Cassado mais um
31/07/2013 | 21h01
TRE-RJ afasta prefeito de Engenheiro Paulo de Frontin Por unanimidade, o TRE-RJ determinou o imediato afastamento do prefeito de Engenheiro Paulo de Frontin, Marco Aurélio Sá Pinto Salgado (PMN), e da vice, Maria Clara Motta Schimidt (PMDB). Na sessão desta segunda-feira, dia 29, eles tiveram a cassação confirmada pela prática de compra de votos e abuso do poder político e econômico durante a campanha eleitoral de 2012. O Tribunal expediu ofício para que a Câmara de Vereadores dê posse ao segundo colocado no pleito, João Carlos do Rego Pereira (PDT). O prefeito cassado, Marco Aurélio Salgado, e a vice Maria Clara Schimidt também ficaram inelegíveis por oito anos. Eles ainda podem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília. No dia 3 de outubro, às vésperas da votação do primeiro turno das eleições 2012, uma denúncia anônima levou policiais militares do 10º BPM a flagrar a entrega de tijolos, pagos pela Prefeitura, ao pastor Dirceu Vasco Cinelli, na sede da Igreja Evangélica Mundial. Sacos de cimento também haviam sido distribuídos a moradores dos distritos de Morro Azul e Sacra Família do Tinguá, em troca de voto. O esquema envolvia a loja Eron Materiais de Construção Ltda e o comitê eleitoral da chapa liderada por Marco Aurélio Salgado, que renunciara ao cargo de vice-prefeito de Engenheiro Paulo de Frontin para se candidatar à Prefeitura do município. Ascom TRE-RJ
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TEORIA E PRÁTICA PAPAL
29/07/2013 | 16h03
Contrastando com a sofisticada liturgia da cerimônia campal, o Papa Francisco encerrou a Jornada Mundial da Juventude — JMJ Rio 2013 — na tarde de ontem, com a Missa de Envio para mais de três milhões de pessoas, na praia de Copacabana, Rio de Janeiro. Mais uma vez a multidão ouviu e viu suas palavras e gestos explícitos de humildade responsáveis pela imensa empatia que ele desperta no mundo inteiro. Presente à missa, a presidente Dilma Rousseff. Ao seu lado, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner; o vice-presidente do Uruguai, Danilo Astori e o presidente da Bolívia, Evo Morales. O governador do Rio, Sérgio Cabral, e o prefeito da cidade, Eduardo Paes, também marcaram presença. Antes, no sábado, em encontro com representantes da sociedade civil, no Teatro Municipal, Francisco falou da importância da participação da sociedade para reabilitar a política. “É uma das formas mais altas de caridade”. O Pontífice destacou que um país cresce quando seus mais diversos setores dialogam. Defendeu o estado laico, onde as muitas religiões convivam livremente. E acrescentou: “É impossível imaginar um futuro para a sociedade sem uma vigorosa contribuição das energias morais numa democracia que evite o risco de ficar fechada na pura lógica da representação dos interesses constituídos”, disse. Desde o momento em que pisou no solo brasileiro, o Papa Francisco evidenciou para o mundo o perfil do papado. Protocolos não interfeririam naquilo que ele mais preza como líder mundial da Igreja Católica: estar perto dos fiéis. Em sua primeira viagem internacional, Jorge Mário Bergoglio (nome do papa) surpreendeu jovens e adultos de todas as religiões com atitudes simples, discursos diretos e firmes, gestos sinceros e, principalmente, a quebra de regras oficiais para estar tão próximo ao seu “rebanho” a ponto de tocá-lo, o que para muitos católicos representou um “verdadeiro milagre”. A coerência naquilo que prega e pratica no cotidiano é a marca do Papa. Desperta no outro a confiança de ser um humano de uma só cara, de poder alimentar a esperança em dias melhores, para cada um em particular e para toda a sociedade humana. Aos bispos deixou o recado direto, se coloquem nas periferias e sejam. “Padres irmãos, pacientes e misericordiosos e homens que amem a pobreza”, que não sejam ambiciosos e não tenham “psicologia de príncipes”, afirmou o Papa Francisco.  No último dia da jornada, aos jovens, em a homilia de domingo, Francisco centrou em apenas três palavras: “ide, sem medo, para servir”. É o apelo no despertar do missionário que existe em cada um, é o apelo à partilha solidária, é sair do medo que paralisa a ação de servir ao próximo. Para um evento que foi criado pelo Papa João Paulo II, teólogos avaliam que o evento no Rio de Janeiro atingiu a sua finalidade. A próxima jornada será em 2016, em Cracóvia, Polônia, terra do papa que a criou. O Rio de Janeiro viveu dias de alegre movimentação popular e de congraçamento. Ficam ensinamentos e um rastro de saudade.
Luciana Portinho 
 Capa da Folha Dois de hoje, 29/07.
Fotografias, Google.
   
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Espera-se
28/07/2013 | 17h59
[caption id="attachment_6734" align="aligncenter" width="600" caption="ft. Google"][/caption]

 

Agora, perto da partida do Papa Francisco, do Brasil, depois de ouvir as suas inteligíveis palavras, supõe-se que sejamos mais simples, sinceros, mais solidários com a maioria de excluídos, menos egocêntricos e egoístas, mais despojados dos bens materiais, tolerantes e mais amantes da natureza e dos pobres dos bichos. Se nadinha mudar, de que valeu?lp
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Aos que se julgam dono da verdade
27/07/2013 | 17h05
"Um país cresce, quando dialogam de modo construtivo as suas diversas riquezas culturais: cultura popular, cultura universitária, cultura juvenil, cultura artística e tecnológica, cultura econômica e cultura familiar e cultura da mídia. É impossível imaginar um futuro para a sociedade, sem uma vigorosa contribuição das energias morais numa democracia que evite o risco de ficar fechada na pura lógica da representação dos interesses constituídos", disse. "A única maneira para uma pessoa, uma família, uma sociedade crescer, a única maneira para fazer avançar a vida dos povos é a cultura do encontro; uma cultura segundo a qual todos têm algo de bom para dar, e todos podem receber em troca algo de bom", completou o Papa Francisco. fonte: G1, foto Globo News
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Montagem
25/07/2013 | 18h06

MONTAGEM EM BUSCA DE UM PALCO

Por Talita Barros  (capa da Folha Dois de quarta-feira, 24/07) O grupo teatral de Campos “O Pessoal do Oráculo” está em fase de preparação para a montagem da peça “The zoo story” (“A História do Zoológico”, em português), do norte-americano Edward Albee. Tendo como cenário o Central Park, em Nova York, a história é permeada pela influência do Teatro de Absurdo ao contar o drama do isolamento do homem, tema recorrente e atual. Sem incentivo do Poder Público municipal, o grupo pretende estrear em Campos em espaços da iniciativa privada e busca apoio em cidades vizinhas, como São Fidélis. Com direção e cenário do teatrólogo Antonio Roberto Kapi, maquiagem de Marcelo Azeredo, iluminação de Marcos Almeida, figurino de Dodó Cunha, produção de Luciana Portinho, os atores Yve Carvalho e Luiz Fernando Sardinha já se preparam para iniciar os ensaios. Na peça, eles vão representar os personagens Jerry e Peter, respectivamente, que dialogam em um banco de praça. Peter é bem apessoado, entretanto se mantém na média, seguindo o típico padrão de vida americana (american way of life), com família, bom emprego e boa casa. Já Jerry é seu oposto, sendo frequentador de grupos marginalizados socialmente. E o zoológico, título da encenação, se apresenta a partir do personagem Jerry, que acabou de chegar do Jardim Zoológico e tenta manter uma conversa com Peter, mergulhado em seu mundo muito bem ajustado. A peça, na verdade, acaba por ser metáfora com o ambiente da humanidade, onde é possível perceber a predominância da competição pela sobrevivência. O grupo pretende estrear em outubro e desde já tem buscado espaços alternativos para a apresentação em Campos, haja vista que, segundo Yve Carvalho, o Teatro de Bolso não terá espaço para o final do ano. — Tentamos agendar para novembro no Teatro de Bolso, mas o calendário não nos favorece.  Na primeira e na terceira semana há feriados. E na segunda semana, o Teatro está reservado para um evento escolar. Para uma peça, é importante ter um mês corrido para as apresentações — disse Yve Carvalho. Já em São Fidélis, o próprio prefeito Luiz Fenemê se mostrou receptivo à proposta de apresentação da peça. O projeto é coordenado por Yve Carvalho. Segundo ele, o grande incentivador dessa montagem é o Luiz Fernando Sardinha, responsável pelo “Oráculo – Centro de Educação Continuada e de Qualificação Profissional”, do qual o grupo “O pessoal do Oráculo” faz parte. “O projeto está acontecendo por causa dele (Sardinha), que não consegue ficar longe desse universo do teatro”, disse Yve. Dentista, também com estudos em Psicologia e Psicanálise, Luiz Fernando Sardinha disse que a grande preocupação do Oráculo é formar um público atento à função primordial do teatro, que é a proposição de mudanças. — Nós já trabalhamos há alguns anos com o projeto coordenado por Yve e, como ele mesmo diz, o teatro vive do conflito, expressa angústias e diversos sentimentos — revelou. A produtora do espetáculo e repórter da Folha, Luciana Portinho reforça a importância do fomento às peças locais, que têm carecido do apoio do Poder Público. “As barreiras impostas ao setor da arte — por quem deveria fomentar a criação artística local — não são pequenas. Será uma parada produzir sem nenhum apoio cultural de quem existe, exclusivamente, para este fim. Vamos lá, isso mais uma vez não nos paralisará. Tenho certeza que contaremos com a colaboração dos empresários campistas que reconhecem a importância da nossa produção cultural no enriquecimento da vida”, disse.

 

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A luta dos Cabruncos Livres
24/07/2013 | 17h50
Reproduzo o cartaz do movimento de Campos, Cabruncos Livres. Focaram a pauta em reivindicações municipais. São cinco os pontos pelos quais lutam, no momento. [caption id="attachment_6720" align="aligncenter" width="600" caption="divulgação"][/caption]

 

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Sabotagem ou defeito??
23/07/2013 | 18h04
Do G1 [caption id="attachment_6717" align="aligncenter" width="620" caption="G1 (Foto: Rodrigo Vianna / Arquivo pessoal)"][/caption]

 

As linhas 1 e 2 do Metrô estavam paradas temporariamente desde as 16h30 desta terça-feira (23) devido a um problema de energia nos trilhos. Segundo o Metrô Rio, o problema atingiu a rede entre a Estação Central, no Centro, e do Catete, na Zona Sul. Às 17h30, o Metrô Rio informou que todas as estações estavam fechadas para embarque e que as linhas estavam paralisadas. Mais cedo, às 16h50, mesmo com as portas fechadas, as composições circulavam temporariamente entre as estações Glória e Siqueira Campos, em Copacabana. O Metrô informou pelo Twitter que a pane ocorreu nas estações da Uruguaiana e Carioca, no Centro, e que durante o reparo do sistema de energia, essas estações ficarão com um terço da iluminação. Passageiros informaram ao G1 que as estações Central e Botafogo estavam fechadas às 17h. Muitos fiéis que iam em direção à cerimônia de abertura da Jornada Mundial da Juventude foram prejudicados. A geóloga Tatiana Rocha pagou para ingressar no metrô, mas teve que sair da estação da Cinelândia por causa do excesso de pessoas na plataforma. “Demorei 1h para passar na roleta e quando finalmente consegui, vi que a plataforma estava lotada e que os passageiros que estavam dentro do vagão estavam saindo.Tive que sair de lá, estava muito cheio”, disse ela. Ainda segundo Tatiana, os turistas que estavam no local ficaram confusos com a movimentação e com os vários tipos de roletas, para cartões de embarque diferenciados.  “Alguns deles me perguntaram se era sempre assim e se o embarque era confuso sempre”, disse. A Light informou que o fornecimento para as redes de metrô está normal e não apresentou problemas nesta terça. A concessioária afirmou que qualquer problema que afete os trilhos do metrô é de responsabilidade do Metrô Rio. A Agetransp abriu boletim de ocorrência para apurar paralisação do transporte. Segundo a agência reguladora, fiscais encontravam-se na via a fim de colher dados preliminares sobre o incidente. A agência informou que está monitorando a operação do Metrô Rio e que, até as 17h15, não havia previsão para normalização no transporte de passageiros.  
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Do blog de Murillo Dieguez
19/07/2013 | 20h55

Agradeço ao colega blogueiro pela simpática referência, uma honra figurar em sua coluna da Folha da Manhã.

[caption id="attachment_6711" align="aligncenter" width="620" caption="Folha da Manhã, de hoje, 19/07."][/caption]

 

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Jornada Mundial da Juventude e o 56° Batalhão de Infantaria
19/07/2013 | 19h24
[caption id="attachment_6706" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Divulgação"][/caption]

O 56º Batalhão de Infantaria será empregado, durante a Jornada Mundial da Juventude, na proteção da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto ( Usina Nuclear de Angra dos Reis). A usina possui grande importância estratégica para o evento, pois fornece cerca de 70% da energia que abastece o Estado do Rio de Janeiro.

O 56º Batalhão de Infantaria vem se preparando para atuar nos grandes eventos, tais como Copa das Confederações, Jornada Mundial da Juventude, Copa do Mundo 2014, Olimpíadas 2016, os quais tiveram início este ano. Os treinamentos começaram no inicio de fevereiro. Os militares envolvidos receberam instruções de revista de pessoal, revista de veículos, controle de estradas, patrulhamento ostensivo de vias, emprego de armamentos letais e não letais.
 
Ressalta-se que o 56º Batalhão de Infantaria já participou da ocupação da Usina Nuclear de Angra dos Reis, durante a Copa das Confederações, no período de 12 de junho a 2 de julho, o que permitiu maior conhecimento da região e do sistema de segurança da Usina, aumentando a capacidade da proteção das estruturas estratégicas terrestres nacionais.  Os militares partirão de Campos, em direção a Angra dos Reis, no dia 20 de julho, com previsão de retorno no dia 30 de julho.O 56º Batalhão de Infantaria empregará cerca de 70 militares, viaturas e meios de apoio logístico nesta missão.
Não haverá alterações na rotina operacional do Batalhão
fonte. 56º BI
 
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Quebra-quebra, Rio, guerrilha
18/07/2013 | 17h13
Como em guerra de guerrilha as manifestações, em suas espinhas dorsais, se movem nas redes sociais de modo a confundir a força repressiva do Estado. Somos de fato diferentes de muitas sociedades. Em algumas, os protestos sociais tomam as ruas e para isso pedem garantia à polícia afim de que percorram o trajeto escolhido sem incidentes maiores. [caption id="attachment_6698" align="aligncenter" width="619" caption="Fts.Daniel Ramalho, Terra"][/caption]

No Rio de Janeiro, evidente que para além da exaltação popular com políticos, política e autoridades públicas em geral, há uma organização articulada e inteligente por dentro dos últimos episódios na Zona Sul. Não me parece mais uma manifestação espontânea. Não nego que existam tantos de boa fé política,  que sobrem  motivos para uma implosão social, mas, lá o eixo se inverteu. Alguns aspectos do que acontece no Rio de Janeiro intrigam. Um deles é o despreparo da inteligência policial.

O secretario de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que o governo está adotando medidas flexíveis para conter o vandalismo nas manifestações, procurando um caminho intermediário entre a ausência e a austeridade, numa situação caótica. “Estamos aprendendo com o processo”, afirmou Beltrame. Segundo o secretário, a polícia agiu com tolerância e discernimento no policiamento desta madrugada, apesar de ter sido atacada pelos manifestantes radicais. “Não temos um planejamento fixo. Vamos manter a postura flexível e, a cada protesto, fazer avaliações e ajustes necessários”, afirmou Beltrame, acrescentando que não existe um protocolo para situações de turbas ou conflitos. Tá bom, que como disse o Beltrame não exista um manual de procedimentos. Em táticas novas virtuais um manual seria rígido e velozmente fadado ao fracasso. Mas, como não percebem quando esses mascarados chegam, de onde eles vêm e para onde vão ao final do quebra-quebra? Porque não os prendem em flagrante quando as câmeras das TVs os filmam jogando pedras nas fachadas dos estabelecimentos? Porque não baixam, uma determinação que proíba o uso de máscaras, por tempo necessário como fará a segurança do Papa? Bom lembrar que o crime organizado há muito, facilmente, se organiza e se comunica de dentro dos presídios, com total desenvoltura. Não penso em grande conspiração, nem tese de golpe militar. Claro que também podem ter adversários políticos do Cabral, de olho em 2014, tirando casquinha do inferno astral que se abateu sobre o governador desde as primeiras manifestações de junho. Tudo bem estranho, turvo, de difícil compreensão.  
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UM NOVO ÍNDIO
17/07/2013 | 16h28
Em entrevista realizada na semana passada, ao Programa Folha no Ar, Plena TV, a vereadora Auxiliadora Freitas revelou que se depender dela Campos terá o seu novo índio, na entrada da cidade. "Proporei na Câmara de Vereadores a instalação perto do Canal do Cula. É outra cena escultórica, nosso índio era aquático. Será uma representação familiar do seu habitat, nosso índio não vivia suspenso e sim caçando ou pescando”, disse na ocasião a vereadora. Bom, com isso significa mesmo o fim daquele outro índio colocado há décadas no trevo da entrada de Campos, pelo marido da atual prefeita Rosinha. Retirado, há uns seis anos pelo deputado estadual Roberto Henriques - quando este ocupou por uns dias a prefeitura na ausência do então prefeito Alexandre Mocaiber -, enviado à masmorra simbólica, desde então jaz ao léu nos fundos do Arquivo Público Municipal, na estrada de Tocos. [caption id="attachment_6693" align="aligncenter" width="600" caption="ft. Google"][/caption]

Sem esquecer que aquela representação da soberba decadente não possui nenhum valor: nem artístico, nem histórico. Feito de espuma, fibra de vidro e muito grude, aquela lá, no entanto, garantiu ingresso no folclore local da planície goitacá.

 

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PARECE QUE VALEU
16/07/2013 | 16h13
Finalmente tudo indica que a luta da sociedade civil pela preservação do patrimônio histórico em Campos,  ganha corpo. Quem não se lembra da derrubada  noturna - no início de 2013 -,  do Casarão protegido pelo Conselho de Preservação do Patrimônio Arquitetônico Municipal (Coppam), situado na esquina da Rua Saldanha Marinho com Treze de Maio. O arrepio foi tanto que na época o Ministério Público Estadual exigiu a não retirada do resto dos entulhos,  se posicionou pela sua reconstrução e proibiu a exploração comercial do terreno. Bom, ontem de noite por acaso passei a pé e verifiquei que o terreno foi esvaziado de veículos , os acessos foram cercados por entulho propositalmente disposto como em uma barricada. [caption id="attachment_6683" align="aligncenter" width="600" caption="fts. Luciana Portinho"][/caption]

Passei hoje de novo para me certificar. Conversei com vizinhos e populares, estes ouviram falar que foi de fato uma ação do MP.

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Creches de Campos sem sabonete
15/07/2013 | 19h08
É a denuncia que recebemos aqui na redação e que será devidamente apurada. No entanto, antecipamos a reclamação de mães que nos procuraram para afirmar de que no depósito da prefeitura de Campos, faltariam sabonetes há cerca de dois meses. Com isso a higiene das crianças está prejudicada. Alguém pode responder?
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O MEU PAÍS
14/07/2013 | 21h56
O MEU PAÍS Vim ao Rio de Janeiro estar com a família, amigos e comemorar os 85 anos daquela que me introduziu na vida. Minha mãe, Marilú Portinho. Com ela aprendi alguns dos possíveis caminhos, me deu berço, me ensinou a ter fair-play, a gostar do comer e do beber, a enfrentar o cotidiano com galhardia. Penso que retribui minha contrapartida ao chacoalhar-lhe boa dose de inquietude, ao despertar-lhe por minha insubmissão, ao propor-lhe conversa franca permanente, e partilhar de minha maneira destemida de ser mulher. Capítulo à parte, o Rio palpita. Retrata bem a realidade dos três –tantos- brasis. A vida da classe média da Zona Sul segue no confortável lazer que lota bares, restaurantes, teatros e cinemas. Assisti à peça “O Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, no Teatro Ipanema. Montagem enxuta, elenco expressivo, retrata a histórica hipocrisia corrupta da sociedade brasileira cujos valores transitam determinados pela grana (poder). É hilária, é nacional, universal. Ir e voltar de táxi é se dispor a jogar uma isca ao motorista e colher um puçá repleto de insatisfação. Depois das manifestações de junho a alma carioca é paiol de pólvora. Nunca na história deste país as mães das autoridades políticas foram tão avacalhadas seja da presidente, dos governadores, dos prefeitos e dos nobres parlamentares. A proposta de soltar uma bomba e explodir todos, ouvi mais de uma vez. Um simples nada simples casamento da filha de um mega empresário de transporte atrai manifestantes que xingam os convidados. Vestidas de noivas, manifestantes investem com agressividade para cima. Está difícil o trafego de comitivas na cidade do Rio de Janeiro, vem helicóptero sobrevoando, batedores da força estadual, da força nacional, a população indignada contra tudo contra todos urra, ladrão, fdp, quando elas passam. Uma bela tarde ensolarada de inverno, com a sensação preocupante de que pode vir mais. A corda foi esticada pela soberba dos poderosos indiferente ao pulsar do brasileiro. Nenhum alarde, só a constatação de que tangenciamos o ingovernável. Luciana Portinho  
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Teatro municipal cancela Orquestras para dar vez à falação de Garotinho
12/07/2013 | 22h56
Assim tem sido tratado o equipamento público de cultura em Campos. Desde quando é prioritário uma reunião de fim de semana, com caráter eminentemente político, que envolve o batalhão abaixo de cargos comissionados do executivo municipal, desmarcando de última hora a apresentação das Orquestras da ONG Orquestrando a Vida. [caption id="attachment_6669" align="aligncenter" width="600" caption="Fonte. Facebook"][/caption]

Aumentaram em muito os cargos comissionados ligados à cultura, sem nenhuma contrapartida visível em fomento cultural. O que tem sido visto é o mesmo do mesmo. As mesmas cabeças, pouca criatividade, nenhum arrojo, a mesma perseguição a quem se atreva questionar, exclusão dos que postulam espaço.

A fusão feita das três secretarias municipais, esporte, cultura e educação em uma só foi um retrocesso absurdo, tanto para a Cultura quanto para o Esporte. São duas áreas da vida humana  em que o homem rompe barreiras, tangência o inimaginável, cria paradigmas outros.  Tratar Cultura como educação é cortar as asas de um setor que por gênese veio para tirar da comodidade e incomodar. Nunca que a Arte terá voz nesse aleijão administrativo. Basta comparar o orçamento municipal da Cultura e da Educação ( mantida por repasse de razoáveis verbas federais). [caption id="attachment_6671" align="aligncenter" width="600" caption="Organograma da Cultura de Campos e valores."][/caption]

 

Foi uma semana dura, mas, emblemática para o setor cultural de Campos. Como crises geram soluções, observemos o desenlace. Veja a reportagem completa no blog do jornalista Ricardo André, aqui.  
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Mais uma arbitrariedade na cultura
11/07/2013 | 20h53

Um ato de desrespeito ao outro, à cultura, à ética profissional. Lamentável!!

Como divulgado pela colega Suzy Monteiro, em seu blog  Na Curva do Rio, o maestro Jony Willian, da Ong Orquestrando a Vida, comunicou na rede social Facebook o cancelamento - pelo Teatro Trianon - do concerto marcado para o próximo domingo, dia 14. Não irá mais ocorrer. Um total descompromisso com os mais de cem músicos das orquestras que iriam se apresentar.

Leia a nota abaixo:

ORQUESTRANDO A VIDA INFORMA!!! O TEATRO MUNICIPAL TRIANON CANCELA O CONCERTO DO DIA 14 DE JULHO (DOMINGO ) ONDE AS ORQUESTRAS SINFONICAS DA ORQUESTRANDO A VIDA SE APRESENTARIAM EM UM GRANDE CONCERTO COM A APRESENTAÇÃO DE 6 ORQUESTRAS E BANDA. PEÇO DESCULPAS AOS PAIS,MUSICOS,AMIGOS E SOCIEDADE PELO CANCELAMENTO E EM PARTICULAR AOS PAIS QUE COM TODO ESFORÇO E DEDICAÇÃO COMPRARAM ROUPAS PARA SEUS FILHOS E CONVIDARAM INÚMEROS AMIGOS E FAMÍLIAS. AOS MUSICOS,PEÇO PERDÃO,POIS RECONHEÇO A DEDICAÇÃO DE MUITAS HORAS DE SUAS VIDAS EM ENSAIOS PRIMANDO PELA QUALIDADE E PREOCUPADOS POR OFERECEREM O MELHOR PARA NOSSA CIDADE. TOCAR,LUTAR E RESPEITAR A ARTE !!

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PRA RUA...PAUTA DOS NELSONS
11/07/2013 | 10h50

Abaixo a reivindicação do pessoal da Cultura em Campos

(copiado da rede social Facebook)

Galera, estaremos A PARTIR das 17 hs em frente ao Museu, caracterizados e munidos de cartazes que sejam reivindicações referentes ao fazer teatral e suas necessidades!! Contamos com todos!!!!! Plena liberdade de expressão artística; > Espaços para as práticas teatrais para grupos locais; > Incentivos para montagens e criação de grupos de Teatro; > Formação qualificada de técnicos teatrais; > Manutenção de material técnico e estrutural dos teatros; > Preço acessível de ingressos dos espetáculos para a população. > Fomentação de Fóruns, seminários, festivais, congressos de âmbitos municipal, estadual e nacional; > Ações concretas e representativas do Conselho Municipal de Cultura; > Criação da escola Técnica de Teatro; > Devolução do Teatro de Bolso para a classe artística( que era uma proposta de campanha do atual governo); >Incentivo ao mercado de trabalho. Bom é isso!!! Esperamos contribuições. Vamos, todos! Levem seus Nelsons pra Rua!
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... ORDINÁRIA, NÃO!
10/07/2013 | 19h01
CENSURA A NELSON RODRIGUES: BONITINHA SIM, MAS ORDINÁRIA, NÃO! [caption id="attachment_6656" align="alignleft" width="130" caption="ft. Google"][/caption] Acabei de saber que barraram uma peça do Nelson Rodrigues no Trianon. Se isso é verdade, a situação é pior do que eu imaginava. Mas também, o que esperar de uma cidade governada pelo Antigo Testamento? Teatro lotado pra ver "Kiko: O verdadeiro". (Adriano Moura, poeta, in Facebook, 09/07/13, às 22h13) O que dizer de um povo que permitiu que demolissem o Trianon e construíssem uma caixa d’água de vidro? (Vilma Arêas, campista, escritora e Professora Titular da UNICAMP, em entrevista e este articulista) Coisa feia, gente! Seria cômico se não fosse trágico, chavão muito usado, mas que cabe bem aqui. Estou em Campina Grande (PB), mas não posso deixar de me manifestar ante a censura à peça “Bonitinha, mas ordinária”, do famoso dramaturgo e cronista brasileiro Nelson Rodrigues, gênese do teatro moderno brasileiro, imposta pelo desgoverno de Campos dos Goytacazes. Soube, pelas redes sociais e blogs, ontem à noite, que a Fundação Teatro Municipal Trianon foi extinta e muitas outras coisitas, até ler o blog da Luciana Portinho, que falava da censura à peça do Nelson Rodrigues. Fui para o face e não se falava em outra coisa. Pensei: Meu Deus, pode isso? Não será castigo para o povo campista, um povo já amaldiçoado por ter a frente do seu governo uma “Cantora Gritante”? Pode sim. Vejam algumas preciosidades críticas que li no facebook: 1) "Os sete gatinhos", de Nelson Rodrigues já foi confundida com peça infantil. Agora barram "Bonitinha, mas ordinária". Quem sabe deixam passar "Álbum de Família" achando que é uma peça Gospel? (Adriano Moura, poeta); 2) “O Trianon Tem Dono? Quando se é dono de algo vc permite ou não. É um teatro particular e eu não sabia.”(Fernando Rossi, Diretor teatral e escritor); 3) “E Valsa N. 6 já foi confundida como peça de debutante, kkkk” (Guilherme Freitas); 4) “De repente ela libera a montagem de ''A mulher sem pecado''. É só falar que é uma homenagem a ela... : D”(ELA se refere à Prefeita de Campos) Bem, ficaria aqui todo o dia enumerando a revolta dos mais chegados à cultura campista, dos diretores de teatro, produtores culturais entre outros tantos. Já faz tempo que digo que a cultura campista anda desgovernada e capenga. Corre a boca miúda que a Presidente do Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima é totalmente despreparada para dirigir a cultura em Campos dos Goytacazes. Está no cargo por ser uma pessoa ligada à música, ou melhor, a uma banda cujo dono tem um estúdio e tralálálálálá. O fato é que as pessoas já se manifestam: “Sabe pq aconteceu isso? Pq colocarm Patrícia Cordeiro, uma pessoa totalmente despreparada culturalmente para aprovar o que não entende. Kd Orávio de Campos? Será que alguém o consultou? Garanto que não pois esse sabe distinguir um clássico teatral.Cada macaco no seu galho, gente!!!!” (Mario Cesar, em comentário no Blog de Luciana Portinho). Orávio de Campos Soares, ex-secretário de Cultura, tanto faz como tanto fez! E agora? A boca miúda não se cala. Luciana Portinho, ex-presidente da Fundação Cultural Oswaldo Lima e entusiasta da cultura, atualmente, atuando na área de cultura da Folha, posicionou-se: “Um vexame para Campos e para todo o Brasil . A PMCG, segundo publicado em redes sociais e blogs locais como o de Claudio Andrade, aqui, e em outros da Folha Online como aqui e aqui, suspendeu a apresentação da peça teatral “Bonitinha, mas Ordinária” do renomado teatrólogo Nelson Rodrigues. Iria se apresentar no Teatro Municipal Trianon.Se próximo estávamos de Sucupira, agora caímos nas graças do Feliciano.” Rodrigo Vahia, integrante do Grupo Teatral Oito de Paus, que encenaria a peça censurada postou: “Liberdade? Que liberdade? De expressão, então... Não costumo postar textos de desabafo por aqui, porque particularmente acho que os problemas de cada um devem ser resolvidos na sua intimidade. Mas o ocorrido está além da minha, ou da intimidade de um grupo de artistas, do qual eu faço parte. Mas de todo um coletivo que acredita na livre troca de informação, produção de ideias e reflexões. Que acredita, mais do que na liberdade de escolha, no direito a escolha. Que acredita na liberdade de expressão. O fato que vou relatar aqui é GRAVE. Não pelo aspecto financeiro ou pelo descomprometimento. Mas pelo coronelismo e pelo cerceamento ao direito individual de liberdade. Além de, grosseiramente falando, ainda termos pessoas despreparadas e imbecis opinando e interferindo sobre políticas culturais, quando na verdade não deveriam nem estar varrendo rua, que é para não ofender os garis. Mas o fato é que o meu grupo de teatro teve a peça “Bonitinha, mas Ordinária” CENSURADA em Campos, pela Fundação Trianon, após a troca da sua presidência que resolveu rever os projetos já contratados. Simplesmente porque a peça de Nelson Rodrigues poderia ofender a prefeita Rosinha Garotinho, que é evangélica. Em pleno século XXI? Roubo, corrupção, lavagem de dinheiro através de ONGs, isso não ofende a atual prefeita, não é... Coitada, ela não deve saber dessas coisas... Ou deve rezar bastante e seu Deus a perdoa. Afinal, dinheiro não falta para pagar a própria redenção. Mas aí já não cabe a ninguém... Já que trata da individualidade dela. A questão é quando a individualidade de um governante interfere nas escolhas referentes ao coletivo. E é na minha opinião, a menos que eu esteja realmente ficando louco, INADMISSÍVEL, uma peça ser censurada porque pode desagradar esse ou aquele político!!! SE ALGUÉM CONCORDA COMIGO, POR FAVOR, COMPARTILHE ESSA MENSAGEM ATÉ QUE ELA CHEGUE À FUNDAÇÃO TRIANON EM CAMPOS. Não porque eu queira fazer a peça lá agora, porque sinceramente perdi a vontade. Mas porque acho digno mostrar também a essas pessoas que não vivemos mais em um regime absolutista e que não se faz política, nem muito menos arte, com a opinião ou aprovação de quem quer que seja. Nem de Deus. Quiçá de uma rosa.” Pois é. “Um galo sozinho não tece a manhã;/ Ele precisará sempre de outros galos/ De um que apanhe esse grito que ele/ e o lance a outro; de um outro galo/ que apanhe o grito de um galo antes/ e o lance a um outro [...] (João Cabral de Melo Neto). Para não chorar, moral da história: Qual o esporte preferido das cantoras? Lançamento de discos! KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK! Texto de autoria do Dr. Deneval Siqueira de Azevedo Filho. Professor Associado de Teoria e História Literária. Departamento de Línguas e Letras. Centro de Ciências Humanas e Naturais. Programa de Pós-graduação em Letras - Doutorado e Mestrado em Estudos Literários. Universidade Federal do Espírito Santo.
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Que venham os Nelsons
10/07/2013 | 16h27
[caption id="attachment_6650" align="aligncenter" width="600" caption="divulgação"][/caption]

 

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Somando força
10/07/2013 | 11h28
No próximo dia 11, quinta-feira, acontecerá o ato de greve geral realizado pelos sindicatos de todo o Brasil. Nós, do Cabruncos Livres também vamos as ruas como forma de apoio, uma vez que acreditamos as forças devem ser somadas e não subtraídas. Juntos temos mais voz e vamos obter vitórias. Na PRAÇA SÃO SALVADOR, as 18 horas. · FIM DO FATOR PREVIDENCIÁRIO · REDUÇÃO DA JORNADA PARA 40 HORAS SEMANAIS · REAJUSTE DAS APOSENTADORIAS · DERRUBADA DO PROJETO QUE AMPLIA A TERCEIRIZAÇÃO · FIM DOS LEILÕES DE RESERVAS DO PETRÓLEO · REDUÇÃO DE TARIFA E TRANSPORTE COLETIVO DE QUALIDADE · INVESTIMENTOS EM SAÚDE, EDUCAÇÃO E SEGURANÇA · REFORMA AGRÁRIA * Reprodução do convite feito, página oficial do Facebook, do movimento dos Cabruncos Livres.
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IMORALIDADE
09/07/2013 | 18h11
Um vexame para Campos e para todo o Brasil. A PMCG, segundo publicado em redes sociais e blogs locais como o de Claudio Andrade, aqui, e em outros da Folha Online como aqui e aqui, suspendeu a apresentação da peça teatral "Bonitinha, mas Ordinária"  do renomado teatrólogo Nelson Rodrigues. Iria se apresentar no Teatro Municipal Trianon. Se próximo estávamos de Sucupira, agora caímos nas graças do Feliciano.
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Inapetência administrativa
09/07/2013 | 15h52
Basta chover que pipocam nas redes sociais, blogs  e mídias digitais esses registros de campistas revoltados com a falta de solução.  À prefeitura de Campos, não faltam recursos financeiros.  Ontem mesmo o jornal chapa branca local abriu manchete "Mais de 2.500 licitações em cerca de quatro anos".  Evidente então a falta de vontade de resolver. Cena da manhã de hoje, 09/07, em frente à Padaria Salete. [caption id="attachment_6636" align="aligncenter" width="580" caption="Facebook"][/caption]

 

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Mão na massa
09/07/2013 | 15h19
Para quem consegue conciliar tempos sugiro como uma opção criativa e terapêutica. Modelar o barro, dar forma e função à peça que vai surgindo pelos dedos, faz bem demais. Início das aulas, 05 de agosto. [caption id="attachment_6630" align="aligncenter" width="587" caption="divulgação"][/caption]

As inscrições (15/07 até 09/08) serão feitas na oficina do Projeto Caminhos de Barro na UENF

Av. Alberto Lamego, 2000, P. Califórnia. Documentação necessária: Cópias de RG, CPF e comprovante de residência; 01 foto 3x4. O curso é gratuito, sendo que o aluno deverá adquirir seu material para os trabalhos (custo muito baixo). Informações pelo telefone 22-27486426
 
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Aquele abraço
08/07/2013 | 17h48
[caption id="attachment_6626" align="aligncenter" width="600" caption="divulgação"][/caption]

 

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De volta à Política
08/07/2013 | 15h12
O P é maiúsculo, não mero detalhe. Por período indeterminado, estou de volta à cobertura de Política. A temporada se anuncia boa:  recesso parlamentar, povo motivado pelas conquistas recentes, mobilizado por mais ganhos reais. Eu desse lado conto com notícias de vocês. Vamos fazer bonito juntos! Umbilicalmente ligada à Cultura, dela não há circunstância que me afaste. Agradeço mais uma vez o apoio de você leitor, motivo maior do blog. Luciana Portinho  
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Temporada de poesia
08/07/2013 | 12h45

Poetas estudantes, poetas não estudantes. Poetas - simplesmente poetas - estão abertas as inscrições para diversos festivais de gênero literário nas regiões Norte e Noroeste fluminense.

O V festival Aberto de Poesia Falada de São Fidélis vem para valorizar os poetas fidelenses e dar sustento ao topônimo ‘’Cidade Poema’’. Também busca promover o intercambio e entrosamento entre poetas da região e do país ao reunir escritores de idades variadas em um grande espetáculo artístico e cultural, objetiva divulgar positivamente a poesia. O evento acontece nos dias 20 e 21 de setembro, é organizado pela Prefeitura Municipal de São Fidélis através da secretaria de Cultura e Turismo. As inscrições são feitas pelo Correios e têm que ser postadas até o dia 23 de agosto, no endereço da secretaria Municipal de Cultura e Turismo –“Cidade Poema”, Praça Guilherme Tito de Azevedo, 135 – Centro. Cep: 28400-000. São Fidélis – RJ. O Festival já faz parte do calendário cultural da cidade e da região. Podem participar poetas brasileiros residentes ou não no país, com idade mínima de 14 anos. A modalidade é livre bem como o tema, não sendo consideradas participantes inscrições de trovas. Serão julgados: conteúdo poético, estruturação textual, interpretação, interação – poesia/intérprete/público. Interessante destacar que sendo um festival de poesia falada, a leitura do poema não será contada como interpretação. Além de troféus, os vencedores receberão prêmios em dinheiro: 1º lugar – R$ 5 mil 2º lugar – R$ 4 mil 3ºlugar – R$ 3 mil - Melhor interprete – R$ 3 mil e Menção Honrosa – R$ 2 mil + certificado. Os interessados em participar podem obter mais informações pelo telefone. (22) 2758.6829, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17 horas e pelo endereço eletrônico: [email protected] Em Macaé foi lançada a primeira edição do Prêmio Literário Universitário de Macaé (Pluma). O Pluma foi criado aproveitando a comemoração dos 200 anos do município e o centenário de Vinícius de Moraes. Está aberto a todos os poetas - brasileiros ou não - residentes no Estado do Rio de Janeiro por mais de dois anos e que sejam estudantes universitários, graduandos ou pós-graduandos. As inscrições foram abertas no dia 10 de junho e podem ser feitas gratuitamente até o dia 10 de agosto. O Prêmio é uma iniciativa da Fundação Educacional de Macaé (Funemac), leia-se, Prefeitura de Macaé. O objetivo do Pluma é abrir espaço na Literatura do Estado do Rio de Janeiro para que estudantes universitários, poetas e/ou performers, é o que esclarece o organizador, o professor, publicitário e jornalista Gerson Dudus. “A ideia surgiu das muitas críticas que se ouvem a respeito da nova geração. Nelas, afirma-se que os jovens atuais não curtem coisas boas, só ouvem música de má qualidade. O Prêmio tem papel de fomento cultural, ocupa uma lacuna no estado. Partimos da premissa de que poesia é fundamental na cultura.”, diz Gerson Dudus. O formato do concurso é bacana. Haverá performance na apresentação final, “Não chamo de poesia falada, pois acho pobre” frisa Dudus. Dos inscritos serão selecionados, na 1ª fase, 20 poemas, esses integram a publicação da antologia. Destes 20 poemas sairão 10 concorrem às melhores performances que se transformarão em – na fase final- em o DVD que acompanhará a publicação. Os três melhores autores terão sua produção poética publicada e livro exclusivo do autor. “O projeto final é então uma caixinha que contém a Antologia, os três livros e o DVD”, simplifica o professor. A premiação final será no Dia Nacional do Livro, 29 de outubro, no auditório da Cidade Universitária, às 19h. A data limite das inscrições é o dia 10 de agosto de 2013 e terão como data válida o dia de postagem nos Correios na cidade de origem. O poema deve ser remetido por via postal, mediante carta registrada, com aviso de recebimento (AR) pela Coordenadoria de Cultura. Maiores esclarecimento no sítio da prefeitura, www.macaé. rj.gov.br. Em Campos estão abertas as inscrições para os concursos literários promovidos pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, o XV FestCampos de Poesia Falada e o III FestCampos Estudantil de Poesia Falada. As inscrições seguem até o dia 16 de agosto no Departamento de Literatura no Palácio da Cultura. O XV FestCampos de Poesia Falada vai oferecer R$ 11 mil em prêmios, aberto aos poetas, brasileiros ou não, desde que residentes no Brasil por mais de dois anos. Já o III FestCampos Estudantil de Poesia Falada tem o objetivo de envolver jovens estudantes do município. Para este concurso, as premiações são notebooks, celular, câmera digital e livros. Os regulamentos de cada concurso estão disponíveis pelo site www.campos.rj.gov.br. As inscrições podem ser no Palácio da Cultura, que funciona na Praça da Bandeira S/N, no bairro Pelinca, das 9h ás 17h. Luciana Portinho
Capa da Folha Dois de hoje, 08/07.
 
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Espaço para a imortalidade
07/07/2013 | 01h30
Na próxima quarta-feira, a Academia Campista de Letras (ACL), publica o primeiro de uma série de editais mensais para preenchimento das vagas existentes no corpo da instituição. Quando completa, a ACL congrega 40 acadêmicos. A academia campista se referencia em a Academia Brasileira de Letras que por sua vez inspira-se na Académie Française, ambas com 40 membros, os imortais. Como lhe é peculiar, o trânsito interno na ACL é cauteloso. A cada mês, subsequente ao do primeiro edital publicado, virão os demais, até que seja completado o número previsto em seus estatutos, que é o da eleição membro a membro, cadeira a cadeira. Assim se realiza uma das necessidades da entidade que é o de incorporar novas mentes e braços no cotidiano da casa. “Com esforço, a diretoria eleita pela Chapa “Amor e Unidade” está cumprindo o seu compromisso; manter a ACL ativa — ao oferecer a nossa parcela criativa à vida da cidade — e ao dar a partida no processo de renovação da academia. Agrademos de público aos membros que têm possibilitado a execução das nossas propostas”, fala o presidente Hélio Coelho. [caption id="attachment_6615" align="alignleft" width="390" caption="Ft. Folha da Manhã"][/caption] Nos dias de hoje a ACL se ressente da ausência de cinco acadêmicos falecidos e de cerca de mais dez que se encontram afastados por motivo outros como doença, idade avançada, ou por não mais residirem no município. “Temos algo em torno de um núcleo de 20 acadêmicos atuantes. Cada qual com suas agendas profissionais e pessoais intensas, é nossa responsabilidade arejar a instituição, capacita-la com novos quadros”, frisa Hélio. O processo eleitoral se inicia com o preenchimento da vaga da cadeira nº20, cujo patrono é José Bernardino Batista Pereira de Almeida. A última a imortal que ocupou esse assento foi Ivanise Rodrigues. As pessoas que se habilitam preenchem um requerimento (anexo o seu currículo), dirigido ao presidente e que será apreciado por comissão eleitoral específica. Sendo escolhido, ao discursar no ato da posse aos demais imortais, apresentará um estudo mais demorado sobre o patrono bem como sobre o último acadêmico que ocupou a cadeira. Para isso, poderá recorrer à própria biblioteca da ACL que possui material farto e também ao imortal e pesquisador campista, Wellington Paes, ele escreveu um livro que traça toda a trajetória dos patronos da academia. Uma vez publicado o edital, podem se candidatar aqueles que residam em Campos e que desenvolvam atividades reconhecidas como relevantes no campo das letras, ciências e artes, não é necessário que tenham livro publicado. “Não é necessário ser campista de nascimento e sim de coração. A falar pelo postulante é o curriculum vitae — sua vida e obra. Não precisa livro escrito, podem ser artigos, matérias jornalistas, construção poética, artigos acadêmicos, vinculação a atividades culturais, artísticas e ou científicas. Esperamos que o processo suscite debate que responda aos anseios de tantos que desejam ver a ACL aberta”, diz Hélio Coelho. A eleição dos novos imortais na academia campista é parte do processo que culminou na condução de Hélio Coelho à presidência. “Foram quatro meses de arrumação, continuidade e inovação. Estamos saindo da rotina das segundas-feiras, criando eventos nas sextas e aos sábados. Participamos de debates e programas de rádio ao falar de assuntos culturais. O espaço mensal aberto pela a Folha da Manhã nos aproxima da sociedade campista. Encontramos-nos em fase de agendamento de um encontro com a Prefeita. Há sinais de que algo positivo à academia resultará do encontro”, finaliza. Luciana Portinho Capa da Folha Dois, sábado, 06/07.    
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O GRANDE OLHO
04/07/2013 | 16h43
[caption id="attachment_6610" align="aligncenter" width="459" caption="Facebook"][/caption]

 

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Afinal, quanto custou o Carnaval da Prefeitura de Campos??
02/07/2013 | 14h51
Só agora a PMCG divulga os valores dos shows que tanto encheram a boca do esposo ao criticar outras administrações passadas e presentes, em Campos e alhures onde tenha um adversário que queira vencer eleitoralmente. O que causa mais espécie é que nas barbas da justiça e do MP  divulga os valores quase seis meses após a realização dos mesmos. E o valor total gasto do pacotão carnavalesco de Campos? Vai ficar para ser divulgado no Natal?!
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NENHUM DELES
01/07/2013 | 19h10
A presidente Dilma Rousseff e o governador paulista Geraldo Alckmin, candidatos à reeleição; o governador Cabral, no Rio, e os prefeitos Fernando Haddad, em São Paulo, e o carioca Eduardo Paes, todos despencaram nas pesquisas de avaliação dos governos e/ou intenções de voto do Datafolha para as próximas eleições. Governantes de diferentes níveis ficaram na poeira depois do tsunami das manifestações de protesto em junho contra tudo e contra todos. Todos perderam pontos. O curioso é que quem mais ganhou foi o candidato "nenhum deles", o mais votado pelos eleitores do Rio. Nos dois cenários apresentados, o índice de branco, nulo, nenhum e não sabe oscilou na faixa entre 30% e 39%, bem acima daquele dos principais pré-candidatos apresentados pelos partidos, que variaram entre 17% (Lindbergh Farias) e 20% (Cesar Maia, empatado com Garotinho, quando o candidato do PT não está na lista). A aprovação do governador Sergio Cabral caiu 30 pontos e bateu nos 25%, e seu candidato, o vice Pezão, patina entre 8% e 12% na pesquisa. O prefeito carioca Eduardo Paes, que chegou a 50% de aprovação no ano passado, caiu para 30%. Em São Paulo, a intenção de votos no governador Geraldo Alckmin caiu de 52% para 40%, e o candidato Paulo Skaf, do PMDB, subiu apenas de 16 para 19 pontos. Mas quem mais cresceu também aqui foi o índice de eleitores que declararam votar em branco, nulo, nenhum ou não souberam indicar um nome na lista apresentada pela pesquisa estimulada. Nos quatro cenários apresentados, os votos em "nenhum deles" ficaram entre 31% e 23%, enquanto os que escolheriam um candidato do PT ficaram entre 4% (Alexandre Padilha) e 10%(Aloizio Mercadante). O prefeito Fernando Haddad tem a rejeição de 40% dos eleitores apenas seis meses após a posse. O mesmo se observa na pesquisa de intenções de votos para as eleições presidenciais de 2014. Dilma Rousseff despencou de 51% para 30% (índice igual ao da avaliação do seu governo), mas nenhum candidato da oposição subiu a ponto de ameaçar a ainda liderança da presidente. Marina foi a que mais ganhou, passando de 16 para 23 pontos; Aécio subiu de 14 para 17, Joaquim Barbosa apareceu com 15 e Eduardo Campos cresceu apenas um ponto, de 6 para 7%. O maior crescimento porém, mais uma vez, foi dos que declararam não votar em "nenhum deles": passou 12 para 24%, ou seja, dobrou em apenas três semanas, entre uma pesquisa e outra, mostrando a crescente descrença generalizada nos partidos e nos políticos. O que isso quer dizer? A meu ver, as últimas pesquisas zeraram o jogo, não há mais favoritos absolutos e as eleições do ano que vem estão absolutamente em aberto. Claro que os atuais governantes candidatos à reeleição têm ainda 15 meses pela frente para recuperar seus índices anteriores, o que não vai ser fácil, mas não acredito no surgimento de alguma "zebra" capaz de alterar a atual lista de postulantes com chances de vitória, como aconteceu com o outsider Fernando Collor, em 1989, e deu no que deu. Para aumentar as incertezas do cenário de 2014, há que se acrescentar que o ministro Joaquim Barbosa, do STF, que não tem partido, já garantiu várias vezes que não quer ser candidato, uma posição que, evidentemente, pode mudar, a depender dos apoios que receberá, especialmente na grande mídia. De outro lado, Marina Silva, que já está em campanha, ainda não conseguiu criar o seu próprio partido. Pelo que vi no noticiário desta segunda-feira chuvosa em São Paulo, não há grandes manifestações previstas para os próximos dias, enquanto se multiplicam os pequenos atos por toda parte, com meia dúzia de protestantes fechando ruas e rodovias, o que só torna mais  infernal a chamada mobilidade urbana nas grandes cidades. Promete ser longo e difícil este inverno de 2013. * do Blog Balaio do Kotscho, ver aqui    
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Pro lado deles tá feio
01/07/2013 | 11h46
O negócio tá bonito. Está feio pro lado deles. O resultado das ruas é contundente. Deixa um rastro de desgaste. Uns, por enquanto, estão quietinhos, fazem cara de paisagem, nem marola fazem, achando que vão tirar casquinha da caideira dos outros, mandam uns capachos provocar. O brasileiro aprendeu a comer o pouco mingau pelas beiradas. Aguardar o que vem pela frente resultado das ruas que não dão trégua. Cada manifestação com sua plataforma, uma soma na outra. No campo, os meninos fizerem a parte deles: dar moral e unir o povo. E vamos nós, BRASIL !!!
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