Ambulância na berlinda
31/03/2014 | 19h33

Alguém pode ajudar a identificar de onde é esta ambulância? A fotografia circula na rede social Facebook. Seja de onde for, fica o estapafúrdio.

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Nos Tempos da Foto Novela
30/03/2014 | 22h04
Aula de teatro (expressão corporal, atuação, fotografia, filmagem, redação, roteiro e produção). O curso abordará os conceitos básicos da técnica fotográfica e audiovisuais, de utilização da câmera, discussão sobre fotógrafos renomados, conceitos básicos sobre a fotonovela e sua narrativa específica e as ferramentas para a criação de uma fotonovela. . Produção e edição de uma fotonovela. . Entrega de um DVD editado para cada aluno da turma. • Data: Abril a Junho – uma vez por semana (toda quinta-feira) – 3 horas por dia (15h às 18h). . Carga horária: 39 horas • Local: Espaço Multimídia/Sesc. • Público: Terceira Idade e Jovens – capacidade da turma = 45 participantes Inscrições abertas no Sesc Av Alberto Torres, 397 – Centro (22) 2725-1210
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MULHER BRASILEIRA
28/03/2014 | 23h39
MULHER BRASILEIRA
Luciana Portinho
Cida, mulher brasileira é doce como os bolos e guloseimas que faz. Seu sonho profissional: ser uma boleira de mão cheia. De uma alegria sincera, risada farta, é transparente em suas emoções. Conheci a Cida dias atrás. Ela e mais outra colega, a eficiente Suely, são as responsáveis pela saborosa (e calórica) comida que desde sábado passado, todos nós que participamos do treinamento/inserção ingerimos com fome de leão. No início da jornada, logo ao chegar, Cida ou Aparecida de Fátima Marques de Freitas travou; uma indigestão encobria o pânico que dela se apossou. Por algum curto e intenso momento, ela pensou que não daria conta de cozinhar para as 40 pessoas presentes à jornada de estudos e debates que se realiza em Itaperuna, cidade polo do noroeste fluminense. Ela nos conta a historia de vida, com explicita gratidão de quem foi lá embaixo. Do fundo do poço de uma depressão em que não enxergava futuro, nem claridade, veio ela há três anos. “Pensei que nunca mais fosse trabalhar”. Depois de ter sido a vida toda empregada doméstica, foi contratada pelo restaurante Galo a Galope. Perto de fazer dois anos no trabalho e de ter desenvolvido amizade com o patrão, ele abruptamente morreu. “Seu Nelde era muito amigo, me dava apoio, conversava franco comigo, de repente enfartou, fiquei sem chão”, diz ela. Cida - 41 anos e dois filhos - foi parar na Igreja, espaço onde encontrou suporte para o desalento que a dominou. Hoje, é evangélica e credita a Deus a recuperação no humor e na disposição de viver. Com o incentivo da irmã em fé, Maricéia, abraçou a nova atividade profissional de fazer bolos para festas e casamentos. “Recebo feliz toda a encomenda, penso em dar o de melhor em mim, faço com carinho e amor”. Agora, Cida está efusiva, a mil. Foi convidada a algo inimaginável. Dará uma entrevista ao vivo, na próxima terça (01/04), na TVI, televisão local, ao vivo, no programa do jornalista e também diretor executivo da emissora, Nino Bellieny. Cedo, pela manhã, Cida chegou para fazer o café da moçada. No cantinho da cozinha, fez questão de mostrar: “Vou aparecer na TVI linda, vê só, já fiz minha sobrancelha ontem à noite”. [caption id="attachment_7766" align="alignleft" width="500" caption="Cida, nossa brasileira faceira"][/caption] Estaremos, a tempo e hora, de olho na tela, assistindo Cida falar dos bolos de sonho e desejos de futuro, o link é esse aqui.
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FELIZ ANIVERSÁRIO
28/03/2014 | 14h27
Em 1835, Campos dos Goytacazes foi elevada à categoria de cidade neste dia, portanto, passamos a ter este status há 179 anos. Deixar de ser vila para ser cidade pressupõe alguns quesitos que na administração municipal atendam à cidadania. Será que os nossos governantes nas últimas décadas têm tido a preocupação e a competência de planejar a cidade do presente para o futuro, como alguns o fizeram no início do século retrasado? Todos os que aqui chegam ficam extasiados com a beleza e o potencial de desenvolvimento da nossa planície e, também, da região do Imbé e do norte do município. Inconcebível que continuemos a querer viver à larga, desperdiçando os royalties do petróleo, com entretenimentos, projetos e obras de qualidade duvidosa que não trazem nenhum benefício, nem agregam nenhum valor à construção de nossa cultura, cidadania e sustentabilidade. Há 43 anos, chegou à nossa cidade um mineiro médico para dar aula na Faculdade de Medicina de Campos. Apaixonou-se pela cidade e, também, pela campista Carminha, com quem se casou e teve o Larry filho. Larry pai foi quem implantou o primeiro Centro de Terapia Intensiva do interior do Estado do Rio de Janeiro. Tive a honra e a alegria de poder ajudá-lo nesta tarefa. Como disse acima, todos que aqui chegam se encantam com o nosso potencial. Com Gualter Larry Alves não foi diferente, assim como foi comigo. Ambos adotamos e fomos adotados pela cidade e pelo povo campista, nos tornamos gratos e tentamos retribuir colaborando com o desenvolvimento da medicina em Campos. Hoje, aproveito para primeiro parabenizar a minha cidade, desejando para ela um futuro autossustentável, próspero e pacífico. Um futuro no qual todos os campistas sejam cidadãos plenos, nossa educação seja a primeira do Estado, nossa saúde nota dez, cultura não seja confundida com entretenimento, emprego pleno para seus filhos, índice de violência zero e, consequentemente, mortes somente as inevitáveis. Em segundo, saudar o meu amigo Larry pelo seu aniversário e dizer para ele, Carminha e Larry filho, e também para todos os campistas, que devemos e podemos continuar a acreditar e sonhar com uma Campos melhor. Só depende de nós. Makhoul Moussallem Médico conselheiro do CREMERJ e CFM *Artigo publicado hoje, (28/03), no jornal Folha da Manhã
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E hoje tem Cineclube Goitacá
26/03/2014 | 10h50

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A MULA E OS INTERESSES
23/03/2014 | 01h34
Há dois dias, abro os comentários do blog e me deparo com este do poeta, produtor e militante cultural, Artur Gomes. Fiquei surpresa por constatar que um post de oito meses passados, ainda hoje é lido e suscita interesse. Como continua atual, seguem o comentário do Artur, a quem agradeço a gentileza das palavras e o post que o originou. Um bom domingo a todos...e que venham, afinal, as águas para por fim à cobiça. Maravilhoso texto e reflexão Luciana. o verão da família é uma trilha estendida no asfalto revólver carregado na cara da garotinha bala atravessando o farol do trio elétrico e esse povo patético ainda bate palmas pra rosinha metáfora da mula pra eles é pouco Luciana beijos Artur Gomes Para lerem o post original, venham aqui.
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Nosso muro está baixo
21/03/2014 | 18h14
Nosso muro está baixo Disse o poeta Eduardo Alves da Costa, de Niterói, no poema intitulado “No caminho com Maiakóvski”: [...] Na primeira noite eles se aproximam/e roubam uma flor/do nosso jardim./E não dizemos nada./Na segunda noite, já não se escondem;/pisam as flores,/matam nosso cão,/e não dizemos nada./Até que um dia,/o mais frágil deles/entra sozinho em nossa casa,/rouba-nos a luz, e,/conhecendo nosso medo,/arranca-nos a voz da garganta./E já não podemos dizer nada.[...] Pois é, todo mundo quer nos tomar alguma coisa. Há dois anos foram os royalties do petróleo, na mão grande, não respeitando contratos firmados, nem tampouco a Constituição (ainda não estamos definitivamente livres do assalto). Bem antes, também sobre a mesma matéria dos royalties, levamos a primeira garfada: impuseram-nos a cobrança do ICMS no estado final do consumo e não no da origem, no estado produtor. Agora vem o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, querer captar água de um rio federal que é interestadual, para despejá-la no sistema Cantareira, reservatório responsável pelo abastecimento da grande São Paulo e que atravessa problemas. Há dois dias, o governador esteve com a presidente Dilma. Foram, então, convocados à reunião, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e dirigentes da ANA (Agência Nacional de Águas) a quem cabe formalmente autorizar a captação. Óbvio que o rio é o Paraíba do Sul garantidor do abastecimento de cidades paulistas – do Vale do Paraíba – e em nosso estado, da capital e de outras cidades, incluindo a nossa Campos dos Goytacazes, em um total de 10 milhões de pessoas. O projeto paulista é antigo, sempre enfrentou a resistência dos técnicos do Rio de Janeiro, pela simples razão de que abasteceria a grande São Paulo e iria nos desabastecer. Outro problema é que ao diminuir, ainda mais, o volume da água do rio, aumentará a concentração de resíduos tóxicos despejados ao longo do seu curso por indústrias , o que fatalmente piorará, em muito, a qualidade da água em nossas torneiras. Os menos jovens lembram-se da catástrofe da Paraibuna de Metais, em 1982. Despejou de Minas no rio Pomba, afluente do Paraíba, enorme quantidade de resíduos tóxicos e ficamos quase por um mês só usando água mineral. É preciso dar um basta nas pretensões dos amigos do alheio. Este tem que ser dado através dos nossos deputados estaduais e federais, senadores e do governo do estado. A questão não será resolvida na argumentação e no bom senso, sim na política. Depende da firme atuação dos nossos representantes com mandato. Sem dúvida o nosso muro está baixo e todos se atrevem a nos invadir. Será que isto acontece devido à estatura de nossos políticos? De qualquer maneira não podemos ficar calados, senão, como disse o poeta, a nossa voz virão roubar, “E já não podemos dizer nada”. Makhoul Moussallem Médico conselheiro do CREMERJ e CFM Artigo publicado hoje, 21/03, no jornal Folha da Manhã
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"Ela fica fazendo essas obras porcas e meu filho sem aula"
21/03/2014 | 10h11
Esse o desabafo de uma mãe cujo o filho da 4ªsérie da Escola Municipal Lídia Leitão de Albernaz, Parque Cidade Luz, está há uma semana sem aula por falta de professor. A revolta da mãe vem natural  ao observar a rua que por mais de um ano ficou interditada em obra da prefeitura. Hoje, o cruzamento amanheceu com trator, dois caminhões e uma dezena de homens , abriram nova cratera. "Muito difícil", diz ela. "Ele está a semana toda sem aula por falta de professor. No ano passado, meu filho perdeu de ano em parte por culpa da prefeitura. Foi a ano inteiro tendo uma semana sim, outra não de aula. Bota aí que minha sobrinha, também da 4ª série do Colégio 29 de Maio, Pecuária, está com o mesmo problema", fala a mulher.
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"No caminho, com Maiakóvski"
20/03/2014 | 15h25
Fuçando aqui e acolá, lendo e escrevendo, reencontro esta maravilha que sendo universal é atemporal. Dias confusos de uma sociedade cansada, de matanças reais e imaginárias, de muito calar. De indignações sérias, de marchas surradas ensaiadas, de tramas a inventar. "[...]                                 Nos dias que correm a ninguém é dado repousar a cabeça alheia ao terror. Os humildes baixam a cerviz: e nós, que não temos pacto algum com os senhores do mundo, por temor nos calamos. No silêncio de meu quarto a ousadia me afogueia as faces e eu fantasio um levante; mas amanhã, diante do juiz, talvez meus lábios calem a verdade como um foco de germes capaz de me destruir. [...]" EDUARDO ALVES DA COSTA Niterói, RJ, 1936
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MISSA DE 7º DIA
18/03/2014 | 23h51
Circula na rede social Facebook , o convite dos amigos e familiares para a missa de sétimo dia do ator e animador cultural David Moreira, friamente assassinado, na madrugada do sábado passado, no Parque Rosário, Campos. A  cerimônia religiosa será realizada na Catedral Basílica do Santíssimo Salvador de Campos dos Goytacazes, quinta feira, 20/03,  às 19h.

 
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Uma pergunta que não quer calar
16/03/2014 | 16h49
Me causa espanto a não divulgação do calendário da temporada anual da Orquestra Municipal de Música de Campos. Há um silêncio sepulcral por parte da prefeitura de Campos, via Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. Já estamos na metade do terceiro mês de 2004. Qual a razão do segredo? Existe, afinal ou não, uma Orquestra Municipal de Música? [caption id="attachment_7711" align="aligncenter" width="610" caption="Foto da Orquestra Sinfônica de Campos, no ano de 2013."][/caption]

 

   
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APLAUSOS
15/03/2014 | 17h50
O corpo do ator e animador cultural, David Moreira, assassinado com um tiro no pescoço, no Parque Rosário, está sendo velado no Teatro Municipal Trianon. Segundo a Folha Online, será a partir das 21h transferido para Barra do Itabapoana, distrito de São Francisco de Itabapoana, onde será velado na madrugada e sepultado às 9h de amanhã, domingo. O delegado adjunto da 134ª, Paulo Pires, em coletiva, prendeu dois menores suspeitos. Com a apreensão da arma do crime - um revólver calibre 38 -, os dois confessaram o crime. Foram quatro tiros, um atingiu David. Leia reportagem na íntegra aqui.

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LUTO
15/03/2014 | 10h52
Amanheço, abatida com a trágica notícia do assassinato do colega David Moreira, ocorrido na madrugada de hoje. Para quem através da criatividade e doação só proporcionou renovadas alegrias, um fim triste, injusto. O meu respeito à família e à imensa legião de amigos e admiradores.

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AMAR É CUIDAR
15/03/2014 | 01h13
Amar é cuidar Todas as segundas e quintas-feiras do mês de março é dia do rim. Na verdade, o Dia Internacional do Rim foi ontem, 13 de março, e o mês de março é dedicado ao rim. Acho muito engraçado essa história de Dia do Rim, Dia da Mulher, Dia da Mãe, do Pai, etc. O indivíduo passa o ano inteiro maltratando o seu rim, o seu coração, as suas artérias, assim como, maltratando a mulher, a mãe, o pai e no dia deles vem cheio de amor para dar, carregado de flores, caixinha de bombons, convite para jantar fora, além do presente de valor de acordo com as suas posses. Em relação ao rim, como este não reclama, nem cobra que hoje é também o dia dele, continua sendo ignorado e só será lembrado quando adoece, para de funcionar e então a pessoa paga todos os seus pecados padecendo de uma insuficiência renal crônica, tendo que enfrentar diálise peritoneal ou hemodiálise. E é tarde para o arrependimento. Do mesmo modo que o indivíduo não cuida do seu rim, também é desleixado nas relações afetivas daqueles que lhe são caros. Quando o ser humano compreender que todo dia é dia da mulher, da mãe, do pai e passar a cultivar uma relação amorosa e respeitosa com todos, não irá adoecer emocionalmente, nem fará os seus entes queridos adoecerem, mas, como o sabido já se julga dono do pedaço, na cabecinha dele não é necessário esse esmero com o outro. Quando os relacionamentos apodrecem aí é tarde, bem como ocorre com a doença renal crônica ou de qualquer outro órgão. Transpondo esta questão ao do cidadão, só nos lembramos de cobrar ou de tomar conhecimento dos nossos direitos e deveres para com a nossa cidade, estado ou país na época das eleições. Nessas ocasiões sazonais queremos o remédio mágico para curar todas as mazelas sociais. Comparativamente é o mesmo que fazemos ao nos esquecer, no cotidiano, da prevenção das doenças e do necessário zelo nas relações pessoais. Comemoremos diariamente - todo e qualquer dia - a nossa cidadania, não deixemos para nos lembrar somente na data “escolhida” para tal. Makhoul Moussallem Médico conselheiro do CREMERJ e CFM *artigo publicado, ontem, 14/03, no jornal Folha da Manhã, Campos, RJ
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"Olha a campanha aí, gente"
14/03/2014 | 18h20

Circula na rede social Facebook

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Na Cultura:promessas
13/03/2014 | 19h06
Com certo alarde, um baú de novidades foi aberto pela Prefeitura de Campos ao falar das iniciativas culturais para 2014. Ano de eleições é próspero em boas intenções. A presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Patrícia Cordeiro, anunciou a criação da Escola de TV e Cinema e também da Escola de Carnaval. Na ocasião, ela afirmou que o plano de trabalho da Companhia de Dança e da Orquestra Sinfônica Municipal foi ampliado; os alunos receberão figurinos, e outros incentivos que auxiliarão no crescimento profissional dos jovens. Bonito! De concreto pergunto: por que razão ainda não divulgou o calendário da Temporada da Orquestra Sinfônica Municipal para o ano? Estamos no terceiro mês e nada. Estou estranhando o fato, pois, toda Campos, reconhece no maestro Jony William um profissional que trabalha com planejamento e organização. Qualquer Orquestra perene, antes de findar a série de concertos do ano já antecipa a temporada do ano seguinte. Alguém da FCJOL, poderia vir a público e divulgar?!
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E hoje tem cinema!
12/03/2014 | 09h07
 
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Amplamente descontente
12/03/2014 | 09h00
Mais uma reclamação de um consumidor campista com os serviços descontínuos da Ampla. Transcrevo integralmente e me somo a ela. Prezada Luciana,
envio o assunto abaixo, sobre as permanentes interrupções da Ampla, no Parque Califórnia.
Desde vésperas do Carnaval, que está havendo inúmeras interrupções no fornecimento de energia elétrica no Parque Califórnia, nos bairros que circundam o Horto Municipal.
Durante todo o dia e à noite, tem havido cortes de curta duração, com intervalos que variam de 15 a 30 minutos, há 9 dias seguidos!
Apresentei na data de hoje uma  reclamação, e isto depois de suportar 3 minutos de gravação até o momento de passar os dados para atendimento. Mas, ainda ouviria "institucional" enfadonho desta empresa!
Ou seja, 7 minutos para poder apresentar uma reclamação!!!
Quem dera que a energia elétrica confiável fosse tão duradoura quanto o péssimo sistema de atendimento!
Envio esta informação, primeiro pela péssima qualidade da energia elétrica, pela qual pagamos um absurdo, segundo, para informar que tais "picos" causam mais problemas aos equipamentos elétricos do que os de longa duração.
Que os leitores saibam que se houver danos aos seus equipamentos, anotem data e hora, façam a reclamação, anotem o protocolo e nome do(a) atendente e se dirijam ao Procon pedindo a ação que propicie o pagamento da reparação do aparelho danificado ou sua substituição por um novo com as mesmas características e marca.
Obrigado,
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Palácio da Cultura às traças
11/03/2014 | 10h36
Recebo denúncia sobre o estado de abandono em que se encontra o Palácio da Cultura de Campos. Por ter sido presidente da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, ainda que muito me incomode com a atual situação da Cultura e de seus equipamentos, como o Arquivo Público Municipal, Museu Olavo Cardoso, Pantheon dos Heróis de Campos, Biblioteca Municipal Nilo Peçanha e o próprio palácio, evito abordar o assunto. Por covardia? Não, desse defeito definitivamente não sofro. É que sei que eles (do governo) através de sua máquina de triturar vidas pelas ondas de rádio, vão se sair com o velho lero-lero de que é dor de cotovelo e outras difamações vezeiras. Bem, uma coisa é evitar outra é me omitir. Quem passa pela Pelinca, tem olhos para observar o que fizeram com aquela linda construção que durante décadas abrigou a Cultura campista. Me abstenho de comentar, vejam: "Toalete vergonhoso no PALÁCIO DA CULTURA, fundação cultural jornalista OSVALDO LIMA, na pobre goitacá CAMPOS. Lugar para consultas literárias. Imagine ser a fossa da prefeita em exercício, cloaca perde. Dia 11/03~4 às 08:42hrs. Quem se manifesta a justificar essa imundice ? Procurei um irresponsável por aqui e a notícias que me passaram é que está alongando o feriado do carnaval. Quem por nós aqui e agora? Não vale jogar nas costas de DEUS!"

 

 

   

Com um orçamento anual de R$ 12 milhões, que poderá ser livremente acrescido pelo legislativo municipal em até R$ 6 milhões, não dá mesmo para entender a filosofia da administração da FCJOL.

Fts. Eduardo Caetano

 

 

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PONTOS DE VISTA
07/03/2014 | 20h14
PONTOS DE VISTA Conta a lenda árabe que quando Deus distribuiu as riquezas entre os seres humanos ninguém ficou satisfeito com o que recebeu. Achava que merecia muito mais do que tinha recebido. Deus já havia distribuído os cérebros com as suas funções mentais de cognição e razão e aí todos tinham ficado satisfeitíssimos, cada qual achando que recebeu o melhor cérebro entre todos. Quando se analisa qualquer questão, o resultado da análise evidentemente depende da cabeça de cada analista. O fato é que quando qualquer um de nós faz uma análise conclui, obviamente, de acordo com o melhor cérebro do mundo, que é o dele. Daí vem o adágio popular que diz ‘cada cabeça, uma sentença’. Quando por obra do destino, qualquer ser é alçado à condição de representante do povo ou de gestor de um município, um estado ou um país, ele não tem a menor dúvida de que sua opinião é a mais qualificada de todas. Como os outros, regra geral, não estão em condições de se contrapor, prevalece a sua opinião, por mais estapafúrdia que seja. Os nossos representantes e gestores quando eleitos - não importa como, se foi na aba dos outros, ou por mérito próprio, comprando votos ou não, ou usando o poder quando é o caso de reeleição - para convencer as pessoas a votarem neles e nos seus indicados vão perpetuando a pobreza e a ignorância e, consequentemente, a dependência de muitos eleitores: não investem, intencionalmente, em políticas estruturantes na educação e na saúde, e não criam condições de sustentabilidade e trabalho digno, ficando os cidadãos à mercê do ‘cheque cidadão, ‘bolsa família’, e outras bolsas e bolsinhas. Nada tenho contra a ajuda à população menos favorecida com bolsas, cheques cidadãos, restaurantes populares e passagens a um real. Pelo contrário, defendo o seu uso por um tempo determinado para satisfazer a necessidade premente destes nossos irmãos menos favorecidos. Só que não podem ser perenes e tampouco um fim em si próprias, mas apenas como um meio, até que possam ser sujeitos de sua própria história e não objetos político-eleitorais. Este é o meu ponto de vista. Makhoul Moussallem 
Médico e Conselheiro do Conselho Regional e Federal de Medicina
* Artigo publicado hoje, 07/03, no jornal Folha da Manhã
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Pavio curto
07/03/2014 | 19h17
Quanto mais observo a natureza, mais me choca a pobreza. Sou assim desde pequena. Os anos se passaram, não consegui me modificar. Tanto mais a natureza me cerca, mais sinto culpa (isso mesmo, culpa) de me saber parte de uma sociedade estúpida. Resisto a aceitar a teoria da índole humana má, mas, hoje, reconheço... vacilo. Nascemos em um paraíso cósmico, na Terra fomos engenhosos, criamos o inferno. Com unhas e dentes queimamos nossas breves vidas a gerir a infelicidade do individualismo.   De volta ao blog, um abraço a quem me procurou por aqui.
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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