ÚLTIMO POST
30/12/2013 | 14h11
Com a sensação de que tudo foi dito, de que nesses dias finais do calendário não temos algo a novo dizer, ao ler ontem O Globo, renovei convicção particular. A bióloga brasileira resume meu sentimento: ontem, hoje e amanhã, agir é preciso. A ativista gaúcha do Greenpeace, Ana Paula Maciel, finalmente pisou o solo pátrio no sábado. [caption id="attachment_7384" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Divulgação"][/caption]

Presa pela causa ambiental, por cem dias na Rússia, a moça e mais 29 integrantes do Greenpeace foram detidos por autoridades russas em 19 de setembro. Um dia após protestarem em uma plataforma de petróleo da companhia Gazpron, no Mar do Norte, Círculo Polar Ártico, o grupo foi acusado de pirataria e vandalismo (sic). Enfim libertos, guardam a certeza da mobilização internacional como única responsável pela soltura deles.

Ana Paula ao desembarcar, logo desfraldou a bandeira "Salve o Ártico", descansará junto à família por cerca de um mês, de lá volta à ativa: a nova missão será na Nova Zelândia, uma campanha de preservação das baleias orcas. Termino assim 2013, saudando a todos que não desistem das suas "utopias", por dinheiro não se vendem, homenageando a corajosa Ana Paula. No front, nos encontraremos em 2014! Um Ano Novo de esperanças!  
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Ao léu
27/12/2013 | 10h17
Ao léu Um menino, uma bóia, uma água verde doce. A bóia jogada n’água, o menino pula atrás. Mergulhado, entre o azul do céu e o verde da mata, o menino transborda. [caption id="attachment_7374" align="aligncenter" width="620" caption="Ft.Google"][/caption]

 

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QUE TAL?
22/12/2013 | 20h18

Pelo impacto de mau gosto, do tribufu inserido na decoração natalina, em nossa  praça central, deixo aqui sugestão para o próximo Natal à prefeitura de Campos. Ao menos não assustadora. A areia é franca/farta, os gravetos se encontram facinho, o boné não passa de R$ 1,99 e os óculos em qualquer camelô poderão ser comprados. Nenhum tenebroso processo licitatório será necessário e o resultado final simpático. Que tal?!

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As cachoeiras e...as cachoeiras
21/12/2013 | 10h50
Ano que vem o Brasil enfrentará mais um processo eleitoral. O que dele resultará, somente ao final saberemos. Pela manifestação popular nos tantos cantos do país em 2013, a insatisfação é ampla, geral e irrestrita. Faço o preâmbulo para reproduzir artigo feito no ano passado, mas, permanece como reflexão atual. No meu imaginário, desde a infância, cachoeira é um cenário belíssimo, pujante. Aquela aguaceira no meio de uma floresta caindo de uma grande ou mesmo média altura e a gente embaixo se banhando, refrescando e purificando o corpo e espírito. Eis que temos sidos arrastados por uma cachoeira de lama; fatos espúrios, relações promíscuas entre o público e o privado. Decepcionado com a nova visão de cachoeira, comecei a dar tratos a bola. Qual a razão destas cachoeiras de corrupção? Assim que iniciei a analise no meu pensamento se insinuou a palavra inflação. Parei e refleti: o que a inflação tem haver com a corrupção, a não ser em rima? Aí, clareou mais um pouco. Percebi que era a inflação do processo eleitoral. Com a judicialização do processo eleitoral, os advogados exigem uma baba para cuidar dos aspectos legais e processuais dos partidos e dos seus candidatos; cobram tanto para defender como para atacar. Os marqueteiros transformaram o horário eleitoral na televisão em show business, fortunas são gastas em sua produção, já que a veiculação é gratuita. Para dar visibilidade à campanha, candidatos contratam pessoas que carregam bandeiras, galhardetes e panfletam os passantes, e estes, que se julgam espertos, assim como alguns eleitores também inflacionam o seu preço, cabos eleitorais fazem o mesmo e os cientistas políticos chamam isso de escolha racional. Os candidatos a vereadores, prefeitos, deputados e governadores, que não têm uma ideologia firme e não são milionários, sentem-se pressionados e ficam aflitos se indagando: Onde buscar tanta água para saciar tantos sedentos? Só em uma dessas cachoeiras. Que neste Natal a nossa cachoeira nos alimente de sentimentos de fraternidade, justiça, de bem-querer pelo outro e de respeito à coisa pública. A todos um Feliz Natal! Makhoul Moussallem       Médico e Conselheiro do Conselho Regional e Federal de Medicina. * Artigo publicado na Folha da Manhã em 19/12/13  
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PORCA FARTA
20/12/2013 | 07h54

Há dois anos retornava a Campos de mais uma cansativa viagem à baixada fluminense, por onde trabalhei o ano de 2011. Fiz então, o post abaixo; a chuva já presente ainda que em menor intensidade, as esperanças particulares renovadas, a minha relação com a natureza inalterada. Chegar em Campos de volta sempre significou, para mím, segurança e alegria. Ao passar pela Serrinha, pensava de pronto: finalmente! em casa estou.

PORCA FARTA

Por lucianaportinho, em 18-12-2011 - 22h58
Pela estrada, é tempo de difusão. As primeiras chuvas do verão já chegaram. A ameaça das queimadas… jogadas para o outro ano. Agora é o tempo da umidade. A pastagem renasce, o rebanho se camufla no verde. É a segunda vez na semana que percorro a BR 101. Na segunda-feira fui bem cedo. A vacada ainda deitada agrupada. Vapor de bafo, hora da coletiva ruminação matutina. Havia bastante serração, o sol ainda despontava, pouco parecia a estação atual. Pista molhada, buracos por toda a extensão. Incrível esta empresa nos fazer pagar este dinheiro por tão pouco de serviço em troca! Hoje, hora da panela no fogo e da barriga vazia, um domingo de derrota para o Brasil no futebol – goleada do Barcelona no Santos – poucos caminhões na pista, abundância verdejante. Brotação nova em seus mais variados matizes. As fortes chuvas ainda não baixaram, a lama ainda é pouca. O ar foi lavado, meus olhos agradecem à profusão do belo verde. Já próxima, na nossa baixada, a cidade que tanto cresce, aparece em 180 graus. Opto chegar pela estradinha do Carvão. E venho feliz: tempo de renovar projetos, de confiança na vida, da saudade dos que partiram, da gratidão ao conhecimento partilhado. Voltar à casa é a sensação do seguro. Pelas sucessivas curvas, em velocidade já reduzida, olho à esquerda. Não resisto, piso no freio e dou ré. Uma linda porca na fartura da prenhez. Registro um souvenir para você, meu leitor.
Ft. Luciana Portinho
 
 
 
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Cultura em Campos de pires na mão
19/12/2013 | 14h39
Assisti ontem a entrevista do presidente do legislativo campista, vereador Edson Batista, na InterTV. Tentou transformar os pífios R$ 176 mil  destinados ao Fundo de Cultura Muncipal  em uma vitória popular. Por mais que o discurso seja arrumado, o tom solene não consegue ocultar a derrota  no setor da cultura goitacá. A realidade é infinitamente mais forte do que são as palavras encadeadas. Um showzinho destes que virão por aí no verão consumirão, de uma só tacada, toda a verba anual destinada ao Funcultura. Não por acaso o jovem vereador oposicionista Rafael Diniz desabafou, “Já disse e repito: acho que existem duas cidades. Uma cidade real, onde falta leite especial para as crianças e pacientes esperam em filas, e uma cidade cor de rosa e maravilhosa onde um governo acha que não deve e não teme. Eu não vivo nesta cidade rosa. Na minha cidade eu vejo um governo que deve e teme”, disparou. Bom lembrar: o orçamento aprovado para Campos, em 2014, é de R$ 2,5 BILHÕES! Destes, 50% ( R$ 1,25 BILHÕES ) poderão ser remanejados ao bel prazer da política de a senhora prefeita, como quis a subserviente maioria governista. Traduzindo: o Orçamento não passa de uma obra de ficção. Como sempre nesta legislatura, os quatros vereadores da oposição, Rafael Diniz (PPS), Fred Machado (SDD), Marcão (PT)  e Nildo Cardoso (PMDB)  foram atropelados pelo rolo compressor roxo paixão.
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ADMINISTRAÇÃO PROVINCIANA
18/12/2013 | 00h59
Acabo de ser informada por um usuário da Biblioteca Municipal Nilo Peçanha de que o jornal Folha da Manhã não é mais oferecido, pela FCJOL, à população, na seção dos jornais. A explicação dada pelos servidores da Biblioteca é a de que o convênio terminou, não foi renovado. É desculpa esfarrapada de uma administração pública que só aceita o jornalismo de cabresto, não convive com a liberdade de expressão e de informação. Todos que em algum momento recorreram à leitura gratuita na Biblioteca sabem que até o Partido da República (PR) estar no governo,  jamais qualquer censura foi feita a qualquer jornal, seja lá de qual matiz de opinião. A meu ver mais um lance ridículo, um escárnio praticado na Cultura local. Se propor restringir o acesso à leitura do que quer que seja é um despautério  à inteligência do campista. Talvez o tribufu instalado em praça pública, como decoração natalina, seja o retrato da atual gestão municipal. [caption id="attachment_7336" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Facebook"][/caption]

 

 
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Professores na Câmara
16/12/2013 | 16h05
Recebo via rede social Facebook.... "Atenção, Profissionais de Educação da rede Municipal de Campos dos Goytacazes. Não podemos permitir que um Município, entre os primeiros mais ricos do País, pague funcionário público com migalhas!!! Queremos salários decentes, investimentos sérios em todos os setores sociais e educação de qualidade e diversificada para cidade, campo, pescadores, etc. Dizer que não tem dinheiro, é falácia! Na nossa assembleia do dia 11 deliberamos que dia 17, terça-feira, às 17h estaremos em peso na Câmara de Vereadores. Na pauta o orçamento para 2014. Todos à Câmara!"

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ESTÁ ENCHENDO
16/12/2013 | 00h48
Está enchendo Entra ano, sai ano, e já estão enchendo a paciência as enchentes e as defesas civis que entram em alerta quando chove mais um pouquinho. Uma pergunta não quer calar: por qual razão não estão alertas o tempo todo? E mais do que isso, em período de clima estável e propício a serem feitas as obras necessárias, para quando chegarem as chuvas não entrarmos em pânico pelos desastrosos efeitos das tempestades e do excesso de água. No meu entender, como médico que sabe ser infinitamente mais acertado prevenir a remediar, os gestores estaduais e municipais - por mais ou menor que seja o município, mais rico ou mais pobre - deveriam ter um plano com início, meio e continuidade em relação a esta problemática. A impressão que fica é a de que depois da dor de barriga passada ou da dor no peito vencida, sente-se um alívio e acredita-se na não repetição de chuvas fortes no futuro. Esquecem-se de que as estações do ano se sucedem e graças a Deus, nunca irá parar de chover, pois, se dependesse dos “competentes gestores” e dos predadores da natureza o nosso planeta já teria acabado há muito tempo. Só que Deus fez da Terra um organismo vivo, com uma capacidade de recuperação que supera em muito a imbecilidade humana. Senhores gestores, visto que não é permitido a vocês modificarem a natural seqüência das estações do ano, certamente se o fosse, inventariam uma lei para isso, a exemplo de um vereador que, pasmem, desejou mudar a Lei da Gravidade, sendo alertado por outro edil, não ser possível mexer nesta lei já que era uma lei federal. Quero alertar os doutos gestores da universalidade dessa lei; não dá para mexer mesmo. Temos mais é que nos adequar e tomar as medidas necessárias para que não sejamos “surpreendidos” pelas recorrentes enchentes. Não são os rios que avançam no quintal das casas construídas contra o bom senso e sim são elas que invadem os quintais dos rios e depois ficam lamentando quando os rios retornam ao seu quintal. Será mesmo difícil alcançar tão simples entendimento; existirão outras motivações ou, ainda, explicações por trás de tamanha imprevidência.   Makhoul Moussallem         Médico, Conselheiro do CREMERJ e do CFM
 
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PERRENGUE
14/12/2013 | 19h25
Chegar em Campos, desembarcar na rodoviária nova (está velha) é sempre situação inédita. Ali inexiste fiscalização da prefeitura sobre o vai e vem dos táxis, estes param onde bem entendem. Os usuários, por sua vez, não fazem fila indiana para embarcar. Furam a pretensa fila, pouco se lixando em aguardar a sua vez. E se você protesta, como eu, ainda tem que encarar cara de enfado. Em qualquer biboca dos não cantos do planeta a fila existe, justamente para fazer valer o direito do outro. Terra de índio! Não, Luciana, deixe os índios em paz!
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Da história oculta
12/12/2013 | 20h54
Compartilho um artigo publicado no extinto jornal campista A Cidade. Escrito pelo advogado e também articulista da Folha da Manhã, Geraldo Machado. Outros tempos, vencidos nas lutas populares das ruas, pressionando os aparatos do poder federal, buscando apoio internacional... Sempre interessante, nesse deserto campista de registros históricos. Eu mesma desconhecia que Geraldo Machado tivesse sido procurador da prefeitura, antes do Golpe de 64. Vale a leitura. lp O QUIXOTE SANJOANENSE A gente se conheceu em 1961. Tempos difíceis. Posse de Jango ameaçada, tropas em movimento, o Sul em postura de luta... Estávamos, em campos opostos: eu, como Procurador da Prefeitura, ele liderando greve de servidores municipais por aumento salarial. Contrariando as ponderações dos que estavam (aspones, chefetes de todos os tipos, capangada, etc.) no gabinete do Prefeito, desci à rua, fui lá – encontrar com o grupo de grevistas. E dialogamos - conversa franca, direta, respeitosa, em que mais procurei ouvir. Dele ouvi, em nome dos grevistas, o agradecimento, de pronto reconhecido como sincero, tanto quanto reiterava o caráter da parede, que era – e foi – mesmo pra valer. Tempos depois, voltamos a nos encontrar. Era agosto de 64. Fui à casa de minha mãe, certa manhã, e dela ouvi um apelo para ir à Cadeia Pública, daqui de Campos, pois estavam precisando de mim. Um certo senhor Jorge, a mãe não guardou o sobrenome. Ainda tentei não ir, sob o argumento de que não era dado à advocacia criminal, ao que d. Ilde opôs o fato de que empenhara, na conversa ao telefone, sua palavra no sentido de que eu ir, sim. Afinal, o moço estava em aflição - e dizia só confiar no filho dela... Chegado ao presídio, lá estava ele, da mesma forma - inquieto. Só que com algumas marcas de porrada... Melhor definindo – cara inchada, olho quase fechado, marca da dor mais que física. Informado de que a prisão se dera, sem mandado, da parte de policiais de Niterói, redigi, ali mesmo, um pedido de habeas corpus, de logo levado a conhecimento do dr. Juiz Criminal, que, após as informações que requisitou no prazo de meia hora, concedeu a ordem e determinou a expedição de alvará de soltura. Levei o Alvará, entreguei a cópia própria ao carcereiro, recebi o preso e saímos pela porta da frente. Fui com ele, no meu carro, até as proximidades da casa de umas primas campistas dele. Ali o deixei, com recomendação expressa de sumir por algum tempo, deixar que os motivos da prisão fossem aclarados, enfim – dar tempo ao tempo ... Ao que soube, depois, os esbirros voltaram de uma farra num dos prostíbulos locais, deram pela falta do preso e, ao saberem do sucedido, comunicaram aos superiores. O Secretário de Segurança do antigo Estado do Rio, notório major do Exército, ao ser cientificado, deu um murro na mesa e mandou : “prendam todo mundo – o juiz, o carcereiro, o advogado, o escrevente – essa gentalha toda.....porra !” O juiz não foi preso (o pai, Desembargador...), o carcereiro tinha padrinho forte num dos líderes locais da “redentora”, e, finalmente, restou um mandado de busca e prisão do advogado ... Meireles morreu, não fiquei sabendo. Não pude render as homenagens a que fazia jus. Meu primeiro cliente por prática de “crime político”, no período que teve início numa manhã cinzenta de 1° abril de 1964. O que me leva a lhe render o tributo simples, mas de significado de quem conheceu o lado sonhador de um homem modesto. Só queria fazer História... [caption id="attachment_7315" align="alignright" width="200" caption="Ft. Facebook"][/caption] Advogado
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PROFESSORES EM ASSEMBLÉIA
11/12/2013 | 10h10

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PT:UNIDADE NA RENOVAÇÃO
09/12/2013 | 17h35
Na presença de todas as sociedades médicas municipais, o médico campista Makhoul Moussallem - ou simplesmente como é conhecido, Dr. Makhoul -  foi eleito Médico do Ano de 2013 pela Sociedade de Medicina do Estado do Rio de Janeiro. A solenidade de premiação aconteceu no fim de semana passado, em Búzios. Pelo município do Rio de Janeiro, foi eleito o neurocirurgião Paulo Niemeyer Filho. Agora, chega a hora de assumir  a presidência do Diretório do PT de Campos.  Na ocasião de sua eleição, o médico declarou ao blog, “Precisamos formatar projetos necessários para o desenvolvimento da região independente do petróleo e do pré-sal, projetos que contemplem a sustentabilidade. Áreas como saúde, educação, agricultura, mobilidade urbana e rural, segurança e polo de tecnologia requerem nossa atenção. Enquanto presidente do PT, penso que o partido tem que mudar a política regional e municipal, criar uma agenda para 2014 e 2016, um partido político não pode deixar de buscar o poder sob pena de não existir”. A  posse de Makhoul, inicialmente prevista para fevereiro de 2014, foi antecipada. Será  hoje, às 20h, na sede do partido localizada na Av. Alberto Torres. Termina movimentada a agenda profissional e política do médico campista que foi o segundo colocado na eleição a prefeito de 2012. Mais sobre a renovação do PT em Campos, veja aqui. [caption id="attachment_7302" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Como disse a colega Suzy Monteiro em seu blog, "Assim, o ano eleitoral de 2014 já será iniciado com o PT de cara nova", ver aqui.
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SEPE avisa: chegam denúncias!
09/12/2013 | 12h24
"As denúncias de assédio moral, ingerência de vereadores nas escolas, sobre o processo seletivo para diretores, estão chegando ao SEPE, . Pedimos a todo profissional de educação da rede municipal que se deparar com tais ou outros desrespeitos, que produzam provas. Sabemos que a lei, criada "à toque de caixa" sem a participação da categoria e seus legítimos representantes, tem a intenção de manter as escolas sobre o julgo de vereadores oportunistas, com o aval da chefe-mor! Temos que mostrar para o governo que ele passa, mas nós, profissionais de educação, ficamos!!!"

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Até quando?
08/12/2013 | 15h37
Até quando? O Hezbollah “Partido de Deus” anunciou nesta quarta-feira que um de seus líderes, Hassan Hawlo al-Lakiss, foi assassinado perto de sua casa na periferia de Beirute, capital do Líbano. O ataque foi realizado por homens armados não identificados em um estacionamento. Consequentemente os “partidários de Deus” tendem literalmente incendiar o Oriente Médio, generalizar o conflito que estava restrito à Síria para vingança. Tome refugiados por todos os lados, de velho a pantomina do Conselho de Segurança da ONU se fará presente para apaziguar a situação quando na verdade os membros deste Conselho, por exemplo, os Estados Unidos, a Rússia e a China apoiam por debaixo dos panos seus eleitos e protegidos na região: Israel, Síria e Irã. O resto que se dane. O pano de fundo? A mesma questão econômico-financeira, leia-se, petróleo -sempre ele - abundante que é (quem dera que não fosse) na região e cujo controle não pode fugir das mãos das multinacionais e de seus sócios árabes, ou seja, da Arábia Saudita, do Kuwait e dos Emirados, sustentado política e unilateralmente pelas grandes potências ocidentais. Após o giro de Kissinger, na década de 70 – foi do Irã até Israel –, tendo sido implantado o fundamentalismo islâmico, mola que impulsiona o retrocesso dos países muçulmanos, acionada quando os interesses das grandes potências entram em jogo na área ou quando precisam aumentar os lucros. Interessante notar que há quase uma esterilidade no surgimento de cabeças pensantes não contaminadas pelo rancor e ódio secular entre cristãos e muçulmanos, entre muçulmanos sunitas e xiitas, alamitas, wahabitas e outros itas, alimentado continuamente pelas potências europeias e estadunidense. Às vezes de forma torrencial, às vezes em conta gotas, outras de forma direta, outras ainda subliminares, seja através da sua ponta de lança que é Israel ou valendo-se da incompetência intelectual dos árabes dos diversos matizes, não importando quantas vidas de crianças, jovens ou adultas sejam ceifadas desde que consigam seus torpes objetivos. Será que o Oriente Médio, origem das três religiões universais, Judaísmo, Cristianismo e Islamismo não é capaz de parir líderes do quilate de um Moisés, de um Maomé, não incluo Jesus, pois este é “Filho de Deus”, para tomar as rédeas da situação, fazer uma aliança árabe/israelense e despachar os americanos, russos, franceses, ingleses, chineses e quem mais se imiscuir para que tomem conta do seu quintal e imolem as suas populações no altar das suas ganâncias... Quando será que vão deixar o Oriente Médio em paz? Makhoul Moussallem                                             
Médico, Conselheiro do CREMERJ e do CFM * Artigo publicado na Folha da Manhã, 6 de dezembro de 2013.
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Ainda das eleições das diretoras.
05/12/2013 | 18h57
Repasso mais um alerta do Sepe/Campos sobre o processo eleitoral das professoras municipais.lp Processo seletivo para diretores de escolas da rede municipal O SEPE quer garantir que o processo seletivo seja democrático, que o voto seja garantido e a vontade dos eleitores respeitada. As chapas irregulares inscritas fora do período previsto no edital devem ser denunciadas.É preciso ficar alerta para as possíveis irregularidades.O SEPE terá diretores de plantão no dia 9 de dezembro e para isso disponibilizamos os números de celulares para que qualquer profissional da educação possa entrar em contato. Vamos à luta! Votar é um direito, não aceite coerção! Na dúvida, entre em contato com um diretor do SEPE: Sede do Sepe: Fixos: 2735-2406 / 2734-6883 Celulares: 98821-0206 / 99837-2687 Diretores do Sepe: Ana Marina Lacerda – 98819-1714 Ângela Barbosa – 98841-2691 Carlos Santafé - 98819-1725 Cristini Marcelino – 98841-2697 Edson Braga – 98819-1724 Eduardo Peixoto – 98819-1731 Juvenil Marque – 98819-1761 Norma Dias – 98819-1728 Regina Paula – 98821-0207 Ruth do Rosário – 98819-1718 Sandrelene Antunes – 98819-1713 Sandro Fabiano – 98841-2698 Silvana Nascimento – 98841-2692

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E você, gostis de bolis?
04/12/2013 | 03h12
Recebi de um leitor atento, me recomendando a leitura. Divido com vocês. lp

Diário Oficial traz piada do 'Mussum' na edição desta segunda-feira

Confira abaixo a mensagem indevida publicada pela Secretaria da Fazenda
 
Gazetaweb
O Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira (2) traz uma piada que faz referência à linguagem utilizada pelo personagem Mussum, dos Trapalhões, programa de humor apresentado pela TV Globo e que foi sucesso nos anos 80/90. A mensagem foi publicada pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) e pode ser conferida na página 10 do DOE. Veja aqui texto na íntegra: Mussum ipsum cacilds, vidis litro abertis. Consetis adipiscings elitis. Pra lá , depois divoltis porris, paradis. Paisis, filhis, espiritis santis. Mé faiz elementum girarzis, nisi eros vermeio, in elementis mé pra quem é amistosis quis leo. Manduma pindureta quium dia nois paga. Sapien in monti palavris qui num significa nadis i pareci latim. Interessantiss quisso pudia ce receita de bolis, mais bolis eu num gostis. Suco de cevadiss, é um leite divinis, qui tem lupuliz, matis, aguis e fermentis. Interagi no mé, cursus quis, vehicula ac nisi. Aenean vel dui dui. Nullam leo erat, aliquet quis tempus a, posuere ut mi. Ut scelerisque neque et turpis posuere pulvinar pellentesque nibh ullamcorper. Pharetra in mattis molestie, volutpat elementum justo. Aenean ut ante turpis. Pellentesque laoreet mé vel lectus scelerisque interdum cursus velit auctor. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Etiam ac mauris lectus, non scelerisque augue. Aenean justo massa. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) divulgou nota explicando que o conteúdo publicado indevidamente no Diário Oficial de hoje não partiu do órgão e que o erro foi proveniente da Imprensa Oficial, onde o material foi diagramado. Confira: NOTA DE ESCLARECIMENTO A Secretaria de Estado da Fazenda de Alagoas (Sefaz-AL) vem a público esclarecer que o trecho da publicação da página 10 do Diário Oficial do Estado desta segunda-feira, 02/12, não consta nos arquivos enviados pela Sefaz, tampouco partiu do trabalho de nossos servidores. O texto publicado não condiz com a resenha enviada pelo Gabinete desta secretaria, na última sexta-feira, 29/11. Em averiguação com a Imprensa Oficial do Estado foi constatado que o erro na publicação deve-se à inserção de uma ferramenta de edição (texto falso) comum em diagramação, que não foi retirado e revisado corretamente. A Sefaz ressalta o compromisso em ofertar à sociedade um serviço público com lisura e profissionalismo.
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Zoológico vai a São Fidélis
02/12/2013 | 20h23
Depois da temporada de sucesso na Academia Campista de Letras, a peça teatral A História do Zoológico, com o apoio cultural da Prefeitura Municipal de São Fidélis, se apresenta na próxima sexta (06/12)  e no sábado ( 07/12) , às 20h, no mais do que gostoso Anfiteatro da Biblioteca Muncipal. A entrada é franca. Aguardamos vocês lá! lp

 
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Resultado da tal obra ioiô
02/12/2013 | 00h06
Em julho de 2012 publiquei uma das algumas postagens (ver aqui)  sobre a obra que a PMCG realizou na "Lapa e adjacências". Obra cara, arrastada, pertubou moradores e comerciantes, durante quase o ano inteiro. Abriam, fechavam e tornavam a abrir os mesmos buracos, não nos davam satisfação alguma, arrancavam calçamento sem a devida autorização; pintaram os canecos, como diz o povo. Bom, nem bem entramos no verão, época de chuva certa, e estamos ao deus dará. Reproduzo o texto, hoje escrito por mim, na rede social Facebook. "Moro nas imediações do Centro de Campos dos Goytacazes, tudo A L A G A D O!! Nós moradores, passamos o ano inteiro de 2012 com as ruas da região, reviradas em obras. Comerciantes penaram com prejuízos, pequenos quebraram. Durante esse período, engulimos pó de saibro que penetrava residências adentro. Obra milionária feita pela prefeitura, garantiu que era para sanar problemas de possíveis enchentes. Nada resolvido!! Ao contrário, agravado. Não é o caso de acionar as empreiteiras? A obra não tem cláusula de seguro, não? Na minha rua a nova manilha colocada é mais estreita do que a anterior retirada, haviam mais bueiros. A maquiagem fica por isso mesmo?!" [caption id="attachment_7267" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Correr para onde?  
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Posição do SEPE sobre eleição das diretoras
01/12/2013 | 00h22
Abaixo parecer oficial que recebemos e reproduzimos.lp

Parecer Do SEPE sobre o processo seletivo para direção da Rede Municipal de Educação de Campos dos Goytacazes

30 de novembro de 2013 às 22:15
Entendemos que a eleição para diretor de escola é um dos diversos componentes da “gestão democrática do ensino público”, devendo ser implementada uma estrutura jurídico-administrativa representativa dos diversos segmentos da comunidade escolar. Entretanto, essa constitui também elemento indispensável para a garantia da gestão democrática do ensino público, não se podendo falar em democracia, no atual sistema constitucional, sem levar em conta os seus aspectos direto e representativo, tais como preconizados pelo art. 1º, que trata do Estado Democrático de Direito, bem como em seu parágrafo único, que afirma que a soberania popular será exercida mediante representantes eleitos ou diretamente, nos termos regulamentados pela própria Constituição no artigo 14 e seus incisos. A soberania popular também deve ser exercida na gestão da escola pública, por expressa determinação constitucional de gestão democrática do ensino público, e por essa razão a eleição para diretor de escola e para os conselhos escolares é indispensável para a concretude do Estado Democrático de Direito. É preciso reconhecer que a gestão democrática é um processo sempre inacabado e que os limites são enormes. Eles se encontram na própria estrutura do sistema educacional (vertical), e no autoritarismo que sempre o impregnou, no tipo de liderança que tradicionalmente domina a atividade política brasileira, nas próprias pessoas com pequena experiência de democracia e na mentalidade que atribui aos técnicos a capacidade de governar, e considerando o povo incapaz de exercer o governo de qualquer coisa. A Lei 8493/2013 NÃO ATENTE A QUALQUER PRINCÍPIO RELATIVO Á GESTÃO DEMOCRÁTICA. Pior, revela ardil, porque retrata mais um pouco do que já existe – resta mantida a estrutura vertical que a LDB pretende dar fim. Assim afirma-se porque a efetivação da gestão democrática na educação dá-se exclusivamente através da prevalência de decisões colegiadas nos órgãos dos sistemas de ensino e nas instituições de educação. A Lei ideal democratiza o acesso às funções de direção, conjugando mérito e desempenho e amplia a participação das comunidades escolar e dos educadores.Uma prova clara e inequívoca desta afirmação é o prazo concedido para inscrições, qual seja, de 21 a 25 de novembro de 2013 – APENAS 03 (três) dias úteis para a inscrição e providenciar o extenso rol de documentos exigidos. E mais no seguinte contexto histórico e cronológico, dia 21/11 (quinta-feira) sucedeu o feriado estadual do dia da Consciência Negra, dia 23 e 24/11 recaíram num sábado, restando tão somente o dia 25/11 (segunda-feira) como último dia de inscrição. Por óbvio, não foi por acaso, restou excludente, vergonhosa e imoral, para se dizer, no mínimo da atitude do governo municipal. No mais, restam mantidos (como sempre) a possibilidade, para não dizer a certeza, de exclusão de chapas por critérios subjetivos haja vista que NÃO É ASSEGURADA A PARTICIPAÇÃO DOS ATORES PRINCIPAIS – Professores, alunos, pais e responsáveis e sindicato nas etapas posteriores à apuração dos votos. Vejamos: primeiro, qualquer professor (de qualquer rede porque a preferência é pela rede municipal, tão só)pode se candidatar (vontade única da administração com o objetivo de assegurar os seus apadrinhados e apaniguados), a verificação acerca da experiência do candidato é exclusiva da administração (Comissão composta exclusivamente por membros no núcleo central e de gestão da Administração Municipal) e, por fim a análise do plano de gestão (etapa eliminatória) também é feita exclusivamente por membros no núcleo central e de gestão da Administração Municipal, ou seja, à comunidade escolar não é dado o direito de discutir qual seria o melhor plano de gestão. No mais, não há como identificar-se ilegalidades (salvo pela citação do artigo da Constituição Federal e da LDB) na norma e no edital porque eles refletem integralmente a vontade da administração, tão só. Prevalece a vontade da administração. Prevalece a prerrogativa de nomeação e exoneração. Prevalece o direcionamento, para não dizer a chibata da administração em determinar como, quando, onde, de que forma e porque deve se posicionar a educação municipal, o que, com todo respeito nada tem a ver com gestão democrática. Por fim, a título de registro, o item 5.2 do Edital do processo seletivo que se encontra em andamento, assegura, na composição da mesa eleitoral, a participação de “1 (um) representante do Sindicato da Categoria dos Professores”, bem como no item 5.2.1., que este representante do Sindicato da Categoria dos Professores será facultativo. Em conclusão, o nosso entendimento preliminar é no sentido de que a Lei Municipal de Campos dos Goytacazes nº 8493/2013 e o respetivo edital que deflagra o processo seletivo para preenchimento dos cargos de diretor e vice-diretor de escola em nada contribuem ou fortalecem a gestão democrática, uma vez que tais éditos persistem na prevalência da vontade da administração pública municipal sobre a vontade dos seus administrados, o que não encontra eco ou reflete o Comando inserido no artigo 206, VI da Constituição Federal e no artigo 3º, VIII e artigo 14 da LDB, este que prevê que, “ Os sistemas de ensino definirão as normas da gestão democrática do ensino público na educação básica, de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I - participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto pedagógico da escola; II - participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares ou equivalentes.” A SMECE encaminhou ofício ao SEPE no dia 27/11, para que indicássemos um nome da direção do SEPE para acompanhar o processo das eleições nas escolas da rede municipal. A Direção deste núcleo entende que não deve avalizar um processo para o qual não foi convidada a participar da sua concepção e do qual discorda em vários aspectos pontuais, não considerando o processo efetivamente democrático. Contudo, o SEPE vai fiscalizar o processo e apoiará as escolas onde as comunidades organizadas necessitem de mobilização para que o respeito a votação seja observado.
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