Soffiati na ACL!
31/05/2013 | 14h05
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Eike Batista
30/05/2013 | 09h09
É continua a transferência de capitais nas empresas do Eike. Mudam de mão majoritária, mas, enquanto investimentos certos continuam. Ontem, 29/05, o mercado deu notícia de que o empresário não é mais o acionista majoritário da MPX, vendeu 24,5% do capital social da MPX-Energia para a E.ON, lucrou R$ 1,45 bilhão e vai reinvestir o dinheiro ganho na empresa, ver aqui. Com isso a empresa será reestruturada. Difícil para nós mortais locais entender toda essa movimentação. De uma coisa, tenho impressão, a dimensão da alteração na paisagem física do Açu, os investimentos já injetados, pelo imenso volume aportado e “vendido” ao mercado internacional é de improvável reversão, até por fazer parte de um modelo maior de eterno país exportador. Por enquanto, as demissões no Porto, seguem em marcha batida, mas, o que representa demissão para o grande capital?!  
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Manual do enrolo!
29/05/2013 | 00h51
Ontem, fazendo a leitura noturna dos blogs de Campos, me deparei com o comentário abaixo de um leitor, que vez por outra, se manifesta sempre com clareza aqui no blog. Foi lá no blog do colega Gustavo Matheus, ver aqui. Falavam sobre o aumento no número de cargos comissionados (cargos políticos) aprovados pela prefeita atual. É tão pertinente. Leiam,  observem o  enrolo burocrático, burro e desumano que fazem com o campista quando ele mais necessita do poder público, na Saúde. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Enquanto isso a saúde continua “linda e eficiente” só na mídia, basta rever o jornaleco o Diário do último domingo,em sua última página,onde retrata altos investimentos na compra de remédios (na foto uma UBS completamente completa de produtos),e cita uma relação das UBS em diversas localidades. Mostra até pessoas (coitados) fazendo altos elogios aos remédios que pegaram nessas UBS. Hoje fui ao HGG para uma consulta com uma cardiologista,e ao pegar a receita e os pedidos de exames,a coisa começou a ficar diferente: 1-não estão fazendo exames de PSA, me mandaram voltar amanha, para pegar uma autorização para fazer em um laboratório “particular”. 2-para o Teste Ergométrico, está suspenso, já que a ESTEIRA ESTÁ COM DEFEITO! 3-Peguei a minha bicicleta e fui a UBS Alair Ferreira para pegar os remédios que eram dois(atenolol e AAS 100),bom o AAS ESTÁ EM FALTA! 4-Perguntei ao atendente (UBS citada) como eu conseguiria uma consulta para um Urologista.Ele me disse,que eu teria que marcar uma consulta com um CLINICO GERAL PARA ELE ME DAR UM “ENCAMINHAMENTO”, PARA EU “MARCAR UMA CONSULTA COM O UROLOGISTA. Ou seja dia 13/06 (dia de marcação para o clinico),terei que ir pela manhã cedo (nº limitado de consultas),e depois com esse papel (encaminhamento) na mão,saber qual será o dia de marcação para o UROLOGISTA. Simples não,eu com mais de 60 anos querendo fazer um exame de próstata ter que me submeter a essa “enrolação”. Mas a gente diz que existe dois tipos de governos em nossa cidade,um que é mostrado pela Midia (paga ou a serviço do grupo) e o outro que é o real que só quem depende dos serviços, sente na carne! Mas,eles tem mesmo é que “valorizar” os capachos, é a única forma de manter o grupo no poder!
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Incompatíveis
28/05/2013 | 17h01
Não dá mais para conviver com a carga e descarga desordenada em pleno horário comercial. O volume de veículos está intenso e só tende a crescer. Qualquer rua da cidade não comporta mais o movimento extra. Também não é possível a liberação da circulação de carretas durante o dia.  Hoje, pela manhã na Beira Rio, quatro carretas disputavam com ônibus e carros. Surge então o outro elemento: a buzina. É simples, basta um decreto emergencial do executivo, regulamentando o ir e vir de caminhões, o horário permitido  para carga e descarga e fiscalizar. Em qualquer cidadezinha, as normas locais são observadas, afim de que resguardem o bem estar dos munícipes.  
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Caixa de tesouros
27/05/2013 | 22h55

“Para mim, a literatura é outra realidade, é um território onde eu regresso à minha infância feliz, que é a minha grande caixa de tesouros, onde estou autorizado a olhar o mundo de novo como um brinquedo, e eu vivo circulando entre esses dois mundos”. Mia Couto.

Por unanimidade o biólogo e escritor moçambicano Mia Couto ganhou o Prêmio Camões 2013, um dos principais da literatura em língua portuguesa. Com isso,  receberá 100 mil euros. O anúncio foi feito hoje, 27/05, pela Fundação Biblioteca Nacional - ligada ao Ministério da Cultura. A nota lembra que o romance "Terra sonâmbula" foi considerado "um dos dez melhores livros africanos no século XX" e que o autor é "comparado a Gabriel Garcia Márquez, Guimarães Rosa e Jorge Amado". O Prêmio instituído em 1989 pelos governos do Brasil e Portugal, desde então, os autores nacionais contemplados foram Dalton Trevisan (2012), Ferreira Gullar (2010), Lygia Fagundes Telles (2005), Rubem Fonseca (2003), Autran Dourado (2000), António Cândido de Mello e Sousa (1998), Jorge Amado (1995), Rachel de Queiroz (1993) e João Cabral de Melo Neto (1990). A escolha do ganhador do Prêmio Camões 2013 foi feita no Palácio Capanema, no Rio. O júri era formado por Clara Crabbé Rocha e José Carlos Vasconcelos (de Portugal); Antônio Alcir Pécora e Alberto da Costa e Silva (do Brasil); João Paulo Borges Coelho (de Moçambique); e José Eduardo Agualusa (de Angola).    
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TRE: isso pode?
27/05/2013 | 10h04
Uma leitora me enviou a foto abaixo perguntando se não seria uma propaganda extemporânea. Me disse mais: ontem (domingo, 26/05, às 19h20, corria solto o tal sorteio de 'cestas básicas' anunciado pelos alto falantes. Como contou com apoio da prefeitura de Campos, do filho da prefeita que é pré-candidato declarado a deputado nas eleições de 2014 e de um vereador da base aliada?! Está assim escancarado? A faixa esteve lá durante a semana  na Av.Alberto Lamego, ao lado da cerca da UENF, em frente ao Horto Municipal. Alô,  TRE!!! [caption id="attachment_6373" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Vigilantes Urbanos e Rurais"][/caption]

 

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Registros
26/05/2013 | 16h25
Registros Luciana Portinho [caption id="attachment_6361" align="aligncenter" width="500" caption="ft. Google"][/caption]

 

Moro em bairro que uns chamam de Centro, outros de Lapa e alguns de Parque Oliveira Botelho. Um bairro com três nomes só poderia ser como é: híbrido. É Campos, em um jeitão de cidade média. É interior de uma cidade pequena, é meio roça. Minha rua com nome de poeta, Gonçalves Dias, é paralela à Rua Riachuelo, em séculos passados já foi um dos limites da área urbana. Por trás da Riachuelo, passava a ativa linha do trem. Cheguei a pegá-lo no fim, vinha ao final da tarde com o apito ligado. Passava atrás da Creche Cochilo, onde meu filho mais velho, Dimitri, então pequenino estudava, já que eu trabalhava o dia inteiro. Estamos perto e distante da parte em que pulsa o boom da especulação imobiliária. Isso aqui creio, ainda sobreviverá por mais de uma década intocável. Moro em uma casa, agradável. Pra mim é bonita, meio antiga meio moderna, em dias de chuva, chove. E a gente aprecia a água presente que escorre por duas pequenas áreas internas, feitas desse modo para que também venha lavar um pouco a nossa alma. Nesse espaço doméstico, além dos humanos, habitam dois cachorros e uma gata carinhosa. Ela é charmosa, foi adotada no Rio de Janeiro, ganhou o nome francês da mais vistosa de todas as mulheres: Bardot. Hoje, um domingo de sol, acordamos com a cantoria dos passarinhos. Aqui em volta eles ainda vivem nas não muitas árvores e quintais. Acordada de olhos fechados, enfiada na coberta quente veio o som do “Está passando o carro das variedades, aproveite freguesa, ele está passando hoje, mas, não passa todo dia”. É um dos tantos carros de produtos que passam pela nossa porta. Vez, em quando, me divirto com a voz de trombone que irrompe “O CARRO DO GÁS ESTÁ NA SUA RUA”, em contraste com a esganiçada “ Batata, cebola, maxixe, inhame, abóbora”, do carro concorrente. Aqui nesse espaço urbano, vizinho cumprimenta vizinho. As pipas voam pelo céu. Passa carroça recolhendo entulho, tem mini supermercado com o básico que ainda vende pela caderneta mensal. E ainda, padaria que te avisa na porta quando sai a broa quentinha. Vai fazer seis anos que viemos parar nesse canto de Campos. Não sei quanto tempo mais fico, quando me for, carregarei boas lembranças. Vou torcer para que intacto assim permaneça.
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Folha com novo escritor
24/05/2013 | 17h38

Paulo César Moura passa a escrever na Folha Dois

Luciana Portinho

[caption id="attachment_6353" align="alignleft" width="200" caption="Ft. Edu Prudêncio"][/caption] O professor, ator, poeta, ensaísta e também mestre e doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Paulo César Moura ocupa, a partir de amanhã, um espaço da página sete da Folha Dois, com a coluna de contos, “Abundante”, com hífen, como sugeriu Moura. — Nossa identidade abundante, nossa outridade, no caso, tem a marca do híbrido, da diferença, da extrapolação do imaginário cartesiano etnocêntrico. O Outro é ab-undante, negação e envolvimento — diz Paulo César ao explicar a escolha do nome da coluna. Nascido em Campos, descobriu cedo a vocação para a literatura e o teatro. Aos 18 anos, em meado da década de 70, foi para o Rio de Janeiro estudar Letras. Corriam anos intensos para o movimento cultural brasileiro, em franco confronto com a ditadura militar, o teatro em ebulição. Paulo se aproxima, como ator, ajuda a criar o grupo teatral “Mixirico”. Se aventura na linguagem do Teatro do Absurdo. “Escrevo ficção, contos, peças de teatro, sem tema definido”. Sua poesia é moderna, simétrica, assimétrica, “branca”. De comum, a preocupação social, personagens esquecidos, marginalizados. “É uma reflexão com emoção, a poesia esta presente na prosa”, diz ele. Ao abordar o ‘outro’ ele situa o ato de escrever como parte de uma postura crítica.  “Somos o outro da história, somos o quarto continente depois da Ásia, da África e da Europa”.

( publicado na Folha Dois, página 3, hoje, 24/05)

UM QUIXOTE   [caption id="attachment_6356" align="alignright" width="223" caption="ft. Google"][/caption] porque nunca desistes nem porque tens no corpo sinais de um sobrevivente nem ainda porque antes de tudo ouviste mudo teu nome: errante. por nada deixas de ser criança e apesar das maledicências és um quixote: eis a diferença. Paulo César Moura
   
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Vida Inteligente na FLIP
24/05/2013 | 16h17
[caption id="attachment_6346" align="alignleft" width="300" caption="divulgação"][/caption] Flip — Festa Literária Internacional de Paraty — evento literário internacional de maior charme no Brasil, inaugura a segunda década do evento, no dia 3 de julho. A 11ª edição da festa traz Graciliano Ramos como o autor homenageado. Pelo profissionalismo do evento em anos anteriores, pode-se afirmar com antecedência que o escritor alagoano estará presente, de escrita e alma, nos temas das mesas, que serão abordados pelos convidados nacionais e internacionais. São cinco dias — entre 3 e 7 de julho — em que a literatura é falada nas mais variadas abordagens. Mais de 40 convidados, entre brasileiros e estrangeiros estarão no palco da Flip. Composta de uma conferência de abertura e 20 mesas que reúnem para uma conversa informal convidados dos mais variados horizontes (escritores, cineastas, quadrinistas, historiadores, jornalistas e artistas plásticos, entre outros), a programação principal da Flip é realizada na Tenda dos Autores que possui um auditório com 850 lugares. Todos os eventos contam com tradução simultânea e são transmitidos na Tenda do Telão, com capacidade para 1,4 mil pessoas, e ao vivo, pela internet. Na Flip 2013, o modo de criação mais livre se reafirma através dos escritores contemporâneos. A poesia está em meio à prosa, o ensaio mostra a sua cara como gênero literário e microrrelatos em obras de ficção assinalam o singular de cada autor. “Contra o dogmatismo que pretende estabelecer um modelo único de escrita, a Festa Literária Internacional de Paraty aposta numa multiplicação de escritas possíveis, pressupondo que a literatura estará sempre ligada ao próprio tempo, mas de maneiras tão diversas quanto as experiências de seus criadores”, afirma Miguel Conde, curador da Flip 2013. A conferência de abertura, às 19h, no dia 3 de julho, “Graciliano Ramos: aspereza do mundo e concisão da linguagem” será feita por Milton Hatoum. Filho de imigrantes libaneses, Milton Hatoum nasceu em Manaus, em 1952. Em seu romance “Cinzas do Norte” (2005), vencedor do prêmio Jabuti na categoria Livro do Ano, expõe sua visão íntima da geração que viveu sob a ditadura dos anos 1970. Com obras traduzidas em 12 idiomas, está entre os autores brasileiros mais lidos no exterior. Logo após, Gilberto Gil fará o show na noite de abertura do evento. O repertório do show pinça faixas representativas de 50 anos de palco. Acompanhado do filho Bem Gil (violão e guitarras) e do músico Gustavo Di Dalva (percussão), Gil relembra canções seminais compostas nas diversas fases de sua carreira. Pensando na multiplicidade de abordagens, entre outros, o curador trará nomes que vão do poeta TamimAlBarghouti, figura central na primavera árabe, ao romancista Michel Houellebecq. Narrador ácido e observador crítico do mundo contemporâneo e de suas relações, Houellebecq ganhou o Goncourt em 2010 com o romance “Partículas Elementares”, é considerado um dos grandes nomes da atual prosa francesa. Especialista em contos e narrativas concisas, a norte-americana Lydia Davis, finalista do Man Booker International Prize 2013, falará de obras de sua autoria que não raro transitam entre ficção, ensaio e poesia. Já a franco-iraniana Lila Azam Zanganeh trará para o palco da Flip sua leitura original da obra de Vladimir Nabokov, tido por ela como o “grande escritor da felicidade”. A venda de ingressos para a 11ª edição da Flip começa às 10h do dia 10 de junho. Para a tenda dos autores custarão R$ 46, para a tenda do telão, R$ 12, e para o show de abertura R$ 22 (pista) e R$ 46 (cadeira). Devida à imensa procura, há limite de dois ingressos por pessoa de acordo com o CPF do comprador. Luciana Portinho Folha Letras de hoje, 24/05.  
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DO PORTO DO AÇU
23/05/2013 | 22h40
[caption id="attachment_6333" align="alignright" width="253" caption="Ft. Nino Bellieny"][/caption] Face à onda de boatos que sacode o noticiário regional, reforçada pelas demissões reais recentes, o administrador e empresário Luis Adriano Silva comenta: - Isso é um freio de arrumação determinado pelo BTG para tornar as empresas do Grupo X atrativas no mercado financeiro, facilitando a entrada de novos sócios investidores (aos olhos do investidor é bom perceber governança), além, de se adequar à carteira de encomendas do estaleiro, que hoje é pequena devido a crise mundial, e ao insucesso da OGX petrolífera em alguns poços, (outra vez menos encomendas para a OSX). Penso que em 90 dias as coisas fiquem melhores e mais claras. É preocupante, lógico, para a região, mas no ponto em que alcançou hoje o Porto do Açu, não há mais volta. É estruturar para atrair capital, pois o projeto é muito bom. A MP dos Portos ajudou muito” - disse o CEO da Faculdade Redentor. Interessante a indicação que nos fez o Luis Adriano, ver aqui. "Dentre as empresas do grupo, EBX, do empresário Eike Batista, as ações da OSX Brasil mais uma vez chamam a atenção. Os papéis da companhia seguem forte movimento positivo e registram nesse pregão (Ibovespa de ontem, 22 de maio) alta de 8,81%, a R$3,21 , após atingir na máxima do dia ganhos de 11,19%, a R$ 3,28. O desempenho é ainda reflexo do anúncio feito na última segunda-feira sobre o novo plano de negócios da companhia de U$ 380 até 2014. De lá para cá,os papéis já acumulam valorização de 15,05% e, considerando o desempenho do pregão anterior ao anúncio, os ganhos somam 37,18%".  
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Mastectomia preventiva: atitude que gera dúvida
23/05/2013 | 13h19
[caption id="attachment_6324" align="aligncenter" width="600" caption="divulgação"][/caption]

A decisão da atriz estadunidense Angelina Jolie de tirar os seios aos 37 anos teve enorme impacto na cabeça de outras mulheres. A retirada das mamas — mastectomia preventiva dupla — foi radical. Ela é um ícone mundial da sexualidade feminina e de feliz comunhão, no atual matrimônio. Casada com outro expoente do sexo masculino, o ator Brad Pitt, juntos tem três filhos biológicos e três adotivos. Em 2009 a revista Forbes elegeu Angelina como a celebridade mais poderosa da Terra. A opção pela “mutilação” para evitar correr riscos estatísticos, em poucas horas correu as redes sociais. Anualmente, no Brasil, cerca de 50 mil mulheres recebem a notícia de terem câncer de mama, tipo mais comum na parcela feminina.

Preocupada em esclarecer o assunto com a mulher campista, a Folha Saúde foi conversar com o médico, cirurgião geral e mastologista, o diretor do Hospital Álvaro Alvim, Jair Araújo.

[caption id="attachment_6322" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Rodrigo Silveira"][/caption] Sua fala é didática, disseca o assunto ao pontuar a exceção do caso da atriz, “A decisão dela é inatacável, só ela, a família e a equipe médica que a acompanha é que possuem dados para decidir. Cada caso é analisado como um caso que requer profunda pesquisa genética e acompanhamento multidisciplinar. Existem três formas de tratamento, o clínico, o cirúrgico e o radioterápico. O mastologista inicia o diagnóstico, aponta o caminho de tratamento. A pedra de toque é abordagem multidisciplinar, a decisão é compartilhada. Antigamente o médico tinha certa onipotência, não ouvia o paciente. Isso mudou”, afirma Dr. Jair. Segundo o médico, os índices atuais são favoráveis à cura do câncer quando são tomados os cuidados da mulher no diagnóstico precoce. Através dos exames (mamografia) regulares, da consulta médica e do autoexame o controle é mais amiúde, o tratamento mais eficaz e mais curto. “O teste genético ao qual Angelina se submeteu não tem valor preditivo. É um dado estatístico. Estatística é referência importante para análise em coletivos não no individual. Havia a possibilidade de vir a desenvolver a doença, ela optou por cortar a possibilidade, não a doença, já que esta estava no campo das possibilidades”, fala ele. Mesmo na retirada “total” de mama, ficam 5% do tecido mamário e se ali nos 5% a doença se desenvolve? “Há que se ter cuidado em atitudes sem efeito prático e que predisponham as mulheres à fobia social. Cada caso é visto de forma isolada, assim como a decisão. O ser humano é uma integralidade, não uma parte”. Ao se defrontar com a possibilidade real da doença, de um modo geral, as pessoas apresentam cinco reações, sem hierarquização entre elas: 1) negação — quando o paciente não aceita, nega, não admite e perde tempo para o início do tratamento; 2) ira — é o momento da inconformidade por se sentir injustiçado, atrapalha muito; 3) barganha — faz todo o sacrifício para recuperar a saúde; 4) depressão — o paciente fica imobilizado, sem atitude e 5) aceitação — é quando consciente de que tem o câncer, precisa lutar. “Estes estados se alternam, há o conflito, tudo passará rápido. No caso da Angelina, a opção foi ditada por se encontrar na barganha. Decidiu se sacrificar para cortar a possibilidade de um eventual sofrimento aos filhos”, finaliza. Luciana Portinho Folha Saúde de ontem, 22/05.
 
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Artes e ofícios
22/05/2013 | 17h42
Eles são campistas: uma mulher e dois homens. Os três têm filhos. Cada um tem duas profissões distintas. Em comum: uma das profissões é do ramo artístico. Lúcio Magno é médico ortopedista, cirurgião e músico. Olga D’Lucas é assistente social, escultora e artista plástica. Carlos Alberto Bisogno é petroleiro e cineasta. Como conseguem conciliar com a mesma ênfase as duas profissões é algo curioso, os três provam ser possível. [caption id="attachment_6312" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Edu Prudêncio"][/caption] Músico desde os dezesseis anos, quando ganhou o Primeiro Festival de Música do Colégio Auxiliadora, o jovem Lúcio aprendeu novo a conciliar os estudos de sua futura profissão médica com a adrenalina sonora da guitarra. Uma parte das despesas da Faculdade de Medicina ele levantava tocando na noite, nas festas do Tênis Clube e nos bailes. “Sábado, pelas manhãs tinha aula de urologia, presença obrigatória. Parava o carro em frente à faculdade, dormia com a roupa que tocava. Naquele tempo chegaram a me perguntar: Menino você faz o quê na noite? Você é dançarino, é leopardo”? conta ele sorrindo. Foi fazer residência médica em São Paulo, especializando-se em Medicina Esportiva e Cirurgia de ombro e joelho. “Vendi guitarra e pedais, para comprar geladeira e fogão. Montei um apartamento, por lá fiquei seis anos sem jamais perder o desejo de voltar, de ter filhos e retornar a tocar”, fala ele. O segredo de até os dias de hoje conseguir levar a bom termo atividades tão diferentes, segundo Lúcio é não deixar acumular de uma área para outra. A agenda profissional dele é pesada. Encontra na música sua válvula de escape. Sua banda de pop rock é conhecida na cidade “Acústico Drive”, querem gravar um CD com composições próprias até final do ano. “A música me equilibra. Meus pacientes sabem que eu toco e me prestigiam, é bom. O segredo é não deixar furo em nenhuma área, por isso, tenho prioridade. Por mais que leve a sério tocar na noite, administro, não toco em noite anterior à cirurgia”, exemplifica. [caption id="attachment_6314" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Hellen de Souza"][/caption] Dos três citados, Olga foi a última a estabelecer laços firmes com arte. Mulher, mãe de cinco filhos, a dupla jornada de trabalho como assistente social desde cedo consumiu seu tempo. Veio de uma família “humilde”, o pai mecânico na Usina de Baixa Grande. Estudou no Iepam, “Colégio onde ricos e pobres andavam juntos. Eu andava feito uma princesa, minha tia costurava para me sustentar”. Há 31 anos, Olga exerce a função de assistente social na prefeitura de Campos. Em 2005, no bojo de uma depressão descobriu-se — e foi descoberta — uma escultora por inteiro. Tem uma escultura sua no acervo da Rainha Elizabeth, outra escultura sua na Praça Brasil, cidade de Nagoia, Japão. É uma autodidata, provavelmente ajudada por sua extrema sensibilidade. A conversa transcorre nos olhos marejados da inquieta ariana, “Na Arte recupero energia, exorcizo meus fantasmas. A escultura me toma muito tempo, acaba com minhas unhas, é um desgaste físico, uma catarse. Sinto-me na obrigação de colorir o mundo. Não explico meus trabalhos, cada um traz a sua interpretação”. Como assistente social, Olga trabalha com a miséria humana, se sente impotente. “Trabalho para fazer valer os direitos do paciente, não o interesse contrário da instituição. Consigo amenizar um pouco o sofrimento das pessoas, faço um plantão semanal de 24h no Hospital Ferreira Machado e lá não estou passeando”. [caption id="attachment_6315" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Lívia Nunes"][/caption] Quem diria que dá para ser petroleiro e cineasta? Pois para Carlos Alberto Bisogno, não poderia haver melhor combinação. A Petrobrás (é técnico de operação concursado) é a fonte de renda dele. “Fico 15 dias lá e 21 dias aqui; o maior tempo é dedicado ao cinema e mesmo lá o cinema está presente. Quando desembarco, venho com o roteiro escrito, o planejamento elaborado”. Remonta a 2007 o início de seu envolvimento com a “sétima arte” antes, desde 2001, compunha música orquestral no papel ou no computador. Não estranhem ele é uma inteligência rara, apesar de não admitir que o vejam assim e de preferir se autodenominar de “louco”. É que quando cria, a cena (iluminação, fotografia, gestual, fundo musical, por exemplo) vem por inteira na mente dele, assim é também quando escreve música. Sem tocar instrumento algum, a peça musical é concebida mentalmente, aí ele senta e escreve na partitura. Bisogno está agora em seu primeiro longa metragem. É também o primeiro longa metragem de Campos. É um Drama, filmado em 3D. “Já estamos gravando, entre o elenco estão Orávio de Campos, Yve Carvalho, Adriana Medeiros, Aucilene Freitas, Lucia Talabi e Toninho Ferreira. Todos acreditam no projeto, fazem pela oportunidade de experimentar, sabem que não tenho como pagar cachê. Só os atores estabelecem compromisso de filmar naturalmente. O filme retrata um grupo de jovens estudantes, amigos, paixões. No cinema a força não está na história e sim na forma como é contada”, frisa ele. Frente à particular constatação de que a ciência perdeu a força criadora, Bisogno largou a Faculdade de Física do IFF, tomou outro rumo “A arte me deu condições de expansão”. Luciana Portinho Capa da Folha Dois de hoje, 22/05.
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Extra....Teatro...Extra!
22/05/2013 | 16h32
[caption id="attachment_6307" align="aligncenter" width="550" caption="divulgação"][/caption]

 

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DEMISSÕES, DESSA VEZ 95 DISPENSADOS
21/05/2013 | 00h00
Foi a informação repassada ao blog por um leitor responsável. Sua filha foi uma das 95 demitidas, no final do dia de hoje, pela empresa OSX. Segundo a fonte, antes haviam sido demitidos os 'azuizinhos', de nível mais graduado. Hoje, foi a vez dos 'marronzinhos', como eles mesmo se chamavam, é o pessoal de um escalão mais baixo na empresa. Teriam trabalhado, mais ou menos, sete meses lá no Açu, após de terem recebido curso de treinamento para as funções. A mesma fonte informou que da OSX, no Porto, restam algo como 15 a 20 trabalhadores, tomam contam de uma esteira. Lamentável para quem perdeu o emprego, investiu sonhos e projetos, muitas vezes, assumiu dívidas. Nossa solidariedade. Preocupante para a região os últimos acontecimentos que rondam a empresa e as demais da rede. Só nos resta torcer para que a situação de crise divulgada aos quatro ventos se reverta. Amanhã mais detalhes do acontecimento.
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Dos fantasmas e terrorismo, nós ficamos como?
19/05/2013 | 23h53
Mestres em caças às bruxas, em criar boatos falsos, em perseguição política a quem não reza na cartilha autoritária, em criar grupelhos dentro da administração pública. E nós ficamos como? [caption id="attachment_6292" align="aligncenter" width="550" caption="Fts. Vigilantes Urbanos e Rurais"][/caption]

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Desenvolvimento Regional em Pauta
19/05/2013 | 23h17

  • Pensar coletivamente nunca foi demais. A sede do PSOL é na Av. Alberto Torres 104, em frente à Casa e Vídeo. O debate é com o professor da Uenf, Marcos Pedlowsky, Geógrafo e orientador de Mestrado e Doutorado.

 

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Homens, Santos e Desertores
17/05/2013 | 11h19

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SINCERICÍDIO
16/05/2013 | 13h48
É o novo vocábulo criado na Língua Portuguesa,  pelo deputado federal brasileiro Chico de Alencar (PT). Inspirado na ópera bufa cara que a Câmara Federal ofereceu à população do país durante a votação da MP do Portos. Segundo Chico significa, "O sincericídio é definido pela troca de acusações pesadas de uns contra outros e pela percepção incômoda de que, via de regra, todos têm razão". (fonte: Coluna Panorama político, página 2, O Globo, hoje , 16/05) Em matéria de política, o Brasil vem derrubando a engenharia: o poço não tem fundo. lp
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EM VOLTA DO BAR INAUGURADO
15/05/2013 | 18h13
Como combinado seguem as fotos em volta do bar inaugurado, após 11 meses de uma obra pública que se arrasta no centro de Campos. Pelo jeito a crítica surtiu efeito, parece que se deram conta do absurdo. Hoje, pela tarde,  operários corriam para concluir o que foi entregue como pronto sem estar. [caption id="attachment_6262" align="aligncenter" width="550" caption="Ao fundo, à esquerda o bar inaugurado"][/caption] [caption id="attachment_6263" align="aligncenter" width="550" caption="Lado esquerdo de onde foi armado o palco"][/caption] [caption id="attachment_6264" align="aligncenter" width="550" caption="Lado direito de onde foi armado o palco"][/caption] [caption id="attachment_6265" align="aligncenter" width="550" caption="O remendo na calçada, atrás de onde ficou o palco "][/caption] [caption id="attachment_6266" align="aligncenter" width="550" caption="A calçada da rua lateral ao palco armado"][/caption] [caption id="attachment_6267" align="aligncenter" width="550" caption="O acabamento da calçada que consideram pronta"][/caption] [caption id="attachment_6268" align="aligncenter" width="550" caption="Mais um acabamento de calçada considerada finalizada"][/caption]

 

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Cuidado com a vitrine
14/05/2013 | 16h29
Ele sabe, para além da utilidade da mercadoria, o negócio tem que possuir uma fachada atraente. Em qualquer local que ele estaciona, monta o seu comércio com gosto. Quem se dispuser a observar, com ele aprende. [caption id="attachment_6255" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]
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INAUGURADO UM BAR
13/05/2013 | 18h24
Com pompa, banda e circunstância foi finalmente, depois de 11 meses, inaugurado o bar de nome chá chá chá que fica no Centro da cidade de Campos. Em palco montado para o discurso da Prefeita Rosinha Garotinho, e muito foguetório,  ela afirmou " A revitalização do Centro Histórico (leia-se o bar) já está trazendo grandes benefícios para o comércio da área central de Campos", "é só um pedacinho".  Realmente o proprietário (nada contra) deve se sentir afortunado de ter sido o primeiro "pedacinho" concluído. A população é que bem preocupada está com a conclusão do "todo". Ao fazer contas dos anos e custos ... Amanhã postarei as fotos que serão tiradas amanhã, ou seja, depois da inauguração do bar. Vamos dar uma olhada em torno do 'pedacinho'  para observar em que estado as obras foram entregues à população.
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MARIA DA PENHA
11/05/2013 | 23h28
Ela existe em Campos, está no coração de cada cidade brasileira. Saímos, na sexta-feira da Redação para uma entrevista, matéria dos dias das mães. Centro movimentado, ruas cheias,  a data comercial se tornou importante para a economia. Passamos por ela, sentada no chão da calçada, na Rua João Pessoa. Uma parada. Como não repartir o registro que enxergamos;  quase invisível ao frenesi do consumo. Tem filhos? Muitos, tirando os que Deus levou, cinco. Você tem casa Maria? Saí, não aguentava mais. A gente precisa de casa de noite, tenho onde dormir. Você anda? Ando, ando sim. Ela gesticula, cabelos eriçados, quer falar, relatar a caótica realidade, dizer dos seus medos. Sua imagem choca, jogada assim no passeio público, em pleno dia, entregando um chiclete qualquer como em um pedido digno de esmola. Como será que Maria da Penha irá passar o ‘Dia das Mães’? [caption id="attachment_6246" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Valmir Oliveira"][/caption]    
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1º Festival Sinfônico, programação
11/05/2013 | 22h42
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Musicistas e Orquestras em Festival
10/05/2013 | 22h13
Começou ontem o 1º Festival Sinfônico, uma realização da ONG Orquestrando a Vida, e do Teatro Municipal Trianon, com apoio da Universidade Estadual do Norte Fluminense, do Centro Cultura Musical de Campos e Três Produções. [caption id="attachment_6235" align="aligncenter" width="450" caption="Divulgação"][/caption]

 

O evento musical traz a Campos destacados mestres da música erudita de reconhecidas orquestras do Brasil e exterior. O objetivo é aprimorar a técnica dos músicos, desenvolver a cultura musical, revelar talentos, promover maior integração e o intercambio cultural internacional. Com seis dias de duração, vai até o próximo dia 15. Os 15 professores convidados são do Rio de Janeiro, São Paulo e, finalmente, três são venezuelanos. Estes integram o “El sistema” — dirigido por Gustavo Dudamel, considerado um fenômeno da música clássica mundial — e reconhecidos pela prática sinfônica nas centenas de orquestras da Venezuela. Do Festival participam músicos de várias orquestras campistas tais como Orquestra Infanto Juvenil, Orquestras Sinfônicas David Machado e Mariuccia Iacovino. As inscrições estão sendo realizadas na sede da Orquestrando a Vida, as vagas são limitadas e estão abertas a todos os músicos com prática em orquestra para oficinas e aulas de aperfeiçoamento. As aulas serão ministradas na sede da ONG. Os concertos serão realizados no auditório do Centro Cultura Musical e no Centro de Convenções da UENF. “Vamos realizar um grande Festival Sinfônico em Campos. Músicos de várias orquestras sinfônicas do Brasil se encontrarão na Orquestrando a Vida”, disse o presidente da Orquestrando a Vida Jony William. Luciana Portinho Folha Dois, sexta, 10/05.
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Quarenta minutos em pé na fila do Itaú
09/05/2013 | 16h08
É assim que ficamos nós, hoje, na agência da Pelinca, Campos. Agora, para complicar a vida do correntista, tudo foi jogado nas costas dos caixas. Encerram o atendimento obrigados a “oferecer” um seguro de vida ou de casa. A fila acompanha, torce para que cidadão da vez não queira de jeito nenhum. A fila nem era muito longa, mesmo assim não andava. O banco está cadastrando as digitais dos correntistas nos caixas (antes, havia um atendimento especial); a máquina leitora nem sempre funciona bem, as digitais às vezes estão apagadas, a posição dos dedos errada, o visor que faz a leitura gorduroso e por aí ficamos observando as inúmeras tentativas. Outra novidade implantada pelo banco: para reaver algum cheque depositado em conta devolvido por alguma razão, somos obrigados a enfrentar mesma fila dos caixas. Retiraram a eficiente bancária que tinha como atribuição exclusiva a devolução de cheques. Em suma, é isso. Cabe o Procon fazer uma varredura nas agências bancárias de Campos, os vinte minutos de lei são desrespeitados.  
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Automedicação: risco não calculado
09/05/2013 | 15h19
O governo do Estado do Rio de Janeiro decretou, esta semana, uma lei que institui a campanha de esclarecimento e combate à automedicação. A conscientização da população será feita por meio de palestras e distribuição de folhetos informativos e explicativos na rede estadual de ensino público e na de saúde. Será também veiculada em rádio e televisão. A campanha poderá se prolongar além da “Semana de Conscientização e Combate à Automedicação”. Para o neurologista Makhoul Moussallem, membro do Conselho Federal e Regional de Medicina, a prática da automedicação é indesejável sob qualquer ponto de vista, pois medicar supõe conhecimento técnico. “Não recomendo. O paciente que se automedica desconhece os efeitos colaterais que qualquer medicamento possui. Caso conhecido é o uso indiscriminado, por conta própria, de psicotrópicos sem receita médica. O usuário se torna um dependente; quando decide parar, o faz de repente, e vem o chamado ‘rebote’. Não é desejável sob qualquer aspecto, nem o próprio médico deve se automedicar”. [caption id="attachment_6217" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Folha da Manhã"][/caption] Teoricamente, a venda de medicamentos tarja vermelha requer prescrição médica. Segundo a Anvisa, esses remédios correspondem a 65% do mercado de medicamentos, e, na prática, são vendidos sem apresentação de receita, fato que favorece o processo equivocado. A legislação sanitária exige apenas a apresentação da receita médica no ato da compra. As farmácias não são obrigadas a retê-las, mas, na prática, acabam por não exigir a apresentação delas. O gastroenterologista e secretário municipal de Saúde, Geraldo Venâncio, destaca o quanto foi acertada a venda controlada de antibióticos no país. “Vigora uma prática entre a população de buscar orientação com o vizinho, com o profissional da farmácia, com o parente. É o mesmo risco da automedicação. É importante que se tenha a exata dimensão do perigo no uso irregular dos medicamentos, como nos de uso continuado. Por vezes, o médico ajusta a dosagem. Ocorre um prejuízo ainda maior com os idosos. Depois dos 80 anos, é comum que sejam portadores de alguma lesão renal mínima”. Preocupação maior com a Terceira Idade De acordo com o diretor da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Rubens de Fraga Júnior, do total de idosos que dão entrada em emergências de hospitais nos Estados Unidos, 30% são internados pelo mau uso de remédios. O Brasil não fica distante, ainda que não existam estatísticas relacionadas ao assunto. “Costumamos dizer que o idoso tem mania de se automedicar”, diz Fraga Júnior. Ele conta que os idosos tomam remédios de forma indiscriminada. Às vezes, ficam esquecidos, têm tonteiras, sofrem quedas e a família acha que é normal para a idade. “Na realidade, podem ser sintomas de reação adversa ao uso errado dos medicamentos, o que pode levar à morte”, afirma, ressaltando que, com o passar do tempo, o metabolismo sofre muitas alterações. De acordo com o médico, 30% dos medicamentos vendidos hoje no Brasil são consumidos por idosos que erram ao repetir a medicação sem consentimento médico. Luciana Portinho
Folha Saúde, quarta-feira, oito de maio.
   
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Moda é com ela
08/05/2013 | 16h59
Ela é de Campos; seu nome, Angela Bechara. Casada, três filhos, adora um pano. Também não é por menos, afinal, Anginha, assim chamada pelos amigos, é formada na Faculdade de Moda da Cândido Mendes e tem chamado a atenção de todos com suas criações no universo fashion. Se antes sua moda já tinha sido exibida por celebridades como Angélica, Luiza Brunet, Cissa Guimarães, entre outras, agora sua roupa foi parar no corpo da apresentadora do programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo. [caption id="attachment_6209" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Hellen de Souza"][/caption]

Ela faz questão de ressaltar que é de Campos. Quando vai para fora, leva com a marca o nome da cidade. “Não faria outra coisa na minha vida. Por tanta responsabilidade, me sinto tomada, não cansada”, afirma Angela.

A cliente de Angela Bechara é uma mulher na faixa de 25 a 45 anos. “Esse é o segmento do mercado que me ocupo. Uma mulher independente, que trabalha e quer estar elegante, confortável, sem perder a sensualidade. A mulher de hoje é antenada, permanece mais tempo no mercado, é mais ativa”.  Aliás, essa é a missão da empresa que leva o seu nome. Angela, que se diz tímida e não gosta de se expor, fica feliz quando sua roupa é reconhecida para além de Campos. “Fátima Bernardes tem expressão, ao escolher a minha marca, ela, que tem bom gosto, fa-la um pouco do meu perfil”. [caption id="attachment_6211" align="aligncenter" width="450" caption="divulgação"][/caption]

 

Para chegar a ter suas roupas publicadas na Vogue, Caras e L’Officiel, Angela trabalhou, sem descuidar em aprender continuamente em workshops de criação, palestras e cursos. Enfrentou a falta de mão de obra qualificada na cidade, segundo ela, crescente. Contou com o apoio do Sebrae, em especial cita a Adriana Cabral, que nunca descuidou do Polo de Moda de Campos. “Campos já foi um polo de moda no jeans. A Prefeitura poderia chegar mais junto do setor de confecção através de incentivos e formação de mão de obra. Somos cada vez mais carentes de mão de obra, da costureira ao cortador”, esclarece. Angela é casada com Guilherme Barros Castro, com quem tem a empresa Angela Bechara. Ele faz a direção, a gestão, e ela cuida da criação, modelagem, acabamento, definição do tema das coleções e dos produtos. A grife tem uma loja em Campos e uma pronta-entrega em Ipanema, no Rio de Janeiro. — Hoje, contando comigo, são seis estilistas, sendo que dessas, três são modelistas. Desta equipe, duas vieram de fora, uma de Londrina, Paraná, e outra de Friburgo, região Serrana do Rio de Janeiro. A empresa, no atual estágio, me consome, a vida pessoal fica meio de lado. A moda não dá férias, mal termina uma coleção, começa o planejamento da próxima — frisa. Sua vivência com os tecidos e com a costura remonta da infância. Na sua casa, viviam cinco mulheres: ela, suas quatro irmãs e a mãe. Com tantas meninas para vestir, a mãe tomou a prática decisão de contratar uma diarista: uma costureira que ficava de segunda a sexta-feira, costurando para as cinco. Naquele tempo, não se comprava roupa pronta e sua mãe também costurava e bordava. Angela Bechara observava a mãe de perto, ao ficar grudada ao lado, pegando os retalhos e se metendo a fazer as roupas das bonecas. — Às vezes, para não atrapalhar a costureira, cortava os retalhos e montava com cola no corpo da boneca. Isso era para os desfiles que fazia com as poucas bonecas, mas que acabavam tendo muitas roupas. Eram mais de 50 vestidos, caixas e mais caixas; tinham guarda-roupa rico — conta Angela sorrindo. Luciana Portinho
Capa da Folha Dois de hoje, 8/05.
   
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Comunicado
08/05/2013 | 15h42
Desde quando postei notícia do acordo entre os governos do Brasil e de Cuba, com a chancela da Organização Pan Americana de Saúde, que trará cerca de seis mil médicos cubanos ao nosso país para cobrir deficiência de profissionais em áreas carentes, tenho recebido comentários raivosos e desqualificados contra a medida. Cada um que pense do seu jeito, de acordo com seus valores e/ou  interesses;  outra coisa é querer usar o blog como catapulta de mesmas idéias de pessoas que não se identificam, postam do mesmo IP, com nomes e-mails falsos. Não publico. Repito, nesse espaço sabem quem sou, me posiciono claramente.  É uma janela democrática, portanto,  para ser repartido por todos de forma responsável. Um abraço, Luciana Portinho  
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Penduricalho
08/05/2013 | 02h18
Examinando, pela primeira vez, o organograma da Reforma Administrativa do governo Rosinha Garotinho, publicado aqui, no blog de Gustavo Matheus, um vazio logo me chama a atenção. Não haverá uma secretaria para pensar o futuro de Campos. Essa função normalmente, na administração pública, cabe ao Planejamento. Não há. Está tudo separado: pesca, agricultura, turismo, petróleo, urbanismo, desenvolvimento econômico. Qual órgão, em uma visão alargada de horizonte para o município, ficará encarregado de captar as demandas setoriais, agregá-las por ordem de prioridade e ao mesmo tempo apontar para uma concepção de vida comum desejável. Criaram algumas secretarias como a das Relações Institucionais, da Pesca, do Idoso, da Paz e Defesa Social. Sei não, me lembrei dos tempos da ditadura... ‘Moral e Cívica & Organização Social e Política do Brasil’, lembram? Meio, ame ou deixe-o. Que tipo de ameaça externa ou interna ameaça os campistas?  Defesa Social se faz com geração de emprego, educação, cultura, saúde, moradia, transporte, liberdade, preservação do patrimônio ambiental etc. Qual será o escopo da Pasta?! Criará um batalhão pela Paz e Defesa Social? Voltaram com o nome antigo para a Fazenda, desistiram da nomenclatura Finanças; na prática de Finanças não se tornou, continuamos tão atrelados aos royalties como antes. E criaram uma Secretaria andrógina, mistura Educação, Cultura e Esporte. Um monstrengo administrativo, retrocesso a um dos municípios do estado do Rio de Janeiro que há décadas  - corretamente - separou Cultura, da Educação. Agora, no mesmo balaio enfiaram o Esporte. Bom, ou o titular da pasta será um gênio ou (mais provável) uma nulidade. Quanto ao aumento dos cargos comissionados, sinceramente não me causa espanto. Sabe-se que sobre o valor bruto de um DAS 1, de cara o leão come 27,5%, aí vem o INSS. Defendo, que todo assalariado seja remunerado a contento e dele seja exigido a contrapartida: dedicação, criatividade, iniciativa, competência e produtividade. Remuneração baixa nunca foi modelo propício à atração de cérebros independentes. A grande questão não é o valor e sim a quantidade descontrolada dos cargos comissionados e funções gratificadas na máquina pública municipal, isso sim. Voltaremos ao assunto.    
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Seis mil médicos cubanos em áreas carentes do Brasil
07/05/2013 | 12h02
Seis mil médicos cubanos vão atender em regiões carentes do Brasil. Acordo, anunciado pelos ministros de Relações Exteriores dos dois países, tem apoio da Organização Pan-Americana de Saúde ( post do sítio  www.pragmatismopolítico.com.br,  .....) Os governos do Brasil e de Cuba, com o apoio da Organização Pan-Americana da Saúde, estão acertando como será a vinda de seis mil médicos cubanos para trabalharem nas regiões brasileiras mais carentes. Os detalhes estão em negociação. Os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e o cubano Bruno Eduardo Rodríguez Parrilla, anunciaram ontem (6) a parceria.
médicos cubanos brasilBrasil trará 6 mil médicos cubanos para atuar em regiões carentes (Foto: Reprodução) 
Patriota e Rodríguez não informaram como será a concessão de visto – se será definitivo ou provisório. Segundo o chanceler brasileiro, há um déficit de profissionais brasileiros na área de saúde atuando nas áreas carentes do país, daí a articulação com Cuba. “Estamos nos organizando para receber um número maior de médicos aqui, em vista do déficit de profissionais de medicina no Brasil. Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial e à qual atribuímos valor estratégico”, disse ele. As negociações para o envio dos médicos cubanos para o Brasil foi iniciada pela presidenta Dilma Rousseff, em janeiro de 2012, quando visitou Havana, a capital cubana. Ela defendeu uma iniciativa conjunta para a produção de medicamentos e mencionou a ampliação do envio de médicos cubanos ao Brasil, para apoiar o atendimento no Serviço Único de Saúde (SUS). “Cuba tem uma proficiência grande na área de medicina, farmacêutica e de biotecnologia. O Brasil está examinando a possibilidade de acolher médicos por intermédio de conversas que envolvem a Organização Pan-Americana de Saúde, e está se pensando em algo em torno de seis mil ou pouco mais”, destacou Patriota. Leia também Segundo o chanceler brasileiro, as negociações estão em curso, mas a ideia é que os profissionais cubanos atuem nas áreas mais carentes do Brasil. “Ainda estamos finalizando os entendimentos para que eles possam desempenhar sua atividade profissional no Brasil, no sentido de dar atendimento a regiões particularmente carentes no Brasil”, disse. A visita do chanceler de Cuba ocorre no momento em que o presidente cubano, Raúl Castro, implementa mudanças no país, promovendo a abertura econômica e avanços na área social. Segundo Bruno Rodríguez, a parceria com o Brasil é intensa principalmente nas áreas econômica, social e turística. “Há um excelente intercâmbio de ideias”, disse o cubano. O comércio entre Brasil e Cuba aumentou mais de sete vezes no período de 2003 a 2012, segundo o Ministério das Relações Exteriores. De 2010 a 2012, as exportações brasileiras para Cuba cresceram 36,9%. No ano passado, o comércio bilateral alcançou o recorde de US$ 661,6 milhões. Renata Giraldi, Agência Brasil  
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Ele continua o mesmo Aristides
06/05/2013 | 16h22
Ele é Patrimônio da Humanidade. Um dos, certamente, mas, não é para qualquer um. Um carioca que, aos 23 anos aqui aportou, fincou raiz, amadureceu, espalhou sementes.  Trata-se de Aristides Arthur Soffiati, professor universitário, ambientalista, acadêmico e um dos mais antigos colaboradores da Folha da Manhã.  Soffiati lança o livro “As Lagoas do Norte Fluminense” (Essentia Editora), na próxima quinta-feira, em noite de autógrafos  no Campus/Centro do  IFF , às 18 horas. Na ocasião, ele relança o livro “Mínima Poética”, anteriormente lançado na Academia Campista de Letras. [caption id="attachment_6178" align="aligncenter" width="550" caption="Charge Marco Antonio Rodrigues (Capa da Folha Dois, domingo, 5/05)"][/caption]

 

“As Lagoas do Norte Fluminense” é uma coletânea de artigos jornalísticos, entrevistas, cartas públicas e documentos, alguns raros. Não é um livro científico.  Foi escrito com uma linguagem agradável e acessível, bem ao estilo Soffiati. “Demorei muito, desde 1978, escrevendo e reunindo o material sobre órgãos que foram extintos como o DNOS – Departamento Nacional de Obras de Saneamento. A sede geral do DNOS era ao lado da Favela da Maré, no Rio de Janeiro. Informaram-me, então que com a extinção das funções do departamento, o prédio estava largado, os papéis, mapas e fotografias estavam sendo vendidos a peso pela população. As fotografias, em torno de 17 mil, usadas como varal de roupa. Na época eram filmes de celulóide. Fui ao Ministério Público, fiz a denúncia. Tive acesso a cópias que me foram doadas e entreguei o material do Norte fluminense ao IFF, está lá preservado e digitalizado”, diz o professor. Soffiati esclarece que a maioria dos textos foi publicada na Folha, entre 1978 e 2012. A sua trajetória de luta em defesa das lagoas do Norte fluminense está esmiuçada. “É a parte mais opulenta do livro de um indivíduo que foi aprendendo, apanhando e adquirindo conhecimento como um instrumento necessário ao embasamento das lutas. Dele constam propostas, não só denúncias e reclamações. Deixo minha contribuição a quem quiser trabalhar. Se destina ao leigo, mas, à pesquisa também”, relata. A capa é bonita, uma panorâmica do nosso litoral com a terra sinuosamente alinhavada pelas águas da Lagoa do Açu e do Banhado da Boa Vista. Na contracapa, em preto e banco, a imagem inesperada de Soffiati em pé em um barco sendo literalmente protegido por um soldado armado, um fuzileiro naval. No fundo do barco muitos canos de PVC, artefato que foi utilizado para dinamitar os diques irregulares que reduziam o espelho d’água da Lagoa Feia. “Esperava nunca ver isso”, relembra risonho. Este ano de 2008, foi o momento áureo da sua luta em prol da preservação do patrimônio ambiental. Foi um verão com enchente,  que o Ministério Público o procurou para que apresentasse alguma solução. “Era preciso ampliar a área original da Lagoa Feia, reduzir o impacto das enchentes. Uma lagoa é também uma esponja”. O professor informa que no início do século XX, em 1900, a Lagoa Feia, tinha 370 km². Em 1970 só estava com 170 km², ou seja, em apenas 70 anos perdera 200 km², mais da metade. “Propus, detonar cinco diques. Foi inacreditável, ter os militares me defendendo, rompemos quatro deles. Hoje, segundo estudo do IFF a Lagoa Feia recuperou 40km². Está com 210km²”, fala satisfeito com a vitória. Olhando para trás, Soffiati, nitidamente observa a falta de noção do perigo e a sua ousadia em desafiar pessoas do Exército, Polícia Federal, deputados estaduais, vereadores. Foi sete vezes processado, ganhou todas. Entre os que o processaram estão o radialista Barbosa Lemos, a Cedae e o deputado federal Garotinho. Também foi processado por uma juíza de São João da Barra, “Reconheço que eu tinha uma atitude temerária, fazia parte, não retiro nada, não me arrependo, conta uma história”, frisa ele. O professor que fez da defesa da natureza o seu campo de lutas nunca quis se ligar diretamente a política, apesar de sempre ter feito política. Não pertenceu a algum partido político. Fez do Centro Norte Fluminense de Conservação da Natureza – CNFCN – a sua ferramenta, o seu partido. “Fui percebendo o quanto é fácil ser revolucionário em sala de aula. Ao longo dos anos, me calibrei no processo, sem perder o perfil crítico”. No presente, Soffiati, está aposentado do magistério, não da vida pública. Afirma carregar um ônus: “Me pedem tudo, que eu resolva tudo. Bajulam-me, pesa uma responsabilidade. Mas não sou órgão público”! Luciana Portinho Capa da Folha Dois, domingo, 5/05.
 
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É dela!
03/05/2013 | 19h04

Encerro a semana com o sorriso de quem nos recebe todas as tardes na Redação da Folha da Manhã, Issacarla.

[caption id="attachment_6173" align="aligncenter" width="600" caption="Fts. Luciana Portinho"][/caption]
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Pelo jeito, vai recomeçar
03/05/2013 | 18h08
A presidente do TRE-RJ, desembargadora Letícia Sardas, a Comissão Permanente de Fiscalização da Propaganda e os juízes eleitorais das maiores cidades do Estado se reuniram nesta sexta-feira (3), na sede do Tribunal, para discutir ações de combate à propaganda extemporânea. A desembargadora pediu a todos os juízes que comecem, já na próxima semana, o trabalho de orientação dos representantes de partidos políticos. - Cada juiz deve marcar reuniões com os diretórios municipais para explicar o que eles podem e não podem fazer, para que não fique configurada propaganda eleitoral, permitida apenas a partir de seis de julho de ano eleitoral - afirmou a presidente. A comissão solicitou que sejam notificados os candidatos e beneficiários das propagandas que até hoje permanecem nas ruas. Isto porque a legislação eleitoral estabelece um prazo de 30 dias do pleito para a sua retirada. - Com essas atitudes vamos mostrar que a Justiça Eleitoral atua com seriedade também em ano não eleitoral - afirma o coordenador da comissão e ex-corregedor do TRE-RJ, Antônio Augusto Gaspar. Assessoria de Comunicação Social do TRE-RJ (21) 3513-8006/8007/8008
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Por 14,4 milhões de reais
03/05/2013 | 17h30

Copiado do blog Eu Penso que... do jornalista Ricardo André Vasconcelos.

PMCG VAI REFORMAR MERCADO EM 8 MESES POR R$ 14,4 MILHÕES

(fotos do Blog Campos dos Goytacazes em foto aqui
Na bucólica década de 20, o Mercado Municipal recém construído e praticamente deserto
Quase cem anos depois o local é o retrato do caos: prédio em decadência, falta de disciplina do trânsito e improviso
Símbolo do arrojo dos anos 20 do século passado, o relógio do Mercado não funciona há décadas
Inaugurado da década de 20 do século passado pelo então prefeito Luiz Sobral, o Mercado Municipal de Campos vai passar pela maior reforma de sua história de quase cem anos. Foi publicado no Diário Oficial de hoje, página 10, o extrato do contrato 143/2013 (Concorrência pública 014/12) para reforma do Mercado Municipal. Valor da obra? R$ 14.467.768,29 e oito meses de prazo para conclusão. Veja extrato contrato abaixo:
 
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INSCRIÇÕES ABERTAS
02/05/2013 | 19h29

Para quem quer ensino de qualidade. A Redentor foi a minha direção. Pode ser a sua também. Vestibular do segundo semestre de 2013, marcado! Prova no dia 9 de junho!

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Sobre o autor

Luciana Portinho

[email protected]