Michèlle, ma belle...
30/03/2011 | 22h59
Já escrevi uma vez aqui sobre minhas caminhadas noturnas. Faltou citar minha companheirinha de andanças aceleradas. Hoje, no meio de mais uma, lá pelos lados da UENF, ela me disse assim. - Lu, você não liga não de te fazer tantas perguntas, é que com você tenho toda liberdade. Conheço outras pessoas que também tem conhecimento, não sua humildade. Bom, se a caminhada debaixo de uma chuvinha já estava revigorante como de costume, daquele momento em diante, me recolhi aos meus pensamentos. Michèlle é uma moça bem charmosa, 27 anos com seu farto rabo de cavalo acaju e, mãe do menino João. Vaidosa, é casada. Sua mãe, uma cozinheira de mão cheia, como ela diz, mora com o casal. Ela e Kaká formam um par bacana de se observar. Enamorados, cheios de pequenas e mútuas atenções. Ela ganha a vida com seu ofício de manicure. Rala o dia inteiro, ou nas casas das clientes ou em cima da bicicleta a caminho de mais uma mão, pé ou mão e pé. Admiro seu esforço contínuo. Admiro seus sonhos. Admiro que sua esperança sempre se renove. Por vezes, desanima, acha que nunca vai melhorar de vida. Cobra-se bastante e, aí se apóia em sua crença religiosa. Logo a vejo de novo, com sua curiosidade transbordando. Michelle tem seus desejos, ou metas como prefere falar. - Ah, Lu quero pintar a parede do meu quarto que tá feinha, trocar meu edredom que tá velhinho..., forrar o teto da sala de PVC, pagar um plano de saúde pro Joaõ... Vou refletindo sobre o quanto é engenhosa a vida desta jovem mulher. E seguimos, conversando sobre a razão das guerras, da guerra de dominação hoje na Líbia, da utilidade de um pen drive ou de um HD, da diferença entre cabelo bom e cabelo ruim e, por aí vai. Falta-nos assunto jamais. E, como aprendo com ela. Luciana Portinho
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COMMITMENT.
27/03/2011 | 17h00
Esta uma palavra com um sentido fantástico. Uma das mais completas da língua inglesa. Diz tudo do que falta à atual administração municipal de Campos, vulgo, governo rosinha. Commitment é compromisso, empenho, engajamento, promessa solene. Hoje, manhã de domingo, lá estava eu no Hortifruti. Casa cheia, todo mundo em torno das bancas, compenetrado na escolha de frutas e legumes. Do nada, passa um trio elétrico, som altíssimo pela Rua Formosa. Nossa, a voz é dela, da prefeita rosinha. Uma amiga com seu pé fraturado, coloca a mão em meu ombro e, em tom de gracejo diz: ....Luciaaaana, minha cidade, meu amor! Rimos as duas e todos em volta... O campista anda bem engraçadinho. Depois de ninguém se dignar a assumir a paternidade dos zilhões de buracos, buraquinhos e crateras, resolveram circulá-los de rosinha pink. E o fato foi parar na web. Se esta palavra, commitment, fosse o cerne, seria de fato um GOVERNO.
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Dé Dinho
26/03/2011 | 17h50

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O avesso da BR.
26/03/2011 | 00h44
Evocar a BR101 é invariavelmente pensar em desgraça. Também, não tem por onde ser diferente. Por ela, nós de Campos, de São João da Barra e da região norte fluminense, passamos, pra lá e pra cá, com grande freqüência. E, tirando o asfalto mais liso, a sinalização que há muito não existia, a constante capina de suas laterais e o suporte que esperamos existir de fato, nos restou um significativo pedágio. Duplicação?!  Esta, será em módicas prestações, a perder de vista! [caption id="attachment_1064" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Ontem, pela manhã vim nela. Vindo de Mangaratiba, via Rio. Por sorte, não assisti a nenhum acidente daqueles que espetam nossa alma por dias. Não, pelo contrário. Depois de dias de chuva, o céu se abriu num azul mais que perfeito. E, no trajeto, o verde, em suas mais diversas tonalidades, ressurgiu exuberante. A pastaria vigorosa, as quaresmeiras desabrocham; a mata, em tons mais escuros, adensada. Pastos são tombados. A terra agradece às últimas precipitações.

[caption id="attachment_1065" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Quem tem um pé qualquer na terra, sabe bem do que estou falando. Dá prazer observar a bicharada pastando. É que por trás de uma paisagem desta é fácil enxergar a felicidade do Homem.

[caption id="attachment_1066" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Rio Bonito, Silva Jardim, Casimiro de Abreu, Macaé, sucessão de identidades. Por elas, atravessei serelepe.

Luciana Portinho
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Recordar o que é bom.
22/03/2011 | 15h35
Hoje,  22 de março, Dia Internacional da Água. Trago aqui uns cartuns do I Salão Internacional do Humor Ecológico de Campos, cujo tema foi: o fim da água potável no mundo. Este Salão foi realizado, em janeiro de 2008, na Praia do Farol, por iniciativa da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima. [caption id="attachment_1049" align="aligncenter" width="400" caption="David Vela - Espanha"][/caption]

O evento contou com 800 trabalhos inscritos de 40 países como Turquia, Sérvia, China, Espanha, Afeganistão e Irã. Na ocasião, a FCJOL esclareceu que colocava o nome de 1º. Salão de Humor justamente para deixar patente o comprometimento da PMCG com a realização de um segundo.

[caption id="attachment_1050" align="aligncenter" width="300" caption="Poleurs - Luxemburgo"][/caption]

Um dos incentivadores da realização deste salão, foi o cartunista Ziraldo, que inclusive elaborou o cartaz do evento. Nomes consagrados da arte no Brasil como Nani, José Alberto Lovetro, o Jal, Gualberto Costa e Amorim, entre outros, compuseram o júri.

Com vocês, um pouco do humor na reflexão. Luciana Portinho [caption id="attachment_1052" align="aligncenter" width="310" caption="Da Costa - Brasil"][/caption]

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Chamada pública.
19/03/2011 | 15h54

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Dé Dinho
18/03/2011 | 14h03

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"Sem lenço e sem documento"
17/03/2011 | 23h00
Noite. Mais uma caminhada pelo centro. Não adiantam criticar. Andar pelo centro?! Adoro o centro de Campos. Acho que até qualquer centro. Gente voltando de algum estudo, gente que após a labuta parou no caminho pra casa e, por algum motivo maior ou menor ficou, gente que marcou algum encontro, gente. Passo pelo Chá-chá-chá e é tão simpático este local. Bom, se no Rio de Janeiro fosse, o carioca prestigiaria. Ficaria lotado. Iria espalhar mesa por todos os cantos, comer sardinha frita, moela e jiló, tomar uns chopes, com colarinho médio, gelados do bom e jogaria conversa fora. Alegria! É, tem lá sua prostituição, sim. Passamos batidas, nem olhar. Aí contornamos pela nossa praça central, “pede bença à Catedral” e caímos naquela que é a menina de todos os nossos olhos... A beira rio! Mais linda à noite. Profusão de luzes multicoloridas. Pouca gente pelos pontos de ônibus, clima mais ameno. Podem falar da esquisitice que é toda a mistura de cores das luzes. Tem mesmo ponte de um bocado de cor; a Lapa em sua curva violeta. O Ururau... ah! o Ururau tá na minha, tá na sua cabeça. O Paraíba espelha esta mistureba boa. Quão linda esta breguice toda que me é tão familiar! Luciana Portinho
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E vamos à Modernização!
16/03/2011 | 10h50
Reproduzo abaixo, do blog do Fernando Leite. Concluo, pelo andar das contratações feitas pela PMCG, logo, logo assistiremos a maior revolução de gestão da história de Campos. Vejam:  R$ 3.750.000,00, isso, TRÊS MILHÕES E SETECENTOS E CINQÜENTA MIL, por uma consultoria de serviços modernizantes de uma micro empresa. É um tal de licitar assessoria de “serviço técnico de gestão” que me pergunto sinceramente aonde estas valiosas ferramentas estão sendo implantadas. Mais, qual critério de mensuração?? Um só exemplo de sua aplicação já nos bastaria. Sim, pois tudo continua do mesmo jeito do início: sobra acusação, jogo de empurra, programinha de rádio e tudo só pega no tranco. NÚMERO: 094/11 PROCESSO n.º 2010.005.000294-P-PR Pregão nº 066/2010 CONTRATADA: FERES E TAVARES LTDA - ME. OBJETO: prestação de serviços de consultoria e/ou assessoria especializada na prestação de serviços de modernização da gestão administrativa envolvendo a aplicação de métodos, técnicas e ferramentas de apoio à gestão e de relacionamento com a população, de forma a envolver os Órgãos da administração direta e fundacional do Poder Executivo da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes - PMCG. VALOR GLOBAL: R$ 3.750.000,00 (três milhões, setecentos e cinqüenta mil reais) É a melhor contratação que uma micro empresa pode realizar.Não é preciso comprar nada. Apenas "VENDE" SERVIÇOS. NOME MUITO LEGAL " TÉCNICA DE MODERNIZAÇÃO DE SERVIÇOS" UMA BELEZA. FELIZ QUEM É AMIGO DO REI.
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E agora você?
15/03/2011 | 09h10
Paradigma do Agora... GLOBAL é a consternação. Minha, sua e de quem mais vier. Soco fundo, bem encaixado. Das tripas da Humanidade (há enxofre no ar) Veja... um REFUGIADO De novo tipo. “... e agora, José? ... José, para onde?” Luciana Portinho
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japão=lixo do horror=
14/03/2011 | 17h00
[caption id="attachment_1007" align="aligncenter" width="430" caption=" por. IVALD GRANATO"][/caption]

A arte em sua genialidade tudo abrange. Obrigada, Ivald Granato!

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Esperança alimentada.
13/03/2011 | 14h16
[caption id="" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Google"][/caption] Leio hoje na Folha da Manhã, caderno de economia, em matéria de Jane Ribeiro, notícia mais do que alvissareira. Foi liberado, via Fundecam (Fundecana) crédito no valor de R$ 12 milhões para as Usina Coagro e Canabrava Agrícola. Queremos aqui destacar a postura empreendedora de seu presidente, Eduardo Crespo. Em meio a uma administração municipal, boa de gogó e relapsa quando o assunto é gerir a coisa pública e, que só agora face à aproximação de novas eleições se movimenta, vale o nosso reconhecimento. Penso que a parceria da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, é balizadora da seriedade quando o assunto é Cana de Açúcar. Anunciam plantio e replantio de 4 a 5 mil hectares de cana, sob novas técnicas que viabilizem escala de produção e colheita de cana crua. Não falam de variedades novas, mas creio que serão consideradas sim. O próprio Eduardo dá a entender que este valor ainda se estenderá até a um total de R$ 36 milhões, em prazo não maior do que 24 meses. Talvez,  não fosse esta visão mais distanciada da mesmice dominante na PMCG, de alguém que enxerga mais longe, já que tanto as Usina Coagro e Cana Brava, foram viabilizadas graças ao fomento pelo governo Arnaldo Vianna, este setor econômico tão ligado à nossa formação histórica permaneceria ao léu, denegrido e perseguido como um dia, por eles, já foi.
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Dé Dinho.
11/03/2011 | 23h35

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Na minha língua pátria.
11/03/2011 | 14h39
O peito emite seus sinais. O golpe foi surdo.  O rosto acusa o abatimento. Até o cabelo dócil se rebelou. Melhor nem se fitar no espelho. Tudo em sua volta fica bem estranho. É um luto, sente como um luto, porém sabe que vai passar. Precisa que passe, é da vida. As lágrimas brotam como o suor goteja em dia quente. Deixa, não prende não! Lembrou-se que um dia lhe ensinaram a se enfiar debaixo de um chuveiro. Água é mesmo um santo remédio. Ah, aqueles banhos de chuva da infância na roça. Era a maior delícia, a meninada com os baldes e bacias de alumínio na cabeça, pés na lama...toc/tec/tic/tuc/toc. No mesmo dia, as portas se abriram. Tinha atendido a uma chamada; fez-se mais confiante. Possibilidades novas, esperanças reanimadas. Desafio para uma virada. Necessitava disto, sabia-se assim. Já sentira medo sim. Hoje, não poderia mais enganar a si própria. Em terreno nenhum. Aprendera que só se superaria encarando, sempre de frente. Primeiro a si. Aos olhos externos era uma mulher segura, passara por bons apertos. Discreta, disfarçava bem. Mas tinha aquela chama interna que em momento algum se apagara. Mantinha-se assim: meio arredia, meio ingênua. Não queria e, por isto, temia transformar-se naquilo que um dia sua mãe tinha vaticinado como regra geral: “uma pessoa calejada pelo tempo”. Naquela chuvosa manhã lera tanto sobre as palavras, a magia das palavras. De como a palavra anuncia a ausência. Luciana Portinho
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Não quer calar.
11/03/2011 | 11h28
Quem não quer? Uma pergunta. Uma recorrente pergunta. Na boca de todos. Campos toda faz. Afinal, o que mesmo foi feito na beira-valão? Vejo na capa da Folha da Manhã de hoje, o mesmo canal Campos-Macaé. Fizeram lá um canteiro comum de cimento, vão encher de terra, colocar umas plantas. Depois de mais de dois anos de intensa confusão na vida de todos, estará pronta isto a que chamam de “primeira etapa da revitalização”. É, pelos anunciados R$ 18,6 milhões gastos nesta etapa, estamos todos revitalizadíssimos. Ah, anunciam como enfeite final uns anéis com arcos e luz. Coisa pra encher os olhos. Mestres no ilusionismo. Como num flash, veio em minha mente um ‘túnel de luz’, na BR 101, em Guarús. Na época, os postes ali colocados foram anunciados como uma magistral obra, no rol das revolucionárias. Complicado.
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Os parcos bilionários.
10/03/2011 | 15h24

09/03/2011 - 20h24

Número de brasileiros bilionários salta de 18 para 30, aponta "Forbes"

Da Redação, em São Paulo Comentários [36] O número de bilionários brasileiros saltou de 18 para 30 em um ano (alta de 66,7%), segundo levantamento dos homens mais ricos do mundo feito pela revista norte-americana “Forbes”, divulgado nesta quarta-feira (9).

"FORBES": OS 10 MAIORES BILIONÁRIOS DO MUNDO

A soma das fortunas desses 30 bilionários chega a cerca de US$ 131,4 bilhões (R$ 217,7 bilhões), valor equivalente a 5,9% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro de 2010, que foi de R$ 3,675 trilhões. Segundo a Forbes, o aumento de bilionários brasileiros é resultado de regras mais rígidas para a divulgação do patrimônio, e também da valorização do real. Os países emergentes foram os que puxaram o aumento no número de bilionários. Pelo segundo ano consecutivo, o brasileiro mais bem colocado foi o empresário Eike Batista, que ocupa o 8º lugar neste ano, mesma posição de 2010. Sua fortuna foi avaliada em US$ 30 bilhões (R$ 49,7 bilhões). numero-de-brasileiros-bilionarios-salta-de-18-para-30-aponta-forbes.jhtm
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8 de Março.
07/03/2011 | 18h45

Faço aqui a minha homenagem ao Dia Internacional da Mulher. E, a faço em nome desta que foi uma mulher simples e de extraordinária fibra, minha tia Carmen Portinho. Terceira mulher a se formar em engenharia civil  no Brasil e primeira em urbanismo, diretora por anos a fio do MAM (Museu de Arte Moderna) e da ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial). Tia Carmen, sufragista, sem acordo com a opressão; figura na sua aparência frágil mais de uma vitalidade contagiante. Dela, guardo os mais preciosos  ensinamentos. Dela, as palavras abaixo. "Meus amigos, Existem, como todos sabem, dois grandes sentimentos que orientam a vida dos seres: o Amor e o Ódio. Eu sou dos que preferem o amor. Em toda a minha vida de lutas, de trabalhos, de realizações, busquei no amor a solução de cada problema, a vitória de cada momento. Os ódios, as arbitrariedades anulam em mim a lucidez de espírito, a destreza de pensamento. O amor, porém os ilumina e multiplica minhas forças colocando-me na defesa daquilo que abracei com o coração, com a tenacidade dos fortes; com ela tenho cumprido, pelo menos a meu contento, as missões que me foram confiadas..." Carmen Portinho
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Dé Dinho
04/03/2011 | 17h27

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Água, sabão e escovão.
03/03/2011 | 11h07
O inesquecível, inteligente e espirituoso, jornalista João Saldanha, quando uma vez sondado para se candidatar a prefeito da cidade do Rio de Janeiro, repeliu a proposta de pronto. Não queria se encarregar de cuidar de cemitério, recolhimento de lixo, limpeza urbana. Sagaz como ele só, sabia que ser prefeito é isto mesmo. É administrar problema. É disciplinar o trânsito, manter a cidade limpa, garantir que a via pública seja de uso comum, manter os equipamentos públicos para que democraticamente o cidadão deles faça bom uso. É saber ouvir, e, por aí vai. Preservar memória, planejar presente e futuro e, administrar orçamento também faz parte sim. Uma das partes, talvez a mais desafiadora. Mas é como uma administração doméstica. Gastar de acordo com as possibilidades e usufruir daquilo que se tem e alcançou a duras penas. No mais, é transpiração. Pois bem, afirmo que qualquer cidade do nosso planeta, com o orçamento de Campos, se encontra em muito melhores condições estéticas do que a nossa. Falta asseio, trato, gosto, amor, prazer em servir e ver bem feito. Não falo de obra não! Falo sim de MANUTENÇÃO permanente. Deixo aqui um exemplo. Mais uma vez na área central da cidade, na nossa tão linda, quanto, mal tratada, beira rio. Vejam como seria simples melhorar a aparência  desta construção pública. É só: água, sabão e escovão! [caption id="attachment_951" align="aligncenter" width="420" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

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O além das palavras.
01/03/2011 | 20h32

"A memória nunca desaparece, vai para o além das palavras". Nino Bellieny

Mais uma particular homenagem do blog. Fotografia tirada quando da última passagem do escritor Moacyr Scliar por Campos, na VI Bienal do Livro, ano de 2010.

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