É LEI
31/05/2012 | 09h02
Recebi pela rede social Facebook e repasso. Julgo uma lei correta e necessária. É benéfica para o pequeno produtor. É garantia de uma alimentação saudável aos jovens, alunos da rede pública de ensino. LP [caption id="attachment_3990" align="alignright" width="300" caption="Foto: César Ferreira"][/caption] É Lei ! No mínimo, 30% de todo recurso do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para alimentação escolar tem que ser aplicado na compra direta de produtos da AGRICULTURA FAMILIAR. Sem intermediários. Para o AGRICULTOR FAMILIAR, a lei é mais uma alternativa de comercialização, diversificação e geração de renda. Para os ALUNOS DA REDE PÚBLICA DE ESNINO, é a garantia de alimentos e hábitos saudáveis. Para o MUNICÍPIO, o fortalecimento da cadeia da produção à comercialização e a geração de emprego e renda. Fortalecendo a economia local. No último dia 28, segunda-feira, o presidente da Associação dos Produtores de Cana (ASFLUCAN), Eduardo Crespo, participou do Seminário "Compra Mais". Um programa de compras governamentais para micro e pequenas empresas do estado do rio de Janeiro. O evento aconteceu no Centro de Convenções da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) com a participação produtores, Entidades e gestores públicos.
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Educação no horizonte
29/05/2012 | 12h58
Registro que recebemos, da recente visita dos professores - André Raeli (diretor da Faculdade Redentor, em Campos) e Luis Adriano Silva (diretor executivo geral da Faculdade Redentor) - ao prefeito de Macaé, Riverton Mussi. Uma visita de cunho educacional. São os reflexos da expansão regional de serviços, provocada pelos gigantescos investimentos no Porto do Açu. Só não vê quem não quer.
                           Ft. Nino Bellieny
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À VIDA (merece música)
29/05/2012 | 00h02
Recebi e repasso a todos vocês. É pública a batalha, guerra de guerrilha ou movimento para manter as orquestras e o projeto ONG Orquestrando a Vida, vivo, em Campos!  O nosso respeito, o nosso apoio. EU VOU! [caption id="attachment_3968" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Google"][/caption] "Canto alla Vita" Esse é o espetáculo que será apresentado nos dias 16 e 17 de Junho, com renda revertida para a reabertura das atividades da ONG Orquestrando A Vida. Você pode estar engajado nesta campanha e ainda vivenciar momentos artísticos de extrema beleza com atriz global Sylvia Massari, os cantores Max Wilson, Geraldo Mathias e a Orquestra Sinfônica Mariuccia Iacovino. O espetáculo acontecerá no Centro de Convenções da UENF, em três sessões e os ingressos custam R$20,00, podendo ser comprados na SEDE da ONG Orquestrando a Vida (Av.Alberto Torres,223) ou com pais e alunos da instituição. No sábado (16), sessões as 18:00 e as 20:30 e no domingo(17), as 18:00. Participe, dê sua contribuição a manutenção deste projeto que é nosso!!! Maiores informações: (22)27223630  
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Um mestre na atualidade
28/05/2012 | 15h36
[caption id="attachment_3952" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Google"][/caption]

Da cegueira colectiva à aprendizagem da insensibilidade - Discurso de Mia Couto na Aula Inaugural/2012 da Escola de Comunicação e Artes - Parte Introdutória.

«Quero, antes de mais, saudar os professores. Durante anos, fui professor. E quando digo isto há uma emoção fortíssima que me atravessa. Eu não sei se há profissão mais nobre do que a de ensinar. E digo ensinar porque existe uma diferença sensível entre ensinar e dar aulas. O professor no sentido de mestre é aquele que dá lições. Os professores que mais me marcaram na vida foram os que me ensinaram coisas que estavam bem para além da matéria escolar. Não esqueço nunca um professor da escola primária que um dia leu, comovido, um texto escrito por ele mesmo. Logo na declaração da sua intenção nasceu o primeiro espanto: nós, os alunos, é que fazíamos redações, nós é que as líamos em voz alta para ele nos corrigir. Como é que aquele homem grande se sujeitava àquela inversão de papéis? Como é que aceitava fazer algo que só faz quem ainda está a aprender? Lembro-me como se fosse hoje: o professor era um homem muito alto e seco e, nesse dia, ele subiu ao estrado da sala segurando, nos dedos trémulos, um caderno escolar. E era como se ele se transfigurasse num menino frágil, em flagrante prestação de provas. Parecia um mastro, solitário e desprotegido. Só a sua alma o podia salvar. Depois, quando anunciou o título da redação veio a surpresa do tema que parecia quase infantil: o professor iria falar das mãos da sua mãe. Éramos crianças e estranhámos que um adulto (e ainda por cima com o estatuto dele) partilhasse connosco esse tipo de sentimento. Mas o que a seguir escutei foi bem mais do que um espanto: ele falava da sua progenitora como eu podia falar da minha própria mãe. Também eu conhecera essas mesmas mãos marcadas pelo trabalho, enrugadas pela dureza da vida, sem nunca conhecerem o bálsamo de nenhum cosmético. No final, o texto acabava sem nenhum artifício, sem nenhuma construção literária. Simplesmente, terminava assim, e eu cito de cor: "é isto que te quero dizer, mãe, dizer-te que me orgulho tanto das tuas mãos calejadas, dizer-te isso agora que não posso senão lembrar o carinho do teu eterno gesto." Havia qualquer coisa de profundamente verdadeiro, qualquer coisa diversa naquele texto que o demarcava dos outros textos do manual escolar. É que não surgia ali, em destacado, uma conclusão moral afixada como uma grande proclamação, uma espécie de bandeira hasteada. Aquele momento não foi uma aula. Foi uma lição que sucedeu do mesmo modo como vivemos as coisas mais profundas: aprendemos, sem saber que estamos aprendendo. Lembro este episódio como uma homenagem a todos os professores, a esses abnegados trabalhadores que todos os dias entregam tanto ao futuro deste país. Comecei por saudar os professores. Parece que me esqueci dos estudantes. Ou que os coloquei em segundo plano. Mas não. Todos somos professores, mesmo que não o saibamos. Perante os outros, perante os nossos pais, perante os amigos, perante nós mesmos, com bons ou maus exemplos, com tristes ou gratificantes lições, todos somos professores. O professor primário que leu uma redacção sobre as mãos calejadas de sua mãe não imaginava que estaria marcando para sempre um aluno seu. O poeta William Henley não poderia imaginar que versos seus poderiam sustentar, cem anos mais tarde, a vontade de lutar de um africano que iria mudar o destino de milhões de pessoas. Fazemos o que fazemos não porque sejam grandiosas iniciativas mas porque necessitamos mudar as coisas e melhorar o mundo. Fazemos o que fazemos porque, como diz o poema, nós queremos ser donos do nosso destino e capitães da nossa alma colectiva." Obs. Extraído da rede social Facebook. Mia Couto, natural de Beira, Moçambique, é um dos nomes mais importantes da nova geração de escritores africanos de língua portuguesa.    
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Vamos?!
27/05/2012 | 19h22

São 15 minutos de encantamento, resta você se dispor a viajar....

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Adzywe9xeIU[/youtube]
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SERVE PARA TODOS
26/05/2012 | 22h39
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=u4QtchhtTyU[/youtube]
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EM CAMPOS ACONTECE
26/05/2012 | 14h55

Sábado, 14h, Av.28 de Março, quase em frente do Shopping 28. Aparentemente...nada aparente. Excesso de velocidade?

Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais

 

 
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Força Motriz
25/05/2012 | 07h39
[caption id="attachment_3936" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Google"][/caption]

Hoje, 25 de maio é o dia da indústria.

Ela que surge da mais rude artesania, apertou o passo no vapor da manufatura e, soltando sua tóxica coluna de fumaça, disparou pelo planeta. Por cada canto percorrido, enfiou cunha. Fez cirurgia na feição das cidades.  Foi ambiente de exploração besta da breve vida humana. Juntou e separou gente. Foi fonte de emoções exaltadas de mudança. Projetou em nossas retinas épicas imagens. Eternizou o romance, se meteu no sexo. Nas tintas vieram texturas e cores; arte. Do preto na prensa, palavras multiplicadas; jornal. Da construção dos instrumentos musicais, ecoaram vigorosas sinfonias. Pelo céu abriu buraco; alterou a vida do humano. Tudo de objeto que em poucos séculos o homem possui existe graças ao modo de produção na indústria. Razão de comemorá-lo? E como! É salvar a capacidade infinita de transformação do homem. luciana portinho    
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É LEI, É O EXEMPLO
24/05/2012 | 14h44
Por BRASÍLIA, estadao.com.br, Atualizado: 24/5/2012 3:12

Ministra que preside TSE põe seus contracheques na internet

[caption id="attachment_3930" align="aligncenter" width="459" caption="Ft. Google"][/caption]

 

A ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, que atua no Supremo Tribunal Federal (STF) e é presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgou ontem os seus contracheques. Um dia após o STF ter decidido publicar de forma individualizada os salários de seus ministros e funcionários, Cármen Lúcia veiculou no site oficial do TSE a informação de que recebe R$ 26.723,13 do Supremo e R$ 6.413,52 do tribunal eleitoral. Ao divulgar o próprio salário, a ministra afirmou que cumpre a Lei de Acesso a Informações Públicas. Os valores pagos pelo STF e pelo TSE sofrem descontos como plano de saúde (R$ 122,14) e Imposto de Renda. O salário líquido total (somando os rendimentos do STF e TSE) recebido pela ministra é de R$ 23.283,82. A veiculação da remuneração dos outros integrantes do TSE e dos servidores ainda será discutida numa sessão administrativa, informou a assessoria do tribunal. A tendência é revelar os valores com nomes dos respectivos funcionários. Na terça-feira, o Supremo decidiu divulgar a folha de pagamento da Corte. A decisão ocorreu na esteira de decreto presidencial, assinado por Dilma Rousseff, determinando a divulgação de todos os salários do Executivo. Inicialmente, houve resistência dos demais Poderes em seguir o Executivo. Os ministros do STF recusaram um pedido de servidores para que a identidade dos funcionários fosse preservada. Há resistência de parte do Judiciário e de associações de magistrados e funcionários da Justiça em divulgar os salários. Para esses setores, a divulgação dos nomes atrelados aos salários poderá colocar pessoas em risco. 'Divulgar o nome é a mesma coisa que dar endereço e telefone. Pelas redes sociais, Google, qualquer pessoa é encontrada', afirmou recentemente o presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Nelson Calandra. No entanto, os apelos não convenceram o STF. Na última terça-feira, ao discutir o assunto, os ministros lembraram que no passado decidiram a favor da divulgação de forma individualizada da folha de pagamento da Prefeitura de São Paulo. No caso dos salários do STF, decidir de forma diferente não seria adequado, concluíram.
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Ainda o Cabo Anselmo
22/05/2012 | 16h37
Terça, 22 de Maio de 2012 - 10h30

Comissão decide se Cabo Anselmo será indenizado

Agência Estado Instalada há dez anos, a Comissão da Anistia terá nesta terça uma atividade inédita. Julgará pela primeira vez um pedido de indenização feito por um agente duplo. Trata-se do caso de José Anselmo dos Santos, o Cabo Anselmo, que entrou para a história como delator, atuando ao lado das forças de repressão política nos anos do regime militar. No pedido que será julgado nesta terça, porém, ele alega que, antes de se bandear para o lado da repressão, foi ele mesmo um perseguido político. O reconhecimento como anistiado e indenização que pede, no valor de R$ 100 mil, referem-se a este período em que teria atuado na resistência.
Segundo suas alegações, ele fez parte da oposição do início do golpe militar, que depôs o governo legalmente constituído de João Goulart, em 1964. Teria sido perseguido, preso e exilado. Mudou de lado, afirma, no início da década de 1970, após ter sido preso em São Paulo pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury - um dos agentes mais ativos e emblemáticos do período da ditadura. As informações que ele repassou ao delegado e sua equipe teria contribuído para a morte de mais de 200 opositores do regime, segundo relatos de ex-presos. O julgamento será público e deve começar às 13 horas, no Auditório Tancredo Neves, na sede do Ministério da Justiça, em Brasília. O pedido inicial do Cabo Anselmo foi protocolado no ministério, à qual está vinculada a Comissão da Anistia, 2004. Não pôde ser levado adiante, porém, segundo informações daquela instituição, por falta de documentos de identificação do requerente. De acordo com informações da assessoria do ministério, para esclarecer os fatos envolvendo a atuação do Cabo Anselmo, que ganhou esse nome por ter sido cabo na Marinha, foram feitas pesquisas em diferentes arquivos. O relator do caso, Nilmário Miranda, que já foi titular da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, teria analisado cerca de quatro mil documentos, alguns ainda inéditos. A sentença será definida pelo voto de 12 conselheiros, sob a presidência de Paulo Abrão. Pires Júnior. Até a tarde desta segunda, o requerente ainda não havia confirmado se estaria presente à sessão desta terça. Se o seu pedido não for atendido, ele poderá recorrer, apresentando mais argumentos e documentos à comissão. Todo o processo será tornado público após a decisão final. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Imagem da redemocratica.org
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FESTA DE SANTA RITA
17/05/2012 | 09h26

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UM CÃO SEM DONO
16/05/2012 | 07h37

de  Nino Bellieny

 
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No ato do adeus
15/05/2012 | 15h53
Em manhã de chuva fina e vento sul, o campista faz suas despedidas finais a Sérgio Diniz. Todas as vozes presentes citam o homem público coerente e leal aos seus princípios. Falam do professor vocacionado, do parlamentar do discurso lúcido, do colega entusiasmado no potencial da educação, da práxis cristã, do ser brincalhão e feliz na intimidade. Seu corpo foi velado no auditório da Universidade Cândido Mendes. O enterro aconteceu às 13h no Cemitério Campos da Paz. Aqui rendo meu respeito e admiração. [caption id="attachment_3895" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

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MÃE NA PLENITUDE
12/05/2012 | 20h19
[caption id="attachment_3890" align="aligncenter" width="480" caption="Imagem extraída do Facebook"][/caption]

 

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Brasil+200 milhões
11/05/2012 | 15h58
A imprensa carioca tem manifestado sua irritação (como hoje na primeira página de O Gobo) com o prejuízo causado pela população de rua que ocupa praças e parques da cidade,  em contra-mão à proximidade da Rio+20.  A preocupação declarada é com 'um cenário mais digno de boas recordações para visitantes que conhecerão a cidade durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20'. Parcela da massa crítica da capital do estado do Rio, preocupa-se  com os belos cartões-postais, tomados por moradores de rua. Eu, pelo meu lado, me estranho com a sociedade individualista da qual sou parte; esta pelo jeito não se importa mais com os humanos que habitam nas ruas. Esses,  são notados como intrusos em uma bela paisagem. Como aquela mosca indesejável rondando a nossa mesa de festa. Inteiros estraga prazeres. Deixo aqui, um pensamento do Nobel da Literatura de 2008,  o francês Le Clézio. Le Clézio, foi o escritor abordado, hoje (11/05),  pela Folha Letras, Folha Dois, do jornal Folha da Manhã. (http://www.fmanha.com.br/) “Trata-se de um conjunto, de um todo, a sociedade, e, podre, uma vez que é preciso contar com ela ao mesmo tempo que se não deve contar. Quer dizer, é como um conjunto estável, composto por elementos instáveis. Ora é impossível viver no interior, sem sofrer essa instabilidade, esse monte de mentiras. Surge então o medo de utilizar o mínimo pormenor que participe dessa instabilidade. É a revolta. Você duvida do valor das palavras, dos gestos, do que representam as palavras, das ideias, das mais simples associações de ideias, dos sonhos e até da realidade, das sensações mais claras, mais agudas. Você duvida mesmo da duvida, da organização que toma, da forma que adota. Não lhe fica nada. Já não é nada, é um camaleão, um eco, uma sombra. Isso é obra da sociedade, compreende?”
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LEONARDO BOFF NO IFF
10/05/2012 | 12h51
[caption id="attachment_3869" align="aligncenter" width="500" caption="Imagem extraída do Facebook"][/caption] "Educação é saber cuidar".  LEONARDO BOFF estará no IFF, na próxima terça-feira, às 19h. (Concha Acústica do campus Campos Centro). Contamos com sua presença e apoio na divulgação!
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O verde é oliva
09/05/2012 | 20h41
Recebi honroso convite para assistir a uma tradicional solenidade no 56º Batalhão de Infantaria. O evento aconteceu, na semana passada, e o convite me foi feito pelo comandante da unidade militar, o Tenente Coronel Vitor Martorelli Alexandre. Foi a entrega da Boina Verde aos recrutas incorporados no presente ano. [caption id="attachment_3856" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Cb Felipe"][/caption]

Encontrei o batalhão iluminado em noite de festa. Confraternização da tropa em gala e a banda ao meio do belo hino  "Canção da Infantaria".

[caption id="attachment_3860" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Já confessei aqui minhas pazes internas com o Exército Brasileiro. Passei minha adolescência relacionando tão importante instituição nacional à ditadura militar. Talvez eu tenha sido um tanto simplória. Também não foi invencionice da minha cabeça não. Passou. A história recoloca seus atores nos devidos lugares. Devo a alegria da reconexão particular, ao vibrante comandante deste Batalhão. É um militar cioso do cargo que ocupa. É um apaixonado por sua missão e leitor das estratégias de guerra. Ele nos fala da evolução do Exército Brasileiro, da necessária manutenção de uma força de reserva de peso. Descubro, reconfortada: a Amazônia é a prioridade.  É grandiosa a tarefa desses homens, a defesa de um Brasil continental!

Para quem como eu não sabia, a boina verde oliva é o símbolo do soldado do exército brasileiro. Sua origem, como indumentária militar é própria das unidades blindadas e mecanizadas, remonta à Primeira Guerra Mundial. A entrega das boinas aos recrutas representa a primeira vitória deles, é o primeiro degrau, simboliza que superaram as instruções iniciais. É a afirmação de que estão aptos a  serem verdadeiros soldados. [caption id="attachment_3858" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Cb Felipe"][/caption]

O verde é oliva, "a praça é do povo como o céu é do condor" !

 
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Boas novas para Campos
07/05/2012 | 20h04
Estive, na quinta-feira passada (03/o5 ) -  a convite de um colega, o jornalista Nino Bellieny - visitando a Faculdade Redentor, recém instalada em Campos. Ela funciona na rua Dr. Beda. Nino é o mestre de cerimônia, da Redentor.  Foi uma grata surpresa me deparar com as instalações que estão sendo construídas para sua imediata ampliação. Outra boa surpresa foi enxergar o ânimo nos profissionais da faculdade.  Vibram com  a realidade presente; é ótima a aceitação de seus cursos por parte do campista. Mais ainda, crescem ao falar dos novos cursos a serem ofercecidos, já no próximo semestre. Trabalham com uma concepção de um ensino de qualidade, mas, que ao mesmo tempo corresponda às necessidades que se anunciam na região com a entrada em operação do Porto do Açu. [caption id="attachment_3828" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Fui recebida por Michelliny Correa, a eficiente sercretária-acadêmica da faculdade. Ela que é natural de Itaperuna mudou-se há um ano e meio para Campos. Ela é quem nos esclarece que no prédio novo (já estará pronto no segundo semestre de 2012) serão 40 salas de aula, com uma área de convivência no andar térreo  e  o último andar todo em laboratórios.  As aulas na faculdade são noturnas , de segunda à quinta-feira,  são adventistas.

[caption id="attachment_3830" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Na visita estavam também presentes o presidente  da Loja Maçônica Fraternidade Campista,  José Roberto Menezes e Airton Evio de Souza, vice-presidente da mesma Loja.

[caption id="attachment_3834" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Já tinha ouvido falar da instalação da Faculdade Redentor em Campos. Foi bom conferir que a realidade supera o até aqui divulgado. Pelas exigências da expansão local do mercado de trabalho e das necessidades dos próprios indivíduos é salutar saber de novas opções quando se trata do ensino superior.

 

 

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A FRANÇA GAUCHE
07/05/2012 | 09h27
Afastada por 17 anos da presidência (o último foi François Mitterand), a esquerda vence as eleições na França. François Hollande, do partido socialista renova o ideário "Liberdade, Igualdade, Fraternidade" como o mote de seu governo. As comemorações populares aconteceram na Bastilha. [caption id="attachment_3824" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption]

 

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Por uma Campos arrumada
02/05/2012 | 15h55
Tem coisa que a gente não precisa inventar. Copia mesmo e assume a copiada. Falo de uma atitude a favor da despoluição visual da nossa cidade. Amanhã, a cidade do Rio de Janeiro copiará experiência que deu certo em São Paulo: lei de 2007, conhecida como Lei da Cidade Limpa. Eu cheguei a ver São Paulo depois da retirada das publicidades em forma de outdoors, painéis, cartazes e faixas. Os paulistanos foram radicais na medida, nem mesmo sobrou a publicidade em ônibus e táxis. São Paulo ficou mais bonita do que já era. No Rio de Janeiro, o “Rio Limpo”, pareceu-me que será mais tímido. O modelo carioca começará por 22 bairros da cidade, mas, atingirá os letreiros das lojas, dando um prazo aos comerciantes para se adaptarem às novas regras. Fica aqui a sugestão para que a Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes, também resolva colocar ordem (na desordem) do espaço visual urbano de Campos. Este espaço é de todos, público. A medida poderá não agradar a um pequeno setor, este se sentirá inicialmente prejudicado, no entanto, logo verificará que existem meios particulares mais modernos e limpos para veicular sua necessária publicidade.  
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A MÚSICA NA RUA
01/05/2012 | 20h46
[caption id="attachment_3802" align="aligncenter" width="300" caption="Imagem extraída do Facebook"][/caption]

 

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1886: com eles, por eles
01/05/2012 | 05h38
Deixo aqui minha singela homenagem a tantos que tombaram na luta cotidiana do trabalho de cada um. Ainda que alguns, até hoje, não compreendam a dimensão do legado que deles herdamos. Aos heróis rendemos o nosso mais profundo respeito. A você meu leitor, minhas cordiais saudações, Luciana Portinho ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- [caption id="attachment_3794" align="alignright" width="400" caption="Imagem extraída do Facebook"][/caption] " Há homens que lutam um dia e são bons, há outros que lutam um ano e são melhores, há os que lutam muitos anos e são muito bons. Mas há os que lutam toda a vida e estes são imprescindíveis" (Bertold Brecht)  
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Sobre o autor

Luciana Portinho

[email protected]