Lá e Cá II.
30/05/2011 | 04h39
Primos próximos, os dromedários (camelo-árabe) e as lhamas vivem afastados por muito oceano. Os primeiros, na África e as segundas, na América do Sul. Em comum a famílias dos camelídeos, o temperamento irritadiço, a grande força, a resistência à falta d’água e a serventia com que há mais de 3000 anos exercem a função de carregar peso. E, por longas distâncias. Por isso mesmo, foi uma das primeiras espécies domesticadas. [caption id="attachment_1582" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Estes simpáticos e desengonçados primos peludos e, de cor mais ou menos similar, quando zangados mordem. Cospem, então,  uma saliva gosmenta e nada perfumada. Para nosso azar, não costumam errar o alvo! [caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Google"][/caption]

 

 
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Dé Dinho.
29/05/2011 | 08h33

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PAIXÃO E MORTE DE NÓS MESMOS
27/05/2011 | 19h18
Texto belo, do jornalista Nino Bellieny, publicado em 26 de abril de 2011, no site http://nino.radioabsoluta.com.br/?p=22 . NINO BELLIENY Morremos um pouco à cada frase mal pronunciada ou mal interpretada. Morremos quando uma pessoa querida escolhe outro lado das coisas onde não quer ser vista nem ouvida. Há morte quando, até podemos ver e ouvir, mas, não somos nós os percebidos, jogados no limbo de nossas incoerências e da voraz sede de reconhecimento a qualquer preço. Vamos morrendo por indiferença e por excesso, como planta esquecida ou aguada demais. Já estamos quase mortos ao cerrarmos os portões por dentro, escondendo a chave e não deixando entrar o acaso. Estamos morrendo ao matar o sonho do outro e o nosso, ao mergulhar no lento suicídio da falta de esperança, do excesso de mesmice em copos de desespero. De assassinatos verbais estamos cheios. De julgamentos sumários réus somos. Esclarecidas vítimas, educados carrascos, matadores de aluguel e alvos permanentes. Morremos avacalhando nossas vidas em conversas sem conteúdo, em ataques de inveja e perfídia. Um veneno nada doce escorrendo do canto de bocas desenhadas em charmosos sorrisos. Frases mortais disparadas pelas costas, solenes projéteis disfarçados em pensamentos altruístas e elegantes. Matamos e morremos, ocultamos corpos, escondemos provas e só às vezes, pouquissimas vezes, nos lembramos,fazendo questão de não acreditar, que, acima de nossas pálidas cabeças, existe um Supremo Juiz  que a tudo assiste.
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Política Quente
26/05/2011 | 19h16
Nestes dias passados em Portugal, foi visível a insatisfação da população com seus governantes. Eleições marcadas, para o início de junho. Campanha aberta nas ruas. Manifestações de grupos e partidos. O tema que mais os envolve e, até de um pulo, os tira do sério é o emprego. Dele, melhor, da falta dele derivam outros como a carestia, a intragável necessidade de recorrer a empréstimo junto ao FMI e a corrupção. [caption id="attachment_1572" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1573" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1574" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Conversamos aqui com vários segmentos, de faixas etárias as mais variadas. Do jovem meio hippie, que acampado está na Praça Figueira, em Lisboa, ao direitista culto, do voto descrente em branco, passando pelo fiel votante socialista. Ninguém demonstra satisfação. Fala-se em quebradeiras nacionais em cascata; Grécia, Portugal, Espanha... Até ouvi falar em Guerra Civil, o que me assustou. Sim, já que ninguém duvida da disposição milenar do Europeu para uma boa batalha. [caption id="attachment_1575" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Enfim, um considerável número de europeus irá às urnas, mais ou menos juntos. É deixar passar os dias, voltaremos ao assunto, pois!    
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REAL LENDA.
25/05/2011 | 21h24
Narrativas de amor-paixão sempre me falaram. Densas, carregadas de barreiras e suspensão. Anzol que é enfiado em nossa garganta desde o primeiro suspiro. Atravesso os tempos, tento me mexer com jeito. Só sei que quanto mais me movo, mais a fisgada crava e se faz sentir. Puxar? Pior. É abrir ferida sem capacidade de cicatrização. Impedidos e eloqüentes romances. De cabeça para baixo, me deixam. Acabo de saber de mais um. Grandioso e apaixonado histórico de séculos atrás. Estive ontem em Alcobaça, Portugal. O mosteiro é gigante, com suas abóbodas em gótico, bem elevadas. Obra toda em calcário, do homem, monumental. Três são suas principais naves, sucessão de colunas, clarabóia em formato de mandala. No mais, o espaço vasto e vazio na aparência. No desocupado falso, assim a nossa alma, arrebatada em levitação respeitosa. Triste e pungente história do amor entre um homem e uma mulher. Tributo a um sentimento lançado, desnudo das menores convenções. Amor com toda a trava salgada dos encontros de fato. Ainda que ceifado na degola da mulher, o homem chamou a si a perpetuação desta paixão. Não sem antes ordenar caçada real aos portadores do machado fatal. Alimentou sua dor com os corações que foram arrancados dos corpos, pela frente ou por trás. Na historia, houve por preservá-la íntegra e irretocável. Luciana Portinho [caption id="attachment_1561" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

[caption id="attachment_1562" align="aligncenter" width="296" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1563" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

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Lá e Cá I.
24/05/2011 | 14h56
Largo do Coreto, Sítio da Nazaré, Portugal. [caption id="attachment_1552" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

 

Praça Santo Antônio, Campos, RJ, Brasil.

[caption id="attachment_1553" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]
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Oceanário de Lisboa
23/05/2011 | 18h31
Amigos, quando a Folha da Manhã honrosamente me convidou e eu, de muito bom grado aceitei o convite para manter este blog, assumi um compromisso de repartir o que penso e vivencio com vocês. A qualquer hora ou lugar, penso em vocês. Naquilo em que posso contribuir e acrescentar. É uma questão de lealdade a você leitor, razão de ser deste espaço virtual e real. [caption id="attachment_1539" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Então. Hoje conheci um local espetacular. Longe de Campos; não inatingível. Estive num santuário da vida. Vida marinha. Esta que nos cerca e que de tão familiar, é por nós solenemente ignorada. Falo do Oceanário de Lisboa, Portugal. Construíram, lá no Parque das Nações, um espaço para louvar a vida de 97% de nosso planeta: a água nos oceanos.

 

[caption id="attachment_1540" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"] Ft. Luciana Portinho
Vocês podem ver e tirar suas próprias conclusões. Arquitetura ampla, moderna, espaços vazios e água presente em suas formas, movimentos, profundezas e ambientes. Doce, salobra e salgada. Água! Fonte de toda a vida
[/caption]

 

Neste Oceanário, presentes estão o nosso Atlântico, o Pacífico, o Índico, o Antártico e o Ártico. Em cada um destes espaços é criado uma atmosfera que lhes é própria. Seja nos seres marinhos, no trinar das aves, no cantar dos pássaros, vegetação, umidade, ou atmosfera. Perfeito! Fantástico! Há que reconhecer o esmero com que foi feito e é mantido este espaço. Vive cheio. Visitação sempre aberta. Vale e muito a visita.

[caption id="" align="aligncenter" width="350" caption="Ft. Google"][/caption]

E nele, nos deixamos levar em pensamentos sobre o ondular da vida marinha que tanto se adaptou ao chacoalhar das águas. Observar as lontras marinhas. Se deslocam com tal destreza e suavidade. Giram no seu próprio eixo, deslizam para frente e para trás, charmosas se exibem com seu pelo, o mais espesso do mundo animal. Possuem cinco nadadeiras, cinco sim, pois seu rabo é também uma poderosa nadadeira e leme. Plenamente adaptadas e comilonas. Comem por dia 1/3 de seu peso para se manterem aquecidas.

[caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Google"][/caption]

 

Passeio pelo habitat dos peixes-chatos. Estes bichos espertíssimos, que se confundem com o fundo do mar. Empanados que estão na areia. Quietos ficam, olhos lado a lado.

Lá, como se estivéssemos no fundo dos oceanos, admiramos tanta existência e profusão de  formas distintas das nossas. Passam as arraias.... grandes...negras,  me fazem lembrar morcegos....com seus dois olhos diminutos e suas nadadeiras que se assemelham às asas....e são belas.

[caption id="" align="aligncenter" width="350" caption="Ft. Google"][/caption]

Os cardumes, aos nossos olhos, passam prateados como nuvens, pontilhados deslumbrantes. Descobrimos que o mar é sonoro! Colorido em suas medusas tropicais. Cogumelos atômicos de vida azul.  Colônias verdes, rosas, violetas e lilás nos invertrebados marinhos.

E o que esta obra quer nos mostrar?!  Nada; nadinha além de que a conservação dos oceanos só se dará através da mudança de nossos padrões de comportamento. O Oceano é Patrimônio Natural, precisamos conhecê-lo. Sem ele não viveremos!

Luciana Portinho

 

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"Quero Não"
22/05/2011 | 20h49
Queria falar disto não, mas tenho. É dever meu de cidadã campista. Seis meses depois volto à Orla de Guarús. E o que vejo?! O mesmíssimo abandono, o mesmíssimo (pleonasmo ou redundância?!) descaso. Seis meses se passaram e a PMCG nada fez, ZERO de ação! Só tapeação. Nada mais a falar...as fotos tudo dirão. obs. fotos por Luciana Portinho
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Dé Dinho.
21/05/2011 | 07h15

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Garantia de Sucesso.
20/05/2011 | 12h11
Renato Duarte sempre foi um visionário. De sucesso. Um dos maiores empresários desta planície, figura afável e dinâmica, esta semana concedeu uma entrevista ao radialista Nino Bellieny. Prevista para durar 15 minutos, ultrapassou e foi aos 120 minutos, com bom gosto, informação e emoção garantida por dezenas de telefonemas, congestionamento de acessos no site da rádio e mensagens pelo facebook do Nino. Foi histórica no gênero. Desta entrevista nasceu uma idéia que bombou a semana inteira no Face: o sorteio de uma noite no Ibiza Motel com direito a vinho e jantar. Isso gerou repercussão em vários blogs e perfis das redes sociais. Parabéns aos dois, mostradores de uma fina sintonia na agilidade de pensamentos e ações. [caption id="" align="aligncenter" width="120" caption="ft. blog Carlos Faria"][/caption]
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SIGA A SETA
19/05/2011 | 18h23

Do jornalista, Nino Bellieny, publicado em 11/05 no site http://nino.radioabsoluta.com.br/?p=45

Nino Bellieny
Me disseram que se eu trabalhasse muito
Teria todas as coisas necessárias e conforto.
Que se eu estudasse com afinco
Depois de cinco, oito anos ou mais
Teria um diploma na parede
Um Dr. antes do nome e todo o respeito.

Me falaram que se eu me dedicasse à honestidade
Votasse nos homens de bem
Seria ideal o meu pais e a minha cidade
Votei e os homens estão cheios de bens.

Me contaram que se eu obedecesse as leis
Estacionasse nos locais indicados
Não jogasse rua no lixo
Seria cidadão e não meio-homem, meio-bicho
Como tantos deitados nas calçadas das igrejas.

Que se eu servisse à Pátria
Aos pastores e sacerdotes
Evitasse a cobiça, gula, luxúria e os demais pecados
Não seguisse a bandeira de Iscariotes
Fosse cego e surdo como os postes
O Céu me seria reservado.

Ai eu seria feliz como num Domingão do Faustão
Meu carro popular na garagem
Minha inércia chamada de descanso
E minha fraqueza batizada de coragem.

Me politizaram com futebol, novelas, bebidas alcoólicas
Drogas lícitas, ilícitas e pregações apostólicas
Seja um bom homem, respeite os limites
Faça uma poupança, forme uma família
Eu e outros milhares seguimos a cartilha
Nascendo entre raspas, vivendo entre aspas, morrendo entre caspas
Etapas e beijos técnicos sem amor real.

Acreditando em sonhos vendidos em intervalos comerciais
Vivendo numa imensa fila de agência bancária.
Sepultando-me em vidas perfeitamente normais.

Até o dia da ressurreição final.

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Em Campos...
19/05/2011 | 02h18
?Fumaça na Cultura. Boataria grande. Sai secretário, sai presidente. Troca, troca de cadeiras. Entra a amiga da amiga. Acusações abafadas. Rádio Tamanco dispara motivações espúrias. Treme, treme....afinal muda o que para a Cultura em Campos?! Faltam propostas, projetos, política cultural. Incorporação de linguagens, projeção de futuro, gestão do presente. Lutamos tanto para retomar o Palácio de Cultura para a Cultura e deu em que? Um Palácio vazio, sem alma, abandonado. Para o rei da sucata?! [caption id="" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Google"][/caption] Falta ARTE na Cultura em Campos. Faltam propostas arrojadas, visionárias, intervenções inovadoras. Política Cultural é PLURAL e não ação de grupelho que se fecha em copas em defesa da mesmice de si próprio.
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Vou contar para vocês.
18/05/2011 | 12h52
Dizem que a natureza é perfeita. A natureza é. Inúmeros fenômenos naturais serão citados em contrário. Tsunamis, cheias, secas, tornados, chuvas torrenciais, calores e nevascas. Para todos direi: quem mandou a gente se colocar lá no meio deles. Quem?! A verdade é que a perfeição da vida é este eterno movimento de nascer, morrer e renascer, um pouco ou muito, modificado. Afinal, homens geniais, com inteligência e persistência acima da média, já por infatigáveis vezes nos alertaram espantados com suas descobertas. Nós humanos, como uma epidemia planetária, nos multiplicamos, fora de controle. Nos espalhamos e inchamos. Daí em diante, batemos ombro com ombro, cabeça com cabeça, coração com coração. A quietude passou a ser sentida como tristeza?! Aceleramos. Desafinamos e atravessamos a harmonia. Quase uma frenética compulsão: shake! [caption id="attachment_1446" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Na natureza, tudo se move e também é movido. É a ação e a não ação do ZEN. Estranha esta nossa civilização que tão arrogantemente ignorou seu habitat natural. É só observar o modo de vida dos animais. Se aos primeiros raios de sol se espicham e se mexem, também param. Aos primeiros sinais do inverso hibernam, reservam-se para a próxima boa temporada. Fica a incômoda sensação de que ‘pastamos’ mais do que deveríamos. Energia desperdiçada. Fica a certeza de que é só querer. De que o desafio está posto. O tempo todo, tudo pode ser mudado. Perfeito e imperfeito são compreensões nossas, humanas. A vida pulsa. A vida é. Luciana Portinho
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Lá e Cá.
17/05/2011 | 15h11

La Madeleine, Paris, França.

[caption id="attachment_1407" align="aligncenter" width="395" caption="ft. Luciana Portinho"][/caption]

Câmara Municipal de Campos, Campos dos Goytacazes, RJ, Brasil.

[caption id="attachment_1442" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

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Arrumação de Arquivos I
16/05/2011 | 00h47
Há tempos, fazendo pesquisa sobre os 'Portinhos' no Rio Grande do Sul, encontrei este artigo. Além de um português escrito e expresso de modo diverso, podemos observar que a armação no Brasil, data de sua formação. Explorar os incautos, já então, acontecia e até com mais ingenuidade. ____________________________________________________________________ HÁ UM SÉCULO NO CORREIO DO POVO Pesquisa e edição: RENATO BOHUSCH | [email protected] Correio do Povo do dia 29 de julho de 1909 noticiava DIVERSAS A mulher-gigante – A Reforma, da cidade de Pelotas, em sua edição de 22 do corrente, noticiou o seguinte: A estréa da negra-gigante aqui, ante-hontem, no theatro, foi uma funcção divertidíssima, para os que adoram o assobio, a gargalhada e a pateada, formando uma orchestração symphonica. O theatro ficou repleto, não só de familias, cavalheiros, rapazes de todas as classes, como da arraia miuda, que foi o clown da festa. O emprezario de Abomah, costumado certamente a taes demonstrações, fez sua perlenda ao povo, sobre a gigante, sob um chuveiro de pilherias, invectivas, apupos, o diabo! Abomah cantou uns versos, á ingleza, com poderosa e educada voz de soprano. Findo o acto, o pessoal masculino saiu indignado para o saguão do theatro, onde um orador levantou vehementes protestos á exploração. A policia, para evitar peores consequencias, pol-o no posto até terminar o espetaculo. O resultado da estréa de Abomah, precedida e seguida por numeros de cinematographo, foi convencer-se o nosso povo, com os proprios olhos, que ella não mede 2 metros e 30 centimetros, nem peza 200 kilos. Foi, pois com carradas razões que todos deixaram o Sete de Abril, lastimando o assalto levado á sua bolsa, em 15$, por camarote e 3$ a cadeira, para vêr uma mulher simplesmente alta, nunca gigante. O major Fernando Röhnelt, digno subintendente, fez hontem medir Abomah, de cima a baixo, sem o salto de meio palmo que usa no sapato, o sem a turumbéca que lhe encima o vulto. O resultado foi o mais admiravel, mas nada de espantar, para quem viu Abomah. A gigante mede, apenas, 2 metros e 2 centimetros!! E ahi está como se explora o povo, com a chantage da senhorita mais alta do mundo, apregoada nos programmas. Sirva de aviso aos curiosos de vêr gigantes. Hontem, realisou-se nova funcção.
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Dé Dinho.
15/05/2011 | 10h06

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"Sonoro Berro"
14/05/2011 | 19h07
Comentário que recebi do leitor João Carlos. Elaborado, interessado; uma chamada para as autoridades da área de segurança, item que tanto nos aflige e que nos rouba o princípio da liberdade. Na vida não existe espaço vazio, na omissão do poder público, alguém o ocupará. ------------------------------------------------------------------------------------------------------- Aproveitando o gancho do seu post, querida Luciana, gostaria de dar um sonoro berro de SOCORRO ao comandante do 8º BPM de Campos, Cel. Gilmar Barros. Ontem, às 13:45h, em frente ao Colégio Batista, consegui evitar que um motoqueiro (de capacete e sem placa) assaltasse uma jovem no ponto de ônibus. Arredio com minha presença, passou entre os carros e, metros adiante, em frente ao Cartório do 13º Ofício, assaltou um jovem senhora. Fugiu aceleradamente em direção ao Auxiliadora. Provavelmente, passou por alguma viatura da Polícia Militar, mas, mesmo estando sem placa (infração gravíssima), saiu impune. Fico apavorado como andar sem placa, com a mesma amassada ou adulterada, em nossa cidade, é algo normal. Recentemente, recebi parentes de Santo Antônio de Pádua-RJ e Cachoeiro do Itapemirim-ES, e os mesmos ficaram surpresos com esse comportamento. Em suas cidades, a lei é cumprida (art.230, I), o veículo é apreendido, aplica-se a multa e o veículo é removido ao depósito. Por que isso não se aplica aqui? Luciana, semanalmente, tenho presenciado cenas deste tipo, e a ação sempre envolve motoqueiro com moto sem placa. Não somente roubos, mas homicídios também! Cobra-se ação da Guarda Civil Municipal, no entanto, abordar veículos sem placa é competência do Estado, ou seja, da Polícia Militar. Na verdade, os guardas municipais que atuam no trânsito saem prejudicados com essa omissão da PM, pois além de não poderem multar esses veículos quando cometem quaisquer infrações (anotar que placa se não têm?), a Guarda Municipal não tem competência para aplicar a multa relacionada à falta de placa. Por isso é normal se vê motoqueiros avançando sinal, transitando sobre a calçada, pela contramão… Agora, como li aqui na Folha, fala-se de um CINTURÃO DE SEGURANÇA no Centro da cidade. Piadinha de mau gosto, assim como a instalação de câmeras de segurança pela cidade e operações contra o transporte clandestino de passageiros, freqüentemente proclamados. A cidade é uma terra sem-lei (há leis, não há aplicação das mesmas!), e as vítimas somos nós, cidadãos de bem e apaixonados por essa cidade. Luciana, espero que este desabafo sensibilize o Comandante do 8° BPM e ele atue energicamente contra esta desordem, mesmo que tenha que cortar na própria carne (grande número de policiais militares, não usam placa em suas motos e nem pagam suas vistorias). Tenho certeza de que com essas ações repressoras, não só inibirão as práticas delituosas freqüentes em nossa cidade, mas darão maior credibilidade à instituição PMERJ. Com uma polícia eficiente, certamente a população se solidarizará em prol da PEC 300 e tantas outras lutas de classe de vocês!!!
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Socorro a quem socorre.
12/05/2011 | 09h33
Ontem, 11/05, uma quarta-feira, o centro do Rio de Janeiro fervilha. Venho pela Buenos Aires, em direção à Rio Branco. Ao longe escuto apitos, algazarra de vozes acima dos decibéis costumeiros. Este o Rio que um dia pertenci. Sigo andando, me arrepio, reconheço, é uma manifestação. Já passam das 19h. Leio a faixa: BOMBEIROS PEDEM SOCORRO À POPULAÇÃO. [caption id="attachment_1412" align="aligncenter" width="397" caption="ft.Luciana Portinho"][/caption]

Metade da Avenida Rio Branco tomada por estes valentes servidores, deputados estaduais solidários, param vez em quando, vão aos discursos. São pacíficos, como sempre. Campanha Salarial nas ruas. E tem que ser assim mesmo. Oh Cabral, dá dignidade a este seu funcionário que tem como máxima função, salvar vidas! Equipamento novo é necessário sim. Mas quem opera o equipamento e salva vida é a bravura destes homens imbuídos de sua nobre missão. Sobem em qualquer lugar para tirar do aperto uma criança, se jogam às ondas para resgatar um corpo ainda com vida, atravessam qualquer labareda para nos retirar da fúria do fogo. [caption id="attachment_1413" align="aligncenter" width="397" caption="ft.Luciana Portinho"][/caption]

Tenho exemplo do bom caráter desta corporação. Para minha alegria, convivo em casa com um bombeiro, meu genro, Rodrigo, homem do bem. Adora as crianças e todos os bichos. Batalhador, esportista, educado, debochado, bom astral. Cedo, faça sol ou faça chuva, rompe as escadas apressado, nem café toma, vai para o batalhão. [caption id="attachment_1414" align="aligncenter" width="397" caption="ft.Luciana Portinho"][/caption]

Oh .... Cabral! Trata com o devido respeito estes homens; a inflação bateu forte, as contas subiram. É justíssima a reivindicação! Eles estão se revelando abatidos. [caption id="attachment_1415" align="aligncenter" width="397" caption="ft.Luciana Portinho"][/caption]

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MINHA QUERIDA
10/05/2011 | 11h25

Matéria do jornalista, Nino Bellieny, que trago até vocês, publicada no site http://nino.radioabsoluta.com.br/?p=48

Posted in postagem on mai 07, 2011

NINO BELLIENY

Não se trata de mais um admirador em sua vida. É algo mais profundo e por isso mesmo, retiro-me de qualquer possibilidade de insistência como um admirador costuma fazer. Achei legal a educação ao responder-me, a sutil maneira elegante. Sei que não foi mais um delírio meu. Presume-se realmente que esteja acostumada a ouvir galanteios e declarações. Afinal, você não é mesmo uma do tipo comum. Não foi só a beleza estonteante nem o sucesso que me atraíram: foi o que senti dentro do seu olhar quando a vi pela primeira vez. Meu mundo girou. Principalmente no dia em que suas pupilas brilharam molhadas e tive a certeza que ali estava uma guerreira, monumental em sua vontade, mas, também monumental em carências.

Havia um leve desespero em seu semblante, um pedido de carinho e ao mesmo tempo em suas atitudes, a negação de tudo, sendo forte, ousada e vencedora. Enquanto lá no fundo, reinava uma menina frágil e perigosa. Ardente e sedutora garota . Gosto de você. Poderia continuar sendo seu amigo de longas conversas. O amante mais caloroso. No entanto, não estou livre nem agora também muito seguro de nada, simplesmente por saber que à cada vez que o meu olhar cruzar com o seu, correrei o risco das coisas mudarem. Deixo o meu silêncio. Nem mais afirmo a minha inteira disponibilidade para quando precisar de um amigo que não faz perguntas e irá aonde for preciso em nome do carinho e da sede causada pela saudade.

Tenho que ser duro comigo e com você. Apesar de muitas derrotas, quedas e recaídas, brigas e tantas idas e vindas, não mais vacilarei. Há quem conviva conosco e nada saiba da gente e felizmente existe o contrário. Resta, todavia, o respeito, mesmo para quem nos fez mais mal do que bem. Nossa história de amor foi envelhecida em tonéis de carvalho, amaciada pelo tempo, curtida pela experiência de cada aventura. Pelas serpentinas do destino atravessamos bons e péssimos momentos.

Tentei deixar-lhe várias vezes e em todas, lutei entre a luz e as trevas, sonhando com o seu sabor, aroma e intenso prazer sempre oferecido. Acabei várias vezes retornando mansamente aos seus dourados braços. Desta feita estou decidido. Querida aguardente, amada cachaça: é chegada a hora de despedir-me. A Lei Seca, as constantes ressacas e os micos cometidos, me fizeram ver que não dá mais para conviver com você. Sou fraco, reconheço, porém, agora chega! Adeus noitadas etílicas, adeus porres sensacionais. Divorcio-me de suas líquidas influências e nem seus parentes mais próximos como o whisky, a vodka, o vinho e a cerveja vão me convencer a voltar.
Adeus… antes que eu seja preso, o meu fígado exploda ou o meu coração arrebente… adeus!

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Um passo à frente.
09/05/2011 | 09h24

'...  Me dê de presente o teu bis, pro dia nascer feliz....’ (Frejat/Cazuza)

Pois bem, finalmente reconhecido todos os direitos civis aos casais gays. Como de hábito, o Direito se rendeu ao costume. O STF traz à luz uma realidade que corria nos corredores da vida social, uma decisão histórica. Garante direitos, assegura vantagens de inclusão entre companheiros como beneficiários em planos de saúde, no INSS e até como dependentes do Imposto de Renda. Reconheceu o STF a existência de uma situação de fato. Agora falta regulamentar. Vai o passe final para o legislativo. Uma lei terá que ser promulgada para que não se torne letra morta. [caption id="attachment_1390" align="aligncenter" width="400" caption="ft.Luciana Portinho"][/caption] Ainda, é cerrar fileiras contra a homofobia. Uma sociedade mais tolerante, bem melhor assim. Cada qual que faça suas escolhas, se responsabilize pelas mesmas e seja feliz com elas. Sou uma heterossexual, tenho grandes e queridos amigos homossexuais. Seres brilhantes, vibrantes, profissionais de primeira. Amigos de toda hora. Estereótipos de qualquer natureza nos engessam. E que os diferentes se respeitem!
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Dé Dinho
08/05/2011 | 11h44

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Adriano Amato, um lixo.
07/05/2011 | 13h46
Leio ontem, 06/05/11, no O Globo sobre prisão deste homem. Contratado para cuidar de idosos. Roubava-os. Espertalhão, em seus plantões, fazia a limpa dos cartões de crédito, talões de cheque e objetos. Explorar semelhante já é condenável moralmente. Abusar de idosos, crianças e doentes é abominável num homem. Valeu a iniciativa de um taxista. Recebeu do Adriano, o pagamento de uma corrida com o cartão de uma de suas vítimas. Achando esquisito que um homem pagasse a corrida com o cartão de uma mulher, saiu da inércia, e foi a Delegacia para denunciá-lo. O desgraçado foi preso em sua casa, em São Gonçalo, RJ.
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O universo dos cowboys é reduzido.
06/05/2011 | 19h02
Líderes; verdadeiros líderes (do bem e do mal) formam líderes. Nenhuma novidade. De novo, é só um país, o mais poderoso de todos, na atualidade, celebrar em praça pública a matança de um líder, ainda que considerado seu maior inimigo. Homenagear a morte?! Tratando-se a de um lendário terrorista, em minha opinião, é lenha na fogueira do ódio mantido em brasa. Hoje a Al Qaeda, reconhece a morte de Osama Bin Laden. Pelas rádios anuncia vingança. Deveriam tê-lo prendido e julgado pelas regras dos regimes democráticos. Os EUA preferiram recorrer aos métodos sombrios que todos condenam. Ficou um rastro de sujeira. Vai entender?! Procuraram marketing, paz ou mais guerra? Luciana Portinho
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Carnaval Campista
06/05/2011 | 09h59
“...Eu não brinquei, você também não brincou...” (marchinha de carnaval) Investir no carnaval campista, enquanto um evento cultural aglutinador da nossa sociedade, é insistir em ficar com os pés e a mente chumbados no passado. Não, por acaso, não atraia mais nem sequer o campista do tempo presente, do agora. Há um descompasso nos tempos; não se conectam mais. O que passou, passou. Se merecedor, preserva-se como memória. No mais, é ilusão de uns poucos, paixão para outros ainda menos poucos, oportunismo para um número maior, desespero para outros, tristeza, baixo astral e bate boca para alguns e, muito dinheiro seu jogado fora. Oh, pobre cidade rica!
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Podicipedidae.
04/05/2011 | 09h15

Pomba não é. Mergulhão é da PAZ.

[caption id="attachment_1335" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Wallace Folk"][/caption]
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Arrumação de arquivos.
04/05/2011 | 07h01
Na suspeita de que meu laptop está perto de pifar (é, máquinas também fenecem), resolvi fazer back-ups, comprar memória anexa e, dar uma arrumada nas pastas e arquivos virtuais. E, até tem sido mais divertido do que arrumar armários reais. Tenho achado coisas do baú: emails aos antigos colegas de trabalho, reflexões sobre o cotidiano, declarações de toda a espécie, levantada nos humores dos amigos, piadas engraçadíssimas (quem um pouco me conhece sabe o quanto acho a maior graça de qualquer besteirol). De tudo, um pouco, estou desencavando. E, em drops, irei soltando para você. Virá de tudo, aguarde! "Diz certa lenda, que estavam duas crianças patinando num lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam despreocupadas. De repente, o gelo se quebrou e uma delas caiu, ficando presa na fenda que se formou. A outra, vendo seu amiguinho preso e se congelando, tirou um dos patins e começou a golpear o gelo com todas as suas forças, conseguindo por fim quebrá-lo e libertar o amigo. Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino: - Como você conseguiu fazer isso? É impossível que tenha conseguido quebrar o gelo, sendo tão pequeno e com mãos tão frágeis!Nesse instante, um ancião que passava pelo local, comentou: - Eu sei como ele conseguiu. Todos perguntaram: - Pode nos dizer como ?!.... - É simples - respondeu o velho - Não havia ninguém ao seu redor, para lhe dizer que não seria capaz." Saudações fraternas,
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PARA ESQUECER ALGUÉM NÃO EXISTE RECEITA
03/05/2011 | 22h16

Para você leitor, mais um texto tão denso quanto belo, do jornalista Nino Bellieny, publicado no site http://nino.radioabsoluta.com.br/?p=30.

PARA ESQUECER ALGUÉM NÃO EXISTE RECEITA Posted in postagem on abr 27, 2011
NINO BELLIENY Para esquecer alguém não existe receita. Quanto maior o esforço maior a resistência. Isto não é só filosofia de bar, mas, principalmente uma questão de Física. É como tentar empurrar uma pedra de meia tonelada sem a ajuda de meios necessários… para esquecer alguém é preciso alguns equipamentos. Eles não estão disponíveis no mercado. Não podem ser confundidos com pessoas que entrarão em sua vida, mas não em seu coração. Se entrarem, não significa que seja preciso expulsar antigos inquilinos para a acomodação de outros. Eles não saberão a não ser que sejam comunicados, que coexistem e são moradores de uma assombrosamente espaçosa casa. Não se cruzarão pelos corredores, não usarão o mesmo banheiro nem a piscina, só o dono do imóvel saberá que naquele espaço almas diversas caminham eternas. Querer esquecer alguém, provavelmente é porque algum tipo de mágica errada aconteceu. Uma palavra afiada que cortou a invisível carne que sangra somente por dentro, uma negativa amorosa, uma ou várias formas de indiferença, várias traições sintetizadas em uma única- a decisiva e derradeira, a reveladora traição- uma amizade interesseira, enfim, tantas maneiras de machucar, algumas até na tentativa de se defender. Então procura-se o aparente impossível: banir do solo sagrado da memória afetiva, a imagem da pessoa querida, o som da sua voz, as palavras do tempo de carinho, os momentos de encantamento. Na luta para não lembrar, lembra-se. Uma batalha naval onde os neurônios atiram torpedo uns contra os outros e não conseguem a vitória do esquecimento. A intensa guerra atiça as recordações e o cheiro, o sabor dos beijos, a consistência da pele, os olhos brilhantes e molhados de alguém dançando como figura viva. Esquecer alguém só é possível… não esquecendo! Cultivando com carinho, mesmo que pareça ser a mais dolorosa alternativa. Perdoando… entendendo que não se pode culpar ninguém que fez e ainda faz, sempre fará, parte da vida de quem deixou que parte fizesse. Também perdoar-se. Não se culpar por isso, mas reconhecer, que se alguém chegou, foi por encontrar a porta aberta e do mesmo modo saiu. Ainda que esta porta estivesse trancada por fora, quem deseja ir, mesmo com o corpo aprisionado já está longe faz tempo. Seria imperdoável querer manter uma pessoa contra sua própria vontade. Esquecer alguém não é imediatamente trocar de alguém e sim, seguir vivendo.
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Contradição
02/05/2011 | 08h45
A Natureza soberana... [caption id="attachment_1310" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

...o engarrafamento, produto humano.

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Rio Santo: BR101.
02/05/2011 | 04h13
Caminho de volta, entrando pelo Recreio dos Bandeirantes. São obras e mais obras. Chama nossa atenção, a presença da Prefeitura do Rio de Janeiro. Para todo lado, presente. E não é em obrinha não. Grandes intervenções urbanas. Estão rasgando a zona oeste; lá, naqueles cantos da Barra/Pedra de Guaratiba e Santa Cruz. Pista sextupla sendo aberta,  um vasto corredor surgirá. Trânsito amarrado: obras, poeira, sinais e carros em profusão. Levanto o olhar e... vejo esta alta barreira branca. Sei, são unidades da classe média da capital. Se são ou não, bem feitas, não posso assegurar. Aos meus olhos, agressivas. Não me imagino, morando encarapitada em nenhuma delas! [caption id="attachment_1324" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

O meu Rio, o da “..Rua Nascimento Silva 107”, o mesmo de nosso poetinha de Moraes...é água passada, submergiu na oceânica impessoalidade.

[caption id="attachment_1325" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Luciana Portinho
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No Dia do Trabalho, Dé Dinho...
01/05/2011 | 11h52

...descansa.

e no dia do trabalho...

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Sobre o autor

Luciana Portinho

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