabalho, pelo medo de aumentar o desemprego que no país é baixo, 3,2%. País desigual, mundo desigual.
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Gado
19/05/2014 | 08h44
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Pelas redes sociais...
17/05/2014 | 05h36
Essas eleições prometem. Assista, aqui.[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=1HSQUvcfm0Q&feature=share&list=UUVWlrrybseFmPru4eb-QcLg[/youtube]
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Tá feia a coisa lá...
17/05/2014 | 05h34
[caption id="attachment_8123" align="aligncenter" width="500" caption="Charge copiada da rede social Facebook"][/caption]

 

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Qual a sua opinião?
16/05/2014 | 19h32
Reproduzo post recente do jornalista Nino Bellieny. Dele, transparece seu desconcerto face às manifestações violentas que novamente sacodem o Brasil. Das perguntas que ele nos lança, uma respondo sucintamente. Não existem condições (objetivas e subjetivas), NENHUMA,  de movimento revolucionário no horizonte brasileiro. Tampouco enxergo a possibilidade de Golpe. O que aqui aconteceu em 64 teve o todo apoio dos Estados Unidos da América do Norte, era outro momento histórico, existiam dois blocos econômicos com interesses antagônicos no mundo. Sou esperançosa, não otimista. Apesar de nossa característica cultural conciliadora, carecemos de um mínimo de educação e cultura no país. Soma-se a isso o quadro de uma estúpida desigualdade social. Não existe um Brasil, sim ao menos dois: um menor, dos que vivem com relativo conforto e conhecimento e outro - gigante  - dos que são apartados do conhecimento e das condições dignas de vida. A estes só o consumo de bens e de informação lhes é permitido. E isso não basta para criar nação. Para turvar ainda mais o quadro há uma crise de confiança nas instituições e ainda maior nos representantes destas. A política nacional, modo em que se operam as demandas sociais, caiu em completo descrédito para esse gigante que se sente atordoado. Não enxergo no curto prazo uma guerra civil, no entanto, vejo grandes conflitos sociais possíveis de nos levar a uma crise ainda mais profunda. O futuro nos dirá. É a minha opinião. [caption id="attachment_8119" align="aligncenter" width="540" caption="Imagem do blog do Nino Bellieny"][/caption]

 

A VIOLENTA VOLTA DAS MANIFESTAÇÕES

NinoBellieny 
De novo a Terra de Santa Cruz é sacudida pelos protestos sociais. E o blog em busca de uma melhor definição, busca saber:
11 PERGUNTAS SOBRE AS MANIFESTAÇÕES POPULARES
(Você leitor, responde  nos comentários ou mentalmente. A reflexão ajuda no crescimento)
1- A quem interessa o movimento: ao povo ou aos políticos em campanha?
2- Há uma orquestração com um comando central ou é espontânea por osmose?
3- Qual o motivo de tanta festa quando a Copa foi oficialmente anunciada e agora,  perto da realização, ser alvo de  tantos ataques?
4- A onda vai espraiar-se ou virar tsunami e varrer o país inteiro?
5- Itaperuna, centro regional, foi palco de passeatas no ano passado. Começaram tímidas, cresceram, depois, diminuíram sensivelmente. Voltarão com pressão total?
6- Existe  uma convergência de propósitos e novos líderes, ou o movimento é imprevisível , dependendo de uma faísca para imediata combustão?
7- A oposição política é organizada e unida com propostas definidas?
8- Existe oposição?
9- Como canalizar as insatisfações locais com as nacionais? 10- Justifica-se o uso da violência?
11- Corremos o risco de revoluções, golpes, guerra civil?
A OPINIÃO DO BLOG
Esperando pela sua...
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GREVES
16/05/2014 | 17h52
De agora até outubro, além da Copa e das eleições é a temporada das greves. Todas, ou quase, devidamente programadas e agendadas como a greve dos rodoviários no estado, a greve dos vigilantes de bancos, a greve dos professores, a greve dos bancários, a greve dos correios e a polícia já ameaça fazer uma durante a Copa. Fico me perguntando a razão de tantas, se são gratuitas, se o pessoal quer ficar de folga à custa do governo e empresas, se têm fins políticos ou se são simplesmente deflagradas pela insatisfação das condições de trabalho e pelos baixos salários das categorias profissionais citadas. É óbvio: só com muita má fé estas não seriam por baixos salários. Além de baixos, não são devidamente corrigidos pelo patrão, seja público ou privado. Uma das greves que me espanta é a da Uenf. Não é sazonal. Não faz parte do calendário dos professores e funcionários da universidade e foi unicamente aprovada para corrigir as distorções salariais de todos da instituição, pois não encontrou da parte do governo do estado sensibilidade em atender as mínimas reivindicações dos grevistas, incluindo refeições e alojamento aos alunos. “Buscai o saber mesmo que seja na China”, sentença proferida por Maomé em uma preleção aos fiéis; ensinava que o mais importante para uma nação é a educação. O saber está ao nosso lado, nas universidades públicas e privadas. Não temos necessidade de ir a China busca-lo, no entanto, me parece que os gestores públicos querem despachá-lo para a China, assim ficaria bem distante e não os aborreceriam com questionamentos “desses chatos” – por serem cultos e possuírem senso crítico – costumam fazer por não aceitarem ser manejados como gado, tão a gosto dos políticos e governantes no Brasil. Sou a favor das greves, principalmente as da área de educação por melhor remuneração e contra a indignidade como é tratado o professor, seja do ensino fundamental ou superior. Fica claro para qualquer analista político-econômico, até para mim que não sou do ramo, não resta dúvida da má intenção para com a Educação e os educadores. Eles são o instrumento da virada e retirada do cenário desses maus patriotas. Gostaria que todas as categorias profissionais, em especial as das universidades, entendessem para todo o sempre: não basta apenas fazer greve e críticas. É preciso que participem ativamente da política. Caso resistam em participar, pelo menos que apoiem aqueles que são seus pares e põem a cara na reta, ou continuaremos amargando derrotas e decepções até o surgimento de novas gerações mais aguerridas. Makhoul Moussallem      Médico conselheiro do CREMERJ e CFM Presidente do PT em Campos dos Goytacazes * artigo publicado hoje, 16/05, no jornal Folha da Manhã.  
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Dúvida cruel
14/05/2014 | 15h09
Leio no blog do jornalista Alexandre Bastos (aqui) a publicação de mais uma suplementação orçamentária no valor de R$ 1,2 milhões para a FCJOL, na rubrica Eventos Culturais/Serviços de Pessoa Jurídica. Antes, há coisa de um mês já havia sido feita outra suplementação, ainda maior, no valor de R$ 2,1 milhões (aqui) também para Eventos/Serviços de Pessoa Jurídica. Na ocasião daquela primeira suplementação, o jornalista Alexandre interpretou que dos R$2,1 milhoes suplementados,  R$ 725 mil se destinavam ao Campos Folia, "Na previsão de recursos para o Carnaval fora de época, Patrícia Cordeiro terá: R$ 725 mil". Ou seja, sobrariam R$ 1, 375 milhão livres para eventos culturais de qualquer natureza, ou então o Campos Folia não custou ao cofre municipal R$ 725 mil? Recente, há sete dias atrás, no dia 8 de maio, foi publicada no Diário Oficial a contratação por licitação, no valor R$ 879 mil, da empresa que realizará a VIII Bienal do Livro de Campos, ver blog do jornalista Ricardo André Vasconcelos (aqui). Se sobraram para eventos culturais/serviço de pessoa jurídica a quantia de R$ 1.375 milhão livre daquela primeira, qual seria a razão de esta última suplementação de mais R$1,2 milhão? Façamos contas simples. Gastos declarados com o Campos Folia e a VIII Bienal do Livro de Campos: R$ 725 mil + R$ 879 mil = R$ 1.6 milhão Valor das duas suplementações à FCJOL:R$ 1,2 milhão + R$ 2,1 milhões = R$ 3,3 milhões Restam, portanto, R$ 1,7 milhão na conta da FCJOL. Ou a Bienal não custou os R$ 879 mil, ou teremos pela frente um mega evento no calendário cultural de Campos? Alguém saberia sanar a dúvida?!    
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Sylvia Paes lança livro na VIII Bienal de Campos
14/05/2014 | 14h55
   

Como ela mesmo nos diz: "Esse é o primeiro livro de uma série que trata do nosso Patrimônio Cultural Imaterial. Ele fala da nossa lenda do Ururau em uma linguagem infantil utilizando também o linguajar local.Os outros tratam do Jongo, da Mana Chica, dos doces, das rendas e do indígena Goitacá. O Ururau Pançudo estará a venda na 8ª Bienal do Livro de Campos a R$10,00 para alunos uniformizados, a partir do dia 18 de maio às 9 horas, no stand da Academia Campista de Letras." Parabéns!!
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MEC desvincula 72 instituições do Prouni
14/05/2014 | 14h30
O MEC tem agido corretamente. Oferece condições - antes não vistas - e cobra reciprocidade das universidades, tanto do ponto de vista da qualidade de ensino oferecida à população como do recolhimento de tributos devidos e organização administrativa.  É uma pena que ainda poucos estabelecimentos de ensino superior não correspondam à confiança do Ministério da Educação. Ver íntegra da matéria abaixo.
Fim da conversa no bate-papo
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SALDO DA CULTURA
11/05/2014 | 09h48
Da agenda corrida do senador Lindberg Farias em Campos, na sexta-feira passada (09/05), a Cultura esteve presente. Após o almoço, o senador fez questão de visitar à ONG Orquestrando a Vida. Lindberg tem estreita vinculação com o setor, seja por sua militância na juventude no movimento estudantil, seja pelo trabalho desenvolvido nos bairros de Nova Iguaçu quando prefeito. Conheceu a sede da instituição, projetos, dificuldades, se comprometeu a ser um parceiro do projeto social através da música, foi recebido pelas orquestras e coro com duas belíssimas execuções. Ao final, ouviu a leitura de uma solicitação de agentes culturais campistas, confirmou sua vocação democrática ao se comprometer em dar voz ao setor cultural local. Acompanhando a visita estiveram o cinegrafista Carlos Alberto Bisogno e o professor João Vicente Alvarenga. Este último, leu a carta aberta que segue. Um sonho possível de ser vivido.
Ação Cultural do Estado com a Região O Solar dos Airizes, localizado às margens da Rodovia BR 356, que liga os municípios de Campos e São João da Barra, é testemunho do apogeu econômico da região durante o século XIX. O Solar encanta por sua imponência e também porque é parte significativa da narrativa sobre nossa história. A história não só do Palácio, mas também da Senzala. Lá viveu, amou e morreu a Escrava Isaura que está na memória coletiva de nossa gente. Sua história passou de geração em geração, ressaltando a possibilidade de uma escrava se unir a seu senhor, promovendo sua ascensão aos salões do Solar. Na década de 80 do século passado, a Rede Globo de Televisão, através de seu Núcleo de Teledramaturgia, transformou a Escrava Isaura em personagem que visitou os lares brasileiros. Sua história ficou conhecida dentro e fora do país. E nossa região também. Recentemente, o Solar passou por uma reforma em seu telhado, já que poderia comprometer suas estruturas por causa da infiltração de água, resultado das chuvas. Não existe pessoa física ou instituição que se dedique a conservá-lo. Nessas condições de abandono, há um risco iminente de mais uma vez termos suas estruturas comprometidas irremediavelmente pela ação do tempo. Nossa região precisa de um Museu moderno onde a dinâmica e a interatividade sejam sua marca diferenciadora. Ele poderia ser nomeado Museu Pluricultural Escrava Isaura. Nele seriam abrigadas atividades nas diferentes linguagens artísticas: Teatro, Música, Literatura, Dança, Cinema, Artes Plásticas. Estamos certos de que será um espaço de referência nacional. Vossa Excelência, Lindberg, pode transformar esse sonho em realidade, investido de poderes executivos.

Campos dos Goytacazes, 9 de maio de 2014

Antônio Roberto de Góes Cavalcanti Kapi - Teatrólogo  Carlos Alberto Bisogno - Cineasta João Vicente de Alvarenga – Professor, Mestre em Filosofia Luciana Portinho – Agente e Produtora Cultural Silvio Greego – Artista Plástico
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Cavalo Paraguaio
09/05/2014 | 22h24

Em entrevista hoje, pela manhã, no programa de TV "Polêmica", do advogado e blogueiro Claudio Andrade, o senador Lindberg Farias (PT) afirmou que Garotinho é um cavalo paraguaio. Lindberg descartou qualquer aliança no segundo turno com Garotinho, "Não! Quero ir por outro caminho."

Preocupado com a percepção de uma crescente onda difusa na sociedade brasileira de cunho fascistoide, Lindberg disse ser preciso impedir o retrocesso, "O Pt necessita renovar os seus quadros." Citando Darcy Ribeiro e Brizola, frisou estar disposto a colocar a Educação como prioridade em seu governo e implantar a escola de tempo integral no estado. Rechaçou qualquer possibilidade de não vir candidato ao governo do Rio ao dizer que depois de muita pressão do PMDB, foi indicado por 6mil delegados como pré-candidato à eleição majoritária. Agradeceu ao Lula o apoio público recebido e afirmou que aos 44 anos está no momento certo, o senador destacou que "Ganhar por ganhar não vale a pena".

O senador cumpriu extensa agenda de visitas , reuniões e plenárias em Campos e retornou ao Rio de Janeiro, agora à noite, em avião comercial.

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Senador Lindberg em Campos
08/05/2014 | 22h46
O senador Lindbergh Farias (PT) estará em Campos nesta sexta-feira, dia 9, cumprindo a agenda “Seminário Região Norte: Campos dos Goytacazes”. Confira a programação completa: 9h – Assentamento Zumbi II: reunião com o movimento sindical e social     11h – Visita às obras do novo campus da UFF 12h – Coletiva de Imprensa, Palace Hotel 12.30h – Almoço 14h – Agenda Cultural 15h – UENF. Reunião com o Comando de greve 16.30h – UFF. Diálogo com a Juventude 18h – Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento. “ VER, OUVIR, FALAR, FAZER”
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Filie-se ao PPLU!
08/05/2014 | 02h32
Conheci este moço irreverente, Cristiano Pluhar, historiador gaúcho que comprou - como antes eu - Campos, toda a sua baixada, lagoas e escalonados tabuleiros. No pacote do Cristiano tinha uma moça, sua mulher e companheira. No meu, mais antigo, teve um moço que por bom tempo foi meu leal companheiro nos embates da vida. Bom, conheci o professor e poeta Cristiano quando exerci a função de repórter da Folha da Manhã. Tive o prazer de entrevistá-lo de perto, olho no olho, conversa livre, de perceber o quão questionador e crítico é. De lá pra cá Cristiano se tornou articulista da Folha Dois, deixa lá semanalmente a sua escrita inteligente e ouso dizer, meio anárquica, bagunçadora dos coretos do poder. Semana passada, publicou este artigo que segue. Tem a sua cara e ousadia. Eu gostei, me diverti..... sugiro que leiam! Lá vem o PPLU! Cristiano Pluhar Dias desses, por conta de opiniões que disparei sobre a medíocre atuação da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, presidida pela Patrícia Cordeiro, publicamente, me rotularam “opositor” do Governo atual. Verdade. Todavia, esclareço que não participo de nenhum grupo político e nunca tive favorecimento algum para nada. Nesses 13 anos em que lido com Cultura, sempre faltou dinheiro e, se continuo “no mundo”, é por vício incurável. Na semana passada, Ruan Silva Lemos, “meu” aluno no Colégio Salesiano, extremamente inteligente, em conversa informal, me disse: “Você é bem renomado na Cidade.” Ri e disse a minha verdade: Não, guri. Só me divirto. Já tive vida partidária. Por conta da profissão – metalúrgico – do meu amado pai Clênio Pluhar, cresci dentro do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas – RS e até meus 21 anos fui filiado ao Partido dos Trabalhadores – PT. Como digo, estudei e larguei o mundo partidário. Nunca da Política. Esclareço aos fieis despolitizados defensores do Governo Garotinhocentrista que minhas singelíssimas opiniões são oriundas da ideologia nonsense Pluharista, base do inexistente PPLU (Partido Pluharista) que aceita adeptos com única exigência: tornarem-se sócios do SPORT CLUB INTERNACIONAL. Independente do Governo, o Pluharismo condena a construção de um estúdio com verba pública – denúncia de João Vicente –, não aceita o inacreditável Carnaval (Campos – dos Goytacazes – Folia) fora de época – que teve como atrações principais Escolas de Samba do Rio de Janeiro (?) –, acha muita graça do comercial da Prefeitura frisando os investimentos na Cultura campista – mostrando, na verdade, seus feitos quase insignificantes – e, também, pessoas que foram próximas se vendendo em “prol da Arte” – “grandes” estudiosos da sociedade! Que necessidade ridícula da Situação política campista em buscar alguma possível ligação com partidos, meios de comunicação ou, até mesmo, amizades. Aqui, caros, é PPLU! Mera imaginação dentro desta bosta de realidade cultural que contada aos “de fora”, é triste e nada lúdica história da carochinha.
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Sofredor
07/05/2014 | 10h29
Como não ser solidária com o sofrimento diário da população. Na segunda-feira passei pelo Calçadão e não tive como não me deter ao ver o tamanho da fila na Loteria Esportiva. Eram 17.30h, e o povo lá em pé, esperando pacificamente a sua vez para pagar alguma conta sem multa ou receber seus parcos proventos. Semana passada esse mesmo povo se apertou em vans hiper lotadas para ir e voltar do trabalho. Se adoecer passa maus momentos com um atendimento pra lá de indesejável. Agora, outra greve bate à sua porta, a dos professores em sua justa pauta de luta por direitos não respeitados pelo poder público. Se acontecer, as mães trabalhadoras vão ter que achar por conta própria, em seu quadro particular de adversidade, com quem deixar os filhos. Enquanto isso a elite política local aperta o garrote e reina: gasta fortuna para manter o poder, pelo poder. A classe média que vive em outra realidade, cobra da população um voto consciente (como?). É duro o cotidiano da maioria da nossa população.

     
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SOBRE A CRISE NOS TRANSPORTES EM CAMPOS
06/05/2014 | 18h09
A questão do transporte e da mobilidade no nosso município precisa ser tratada com uma visão estrutural , buscando soluções para um reordenamento planejado do sistema de transporte , que pode incluir outros modais- como por exemplo o transporte sobre trilhos. O sentido deve ser compatibilizar o crescimento da cidade a um sistema que garanta a qualidade de locomoção para a população. Portanto, essa crise é o resultado da falta de atuação planejada das gestões anteriores e particularmente da atual gestão da prefeitura, que em 6 anos quase nada fez nesse sentido. Não basta ter passagem à 1 real, é preciso garantir que o transporte seja de boa qualidade, eficiente, inserido num sistema que garanta a melhoria da mobilidade para todos. Logo tratar essa crise, que afeta principalmente a população mais carente de Campos, como um jogo eleitoral não é a melhor atitude. É preciso enfrentar a atitude de empresários que, explorando concessão pública, não oferecem o serviço com qualidade e eficiência. Mas não se pode querer jogar nas costas dos trabalhadores rodoviários, que vivem com salários arrochados, a culpa dessa crise. Se houve algum conluio dos empresários das empresas de ônibus para“incentivar” a greve – como foi noticiado na imprensa- isso deve ser apurado e, caso confirmado, punido com rigor. Não se pode permitir que os responsáveis por garantir o serviço de transporte rodoviário à população, concessionários que são, sejam agentes responsáveis de situação caótica como essa, trazendo sofrimento para a população. Porém, não se justifica também, o atraso da prefeitura no processo de licitação das concessões (que precisam ser transparentes), motivado por erros e inadequações dos editais, apontados pelo Tribunal de Contas do Estado. Isso só faz aumentar o problema. Makhoul Moussallem Médico, Presidente do PT em Campos/RJ
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E tome barraco
06/05/2014 | 16h37
Roupa suja se lava na rua, é a máxima da conduta na cúpula do governo municipal. Ontem, em um pretenso ato de apoio à prefeita Rosinha que reuniu, no Automóvel Clube, os cargos comissionados (políticos) da administração municipal, o que mais se ouviu foram pitos e ameaças aos aliados e integrantes do governo atual. Sentou tem que ajoelhar batendo palmas. O recado é claro para quem ousar apontar equívocos na gestão municipal,  será taxado como um "oportunista de plantão". Ex-aliados serão tratados como 22, no caso maluco. Blogueiros entram na mira, de novo, da artilharia rosácea. Até para a pequena bancada de quatro vereadores de oposição, sobrou. Impedidos estão de fiscalizar a prefeitura. Então é assim. Falou dos transportes? Tome barraco! Reclamou do precário atendimento na Saúde? Tome barraco! Seu filho está sem aula? Calada! Tome barraco! A cidade alagou? Se segura, e tome barraco. O trânsito está caótico, conspiração dos "oportunistas de plantão". TOME BARRACO!   Mais detalhes veja aqui no blog de Alexandre Bastos.
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Noroeste na fita, com Nino Bellieny
05/05/2014 | 12h13
O movimentado jornalista Nino Bellieny deu partida, ontem, em novo empreendimento na blogosfera. É o blog  "Nino Blog Bellieny" ver (aqui). Nele, você leitor antenado, encontrará notícias do mundo corporativo, empresarial, político, judiciário e comportamental.  Nino Bellieny traz o seu jeito elegante e agudo de ver o mundo pra dentro da web. Ganhamos, nós!
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Pode isso TRE.RJ??
04/05/2014 | 23h37
O deputado federal  Anthony Garotinho (PR) abarrotou no dia de hoje, domingo, as caixas de correio da população campista com um material de propaganda política que ele intitula ser "Prestando contas". Casa por casa, condomínio por condomínio, foram objetos da panfletagem disfarçada. A pré-campanha do deputado é rica assim como o governo da sua esposa Rosinha, prefeita de Campos. Eu, que até hoje nunca recebi uma prestação de contas sequer, justo agora, cinco meses das eleições, fui premiada com dois livretos coloridos. Informação de fonte segura nos afirmou que a ação de panfletagem da "prestação de contas" aconteceu no estado do Rio inteiro. Para quem é poderoso é melhor burlar a Lei Eleitoral, no máximo, depois acerta as contas com a Justiça Eleitoral, paga uma irrisória multa que de alguma forma já é contabilizada nos custos do panfleto. Nossa Lei Eleitoral é inócua para os poderosos como o deputado, solenemente a ignoram. Pode isso TRE.RJ?

Sobre o assunto veja a matéria da Folha da Manhã do dia 03/04 (aqui).
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Calou-se uma voz dos oprimidos
04/05/2014 | 13h41
Calou-se a voz de Tomás Balduíno,                                                                         
nessa noite de 2 de maio.
Uma voz que nunca quis ser sozinha,
sabia, desde os anos de chumbo:
uma voz solitária não suspende a manhã.
Quis ser uma voz entre vozes,
ergueu sua voz dentro do vasto coro dos oprimidos:
os índios, os posseiros, os lavradores,
os retirantes da seca e da cerca
e os que se levantam contra elas,
as mulheres, os negros, os migrantes, os peregrinos
para forçar claridades, para ensinar amanhecer.
Tomás é palavra.
A palavra que banha como bálsamo.
A palavra que fustiga.
Incendeia.
A palavra que perdoa
mas aponta - sempre - o caminho da Justiça.
E o que somos na vida?
Somos os ossos das palavras
que povoam o caminho de pedra ou flores
que sangram os pés dos nossos filhos.
Tomás é sertão.
O sertão e suas armadilhas.
O sertão e suas infinitas contradições.
Tomás é sertão
onde se dobram os ventos de Goiás e Minas,
onde nascem águas
nessa infinita geografia
que alimenta nossas esperanças.
Calou-se a voz de Tomás Balduíno.
Permanecerá sua palavra.
Tomás é sertão:
gesto de fé nessa gente que não se dobra.
Pedro Tierra Brasilia,Manhã de 3 de maio 2014
NOTA DE FALECIMENTO
Dom Tomás Balduino, fundador da CPT, fez a sua páscoa
“Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou...
tempo de lutar e tempo de viver em paz”.
(Eclesiastes 3:1-8)
É com grande pesar e muita tristeza que a Comissão Pastoral da Terra (CPT) comunica a todos e todas o falecimento de Dom Tomás Balduino. Fundador da CPT, bispo emérito da cidade de Goiás e frade dominicano, Dom Tomás lutou por toda sua vida pela defesa dos direitos dos pobres da terra, dos indígenas, das demais comunidades tradicionais, e por justiça social. Nem mesmo com a saúde debilitada e internado no hospital ele deixava de se preocupar com a questão da terra e pedia, em conversas, para saber o que estava acontecendo no mundo.
Aos 91 anos, completados em dezembro passado, Dom Tomás Balduino, o bispo da reforma agrária e dos indígenas, nos deixa seu exemplo de luta, esperança e crença no Deus dos pobres. Ficamos, hoje, todos e todas um pouco órfãos, mas seguimos na certeza de quem Dom Tomás está e estará presente sempre, nos pés que marcham por esse país e nas bandeiras que tremulam por esse mundo em busca de uma sociedade mais justa e igualitária.
Dom Tomás faleceu em decorrência de uma trombo embolia pulmonar, às 23h30 de ontem, 02 de maio de 2014. Ele permaneceu internado entre os dias 14 e 24 de abril último no hospital Anis Rassi, em Goiânia. Teve alta hospitalar dia 24, e no dia seguinte foi novamente internado, porém desta vez no Hospital Neurológico, também em Goiânia.
O Corpo será velado na Igreja São Judas Tadeu, no Setor Coimbra, em Goiânia, até às 10 horas do domingo, dia 4 de maio, momento em que será concelebrada a Eucaristia, e logo em seguida será transladado para a cidade de Goiás (GO), onde será velado na Catedral da cidade até às 9 horas da segunda-feira, 5 de maio, e logo em seguida será sepultado na própria Catedral.
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Política diminutivazinha
04/05/2014 | 01h27
Desde a publicação da declaração do professor e ex-presidente da Fundação Municipal Teatro Trianon, João Vicente Alvarenga, feita (aqui) no dia 21 de abril, João Vicente se tornou o novo alvo de todo tipo de baixaria, na blogosfera e perfis das redes sociais afins aos representantes do governo local. O fato é que a fala dele repercutiu em Campos como uma bomba de nêutrons. A imagem do governo Rosinha, de tão combalida correu para se socorrer em propaganda televisiva colorida - a realidade cinza veio à tona. Não era a oposição que vinha, mais uma vez, a publico expor sua crítica à política cultural municipal. Todos sabem dos antigos laços de amizade que uniram o professor João Vicente ao deputado federal Garotinho, ao longo de três décadas. Mais fácil do que a correção do equivocado rumo , o surrado recurso da sorrateira desqualificação do autor (sujeito de alguma ameaça)  foi mais uma vez sacado pela tropa do grupo político rosáceo. Desde então, João Vicente vem sendo chamado dos piores nomes, recebe ameaças veladas. Disseram que se vendeu à oposição campista - como oficialmente sugerido na tribuna da Câmara Municipal por uma vereadora situacionista - para sanar  suas supostas dívidas. Um velho profissional de comunicação o chamou de porco. A rádio tamanco espalhou que João Vicente agia a pedido de Garotinho, em luta interna no governo da mulher... Não bastasse a velhacaria, inventaram a última há dois dias. Um ventríloquo empapelado bradou: "João Vicente tem problemas psiquiátricos". Sobre esse último veneno, o blog recebeu a declaração que segue. Você leitor, inteligente que é, tirará sua conclusão. " Acho que ele praticou um ato ilegal, acessando informações de sigilo profissional e também de caráter privado. Invasão de privacidade desqualifica o infrator. Não temer as possíveis consequências de um ato claramente irresponsável é porque ele não está agindo sozinho. Deve existir alguém que o oriente, garantindo sua impunidade. A minha vida particular diz respeito a mim e a quem são meus parentes e amigos. O conteúdo de seu texto não interessa a ninguém, não tem o menor valor jornalístico. Entendo que estamos inseridos numa grande tribuna virtual, onde capazes e incapazes se arriscam a colocar num blog a sua marca. Escrever é mais que tropeçar em palavras, figurando um triste cenário sombrio onde a luz nunca alcançará. Os fatos a que você se refere, de forma alguma, são mentirosos. São equivocados. Em 2012 fui acometido por uma severa depressão que me fez buscar auxílio de um profissional. Estou em pleno exercício de minhas faculdades mentais, emocionais e intelectuais. O profissional a que me refiro jamais sairia de sua postura ética para passar declarações, ainda mais declarações cujo teor não correspondem com a verdade. É um profissional competente, responsável e atento aos compromissos de ética da sua profissão. Não temo suas palavras de rancor e ressentimento. Coisa injustificada, pois não te conheço, não me lembro de ter estado com você em ocasiões sociais, por isso gostaria de saber se você está a serviço de algum interesse. Gostaria de saber também se o que você diz tem alguma relação com o que refleti sobre a cultura em Campos, embora fique difícil fazer qualquer relação." João Vicente Alvarenga
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Queremos os nossos direitos
02/05/2014 | 15h08
Ontem, se comemorou o Dia Internacional do Trabalhador com mais um feriadão. De feriadão em feriadão vamos começar o ano, na verdade, no dia cinco de maio. Este ano não é bissexto, mas, é bissexto pela sucessão de feriadões e, ainda por cima, vem a Copa do Mundo e para culminar as eleições com a campanha eleitoral tendo início em cinco de julho, isso em plena  vigência da disputa do título mundial. Ou seja, começará para valer em 14 de julho. No cenário mundial, as conquistas dos trabalhadores - ao longo de um século e um quarto - parecem que foram muitas se partirmos do tempo da escravidão e chegarmos aos dias atuais. No entanto, para quem tem uma visão social, humanística e igualitária, verifica que não se avançou tanto quanto deveria, haja vista, que teoricamente não existe mais trabalho escravo no mundo, mas, na verdade somos escravizados de outras formas. Existem várias ditaduras políticas vigorando que manietam os seus povos, e em países democráticos existem ditaduras da mídia, de padrões estéticos, de consumo e de valores que são introduzidos contrariando o mais elementar bom senso e a mínima ética, não deixam de ser uma forma de escravidão. Saindo da questão internacional e voltando ao nosso país, mais especificamente à nossa região, as técnicas manejadas pelos detentores do poder são no sentido de manter a população alienada e submissa ao seu comando. Onde estão os direitos e as conquistas dos trabalhadores no caso dos terceirizados da prefeitura? Onde estão os direitos dos alunos terem aulas e formação - não só escolar como cultural – e, os direitos dos professores de terem condições de trabalho e remuneração digna para que possam formar as futuras gerações? Onde está o direito à saúde, dever do Estado, conforme reza a na nossa Constituição, nos artigos 196 a 198? Parêntese: as conquistas dos trabalhadores preveem isonomia salarial aos que exercem a mesma função, fecha parêntese. Onde está essa conquista já que os aumentos salariais, na área da saúde, foram diferenciados em total desacordo com o Direito? Onde estão os direitos dos trabalhadores da área da saúde com salários dignos, condições de trabalho, material e equipamentos, para que possam exercer o seu mister e cumprir o que determina a nossa Constituição Cidadã? Onde está o direito do trabalhador de ir e vir livremente no exercício da sua jornada e voltar para casa sem estresse que é sabido fator de adoecimento? Parece que não temos muito que comemorar. Para comemorarmos devidamente temos que fazer mudanças e não poucas.   Makhoul Moussallem                                       Médico conselheiro do CREMERJ e CFM Presidente do PT em Campos dos Goytacazes
 
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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