YES WE CAN!
31/08/2011 | 14h12
Sim: Nós também podemos!
Sérgio Mendes
Bem aventurados os inventores da Internet! Bem aventurados os inventores das mídias sociais!  Claro que não afirmo isto, olhando o lado comercial. Esta é uma das grandes descobertas do mundo moderno. Onde eu, você, milhões, bilhões de pessoas, podem livremente se manifestar, sem as amarras dos sistemas, sem a interferência do poder dominante. Território Livre. Isto, com certeza, está preocupando os ditadores remanescentes da impostura  com as velhas mídias.
Impossível deixar de abordar, o que está acontecendo mundo afora. Norte da África, Oriente Médio, Chile, e tantos outros mais, estão se servindo desta arena libertária, para convocações cívicas, objetivando a conscientização das massas por seu direitos. E conclamando-as para a luta. Haja sedativos para os fascistas de plantão.
Na nossa planície, os blogs estão provocando irritação, naqueles que estavam acostumados, a monopolizar as opiniões, e amordaçar quem pensa de forma contrária. Acabo oo oo oo oou... , acabou. Como diz o nosso filósofo futebolístico Zagalo - eta sabedoria -: "Vocês vão ter que nos engolir".
Para aqueles que acham que não tem jeito, gostaria de dizer, que o processo histórico, requer paciência e perseverança. E claro, participação de todos. Há alguns anos atrás, despretensiosamente, começou com um blog, depois dois, depois três, e foi crescendo. Hoje temos até um nome pomposo: a blogosfera.
Se todos acreditarmos na nossa capacidade de formulação de questionamentos, de debates, de fiscalização, e construção de uma cidade, de um país melhor,estaremos cumprindo com a nossa cidadania, e tenho plena convicção de que um dia professaremos: Sim, nós também podemos!
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"TUAS IDÉIAS NÃO CORRESPONDEM AOS FATOS"
30/08/2011 | 09h48

Beira-Valão (área nobre da cidade de Campos dos Goytacazes), dá até vergonha de falar desse modo.

IDÉIA

FATO

[caption id="attachment_2380" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

FATO

[caption id="attachment_2381" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

 

" A tua piscina está cheia de ratos, tuas idéias não correspondem aos fatos, o tempo não para". CAZUZA

 

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R$ 105.000,00...quase um milagre!
29/08/2011 | 21h27
Lá pelos idos de dezembro de 2010, precisamente no dia 18 de dezembro, sob o título “Ovo de Praça”, publicamos matéria sobre obra que hoje vamos acompanhar. Lembram-se? Pequena praça, mais parecia uma rotatória. Posso estar enganada, acho que nem nome tinha. Isso até nem vem ao caso, importante mesmo foi terem sido destinados generosos cento e cinco mil reais para sua reforma. [caption id="" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Aí está ela em toda sua extensão. [caption id="attachment_2360" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Observem, o famoso bicicletário comporta CINCO bicicletas! [caption id="attachment_2361" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Os bancos, bom os bancos são um caso especial. Feitos com pau de eucalipto, aberto ao meio (devem ter sido cortados para render mais quantidades). Dispensam maiores comentários. [caption id="attachment_2362" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

A pequena área gramada que suponho ter sido plantada verde, de tão seca virou um tição.

[caption id="attachment_2363" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Restam perguntas que todos aqui devem estar formulando. Quanto será que na planilha custou um dos quatro bancos da praça? E qual terá sido o valor da armação para as cinco bicicletas. Respostas a estes dois quesitos já nos seriam esclarecedores.

 

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IMPERDOÁVEL DESLEIXO.
29/08/2011 | 07h06
[caption id="" align="aligncenter" width="500" caption="veja.abril.com.br"][/caption]

 

Brincar com a sorte é jogo. Quando envolve vida é inaceitável. Pois foi o que aconteceu em Santa Tereza, no Rio de Janeiro. Cinco mortos e 57 pessoas feridas no acidente do bondinho deste fim de semana passada. Descarrilou e tombou na curva próxima ao Largo do Curvelo. Foi uma tragédia para os familiares. Um lastimável episódio no turismo da cidade. Logo salta aos olhos a superlotação. Desde que me entendo por gente, o bondinho só sobrevive por desejo da população do bairro. Esta o defende pela praticidade e por sua incorporação na paisagem da comunidade. Pelas autoridades, extinto já teria sido. Nunca entendi bem o porquê desta marcação. Santa Tereza é um bairro exclusivo da cidade. Extremamente charmoso. Tantas são as cidades no mundo que preservam com máximo zelo seus bondinhos. Só pra lembrar cito duas bem diferentes: Istambul e Lisboa. Nas duas o bondinho é até motivo de atração turística, perfeitamente adaptado ao traçado da área aonde circula. Aqui, sucessão de acidentes. É motivo de descaso e dor. Até quando?! Luciana Portinho    
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UM APORTE À REFLEXÃO.
29/08/2011 | 07h05
Segue um texto que nos foi enviado pelo Moacyr Arthur. ______________________________________________________________________ VOCÊ TEM MEDO DE CRÍTICA?* Antônio Carrilho Farias, 10/2002. O texto a seguir, que escrevi e foi publicado pela última vez no jornal A TARDE de Salvador, em 2002, traz a reflexão de uma grande barreira que existe em nós: o medo da crítica. Como até hoje, pessoas próximas a mim fazem menção a este trabalho, também publicado no periódico DSD em Revista (1999), voltado, na época, para o desenvolvimento dos supervisores da PETROBRAS, e no INFORME da FIEB (1999), bem como sua publicação neste espaço na internet possibilita maior oportunidade de acesso à leitura, resolvi republicá-lo, como oportunidade também de suporte a outras reflexões no campo do comportamento gerencial e desenvolvimento interpessoal. == O medo tem sido uma das emoções mais presentes e discutidas em nossas vidas, principalmente, com o agravamento da violência urbana; com as aceleradas mudanças nos valores e formas de trabalho; e com as crescentes ameaças de desemprego. Medo de ser assaltado na esquina ou dentro de um veículo; medo de não corresponder às expectativas de seu ambiente social; medo de um vírus no computador e por aí afora… Existe, no entanto, um tipo de medo que será objeto de reflexão neste texto: o medo da crítica. Segundo Hill (1993), um dos seis medos do ser humano. Um ator e um escritor, por exemplo, estão expostos à crítica, muitas vezes, de pessoas que não estão habilitadas para tal. Um trabalhador está sujeito à tendenciosidade, na avaliação de seu supervisor. E o professor está à mercê de avaliações subjetivas dos alunos que, no geral, ainda não conhecem o assunto. Isso parece nos levar também a refletir sobre duas categorias de críticos a que estamos submetidos: o “crítico de obras prontas”, ou seja, daquilo em que não há muito o que mudar, porque já foi exposto, e o “crítico de obras em construção”, isto é, daquilo que é mais fácil modificar. Mas o que está por trás de tanto medo de ser criticado? Por que reagimos tanto a uma crítica, se ela contribui, de alguma maneira, independentemente da forma, para o nosso crescimento pessoal? Pelo menos, parece um dos caminhos para esse crescimento. Podemos encontrar, dentre outras, as seguintes razões para que as pessoas resistam a uma crítica: a) Desconfiança em relação às intenções da pessoa que critica: “O que ela pretende? Será que sua intenção é a de me ajudar ou me desgastar?” b) Receio de tornar-se vulnerável ou de ver sua imagem e status ameaçados. A pergunta que poderia vir é a seguinte: “O que será que isso representa para a minha condição atual?” c) Geralmente, as críticas são avaliativas e genéricas e não dirigidas para situações específicas. Por exemplo, alguém pode dizer: “Você tem mania de desqualificar as pessoas”, quando poderia dizer: “Todas as vezes que você me diz isso, como agora, eu me sinto desqualificado”. A ideia central é que mania de desqualificar é algo avaliativo, genérico e sem direção clara, o que provoca reação defensiva, enquanto que o sentimento do ofendido não pode ser negado ou questionado pelo outro. Mas é preciso cuidado com uma armadilha muito comum: uma pessoa ao criticar (também usado como dar feedback) pode usar expressões como “eu sinto que você está fazendo tudo errado”, para dizer que falou de sentimento. Nesse caso, o que houve foi manipulação do sentido da palavra! A expressão “sinto que você está errado (a)” é mera avaliação ou jogo de palavras. d) Muitas críticas são dirigidas para a personalidade do indivíduo, quando deveriam ser dirigidas para o comportamento a ser modificado ou para o resultado de um trabalho realizado fora do padrão. Alguém poderia dizer: “Sua atitude irresponsável é que provocou essa situação!”. A reação poderia ser: “Irresponsável é você!”. E por aí afora… Seria melhor ter dito: “Isso que você fez ontem (ou hoje) trouxe as conseqüências tais, implicando nisso ou naquilo”. E como poderíamos superar essas dificuldades? Vejamos algumas recomendações adaptadas de Moscovici (1980). Para o comunicador (quem faz a crítica): 1. Estabeleça uma relação de confiança recíproca para diminuir as barreiras entre comunicador e receptor. Fazer uma auto-avaliação, por exemplo, tende a estimular a confiança. Demonstre a intenção de ajudar a pessoa a crescer e que não está no papel de juiz. 2. Procure reconhecer e demonstrar que a crítica é um processo de exame conjunto. 3. Seja descritivo em vez de avaliativo. Não havendo julgamento (apenas o relato do fato), reduz-se a necessidade de defesas. 4. Seja específico, em vez de geral. Vá direto ao ponto. 5. Torne a crítica compatível com as necessidades de ambos, comunicador e receptor. A crítica pode ser altamente destrutiva, quando satisfaz apenas às necessidades do comunicador, sem levar em conta as do receptor. 6. Seja oportuno. Aproveite o momento e o local adequados. A crítica será mais útil quando mais próxima da ocorrência do fato e nunca quando houver passado muito tempo ou quando o clima estiver carregado de emoção. 7. Esclareça, para assegurar a comunicação precisa. Procure fazer com que o receptor repita o que ele ouviu para ver se corresponde ao que você quis dizer. Para o receptor (quem recebe a crítica): 1. Aprenda a ouvir, a receber a crítica, sem reações emocionais defensivas intensas. Não é fácil, pois o ouvido ativo é uma de nossas principais deficiências. 2. Mesmo que a crítica seja malfeita, tire proveito dela. Aproveite para crescer. Procure ver, se tiver dúvidas, que sinais geraram a percepção do comunicador. 3. Encoraje o interlocutor a falar, mostrando-se receptivo (a) ao que ele ou ela diz. Peça-lhe que seja específico, que cite exemplos. A esta altura já podemos inferir que a base de tudo é a confiança que, de algum modo, nos influencia a “ler” tudo, segundo a imagem que formamos da outra pessoa. Outro fator a ser considerado é que, na condição de receptor de crítica, costumamos fazer “leituras”, segundo nossa percepção que, também, é influenciada pelas nossas experiências de vida, nossas crenças, nossos valores. E essa “leitura” nem sempre corresponde ao que o comunicador quis dizer. Assim, tomemos a iniciativa, como receptor, de perguntar ao comunicador: “O que você quis dizer com isso? Foi isso que você quis dizer?”. Nesse momento, procure dar-lhe a chance de es-cla-re-cer. Nunca é demais lembrar que atitudes de transparência e de compreensão empática, como diz Rogers (1983), contribuem muito para criar o clima de confiança mútua.  
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E o que sabemos?!
28/08/2011 | 19h38
" ....e sei que ambições políticas vividas coletivamente podem trazer desconforto. Mas sou da fuzarca. Este mundo é um pandeiro." Caetano Veloso, Papo furado, Segundo Caderno, O Globo, domingo, 28 de agosto de 2011.  
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Dé Dinho.
28/08/2011 | 10h56

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A MÚSICA EM CAMPOS PEDE APOIO!
27/08/2011 | 21h41
Hoje de manhã quem pela Pelinca passou, pode ver estes estudantes de música em uma campanha pela arte em Campos. Pedem ajuda de toda a sociedade. Receberam convite para se apresentar em Nova Iorque. Estão determinados,  bonito de ver. Vale todo nosso apoio! LP [caption id="attachment_2326" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_2327" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

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Porque hoje é sábado: ÊXTASE
27/08/2011 | 19h57
Reproduzo poesia que nos foi enviada, do jornalista Sérgio Mendes.
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Porque hoje é sábado:          ÊXTASE
Sergio Mendes
Este meu povo auriverde,
Ergue os braços alegremente,
Esmurra o ar
E canta a vitória da seleção.
Estes mesmos braços,
Regam plantações,
Fazem relatórios,
Rezam missas, batem atabaques,
Na crença mística
De um novo amanhã.
Ah este meu povo,
Acorrentado no dia-a-dia,
Pula o carnaval
Como criança vadia,
Intensificado na sua euforia,
Carregado de plenas emoções.
No coração do meu povo,
Bate um agogô, um pandeiro,
Como um chefe de terreiro
Inala incenso de esperança
Que redime sua raça
Que acorda o seu tempo,
Como o sol acorda as montanhas e os rios,
E os fazem felizes por todo o dia.
Este é meu povo,
Que dança frevo, samba, baião,
Que entoa o hino nacional,
Com o peito inflamado de amor,
Acorda cedo para a labuta,
Sempre disposto e apto à luta.
Orgulhemos deste povo,
Desta gente soberba,
Que valoriza nosso chão,
Que alimenta nossas mesas.
Que desfralda a bandeira da vida,
Forjando a paz com sua energia,
Cravando as garras na pátria BRASIL!
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Chance de Paz na Palestina.
27/08/2011 | 07h58
Circula na web, mensagem abaixo que trago até você. E, o mínimo que faço é me manifestar em apoio ainda que virtual. Fazemos parte desse mundo. Esse mundo faz parte de nós! Fraternal abraço, Luciana Portinho ______________________________________________________________________________ Caros amigos, Hoje o Conselho de Segurança da ONU se reuniu para discutir o apelo da Palestina para se tornar o 194º país do mundo. No entanto, governantes de países de destaque ainda estão em cima do muro. Somente um esforço gigantesco da opinião pública pode mudar a situação. A Avaaz fez um pequeno, mas emocionante vídeo mostrando que essa proposta legítima é de fato a melhor oportunidade para acabar com o beco sem saída das infinitas negociações mal-sucedidas e abrir um novo caminho para a paz. Clique para assistir o vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe para todos:
 
Clique aqui para assistir ao vídeo! Clique aqui para assistir ao vídeo! www.avaaz.org/mepeacepo
 
Enquanto a violência se espalha novamente e as tensões sobem no Oriente Médio, uma nova proposta de independência da Palestina ganha fôlego em todo o planeta. Se conseguirmos a aprovação dessa proposta na ONU, ela poderá significar um novo caminho para a paz. Porém, os chefes de governo de países de destaque ainda estão em cima do muro e para convencê-los a apoiar a independência da Palestina precisamos reforçar a pressão da opinião pública. Muita gente acha que não entende a situação suficientemente bem para se mobilizar. Para ajudar, a Avaaz fez um novo vídeo de curta duração contando a verdade sobre o conflito. Se uma quantidade suficiente de pessoas assistir ao vídeo, assinar a petição e a encaminhar a todos os seus contatos, nossas lideranças serão forçadas a nos ouvir. Quase 10 milhões de membros da Avaaz estão recebendo este e-mail. Vamos mudar o teor da conversa sobre o Oriente Médio e criar um maremoto de apoio à independência da Palestina. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos: http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl Enquanto a maioria dos palestinos e israelenses querem uma solução para o conflito baseada em dois Estados, o governo extremista de Israel continua aprovando a construção de assentamentos em áreas contestadas, alimentando ódio e massacres. Apesar dos esforços, décadas de negociações para a paz lideradas pelos EUA fracassaram na tentativa de refrear os inimigos da paz e chegar a um acordo. Hoje, essa proposta de independência poderia ser a melhor oportunidade em vários anos para sair do impasse, evitar outra espiral da violência e equilibrar o campo de ação entre as duas partes em favor das negociações. No mês passado, os palestinos apresentaram sua proposta ao Conselho de Segurança. Mais de 120 países a apoiam, mas os Estados Unidos não só a rejeitam como estão enviando um claro sinal a seus aliados europeus de que qualquer apoio à proposta legítima dos palestinos dificultaria as relações bilaterais. Cabe a nós dizer às lideranças de países europeus de destaque que a opinião pública apoia esse avanço não-diplomático e não-violento e que a opinião dos cidadãos é que deveria influenciar as decisões estratégicas, e não as preferências do governo americano. Nossa campanha está explodindo em todo o mundo -- mais de 830.000 membros se juntaram ao apelo nos primeiros dias! Ela foi mencionada na primeira página de grandes veículos de notícia, citada no Conselho de Segurança da ONU e tuitada pelo próprio presidente da Palestina! Agora vamos fazer com que ela ressoe nos ouvidos das lideranças de países europeus de destaque, cujo apoio é crucial. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo, assine a petição e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos os seus contatos – nossa meta é conseguir 1 milhão de assinaturas: http://www.avaaz.org/po/middle_east_peace_now/?vl Há muita falta de informação sobre o conflito entre Israel e Palestina e muita gente não se sente segura para se engajar. Mas este pequeno vídeo explica claramente os detalhes e pode nos munir de informações para uma mobilização. Por sermos uma sólida rede global reforçada por quase 10 milhões de membros em todos os países do mundo, temos a oportunidade de provocar uma votação capaz de reverter décadas de violência. Com esperança, Alice, Pascal, Emma, Ricken, David, Rewan e a equipe da Avaaz MAIS INFORMAÇÕES: EUA declaram que novos assentamentos de Israel na Cisjordânia são 'preocupantes’ (UOL) http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2011/08/15/eua-novos-assentamentos-judeus-sao-profundamente-preocupantes.jhtm Palestinos pedirão entrada na ONU como Estado-membro em setembro (Folha.com) http://www1.folha.uol.com.br/mundo/959322-palestinos-pedirao-entrada-na-onu-como-estado-membro-em-setembro.shtml Presidente irá pedir reconhecimento do Estado Palestino na ONU (R7 Notícias) http://noticias.r7.com/internacional/noticias/presidente-ira-pedir-reconhecimento-do-estado-palestino-na-onu-20110816.html Quarteto 'preocupado' com novos assentamentos de Israel (Veja) http://veja.abril.com.br/noticia/internacional/quarteto-preocupado-com-novos-assentamentos-de-israel
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UMA SECRETARIA PRA LÁ DE ONLINE.
26/08/2011 | 20h55
Então ficamos todos cientes de que a Secretaria Municipal de Governo com o propósito de aperfeiçoar seu funcionamento está no ponto de adquirir pelo menos uns vinte e cinco notebooks. Tudo pela eficiência e modernidade! EXTRATO DE CONTRATO CONTRATO Nº 312/2011 PROCESSO n.º 2011.039.000004-1-PR carta convite nº 074/11 CONTRATADA: R. J. EMPREENDIMENTOS E SERVIÇOS LTDA OBJETO: Aquisição de microcomputadores (desktops), notebooks, impressoras e no-breaks, todos incluindo garantia, para atender as demandas da Secretaria Municipal de Governo . VALOR GLOBAL: R$ 72.880,00 (setenta e dois mil, oitocentos e oitenta reais). FORMA DE PAGAMENTO: Imediato. PRAZO DE CONTRATO: Imediato. Campos dos Goytacazes, 16 de agosto de 2011.    
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DAS NOVAS PRAÇAS.
26/08/2011 | 13h02

"Bonitinha mas ordinária"

Mostro agora para vocês como finalmente ficou a Praça São Cristóvão. Esta praça é aquela que fica na cabeceira da ponte de pau, lado de Guarús. Lembram, fotografada  no começo da reforma, custo da obra R$ 268.852,064.

[caption id="" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Bom, agora vocês acompanharão  a obra concluída. Tenho convicção de que comigo irão concordar. Ficou simpática. Foi merecidamente batizada, em homenagem à aproximação do centenário do escritor, e cronista Nelson Rodrigues, 'Bonitinha mas Ordinária'. Primeiro uma visão geral.

[caption id="attachment_2297" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]  

Toda calçada em bloquinho de cimento, na cor natural e em amarelo e vermelho. Nada de pedra não.

[caption id="attachment_2298" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Foram colocados uns banquinhos: bonitinhos e fraquinhos. Difícil terem vida longa sendo desta qualidade. Eu particularmente, até hoje não vi bancos tão frágeis dispostos em praças públicas. E isto em qualquer região deste país.

[caption id="attachment_2299" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Ah, tem o alardeado bicicletário. Dão exatas 10 bicicletas!

[caption id="attachment_2300" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

E aí, concluindo, fizeram um pergolado, com umas mesas e bancos (também de cimento), uma nova grade, fizeram um jardim.

[caption id="attachment_2301" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

No busto ao Deputado Bartolomeu Lizandro Albernaz  afixaram  a tabuleta provisória. E, como não poderia faltar uma daquelas faixas (de encomenda) no agradecimento à Exma. Sra. Prefeita.

[caption id="attachment_2302" align="alignleft" width="255" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

 

[caption id="attachment_2303" align="alignright" width="310" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

CUSTO TOTAL DO DESCRITO ACIMA, DUZENTOS E SESSENTA E OITO MIL, OITOCENTOS E CINQUENTA E DOIS REAIS E (os importantíssimos) SESSENTA E QUATRO CENTAVOS.

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Exclusiva para o Blog.
25/08/2011 | 21h09
Deixo com você leitor uma nova  crônica do jornalista Nino Bellieny. Como de praxe nos encanta pelo tanto de sensibilidade despejada. Boa leitura! LP ______________________________________________________________________ UMA FOTO É O MEU MAPA Nino Bellieny Costuma-se usar mapas para ir a lugares aonde nunca estivemos e mesmo assim as surpresas não estão previstas nele. Estou diante de um retrato e olho nos olhos bem abertos da foto. O dia parece que vai começar e eu ainda não dormi. A chuva na vidraça vai desenhando trilhas que não se repetem, peixes no aquário namoram os próprios reflexos e os olhos da foto me dizem tanto. Eu quero estar dentro da imagem e passar as pontas dos meus dedos cansados no rosto que brilha. Escrever entre as sobrancelhas, escorregar pelo nariz e mergulhar aonde nasce o sorriso mais ensolarado que eu jamais vi. Qual será a cor do perfume dela? Qual será o perfume daquela cor? A pele é macia e firme, isso nem preciso imaginar. O veludo dos lábios envenenam os meus e se eu morrer, não será em vão. O que me suspende em fios tão finos quase invisíveis é o olhar manso e  selvagem em extremos iguais e simultâneos. Ele me leva sem fim ao fim sem começo. A mulher da fotografia é uma mágica acontecendo diante da saudade, e magia não se explica. Sou a imaginação abraçando o corpo na fotografia enquanto tento adivinhar cheiro de xampu, tecitura de cabelo, suavidade de mãos e pressão de coxas contra coxas. De novo e para sempre o imã da pele não  permite afastamentos. Pretendo muitos poemas com a minha língua em suas pétalas e tenho receio de imitar um beija-flor descontrolado e depois voar sem rumo. Mas, medo é coisa pra se sentir na hora e nunca antecipado. O que sinto agora é o coração disputando uma partida de futebol contra si mesmo faltando apenas um minuto para o jogo terminar. Os olhos da fotografia, no entanto me acalmam,  conversando a canção do silêncio que me fala tudo o que necessito:“ Não tenha pressa, o tempo de nós dois é como uma nuvem que não avisa... mas, vem.”
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FALECIMENTO
23/08/2011 | 08h44
Segue comunicação de falecimento que recebemos em mensagem do Sérgio Mendes. Fica nosso sincero sentimento à família. LP _______________________________________________________________________________ Campos amanhece de luto. Faleceu nesta madrugada (4 horas), Severino Veloso. Ex-presidente do Automóvel Club Fluminense, ex-presidente da Câmara Municipal de Campos, nadador na categoria master, que trouxe inúmeros títulos para nossa cidade como campeão.
Recentemente, coisa de uns dois meses, entrevistamos Severino, no programa O Avesso do Avesso. Já  percebíamos que estava com a saúde meio cambaleante, porém com o mesmo vigor, e brilho nos olhos, de um jovem sonhador. Fazia planos de disputar mais um campeonato master de natação, e trazer mais uma taça para sua terra natal.
O corpo será velado no Automóvel Club Fluminense. O enterro, ainda sem local e hora marcado.
Vá em paz Severino!
Sérgio Mendes
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FISIOLOGISMO ATÉ A MEDULA.
21/08/2011 | 21h52
[caption id="" align="aligncenter" width="420" caption="Ft. Google"][/caption]

 

Interessante como uma opinião tão moderada quanto a manifestada pelo novo bispo de Campos, Dom Roberto Francisco Ferrería Paz, ao jornalista Alexandre Bastos da Folha da Manhã, na semana passada, pôde causar tanto reboliço na política local. “Parece-nos que em Campos o tipo de política segue um viés um tanto quanto fisiológico, nem sempre atrelado a princípios e valores”. Até que enfim uma autoridade investida de algum poder, resolve expor a mazela que mais nos envergonha. Este episódio, a meu ver, revelou dois principais problemas. O primeiro é o vazio da pauta política do momento. Todos aqui sabem como o nosso debate político está empobrecido, tem a forma de torcida organizada. Nele, permanecemos onde estamos, empacados no purgatório. O segundo é o baixíssimo nível da discussão. Os dois cientistas políticos, Hugo Borsani e Sérgio Azevedo, ambos da UENF e mais umas algumas lideranças reconhecem a prática fisiológica na política campista. Já outros peremptoriamente saem pela tangente da afirmação, e como desde sempre esbravejam contra seus adversários. E ainda uns dizem não querer entrar no mérito da colocação e passam a reconhecer o direito da livre expressão (sic) do Bispo. O fisiologismo predomina em sociedades como a nossa onde a ideologia se faz ausente. A inexistência de princípios ideológicos cria um campo fértil à exploração pura e simples do cidadão. Aqui é o império da troca de favores pessoais, do pistolão, da falta de politização da maioria da população. Aqui, miséria e pobreza são alimentadas em ações meramente assistenciais. Aqui se compra voto nas costas da Justiça ou na calada das listas na semana anterior às eleições. Campos é também conhecida por um dos mais caros processos eleitorais, per capita. Do nada R$ 300 mil são achados em bolsas de viagem em sedes partidárias, chovem malas nos canaviais, encontros são marcados em garagens escuras dos vazios prédios comerciais. Exército tem que ser convocado no apoio à Justiça Eleitoral. [caption id="" align="aligncenter" width="420" caption="Ft. Google"][/caption]

 

Com um orçamento municipal gigantesco, que ultrapassa R$ 2.000.000.000, faltam políticas de médio e longo prazo em quase todos os setores da administração pública. O poderio de um orçamento como o nosso tem sido desastrosamente direcionado a “comprar no varejo” um pouco de tudo e de todos. Décadas foram desperdiçadas no fisiologismo do coronelismo local. Luciana Portinho      
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Dé Dinho.
20/08/2011 | 15h02

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Pensemos.
20/08/2011 | 07h19
Folha.com   18/08/2011 - 12h08

Intelectuais se dobraram à alienação do trabalho, diz Marilena Chauí

CLAUDIA ANTUNES DO RIO Na chamada sociedade da informação, os intelectuais se dobraram à alienação do trabalho: não têm mais controle sobre o que produzem, e sua obra é uma mercadoria que não revela a subjetividade do autor. O misto de acusação e lamento foi feito pela filósofa Marilena Chauí na noite de quarta-feira (17) no Rio, na terceira conferência da série sobre o "elogio à preguiça" que acontece também em São Paulo e Belo Horizonte. "A maneira pela qual os acadêmicos se renderam à ideia de produtividade, de controle de qualidade e de ranking é um escárnio. É a destruição da vida do pensamento", disse a professora da USP. Segundo Chauí, nas formas anteriores do capitalismo o intelectual era um "trabalhador improdutivo" porque a ciência e os conhecimentos eram aplicados indiretamente na produção por intermédio da tecnologia. "Hoje todas as ciências deixaram de ser um conhecimento que passa ao largo do capital para depois serem aplicadas. Elas se tornaram uma força produtiva. É isso que significa a afirmação de que todo poder está na informação. A subordinação do intelectual à lógica do capital se fará com a mesma ferocidade em que ela se fez sobre o proletariado." Na sua conferência de mais de uma hora para um auditório de 300 lugares lotado, na Academia Brasileira de Letras, Chauí deu uma espécie de aula sobre "O Direito à Preguiça", de Paul Lafargue (1842-1911), publicado em Paris em 1880. O genro de Karl Marx, nascido em Cuba de uma família que misturava mulatos e indígenas caribenhos com um judeu francês, escreveu o livro-panfleto em reação à derrota da Comuna de Paris, em 1871. Ele questionava por que os trabalhadores haviam aderido ao "dogma do trabalho" assalariado, considerando-o uma conquista revolucionária. Propunha a redução da jornada de 12 para três horas diárias. "Ao apertar o cinto, a classe operária desenvolveu para além do normal o ventre da burguesia", dizia. No tempo livre, os trabalhadores iriam desfrutar da "boa vida" e perceberiam a "virtude da preguiça". Na sua origem latina, virtude quer dizer força e vigor, disse Chauí. Portanto, a preguiça iria, segundo Lafargue, fortalecer o "espírito" dos trabalhadores. Já naquela época, o socialista revolucionário apontava a criação de necessidades fictícias de consumo e a produção de supérfluos para garantir a reprodução do sistema, em que a parcela do trabalho não remunerada (a mais valia) garante o lucro. Numa referência à ofensiva religiosa que se seguiu à derrota da Comuna --na época foi construída a basílica de Sacre Coeur, em Montmartre, e incentivado no campo o culto a santa Bernadete--, ele escreveu o livro como paródia de um sermão, em que até o descanso de Deus no sétimo dia era citado como exemplo do direito ao ócio. "Não é a irreverência de um ateu, mas a crítica ao trabalho assalariado como trabalho alienado", disse Chauí. Antes de discutir o panfleto de Lafargue, a filósofa fez um breve histórico da visão paradoxal que a tradição ocidental tinha do trabalho até os calvinistas lançaram a máxima de que "mãos desocupadas são a oficina do diabo" --na famosa conjunção entre a "Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo" identificada por Max Weber. No Gênesis da Bíblia, por exemplo, o trabalho é imposto como pena eterna a Adão e Eva, que não mereceram o paraíso. A preguiça, portanto, é um pecado capital. Ao mesmo tempo, a ideia do trabalho como "desonra e degradação" faz com que ele não seja visto como opção de quem tem livre arbítrio. "Essa ideia aparece nas sociedades escravistas como a grega e a romana, cujos poetas não se cansavam de proclamar o ócio como um valor indispensável para a vida livre e feliz", disse Chauí. A palavra trabalho não existia em grego e em latim, lembrou ela. "Os vocábulos ergon (em grego) e opus (latim) se referem às obras produzidas e não à atividade de produzi-las." A palavra latina que deu origem a trabalho é "tripalium", um instrumento de tortura. O latim "labor", que originou o inglês "labor", significa esforço penoso. "Não é significativo que em muitas línguas modernas recuperem a maldição divina contra Eva usando a expressão trabalho de parto?", perguntou a professora.  
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Linguajar Impróprio.
19/08/2011 | 20h15
Tratar a oposição como “um bando” é tentativa rasteira de desqualificar o adversário. Quando aceitou o cargo político de Secretário Municipal de Governo, o Sr. Geraldo Pudim deveria junto ter assumido o decoro que qualquer cargo público exige. LP  
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FRASE DO NINO.
19/08/2011 | 18h06

Há todo o tempo de gente: um minuto, um dia, uma semana, um mês, um ano e uma vida inteira. Nino Bellieny

[caption id="" align="alignright" width="400" caption="Ft. nino.radioabsoluta.com.br"][/caption]
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Quem avisa amigo é.
19/08/2011 | 08h39
Sérgio Mendes 
Mais uma vez, lendo o artigo semanal, do colega de profissão Mauro Silva, Secretario de Comunicação, do governo do improviso, onde ele aborda o quinto seminário de qualidade da administração municipal, intitulado: "Eficiência na Gestão Pública". Arrisco, com uma certa preocupação, prognósticos do que está porvir, a partir do anúncio de mais "investimentos em obras de infraestrutura", para um futuro bem próximo.
Antes de enfocar as obras que ele anunciou, devo lembrar, mais uma vez, que quando o Sr. Arauto das Boas Novas, afirma que: "É desdobramento necessário às ações já executadas pela concessionária Águas do Paraíba, que colocou Campos como o terceiro município do RJ em serviço de água e esgoto, fazendo com que em apenas três anos da atual administração, a Prefeita Rosinha Garotinho tenha realizado mais do que  em 100 anos, desde que os ingleses aqui chegaram no início do século passado". Em parte é verdade. Só que tudo que está sendo feito, nestes 12 anos em que esta empresa está em nosso município, se deve exclusivamente ao contrato que foi firmado no nosso governo entre 1993 e 1996. Contrato este, que o atual grupo político que está no poder, vasculhou, criticou, condenou, e tentou cancelar na esfera judicial. Porém, não logrou êxito, porque estava rigorosamente dentro dos parâmetros legais.
Quanto as  obras anunciadas, ah... as obras anunciadas." Investimentos para reestruturar a Av. 28 de Março. E, ainda, o maior projeto já visto em Campos de sinalização e de mobiliário urbano. Além disso, em novembro, será anunciado mais um pacote de investimento,  complementando o planejamento estratégico do atual governo". Quero ressaltar, que todos estes investimentos, são importantes para a cidade, desde que as contas estejam em dia. O risco nesta história toda, é colocar estas obras na rua, e mais uma vez haver outra nova crise mundial. Depois, durma com um barulho destes. Quem avisa amigo é.
[caption id="" align="aligncenter" width="500" caption="Ft.ururau.com.br"][/caption]

 

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AS CARPAS DO JARDIM SÃO BENEDITO.
18/08/2011 | 20h11
[caption id="attachment_2214" align="aligncenter" width="320" caption="Ft. Antonio Carlos O.Berriel"][/caption]

 

Oi, Luciana. 
Hoje, pela manhã, cortei caminho pelo Jardim São Benedito. Não entro ali há algum tempo para evitar comparações com o Jardim onde passei minha infância. Tive minha atenção despertada por uma garça que tentava pescar no lago que tinha água e achei que talvez as coisas estivessem melhorando, não obstante minha impressão inicial de desleixo e abandono.
Consegui uma foto e então vi a situação do lago: Não se pode chamar de água o líquido que está ali. Se os responsáveis pelo Jardim insistirem que é, vou desafiá-los a beber como fazem os políticos populistas metidos a macho. Se beberem um copo, beberei dois em seguida. Naquele caldo-de-cana nadavam lentamente carpas japonesas. Se conseguir ver, elas estão na foto. Nunca vi carpas japonesas numa situação como esta. Estão sempre em águas límpidas para serem apreciadas e, pelos japoneses, são consideradas "jóias vivas que nadam" e também simbolizam "perseverança e valentia", o que, neste caso,  está confirmado. Sei que não há solução a curto prazo e ainda não podemos esquecer o risco de fazerem uma limpeza  no lago à moda do Jardim do Liceu, deixando os peixes aguardando no seco enquanto os especialistas trabalham, mas temos que mostrar que estamos de olho.
Um abraço,
Antonio Carlos O. Berriel
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COMPENSAÇÃO DE 1% É IRRISÓRIA.
18/08/2011 | 15h04
Leio hoje na Folha da Manhã, página 9, matéria sobre a licença prévia da Ternium. Espera-se a expedição em não mais do que 10 dias. Trata-se da siderúrgica que se instalará no AÇU. A Ternium é fruto de um empreendimento internacional, a Techint, cuja raiz é ítalo-argentina. [caption id="" align="aligncenter" width="420" caption="Ft.topassada.com"][/caption]

 

A previsão é de que no decorrer de 14 anos serão investidos soma expressiva, algo em torno de R$12 bilhões. Divulgaram a contratação de até 18 mil trabalhadores, durante a obra e 11.075 quando já em operação. Assim até 2020, o Rio de Janeiro atingirá o topo no ranking da produção siderúrgica do país, pois dobrará sua atual capacidade,  14,77 milhões de toneladas aço por ano. Até aí, Inês é morta. Desse montante todo, R$12 bilhões, à empresa coube a bagatela de 1%, R$ 110 milhões, como compensação sócio-ambiental na região. O que é anunciado pelo Secretário de Estado do Ambiente, Sr. Carlos Minc, sinceramente, pelo impacto que causará e pelo capital investido, me parece irrisório. Há de haver um parâmetro internacional (sim, pois é um investimento internacional) exigido em contrapartidas para operações desta monta e natureza. LP    
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Desculpa de papuda é friagem.
17/08/2011 | 09h43
A seguir, reproduzimos um artigo do  Sérgio Mendes.
Lendo atentamente, o decreto da Prefeita Cantora, publicado no Diário Oficial, onde Ela estipula o prazo de 48 horas, para que todos secretários municipais, presidentes de fundações, autarquias e empresas, diminuam em no MÍNIMO 10%, todos os contratos e/ou convênios, referentes a cada pasta, desde que os repasses sejam efetuados com recursos originários da PMCG. Pasmem, a alegação é a crise mundial, o Fundo Monetário Internacional, os cortes provenientes da União, enfim: só faltou afirmar que precisava mobilizar o Exército, a Marinha e a Aeronáutica, porque era um caso de segurança nacional.
Há uns dois ou três meses atrás, se tanto, a Frente Democrática, havia denunciado que o governo da Prefeita Cantora, virou o exercício de 2010 para 2011, com mais de $400.000.000,00 ( QUATROCENTOS MILHÕES ), a pagar. Não satisfeitos com tamanha irresponsabilidade, anunciaram no decorrer deste primeiro semestre, dezenas de obras novas - eles são ávidos por obras, obras e mais obras, por quê será? -, antes de quitar estes compromissos do ano passado.
Depois desta lambança toda, para não dizer outra coisa, a Prefeita Cantora, determina agora, que todos membros do 1° escalão do governo, tem pelo menos 48 horas, para reduzir em no mínimo, 10% de todos os contratos e convênios bancados com recursos da viúva. Uma ´pergunta que não quer calar: Por quê, a jovem senhora Prefeita Cantora, não enxuga  a máquina administrativa, cortando o excesso de cargos de confiança? Por quê não revê os valores das obras, que estão bem salgadinhos? Enfim, por quê não evitou fazer tantas despesas, sendo sabedora- talvez- de que  não poderia honrar tantos compromissos?
Dizer, que está se prevenindo por causa da crise internacional, é no mínimo, irresponsável. Esta crise não está sendo anunciada agora. Ela já vem de um bom tempo. Porém, nem o governo federal, nem o governo estadual, está tomando as mesmas medidas da Prefeita Cantora. Por que será?  A verdade, é que, para este show de improvisação, mais uma vez, vale o dito popular, quando afirma que : "DESCULPA DE PAPUDA É FRIAGEM".
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Se você pensa que cachaça é água...
16/08/2011 | 19h14
Segue para conhecimento público, o mais recente decreto municipal. "Considerando a grave crise mundial" (sic). É para rir ou chorar?
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DECRETO Nº. 454/2011.
DETERMINA A REDUÇÃO DE, NO MÍNIMO 10% NOS CONTRATOS E CONVÊNIOS FIRMADOS PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA MUNICIPAL DIRETA E INDIRETA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
A PREFEITA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES, ESTADO DO RIO DE JANEIRO, usando das atribuições legais que lhe são conferidas pela Constituição e a Lei Orgânica do Município,
Considerando a grave crise mundial que implicará na redução das arrecadações de todos os Municípios Brasileiros;
Considerando que o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, e o Governo Federal Brasileiro revisaram suas metas de crescimento do Produto Interno Bruto para baixo;
Considerando que a principal receita do Município de Campos dos Goytacazes é proveniente dos royalties e da participação especial, ambas oriundas do petróleo, e que o cálculo para o recebimento
destes recursos inclui, além dos custos de produção, a variação do dólar, que tem sido desfavorável ao Município;
Considerando que os repasses efetuados ao Município de Órgãos Federais e Estaduais serão afetados pela retração da economia;
Considerando, finalmente, ser dever da Chefe do Poder Executivo manter o equilíbrio econômico e financeiro da Administração Municipal,
DECRETA:
Art. 1º - Os Secretários Municipais, os Presidentes das Fundações, os Presidentes das Autarquias e das Empresas Públicas deverão repactuar seus contratos e convênios de caráter continuo em,no mínimo, 10% ( dez por cento) dos valores praticados até a data da publicação deste Decreto.
Parágrafo único - Não se aplica o disposto no caput deste artigo aos convênios aprovados pelos Conselhos Municipais da Infância e Juventude e da Assistência Social, além daqueles derivados de repasses de verba de natureza do Tesouro Estadual, Federal e da iniciativa Privada e, ainda, aos oriundos da Secretaria Municipal de Educação referentes à concessão de bolsas de estudo.
Art. 2º - Fica o Secretário Municipal de Controle e Orçamento designado coordenador das ações a serem implementadas para a correta execução das medidas provenientes deste Decreto, inclusive quanto ao encaminhamento dos atos ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro.
Art. 3º - Os agentes elencados no caput do artigo 1º deverão, em até 48 horas contados da publicação deste Decreto, encaminhar ao Secretário Municipal de Controle e Orçamento os valores atuais praticados em todos os contratos e convênios de suas respectivas pastas, para que este proceda o termo aditivo de redução e providencie a publicação dos extratos no Órgão Oficial e, ainda, tome todas as providências necessárias para adequação da repactuação à legislação pertinente. Art. 4º - Este Decreto entrará em vigor na data de sua publicação. PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES, 15 de agosto de 2011. Rosinha Garotinho Prefeita Municipal
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MAIS DA GLOBALIZAÇÃO.
16/08/2011 | 09h20
Moçambique oferece terra à soja brasileira Agricultor do Brasil poderá usar por 50 anos área equivalente a 'três Sergipes', pagando R$ 21 por hectare ao ano País africano mira expertise brasileira no cerrado, região similar; 40 brasileiros visitarão as áreas em setembro [caption id="" align="aligncenter" width="425" caption="Ft.blog.planalto.gov.br"][/caption] PATRÍCIA CAMPOS MELLO DE SÃO PAULO O governo de Moçambique está oferecendo uma área de 6 milhões de hectares -equivalente a três Sergipes- para que agricultores brasileiros plantem soja, algodão e milho no norte do país. A primeira leva de 40 agricultores parte de Mato Grosso rumo a Moçambique -a próxima fronteira agrícola do Brasil- no mês que vem. As terras são oferecidas em regime de concessão -os brasileiros podem usá-las por 50 anos, renováveis por outros 50, mediante um imposto módico de 37,50 meticais (R$ 21) por hectare, por ano. "Moçambique é um Mato Grosso no meio da África, com terra de graça, sem tanto impedimento ambiental e frete muito mais barato para a China", diz Carlos Ernesto Augustin, presidente da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). "Hoje, além de a terra ser caríssima em Mato Grosso, é impossível obter licença de desmate e limpeza de área." Augustin organizou a missão de agricultores para ir ao país em setembro ver as terras. Um consultor da Ampa já está no país contatando autoridades e preparando a viagem. "Quem vai tomar conta da África? Chinês, europeu ou americano? O brasileiro, que tem conhecimento do cerrado", diz Augustin. "Os agricultores brasileiros têm experiência acumulada que é muito bem-vinda. Queremos repetir em Moçambique o que eles fizeram no cerrado 30 anos atrás", afirma o ministro da Agricultura de Moçambique, José Pacheco. "A grande condição para os agricultores é ter disposição de investir em terras moçambicanas", diz Pacheco. É preciso empregar 90% de mão de obra moçambicana. CONCESSÃO A terra em Moçambique é propriedade do Estado e pode ser usada em regime de concessão, que está aberto a estrangeiros. O governo busca agricultores brasileiros por causa da experiência no cerrado, que tem características climáticas e de solo muito semelhantes à área oferecida. As terras oferecidas aos brasileiros estão em quatro províncias da região Norte: Niassa, Cabo Delgado, Nampula e Zambézia. A região é superior a toda área cultivada de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo (cerca de 5 milhões de hectares). Os produtores vão a reboque da Embrapa, que mantém na área o projeto Pro-Savana, com a Agência Brasileira de Cooperação e a Jica (Agência de Cooperação Internacional do Japão). O projeto de cooperação técnica em Moçambique é o maior da Embrapa fora do Brasil -terá 15 pessoas a partir de outubro. Em duas estações no norte do país, eles estão testando sementes de algodão, soja, milho, sorgo, feijão do cerrado brasileiro, para adaptá-las ao norte moçambicano. "Nessa região, metade da área é povoada por pequenos agricultores, mas a outra metade é despovoada, como existia no oeste da Bahia e em Mato Grosso nos anos 80", diz Francisco Basílio, chefe da Secretaria de Relações Internacionais da Embrapa. O governo vai dar isenção fiscal para importar equipamentos agrícolas. (UOL Notícias, recebi por email do Prof. Hamilton Garcia)
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Cotidiano da Campos Moderna.
15/08/2011 | 18h18
[caption id="" align="aligncenter" width="420" caption="Ft. Google"][/caption]

 

Venho eu hoje pela Riachuelo, cruzamento com Saldanha Marinho. Final da tarde, mais ou menos 17,20h. O trânsito que já anda truncado a qualquer hora fica ainda mais confuso ao entardecer. Fila de um lado, fila do outro. Todo mundo pacientemente aguardando sua vez para cruzar ou dobrar. Eis que de repente, encosta ao meu lado, já na contramão um FOX, prata, novinho em folha. Na direção, nada menos do que uma freira, em seu traje branco e marrom também zero quilometro. Gesticula. Demonstra visível irritação, buzina e de uma virada na direção acelera e cruza na frente de todos. Quase provoca uma colisão que só não aconteceu por integral perícia do carro que vinha pela Saldanha Marinho. Espanto generalizado e gritaria... Cabrunco sô, é uma freira! LP    
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O TEMPO DE AGORA.
15/08/2011 | 07h11
Tomo ciência da boa nova que evolve a absorção do Colégio Agrícola Antonio Sarlo pela UENF. Leio na Somos Assim, revista desta semana, na coluna de meu colega Esdras. Já era tempo. As duas instituições têm páginas de serviços prestados, pertencem ao mesmo governo. Uma desafiará a outra. A UENF necessita de uma unidade onde os estudantes pratiquem o conteúdo das salas de aula. Botar a mão na massa é decisivo na consolidação do conhecimento. Experimentar e modelar novas técnicas se faz com os pés no barro. [caption id="attachment_2183" align="aligncenter" width="403" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Quem algum envolvimento tem com a terra na região sudeste já ouviu falar da ESALQ, Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” vinculada a USP. São 110 anos de reconhecida e produtiva atividade. Formaram mais de 12 mil profissionais em seus 150 Laboratórios. Figuras destacadas de seu corpo docente rodam o Brasil em palestras, dias de campo, cursos. É o tal casamento perfeito entre o saber teórico e a prática. O maior beneficiário é o produtor rural ao ter acesso às novas técnicas, assistido de perto por uma garotada entusiasmada em aplicar seus recentes conhecimentos. Uma escola desta natureza, traz vida e alegria ao cotidiano do campo. Desmantela os preconceitos. E o faz com os pés no chão do Brasil, ligada que é à nossa realidade econômica e cultural. Sabemos que o Colégio Agrícola está decadente e sucateado. E, arrisco-me a dizer que morrerá se uma ação como esta não acontecer. Está perdido na imensidão morosa e ineficiente da Secretaria Estadual de Educação. Que significado tem para esta secretaria?! Deve ser visto como uma longínqua unidade sugadora de recursos e só! Para os campistas, não! Tem história, é bem situado geograficamente, tem extensão de terra e clientela. Que as cabeças pensantes da UENF, ao atingir sua maioridade (18 anos !) enxerguem com carinho paternal esta trabalhosa quanto profícua união. As grandes obras exigem sonho, garra e desprendimento. Ficarão na história dos campos de Campos! Luciana Portinho  
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Dé Dinho.
14/08/2011 | 11h57

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AINDA ELAS: a resposta.
13/08/2011 | 09h37
Abaixo, a resposta de como fazer com as lâmpadas fluorescentes quando queimadas. Veio em comentário do Moacyr Arthur. Valeu Arthur!

“As lâmpadas fluorescentes fazem parte da lista de resíduos nocivos ao meio ambiente, pois contém substâncias químicas que afetam o ser humano, como o mercúrio, um metal pesado que, uma vez ingerido ou inalado, causa efeitos desastrosos ao sistema nervoso. Ao romper-se, uma lâmpada fluorescente emite vapores de mercúrio que são absorvidos pelos organismos vivos, contaminando-os; se forem lançadas em aterro, elas contaminam o solo e, mais tarde, os cursos d’água, chegando à cadeia alimentar. No Brasil, muitos usuários dessas lâmpadas, conscientes do perigo e já alertados pela norma brasileira NBR 10004 que impõe limites rigorosos à presença de mercúrio nos resíduos sólidos, já estão destinando as lâmpadas descartadas a recicladoras especializadas em descontaminação e tratamento de resíduos de mercúrio. Operação Papa-Lâmpadas in Company Empresas que geram um grande volume de lâmpadas podem requisitar a coleta à empresa Naturalis Brasil (www.naturalisbrasil.com.br), licenciada para realizar a descontaminação no próprio local. Decreto-lei torna obrigatório o recolhimento de lâmpadas fluorescentes pelas lojas no Rio de Janeiro O governador Sérgio Cabral regulamentou a Lei 5.131/07, de autoria da deputada Beatriz Santos (PRB), que torna obrigatória a coleta de lâmpadas fluorescentes pelos estabelecimentos que comercializam o produto, sendo eles fabricantes, distribuidores, importadores, revendedores ou comerciantes. A regulamentação consta do Decreto 41.752/09, publicado no dia 18 de março de 2009 no Diário Oficial. Estes estabelecimentos deverão instalar os recipientes de coleta em locais de fácil visualização e, de modo claro, deverão conter dizeres que venham a alertar e despertar a conscientização do usuário sobre a importância e a necessidade do correto fim dos produtos e os riscos que os mesmos representam à saúde e ao meio ambiente quando não tratados com o devido cuidado. A lei estabelece ainda multa diária de R$ 170 ao estabelecimento que não cumprir a determinação, cobrando em dobro em caso de reincidência.” Fonte: http://www.reviverde.org.br Esperando ter ajudado de alguma forma, abraços do Arthur.  
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O Avesso do Avesso
12/08/2011 | 11h38
Neste mundo tão veloz, onde nos esbarramos nas ruas,  nas portas dos edifícios,  no trânsito caótico, sem sequer nos olharmos, nos cumprimentarmos. Propomos uma parada estratégica.  Para uma boa conversa, e espiarmos, no bom sentido é claro, o outro. Basta fitarmos com olhar cândido, de quem quer aprender, de quem quer viajar numa  história contada com muita sinceridade. Assim, é o Programa O Avesso do Avesso, que nesta sexta (12), às 19 horas, estreará mais uma entrevista, com a talentosa atriz Adriana Medeiros, que está participando de uma temporada no Sesc/Campos, toda última sexta-feira do mês, intitulada Divas. Vale a pena conferir. Te aguardo no canal 15, da Viacabo, UNITV, para juntos saborearmos esta boa prosa. Até lá! Sérgio Mendes
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CONSPIRAÇÃO PARA O BEM.
10/08/2011 | 17h59
É grande a expectativa gerada pela nomeação do Almy Junior  para a presidência da FENORTE. Duas são as razões. Uma pela própria grandeza e missão da Fenorte que é a de “Estimular o desenvolvimento econômico e intelectual da Região Norte, Noroeste e Lagos, levando em conta as vocações de cada localidade”. E a segunda pelo gabarito intelectual, representatividade e capacidade de gestão de seu novo presidente. Há ainda outro fator de confiança. Esta reside no relacionamento de reciprocidade entre ele, o Almy Junior e o governador Sérgio Cabral. Soma-se ainda ser indicação do deputado estadual Roberto Henriques. Ou seja, tudo conspira a favor. [caption id="" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Google"][/caption] É sabido que desde sua criação, a FENORTE, perdeu paulatinamente sua expressão. Sofreu um processo de esvaziamento. Aos poucos seu orçamento foi reduzido. Passou a sobreviver na máquina pública do estado como um útil empregador de aliados. Transformou-se naquilo que o povão chama de ‘cabide de emprego’. Passo seguinte perdeu seu rumo, seus projetos foram esquecidos, seus convênios negligenciados; foram cancelados. Campos e a região, desde a fusão, almejaram ter um órgão de representação política junto ao governo do estado. Sabemos que nestas bandas de cá, até pela lonjura, vivemos apartados do centro de decisão política da capital. A realidade econômica e, em especial, a conjuntura política local é bem diversa da experimentada em outras regiões do estado. Alguns dias atrás, li na Folha da Manhã, a manifestação do deputado Roberto Henriques em pleitear junto ao governador condições para que a Fenorte possa de fato atuar no sentido de colaborar na elevação do IDH regional. Não é pouco não. Assumiria o papel de conectar as demandas, formatá-las e de dar vazão a estas junto à cúpula do estado. É tarefa ampla; abre um leque expressivo de atuação. Requer uma forte vontade, visão alargada das mesquinharias da politiquice, esforço obstinado e articulação continuada. Estive conversando com seu novo presidente, prosa franca e empolgada. Sua disposição de mudança é marcante. Vibra ao mencionar seus projetos. Sabe que tem prazo marcado para avaliação de sua gestão. Mais, sabe que talvez esta seja a última chance de alavancar a Fenorte em todo seu potencial para o desenvolvimento regional. Fica a nossa esperança. Luciana Portinho    
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Luciana, HELP!!!
10/08/2011 | 10h12
Trago à página central o comentário recebido do leitor Sávio Gomes. Correta sua preocupação. LP
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Luciana, HELP!!! Aproveito o espaço e o tema “obsolescência”, para pedir ajuda: __ONDE E COMO DESCARTAR AS LÂMPADAS FLUORESCENTE QUEIMADAS? Tais lâmpadas, diga-se de passagem, que queimam cada vez mais rápido, contém MERCÚRIO, que é contaminante e perigosa à saúde. A coleta, tanto de lixo quanto de reciclados, não levam estas lâmpadas. Haveria uma lei, que obrigaria as lojas deste tipo de material recebê-las para reenvio ao fabricante onde estas seriam recuperadas e novamente postas à venda, mas as lojas que consultei disseram desconhecer esta orientação. Procurei saber através de alguns telefones da Prefeitura (haja telefones!), mas ninguém soube informar. Daí, considerando um assunto importante em termos de conservação do meio-ambiente e Saúde, resovi pedir a sua colaboração ou a qualquer leitor que leia o seu Blog. Obrigado. Sávio Gomes
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TRÂNSITO FATAL.
09/08/2011 | 21h44
Lá estavam as duas em situação bem desigual. Triste. Para ambas. Naquela UTI, condensava-se todo o universo. Em suas mentes passavam tempos em impressões distintas. De qualquer forma, as imagens ficaram preservadas em registros particulares.  Assim transcorre a vida. Hora há em que nos sentimos gigantes, outra logo a seguir e, oprimidos estamos todos. Quanto mistério, profusão de faltas de respostas. O fato é que elas ali se encontravam naquilo que eram suas histórias. Metade de seu corpo imóvel, inutilizado por um AVC. Ela  fora tão vaidosa, agora não havia como disfarçar. A pele branca que a caracterizava, adquirira coloração algo amarela, parda. Ganhou ares de índia. Uma índia irremediavelmente rendida. As mãos pequeninas não mais se relacionavam entre si. A esquerda inchada, inerte. A direita em movimento excitado, disposta a agarrar o que ainda lhe faltava nesta existência. Fora uma mulher atormentada, desde a mais tenra juventude. Uma vida que se fizera por sofrimentos provocados. Sucessão de desencontros. Ansiava perdão, tinha medo. Os aparelhos todos ligados monitorando seus momentos de falência. Fios, luzes, gráficos. Ao chegar naquele ambiente, Rachel mais uma vez se compadeceu. Seus últimos encontros, ainda que esparsos, foram sem exceção carregados de uma emoção dramática. Sentia-se em falta, necessitava visita-lá ainda em vida. Deixou-se ficar, a cabeça apoiada à maca na suspensão da temporalidade. Lágrimas pontuavam suas faces. Infinita compreensão as percorreram ao se entrelaçarem os dedos. Nada a falar, palavras teriam sido fúteis, no diálogo final. Luciana Portinho  
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Entrevistas vastas.
08/08/2011 | 23h17
Semana passada participei em dois programas, um na TV e outro em emissora de Rádio. Ambos bem dinâmicos. Na TV – UNITV- fui entrevistada por uma dupla ilustrada e inteligente. Sérgio Mendes e Cristina Lima, no programa O Avesso do Avesso. Avisaram-me que a pauta era livre. Um pouco ou muito do que viesse na minha mente. Um pouco ou muito do que eles quisessem me questionar. Neste clima livre, assim compareci. Fui desarmada e a conversa fluiu agradável. Exercitei um pouco daquilo que meu saudoso sogro, Heraldo Vianna, me ensinou - ser testemunha ocular da história. Na Rádio Absoluta fui, ao convite de um amigo dileto, Nino Bellieny. Ele em seu programa matutino, o Conversa Boa. Nele, você comparece sem saber bem o tema do dia. E sem preocupação de fazer feio. Nino, que o leitor conhece pela bela escrita e singelo humor é íntimo no ambiente das ondas sonoras. Incapaz de nos deixar de saia justa. Faz de seu programa um eclético e elegante debate. Ético e sério mesmo quando crítico. Nomeia as fontes; baixaria silencia nos microfones. A hora passa depressa demais, a audiência conectada bate ponto. Ser AM ou FM, nos dias de hoje, acho que é letra morta. O mundo ficou on line, as ondas digitais, tudo está interligado. Hoje, ouvimos rádio no notebook ! Não existe mais só o rádio do aparelhinho local. E o meu amigo, que conheci na rede social Facebook é um profissional universal. Aos três deixo meus agradecimentos. Luciana Portinho    
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DELEGADO É DELGADO.
08/08/2011 | 17h01
Na vida e no samba, no asfalto e no morro. Por onde circula é só gentileza e finura. Assim é Delegado o mestre-sala mais charmoso da cidade do Rio de Janeiro. Fiel ao seu bairro e à sua escola de samba, Mangueira. Com um 1,90m e 67 quilos, aos 90 anos, Delegado foi alçado a Presidente de Honra da Estação Primeira. Figura mítica do samba carioca ingressa agora o rol dos semideuses mangueirenses. O top dos tops da escola. Formou com Neide, famosa porta-bandeira da Mangueira, um dos grandes casais da história dos desfiles. Sempre com nota 10 lá se foram 23 anos de parceria. Para ele, foram 36 carnavais de hipnótico bailado na avenida. Cativante das mulheres, sua prosa trançada dentro e fora das pistas deu-lhe fama de conquistador incansável e refinado. Por um belo rebolado lá ia ele, no cortejo da conversa dançarina. [caption id="" align="aligncenter" width="403" caption="veja.abril.com.br"][/caption]

 

Bom ver o jornal O Globo, render-lhe merecido destaque em sua edição de domingo. Homenagem em vida. Na capa da Revista de Domingo, lá vem Delegado descendo a ladeira. Luciana Portinho  
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Dé Dinho
07/08/2011 | 17h26

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Obsolescência Programada.
05/08/2011 | 07h09
Não descreia, ela existe. As grandes empresas assim produzem suas mercadorias. Lâmpadas, motores, máquinas de todo tipo e espécie, são criadas com prazo encurtado, marcado de falência. Lei máxima do capitalismo:  o consumo continuado necessita ser estimulado. O desejo penetra na mente. Percorre o corpo. Gera emoção, cobiça. Internalizado vira uma necessidade. Outra do capitalismo, nenhum objeto é feito para durar. Tudo descartável e em tempo acelerado. Remexendo meus arquivos, encontrei esta brincadeira que fiz quando, para meu desalento, perdi meu HD. Uma bobagem humorada, deixo com vocês. LP _______________________________________________________________________________ Amo [email protected], [email protected] me ama... somos uma família feliz! Hoje, depois de 2 décadas de uso da informática, consegui a proeza, nem me pergunte como, de queimar, pifar, perder, corromper mesmo o meu HD! De madrugada, perfeito. Já de manhã, sombrio..., PUFFF! Histórica a data. Bem cansativa. E chata. Um tédio ser obrigada a ficar na órbita do contido, metódico e inalterável técnico zen. Agenda lotada, abarrotado de serviço e, por aí vai. Pra lá, pra cá. Idas e vindas à Futura Informática e, por fim, diagnosticado o futuro próximo que pelos indícios se configura como terminal... Lá se vão fotos e mais fotos, músicas, imagens, textos técnicos, textos teóricos, rabiscos, modestas poesias...Tempo, neurônios, idéias, emoções... O dia todo em torno da peça, no aguardo da solucionática. Regresso, já ao entardecer, laptop debaixo do braço, dívida assumida em nota promissória devidamente assinada, com o tal de novo HD. Insuspeita procedência, zero, capacidade dobrada. Bom seria se depois desta medíocre jornada, tudo rodasse redondo. Quá?!! Agora, em casa, a rede e ele se estranham. Cadê o suporte?! No mexe e remexe. Ziriguidum, nada! Então, só me resta trilhar rumo ao leito e esperar pois “... Amanhã vai ser novo dia, amanhã vai ser novo dia, Hoje você é quem manda, falou tá falado não tem solução, não....” Luciana Portinho  
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MEGA FESTA
04/08/2011 | 21h08
MEGA FESTA ninobellieny Estive hoje perto de famosos e anônimos em profusão. Políticos, artistas, socialites, empresários, intelectuais, gente do povo e poderosos. Constatei glória, riqueza e humildade. Sábios e simples, esnobes e arrogantes. Tudo misturado harmonicamente. E em completo silêncio. Cemitérios são assim mesmo.
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É HORA DE MUDAR,
04/08/2011 | 09h03
ESBRAVEJAR OU QUEM SABE APENAS CANTAR.
Maurício Nani (jornalista, publicitário, proprietário da VCE Produções Ltda.)
Enquanto esse pais não mudar radicalmente o atual modelo politico/eleitoral que aí está, continuaremos a assistir essa verdadeira FARRA com o dinheiro público, de norte a sul do Brasil, incluindo aí nossa cidade. É essa farra quem alimenta os esquemas políticos, que garantem os recursos escusos que bancam as campanhas de nossos políticos a cada eleição. Vide os escândalos que se sucedem agora no Ministério dos Transportes (intensificados durante o processo eleitoral de 2010). Enquanto não implantarmos o voto facultativo, o financiamento público das campanhas com o fim do malfadado horário eleitoral gratuito no rádio e na tv, enquanto não tivermos uma ampla reforma política, que altere a forma de remuneração dos ocupantes de cargos públicos e a sua conduta, entre outras, iremos continuar reféns desses grandes esquemas polítiqueiros, que necessitam de milhões e milhões de reais para se manterem no poder. Infelizmente é assim no pais inteiro. Aqui em Campos, desde o advento dos royalties do petróleo, assistimos ao maior festival de desperdício de dinheiro da história. Os governos se sucedem, mas as práticas continuam as mesmas. Tem sido assim há mais de 25 anos.Cada eleição é paga a preço de ouro. Fala-se em cifras que ultrapassam a casa dos 70 milhões de reais. De onde vem essa grana? E qual a contrapartida dela? A contrapartida, certamente inclui tais obras que só são faraônicas nas planilhas de custo, porque em nada ou quase nada agregam à melhoria da infraestrutura da cidade. Definitivamente, Campos não tem nada que uma cidade de 2 bilhões de reais deveria ter. Nosso IDH continua lá em baixo, a saúde, educação,saneamento básico,continuam muito aquém do razoável. Nosso sistema viário é uma brincadeira de mau gosto, nossas ruas continuam como o solo lunar, a maioria estreita, sem suportar mais o fluxo enorme de veículos, ciclistas e pedestres. Nossa cidade é suja, feia, mal cuidada, uma total desordem urbana. No lugar de viadutos, amplas avenidas, reengenharia de tráfego e trânsito, vemos sambódromos e muitas obras de maquiagem. E pra finalizar, quero falar ao Sérgio Mendes, que essa semana publicou um artigo pontual no Blog da minha Face Friend Luciana Portinho, na Folha da Manhã,  que eu não tenho absolutamente nada contra a prefeita/cantora. Acho muito legal. Cantar faz bem a alma, ao corpo, a mente. Espanta os males. Quem sabe ela não se entusiasme com isso e mude de profissão!
Publicado originalmente na rede social Facebook.
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DIZEM
04/08/2011 | 08h39
[caption id="attachment_2091" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]   ONDE HÁ FUMAÇÃ, HÁ FOGO.

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Obras Faraônicas.
03/08/2011 | 07h48
Mais um artigo do jornalista Sérgio Mendes. Aborda assunto que repetidas vezes o blog trouxe a você leitor. Aqui ele fala de obras faraônicas. Enquanto isso, volto ao tema da Orla de Guarús que permanece largada, dos bairros sujos, esburacados, repletos de lixo, das Praças e pracinhas que são tratadas como capitanias hereditárias. O desamor à cidade é a tônica da administração municipal. A conta ficará para as próximas gerações. Campos nada mais é do que um vasto e confortável trampolim político. A população então, esta é vista como um mal a ser administrado. Se pudesse ser toda lobotomizada. LP _____________________________________________________________________ Sérgio Mendes Mediante uma reflexão , andando pela cidade, chego a conclusão definitiva de que o governo da Prefeita Cantora, não tem critérios com os gastos públicos. Talvez, Ela tenha uma paixão pela ambientação do Egito Antigo, quando os Faraós faziam construções suntuosas, viviam paramentados de ouro, tudo às custas do suor e sofrimento de seu povo. Dito isto, me deparei com a construção do sambódromo - tenho certeza, que o seu fiel escudeiro, primeiro consorte, vai dizer que sou contra o povo, contra a alegria popular -, e me remeti aos custos desta obra: $70.000.000,00 ( SETENTA MILHÕES DE REAIS ), por enquanto. Depois, pode ser que tenha um aditivinho aqui, outro ali, vamos orar e vigiar! Lendo os jornais, os blogs, tendo acesso ao que restou a pagar de 2010 para 2011 - mais de 400.000.000,00 ( QUATROCENTOS MILHÕES DE REAIS ),  me perdoem, quando erro na quantidade de zeros, que são tantos, pois não estou acostumado. Constato que o desgoverno da Prefeita Cantora, está atrasando o repasse dos recursos do Educandário dos Cegos, da APOE, da APAE, dos hospitais conveniados, das escolas conveniadas, dos aluguéis sociais, das empreiteiras - inclusive acarretando milhares de demissões de trabalhadores -, enfim, é um caos financeiro geral, numa cidade de $2.000.000.000,00 ( DOIS BILHÕES DE REAIS ). Me pergunto: Qual a lógica da Prefeita Cantora, para com os gastos públicos? Ah me lembrei. Me veio a mente, uma estrofe, de uma linda composição do poetinha Vinicius de Moraes com o maravilhoso Carlos Lira: " E no entanto é preciso cantar. Mais que nunca é preciso cantar. É preciso cantar e alegrar a cidade". PS: Me desculpem queridos Vinicius e Carlinhos Lira. Nós amamos vocês. De verdade.    
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SOS Abrigo João Viana.
02/08/2011 | 19h53
Transcrevo abaixo três posts de diferentes blogs de Campos. Enquanto ela esbanja alegria em bailes de fantasia, a realidade de sua população fala forte e duro. Um escárnio! LP [caption id="" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Google"][/caption] Sem receber salários desde abril, cerca de 30 abnegados profissionais do ambulatório do Abrigo João Viana chegaram ao limite e resolveram cruzar os braços a partir de hoje. São quatro psiquiatras, 17 psicólogos,1  fonoaudiólogo e 1 assistente social além de pessoal de apoio. Segundo informação da direção da instituição, o hospital continua funcionando normalmente porque recebe verbas do Sistema Único de Saúde (SUS), mas para funcionar o ambulatório depende de verba complementar da Prefeitura de Campos, que há quase cinco meses não faz o repasse e nem explica porque não o faz. A situação é muito grave porque os pacientes de doenças mentais são muito fragilizados e quando procuram atendimento ambulatorial e não encontram correm o risco de ter sua situação agravada. No ambulatório do João Viana são atendidas, em média, 3 mil pessoas por mês. O assunto estaria na pauta da reunião de hoje do Conselho Municipal de Saúde, que foi adiada por decisão da cúpula da Saúde no município. As informações acima são da direção do Abrigo João Viana. Se alguém da Prefeitura de Campos, com autoridade para contestar, quiser se manifestar, estou às ordens. Fonte: Blog Eu penso que..., de Ricardo André Vasconcelos Prefeitura não paga convênio e funcionários do ambulatório do João Viana entram em greve amanhã Sem receber seus salários desde abril, médicos psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais que atuam no ambulatório do Hospital João Viana entram em greve amanhã. O atraso no pagamento dos profissionais se deve a falta de repasse por parte da Prefeitura de Campos, que tem um orçamento da ordem de dois bilhões. A suspensão do atendimento certamente comprometerá o atendimento de muitos pacientes que tem no ambulatório um tratamento de qualidade sem necessidade de internação. Os profissionais no entanto garantem que "agüentaram" o máximo, mas que também trabalhadores e precisam de seus salários para sobreviver . A revolta também é grande entre os familiares dos assistidos que estão procurando os meios de comunicação para denunciar o descaso do governo Rosinha Garotinho. " Não tenho condições de pagar uma psicóloga, meu filho vinha apresentando melhoras significativas . A psicóloga que o atende é excelente, uma profissional qualificada, também sou trabalhadora e entendo que ela não pode continuar trabalhando de graça. O que eu não entendo e não aceito é que uma prefeitura tão rica como a de Campos pode dar calote em uma instituição que atende o povo pobre"- desabafou uma mãe. Estranhamente a reunião do Conselho Municipal de Saúde que é realizada as primeiras terças -feiras de cada mês , devendo portanto ser realizada hoje foi suspensa pela diretoria do CMS. Fonte: Blog: Estou procurando o que fazer.   Terça-feira, Agosto 02, 2011 HOSPITAL JOÃO VIANA SUSPENDE ATENDIMENTO AMBULATORIAL O corpo técnico do Hospital Psiquiátrico Doutor João Viana decidiu suspender, a partir de amanhã, 3, o atendimento no ambulatório, em conseqüência do atraso injustificável de repasses de recursos por parte da prefeitura de Campos, desde abril último. A decisão foi tomada e anunciada agora pela manhã, depois de tensa reunião dos profissionais  da unidade. "Não há mais condições de exigir do funcionário que está há tanto tempo sem receber seus salários que permaneça atendendo. São chefes de famílias que têm suas responsabilidades e compromissos", informou uma voluntária do Hospital. A suspensão das atividades ambulatoriais representará um enorme prejuízo a pacientes que dependem do acompanhamento médico. Hoje, haveria a reunião do Conselho Municipal de Saúde, instância em que o Hospital João Viana tem assento, quando a direção da unidade pretendia discutir o assunto e solicitar ajuda, mas por "decisão da cúpula da Saúde", comunicada por telefone, a reunião foi desmarcada. É grave a crise. O Blog volta ao assunto ainda hoje. Postado por Fernando Leite às 12:00:00 0    
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TERÇAS SEM DÚVIDAS NO SENAI.
02/08/2011 | 14h45
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SAÚDE PÚBLICA.
01/08/2011 | 01h08
Leio na Época, notícia alvissareira. Em Serra, município do vizinho Espírito Santo, a saúde pública irá fazer a distribuição gratuita do citrato de sildenafila. Para quem não sabe, este fármaco é medicamento indicado na disfunção erétil. Popularmente conhecido como Viagra, e mesmo ainda não fazendo parte da lista de distribuição gratuita do SUS (Sistema Único de Saúde) a Prefeitura de Serra entendeu sua importância como fator garantidor na qualidade de vida de sua população. [caption id="" align="aligncenter" width="470" caption="Ft. Wikipédia"][/caption]

 

O município conta com 409.267 moradores, 49% de homens. O interessado terá que ir ao posto de saúde de seu bairro. A decisão final que avaliará sua real necessidade caberá à equipe de três urologistas e um andrologista da Clínica do Homem. A clinica municipal foi aberta em 2009, para tratar de situações que tanto assombram os homens como o câncer de próstata. Ganha agora ainda mais relevância. Ponto para Serra que enxerga nos detalhes e investe recursos no bem estar de seus munícipes.    
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