E agora Josés?
26/04/2011 | 09h38
O INSS veio a público informar que no Brasil existem 27 mil José Pereira da Silva. O mais curioso, é que do total, 813 são filhos de Maria José da Silva.  A confusão no ambiente destes, não poucos, previdenciários está grande. E agora Josés?
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Páscoa no FACEBOOK
23/04/2011 | 20h00
[caption id="attachment_1272" align="aligncenter" width="395" caption="fonte: Google"][/caption] Assim como cerca de 596 milhões de internautas, isso mesmo, 596 milhões de pessoas estão na rede social FACEBOOK. Eu, cá desta extensa planície, não poderia ficar de fora, dentro estou. Tem sido uma aprendizagem, de relacionamento virtual, digo que aprazível. Poucas vezes entediantes e muitas vezes divertidas. Volta e meia, tem uns encontrões ou uns elogios (do nada, exageradamente rasgados), amores à primeira vista (já aviso logo: não descreio de nenhum tipo de amor), é que amor à primeira vista virtual é coisa bem recente! É uma comunidade à semelhança da comunidade real. Tem de tudo e mais um pouco. E assim como na vida real, cada um se reconhece na sua ‘tribo’. A literatura está lá. A música também. A arte presente em suas várias tendências e correntes. As causas coletivas, facilmente se organizam. A  política procura seu espaço. A futilidade, não poderia faltar. Os empreendimentos rapidamente notaram, de fora, perdem. Amizades se constroem com velocidade. Algumas saem do virtual e vão para o real e chegando ao real se consolidam, outras fenecem. É como se o outro fosse mais alcançável, mais disponível. Enfim, uma roda viva em permanente movimentação. O mais interessante, a meu ver, é que assim como na vida real, na virtual não existem dois faceseres iguais. Ou seja, a minha página (lá chamada de mural) tem a minha personalidade. Tem a  minha feição e as minhas escolhas. É única. Existem parecidas, igual não. Outro aspecto apreciável em redes sócias do tipo Facebook é a passagem, de todas as datas comemorativas (particulares ou públicas); são efusivamente comemoradas. Com a Páscoa, não seria diferente. De todas imagens alusivas, esta que coloquei acima, foi a que mais me mobilizou. Representa Ostera, deusa da fertilidade e também do renascimento, nas mitologias nórdica, germânica e anglo-saxã. Enquanto cá é outono, lá no hemisfério norte é primavera. Os ovos e as lebres (não eram os coelhos) aludiam  também à fertilidade e à renovação. Não consegui descobrir o autor. De qualquer modo, bela me pareceu, com seu fundo de um azul intenso e,  ela uma imagem tão fêmea, cercada dos elementos da natureza. Reparto com você. Tenha uma Páscoa bem calorosa, no meio dos seus. Luciana Portinho

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Dé Dinho
22/04/2011 | 23h08

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Fui lá conferir.
22/04/2011 | 07h31
Célio Marins, leitor do blog, pediu-me que fosse lá conferir um vazamento em frente à Secretaria Municipal de Serviços Públicos. De fato, tem. Se vocês observarem o calçamento em torno, todo seco. De onde vem, não sei. De qualquer modo...alô, alô, responsáveis! Para quem não está conseguindo localizar: Beira Valão, esquina da Rua Salvador Correa. [caption id="attachment_1262" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

[caption id="attachment_1263" align="aligncenter" width="397" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Célio, também me pede que divulgue seu blog. Está aí: http://camposdepolitica.blogspot.com/

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O amigo do poder.
21/04/2011 | 20h53
Novo texto do jornalista, Nino Bellieny, publicado em 08/04/2011 no site http://nino.radioabsoluta.com.br/?p=9. Por Nino Bellieny Não importa quem esteja no comando, importa o comando. O amigo do poder não escolhe pessoas, escolhe a situação em que elas se encontram. Ele tem uma capacidade de farejamento inigualável e percebe antes da maioria quem vai se dar bem e quem vai se dar mal. Estando do lado fraco, sabe pular na hora certa para o forte em uma dança bem feita de posições sempre as mais cômodas. O amigo do poder é a síntese de todo o interesse que há no mundo, seja político, midiático, religioso, artístico, esportivo ou em uma simples associação de moradores. Ali está o amigo do poder, solícito, atento, aflito para ajudar… enquanto vantagem puder levar. Não se constrange em forçar intimidades, criar do nada uma relação afetiva com aquele que momentaneamente esteja ocupando um importante cargo. O verdadeiro amigo do poder tem uma potente noção das mudanças climáticas: quando vai ventar, a intensidade e a velocidade e o que irá restar depois da passagem de uma brisa ou de um furacão. Ele, precavido meteorologista do oportunismo estará muito bem. Seja lá quem for o presidente do clube ou da Câmara, o deputado ou o prefeito, o amigo do poder será o braço direito, o confidente, o primeiro a ser ouvido. Mas, não espere dele fidelidade. Embora dê a todos e principalmente ao iludido a perfeita impressão de ser útil e muito inteligente, fidelidade passa longe do tipo. O amigo do poder sempre se dá bem. E nunca está satisfeito. Sabe de tudo o que se passa nos bastidores e mesmo sendo esperto, pode, ser bem manipulado. Até certo momento da história. Depois, é incontrolável. Uma força irresistível lhe arrastará ao novo centro de poder e tudo será apenas uma questão de disfarçar ou não a adesão. Alguns, menos safos, trocam de lugar antes da hora, se arriscando a se perderem numa estratégia mal feita e sem retorno. Os mais experientes raramente erram: sabem o exato instante de trocar a camisa. Ou de não trocar. Não se arriscam, não se expõem. É fina a linha de atuação do sábio amigo do poder. Dele pouco pode se dizer. Tem muitas desculpas para as suas atitudes, todas bem feitas e quase sempre aceitas. Afinal, não vale à pena ter como inimigo um deles. São calculistas e vingativos, atropelam qualquer um que cruze a estrada das intenções óbvias. O amigo do poder é o amigo do rei: influencia, sugere, instiga e até decide. Hoje de um lado, amanhã do outro, insaciável, muda de cara e opinião com muita facilidade e não admite nunca ser contrariado. Uns, são mais famosos, outros, mais discretos. Porém, não tem jeito. O amigo do poder acostumado a farejar os que estão por cima, acaba exalando um forte cheiro: o podre cheiro da traição.
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Armadilhas Urbanas III
20/04/2011 | 13h34
[caption id="attachment_1225" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Esquina da Ruas Riachuelo e Ovídeo Manhães.

[caption id="attachment_1226" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Beira Rio, perto do Brizolão da Lapa.
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Responsabilidade Social
19/04/2011 | 08h02
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Isto é Campos?
18/04/2011 | 10h00
[caption id="attachment_1230" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Ontem, por volta das 22.30h. Avenida Pelinca, quase chegando à Beira Valão. Cenas lamentáveis, comuns aos grandes centros, estão se multiplicando em nossa cidade. Esta é a Campos que queremos?!

[caption id="attachment_1231" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

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PROCURA-SE UM CULPADO
17/04/2011 | 17h02
Trago até você, matéria do jornalista Nino Bellieny,  publicada no http://nino.radioabsoluta.com.br/, em 12/04/11. Nino Bellieny PROCURA-SE UM CULPADO Culpar só a mídia pelo surgimento de novos assassinos é muito fácil. A mídia somos nós que a fazemos com a nossa audiência e preferências. O sensacionalismo realmente rende dissabores e fabrica mitos. A culpa está em toda a parte, desde de nossa incapacidade de respeitar as diferenças, de observá-las para que não se voltem contra nós aos repentes de uma mente sem controle. O assunto é complexo e vasto e obriga à profundas reflexões. A violência se mascara de várias formas e para cada caso que foge ao padrão e chama a atenção pela crueldade exarcebada há os que acontecem todos os dias e anestesia a população por serem comuns… e não menos mortais e finalizadores de sonhos. Só aqui em Campos dos Goytacazes-RJ, onde moro, até agora, aos 11 dias de abril deste ano, cinqüenta pessoas já foram assassinadas. Boa parte destes crimes talvez nunca venha a ser solucionada. A demanda no país tem sido maior do que a capacidade de investigação e posterior julgamento. O sistema não absorve na devida proporção, a enorme quantidade de casos e torna-se um costume. Violência no café da manhã, no almoço e no jantar. A banalização da morte vencendo a vida. A mídia, considerada o 4º poder, não seria a única responsável, embora, jornais sedentos de sangue, revistas em busca de recorde de tiragens e comunicadores de olho só na audiência crescente se aproveitem de momentos assim. Executivo, Legislativo, Judiciário, legítimos representantes do povo como constitucionalmente deve ser, precisam olhar para dentro e modificarem-se a tempo de acompanhar a incessante escalada do crime, seja pelo assassinato de vidas e os sonhos que a fazem, seja pelo assassinato de ideais, quando a corrupção se alastra e corrói a alma política de uma nação. fonte : Radio Absoluta
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Caos Urbano VIII.
16/04/2011 | 16h33
[caption id="attachment_1143" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"]Do outro lado do Corpo de Bombeiros.[/caption] Do frente para o Corpo de Bombeiros, beira rio. [caption id="attachment_1144" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Formosa, perto da Av. Felipe Uébe. [caption id="attachment_1145" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Idem ao de cima. [caption id="attachment_1202" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Guarús

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Dé Dinho
15/04/2011 | 17h15

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Terra Estranha
15/04/2011 | 16h13
Ontem, estive no sepultamento de Sebastiana Granato. Mãe de Ivald Granato, o nosso querido artista plástico que de Campos saiu para fazer carreira internacional. Eram 16h. Assim como familiares e amigos, estava eu, no Cemitério do Caju. Provavelmente cada um dos que agora me lêem já tem um naco de sua história lá. Eu, mesma, carioca da zona sul da capital, há muito me decidi: dispenso os galanteios da minha origem, por cá findarei e bem. Ninguém entre e sai do Caju do mesmo jeito. Entramos apressados, tendo deixado para trás afazeres da rotina. Chegando lá, parece que o tempo adquire outra dimensão, paira distinta gravidade... Então, nos envolve a suspensa atmosfera da morte, dispensamos seu abraço. É um ambiente, solene, o compasso é mais lento, cada qual no interno debate da sua certeza e saudade, só um ser desligado da pulsão não se aperceberá. Observo as correntes de ferro, nas mãos dos coveiros, como é triste a carreira de coveiro! Reluzem sob este sol ainda quente de início de outono. Se no passado serviram para nos oprimir e aprisionar, aqui nos são úteis ferramentas no ato de sepultar. Assim é a criação do humano: imperfeita e útil. No silêncio do adeus, me pergunto qual pode ter sido o ponto germinal, o nexo causal, de toda a nossa indiferença ao que de tão maravilhoso e particular temos. Respostas imediatas, não as tenho. A esperança dos novos dias me carrega. Luciana Portinho
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Pérolas são pérolas.
13/04/2011 | 20h09
Em minha caminhada tenho colhido inúmeras jóias como esta abaixo. Caem das mãos de gente que me sinalizam simpatia, amizade e confiança. Recolho-as com grande alegria; me ensinam, me corrigem. Com elas aprendo o poder da boa vontade e reafirmo minha convicção interna na Humanidade. Trago a vocês, o comentário de um leitor. Não, é mais do que um leitor. Arthur, é um sincero colaborador! Nem o conheço pessoalmente e o estimo como uma pessoa do bem. A polêmica nasceu em cima do post “A Terra é Azul” (www.fmanha.com.br/blogs/lucianaportinho). Nos comentários, alguém que se identifica como LUD, mas que usa o mesmo IP com várias outras identidades (?!) critica que eu teria cometido uma redundância horrorosa e me chama de “queridinha” em tom de evidente menosprezo. Até me fez lembrar o tempo da palmatória (sic). Bom, daí surgiu um instigante debate entre o que é REDUNDÂNCIA E PLEONASMO. Avaliem, é aula, uma rica aula. ________________________________________________________________________________ (segue o comentário do Arthur) "Seria de bom alvitre, lembrar, que o Pleonasmo pode ser tanto uma FIGURA DE LINGUAGEM quanto um vicio de linguagem. O pleonasmo é uma redundância (proposital ou não) em uma expressão, enfatizando-a. Creio que a Luciana não fez uso de nenhum vicio de linguagem. O PLEONASMO VICIOSO, como a própria expressão diz, NÃO É UMA FIGURA DE LINGUAGEM, e sim um vício de linguagem, por trata-se da repetição inútil e desnecessária de algum termo ou idéia na frase. Exemplos típicos de PLEONASMOS VICIOSOS: “quero te ver com meus olhos…”, “…e com os ouvidos te ouvir “, “Amanhecer o dia.”, “Almirante da marinha.”, “Prefeitura municipal.”, “Goteira no teto.” (não necessariamente um pleonasmo, já que você pode ter goteiras em outros lugares), “Vereador da cidade.”, “Surpresa inesperada.”, “Encarar de frente.”, “anônimo desconhecido.”, “Anoitecer a noite.”, “Entrar para dentro.”, “Cursar um curso.”, “Monopólio exclusivo.”, “Um plus a mais.”, “Descer pra baixo”, “subir pra cima”, “Fato real”, “ficção irreal”,” Sair para fora”, “Hermeticamente fechado”, “Filho homem”, “Herdeiro homem”, “Opinião individual de cada um.”, “Plebiscito popular.”, “Encarar cara a cara.”, “Viver a vida.”, “Abismo sem fundo.”, “Anexar junto.”, “Ganhar grátis.”, “Escolha opcional.”, “Retornar de novo.”, “Repetir de novo.”, Virar pro lado.”, “Países do mundo.”, “Duas metades iguais.”, “Demente mental.”, “Sorriso nos lábios.”, “Pequeno detalhe.”, “Bilateral entre os dois.”, “Multidão de pessoas.”, “Acabamento final.”, “Elo de ligação.”, “Comparecer Pessoalmente.”,“Sair para fora.”, “Roubar objeto alheio.”, “Essa história é baseada em fatos reais.”, “Eu já curei uma multidão de pessoas.”, “Gritar alto.”, “Hemorragia de sangue.”, “A viúva do finado.”, “Jantar de noite.”, “Caos caótico.”, “Maresia do mar.”, “Pó de café seco.”, “Farinha de trigo branca.”, “Introduzir dentro.”, “Cochichar baixinho.”, “Deu uma bica com o pé direito., “Surpresa inesperada.“ “Maluco da cabeça.”, “Cego dos olhos.”, “Andar com os próprios pés.”, “Desencadeou em cadeia.”, “Encostar as costas.”, “Acabamento final.”, “Barulho sonoro.”, “Pisar com o pé.”, etc. Por outro Norte, temos o PLEONASMO LITERÁRIO, também denominado pleonasmo de reforço, estilístico ou semântico, trata-se do uso do pleonasmo como FIGURA DE LINGUAGEM para enfatizar algo em um texto. Grandes autores usam muito deste recurso. NOS SEUS TEXTOS OS PLEONASMOS NÃO SÃO CONSIDEDRADOS VICIOS DE LINGUAGEM, e sim pleonasmos literários. Exemplos típicos: “Quanto em visão com os da saudade via.” (Alberto de Oliveira), “Morrerás morte vil na mão de um forte.” (Gonçalves Dias), “Ó mar salgado, quanto do teu sal são lágrimas de Portugal” (Fernando Pessoa), “O cadáver de um defunto morto que já faleceu” (Roberto Gómez Bolaños), “E rir meu riso”(Vinícius de Moraes); e o PLEONASMO MUSICAL. Exemplos comuns: “Vamos fugir para outro lugar”(Gilberto Gil), “De jeito maneira, não quero dinheiro”, (Tim Maia), “O que é imortal, não morre no final” (Sandy e Junior e “Eu nasci há 10 mil anos atrás” (Raul Seixas). Parabéns, Cláudia Ximenez e Silvia Salles. Agradeço, pela postura democrática e elegante! Acredito que a Luciana, por estar sempre envolvida com manifestações culturais tenha optado pelo emprego de um PELONASMO CULTURAL (FIGURA DE LINGUAGEM e não vicio de linguagem) à Raul Seixas (“Eu nasci há 10 mil anos atrás”). “E, agora, amigos, que meus agradecimentos se calem no papel, recolhendo-se ao grande silêncio da simpatia e da gratidão. Atração e reconhecimento, Amor e júbilo moram na alma. Crede que guardarei semelhantes valores comigo, a vosso respeito, no santuário do coração. Que o Senhor nos abençoe” (ANDRE LUIZ)." RejeitarResponderEdição rápidaEditarSpamLixeira
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Ainda bem... não caiu!
12/04/2011 | 08h31
[caption id="attachment_1176" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Finalmente a PMCG  retirou o pedaço que ameaçava cair. Resta agora reformar.  Agradeço o apoio que o blog recebeu. Até o espirituoso cidadão do mundo, o campista Dé Dinho, entrou na campanha. Valeu!

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A TERRA É AZUL!
11/04/2011 | 22h49
[caption id="attachment_1166" align="aligncenter" width="359" caption="Yuri Gagarin"][/caption]

Nos disse Gagarin há 50 anos atrás. Yuri Gagarin o cosmonauta russo. Tornou-se herói não só da extinta União Soviética. Entrou para a história em 12 de abril de 1961. A bordo da nave Vostok-1, foi o primeiro humano a dar uma volta completa em nosso planeta Terra. Fascinado exclamou: "A Terra é azul!" E assim, por ele, ficamos sabendo.

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ALÔ CCZ!
11/04/2011 | 15h05
[caption id="attachment_1155" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Aí está, na rotatória de frente a UENF. Lixo, água estagnada, há semanas.

[caption id="attachment_1156" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] [caption id="attachment_1157" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] [caption id="attachment_1158" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

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Eu finjo ter paciência.
11/04/2011 | 12h08
Diz a música do Lenine e nós fizemos coro... um pouco mais de paciência! Estas imagens abaixo, resultam de um breve passeio em dia de domingo, pela Beira Rio do lado de cá, do centro. Por mais boa vontade, ficam alguns registros. Cada um que pense por sua inteligência e sinta por sua emoção. [caption id="attachment_1129" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1130" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1131" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1132" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1134" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1135" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] [caption id="attachment_1136" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

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Dé Dinho
09/04/2011 | 21h28

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Sapo
09/04/2011 | 07h05
O meu amor o encontrei feito um bordado Inacabado. Tomou forma de um belo rendado Acabou feito um pano remendado. Luciana Portinho
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Assim não queremos.
08/04/2011 | 12h53
‘Brasil aprende o horror’, é como hoje a Folha da Manhã abre chamada de capa. Não vou me alongar sobre o episódio dramático ocorrido em Realengo, bairro tradicional da zona oeste da capital. A morte sempre é a morte. Quando ganha contornos coletivos promove dramas potencializados. Perdas inesperadas de moços e moças, em toda sua jovialidade. Vidas que se apagam por ato de força. Estupidez humana, insana, psicótica. O que mais me causa apreensão é o modo da violência praticada por este assassino em série, ele também um moço de Realengo. Esta manifestação da loucura acaba de ser revivida no Brasil por este infeliz. Fato até recorrente nos EUA; nação que apesar de trazer a bandeira da democracia como um valor intrínseco à sua formação histórica, paradoxalmente, ainda hoje, ultra-violenta. Fato, em nossa nacionalidade brasileira, até ontem, alheio. Choques são bárbaros, no entanto, na memória coletiva acabam se dissipando. Preocupante, é ter sido praticado no Brasil. Expõe o quanto nossa sociedade e nossos valores estão adoecidos. Quanto ao Wellington Menezes de Oliveira, protagonista da triste história, causador de toda a desgraça, o mínimo que poderia ter feito foi seu suicídio. Saiu de costas. Luciana Portinho
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Por pouco não me amassam
07/04/2011 | 10h10
Vinha eu calmamente, de manhã, antes de 9 horas, pela Rua Oliveira Botelho. Cruzamento com a Carlos de Lacerda. Faço aquela paradinha básica. Me vem um carro a mil. Eu que vinha lenta, freio ainda mais, desvio, jogo tudo para a esquerda e mesmo assim o carro a mil bate em mim. Cena típica, mulher no volante. Vupt, as duas portas se abrem e o cidadão cresce. Gesticula falando qualquer coisa em timbre grave e tom elevado. Ao que digo, o senhor está erradíssimo! Veio a toda velocidade, nem parou, eu cá devagarzinho, a placa Pare está do seu lado, não viu não?!! A rua enche. Todos palpitam. Pede que encoste, vamos conversar. E aí, reconhece. Vinha de cabeça cheia, problemas e mais problemas,  parente no hospital, me fornece nome de oficina, assume que pagará. Pronto, desarmamos! Logo me compadeço, o prejuízo irrisório, poderia ser bem pior, foi nada não. Sugiro que não dirija mais hoje, ele sorri e tudo bem. Os comerciantes das Ruas Carlos de Lacerda e Oliveira Botelho merecem que a PMCG instale já uns tachões. Me comprometo a escrever isto aqui. Pagam seus impostos de área central. São constantes as freadas e batidas. Sobressaltos desnecessários. Querem atitude.
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Com Licença Poética.
05/04/2011 | 15h52
Adélia Prado

Quando nasci um anjo esbelto,

desses que tocam trombeta, anunciou:

vai carregar bandeira. Cargo muito pesado pra mulher, esta espécie ainda envergonhada. Aceito os subterfúgios que me cabem, sem precisar mentir. Não sou feia que não possa casar, acho o Rio de Janeiro uma beleza e ora sim, ora não, creio em parto sem dor. Mas o que sinto escrevo.  Cumpro a sina. Inauguro linhagens, fundo reinos — dor não é amargura. Minha tristeza não tem pedigree, já a minha vontade de alegria, sua raiz vai ao meu mil avô. Vai ser coxo na vida é maldição pra homem. Mulher é desdobrável. Eu sou.

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Avançamos, sem dúvida.
04/04/2011 | 17h08
Anais da Assembléia Nacional Constituinte. Brasil, 4 de abril de 1934. “ Senhor A. Rebelo (SC)...Diria à V. Excelência que o voto extensivo à mulher é o primeiro passo para o feminismo. A mulher quando vence, vence pelo coração, sua bússola, nunca pelo cérebro. A mulher vive a vida do sentimento...por isso, sabe chorar, sabe comover-se... A exceção disso encontram-se nas degeneradas, que esqueceram a honra, apodreceram o caráter no báratro do vício.
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Dé Dinho
01/04/2011 | 09h39
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Sobre o autor

Luciana Portinho

[email protected]