Marco não marco. Ida e partida.
24/08/2013 | 00h28
[caption id="attachment_6877" align="aligncenter" width="550" caption="Facebook"][/caption]

Parto de férias. Vou para onde desejei ir. Dias de refrescar os olhos, banhar os sentimentos, estender a alma ao vento, amarrada para não sumir por aí. Vou para experimentar sabores, me impregnar de cheiros novos, entabular trocas curiosas, bater o pé em outros chãos. Desdobrar horizontes e descobrir.

Quando voltar, não mais integrarei a Redação da Folha da Manhã. Me afasto da lida impressa, não do blog. Caminho para outros projetos que me desafiam e para os quais sou chamada a produzir resultados.

De todos os colegas, ficam lembranças de uma saudável convivência. Agradeço o tratamento respeitoso que me foi dispensado pela direção do Grupo Folha da Manhã. Em especial, agradeço ao Diretor da Redação, Aluysio Abreu Barbosa, a franca acolhida profissional e companheira.

A toda essa robusta equipe que faz a cada dia acontecer um jornal novo, minha amizade e admiração. Aos queridos leitores, razão de ser do blog, o tempo é só uma fração. Continuamos ligados!

Um forte abraço, Luciana Portinho  
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Mais trabalho para o Coppam?
23/08/2013 | 16h57
Recebemos a informação de que a ao lado das escadarias da Câmara Municipal de Campos estaria sendo construído "algo" de alvenaria. O prédio da Câmara é preservado pelo Plano Diretor. Em  2004 , foi feita a restauração das escadarias, através de convênio entre o Município e o Tribunal de Justiça. Segundo a fonte, já teria sido comunicado o fato ao Presidente do Coppam  Sr. Oravio Soares, que até então desconhecia. Não seria recomendado o Coppam verificar o que está sendo construído, se não fere o tombamento do entorno da praça pelo Inepac,  e apurar se a suposta obra se enquadra dentro das lei municipais de proteção ao patrimônio? O mesmo rigor que se exige do particular deve ser exigido dos poderes público.
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Maioria acredita na força do “gigante”
23/08/2013 | 00h21

A última enquete realizada pela Folha Online procurou mensurar o grau da expectativa do leitor sobre os rumos que a vida do brasileiro poderá vir a tomar depois das manifestações populares, detonadas nacionalmente em junho passado. A pergunta foi: “Você acha que as manifestações por melhorias vão surtir efeitos?” O placar final foi esse: 56,4% responderam sim, 35%, não, e 8,6%, não sabe. Traduzindo, a maioria dos leitores acredita no poder da população em pressionar governantes e políticos a produzirem resultados sociais. Mais de um terço, no entanto, continua desacreditado de qualquer melhoria na política.

Para Luís Felipe Romano, um dos representantes dos Cabruncos Livres, o movimento social de Campos veio para ficar. “Nossas pautas são reais, propositivas. A base aliada do governo municipal é que tem ação reacionária. Reunimo-nos na Câmara com eles, nos falaram que tudo era passível de ser materializado e nenhuma solução concreta até agora aconteceu”, lembra ele, que foi além: “Para eles, vale a falsa democracia, apenas através do voto de quatro em quatro anos”. “O Brasil nunca mais será o mesmo, será um país melhor”? A indagação foi estampada dois dias atrás na primeira página do jornal El Paìs (Madri, Espanha). Este é o questionamento do momento. Como será o Brasil após o gigante ter acordado? Luciana Portinho
   
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O Brasil visto de fora
21/08/2013 | 19h04
É da natureza o corpo andar junto com a cabeça. Em política recomenda-se  ao contrário e quando não, desemboca em crise social como a que veio a furo em junho, expressa por milhões de brasileiros nas ruas do país. Se durante quase três décadas o mundo ouvia falar da jovem democracia, da brutal desigualdade social e da promissora economia, o ano de 2013 irrompeu atravessado no noticiário internacional. Inaugurada nova etapa de uma história sem final e com ponto de interrogação. “O Brasil nunca mais será o mesmo, será um país melhor”? A indagação foi estampada dois dias atrás na primeira página do jornal El Paìs (Madri, Espanha). É questionamento que as demais nacionalidades (e nós brasileiros) desejamos formular. A matéria assinada por Juan Arias destaca e entrevista do jornalista William Waak, da Globo News, a três analistas políticos sobre as manifestações que vem ocorrendo em todo o país. Arias classifica o antropólogo Roberto DaMatta como um dos profissionais mais respeitados no país e ressalta que, durante a entrevista, ele não arriscou a “profetizar” como será o Brasil após “o despertar da sociedade”. No texto, Arias afirma que o Brasil quer “algo melhor” e tem esperança “de quem não desiste da democracia como a única forma desenvolvimento humano e econômico". A reportagem cita a ação de pequenos grupos “extremistas” nos protestos e esclarece que eles não representam os desejos da maioria da população, que não quer a volta do regime militar ou pregar a anarquia. “Como sair deste dilema?”. “Como mudar os políticos e os partidos para a sociedade que não se sente representada, sem ferir gravemente o sistema democrático não pode, neste momento, existir sem mediação política?”, pergunta Arias, que destaca que a solução não será fácil, mas os brasileiros vão encontrá-la e a resposta deve vir em breve, nas urnas. O jornalista arrisca caminhos que partidos políticos devem tomar após a mudança que mudou o país e encerra afirmando que o “Brasil deixou de acreditar nas promessas” e “Tornou-se um adulto”. Fonte. Jornal do Brasil  
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De quente a fervendo
20/08/2013 | 19h45
O clima de manifestações que começou quente pela manhã na Câmara Federal, quando médicos e policiais, cada qual com suas reivindicações , partilhavam as dependências da Casa no final da tarde de hoje ferveu. O plenário da Câmara foi invadido agora já por policiais militares, civis e bombeiros de vários estados  que se posicionavam pela votação da PEC 300, que cria um piso nacional para a categoria.
Policiais protestam no plenário da Câmara pela votação da PEC 300 (Foto: Fabiano Costa/ G1)
Tão logo a invasão se configurou, o deputado Simão Sessim (PP-RJ), presidia a sessão, encerrou os trabalhos. Parte dos manifestantes se sentou nas poltronas reservadas aos parlamentares. Em seguida, o presidente Henrique Eduardo Alves assumiu o comando da mesa e fez um apelo para que os manifestantes deixassem o plenário. Ele propôs criar um grupo de trabalho para discutir até 16 de setembro a proposta de emenda constitucional. Ao final do trabalho desse grupo, a Câmara decidiria se leva a proposta à votação em segundo turno.  Ele irritado  com as manifestações em plenário ameaçou retirar a proposta de criação do grupo de trabalho. Mesmo assim, os policiais permaneceram no plenário. "Esse tipo de comportamento não é respeitoso, nem democrático”, disse Alves. “Estou falando a pessoas sérias e responsáveis. Faço apelo a deputados que se dizem representantes dessa classe, porque eu não vou pautar essa matéria [...]. Faço apelo pela retirada dos senhores de forma educada e respeitosa”, disse. Estudantes de medicina e de outras profissões da área de saúde que também protestavam contra e a favor dos vetos ao projeto do Ato Médico aproveitaram o tumulto para também entrar no plenário, mas se mantiveram ao fundo do recinto. Cerca de 20 minutos depois de iniciado o tumulto, a maioria dos manifestantes já tinha deixado o plenário. Fonte. G1  Foto: Fabiano Costa/ G1)
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O Brasil continua quente
20/08/2013 | 17h17
São tantas e variadas as manifestações sociais que nem há espaço mais que abrigue a todas.  Hoje, 20/08, em Brasíli, os estudantes de medicina protestariam pela derrubada dos vetos da presidente Dilma Rousseff ao Ato Médico e profissionais de outras áreas da saúde, como enfermagem, em ato pela manutenção dos vetos na Câmara dos Deputados.  Os dois grupos foram impedidos de entrar no Salão Verde da Casa porque, segundo os seguranças, o espaço já estaria ocupado por policiais em outro protesto. [caption id="attachment_6854" align="aligncenter" width="620" caption="Estudantes de medicina e profissionais de saúde tentam entrar no Salão Verde da Câmara dos Deputados (Foto: Fabiano Costa/ G1)"][/caption]

 

O Ato Médico regulamenta o exercício da medicina e define que tipos de atendimentos devem ser feitos exclusivamente por médicos. Um dos trechos do projeto aprovado pelo Congresso, que definia ser privativo aos médicos a formulação do diagnóstico e a respectiva prescrição terapêutica, foi suprimido pela presidente. O veto desagradou a classe médica. Segundo manifestantes e funcionários da Câmara, policiais utilizaram spray de pimenta contra pessoas que tentavam entrar no Salão Verde. O Congresso Nacional analisa hoje, em sessão conjunta de deputados e senadores, os 128 vetos da presidente Dilma Rousseff a trechos de propostas aprovadas pelos parlamentares. Os estudantes de medicina gritaram palavras de ordem pela derrubada dos vetos. Mais cedo, médicos e estudantes de medicina participaram de protesto em frente ao Ministério da Saúde contra os vetos à lei do Ato Médico. Fonte . G1
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RECEITA DE VINÍCIUS
20/08/2013 | 16h22
[caption id="attachment_6850" align="aligncenter" width="600" caption="divulgação"][/caption]

 

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É amanhã....
15/08/2013 | 11h28
[caption id="attachment_6845" align="aligncenter" width="600" caption="Divulgação"][/caption]

.... A grande festa na roça! Vai ser pra lá de animada e ainda vai ajudar os nossos  jovens músicos a se apresentarem no inicio de setembro em quatro cidades de Portugal. Esses músicos são o lado ótimo de Campos. Tenho baita orgulho de todos eles!

Todos lá!
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Finalmente
14/08/2013 | 16h34

Legista do caso PC Farias diz que filho de PMs não cometeu suicídio

Após analisar fotografias da cena da chacina ocorrida no início do mês na Brasilândia, em São Paulo, o médico legista George Sanguinetti não acredita na versão da polícia, que aponta que Marcelo Pesseghini, 13 anos, cometeu suicídio após assassinar os pais - o sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luis Marcelo e a cabo da Polícia Militar Andreia -, a avó Benedita de Oliveira Bovo e a tia-avó Bernadete Oliveira da Silva. O médico ficou conhecido por ter contestado a tese inicial da polícia que Paulo César Farias e Suzana Marcolino teriam sido vítimas de homicídio seguido de suicídio em 1996. Após refazer os laudos, ele indicou que os dois foram assassinados. [caption id="attachment_6842" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Google"][/caption]

 

"É básico em Criminalística e Medicina Legal que o perito só atesta o que encontra, só declara o que pode provar", descreveu o legista em sua página no Facebook. De acordo com Sanguinetti, o membro superior direito de Marcelo encontra-se em flexão, o braço-antebraço na parte anterior do tórax (esternal) dirigindo-se para o lado esquerdo da cabeça, onde a mão direita encontra-se na parte esquerda do segmento cefálico. "O membro superior esquerdo, braço-antebraço, em ângulo de 90 graus e a região palmar voltada para o dorso", completou. Diante da posição e do fato do adolescente ser canhoto, o médico considera impossível que Marcelo tenha disparado a arma de fogo. "Não estou contestando o trabalho da polícia de São Paulo, apenas estou apresentando a 'linguagem do cadáver de Marcelo', onde diz claramente que (ele) não foi autor do tiro que o matou", afirmou. Além disso, Sanguinetti questionou a ausência de exame residuográfico positivo, como também não foi detectada a presença de chumbo, pólvora, antimônio, bário na pele do menino. Para completar, ele diz que, como o tiro teria sido com arma apoiada, era importante também encontrar sangue e outros materiais orgânicos resultantes da explosão dos gases (lesão de Hoffmann ou buraco de mina).
Fonte: Jornal do Brasil
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Aquele futuro chegou
14/08/2013 | 16h13
100 mil pessoas já se habilitam a ir a Marte, com passagem só de ida. Pode parecer brincadeira, não é. A empresa holandesa Mars One está com inscrições abertas até o dia 31 de agosto para voluntários que desejam se candidatar a uma viagem só de ida ao planeta vermelho em 2022, como parte de um projeto que pretende colonizar o planeta a partir de 2023. [caption id="attachment_6838" align="aligncenter" width="620" caption="Ilustração mostra como seria o abrigo dos turistas que viajariam até Marte com a Mars One (Foto: AFP)"][/caption]

 

A iniciativa, sem fins lucrativos, foi lançada em abril deste ano. Qualquer pessoa com mais de 18 anos e com inglês fluente ainda pode se candidatar. Após a inscrição, os aspirantes a astronautas passarão por uma triagem feita pela Mars One. Beatriz Roriz, uma estudante carioca de 21 anos, está entre os cerca de 100 mil voluntários inscritos em todo o mundo na disputa por 24 vagas. Ela é uma das quatro escolhidas para participar do documentário de divulgação, o One Way Astronaut (Astrounata sem volta) - que explica o projeto em detalhes para aqueles que se dispuserem a morar em Marte. “Eu hoje estou mais esperançosa de ser selecionada do que no início. Fiz um vídeo de propaganda deles, respondi uma carta e fiquei entre os quatro selecionados no mundo inteiro para fazer esse documentário”, contou Beatriz. Beatriz mora na Zona Oeste do Rio e estuda Ciências Sociais na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Ela ficou sabendo do programa através da internet e diz que sempre sonhou em viajar pelo espaço. “Eu acompanho a Mars One pela internet e sempre tive vontade de ser astronauta, mas no Brasil é muito difícil. Colonizar um planeta novo é uma oportunidade única e eu não posso perder”, disse a estudante, acrescentando que sempre teve apoio dos pais, mas, como é filha única, existe receio da parte deles. “No começo minha mãe ficou super empolgada. Quando viu que era sério, ficou um pouco chateada. Sou filha única. Existe um sentimento de tristeza dos meus pais, já que é uma viagem só de ida, mas eles apoiam. Acho que quem for vai demorar a se adaptar, mas depois será como aqui na Terra, só que em um ambiente controlado. Vamos viver em redomas controladas e com rotinas comuns. Acho que depois de um tempo será como uma comunidade pequena”, afirmou a candidata. E ainda tem gente nos dias de hoje que não enxerga as mudanças na sociedade. Fonte: G1
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Que azar para o servidores municipais
13/08/2013 | 19h15
Pelo teor das reclamações, continua difícil a convivência dos servidores municipais  com a direção do Centro de Referência do Adolescente, localizado na Rua Barão de Miracema, Pelinca. Há um mês,  a anterior diretora Bruna, foi afastada da função por desentendimentos exagerados recorrentes com a equipe lotada no orgão. Agora, pelo visto,  a nova diretora, esposa do vereador Papinha repete o erro da arrogância anterior. Qualquer um (uma) que chega em uma repartição pública e se jacta aos quatro ventos " tenho carta branca de Rosinha e Garotinho de mandar gente embora se não fizerem o que mando, confio na minha agulha" , começa sinceramente de modo equivocado . Não conheço a nova diretora, mas, não posso deixar de divulgar o episódio, torcendo que baixe a poeira da prepotência no trato com seus subordinados. Trabalhar todos necessitam, no entanto, que se respeitem os direitos dos trabalhadores, sejam eles estatutários ou terceirizados.
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GPP confirma, Lindbergh na frente
13/08/2013 | 17h15

No Estado:      

Ninguém 39,5%

Lindbergh 16,4%

Garotinho 15,2%

Gabeira 14,4%

Cesar Maia 8,4%

Pezão 3,4%

Miro Teixeira 2,9%

Na Capital

Gabeira 18,9%

Lindbergh 14,6%

Garotinho 8,7%

Cesar Maia 7,6%

Pezão 3,3%

Miro Teixeira 3,2%

Em quem votaria para Presidente?

No estado:

Lula 29,2%

Marina 17,8%

Dilma 13,2%

Aécio Neves 6,2%

Serra 4,7%

Eduardo Campos 1,2%

Votaria num candidato do PT apoiado por Lula e Dilma: 38,8% (Capital 29,3%). Nenhum candidato do PT ou do PSDB: 26,3% (Capital 35,3%). Candidato do PSDB 5,4% (Capital 6,8%).

Fonte: Cesar Maia

A pesquisa confirma o temor do anunciado ( será ?) pré-candidato a governador Anthony Garotinho (PR), que mira sua metralhadora agora para o candidato do PT.

Antes publicado, ver aqui, pelo blog do Claudio Andrade. Atualização: pesquisa postada em 12/08 no site do Cesar Maia. Foram realizadas 800 entrevistas, na região metropolitana do Rio de Janeiro, nos dias 3/4 de agosto.
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“Cabruncos” não pretendem sair das ruas
12/08/2013 | 16h43

Para quem pensa que as manifestações dos “Cabruncos Livres” em Campos perderam a força, registra nada mais que uma fotografia de um momento. De acordo com os membros, política é movimento a cores; é a expressão de um processo em curso. Quem viu de relance um grupo de jovens — com baldes e vassouras em punho — simbolicamente lavando a sujeira das escadarias da Câmara de Campos, na última terça-feira, pode ter ficado com a impressão de mais um ato (o quarto ato) dos jovens campistas.

Frases como “Força não se mede só pela quantidade de gente” e “Não estamos fazendo teatro para a sociedade” são afirmações de um dos integrantes do grupo, Alexis Sardinha. Ele esclarece que naquele ato quem de fato estava lá era o coletivo de arte dos Cabruncos Livres. “Nosso momento é de ganhar qualidade. A fase inicial das grandes mobilizações de massas na rua passou, cumpriu o seu papel histórico. Isso já era esperado por nós. Atingimos o nosso objetivo. Nossa pauta de reivindicações ocupou o noticiário dos blogs, sites locais e jornais. Vem coisa nova por aí,” diz Alexis. O cientista político e professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) Hamilton Garcia desenvolve entendimento na mesma linha de raciocínio. “As manifestações foram uma onda que entraram para o calendário político do país e que está agora em seu momento vazante. Mesmo assim, é interessante ver como os grupos juvenis mais conscientes estão se organizando para continuar ocupando o espaço público, sustentando a luta por mudanças com maturidade e perspicácia que muitas lideranças mais velhas da cidade não demonstram ter”, fala o cientista social. O movimento dos “Cabruncos” veio para ficar, é o que nos diz outro integrante, Luís Felipe Romano. “Tivemos um momento de ápice, espelhado no movimento nacional, alguns foram às ruas até sem saber o que estava reivindicando. Passado esse momento, continuamos com as reuniões, formamos comissões de estudo centradas na pauta municipal”, frisa. Luiz Felipe constata que da parte da base aliada do governo local faltam ações proativas, não reacionárias. “Reunimo-nos na Câmara com eles, nos falaram que tudo era passível de ser materializado e nenhuma ação concreta até agora aconteceu”. Luís Felipe sabe que, de alguma forma, o poder municipal os ignora, “Eles nos acusam de não ter densidade política. A pauta dos Cabruncos é de todos que querem mudar a realidade. Campos não teve conquista, eles não avançam na transparência e no compromisso com a sociedade por falta de vontade política. Para eles, vale a falsa democracia apenas através do voto de quatro em quatro anos”, sentencia. Um movimento que começa sem líder Ainda que os representantes dos “Cabruncos Livres” não admitam líderes no movimento, este se organiza, tem divisão interna de tarefas. E, mesmo que evitem falar — ou reconhecer — lideranças internas, “parece que a vanguarda do movimento vai assumindo sua configuração coletiva, já tendo em mente o tamanho e a complexidade dos problemas sociais em tela”, sugere o professor da Uenf,  Hamilton Garcia. Se em um primeiro momento, eles estavam circunscritos aos estudantes, de lá para cá, eles avançaram; conversam entre si e com demais setores da sociedade, como sindicatos, movimentos sociais e a universidade, planejam os próximos passos. Alexis entende como uma fase diferente do movimento. No que Hamilton concorda, “a próxima onda vai encontrá-los mais preparados e bem articulados, inclusive com o restante da sociedade civil, o que aumenta as chances de obterem sucesso em suas reivindicações” frisa ele.
Luciana Portinho - publicado hoje (12/08),Folha da Manhã,página 2.
Foto: Rodrigo Silveira

   
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MAKHOUL ELEITO
12/08/2013 | 15h41
[caption id="attachment_6815" align="alignleft" width="275" caption="divulgação"][/caption] Com 79% dos votos foi eleita a chapa representada em Campos por Makhoul Moussallem ( médico e ex-candidato a prefeito nas eleições de 2012) ao Conselho Regional de Medicina - Cremerj. A chapa concorrente não apresentou, no momento da inscrição, as certidões negativas de seus membros  como exigido pela Lei da Ficha Limpa para os que concorrem ao Conselho Federal de Medicina e aos conselhos regionais. Os conselhos são autarquias e como tal se enquadram na lei. Makhoul, também tem assento no Conselho Federal de Medicina. No estado do Rio de Janeiro, foi conduzido à Coordenação Seccional de Campos com expressiva votação de 74%. Ponto para os médicos de Campos!      
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Metáfora da mula
11/08/2013 | 12h10
No dia de ontem, sábado (10/08) o  blog da coluna, de Murilo Dieguez, trouxe à tona cruel realidade que tantos ainda não enxergam. E não enxergam por terem interesses privados atados a ela, e, ainda que não queiram enxergar, existe. Nela, Campos é sumariamente comparada a uma mula que serve para arrastar o projeto político pessoal do deputado federal Garotinho (PR): fazer sua trajetória a governador em 2014 e depois sabe-se lá para onde a sua ganância política o conduzirá. [caption id="attachment_6811" align="aligncenter" width="550" caption="Fonte. Facebook"][/caption]

 

Até hoje me orgulho de nunca ter lhe dado um voto sequer em mais de 30 anos da vida política do Garotinho. Muito novo o conheci. O tempo, na vida dos humanos,  acrescenta caráter ou devora-o.  E o digo publicamente, ciente de que por isso sou  - e serei até morrer - perseguida e difamada por ele e os que cegamente (por inocência ou esperteza) o cercam.  Não creio, na sincera bondade de uma palavra, de um gesto do político Garotinho. Recente, em conversa com amigos, me vi pensando que talvez a única maneira de Campos se livrar da política do "tá tudo dominado" seja a gente torcer que se eleja governador para que assim esqueça do seu quintal. Afinal, comparado ao cultivo municipal, a lavoura estadual é bem mais extensa, portanto, maior colheita oferece. O sei poderoso, mas, citando quem ele diz crer "Deus é por mim e está comigo para sempre (Mateus 18:20). Quem ou o quê me meterá medo? A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, a nudez, o perigo, a espada?..." Leia aqui a coluna do Murilo Dieguez, nota "Campos no papel de mula".
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Aos pais de ontem, hoje, sempre
10/08/2013 | 23h25
[caption id="attachment_6806" align="alignright" width="300" caption="Foto: Mario Quintana"][/caption] AS MÃOS DE MEU PAI [Mario Quintana] As tuas mãos tem grossas veias como cordas azuis sobre um fundo de manchas já da cor da terra - como são belas as tuas mãos pelo quanto lidaram, acariciaram ou fremiram da nobre cólera dos justos… Porque há nas tuas mãos, meu velho pai, essa beleza que se chama simplesmente vida. E, ao entardecer, quando elas repousam nos braços da tua cadeira predileta, uma luz parece vir de dentro delas… Virá dessa chama que pouco a pouco, longamente, vieste alimentando na terrível solidão do mundo, como quem junta uns gravetos e tenta acendê-los contra o vento? Ah, Como os fizeste arder, fulgir, com o milagre das tuas mãos! E é, ainda, a vida que transfigura das tuas mãos nodosas… essa chama de vida – que transcende a própria vida …e que os Anjos, um dia, chamarão de alma. - no livro "Esconderijos do tempo", Editora Globo, 2ª Ed. 1994. * da rede social Facebook,  página oficial do Templo Cultural Delfos
Site de artes/humanas - Página Oficial do Blog Elfi Kürten Fenske
http://www.elfikurten.com.br/
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Desabafo de um leitor
10/08/2013 | 15h42
Trago dos comentários para a página central do blog um pertinente e puro de leitor leal carlinhos j.carioca. O fez ao ler o post sobre o caso macabro, que não pode cair no esquecimento, falo da família em São Paulo, toda liquidada do mesmo modo frio e certeiro: um só tiro de pistola na cabeça. O suspeito o filho, um menino de 13 anos, que no fim também teria se suicidado. É sabido até por leigos que no calor da emoção (como supõe-se ter estado o menino) são disparado diversos tiros no corpo da vítima. Exatamente ao contrário dos crimes. Fica o comentário: "Desde a 1ª entrevista do delegado do caso,em que ele “afirmava” com tanta segurança os fatos como: 1-que não houve ataques criminosos. 2-que o menino era o principal autor dos disparos. 3-usar o comentário de um colega do garoto em que falava da vontade dele “matar os pais e sair pelo mundo”,como um fator “relevante” para os crimes. Sinceramente,tenho as minhas dúvidas,principalmente depois dessa ação do comandante em que “muda” a sua declaração depois de uma “reunião” com o alto comando!Para mim,infelizmente mais uma tragédia de um mundo e de um País em que as instituições estão falidas,onde os homens estão somente com ações pertinente ao poder,ao dinheiro e fortuna em beneficio próprio. Enquanto eles(os que estão no poder),conseguem ter seguranças próprias e de graça,suas casas super protegidas com circuitos eletrônicos de ultima geração,seus filhos nas melhores escolas,carros blindados e tantos outros benesses…nós pobres trabalhadores(como esse casal de policiais que se foram),que não tinham nada das “seguranças e blindagem,continuamos a merce dessa violência desenfreada e corrupta que assola o Pais,como tb os Estados e Municípios. Para os poderosos, TUDO,enquanto para os cidadãos trabalhadores, NADA!" Ver aqui o post original.
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Menino suposto de matar, pode ter sido assassinado
08/08/2013 | 17h34

Menino suspeito de matar família pode ter sido vítima de armação, diz jornal

Jornal do Brasil (aqui)
O caso do menino de 13 anos suspeito de ter matado os pais, a avó e a tia, e de ter se suicidado, em São Paulo, repercute no mundo e ganha contornos ainda mais misteriosos. As características nebulosas do crime abrem margem para especulações. O jornal britânico Daily Mail estampa reportagem afirmando que o garoto Marcelo Pesseghini pode ter sido mais uma vítima, e não o autor da chacina.

O jornal destaca o fato de a cabo da PM Andreia Regina Bovo Pesseghini, mãe do menino, ter denunciado colegas suspeitos de roubo. De acordo com o Daily Mail, as revelações e suspeitas da família das vítimas abrem a possibilidade de que o garoto seja vítima de uma armação, que teria como motivação a vingança. Caso ganhou repercussão internacionalNesta quinta-feira, o comandante do 18º Batalhão da Polícia Militar, coronel Wagner Dimas, disse à Corregedoria da corporação ter "se perdido" durante a entrevista que deu à Rádio Bandeirantes, quando afirmou que a policial militar Andréia Pesseghini havia colaborado com informações para uma investigação contra colegas que participavam de roubos de caixas eletrônicos. Chacina de família desafia polícia em São Paulo Cinco pessoas da mesma família foram encontradas mortas na noite de segunda-feira, dia 5 de agosto, dentro da casa onde moravam, na Brasilândia, zona norte de São Paulo. Entre os mortos, estavam dois policiais militares - o sargento Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, e a mulher dele, a cabo de Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos. O filho do casal, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos, também foi encontrado morto, assim como a mãe de Andreia, Benedita Oliveira Bovo, 65 anos, e a irmã de Benedita, Bernardete Oliveira da Silva, 55 anos. A investigação descartou que o crime tenha sido um ataque de criminosos aos dois PMs e passou a considerar a hipótese de uma tragédia familiar: o garoto teria atirado nos pais, na avó e na tia-avó e cometido suicídio. A teoria foi reforçada pelas imagens das câmeras de segurança da escola onde Marcelo estudava: o adolescente teria matado a família entre a noite de domingo e as primeiras horas de segunda-feira, ido até a escola com o carro da mãe, passado a noite no veículo, assistido à aula na manhã de segunda e se matado ao retornar para casa. Os vídeos gravados pelas câmeras mostraram o carro de Andreia sendo estacionado em frente ao colégio por volta da 1h15 da madrugada de segunda-feira. Porém, a pessoa que estava dentro do veículo só desembarcou às 6h30 da manhã. O indivíduo usava uma mochila e tinha altura compatível à do menino: ele saiu do carro e caminhou em direção à escola.   Com Portal Terra
 
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MOUCOS OUVIDOS
07/08/2013 | 20h43
MOUCOS OUVIDOS Geraldo Machado A expressão, parece que vinda de Portugal, diz de surdez, mas proposital – a pessoa elege o que quer ouvir, presta atenção no que lhe interessa, assim fazendo abstração de tudo o mais que lhe não possa parecer atraente, capaz de despertar qualquer atenção. Ouvidos moucos parece que é a constante em certos círculos de Poder, mais precisamente, no Tribunal Superior Eleitoral. Eis que os distintos Ministros dão a público uma bem elaborada e custosa campanha institucional, dizendo das virtudes de ser o voto melhor identificado, com a implantação do método da impressão digital, essa coisa toda. Ao que parece, o  que se visa é a progressiva eliminação de fraudes no ato de votar, ainda parece que constante em grotões... Mas, convenhamos, não é essa a voz que eclodiu das ruas, não faz tanto tempo assim. A juventude saiu, em coro, ecoou seu canto de guerra contra os corruptos de todos os matizes, de todos os segmentos, de todos os naipes. Há um consenso, gritado a plenos pulmões, de que a massa jovem não se sente representada, o que também contamina classes trabalhadoras, o cidadão comum. Ninguém hoje, de sã consciência, deixa de fazer coro aos reclamos de uma sociedade que se quer mais legitimamente representada. O xis do problema, então, senhores Ministros, não é  saber se João votou por Pedro, se Joaquim votou no lugar da mulher Maria, mas de saber como se começa o processo de demolição de um sistema eleitoral absolutamente corrupto, em que voto virou mercadoria, em que ações políticas estão, a mais das vezes, acopladas a interesses de grupos, não só de pequenos ou médios empresários, que se contentam em “colocar” um caminhãozinho na Prefeitura ou no Estado. Aí está o impacto das revelações do CADE que não deixam dúvidas de quanto e como se urdiram manobras para eliminar concorrências, para majorar preços, para onerar o Erário, isso em São Paulo e em Brasília, por enquanto. As administrações apontadas têm de responder à História, sobre todos nós aprendermos a lição de que não podemos mais seguir ungindo esse ou aquele político ou grupo, sem que haja um compromisso real de representatividade, no maior alcance que se possa querer. O resto, essa campanha, como outras e muitas outras, apenas se prestam a mascarar, a maquiar uma realidade - sinistra, absurda, imunda - que é exatamente o alvo dos reclamos dos jovens e da sociedade, neste preciso instante. * Artigo que nos foi enviado pelo advogado e colaborador da Folha da Manhã, Geraldo Machado.
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Mais da política:"Modernidade Conservadora"
07/08/2013 | 13h03
A expressão do título foi usada pelo professor de história e presidente do PT de Campos, Eduardo Peixoto. Ele também é o companheiro amoroso da ex-vereadora Odisséia Carvalho; formam de fato um dos íntegros casais de Campos. Para mim, ter que entrevista-lo para a Folha da Manhã é invariavelmente motivo de conversa inteligente. Concordando ou não, há uma linha de raciocínio, uma coerência na razão que expõe com simplicidade do cidadão que é. Dele escuto que a candidatura do senador Crivella (PRB), liderança evangélica, é articulação feita por fora, nos bastidores do governo estadual que ensaia possíveis saídas para caso a candidatura de Pezão não empinar, daqui até 2014. Resumindo, Crivella pré-candidato a governador é fruto de acordo velado, chapa branca. Quanto à ventilada saída do PT do governo estadual, Eduardo reafirma ser desejo antigo latente no partido, não um reflexo do desgaste agudo da popularidade do governador que enfrenta manifestações repetidas em frente a sua residência. “Desde a aliança no início do segundo mandato, só ficamos com o ônus ao encabeçarmos duas secretarias no governo. Estas duas secretarias (promoção social e maio ambiente) foram blindadas ao partido. Nelas, não nos foi possível aplicar políticas públicas necessárias às pastas, inclusive benéficas ao interior”. Eduardo diz que a relação com o governador é atritosa desde o segundo mandato de Cabral. O governador agora não estaria contribuindo em nada ao insistir com seu candidato, faltam provas de ser competitivo. “Temos pré-candidato ao governo em 2014 (Lindbergh), o quadro de desgaste atual de Cabral nos oferece argumentos além dos já existentes. No momento, a sucessão é o maior problema do governador”, finaliza.    
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"Quem é você diga logo"
06/08/2013 | 17h28
Mesmo com um panorama político tomado por indefinições e aflições e, a despeito do tremendo desgaste imposto pelas manifestações populares às instituições políticas o calendário eleitoral permanece de pé. Os prazos e datas estão mantidos. Os partidos políticos se organizam para as próximas eleições. É que em outubro de 2014 os brasileiros irão às urnas para eleger o novo presidente da república, os novos governadores, novos senadores e novos deputados federais e estaduais. Em Campos, no terreno da oposição ao governo da prefeita Rosinha Garotinho (PR), há cinco potenciais pré-candidatos na disputa de uma cadeira à Câmara Federal e dez possíveis pré-candidatos dispostos a um assento na Alerj. Haveria mais um José Geraldo (PRP) que movimentou os debates políticos na eleição passada. José Geraldo foi candidato a prefeito. Com um discurso simples e contundente fez a diferença nos programas eleitorais. Afirma que refletiu sobre a conjuntura atual, concluiu que se desenha uma mudança na relação entre eleitor verso candidato, retirou sua pré-candidatura a deputado estadual. Continua na política. Caso, mais adiante, sejam confirmadas essas 15 pré-candidaturas de oposição, fica a pergunta se para um colégio eleitoral como o nosso de 350 mil eleitores, não haverá uma pulverização exagerada do voto de oposição, com risco real de no fim das contas nenhum se eleger? È sabido que além dos candidatos locais, a cada eleição cresce o número de “candidatos de fora” que abocanham um volume expressivo de sufrágios. Como tem acontecido nas últimas eleições a renovação anuncia-se grande. Se em momentos normais da história é arriscado prever o futuro, no presente momento é impossível. As pesquisas de popularidade dos detentores de qualquer esfera do poder executivo revelaram uma insatisfação generalizada. Ninguém que ocupe um cargo de mando no país se manteve avaliado no patamar anterior às manifestações de junho. Uns caíram, outros despencaram no gosto popular. Nenhuma autoridade cresceu aos olhos do brasileiro. Diferentemente das eleições municipais que são restritas às injunções locais, as próximas sofrem influência do volátil humor nacional. É que ainda que o voto não obrigue a vinculação eleitoral, o pleito é verticalizado pelo debate mais amplo da sociedade. Tem chão daqui às eleições, resta saber como será a estrada." Luciana Portinho
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O Templo do Conhecimento fica em Campos
05/08/2013 | 19h50
Pois é. Você não sabia? Nem eu! Este é o grau do delírio, do puxa-saquismo e da ignorância incrustada na administração pública municipal de Campos.  O cidadão, um DAS (não citarei o nome para poupá-lo, afinal a culpa não é do rapaz), assessor de comunicação da presidência da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima assim sério escreveu, em sua página da rede social Facebook: " O Museu Histórico de Campos é o Templo da Cultura e Conhecimento". Pasmem.
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4º Ato, Cabruncos Livres
05/08/2013 | 17h38
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    TRAGA SUA VASSOURA E SEU BALDE! Venha lavar as escadarias da Câmara Municipal e mostrar aos sujos que nos somos limpinhos. DATA: 07 de Agosto - (Retorno do Recesso Parlamentar) Concentração: 16 horas Início: 17 horas POR UMA LEI ORGÂNICA REALMENTE CIDADÃ. AQUI, QUEM MANDA É O POVO. ORÇAMENTO PARTICIPATIVO; ELEIÇÃO DIRETA P/ DIRETOR DE ESCOLA MUNICIPAL; FIM DA TAXA DE ILUMINAÇÃO E ESGOTO; PARIDADE NO AUMENTO DO SUBSÍDIO DO VEREADOR COM O AUMENTO DO VENCIMENTO DO SERVIDOR MUNICIPAL; FICHA LIMPA PARA TODOS OS CARGOS DE DIREÇÃO E ASSESSORAMENTO.
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Arnaldo Vianna é pre-candidato
05/08/2013 | 16h06
É  a confirmação que obtivemos agora: o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT) é pré-candidatíssimo a deputado federal, com uma novidade, sem mais pendência jurídica. O fato dessa certeza o anima novamente a colocar seu nome à avaliação popular. Seguro, há tempo que não o ouvimos falar de projetos políticos com claro entusiasmo.
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Zica Assis em Campos
02/08/2013 | 15h53
[caption id="attachment_6760" align="alignleft" width="300" caption="divulgação"][/caption] Zica Assis é figura notável - no mundo dos cabelos - ao valorizar a beleza do cacheado na mulher brasileira. Ao invés de escondê-los ela os revela com balanço e naturalidade. Levanta a autoestima da mulher ao descobrir que possui personalidade e beleza particular, da qual pode se orgulhar e cuidar. Zica Assis, do Instituto Beleza Natural, eleita recentemente uma das "10 Mulheres de Negócios Mais Poderosas do Brasil" pela revista Forbes e "Empreendedora do Ano" pelo Estadão PME, estará em Campos no dia 14 de agosto, para um workshop de beleza gratuito. Esse encontro especial com a maior expert em cabelos cacheados do Brasil, acontecerá no Teatro Trianon, às 19h. Workshop Beleza Natural Dia 14/08, às 19h – Teatro Trianon Rua Mal. Floriano, 211 – Centro – Campos dos Goytacazes Inscrições pelo e-mail [email protected], até o dia 5 de agosto, com nome, telefone e CPF. 300 vagas  
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DA PLANÍCIE AO PLANALTO
01/08/2013 | 17h13
O líder da oposição na Câmara Municipal de Campos, o vereador Nildo Cardoso (PMDB) é pré-candidato a deputado federal nas eleições de 2014. Aceitou o convite do governador Sérgio Cabral e do vice-governador Pezão. Veio do Rio de Janeiro, ontem com a responsabilidade. Uma novidade e tanto na política de Campos. E vem mais.
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Da música ao atabaque do candomblé
01/08/2013 | 16h43
Ele é baiano de nascimento e o campista o conhece como um cantor de Axé e de MPB. Durante alguns anos arrastou multidões em cima de um trio, no Farol de São Tomé. Hoje o vemos dedilhando suave o violão na noite goitacá. Seu nome Jota Leone. Anda banido dos grandes shows que a prefeitura organiza, mas, continua popular. Ganhou tempo então de dedicar-se a outra faceta. Jota Leone, há alguns anos acrescentou novas palavras ao seu nome e virou Jota Awofa Ifajánà Ajagajiji Leonni. É que há dois anos foi iniciado no Culto de Ifá, assumiu de vez a sua identidade religiosa e inaugura a Casa do Rei Besen, “Kwe Arosv-Ro Besen”. Vai ser no próximo sábado, a partir das 20h, a solenidade festiva de abertura da casa de candomblé, em Campos. É uma casa de Axé (força maior); local de consultas e socorros espirituais. O Axé, ele explica, “É como uma força espalhada da terra para que todos possam usufruir das forças da natureza mais simples que são a água, a terra, o fogo e ao ar”. [caption id="attachment_6750" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Hellen de Souza"][/caption]

 

- Sou baiano e como tal já nasci entrelaçado na religião. Foi uma mãe de santo que fez meu parto. Continuo sendo o Jota Leone músico, não vou parar de cantar nunca. Achava bonita a religião, mas fugia, não queria comprometimento, exige dedicação. É um caminho árduo, mas, de vitória, de conquista da paz, abro uma casa de respeito, tranquila – fala Jota. No espaço da casa, propositalmente igual a uma casa de roça, a preparação para o dia de inauguração pública é notável. Jota descreve como uma ‘Roça de Santo’ o centro de candomblé. Em ioruba (nagô) Kwê significa casa. Para entender o ritual do candomblé é preciso certo esforço. A origem é africana, é de lá que saem as referências culturais desta religião que preserva o primitivo da vida. É então compreensível que tudo seja meio incompreensível no primeiro contato. Nessa religião afro-brasileira as palavras possuem mais de uma significação. Todo corpo docente da casa, desde o Babalaô Baba Ifajèmi, veio de São Paulo com a função de criar em Campos uma casa de Axé, “Jota se fez merecedor da nossa dedicação, merece o nosso respeito”, frisa o babalaô. No Culto de Ifá, onde Jota foi iniciado a conduta moral exigida aos adeptos é rígida e complexa. Ifá é a codificação genética do mundo e representa também a força e a coragem maior. Se Olodumari (Deus) é o grande senhor, Exu é o movimento na vida, “É a polícia do céu na terra. Popularmente Exu é caracterizado como o Diabo, nada disso, ele é o vigia de Deus na terra”, esclarece ele. Se no senso comum macumba e candomblé se equivalem, para os adeptos dessa última, a macumba não passa de uma transfiguração pejorativa ou ainda um instrumento musical. Tudo no ambiente da casa tem uma razão de ser e um nome estranho.  No ambiente os elementos existem para criar o circuito de equilíbrio. Segundo o dogma do candomblé o circuito do equilíbrio é a energia das forças elementares da natureza ou força simples. É com o nascimento do humano que a forma dessa força se modifica, passa à manipulação surge a magia. Medo é palavra banida do espaço. “Ao conhecer a fé jamais temos medo de nós mesmo, é o amor que transforma, é acreditar em si mesmo”. Nessa atmosfera de louvor a criança é considerada o maior tesouro, em prol da união, agradecem à força da criação. Em meio a panos de brilho e turbantes coloridos a cor branca predomina. Ao som de atabaques e chocalhos, eles cantam e dançam. Pela força das palavras, emana o agradecimento da vida.
Luciana Portinho
Capa da Folha Dois de hoje, 01/08.
   
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Bethânia para pobres e remediados
01/08/2013 | 11h26

Ontem,  uma minoria de 800 pessoas assistiu pelo que uma maioria de 470 mil munícipes pagou. Assim, foi a decisão mais do que equivocada (não foi legítima, me pergunto: legal?) da prefeitura de Campos ter  pago R$ 233 mil pelo cachê da cantora para que se apresentasse a uma elitizada platéia, no Teatro Municipal Trianon. Quem é que com o salário vigente pode gastar R$ 100,00 com ingresso em uma única atividade cultural?

Compreensível que se queira comemorar os 15 anos do teatro, não dessa forma. Deveriam ter festejado em espaço aberto para que tantos quantos quisessem comparecer, até porque o Trianon construído com recursos municipais é motivo de comemoração pública.

Para aqueles bobocas que repetem que o popular prefere ouvir Funk a ouvir MPB, fica a lembrança que uma das tarefas de uma política cultural séria é permitir o acesso a toda manifestação artística à população, sem discriminação. Difundir a arte, fomentar plateias é uma das mais nobres funções do setor cultural público.

Coisa de maluco essa administração!

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Sobre o autor

Luciana Portinho

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