Professores: cuidado!
28/02/2014 | 18h00

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Cadê o cocô?
25/02/2014 | 18h39
Parafraseando o articulista Artur Xexéo em "Cadê a viga?", publicado na Revista O Globo de 23 de fevereiro, pergunto eu: Cadê o cocô? No citado artigo, Xexéo entoa o sambinha, " Senhor prefeito/não é intriga/ Aonde foi que enfiaram aquela viga?"Aqui, para nós campistas, adaptado assim ficaria: "Senhora prefeita/ será caô/ Quando é que vão fazer tanto cocô?" Não consigo deixar de lembrar do tanto que a prefeitura de Campos prevê de pipi e cocô, para o ano de 2014, ver aqui.

Haja humor e boa vontade. Que venham por R$ 651.500,00, os 468 banheiros químicos mensais que nos onze meses perfazem 5 MIL BANHEIROS QUÍMICOS, pelos quatro cantos do município.
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E no Rio é Carnaval
23/02/2014 | 21h08
A cidade do Rio de Janeiro, sob uma solina daquelas de rachar os miolos, praias cheias, transito arrastado, povo nas ruas, turistas nos quatro cantos, se entrega ao rei momo....aderiu ao Carnaval. Que venha a brincadeira, o fazer de conta, que daqui a alguns dias tudo se acaba.

Fotografias Luciana Portinho

 

   
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Sem margem à especulação
23/02/2014 | 09h38

Com um discurso claro, sem margem às idas e vindas alardeadas pelos adversários e pela grande mídia o senador Lindberg Farias, teve sua pré-candidatura homologada por unanimidade dos delegados ao Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), realizado ontem (sábado, 22/02, na quadra lotada do Salgueiro, zona norte do Rio de Janeiro). Na presença de toda a bancada federal, estadual, do governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro e do presidente nacional da legenda Ruy Falcão, unidade foi o tom do encontro estadual. Representado, pelo presidente do diretório local, Makhoul Moussallem, pelo vereador Marcão, pelo suplente de vereador Alexandre Lourenço e pela ex-vereadora Odisséia Carvalho unidade foi o clima que envolveu a delegação campista presente.

Para Ruy Falcão, o encontro unanimemente consagra Lindberg. “Basta de muita fofoca, intriga e pressões para a retirada da candidatura. Fim ao “Complexo de 1988”; queremos o Rio de Janeiro para todos os habitantes do Rio de Janeiro, o povo quer mudança”, afirmou ele. Entre citações ao legado de Leonel Brizola, o deputado estadual Brizola Neto falou em nome de uma dissidência no brizolismo. Anunciou apoio e identificação à pré-candidatura de Lindberg, “Lamento que o PDT não tenha optado por um governo popular”, disse Brizola Neto. Aliás, Brizola também inspirou o discurso de Lindberg, ao sinalizar a Educação como prioridade no plano de governo. Comprometeu-se a recuperar os 503 Cieps do Rio de Janeiro, implantar a escola de tempo integral. “Faremos uma campanha equilibrada, reconhecemos os avanços, mas, reconhecemos o que está sendo feito de forma errada. Minha candidatura não é um capricho, tem uma causa. Esqueceram-se do povo, elegeram prioridades que não são da vida do povo; a Saúde acabada, o transporte um caos. O Maracanã que era um estádio para ricos e pobres depois de uma reforma onde foram gastos R$1,2 bilhão de reais, agora o povo não entra mais. Quero cuidar da vida das pessoas”, discursou o pré-candidato ao governo do Rio.

Temas como reforma política, reforma do judiciário, reforma urbana, reforma policial, black blocs, monopólio da Globo, UPPs, segurança e distribuição mais democrática dos recursos públicos pelo estado, não ficaram de fora. “Temos que radicalizar a democracia, o momento é mais um passo na reforma democrática. Vou dividir o estado em regiões e pensar um orçamento para cada território”, disse.

Quem também teve sua pré-candidatura a deputado federal homologada no encontro foi Makhoul Moussallem. “O encontro foi motivador pela quantidade de pessoas, por serem todos militantes e pela definição inequívoca do Rui, presidente nacional do partido ao focar Lindberg como o real palanque de Dilma e Lula no estado. Também o foi pela reafirmação do nosso nome, como sendo o porta voz na região norte na dobradinha Makhoul/Lindberg”, falou Makhoul. Fotografias Luciana Portinho
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A quantificação da vida
21/02/2014 | 16h20
A quantificação da vida BR101 É inaceitável como as autoridades brasileiras “cuidam” dos nossos destinos. Há que se por um fim à política do descaso com a vida humana em nosso país. Os recentes acidentes que envolveram os campistas calaram fundo. É grande a nossa indignação. A cidade inteira ficou espremida frente ao sofrimento dos familiares. Somos obrigados a cruzar a BR101, invariavelmente com o coração na mão. Não é necessário ser um especialista em trafego para saber que a cada ano, desde que a privatização foi feita, as obras essenciais se arrastam. Hoje, ao iniciar a viagem é imprevisível deduzir o tempo da chegada. Chegar já é sucesso. Uma armadilha que nos é imposta por falta de planejamento, gestão e respeito ao cidadão. Sarcasticamente ainda nos exigem pagamento. Até quando?!

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Mamografia Tão absurda quanto a situação da BR101 que no estado atravessa as nossas vidas, é a portaria nº 1.253, baixada pelo Ministério da Saúde que suprime, pelo SUS, a mamografia bilateral para as mulheres abaixo de 50 anos. Por esta canetada, essa parcela feminina só pode investigar uma das mamas. Qual a motivação da medida que porá em risco a saúde de mulheres de até 49 anos? Má gestão do dinheiro público. Ela e só. Ao proibir a mamografia das duas mamas, “economiza-se” 50%.  Nenhuma outra razão plausível. Sabe-se que cerca de 20% dos casos de câncer de mama atingem mulheres abaixo dessa faixa etária. Ou seja, é deixar de fazer diagnóstico precoce em mulheres jovens, quando o câncer é menos agressivo. O Conselho Federal de Medicina já ingressou na Justiça contra a portaria. Makhoul Moussallem    
Médico e Conselheiro do Conselho Regional e Federal de Medicina
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"O TRABALHO E A POLÍTICA QUE DIGNIFICAM"
20/02/2014 | 18h35
Aqui para o blog, trago um artigo do Fabrício Maciel, Doutor em ciências sociais pela UFJF. Foi feito em cima da reportagem (aqui) sobre o programa De Braços Abertos, realizado pela prefeitura de São Paulo  que obteve nível satisfatório de redução em 70% no consumo de crack, na capital paulista. Todos vocês já leram sobre a tenebrosa "Cracolândia". É mesmo chocante vê-la em contraste com o vizinho edifício da Estrada de Ferro Sorocabana - hoje, abriga a Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo e uma das mais importantes casas de concertos e eventos do País. É leitura mais longa do que a habitual, no entanto, nos revela possíveis políticas públicas - sérias - na área da saúde pública. Observem os cuidados no planejamento do programa. Depois, abaixo, leiam a análise do Fabrício. Uma luz! O TRABALHO E A POLÍTICA QUE DIGNIFICAM Estou extremamente contente com o post que acabo de compartilhar, sobre o combate ao crack. Diferente da política e do senso comum conservadores de nosso tempo, que exatamente agora assumem face explícita no Brasil, assistimos a recuperação gradual de usuários de crack. Pouca gente deve imaginar o sofrimento de um usuário de crack. Na verdade, a sociedade brasileira só lembra de suas questões sociais quando estas incomodam a classe média e a ordem do espaço público. Contrário ao descrédito da maioria e ao preconceito aberto de uma minoria em ascensão, que sustenta a hipótese de se tratar de vagabundos qualquer tipo de gente que vague pelas ruas sem emprego, a lição que tomamos agora é só o contrário. O trabalho dignifica o ser humano, atribui a sua vida sentido, valor pessoal de estar fazendo algo útil por sua sociedade. Para estes nossos "sobrantes", cuja maioria nunca teve chance de exercer alguma atividade reconhecida como digna em sua sociedade, ter a oportunidade de trabalhar está sendo o passo decisivo. Para os que desacreditam da política e para os que a descreditam de propósito o fato manda dois recados: para os primeiros, que acordem e acreditem na mudança social. Para os segundos, que se olhem no espelho e se perguntem até onde são capazes de manter seu conservadorismo. Toda vez que classificamos alguém como vagabundo estamos tentando expurgar de nós mesmos o nosso outro, produzido pela mesma sociedade que atribui méritos diferenciais às suas ocupações, algumas dignas, outras não. Existe saída para o crack, sim. No plano mais abstrato, a prova de que o trabalho atribui sentido combate a construção do estigma do vagabundo, lançado contra aqueles que perderam em nossa mesquinha competição social. No plano mais concreto, imediato, a política que neste caso está acertando em cheio é um tapa com mãos de pelica na cara daqueles que acham que fazer política é só fazer acordos, pensar em dinheiro e defender a bandeira do desenvolvimento, e que no fim cada um tome para si, de acordo com suas capacidades, o seu quinhão. Não. Política é outra coisa. É usar os recursos do Estado em favor da sociedade. Ou melhor, em favor de sua parte mais carente. É o que vemos agora. Viva o trabalho, viva a verdadeira política, e que os conservadores da política e da sociedade acordem enquanto é tempo! [caption id="attachment_7609" align="aligncenter" width="600" caption="Ideia é afastar usuário da área (foto: João Luiz/SECOM.SP)"][/caption]

 

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FMC: é nossa!
19/02/2014 | 08h34

Mais um ano se inicia e a Faculdade de Medicina de Campos fiel à sua vocação, dá as cartas na educação em Campos. Salve, salve!

 
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No tanto Brasil
18/02/2014 | 20h56
Na margem direita do Rio Muriaé, em uma cidade do noroeste fluminense, lá no fim de uma rua sem saída, eles trabalhavam em pleno sol a pique. Sexto dia da semana e os homens em franca atividade. Uma pequena manufatura de vassoura piaçava logo chamou a atenção. Para quem vive nas grandes cidades brasileiras, quiçá seja uma realidade longínqua. Talvez nem se dê conta de que o interior, também produz objetos tão importantes ao dia a dia de todos. Eram seis trabalhadores dentro da pequena construção de laje. Cada um cumpre uma função singular na simplória linha de montagem. Estavam de bom humor, não evitaram as fotos, não se negaram a conversar e até posaram alegres, não sem antes detalhar os meandros do funcionamento daquelas rudimentares máquinas que com eles compõem a linha de produção. [caption id="attachment_7595" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] A piaçava vem da Bahia. Chega amarrada em rolos; abertos são, separados em feixes e, com o auxílio de um artefato, excluídas as menores. As maiores assim selecionadas, ficam em molhos nas mãos do operário que com destreza realiza a operação.  Esse é só um dos passos para dar forma final à dura palha, transformada ao fim em vassoura: “Vassoura Itaperuna”. Seu Itamar é o dono da fabriqueta, estava na rua vendendo o produto. Da fabricação do utensílio, sobrevivem sete homens e respectivas famílias, não sabemos quantas bocas dali tiram seu sustento. [caption id="attachment_7596" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

[caption id="attachment_7597" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Vale o registro. [caption id="attachment_7598" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

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REDE MUNICIPAL REUNIDA
18/02/2014 | 14h02
O texto abaixo não é meu e sim de uma convocação aos professores municipais divulgado na rede social Facebook. "A Direção do SEPE-Campos convoca @s profissionais da Rede Municipal de Educação para a assembleia, conforme convite abaixo. Importante se faz a presença de todos e todas para construirmos o nosso calendário de lutas para o ano de 2014. Precisamos revigorar, atualizar e implementar nossa tão já conhecida pauta e o espaço de construção coletiva da mesma precisa de ser retomado! A luta de uma categoria é árdua e não se faz sem unidade. Partidos políticos e políticos tem um papel, que é implementar as políticas da classe trabalhadora definidas por nós: SEPE e categoria juntos! 'bora fazer o dever de casa, [email protected]???"

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VIVA SEU SONHO
17/02/2014 | 11h36
Trago ao blog o artigo do publicitário Mauricio Cunha. Para quem ainda não o conhece, afirmo que Mauricio é um profissional vivaz. Cidadão do bem, carismático e extremamente responsável. Nascido em Itaperuna, noroeste fluminense, foi para o Rio de Janeiro, fazer carreira. O texto é leve. Nos fala de um aspecto vital, do desperdício que é abrir mão dele; o sonho que planejado e executado nos torna mais realizados, em todos os aspectos da nossa efêmera existência.  Sugiro a leitura, nesse início de semana. lp Viva Seu Sonho Quando somos crianças, temos uma capacidade de sonhar tão alta que é como se os limites não existissem. Hoje em dia, se perguntarmos a essas pessoinhas sobre o que querem ser/fazer na vida adulta, temos a oportunidade de ouvir as histórias mais mirabolantes e animadas. Para elas, o mundo é um lugar novo, onde tudo é possível. Ainda que esse potencial inexplorado tenha vindo dentro de nós, no meio do caminho, algo acontece: crescemos. E com a experiência adquirida no passar dos anos, aprendemos que as coisas não são fáceis, que não podemos fazer tudo e que o mundo é um lugar que nos ferirá por incontáveis vezes. Então, vacinados, ficamos receosos, tudo para proteger nossa integridade emocional e física. Cada vez menos a palavra “arriscar” se faz presente no dia a dia, aprender coisas novas não gera a mesma emoção e, finalmente, temos um confronto com aquilo que percebemos como sendo a nova realidade. Enfim, a gente se torna conformado com o pouco. Cada um tem seu ponto de equilíbrio do sonho. Ele fica em um lugar de difícil acesso: entre o pessimismo da maturidade e a ingenuidade da infância. É bem verdade que somos cheios de um potencial fantástico para realizar, mas também é verdade, infelizmente, que isto nunca será experimentado pela maioria esmagadora das pessoas. Agora, questione-se, será que em algum momento você deixou seus verdadeiros sonhos pela estrada? O medo nos paralisa de tal forma que, de uma maneira nada inteligente, decidimos ficar no mesmo lugar. Shakespeare sabiamente resume essa situação na seguinte frase: "Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, pelo simples medo de tentar". Se você já esteve em um cemitério, nunca mais o verá da mesma forma após a leitura deste texto. Não porque abordarei sobre as pessoas que são enterradas ali, mas por causa do que foi enterrado dentro daquelas pessoas que morreram. Pense em todas as músicas que poderiam ter sido cantadas, livros e textos que nunca foram escritos, palavras de amor que nunca foram compartilhadas, perdão que nunca foi liberado, invenções que não foram desenvolvidas... Tanto potencial que nunca, jamais alguém conheceu. Na história, muito tem sido desperdiçado ao longo da existência humana por pessoas que tiveram medo de se machucar, de serem criticadas, ridicularizadas, também por receio das dificuldades financeiras e outras tantas razões. Quais sonhos você enterrou aí no solo do seu coração? A vida é muito curta e você só poderá vivê-la uma vez. Não fazer nada sobre isso também é uma decisão. Um dia, cada um de nós terá seu encontro com a morte e as possibilidades de realiza-los serão finalizadas ali e nada mais poderá ser feito sobre. É incrível como que diante de uma situação assim, todos aqueles empecilhos ficam ridiculamente pequenos. Então, não se preocupe! Caro leitor, se você está respirando neste momento, significa que sua vida não se perdeu ainda. Há algum propósito para a sua existência e você tem o poder de cumpri-lo. Isso vai além da sua felicidade, envolve a comunidade e o universo ao seu redor, pois se trata do legado que você deixará para outras gerações e o exemplo gravado na memória de quem te ama. Por isso, eu te digo com toda a confiança, vale a pena correr o risco. Levante-se em direção daquilo que já era considerado perdido por você mesmo. Busque conhecer e desenvolver os seus talentos para ter atitude e tomar aquele lugar que foi feito pra você ao sol. Corra para fazer aquilo que deixa a sua vida com um sentido especial. Não abra mão do sonho. Você não nasceu para passar despercebido. [caption id="attachment_7584" align="alignright" width="400" caption="Ft. Facebook"][/caption] Mauricio Cunha "Fonte: Revista Estilo Off"
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Circo de Horrores
16/02/2014 | 10h34
Circo dos Horrores Quando jorraram royalties do petróleo no cofre dos municípios do Norte Fluminense, os governantes destes, com exceções – sempre há uma exceção até para confirmar a regra – passaram a usar essa dinheirama como se deles fosse e não das suas respectivas comunidades. O comportamento deles tornou-se parecido com o dos emires árabes, gastando a fortuna que lhes caiu nas mãos, a seu bel prazer, razão pela qual no fim da década de noventa num programa de TV a cabo de João de Oliveira e Jorginho chamei de emirados árabes estes municípios. Emir em árabe significa príncipe, consequentemente emirados são principados. A diferença entre os nossos municípios e os emirados é que a família do emir é a dona das terras e o emir que é o chefe do clã; detém realmente a propriedade das terras e do que elas produzem. Portanto é dono, diferentemente dos nossos prefeitos eleitos para governarem, por um período de quatro anos, não são donos de nada. Devido à falta de preparo, como diz o adágio popular “quem nunca comeu melado, quando come se lambuza” iniciaram a prática do pão e circo visando à reeleição ou, se já reeleitos, fazer o seu sucessor ou até para outros fins. Só que este circo está se tornando o “Circo dos Horrores”, haja vista os últimos acontecimentos no Farol e Grussaí. Já passou da hora de se repensar esta questão e muitas outras que permeiam as gestões turbinadas a royalties;  parar de confundir (devemos dar o benefício da dúvida se é intencional, ou não) entretenimento com Cultura. Shows e lutas não são Cultura, como todos que são do ramo sabem desde priscas eras. É preciso que as comunidades cobrem, aliás, exijam dos seus eleitos que repensem a aplicação dos royalties. Ao invés de gastá-los em ações meramente conjunturais e eleitoreiras, os invistam em projetos estruturais na área da saúde, educação, transporte, segurança e em iniciativas de sustentabilidade do município com ou sem royalties. Aproveito o espaço para informar ao meu prezado Christiano Abreu Barbosa e a todos que tomarem conhecimento deste artigo, que se eleito prefeito deste município, não se torrará dinheiro da prefeitura com shows, lutas e outros entretenimentos, e sim se investirá em projetos que garantam uma melhor qualidade de vida à população, conforme explicitado no parágrafo acima. Makhoul Moussallem Médico conselheiro do CREMERJ e CFM
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PERIGO À VISTA
14/02/2014 | 20h54

PERIGO À VISTA

Liberdade corre riscos quando não se sabe o que fazer com ela

Por Alberto Dines em 14/02/2014 na edição 785 
A história está mal contada. E mesmo assim a imprensa a entrega ao freguês como absolutamente verdadeira, verossímil. E inquestionável. Dois jornalistas do Rio, ambos da Folha de S.Paulo (Janio de Freitas e Paula Cesarino Costa), não engoliram a armação (quinta, 13/2, págs. A-7 e A-2). Mas não são todos os leitores que se dispõem a ler comentários dissidentes, céticos, em textos distantes do noticiário, das fotos e da badalação marqueteira (ver “Sem resposta” e “Quem são eles?”). Nas matérias factuais sobre a caça aos responsáveis pela morte de Santiago Andrade, transparece o desdém pela inteligência do leitor. Vale o que dizem as fontes e autoridades. Porém, tanto as fontes como as autoridades parecem empenhadas em encerrar o caso atribuindo a culpa pela violência nas manifestações a partidos e políticos de extrema esquerda. E por que não se investiga a hipótese de que o aliciamento dos baderneiros faz parte da estratégia das milícias para desacreditar o governo estadual e as autoridades policiais? Foi impecável o trabalho de edição e análise do material televisivo apresentado pela TV Globo no sábado (8/2) com a ajuda do perito Nelson Massini. Graças a ele foi possível identificar com incrível rapidez e chegar ao Bandido nº1, Fabio Raposo, e dois dias depois ao nº 2, Caio de Souza, corresponsáveis pelo disparo do rojão que matou o cinegrafista da Band. Esta “incrível rapidez” é que chama a atenção. No domingo (9), o Bandido nº 1, ainda na condição de suspeito, já havia contratado um advogado, se apresentara à polícia e era longamente entrevistado pelo Fantástico. Na quarta-feira (12), o Bandido nº 2 era localizado numa pousada em Feira de Santana (BA), já com um advogado a tiracolo – o mesmo do outro! – e dava entrevista à Globo antes de embarcar para o Rio sob escolta policial. A informação de que os arruaceiros recebiam dinheiro de políticos para radicalizar os protestos foi dada por Caio de Souza e confirmada pelo advogado, Jonas Tadeu Nunes. Se ele conhecia esta conexão política, por que razão não a adiantou à polícia tão logo prenderam o Bandido nº 1? Contra a democracia E quem é este super-causídico que se desloca com tanta rapidez e eficiência para atender clientes aparentemente sem conexão e, de repente, implicados no mesmo crime? Jonas Tadeu Nunes não parece o clássico rábula de porta do xadrez. Tem escritório num shopping fuleiro do Recreio dos Bandeirantes, tem amigos na polícia civil do Rio, já defendeu um ex-deputado estadual (Natalino Guimarães) acusado de fazer parte das milícias e tem entre os clientes um ex-coronel da PM fluminense, exonerado pelo secretário de Segurança do Estado do Rio. Alega que o Bandido nº 1 era conhecido do estagiário do seu escritório e que chegou ao nº 2 porque eram amigos. A suspeita de que partidos de extrema-esquerda são aliciadores dos vândalos permeia insistentemente o noticiário desde segunda-feira (10/2) sem comprovações ou indícios concretos. A presença do advogado Jonas Tadeu Nunes não despertou desconfianças. Neste mix de tons de cinza, siglas, militâncias e agentes provocadores circula a figura sofisticada da “ativista” Elisa Sanzi, vulgo Sininho. E a partir da edição de quinta-feira do Globo, incorporou-se ao insólito grupo o ex-governador Anthony Garotinho (hoje no PR tentando chantagear o PT), desde o ano passado acusado de ser o instigador da cruzada contra o governador Sérgio Cabral Filho. O ingrediente mais preocupante desta desconjuntada cobertura começou logo depois do anúncio da morte cerebral do cinegrafista da TV Bandeirantes, quando a mídia em peso lançou-se numa emocionada cruzada em defesa da liberdade de expressão. Na sua edição de quinta-feira (13/2), seis páginas do Globo levavam no cabeçalho o selo “Ataque à Liberdade de Expressão”, numa evidente exploração política da tragédia. Tanto os vídeos como os depoimentos da dupla de bandidos coincidem em demonstrar que o rojão-assassino foi aceso e colocado no chão. Não foi apontado contra o cinegrafista, nem contra alguém em especial. O cadáver que se procurava era o da democracia. A liberdade de expressão corre perigo sempre. Em qualquer momento e lugar. Mas, sobretudo, quando seus beneficiários e defensores se atrapalham e não sabem o que fazer com ela.
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IMORAL
11/02/2014 | 18h09
A Folha da Manhã traz hoje (11/02), como uma das manchetes de primeira página, reportagem sobre o novo suposto escândalo que envolve a prefeitura de Campos dos Goytacazes. Nela, apurou-se que determinada obra pública, no valor de R$ 1.308.984,09, ainda que com a obra inacabada e data de entrega desrespeitada, a construtora já teria recebido o equivalente a 90% do valor total, ou seja, à Rabi Construtora teria sido pago R$ 1.190.214,24. Trata-se da construção de uma Creche Escola, no Jardim Ceasa. Estaria com as obras abandonadas há três meses. Algo como uma bomba de efeito retardado. [caption id="attachment_7565" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Folha da Manhã (Blog do vereador Marcão -divulgação)"][/caption]

 

Agem certo os quatro vereadores da oposição em Campos quando juntos partem para averiguar as denúncias que recebem do contribuinte. Primeiro porque ao ir conferir o teor delas, certificam-se da veracidade, ou não. Segundo porque quase sempre trazem mais luz à determinada situação, supostamente irregular. Terceiro porque datam o averiguado ao registrar com fotos. Quarto, pois, agindo em equipe, produzem sinergia; cumprem a máxima da administração moderna em que 2+2 # 4. Vestem-se de uma das funções do vereador: ouvir e dar voz à população campista, eleitos que foram como representantes. E, ainda de quebra, deixam de ser pautados pela gigantesca e diversionista bancada rosa. Tudo o quê os 21 vereadores da situação querem é vê-los atados ao plenário e apartados da vida real que pulsa forte pelos quatro cantos do município. Sugiro que além de encaminharem o apurado ao MPE o façam também à grande imprensa nacional.
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"Brasil, qual é o seu negócio"?
09/02/2014 | 22h56
[caption id="attachment_7559" align="aligncenter" width="640" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Da vida real se faz arte. Da arte se faz Vida. Está faixa (frase) foi fotografada na Exposição Temporária, "Cazuza mostra a sua cara", no Museu da Língua Portuguesa, São Paulo. A arte faz rir e faz chorar, da vida real.

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PÃO, CIRCO E CÍRCULO
08/02/2014 | 00h01
Pão, circo e círculo Foi prática, na Roma antiga, a política – que em nossa terra até hoje se perpetua - de desviar a atenção da população de a dureza do cotidiano. O chamado “pão e circo” é um recurso maquiavélico. É do mal. Pelos antigos romanos, foi largamente empregado ao presentear comida e diversão ao povo, com o objetivo de aplacar a insatisfação popular contra os governantes. Garantia-se o relaxamento das tensões sociais com espetáculos sangrentos, como os combates entre gladiadores, também com animais ferozes, ou ainda com apresentações de palhaços, artistas de teatro e bandas. Nos estádios – enormes arenas - qualquer semelhança com a nossa atualidade não é mera coincidência – os regalos do “pão e circo” monitoravam a fome e o tédio. A popularidade do imperador entre os mais humildes ficava consolidada. Os séculos passaram e a tecnologia presente, garante um pão sem risco de bolor:  o cartão magnético. Além das arenas modernizadas inventamos as gigantescas estruturas metálicas: o mega palco. Distanciado e suspenso, com parafernália de luzes em constante movimento e som nas alturas. Parece que a fórmula do atraso veio para ficar em Campos. Caiu no gosto da administração pública. Recentemente a mídia local e os blogs trouxeram à tona a gastança desenfreada da prefeitura de Campos, com shows (no Farol e demais distritos) que na propaganda oficial é apelidada de Verão da Família. Como os royalties são depósitos fartos e certeiros, nenhuma preocupação em aplica-los para garantia futura do desenvolvimento de sua gente. Os shows do Verão da Família, só no primeiro mês da estação, consumiram algo como R$ 2,5 milhões. São quantias que nos preocupam, para não pegar mais pesado. Com aluguel de banheiros químicos, a prefeitura vai gastar - dos royalties - R$ 651.500,00. Também dos royalties, já foram gastos meio milhão de reais (R$ 566 mil) para eventos de luta – MMA – duas edições do Jungle Fight e uma edição do Pink Fight.  Com os buffets  para os “eventos culturais, artísticos e comemorativos” foram publicados no Diário Oficial, dois Extratos de Contratos, que totalizam até aqui  260 mil reais. Vamos citar apenas o valor individual de dois shows no mês de janeiro: o da banda de Axé, Jammil, R$ 193 mil e o rodeio Tony Nascimento, R$166.560,00,  na Festa de Santo Amaro. Fevereiro começou sem ainda, neste dinheirão, estarem contabilizados os gastos que serão feitos até o fim da temporada sob o critério do “pão e circo”. A incultura do desperdício é o nosso círculo vicioso. Makhoul Moussallem                Médico, Conselheiro do CREMERJ e do CFM
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"MEUS ALUNOS, MINHA VIDA, MEUS AMORES"
06/02/2014 | 22h33
Chará Portinho, Após ler seu artigo, não poderia deixar de concordar e também parabenizar e fazer minha as palavras da Pollyana. Mas antes gostaria de pela “milésima” vez falar sobre a E.M.João Goulart(Venda Nova),que continua com a obra parada desde outubro de 2013 e seus alunos literalmente ficarão pelo terceiro ano consecutivo “espremidos” num refeitório e numa sala de informática desativada.Tudo isso acontecendo na E.M.Jacques Richer(Campo Novo) que para tal , os acolheu desde fevereiro de 2012. Gostaria que você procurasse nos arquivos da Folha da Manhã a reportagem feita em 3 de janeiro de 2011, onde diversas PROMESSAS foram feitas diante de tantos PROBLEMAS, entretanto fico consternada a cada mês que passa devido ao descaso e a CARA DE PAU dos últimos governantes.Para finalizar leia a última matéria publicada no último dia 29, e você constatará o que vos escrevo. É lastimável como as pessoas toleram tanto engodo, são passivas,pequenas talvez até um pouco medíocres, por aceitarem tantos desmandos sem nada alarmarem.Eu luto e reluto a cada ano e não desisto por saber que meus frutos já estão sendo colhidos, pois vivencio ex alunos da comunidade de Venda Nova concluindo o 3º grau e uns já cursando Pós Graduação.Isso para mim não tem preço muito menos barganha(essa é para aqueles que quiseram me diminuir ou pensam que me vendo).Mais uma vez mando um recado para o Secretário de Governo que disse no Programa Página Aberta(rádio) que a obra será concluída no 2º semestre.Pergunto eu: - Suledil, a obra será concluída no semestre de qual ano? E detalhe, o 2º semestre termina dia 31 de dezembro de 2014.Logo teremos que amargar mais um ano com os alunos sem salas adequadas… Bem, isso sim foi o Compartilhamento dos meus VERDADEIROS Saberes, com Linguagem escrita e REAL e Emoções SINCERAS(somente, dos meus alunos atuais e ex alunos). Enquanto o slogan dela é Campos minha cidade, meu amor (Pergunto: -Verdade? As edificações não mentem..) Meu slogan é: MEUS ALUNOS, MINHA VIDA, MEUS AMORES(Afirmo e ratifico, vivo e luto por eles)
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EDUCAÇÃO ESTACIONADA
04/02/2014 | 10h49
Mais um seminário xarope. É a impressão que passa o Seminário de Educação 2014, organizado pela secretaria municipal de Educação. Começa pelo título. Vago e pretensamente plural: “Compartilhando saberes, linguagens e emoções”. Peço que não tomem como crítica pessoal à secretária, aliás, não a conheço. Dela, só registrei que considera idiotas aquelas colegas que, no ano passado,  se manifestaram criticamente à sua gestão. Com um índice sofrível no ranking de avaliação da educação no estado do Rio de Janeiro, Campos está pela segunda vez seguida com a pior nota. Temos o pior índice do estado, com média 2,9, na escala de zero a dez. No ranking nacional, a cidade ocupa a posição 1.297. Era de se esperar por iniciativas de arranque. [caption id="attachment_7543" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Folha da Manhã"][/caption] O modelo dessa reunião educacional é o da mesmice. Tiram-se se os professores da sua realidade, levam para o conforto do refrigerado teatro municipal,  deitam doces falações. O enfado toma conta da maioria. Todo são colocados sentadinhos em posição passiva. Aplaudir é permitido e até estimulado. Os temas, são óbvios.  “A importância da afetividade na Educação Infantil”, bem bê a bá. Neles, não percebemos vontade de mudança. Pela fala de abertura, da secretária Marinéia , ficamos informados de que serão destaques em 2014:  o Projeto Leitura, o Projeto Copa do Mundo, o Projeto Estação Cultural e o Projeto Educação Fiscal. Criativos, não?  Este último, o da Educação Fiscal foi descrito como "A cidadania em ação, que vai ensinar como trabalhar com o dinheiro, como se organizar como cidadão". Brincadeira. Um fantástico projeto para os suecos. O Seminário de Educação 2014, intitulado “Compartilhando saberes, linguagens e emoções”, começou ontem (3/02), no Trianon. Na abertura, apresentação da  Banda Maria Auxiliadora Freitas. O Seminário se estenderá até a próxima sexta-feira (7/02). O público-alvo do evento é composto por professores, auxiliares de serviços gerais, merendeiras, auxiliares de secretaria, orientadores pedagógicos, diretores e vice-diretores das unidades escolares e animadores culturais.  
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Consternação
03/02/2014 | 00h37
Foi com esse sentimento que recebi, no Rio de Janeiro, o telefonema com a notícia da morte de Cristina Mocaiber, esposa do ex-prefeito Alexandre Mocaiber. A lembrança que dela guardo com mais força foi exatamente a daquele dia , fatídico, o 11 de março de 2008. A imagem da mulher e mãe que vigorosamente defendia a sua casa dos invasivos holofotes de uma mídia ávida, postada agressivamente no portão de sua casa. Aquela cena, repetida pelos canais de televisão, dava conta da surpresa e desamparo da mulher,  com o episódio local que ganhou todas as tintas de escândalo nacional. No olho do furacão criado, seu marido e então prefeito de Campos. Do outro lado, assoprando a ação policial cinematográfica, que era alardeada ao vivo através dos microfones de uma emissora de rádio campista, como narrador de um roteiro de novela radiofônica, o marido da atual prefeita. Parêntese:  passados seis anos, o processo que arrastou mais de 40 pessoas, não passou da primeira instância, nesta foi anulado por ser considerado "viciado", sofreu recurso e .  Aguarda-se que se esclareçam as supostas denúncias que tanto mexeram com vidas, reputação de vidas e que ato contínuo reconduziu ao poder municipal a força política que "entusiasmada" dele se beneficiou. [caption id="attachment_7535" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Folha da Manhã"][/caption] Me reporto a Cristina Mocaiber, como uma das integrantes daquela administração, com a qual não privei da intimidade, mas, pela discrição no exercício da espinhosa função de primeira dama, de imediato conquistou meu respeito e carinhosa admiração. Com pesar, lembro da figura feminina educada. Digna, suportou o sofrimento que se abateu sobre sua família. Faço de público a minha homenagem a ela, ao seu marido, filhos e familiares.  
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CORDA ESTICADA
02/02/2014 | 22h40
Corda esticada O Japão anunciou nesta quarta-feira, a descoberta que se confirmada através de novos testes, inclusive por cientistas brasileiros, revoluciona a criação de células-tronco. A partir da persistência dos japoneses, em meia hora, por imersão de células de camundongos em solução moderadamente ácida, com pH de 5,5, estas se transformaram em células estaminais, com possibilidade de se tornarem tecidos variados no organismo. A auspiciosa notícia correu o mundo através da revista “Nature”. É a biotecnologia a serviço da humanidade em seu intento na regeneração dos tecidos. Aqui, faço um corte. Enquanto a ciência - criação do homem em sociedade - é manipulada para o nosso bem estar físico e mental, a política - criação do homem em sociedade – depois de inúmeros progressos, ao menos em nosso país, patina empacada no mesmo patamar das ultrapassadas oligarquias. Avançamos no ritmo das obras para a Copa; muito devagarinho face às reais necessidades materiais da nação como um todo. Há um ralo que não para, um segundo sequer, de sugar a nossa poupança interna. Campos, do orçamento bilionário, fala por si. A vida humana vale pouquinho para as nossas elites políticas. A pífia Educação e a Saúde caótica são retratos. Coramos com os sucessivos escândalos. A sensação que querem nos passar é a de que está tudo “dominado”.  E assim, segundo a cabeça desses brilhantes, cruzaremos os braços, e cada um irá abatido moralmente, cuidar da sua vidinha mundana. Eles continuarão a “tomar conta” de nós. A recente declaração do presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, deve ter provocado insônia nos pré-candidatos ao governo do Estado.  Segundo Montenegro, o traço comum da campanha eleitoral no Rio de Janeiro é o alto índice de rejeição dos fluminenses aos principais pré-candidatos: o deputado federal Garotinho (PR); o ministro da Pesca, Crivella (PRB); o senador Lindbergh (PT); o vice-governador Pezão (PMDB) e o vereador do Rio, César Maia (DEM). Pelo levantamento do Ibope, todos têm avaliação negativa de mais de 50% dos eleitores. A Moral e a Ética, exercem limites ao uso indiscriminado das descobertas científicas, a mesma Moral e Ética precisa colocar luz nos cérebros dos nossos políticos brasileiros: os caras só pensam no curto prazo.
Makhoul Moussallem                Médico, Conselheiro do CREMERJ e do CFM
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