Faetec oferece 1.410 vagas nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense
31/10/2012 | 18h11
Faetec oferece 1.410 vagas nas Regiões Norte e Noroeste Fluminense A Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, está oferecendo 1.410 vagas em cursos de Ensino Fundamental, Infantil, Técnicos de Nível Médio e Nível Superior nas Regiões Norte e Noroeste do Estado. As vagas, todas para ingresso em 2013, são para a ETE João Barcelos Martins, a ETEA Agrícola Antônio Sarlo, o CETEP Santo Antônio de Pádua, o Instituto Superior de Educação Prof. Aldo Muylaert (ISEPAM) e o CVT Campos – Cerâmica. Os interessados podem se inscrever pelo site da Fundação (www.faetec.rj.gov.br) até o dia 11 de novembro. Por apresentarem conteúdo mais prático, focados nas necessidades do dia a dia das empresas, e terem curta duração, os cursos técnicos formam profissionais preparados para ingresso imediato no mercado de trabalho. Para o presidente da Rede, Elder Lugon, essa é uma boa oportunidade para o jovem sair no Ensino Médio com um emprego garantido. “O que a Faetec faz é garantir aos seus alunos que, após a conclusão do Nível Médio Técnico, ele possa ser inserido no mercado de trabalho em uma boa oportunidade. É um ensino de excelência, gratuito e que todos devem aproveitar”, ressalta. Logística, Administração, Eletromecânica, Informática, Enfermagem, Análises Clínicas, Agropecuária, Floresta e Pedagogia (Superior) são alguns dos cursos oferecidos pela Rede. Segundo o Coordenador do Polo Faetec Norte / Noroeste Fluminense, Professor Etevaldo Pessanha, buscar uma qualificação profissional é a melhor forma de estar inserido na nova dinâmica do cenário econômico regional. “Diante do novo contexto em que nos deparamos, a Faetec atualiza seus profissionais para promover os ajustes necessários no seu projeto de formação e qualificação, oferecendo, de forma gratuita, educação profissional e tecnológica. A ação da Faetec insere milhares de pessoas no mercado de trabalho e reduz o número de pessoas dependentes de programas assistencialistas”, declara. Saiba mais sobre os procedimentos de inscrição e processo seletivo Quem estiver interessado em participar dessa seleção já pode se cadastrar no site da Faetec. Para os cursos com cobrança de taxa de inscrição, ao término do cadastro, será emitido um boleto no valor de R$ 33,90, que pode ser quitado em qualquer agência bancária até a data do vencimento. A isenção da taxa, para quem comprovar insuficiência de recursos financeiros, poderá ser concedida por meio da apresentação de documentação solicitada no edital. O pedido poderá ser feito somente até o dia 25 deste mês. O processo seletivo dos candidatos será feito por meio de provas objetivas, sendo 24 questões de Língua Portuguesa, 24 de Matemática e, para algumas modalidades, também haverá Conhecimentos Específicos (24 questões) e/ou Redação, todas no dia 2 de dezembro (domingo), a fim de avaliar a compreensão e interpretação de textos, a argumentação, o raciocínio intuitivo e indutivo, e as estratégias para a resolução de problemas. O resultado do concurso será divulgado entre os dias 26 de dezembro e 4 de janeiro. E a matrícula deverá ser feita de 7 a 18 de janeiro. O edital completo já está disponível no site da Faetec www.faetec.rj.gov.br Relação de Vagas: Ensino técnico de nível médio em concomitância externa CETEP Santo Antônio de Pádua Informática – 30 vagas Total: 30 vagas ETE João Barcelos Martins Administração – 15 vagas Eletromecânica – 15 vagas Enfermagem – 15 vagas Análises Clínicas – 15 vagas Total: 60 vagas Ensino técnico subsequente ao ensino médio ETE João Barcelos Martins Administração – 35 vagas Análises Clínicas - 35 vagas Eletromecânica – 70 vagas Enfermagem – 35 vagas Total: 175 vagas ETEA Agrícola Antônio Sarlo Floresta – 60 vagas CVT Campos - Cerâmica Logística – 35 vagas Total: 35 vagas CETEP Santo Antônio de Pádua Informática – 30 vagas Total: 30 vagas Institutos Superiores Instituto Superior de Educação Prof. Aldo Muylaert (ISEPAM) Pedagogia – 60 vagas Ensino Fundamental e Infantil Instituto Superior de Educação Professor Aldo Muylaert (ISEPAM) Educação Infantil – 190 vagas Fundamental – 210 vagas Escola Estadual de Ensino Fundamental Agrícola Antonio Sarlo Fundamental – 350 vagas Educação Profissional para aqueles que já tenham concluído o ensino fundamental ETEA Agrícola Antônio Sarlo Agropecuária – 30 vagas Educação Profissional para aqueles que já tenham concluído o ensino médio Instituto Superior de Educação Prof. Aldo Muylaert Ensino Médio - Formação Geral – 90 vagas Normal de Nível Médio – 90 vagas   Ascom Polo Faetec Norte / Noroeste Fluminense
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" A VIDA É UM CINEMA"
30/10/2012 | 23h38
Assim o mote, o slogan do CINEMA que aportará na cidade, mais precisamente em abril de 2013,  nos altos do Shopping 28. Fui feliz cobrir para a Folha da Manhã, hoje de noite a formalização do evento que anuncia a vinda das cinco super salas, cada uma com seu diferencial. Coisa de cinema! Finalmente não precisarei mais me deslocar para o Rio de Janeiro para ter qualidade total, conforto pleno e para mim o mais importante: programação. Leiam todos os detalhes na Folha Dois, Folha da Manhã , desta quinta-feira, (01/10). Para quem, como eu, gosta de filme na telona do cinema, muita novidade que Campos ainda não viu...é a certeza da virada de uma página morna. [caption id="attachment_5121" align="aligncenter" width="500" caption="Ft.Cadê Campos"][/caption]      
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CHUVINHA
30/10/2012 | 18h23
[caption id="attachment_5114" align="alignright" width="400" caption="Ft. Google"][/caption] Chuvinha José Carlos Peliano – Brasília - DF   chuva, chuva vagarinha chuva chova em meu roçado chuva, chuva peneirinha dê serviço ao meu terçado   chuva, chuva vagarinha chuva chova bem chovido, chuva, chuva peneirinha quero ouvir o seu batido   chuva, chuva vagarinha molhe a cara do sertão, chuva, chuva peneirinha mate a sede desse chão   chuva, chuva vagarinha chuva boa que Deus deu, chuva, chuva peneirinha caia sobre o sonho meu   chuva, chuva vagarinha não se esqueça de voltar, chuva, chuva peneirinha os seus pingos são meu mar * Do Projeto "Declame para Drummond 2012 , 110º aniversário do poeta e vários poemas no meio do caminho pelo Brasil". Uma iniciativa da poeta e produtora cultural independente Marina Mara.  
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Há o quê comemorar
29/10/2012 | 14h10
Hoje, 29 de outubro é o Dia Nacional do Livro, que foi instituído em 13 de dezembro de 1966, pela Lei nº 5.191. Em 29 de outubro de 1810, a Real Biblioteca Portuguesa foi transferida para o Brasil, sendo então fundada a Biblioteca Nacional. Escolheu-se comemorar o dia para coincidir com a data oficial da fundação da Biblioteca Nacional. Dono da maior biblioteca da América Latina, sendo a Biblioteca Nacional considerada pela Unesco uma das dez maiores bibliotecas nacionais do mundo, o brasileiro ainda lê pouco. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada no mês de março pelo Instituto Pró-Livro, o brasileiro lê em média quatro livros por ano e apenas metade da população pode ser considerada leitora. Colocando em números, o Brasil tem hoje 50% de leitores, ou seja, algo como 88,2 milhões de pessoas. O levantamento incluiu na categoria de leitor, aqueles que leram pelo menos um livro nos últimos três meses, inteiro ou em partes. As mulheres leem mais: 53% são leitoras. Índice maior do que o verificado entre os entrevistados do sexo masculino (43%). [caption id="attachment_5106" align="alignright" width="390" caption="Ft. Phillipe Moacyr"][/caption] A relação do brasileiro com o livro remonta a 1808, quando o Brasil passou a editar livros. Foi quando D.João VI fundou a Imprensa Régia. Se por um lado, apenas 50% da população brasileira é potencial consumidora, por outro 88,2 milhões de leitores não podem ser desprezados por nenhum mercado editorial de qualquer país. É o que aponta o levantamento “Produção e vendas do setor editorial brasileiro”, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas realizado por encomenda da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), no ano de 2011. O segmento cresceu 7,36% no ano passado, somando R$ 4,84 bilhões. O número de títulos editados aumentou 6,28%, totalizou 58.192. E, o total de exemplares vendidos e produzidos foi 7,2% e 1,47% maior (469,47 milhões e 499,79 milhões, respectivamente). Neste total de vendas o governo é o responsável pelo acréscimo de 21,2% nas vendas de livros para programas e órgãos governamentais. O livro em Campos Campos tem o privilégio de ter a livraria mais longeva do Brasil. Fundada em 1844, Ao Livro Verde é a mais antiga livraria do país. Localizada no Centro da cidade, funciona sem interrupção e, desde então, no mesmo endereço. Para Carlos Américo, responsável pela livraria, o movimento de vendas já foi maior no passado, “Havia menos livrarias em Campos, não existia a internet, porém houve aumento na procura por livros de literatura”, disse. Carlos Américo Machado Franco imputa à mudança ortográfica, um prejuízo real que aconteceu em 2012, “As editoras não pegaram nas sobras que foram perdidas”. Por outro lado, ele já percebe uma clientela nova de fora por conta das obras do Porto do Açu. “Isso, nos faz pensar sempre em crescimento, em fidelização desses que agora chegam e há dois meses implantamos a venda on-line, através da nossa livraria virtual, no sítio: aolivroverde.com.br”, frisou ele. Outra tradicional livraria na área central é a Livraria Noblesse, que tem no funcionário José Maria Neves de Gusmão, o pilar de todo fluxo de livros da casa. Ele é que decide que títulos comprar e acompanha venda por venda. “Trabalhar com livro é delicado. Literatura tem época de vender. Campos cresce, dá para se perceber um cliente recente com uma visão e gosto diferente, alguns autores que antes não vendiam agora vendem”, observa José Maria. No Centro, é onde se localiza a Livraria Diálogo e Cultura, que é um  sebo, faz troca e venda. Sua proprietária Hilda Carvalho, fala com entusiasmo. “Adoro meu trabalho, criei meus quatro filhos, todos doutores, tiro meu sustento e leio muito. Criamos a venda on-line, nela atingimos o Brasil inteiro. Uma venda, às vezes, significa de uma só vez 70 livros”, frisou Hilda. Criada há oito anos, na Pelinca, a livraria Honey-Book, através de sua proprietária Adriana Pereira da Silva aposta em um mercado crescente em Campos. “Contabilizamos 20% a mais nas vendas, ano a ano. Vamos nos mudar para outro lugar na Pelinca: sairemos de 80m² para uma loja de 250m²”, informou Adriana. Todos foram uníssonos ao afirmar a importância das bienais do livro na divulgação das livrarias, na difusão do livro, na formação de futuros leitores e no incremento das vendas. Também revelam o expressivo sucesso de vendas da trilogia ‘50 Tons de Cinza’, editado pela Intrínseca, cuja autora é uma ex-executiva de TV, E L James. Sua trilogia, comprada basicamente por mulheres, é  a campeã de vendas de 2012, sendo aguardado o lançamento nacional do terceiro volume, para o mês de novembro. Luciana Portinho *Publicado na capa da Folha Dois, Folha da Manhã, de hoje, 29/10.  
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Imaginário e folclórico
28/10/2012 | 23h23

Imaginário e folclórico

Luciana Portinho

Amanhã (29\10), às 20h, será aberta a exposição de João Oliveira, no foyer do Teatro Municipal Trianon. O tema da exposição é “Criancices”. Em 17 grandes obras, a exposição indica ter a criança e seu universo como tema comum. Em telas retangulares de 1,80m x 1,20m ou quadradas de 1,50m x 1,50m e também em duas largas rodas de madeira João de Oliveira explorou a mistura de técnicas e texturas em cada um dos trabalhos que serão mostrados. Ele que há 17 anos não expõe — ainda que seus admiradores conheçam seu talento e criatividade — irá surpreender pela força, unidade e beleza do que apresentará. — É uma recuperação da memória da infância. São registros da minha memória. Queria lidar com técnicas ainda não experimentadas. E saiu assim; a criança aparece com aspecto fotográfico, real e, o objeto do desejo da criança, a fantasia por ela percebida como fabulosa, em pontilhismo bem alegre — disse João. Se dizendo um apaixonado por Toulouse-Lautrec e seus pastéis, durante uma longa fase, o artista retratou o índio brasileiro em pastel e óleo. Tanto pintou a temática indígena que alguns chegaram estigmatizá-lo ao dizer, “João só sabe pintar índio”. João Oliveira, que nasceu em uma Campos dos anos de 1955, estudou na antiga Escola Técnica Federal, hoje IFF. Cursou Edificações e indo para o Rio de Janeiro foi fazer arquitetura na Universidade Santa Úrsula, pois na época era o que mais se aproximava do que ele de fato desejava o design. “O que eu deveria ter sido na vida é um design gráfico, mas, na época as profissões eram mais limitadas, sem tantas opções”. Talvez por esse seu lado, tenha se afastado uma época das artes. Deu uma parada e começou com programação visual e também com intervenções urbanas em painéis. É dele a programação visual do Hospital Geral de Guarus, HGG. “Foi no governo de Arnaldo Vianna, que era o prefeito. Ele me pediu uma programação visual do hospital que humanizasse o ambiente. Criei então uma programação não restrita à técnica; nela inclui a natureza através da presença do beija-flor. Hoje também a programação visual do Ferreira Machado é minha”, discorre ele. Há cerca de um ano, seu único filho, Uno de Oliveira, o provocou no sentido que retornasse a pintar foi quando então desafiado criou o primeiro quadro com a criança focada. Nasceu assim sua atual série. Desde então o artista está imerso em suas novas descobertas de cores, suas fusões e nuances. Não há predomínio de cor no colorido que cria um mundo infantil envolto em uma atmosfera de encanto. O sonho da criança ao se lançar, de braços abertos, no ar em um aviãozinho de papel, o desejo de ao empunhar uma batuta reger uma orquestra invisível, mas, que expande sonoridade na profusão de cores em direção ao pequeno maestro do peito estufado. Seus dois quadros redondos, feitos em madeira de sucata, impactam. São duas grandes rodas. Na primeira o cabrunco, sim o folclórico cabrunco aparece imponente pelo azul pontilhado. Seus chifres são alados pela magia criativa do autor. A segunda roda remete a um carrossel, com o menino a transmitir segurança e energia, montado no cavalo que ondula, ambos perpassados pelo azul do mar na cena. Artista lamenta falta de espaço em Campos Recentemente, João e sua esposa, decidiram de comum acordo, morar afastados da zona central. “Uma mudança radical no ritmo de vida”, como os dois dizem. Saíram de um apartamento perto da Pelinca. Optaram por uma casa arejada e ampla, na baixada, a que ele chama “meu paraíso”. Com o espaço maior, pode então criar seu atelier no sótão. “Criei meu ninho”. É lá que ele se retira, quando depois da inspiração — “Ela, a inspiração vem em sonho, ou uma coisa acontece e daí ela te leva a outra” — ele parte para a execução. Aí, segundo João, quanto mais produz, mais se sente inspirado pela prática que o leva a buscar novas imagens. Sua exposição depois do Trianon já tem novos convites: poderá seguir para Macaé e Petrópolis. O artista se lamenta da falta de um espaço adequado às artes plásticas em Campos. “Temos uma faculdade de Artes na cidade, formamos artistas a cada ano e não temos ao menos uma galeria de artes. É realmente desestimulante para o artista esta realidade local”, frisa. [caption id="attachment_5099" align="aligncenter" width="550" caption="Ft. Afonso Aguiar"][/caption]    
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É uma chamada
28/10/2012 | 14h34
" A criança é um esbanjamento da natureza humana. Depois, quando ficamos grandes, aprendemos a chamar de real o que virou vazio". João de Oliveira [caption id="attachment_5084" align="aligncenter" width="600" caption="Divulgação"][/caption]

 

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O ENTOJO E O ENTORNO
26/10/2012 | 20h47
O ENTOJO E O ENTORNO NinoBellieny O Campista da Pelinca não é melhor do que o Campista da Baixada O Campista dos belos condomínios não tem sangue azul Nem vai viver para sempre. Não é o rei da planície por morar num apartamento de luxo Nem é mais inteligente por frequentar bares sofisticados Onde costumam ficar dependurados cheques planadores O Campista branco não é mais puro do que o Campista negro E o suor e o sangue deste último regou as terras sedentas e seus canaviais. Até que outras folhinhas caíssem dos calendários E dinheiro, não mais escolhesse mãos nem raças. O Campista de Hilux não é mais importante do que o carroceiro O ciclista apressado cortando a Formosa e a Beira-Valão Doido pra chegar aos braços da morena amada depois de um dia Longamente cheio de dívidas, dúvidas e gente esnobe Que o trata como se fosse invisível. As butiques mais badaladas não são melhores que as lojas do Centro. Nas primeiras, costuma-se ser bem atendido quem chegue bem vestido Nas segundas, não importa a aparência. Importa a educação. O povo do Mercado Municipal tem fibra, força e dignidade Levanta-se antes do sol enquanto muitos pretensos ricos vão acordar as 3 da tarde. O Campista de Morro do Coco, de Santa Maria, de Santo Eduardo, de Vila Nova Estuda, trabalha, trabalha, estuda, paga as contas e honra a roupa que veste. O Campista só precisa aprender a se amar de verdade Respeitar para ser respeitado com igualdade E não viver de aparências frustradas, amizades interesseiras, Parar de pensar-se carioca e ter orgulho de ser o que é E nunca deixará de ser, mesmo que vá morar em Marte. Esquecer os comentários infelizes em redes sociais, encontros antissociais, festas onde todos fazem pose no eterno treino para a morte que é a vida. Ainda bem que são poucos os que preferem o deslumbramento e o esnobismo, O deboche e o escárnio contra as próprias origens. De baixa estatura espiritual e intelectual, mesmo em minoria, sugam a força dos que constroem. Causam alarde e indignação com as suas caras e bocas murchas. Se acham ainda no alto dos alpendres, no topo das escadas, olhando A vasta plantação cheia de vazios e sonhos do passado. [caption id="attachment_5092" align="alignright" width="300" caption="Ft. Facebook"][/caption] Aristocracia feita de areia e levada por ventanias. As mesmas ventanias que varrem a planície há milhares de anos.   * Nino Bellieny, é jornalista, radialista, poeta e artista visual. Campista, nasceu no interior do município, mais precisamente na região dos tabuleiros de Campos, em Morro do Coco. Publicamos com identidade sua  mais recente poesia. Nela, ele nos fala de um tema palpitante e duramente real que ainda lamentávelmente permeia a cultura de nossa cidade. É o seu desabafo instântaneo. Deixo para a sua reflexão. Um bom fim de semana a todos. Meu fraternal abraço, Luciana Portinho  
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A realidade da população na voz de um leitor
26/10/2012 | 10h34
Cara Luciana, sou leitor diário de seu blog e concordo com vc, falo agora da área em que moro Pq Imperial, estão fazendo uma obra há mais de 2 anos, trazendo uma serie de dificuldades para os moradores do bairro e adjacências, e pior estão isolando os bairros (Sto Antonio, Pq Imperial e Bela Vista e Varandas do Visconde) com essa rodovia que é estadual e o governo municipal resolveu municipalizar. As pessoas com alguma dificuldade física, sem a pista estar em uso já estão tendo dificuldades de atravessa-la, devido a terem feito a pista mais alta que a de baixo 1 metro ou mais, colocando uns degraus em alguns pontos para as pessoas subirem na referida pista. Quem vem do Farol terá que ir até a entrada do Jockey/Penha para fazer o retorno para chegar  ao Imperial; para sair teremos que ir até a estrada dos Ceramistas. As vans que fazem o transporte das crianças não estão querendo dar estas voltas para entrar e sair dos bairros citados, as pessoas estão preferindo ficar mais de 40 minutos esperando pelo ônibus do bairro, quando antigamente andavam até a RJ216 (Campos/Farol)e pegavam qualquer ônibus com destino ao centro de Campos, do que atravessar esta pista. Prevejo muitos problemas e acidentes nesta obra feita sem nenhuma consulta feita à população que reside nos bairros. Abraços, Luiz Machado
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Cidadão do Mundo
25/10/2012 | 21h30
CIDADÃO DO MUNDO LUCIANA PORTINHO Em um espaço não maior do que 6x7 metros, ou seja, algo como 42 metros quadrados podem conter um universo inteiro quando o assunto é arte. Assim é a exposição do artista plástico cubano Francisco Rivero, no Espaço Raul Linhares, no IFF Campus Campos – Centro. O nome da exposição é “As Mãos”. Por elas, Francisco Rivera se expressa e apresenta suas criações em Campos. A exposição que foi instalada no dia 15 de outubro, dia do professor, segue aberta à visitação até o dia nove de novembro, sempre das 10 às 20h. [caption id="attachment_5075" align="aligncenter" width="600" caption="Ft.Luciana Portinho"][/caption]

 

Nascido no ano de 1951, em Havana, Cuba, Francisco é um artista plástico, pintor, ilustrador graduado pelo Instituto Superior de Desenho. Provocado, ele se põe a pensar nas mudanças que viveu como criança em seu país natal, implantadas pelo movimento revolucionário. — Apesar da pouca idade vivi o processo de câmbio revolucionário. Como jovem cursei o Instituto Pedagógico, anexo à Universidade de Havana. Corriam os anos de 1965 e 1966, era como todas as demais escolas cu-banas, de tempo integral. Esta, em particular tinha uma proposta experimental, que era de criar vínculos entre o estudo e o trabalho. Sob o arcabouço pedagógico de Paulo Freire e dos ensinamentos de José Martí, tínhamos pela manhã classes fundamentais e na parte da tarde estudávamos música, artes, fundamentos de economia doméstica, de produção industrial, carpintaria e mecânica. Mesmo sendo uma escola urbana aprendíamos produção agrícola, plantando o que consumíamos nas refeições. Era mesmo extraordinário — reflete o artista. Francisco transborda sua curiosidade, segundo ele, 100% artística. Ao tratar daquilo que sempre é indagado a quem cria, ele nos fala de uma inspiração relacionada ao modo mutante que estabelece com o cotidiano. Como a um filósofo grego, se coloca interrogações constantes, fruto do que ele chama de “uma necessidade imperiosa de ser atento a tudo, de dialogar com o outro ao propor pontes visíveis e invisíveis de comunicação”. Foi através de seu vínculo posterior com o design gráfico, em a Casa Editora, (editora de política, línguas estrangeiras e cubana) que ainda em Havana, por ocasião do bicentenário da Revolução Francesa — ano de 1989 — surgiu para Francisco o convite de expor fora de seu país, oportunidades que depois se repetiram. “Criei um trabalho sobre as Antilhas que para mim ainda serão referências futuras. Lá habitam cruzas múltiplas sem perda de identidade, mestiçagens entre entes e mulheres diversas. Estas conseguiram manter suas identidades escravas, apesar da forte presença maçônica. Elaborei um livro único, triangular, com os três lados simbolizando a igualdade, a liberdade e a fraternidade, feito em papel do bagaço da cana de açúcar. Foi a representação da Revolução Francesa e de sua interferência nas Antilhas”, disse. Dono de uma pintura e de um trabalho, em variadas técnicas de artes visuais, ele se expressa em cores vivas, é notável a presença de suas raízes caribenhas. Seja na gravura, serigrafia, pintura e até nas instalações e performances, o artista brinca ao interagir com o público e com os mais diferentes materiais, como na presente exposição ao trazer a pipa. “Sou maravilhado com as pipas, é um trabalho manual que se perde. Elas traduzem o desejo do homem de voar, de se projetar, é um delicado luxo”, frisa ele. Desde 1991, o artista que afirma satisfeito “Vivo de minha arte”, saiu de Cuba, não fugido como faz questão de esclarecer, mas, em busca de públicos para sua arte através de exposições na França, Lituânia, Espanha, Itália, Andorra, Coréia do Sul, Macedônia, Finlândia, Bélgica, Suécia e hoje no Brasil, onde, ao se casar com uma campista, mantém uma de suas três residências, as outras em Paris e Havana. Campus do IFF pode ganhar centro de artes O Espaço Cultural Raul Linhares, do Instituto Federal Fluminense — IFF Campus- Centro —, foi criado há dois anos como um único objeto: arte. É um espaço ligado à coordenação de Arte e Cultura e tem na coordenação da curadoria educativa a professora Márcia Rangel. É dela a iniciativa da presente exposição. Márcia tem bem clara a noção de que o espaço, ainda que pequeno, funciona como que uma provocação aos alunos que frequentam o IFF como uma visão técnica. — Contamos com total apoio do diretor geral do campus-centro, o professor Jefferson Manhães de Azevedo. Tanto é o apoio que a comunidade acadêmica vai ganhar um centro de artes. Este será voltado para a Avenida 28 de Março e lá teremos oficinas, salas de aula, estúdio e um mini auditório. Já fomos informados de que se encontra em fase de licitação! — disse a professora. Para uma instituição de ensino do porte do IFF Campos, de formação pública de longo tempo e voltada ao ensino tecnológico desde o início, é animador ouvir que a arte tem valor reconhecido e terá seu espaço garantido. — Sabemos que fruir da arte amplia a nossa visão infinita do mundo, no sentido das nossas possibilidades — finaliza a professora. * capa da Folha Dois, de hoje, quinta-feira (25 de outubro).
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Por que não corresponde à realidade?
25/10/2012 | 20h57
Não dá para entender a prática da PMCG ao não aplicar - a realidade do projeto arquitetônico - nos painéis ilustrativos que espalha pela cidade. Tivemos o fato conhecido da obra da beira-valão, onde dos banners constava uma bela de uma ciclovia que não vimos ao final da obra. [caption id="attachment_5067" align="aligncenter" width="550" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

No caso em questão, reparem a evidência da mudança no curso da obra (se é que teve "algum para chamar de seu" antes da fase de execução). No painel colorido não há anexo por cima do Chá-chá-chá. Aliás, fica a pergunta: não seria o Chá-chá-chá tombado como patrimônio municipal? Práticas como essas nos deixam a sensação de que foram feitos uns estudos sumários, licitado um valor (geralmente alto), e dado início. Tipo assim (sic),  "a caminhada se faz ao caminhar". [caption id="attachment_5068" align="aligncenter" width="550" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] E vão largando os  'rabos' por onde passam, como por exemplo, na obra da Avenida Sete de Setembro e adjacências, pedaços de meio fio deixados  na calçada da casa do meu vizinho,  os dois meios-fios que arrancaram e não devolveram de frente à minha casa, um monte de areia e pedra no vizinho oposto,  e por aí vai.
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"E se todos vivêssemos juntos?"
24/10/2012 | 16h39
"E SE TODOS VIVÊSSEMOS JUNTOS?" LUCIANA PORTINHO Longa francês produzido em 2010, de Stéphane Robelin (Et si on vivait tous ensemble?). De modo otimista, enfoca a reta final na vida de cinco amigos, sem nenhum problema financeiro aparente, de uma pequena cidade francesa. Em comum e ao seu modo, cada um deles afasta o figurino das perspectivas empobrecedoras com o qual a sociedade tenta lhe enfiar pela cabeça no presente. Decidem, em nome de suas dignas histórias particulares, encarar a perecibilidade e resistir. Sentindo-se postos meio de escanteio pela sociedade e respectivas famílias, o grupo (dois casais e um viúvo), são melhores amigos por mais de quatro décadas. Enfrentando problemas semelhantes, esquecimentos, desejos, sonhos realizados e a realizar, resolvem, não sem diferenças, celebrar o quê - para cada um e para todos - têm em comum: a vontade de usufruir daquilo que o presente ainda oferece de bom. [caption id="attachment_5060" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Google"][/caption]   Claude um tremendo solteirão convicto apaixonado pelas mulheres se descobre com problemas cardíacos. Jean um revolucionário romântico é casado com Annie (Geraldine Chaplin) que se ressente do afastamento dos netos. Jeanne (Jane Fonda) é uma feminista, ela sabe estar gravemente doente. Casada com Albert que cada vez mais apresenta problemas de memória ela decide não comunicar sua morte eminente ao companheiro, para poupá-lo da ansiedade do sofrimento futuro. Com uma visão poética da vida, Jeanne uma setuagenária resolvida, escolhe com requinte de humor os detalhes do cenário para o seu funeral personalizado. Quando o filho de Claude decide pô-lo num asilo, os cinco amigos optam por uma experiência comunitária, vão morar juntos em uma mesma casa, como em uma comunidade hippie. A eles se junta ainda o jovem etnólogo alemão Dirk (Daniel Brüh, Adeus, Lênin) que estuda o envelhecimento da população francesa, ou seja, dos próprios. Interessante que cada qual mantenha sua chama interior preservada, partilham algumas identidades no gosto e na postura frente à existência, expressam alegria de estar na companhia uns dos outros. É uma comédia romântica, que apresenta como possível a manutenção de uma vida viva em idade avançada desde que preservados sejam o sonho, a amizade e a sutileza no cuidado ao lidar com as mazelas do outro, exatamente como gostaríamos que cuidassem das nossas. Um filme suave. Dele, a plateia sai da sala de projeção de algum modo bem, disposta para enfrentar os males da velhice como a um desafio de jovem. * publicado na Folha Dois, sábado (20/10).
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Ainda vai dar o quê falar
24/10/2012 | 05h39
Falo do aumento legal de 60% aprovado por unanimidade para os próximos quatro anos pela legislatura municipal atual (que, no entanto, foi questionado como injusto por setores da população local), aos 25 vereadores eleitos em 7 de outubro. Nesta semana, em entrevista no Folha no Ar, dois dos novos vereadores já declaram ser justo o novo valor: Dayvison Miranda do PRB e José Carlos do PSDC, ambos da situação. José Carlos vai além; quer, " suporte com veículo, celular e combustível dentro de uma cota”. Em tempo do aumento de cobrança social 'ampla, geral e irrestrita' por ética, seriedade e racionalidade no trato da coisa pública e nas relações de equidade, seja na esfera pública ou privada... sei não. [caption id="attachment_5053" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption]

 

O fato é que vivemos em um país onde imperam as discrepâncias e os disparates entre os pares brasileiros. E ainda que a farinha tenha se multiplicado continua a prevalecer na cultura nacional o tal do "meu pirão primeiro".  
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Uma nova campanha
22/10/2012 | 14h59
Pelo nome TATU-BOLA, é a campanha que se esboça na internet. Mais de 40 mil pessoas já assinaram favoráveis ao nome simples do nosso mascote da Copa no lugar dos propostos pela Fifa: Maijubi, Fuleco e Zuzezo. Vamos lá.... [caption id="attachment_5048" align="alignright" width="350" caption="Ft. Google"][/caption]  
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Papais Noéis sem teto
19/10/2012 | 03h04
Parece piada, não é. É só Brasil mesmo e já está de bom tamanho. [caption id="attachment_5041" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Tutura Press"][/caption]

Vamos lá, os pretensos Papais Noéis do Rio de Janeiro estão sem local apropriado para estudar, é que o incêndio de 2011 que atingiu o Edifício Riqueza, no sábado passado (13\10), completou um ano. No edifício, na Praça Tiradentes, Centro, ficava a Escola de Papais Noéis do Brasil, desde quando foi fundada em 1993.

Para chamar a atenção das autoridades e clamar por providências “Papais Noéis” resolveram protestar na rua, em frente ao local e não sem razão. Desde a interdição\explosão do prédio a direção da escola tem sido forçada a formar os interessados nos cursos de ‘Papais Noéis’ e ‘Noeletes’ em bancos da Praça Tiradentes. Situação que se repete, desde terça-feira (16\10) quando nova turma se inicia. [caption id="attachment_5042" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Jornal do Brasil"][/caption]

 

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Eita ponte bonita
18/10/2012 | 14h24
Assim o nome da mais nova ponte, a Ponte do Saber, primeira ponte estaiada da cidade do Rio de Janeiro, no Fundão. Mais um Cartão-postal do Rio de Janeiro. Cidades que se amam manifestam seu amor próprio criando um sem fim de paisagens feitas exclusivamente para o deleite do morador que passa apressado. Inevitável a parada, ainda que interna, para se deslumbrar com a dimensão da boniteza da imagem. [caption id="attachment_5037" align="aligncenter" width="420" caption="Ft. Google"][/caption]

Projeto do maior especialista em luminotécnica do Brasil, Peter Gasper, a iluminação irá ressaltar a obra e o desenho do pilar, inspirado no biguá, um pássaro frequente na região. A ponte – que faz parte do caderno de encargos do Governo do Estado para os Jogos Olímpicos de 2016 – receberá as mesmas cores de outro ponto turístico do Rio, o Cristo Redentor. Eu, olhando para imagem, enxergo nela uma graciosa perna de bailarina, ou então,  daquelas nossas meninas do nado sincronizado

Além de cumprir a função social de embelezar a paisagem carioca, a ponte construída sobre o Canal do Fundão tem 780 metros de extensão e ajuda a desafogar a saída da Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, para a Linha Vermelha. Construída em concreto branco, a obra faz parte do plano diretor da UFRJ e do Programa de Revitalização do Canal do Fundão, financiado pela Petrobras, e realizado em parceria com a Secretaria Municipal do Ambiente. Nós aqui em Campos que temos um rio tão especial como o Rio Paraíba do Sul a cortar a cidade em duas bandas,  permanecemos chupando os dedos e na torcida  para que intervenções duradouras e belas também sejam feitas em nosso espaço urbano.
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Leitor sugere ajuda à PM
18/10/2012 | 13h29
Por gentileza solicito por este espaço: VAMOS AJUDAR A PM A PRENDER MAIS LADRÓES E TRAFICANTES…DISQUE DENÚNCIA: 27231177 OU 190!!! VAMOS ACABAR COM ESTE ALTO ÍNDICE DE VIOLÊNCIA E CRIMES EM NOSSA CIDADE AMADA!! 27231177!! ADOTE ESTA IDÉIA!!! NOSSA UPP (UNIÃO DA POLÍCIA COM A POPULAÇAO)!!! TODOS TEMOS A OBRIGAÇÃO E O DEVER MORAL DE AJUDAR A POLÍCIA!!! SÓ DEUS É ONIPRESENTE!!
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Quarteto da Guanabara em Campos
17/10/2012 | 14h42

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DOMINGO NO PARQUE
16/10/2012 | 18h41
É uma daquelas iniciativas de primeiro mundo. Um dia inteiro em torno de um espaço coletivo, à luz do sol e ao canto da passarada. Isso será em Campos, nesse domingo próximo, 21/10, das 10h às 17h, na agradável Praça do Flamboyant.  É uma iniciativa da Associação de Moradores do Jardim Flamboyant - Amfla - e quem está na organização do evento é o Claudio Campos que traz sua experiência das feiras alternativas de artesanato do Rio de Janeiro. [caption id="attachment_5025" align="aligncenter" width="550" caption="Divulgação"][/caption]

 

É a proposta: artesanato, criançada, gastronomia, pinturas, poesias, fotografias, música e você! Vale conferir!  
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Bola? Ao tatu-bola!
14/10/2012 | 18h15
É a bola da vez, 100%  nacional, natural da caatinga....é o Tolypeutes tricinctus, o brasileiríssimo tatu-bola, mascote da Copa de 2014. Além de representar o país, é uma tentativa de salvar  o especial bichano de hábitos noturnos, passada delicada e degustador de cupins que ameaçado de extinção está, segundo o ministério de Meio-Ambiente. [caption id="attachment_5018" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption]

 

 

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OPACIDADES
13/10/2012 | 17h54
OPACIDADES
LUCIANA PORTINHO
Mentalmente me deslocando para o universo da cultura, quando passo no final do mês a integrar a equipe jornalística da Folha Dois/Folha da Manhã. Perco o sono, fuço matérias, pesquiso um texto, registro pontos de vistas. Decido ir ao cinema assistir um filme francês, ' E se vivêssemos todos juntos',  com a temática do cotidiano. O privilégio da simplicidade perdida e recuperada da artificial complicação na complexidade do adulto. Reflito sobre a débil atenção ao visual, à estética que nos suscita, paradigmas de contrastes assim de chofre. Descubro meu desconforto - não só meu - bem retratado na coluna do Hermano Vianna, Segundo Caderno de O Globo, de ontem, sexta 12/10, onde sem questionar " a centralidade da escrita e do livro, no nosso modo privilegiado de produção e transmissão do conhecimento" se ressente da ausência no arcabouço acadêmico, de uma ênfase na educação para os outros sentidos, em especial o visual. Amanhece nas minhas mãos, O Globo de hoje, sábado 13/10. Na capa à esquerda leio a notícia - ainda pequenina - que não teria como um dia não acontecer, que mareja os meus olhos, que muitos irão zombar, mas, danem-se se não entendem o simbolismo da morte de Fidel Castro. Fortes rumores nas redes sociais indicam que em 72 horas seu fim será oficialmente comunicado. Com ela, vira-se mais uma página, não pequenina, na história da América. Sabia que me atingiria como a de um parente - amado e odiado - que compôs meio século de conquistas naquela próxima  ilha de uma gente que foi explorada e folclorizada, pobre e mestiça, da natureza morna a desafiar o mais alto grau do poderio econômico imperial bélico construído em todos os tempos no planeta. E mais uma vez, as opiniões se dividirão, e mais uma vez uns chatos me acusarão "de ser contra totalmente tudo" já que persisto em não amarrar meu umbigo às burras da cantilena do poder local. E assim continuamos a aprender a navegar no caos. E assim nos forçamos a sair da nossa zona de conforto. E por ser a favor das existências reais e conceituais.

Chove na cidade do Rio de Janeiro.

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Odisséia Carvalho, uma baixa na oposição
11/10/2012 | 21h41
[caption id="attachment_5001" align="alignleft" width="400" caption="Ft.Antônio Cruz"][/caption] Não há dúvida que a vereadora de oposição Odisseia Carvalho (PT) incomodava e bem a majoritária bancada da situação na Câmara de Vereadores. Não por acaso foi para as páginas, no dia de hoje (11/10), do jornal simpatizante às ações do poder publico municipal. Esclareço que a vereadora não conquistou seu mandato com o meu voto, mas, ao fazer a cobertura jornalística semanal para o jornal Folha da Manhã, me conquistou pela seriedade, assiduidade e firmeza incansável na lida da tribuna parlamentar. Desagradaria, por óbvio, à uma maioria insegura ainda que numericamente maior; a bancada situacionista bateu de 12x5, e o rolo compressor rechaçou toda e qualquer indicação contrária aos interesses do poder local. Assim é que o mesmo Sêneca afirmou, “Na vida pública, ninguém olha para os que estão piores, mas apenas para os que estão melhores”. É o tal do pescoço torto que o povo na sua simplicidade fala. Por mais que o contraditório político incomode, o pensamento crítico é necessário a qualquer sociedade desenvolvida,  por excelência nos impulsiona rumo à superação. A vereadora fará falta sim, na nova Câmara Municipal que se empossa em 2013.
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NO MUNDO DA REDENTOR
11/10/2012 | 16h30
NO MUNDO DA REDENTOR LUCIANA PORTINHO Na semana passada estive em uma visita à Faculdade Redentor, em Itaperuna. Fui me encontrar em reunião com o diretor acadêmico, Prof. Leandro Azeredo. Já há algum tempo, minha atenção foi atraída para a unidade da Redentor, aqui em Campos. Gostei do que vi e cheguei a partilhar com vocês aqui no blog.  É mais um presságio de um futuro diversificado e de um estímulo ao pensamento crítico tão necessário a esta nova Campos. Acrescento que a Faculdade Redentor, completa neste 2012, 10 Anos, de atividade plena. E deixa claro a missão que tem: “Formando amigos e profissionais”. A ciência social comprovou que a categoria de amigo - em dias atuais de uma sociedade multifacetada, dispersa e individualista – é uma das mais valorizadas, capital que pode ser livremente construído por exclusiva determinação do indivíduo, o Capital Social, conceito cunhado no século passado pelo sociólogo francês, Pierre Bourdier. Amigos e profissão, duas indispensáveis expressões do bem estar no século XXI. [caption id="attachment_4993" align="aligncenter" width="500" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]

Minha ida a Itaperuna para tratar de um futuro evento cultural se revelou acertada. Sai satisfeita com o diálogo travado. O Prof. Leandro, veste a camisa da instituição, é um empolgado em usar a educação no sentido mais amplo da cultura e o faz com encanto. Sua preocupação de permanentemente inserir a faculdade na vida social e econômica da região Norte e Noroeste Fluminense é legítima.

[caption id="attachment_4994" align="aligncenter" width="500" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]

Agora mesmo, Leandro está focado na organização do Segundo Congresso de Ciência, Tecnologia e Inovação do Norte e Noroeste Fluminense, 2º CONCIENTI, que vai acontecer nos dias 24,25,26 e 27 de outubro, com o tema “Educação, meio ambiente e desenvolvimento regional sustentável”. Ao mesmo tempo, também na ampla sede da Faculdade Redentor acontece o V Congresso de Iniciação Científica, com os resultados das pesquisas e trabalhos feitos ao longo do ano letivo pelos alunos. Percebe-se de modo claro, o esmero com a simpática e portentosa instalação acadêmica, a sinergia e o entusiasmo entre todos os funcionários, que mesmo em meio as suas rotinas, atenciosamente me receberam. Uma verdade salta aos olhos: vida longa tem a Faculdade Redentor!

 

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Ainda da Audiência Pública
11/10/2012 | 00h18
O líder do governo na Câmara de Vereadores de Campos, o vereador Jorge Magal (PR), por sinal um dos seis parlamentares (em 17 da atual legislatura)  que se reelegeu, ontem na Audiência de discussão do Orçamento Municipal para 2013, ao defender a prefeita Rosinha Garotinho (PR) embaralhou o discurso. Primeiro recorreu a velha e rota história de que o atual governo ainda paga dívidas - parceladas em 240 meses - do anterior, remonta aos anos de 2005/2006. Parentese: todos sabem que a administração pública é continuada, ou seja, quem sucede responde pelo anterior, e assim sucessivamente. Em anos anteriores, os governos posteriores ao do grupo político da prefeita, negociaram e saldaram as dívidas deixadas que também impediram em algum momento do município captar recursos junto aos governos estadual e federal. Aliás, não foi justo a formação dessas pesadas dívidas passadas, um dos motivos da coleção de tantos desafetos locais ao longo da trajetória política? Bom, pelo discurso em plenário do vereador Magal, esta blogueira ficou sabendo: o PSF (Programa de Saúde da Família) FALIU EM TODO O BRASIL! Isso mesmo o que foi dito e segundo o vereador, "Não foi por culpa de Rosinha. É por esta razão que o governo federal agora muda o nome do programa; este passará a se chamar Estratégia de Saúde da Família", falou Magal. E prossegui, "Falar de falta de atendimento no Hospital Ferreira Machado e no Hospital Geral de Guarus é falta de respeito com os médicos e atendentes, agora que o SUS é uma falência no Brasil, isso sim é verdade".  
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Mais ecos da Audiência Pública
10/10/2012 | 23h23
"A prefeitura destinou apenas R$ 2.994.00,00 ( dois milhões, novecentos e noventa e quatro mil reais) para a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda. Tenho conhecimento de que pessoas fazem o curso de salvatagem pela metade, pois não custeiam o curso integralmente....gostaria de ponderar um aumento no orçamento da pasta, é urgente uma atenção maior na qualificação do campista para torná-lo apto a disputar as vagas que surgirão com os investimentos do Super Porto do Açu", frisou o vereador Rogério Matoso (PPS), hoje (10/10), na Audiência.
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Ecos da Audiência Pública
10/10/2012 | 22h46
"Investiu-se R$ 1 milhão, em 2012, na Saúde em Campos", informou o representante da PMCG,  na Audiência Pública realizada hoje, 10/10, na Câmara de Vereadores. E por que não funciona????
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PMCG derrapa feio na Audiência Pública
10/10/2012 | 15h47
[caption id="attachment_4972" align="alignleft" width="400" caption="FT. Afonso Aguiar"][/caption] Destoou a intervenção do representante da prefeitura de Campos, hoje (10/10), na Audiência Publica que discutiu o bilionário orçamento municipal de R$ 2.4 bilhoes, 2013. A discussão da peça orçamentária que é de se esperar técnica, ganhou ares de discurso político inflamado pelo José Alves de Azevedo Neto, superintendente de orçamento da Secretaria Municipal de Controle. Entre outras afirmações:   “ A Fenorte (Fundação do Norte Fluminense, administrativamente ligada ao Governo do Estado do Rio de Janeiro) virou um cabide de emprego, tem mais de 100 pessoas preparadas e paradas, inclusive eu”? (o ponto de interrogação é da blogueira). “O Almy Junior, (presidente da Fenorte) tem dificuldade de relacionamento com o governo do estado” ! (o ponto de exclamação é da bloguiera) “ Eike Batista é um capitalista selvagem” *&¨%$#@* “Isso aqui (se referindo a Campos) vai ficar igual a  uma Macaé piorada”. (sobrou para a cidade vizinha, nota da blogueira). “Aqui não é São João do Meriti não”. (Pronto, os moradores de São João do Meriti, lá da baixada fluminense,  e seu prefeito Sandro Mattos (PDT) - que acaba de ser reeleito - devem estar impressionados com tanta gentileza pública entre governos independentes, nota da blogueira). “ Saúde privada no Brasil é um SUS piorado”. (como viaja o responsável do orçamento de Campos, nota da blogueira). O eminente superintendente de orçamento, teve que levar uma chamada diplomática do presidente da Casa, Nelson Nahim (PPL).
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Tudo passa..."eu passarinho"
09/10/2012 | 12h09
Afinal o quê são 539 votos para quem poucos anos atrás obteve das urnas 120 mil votos? É mesmo espantoso. Deve estar sendo penoso ao ex-secretário de Saúde de Campos, ex-vereador, ex-presidente da Câmara Municipal e ex-prefeito Alexandre Mocaiber (PSB) calmamente digerir o resultado abaixo do que certamente projetou ter. Muitas são as variantes de análise, desde a política conjuntural à de natureza financeira. De todas, asseguro ao ex-prefeito duas são realidades incontestes. A primeira diz respeito ao poder e às suas circunstâncias - aduladores do poder e os interesses imediatos do  cordão de puxa-sacos aos portadores deste. A outra é compreender  o quão volátil é a cabeça do ser humano especialmente este, que quando em vez,  transforma-se em eleitor. De tempos em tempos a sociedade passa o cerol em um e  dá linha para um outro. Assim foi, assim tem sido. Líderes foram amados, idolatrados, depois sumarizados, jogados às feras ou ao ostracismo. É mesmo impiedosa essa nossa raça humana. É o que tenho para transmitir ao pai de família, médico e ex-prefeito: solidariedade em momento nada confortável de baque nas urnas - também passageiro como tudo o mais. [caption id="attachment_4965" align="aligncenter" width="400" caption="Foto de campanha"][/caption]

 

Para você leitor, copio abaixo post que fiz quando ainda no início das eleições, o recebi em minha residência.  

Dois cafés e uma conversa

Por lucianaportinho, em 02-08-2012 - 6h04
Recebi esta semana uma visita. Veio em minha casa tomar um café. Ele o ex-prefeito Alexandre Mocaiber. Ele que além de prefeito também foi por 6 anos secretário municipal de saúde, no tempo presente é candidato a vereador nas próximas eleições pelo PSB.  Conhecemo-nos quando então presidente da Câmara Municipal assumiu o cargo de prefeito interino de Campos – naqueles episódios conturbados das eleições de 2004 – que repercutiram no ano de 2005. Naquele ano, no mês de maio, o prefeito eleito Carlos Alberto Campista após derrotar o grupo político de Garotinho, enfrentou uma batalha judicial que lhe retirou sumariamente o cargo conquistado nas urnas. Mocaiber entrou sem açodamento, encontrou uma administração em andamento já com as primeiras ações de governo em curso e os cargos de direção política preenchidos. Teve discrição e tino político em saber compor e sem criar um vácuo no governo imprimir sua marca de conciliador por natureza. Convidou-me a permanecer à frente da presidência da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. O primeiro projeto – do qual guardo maior orgulho – já com ele prefeito e com seu integral apoio, foi o do traslado dos restos mortais do ex-prefeito Barcelos Martins para o Pantheon dos Heróis de Campos (que reformamos), um ato simbólico de reparação histórica. Deposto pela força do golpe militar de 64, Dr. Barcelos tomado pelo desgosto faleceu. Foi então proibido pela junta militar de ser sepultado em Campos, sua terra natal, tendo sido sepultado então no cemitério São João Batista, Rio de Janeiro. Tantas foram as iniciativas que a equipe da FCJOL, tomou à época de sua gestão, desde a inauguração do Museu Olavo Cardoso, da consolidação das Bienais do Livro de Campos como o maior evento literário do interior do estado, da ampla reforma do Auditório Prata Tavares, da realização da Conferência Municipal de Cultura “toda gente é cultura”, da criação oficial do Conselho Editorial da FCJOL, da criação do Conselho Municipal de Cultura, da realização do I Salão Internacional de Humor Ecológico de Campos, da implantação da Biblioteca Infantil Lúcia Miners, e de inúmeras outras ações no campo da cultura e da preservação do patrimônio. Em todas, sem exceção, Alexandre Mocaiber nos depositou irrestrita confiança e liberdade. Todos sabem que no meio de seu mandato, Mocaiber, enfrentou a mais espalhafatosa, violenta e estranha ação policial desta planície. Criado um palco com luzes, microfones de longo alcance e muita encenação massivamente repetida em meios de comunicação nada idôneos,  transformado em vilão da noite para o dia. Sofreu calado junto aos seus filhos e sua corajosa mulher a perseguição ensandecida que até agora, passados quase 5 anos, nada de concreto apurou. Recentemente, até um juiz federal se manifestou sobre a suposta evidência da incorreção original do gigantesco processo.
Ft.Luciana Portinho
No seu jeito de ninguém atacar e como afirma “fazer política olhando para frente e não para o retrovisor”, Mocaiber vai nessas eleições próximas buscar a conquista de seu terceiro mandato de vereador. Passados quatro anos do nosso afastamento, entre nos dois ficou um respeito e consideração benéfica a ambos. Faço aqui o meu registro.
 
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No horizonte: futuros possíveis
07/10/2012 | 21h55
Hoje (7 de outubro) cedo na rua, pelo jornal Folha da Manhã, em entrevistas com candidatos a prefeito de Campos. Logo me deparei com duas das futuras possibilidades da renovação na política em Campos. São eles: Rafael Diniz e Rogério Matoso. Dois jovens de passado limpo, de presente atuante, de futuro em construção. Sou daquelas que carrego a certeza de que a via da transformação social é pela POLÍTICA. Uma essencial atividade humana - tão nobre quanto antiga – que tem sido irresponsavelmente achincalhada na última década em nosso país, continua a tocar fundo em mim, é vital à permanência da vida em sociedade. Deixo aqui os dois depoimentos colhidos. Por uma coincidência, os dois pertencem ao mesmo partido político, o Partido Popular Socialista (PPS), legenda que saiu das entranhas do antigo Partido Comunista Brasileiro (PCB), carinhosamente chamado Partidão. Muita água rolará e...  pedras também. [caption id="attachment_4948" align="alignleft" width="300" caption="ft.Folha da Manhã"][/caption] Rogério Matoso (PPS) Confiante de ter feito a opção correta, ao abrir mão da sua reeleição de vereador, Rogério Matoso (PPS) vice-prefeito na chapa junto com Arnaldo Vianna (PDT), afirma ter aprendido bastante nessas eleições municipais. Sem querer detalhar projetos futuros, afirma: “Meu passo sempre foi um passo atrás do outro, não tenho sangria desatada pelo poder. Lutamos e prometo continuar na luta de maneira propositiva que é o meu modo de fazer política. Fizemos um trabalho altivo, ainda acredito na possibilidade de um segundo turno nesta eleição judicializada ao extremo o que é ruim para o processo político de Campos. Quais são os desdobramentos? A morosidade da justiça põe o eleitor em dúvida; é mais um pleito sub judice?, indagações que deixou no ar Matoso.       [caption id="attachment_4949" align="alignleft" width="400" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]   Rafael Diniz (PPS) Realizando o sonho de poder votar em si próprio pela primeira vez, o candidato a vereador Rafael Diniz (PPS) se mostra satisfeito com o trabalho alcançado. “Persigo no sonho, de meu pai o ex-deputado Sérgio Diniz e de meu avô o ex-prefeito Zezé Barbosa, de lutar para que a nossa cidade seja melhor. Surpreendi-me com a quantidade de pessoas que não só acreditaram em mim com também abraçaram a ideia tornando a nossa candidatura coletiva. Pela minha história familiar, não nego, estou emocionado. O trabalho está só começando. Temos que mudar um pouco o perfil da política. Pela importância da política em nossas vidas não podemos ter nojo da atividade. É o início para voos futuros”, declarou Rafael.    
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TRE-RJ: Eleição com Centro de Inteligência
05/10/2012 | 21h18
TRE-RJ inaugura centro de inteligência para monitorar segurança das eleições O presidente do TRE-RJ, desembargador Luiz Zveiter, vai inaugurar, às 13h deste sábado, dia 6, as instalações do Centro de Controle e Comando das Eleições 2012. Imediatamente após a cerimônia, o local passa a centralizar o processamento das informações que vão servir de base para a tomada de decisões sobre a segurança do pleito. O Centro vai funcionar de forma ininterrupta até a conclusão da totalização dos votos de todo o Estado do Rio, o que inclui a madrugada de domingo, quando haverá patrulhamento ostensivo para coibir o crime de boca de urna. Trata-se da primeira vez que o TRE-RJ monta um centro de inteligência deste porte para as eleições. Articulado ao Disque Denúncia Eleitoral, ao Disque Denúncia da Polícia Civil e ao telefone 190 da Polícia Militar, o Centro de Controle e Comando vai filtrar as informações por cada força de segurança, para separar os delitos segundo o grau de potencial ofensivo. Crimes eleitorais mais graves, como a compra de votos, receberão prioridade. O Centro terá 13 computadores interligados em rede de banda larga com velocidade de 10 Mb. Para garantir a estabilidade da conexão, haverá a presença de representantes da Anatel, Embratel e Oi no local, que também está equipado com um telão com datashow. Além do TRE-RJ, integram o Centro de Comando e Controle representantes da Marinha, do Exército, da Secretaria de Estado de Segurança Pública e das Polícias Federal, Civil, Militar e Rodoviária Federal. * por e-mail, Ascom TRE-RJ
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Fiscais falsos são presos em ação
05/10/2012 | 14h53
?Abram os olhos, apurem os sentidos que tem de tudo... A equipe de fiscalização da 143ª ZE flagrou um policial militar e um bombeiro, armados, atuando ilegalmente como fiscais da propaganda na praça Araribóia, no centro de Niterói. Os dois militares, vestidos à paisana, estavam retirando placas e faixas de campanha quando foram abordados pelos fiscais do TRE. De acordo com o depoimento do bombeiro, a dupla estava atuando a mando do Partido dos Trabalhadores (PT). A juíza Rita de Cássia Vergette, responsável pela fiscalização da propaganda no município, determinou a prisão em flagrante por crime eleitoral e o encaminhamento dos dois à Delegacia da Polícia Federal em Niterói. *por e-mail da Ascom do TRE-RJ
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Cabral com Fátima
04/10/2012 | 18h39
  Na reta final de campanha o governador Sérgio Cabral (PMDB) em apoio  a candidata a prefeita de Quissamã, Fátima Pacheco (PT, esteve presente em Quissamã, na   quarta-feira (03/10). Cabral movimentou o centro da cidade ao participar da caminhada de Fátima. Cerca de duas mil pessoas andaram junto do governador  e também ao lado do vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), do prefeito Armando Carneiro (PSC) e do candidato a vice, Arnaldo Mattoso (PMDB). Ao término da caminhada foi realizado um comício relampago ao meio de populares e militantes. O governador mandou um recado ao adversário da petista, o ex-prefeito Octávio Carneiro (PP). “Se ele estivesse aqui, na minha frente, eu diria pra ele: é preciso saber a hora de parar”. E afirmou, "É um prazer estar aqui em Quissamã para apoiar esta chapa vencedora: Fátima e Arnaldo. A aliança política que tem dado certo no governo federal, com o PT e o PMDB de Dilma e Michel Temer, eu tenho certeza que também dará certo aqui em Quissamã”, discursou. Cabral reafirmou a importância do apoio dos governos federal e estadual para a futura prefeita do município dar continuidade ao projeto do Complexo Logístico Farol/Barra do Furado. Fátima agradeceu o apoio e disse que Quissamã precisa estar em sintonia com as políticas públicas implementadas em outras esferas de governo. “O estado do Rio nunca cresceu tanto. Graças ao trabalho do governador Cabral na áreas de saúde, educação e geração de emprego. Hoje, ao contrário das gestões anteriores, o Rio tem um governador que dialoga com o governo federal e pode trazer grandes avanços, como o combate a violência”, frisou a candidata. Também divulgado no blog Na Curva do Rio, da jornalista e colega Suzy Monteiro, ver aqui.
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Orientação ao eleitor
04/10/2012 | 16h43
Em contagem regressiva para o 1º turno das eleições, que se realizará no próximo domingo, dia 7 de outubro, o TRE-RJ alerta os eleitores quanto a alguns cuidados que devem ser observados no dia do pleito. Um dos pontos principais diz respeito à proibição do uso, na cabine de votação, de celular, equipamento de radiocomunicação ou qualquer outro equipamento que possa comprometer o sigilo do voto. E o Tribunal volta a lembrar aos eleitores que não aceitem qualquer tipo de intimidação: a urna é totalmente inviolável e o voto absolutamente secreto. Ninguém tem como saber em quem o eleitor votou. No dia da votação, são proibidos também a aglomeração de pessoas e veículos com material de propaganda, o uso de alto-falantes, a realização de comícios, carreatas, transporte de eleitores e boca-de-urna, e qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de candidatos em publicações, como panfletos e cartazes. Porém, não é considerada propaganda a manifestação individual e silenciosa da preferência do eleitor por partido político, coligação ou candidato, através de adesivos, bandeiras e broches. “Está proibido tudo que não seja button, adesivo e bandeira. A manifestação silenciosa tem que ser desta maneira. Fora isso, é propaganda irregular”, avisa o presidente do TRE-RJ, desembargador Luiz Zveiter. No dia 7, o cidadão deve comparecer ao local de votação com um documento de identidade com foto e, preferencialmente, o título de eleitor. Caso tenha perdido o título, o eleitor pode consultar qual a sua seção eleitoral e local de votação no site do TRE-RJ (www.tre-rj.gov.br) ou do TSE (www.tse.gov.br), na aba “Eleitor”, opção “Título e local de votação”. É importante que o eleitor leve uma “cola” no momento de votar, para não errar o número de seus candidatos. De acordo com a Constituição Federal, o voto é obrigatório para os maiores de 18 anos e menores de 70, e facultativo para o eleitorado entre 16 e 18 anos, para os maiores de 70 anos e para os analfabetos. Tem preferência na hora de votar os candidatos, os juízes, seus auxiliares e servidores da Justiça Eleitoral, os promotores eleitorais, os policiais militares em serviço, os eleitores maiores de 60 anos, os enfermos, as gestantes e as lactantes. Para votar, o eleitor com deficiência poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança, ainda que o acompanhante não tenha sido requerido antecipadamente ao juiz eleitoral. A votação terá início às 8 horas da manhã e será encerrada às 17 horas. Após esse horário, só poderão votar os eleitores que já estiverem na fila às 17h, aos quais serão distribuídas senhas numeradas. No dia da eleição, o eleitor que estiver fora de seu domicílio eleitoral deverá justificar sua ausência, em qualquer local de votação ou posto de justificativa, munido do título eleitoral ou de um documento oficial de identificação com foto e o respectivo formulário devidamente preenchido. O formulário Requerimento de Justificativa Eleitoral pode ser obtido, na Internet, por meio do link www.tse.jus.br/eleitor/justificativa-eleitoral/justificativa-eleitoral. Caso o eleitor não apresente a justificativa no dia da eleição, deverá apresentá-la, em até 60 dias, ao juiz da zona eleitoral onde é inscrito. O eleitor com domicílio eleitoral no Brasil que esteja em trânsito no exterior e não tenha votado nas eleições terá ainda o prazo de 30 dias após seu retorno ao Brasil para justificar sua ausência. Ascom TRE-RJ
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Flip 2013 homenageará Graciliano Ramos
02/10/2012 | 21h55
Os grandes eventos são assim: respeitam calendário, planejados e divulgados com atencedência. A surpresa fica restrita ao futuro e de quem dele usufruir. Graciliano Ramos será o homenageado da 11ª Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), que será realizada entre os dias 3 e 7 de julho de 2013. No próximo dia 27 de outubro se completam 120 anos do nascimento do autor, natural de Quebrângulo, Alagoas. Escritor, jornalista e político, Graciliano Ramos teve uma vida em que a literatura e a política se entrelaçaram e, não raro, as convicções e atividades políticas inspiraram suas obras de forte conteúdo social. Memórias do Cárcere revela sua amarga experiência no período em que esteve preso durante a ditadura de Getúlio Vargas, em 1935, acusado de subversão. Vidas Secas, um de seus mais celebrados trabalhos, retrata, por meio de um relato indignado, as agruras dos retirantes nordestinos castigados e humilhados pela seca. [caption id="attachment_4917" align="alignleft" width="256" caption="Imagem:livroerrante.blogspot.com"][/caption] “A crítica da sociedade e a autocrítica do artista estão ligadas na obra de Graciliano Ramos. A reflexão sobre as implicações éticas da escrita resulta, em seus livros, numa constante avaliação e revisão dos próprios procedimentos. Em vez da prosa documental de tantos autores engajados do mesmo período, o que se vê então é uma obra em que o próprio compromisso político conduz à experimentação, pois está vinculado a um espírito crítico rigoroso e hostil ao dogmatismo”, assinala Miguel Conde, curador da 11ª Flip, ao explicar a escolha do homenageado. De acordo com Mauro Munhoz, diretor-geral da Flip, a escolha de Graciliano Ramos como homenageado se traduz não apenas nas atividades durante o evento mas, também, na estreita aproximação do autor e de sua produção literária com a comunidade local durante todo o ano. “Os alunos das escolas de Paraty vão estudar a vida e a obra do autor desde janeiro do ano que vem  e serão realizadas ações permanentes para que moradores e visitantes de Paraty possam ter uma proximidade ainda maior com esse importante escritor”, explica Munhoz, que também preside a Associação Casa Azul, entidade realizadora da Flip. * por e-mail da flip.org.br
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Operar no presente, enxergar o futuro
02/10/2012 | 14h52
  [caption id="attachment_4912" align="alignleft" width="284" caption="Ft.sitesustentavel.eco.br"][/caption] Dias atrás assinei algumas petições, dessas que rodam nas redes sociais. Todas ligadas ao meio ambiente natural. Duas classifico como mais importantes. A primeira pelo Desmatamento Zero, pronto, bem radical mesmo.  A outra lança um SOS Ártico, denuncia o alarmante degelo do Ártico. Desde muito tenho admiração pelo GreenPeace. Vejo com tremenda simpatia ( e um tanto de orgulho) aqueles caras pendurados em cabos de aço pelo planeta, em mínimos botes no meio dos oceanos. São ações de pessoas que ainda acreditam que fazem toda a diferença na vida. Alguns classificam eles de românticos ou ainda de sonhadores. Hoje, 02/10, para minha satisfação plena, O Globo traz na capa da revista O Globo Amanhã  uma fotografia de um urso polar ao meio de um gelo não tão mais profundo. Na interna, em matéria da página 12 intulada "SEM GELO E COM PETRÓLEO", nada mais nada menos, do que aquele corajoso naviozinho verde do Greenpeace, singrando por um mar que se antes foi sólido, hoje já é um retalho de cacos de gelo. Em questão a elevação da temperatura da Terra que no presente aumenta na mesma proporção dos interesses econômicos na região, leia-se exploração de petróleo! O Greenpeace, reivindica, a criação de uma área de proteção ambiental internacional. Assinei, tô dentro! Se me convidarem (sic), também no navio entro.  
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Uso e abuso
01/10/2012 | 20h16
Assim,  as últimas semanas das eleições municipais em Campos têm sido.  Um uso indevido, um abuso no uso da máquina pública.Por essas e outras  é que o instituto da reeleição não pode continuar no Brasil. Sou contra por criar uma absoluta disparidade um desequilíbrio constante que a Justiça Eleitoral por mais que se esforce não dá conta. Além dos postes e banheiros químicos pintados, alugados e pagos com recursos públicos, agora há índicios de que chegaram à máxima de utilizar o sítio oficial da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes para não só noticiar como também para propagandear. Resultado:  até a página oficial, sofreu intervenção da Justiça Eleitoral. Permanece o site no ar, mas, sem qualquer "notícia", ver aqui. Complicado,  e triste. * Notícia veiculada no blog do Claudio Andrade, ver aqui
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