Vai cair.
28/02/2011 | 12h33
[caption id="attachment_920" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] É questão de tempo. Torcer para que não caia na cabeça de alguém. Assim é o estado de conservação deste equipamento público que fica bem de cara para a catedral. É uma tribuna, creio que uma tribuna do remo.

[caption id="attachment_922" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] [caption id="attachment_933" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Difícil acatar seu abandono. Logo na beira rio, em frente a nossa principal praça. Aí nos põe a imaginar como estarão os demais em localidades mais distantes.

[caption id="attachment_934" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Transformado em mictório e espaço para outras finalidades. Suas ferragens à mostra, sujo, nojento.

Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais

Incompreensível mesmo.

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Adeus, Moacyr Scliar.
28/02/2011 | 09h04
Faleceu ontem, vítima de um AVC. Nascido em 1937, em Porto Alegre, Moacyr Scliar foi autor de oitenta livros e gêneros variados: conto, ensaio, romance, crônica e ficção infanto-juvenil. Todos os estilos couberam neste médico, professor universitário e membro da Academia Brasileira de Letras. Recebeu prêmios valiosos, como o Jabuti (1988 e 1993) e o Casa de las Américas (1989). Por Campos, passou diversas vezes, algumas delas por nossa mão. Na III Bienal do Livro, em 2004, foi figura de destaque tanto pela sua simplicidade quanto por sua empatia com os jovens leitores. Lembro-me bem de toda uma turma que veio de Italva, presente a professora, e foi emocionante assistir ao encontro do Moacyr com esta galerinha ávida por conhecê-lo ao vivo e a cores. Por sua integralidade e integridade, nosso respeito. Firmo aqui esta homenagem. Luciana Portinho
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É, grandes palhaços.
26/02/2011 | 10h51
PR confirma Tiririca na Comissão de Educação e Cultura da Câmara MARIA CLARA CABRAL DE BRASÍLIA DANIEL RONCAGLIA DE SÃO PAULO O líder do PR, deputado Lincoln Portela (MG), confirmou nesta sexta-feira (25) a indicação de Tiririca (SP) para a Comissão de Educação e Cultura da Câmara, que será instalada na próxima semana. Em janeiro, o deputado já havia manifestado o desejo de participar da comissão. "Quero trabalhar na área de educação e cultura. É o que o partido também quer", afirmou o humorista em entrevista à Folha. Tiririca diz querer vaga na Comissão de Educação da Câmara "Devemos frisar que a Comissão é de Educação e Cultura. Se ficarem falando que é só de educação fica 'diferente', em vista das coisas que andaram falando dele", disse Portela. Após ser eleito com votação recorde de 1,3 milhão de votos, Tiririca teve que passar por um teste de alfabetização aplicado pela Justiça Eleitoral. "Ele é um palhaço de grande experiência, com certeza vai contribuir com projetos e com suas propostas na área cultural", completou o líder do PR. A comissão será presidida pela deputada Fátima Bezerra (PT-RN). Das 32 vagas da comissão, o PR tem direito a duas. Segundo o partido, Tiririca será apenas membro e não disputará na vaga na direção. O deputado também será indicado suplente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara. Desde que assumiu no dia 1º de fevereiro, Tiririca ainda não fez o esperado discurso de estreia. No entanto, o deputado chamou a atenção durante a votação do salário mínimo. Segundos depois de dizer que apoiaria o governo e seu partido pelo mínimo de R$ 545, Tiririca votou a favor dos R$ 600, apresentado pelo PSDB. Questionado, ele disse que tinha votado não. Informado que na listagem oficial da Câmara tinha saído sim, afirmou: "Ih, então eu votei não e saiu sim".
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Dé Dinho
25/02/2011 | 14h22

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Poupar vidas.
23/02/2011 | 20h48
[caption id="attachment_866" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Ponte da Lapa, umas das principais pontes que cruzam o Paraíba. Margens, esquerda e direita, ligadas naquele ponto que é um dos cartões postais de Campos, morada de lendas, onde o rio faz curva. Belezura de lado, é ponte mais que importante na vida urbana. Roteiro diário na vida do trabalhador. A característica desta ponte é ser usada por todo tipo de veículo, de carreta de cana à bicicleta, e ainda por carroças e pedestres. [caption id="attachment_867" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] A descida em Guarús é bem solucionada. Tem, se não me engano, três sinais, que disciplinam o trânsito. Já a cabeceira da Lapa é bem mais complicada. O trafego não cessa. O cruzamento é no olho, sem qualquer sinalização. Uma ameaça constante à integridade dos que nela precisam atravessar.

[caption id="attachment_868" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] Fica aqui o alerta, fácil de ser solucionado pelas autoridades do trânsito local.

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Sedução
23/02/2011 | 09h59
Sedução (Um conto de Ivan Vianna) Notaram-se pela primeira vez ainda na livraria da rodoviária, no Rio de Janeiro. Ela de vestido solto e vaporoso, como convinha naquela tarde quente de primavera. Examinava algumas revistas indecisa na escolha e, enquanto se curvava para folhear outra, deixava insinuar levemente, através do decote, os contornos de seios bem proporcionados. Parecia despreocupada quanto a este detalhe, segura de sua sensualidade madura. Ao se decidir pela compra sorriu discretamente, mais para si mesma, quando a descontração deu lugar a certa rigidez facial, quase imperceptível, reparando que era observada sem pudor por aquele homem. Hesitou por segundos até se dirigir ao caixa, mas seguiu firme tentando parecer natural. Ao entrar no ônibus com destino a Campos ele ficou satisfeito pela coincidência da bela mulher sentada próxima da sua poltrona, mas agiu com tanta espontaneidade que ela mesma chegou a duvidar se havia sido marcada por seu olhar, da forma como imaginou sentir. Estirou o paletó na poltrona ao lado, dobrou os punhos da camisa e verificou que eram poucos os demais passageiros. Mas sua atenção estava naquela mulher e percebeu o cruzar de pernas agitado que demonstrou a inquietação do comportamento feminino excitado. Mais uma vez seus olhos se cruzaram e, um certo rubor calorento a invadia, até que disfarçou desviando o rosto pela janela. Mexia nos cabelos longos enquanto passava página por página sem atenção, buscando nova posição em ritmado cruzar e descruzar de coxas. Aproveitava para verificar no homem se era apenas sensação ou estava mesmo sendo objeto de tentação. Estava! Sentiu uma certa onda invadir seu ventre e arfou, inclinando a poltrona. Parecia que ele estava ao lado e alisou o estofado como, como se estivesse passando a mão por dentro dele. Poderiam ter inventado algum pretexto para qualquer conversa, como é comum em viagens mais demoradas. Mas ficaram em silêncio revelador de ansiedade e desejo, como quem descobre o doce prometido guardado na vitrine da loja encantada. E, nesses tremores de arreganho, cada solavanco na estrada era como corpos se encontrando e cada gota de suor incontrolado era espasmo de prazer, tal acorde em tom de apoteose. Deliraram em sintonia de observação  sem toques, cada um sentindo o pulsar de seus próprios encantos, magia transformada em sedução. Foram ais abafados por lábios mordidos e arrepios de calafrio percorrendo a assimetria das intimidades só imaginadas. Êxtase de vinho antes lambido do que bebido, gosto de mel, gozo. Notaram-se pela última vez ainda na rodoviária, em Campos.  Ela estava de vestido colado e encharcado, como convinha naquela viagem de uma tarde quente de primavera.
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Falando no Celular
20/02/2011 | 21h01

Falando no celular

João Ubaldo Ribeiro - O Estado de S.Paulo - Domingo, 2 de janeiro de 2011 (...) sou obrigado a reconhecer meu reacionarismo em matéria de celular, pois sou a única pessoa que conheço que não tem um. Não estou seguro de que sobreviverei dessa forma muito tempo. O número do celular está começando a ficar tão universal que daqui a pouco será como o CPF, hoje exigido até para se tomar um cafezinho. O sujeito que confessa não ter celular é visto como um anormal certamente perigoso. Outro dia, uma repórter me telefonou e me deu essa impressão. Ela queria fazer uma matéria sobre gente que não tinha celular e não achava ninguém, até que lhe disseram, para sua grande incredulidade, que eu devia ser o último habitante da cidade a não ter um celular. A sensação que me deu, depois da conversa, foi que ela desligou me achando muito estranho e resolvida a, se bater comigo na rua, me evitar como se evita um maluco capaz de qualquer coisa. Mas, ao contrário do que ela certamente ficou pensando, não tenho ódio ao celular. Simplesmente acho que não preciso dele, como não precisei até hoje. Além disso, ele às vezes me deixa nervoso, por desencadear fenômenos para mim inexplicáveis e, às vezes, um pouco inquietantes. Por exemplo, por que, assim que o avião para na pista de aterrissagem, todos os passageiros têm a necessidade imediata de falar no celular? Não dá para esperar nem entrar naquele canudo de aeroporto, porque o pessoal vai tirando a maleta do porta-bagagem e com a outra mão ligando o celular. Creio que dava para algum sociólogo fazer um trabalho sobre o assunto. Não seria descabida a tese de que o povo brasileiro padece de uma ancestral carência telefônica, causada pelo tempo em que, para ter um telefone em casa, o sujeito precisava torrar a poupança, tomar financiamento a longo prazo e arrumar um pistolão. Claro que essa conversa de que é para ganhar tempo não tem a menor correspondência na realidade. Para começar, diversos amigos meus passam tanto tempo mexendo com os recursos do celular para ganhar tempo, que não têm mais tempo para nada. O tempo necessário para aprender a usar recursos para economizar tempo é tanto que lhes toma todas as horas, livres e não livres, e um deles, que é meio obsessivo-compulsivo, descobriu que seu celular tem não sei quantos bagulhos para vender em suas mil lojas virtuais e não descansará enquanto não se inteirar de todos, item por item. Continuo a resistir, mas receio que a luta está perdida. Até porque, como venho descobrindo, não é preciso ter celular para usá-lo. Há muito tempo não permaneço em lugar público nenhum sem ouvir conversas em celulares alheios, algumas das quais dão vontade no ouvinte de pedir que não o envolvam naquela confusão. Já estive em cabines de elevador cheias onde parecia haver uma assembleia de papagaios, com todo mundo falando ao celular. Já vi gente conversando pelo celular dentro do mesmo restaurante. Talvez o celular venha a substituir todas as outras formas de comunicação, quem sabe? Espero que haja mercado para redatores de torpedos, vou me qualificar.
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Energia ruim.
18/02/2011 | 20h12

Meus amigos,

Refleti bastante antes de decidir repartir isto com vocês. Tenho recebido e ignorado sistematicamente este tipo de agressão. Já até fiz um post intitulado “Lixo, é na lata”. Vocês se lembram. Mas não, achei mais sensato não esconder de vocês. Vai publicado do jeito que recebi.

Não se assustem, mas não é uma boa energia. É coisa de quem anda baixo. Não tem coragem de vir a público, cria blog anônimo só para ofender e confundir. Aliás, quantos personagens já foram criados no rádio em Campos, para difamar e denegrir! Tem gente que se especializou, toda uma vida na covardia.

É,...devo estar incomodando.

Enfim, como diz o ditado, “cada um com seu cada um”.

Um forte abraço,

Luciana Portinho

A Marreta Bate 201.23.216.211
Luciana quem é mesmo Portinho? Você está saindo como uma ditadora em…vê se aceita meu post senão o povo vai te botar pra fora do poder como colocaram Murabak….se bem que você não tem poder nenhum…ahhahahha
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Direito à Informação.
18/02/2011 | 13h13
Li em matéria de capa, na Folha da Manhã desta quarta, que negaram três pedidos de informação ao vereador Marcos Bacellar. Quem negou? Os vereadores da situação. Onde negaram? Na Câmara Municipal de Campos. Teor das informações solicitadas e negadas? Saúde, Moradia e Transporte. Por que negaram? Isto é o que toda Campos quer saber. Negar pedido de informação em tempo de informação múltipla e veloz é querer baixar as trevas sobre a cidade. Não é atribuição do poder legislativo sonegar informação de nenhuma espécie à população. Sim, pois vereadores têm mandato POPULAR. Se algum vereador, formula um pedido de informação ao governo, cabe então responder no tempo e ao seu modo e,  à população avaliar e fazer seu julgamento. Por vezes, os atores em Campos se confundem em seus papéis. O povo está atento, só observando.
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Dé Dinho
18/02/2011 | 11h01

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Pão Repartido.
17/02/2011 | 11h30
Pessoas que acreditam e que vão fundo no que acreditam são as que nos fazem acreditar. Alimento mais nobre e generoso não há. Luciana Portinho
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De volta às praças.
16/02/2011 | 10h37
De insignificância em insignificância atingimos o significante. Talvez nem pudesse ser chamada de praça de tão pequenina. Bom, pequena ou grande, não vem ao caso. Foi sim incluída no pacotão das praças pela PMCG. Fica ali, entre a Rua Espírito Santo e a Rocha Leão. [caption id="attachment_847" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Aí, fica a dúvida.  Há mais de 15 dias, ela está assim mesmo do jeito que vocês podem ver. Obra inacabada, cheia de mato, tampão quebrado, piso de areia. Largada. Retiraram o tapume, aproveitaram para também retirar a placa exigida por lei. Qual o valor da obra? Prazo de entrega? Sim, pois concluída não está. Entra semana, sai semana, e continua assim, estaqueada de pau de eucalipto. Pequenas complicações para grandes explicações. [caption id="attachment_848" align="alignleft" width="300" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] [caption id="attachment_849" align="alignright" width="300" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]
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LIXO, É NA LATA!
15/02/2011 | 09h48
Amigos leitores, Todos aqui sabem que não deixo de publicar todo tipo de comentário, inclusive os que são abertamente contra minha pessoa. Já que sou crítica não poderia fugir da crítica. Hoje deixo de publicar um comentário. Sendo anônimo, fica difícil dialogar; é dar voz à covardia. Aqui estou eu e todos vocês expondo nossas opiniões livremente. Gracinhas sem nenhuma graça, provocações mal escritas, sendo anônimas…LIXO! Creio que irão concordar. um abraço, Luciana Portinho
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R$ 64 mil gastos com açougue...
14/02/2011 | 10h53
Carrinho de Compras: Senado gasta R$ 64 mil com açougue, frios e frutas para casa de Sarney
Amanda Costa Do Contas Abertas
Em comemoração ao “fico” na presidência do Senado Federal, o tetrapresidente José Sarney (PMDB-AP) não economizou no supermercado. Na última semana, foi autorizada pela Casa a reserva de recursos no orçamento da ordem de R$ 64 mil para a compra de produtos de açougue, frios e frutas in natura. Todo o material será entregue na residência oficial da presidência da Casa, portanto, no endereço do próprio Sarney. Banquete à vista! E as compras para a residência do presidente do Senado não param por aqui. Outros R$ 5,1 mil foram programados para garantir a limpeza da casa. Quem também está de olho no esfregão é o Grupamento de Infraestrutura e Apoio de São José dos Campos, da Força Aérea Brasileira. O órgão comprometeu R$ 7,8 mil para a aquisição de 75 panos de limpeza, nas cores verdes e azuis. Sempre a postos, a ordem agora é “limpeza, senhor”. Mudança de poder, mudança também de prioridades. O Judiciário resolveu gastar, e gastar bem, com a contratação de empresas para a prestação de serviços de locação de veículos blindados de representação. O custo da contratação e do aluguel será a bagatela de R$ 72,8 mil. Ministros bem protegidos não têm preço! Já a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) vai despender R$ 5,4 milhões para a compra de 150 veículos da Ford Brasil, que atenderão a divisão de transportes da PCDF. Serão 100 carros modelo Fiesta Hatch 1.6, zero quilômetro. Os outros 50 são modelo Focus Sedan 2.0, também zero quilômetros. Uma frota digna da produção cinematográfica “Corra que a polícia vem aí”. Mas nem só de carros viverá a administração pública. A Secretaria do Superior Tribunal de Justiça autorizou a compra de 7 m² de couro de porco para encadernação, na cor natural. A aquisição será para o laboratório de conservação. Com procedimentos mais requintados, assim segue a vida... Clique aqui para ver as notas de empenho citadas no texto.
http://contasabertas.uol.com.br/WebSite/Noticias/DetalheNoticias.aspx?Id=428
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No seio da classe operária.
13/02/2011 | 23h12
Tempo! Volta no tempo... 12 de fevereiro de 2011. Bangu. Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Bangu... 12 de fevereiro de 1891. Primeiro apito da Fábrica de Bangu. Início das obras da Fábrica que irá desenhar o perfil daquele bairro; definirá o contorno cultural e emotivo daquela gente. Passaram-se 120 anos. [caption id="attachment_828" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

No pé do Maciço da Pedra Branca, Bangu que já foi zona rural do Rio de Janeiro adentrou o século XX, no compasso da industrialização que tomou conta do mundo ocidental. Em torno da fábrica vidas se reuniram e se constituíram. Hoje, momento diverso na história, a fábrica fechou, Shopping virou. É tempo da sociedade de serviços, da sociedade do consumo desvairado de tudo e todos. É...  todos e tudo,  tudo e todos, manuseados igual. Mas Bangu resiste. Mudou e existe. Por lá, os descendentes do que outrora foi a classe operária brasileira. Em tempo de pré-carnaval se “índio quer apito”, o banguense comemora o seu. Motivo para uma celebração, discursos, bate palmas, cerveja gelada e churrasco do bom. [caption id="attachment_829" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Fui pela mão de gente inteligente, sensível e amiga:  Beto Matos e Byluccas. Seres animados, camaradas com tanto de história comum em favor do povo da Zona Oeste. Furiosa é Fiel, animou o espaço. Espaço de comunhão despretensiosa, lembranças acesas e de contínua disposição de conquistas coletivas. Querem criar o Centro Cultural Silveirinha e lá instalar a 1ª. Biblioteca Pública da Zona Oeste. Pensam pequeno, não! Bangu é Brasil, Viva! [caption id="attachment_830" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

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Dé Dinho.
11/02/2011 | 12h25

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Detalhe revelador.
10/02/2011 | 12h54
Adivinhem do que se trata? Sabem onde fica? Quem descobriu parabéns! Se você nem desconfia, vou explicar. [caption id="attachment_813" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Este piso aí, alguém resolveu colocá-lo na via pública. No início da Av. Alberto Torres, bem perto da praça central. Em se tratando de Campos, nos últimos tempos, decidiu, está decidido. Cada um faz uso a seu bel prazer do espaço público. Fiscalização?! Manutenção?! Pra que?! Dá um trabalho da peste, deixa rolar. Depois joga abaixo e refaz tudo. Abre uma licitaçãozinha e pronto. Cidade rica, povo abastado. [caption id="attachment_814" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Agora vão correr, sacar uma justificativa. Na cabeça de qualquer ser com um mínimo de bom senso não convencerá. Tudo se resume a não querer administrar.
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Vida que vai, vida que vem.
09/02/2011 | 21h13
Tarde de verão, pleno verão. As primeiras águas já baixaram, o rio retorna ao seu leito. Ao leito que no último século disseram que era dele. Se há duas semanas corria barro puro, agora o Paraíba já escorre na sua coloração natural. A cidade neste pedaço se estende nas duas margens. A brisa que sopra é mais do que ventinho comum. Uma constante. É o vento nordeste que alivia as tensões de sua gente. Agora, como em todos os fins de jornadas, o povo faz parada a caminho de casa. E fica bem. Este povo é manso, nem se incomoda de todo dia esperar sua lotação. João é um destes. Apoiado na mureta do rio aguarda calmamente que Rita desponte naquela esquina da beira rio. Morena das coxas bem grossas, em seu vestido florido, sempre é uma alegria observá-la se aproximar. É uma rotina que faz com lento prazer. Nestas horas, a vida se esvai pelo cansaço de mais um dia. Retorna pelas canelas da mulher. A cidade até que fica mais bonita. Ter Rita ao seu lado, sentir seu bafo, logo refaz sua moral. Os parentes de João bem que fizeram uma força para que ele fosse pra capital, coisa que nem nunca ficou tentado. Pobre nasceu, pobre ele se sabia, lá não iria subir na vida não. Iria era subir pra morar num morro daqueles. Aqui não, nem morro tem! Terra reta, planície das boas. É como Rita falava e repetia: “melhor ser duro por estas bandas homem!  Aqui, pelo menos a gente tem espaço. Quer coisa melhor do que o nosso quintalzinho? Poder ter um pé de árvore, umas galinhazinhas... chão de terra sim, e daí?! Pormos nossas cadeiras, na porta da casa, assistir ao vai e vem dos vizinhos, se perder no falatório da birosca. Olhar pro céu, João! E se espantar com as estrelas;  eu e você, João, é tudo de bom”. Luciana Portinho
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Aviso, não entre na obra.
08/02/2011 | 23h03
[caption id="attachment_803" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Estranho, não é não?! Se ainda fosse uma obra que oferecesse algum perigo à população vá lá. Aliás, as letras garrafais despertaram a nossa curiosidade. Pelo buraco do tapume remendado e podre (se uma só criança resolver sacudir o tapume, ele virá abaixo), não se observa movimento de obra. Esta praça fica em frente ao Cemitério do Caju. [caption id="attachment_804" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

E a placa obrigatória com o valor da obra, prazo, relação dos serviços?...Sumiu. Dirão que o vento levou... Caso então de refazer outra. [caption id="attachment_805" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Pergunto-me qual a razão destas intervenções, em via pública, realizadas pela PMCG, serem todas cercadas por tapumes. Material e procedimento tão obsoleto. Por que esconder da população? Afinal não é a própria que banca?! Não seria de seu direito acompanhar e fiscalizar a execução dos projetos? Garanto que se tornaria uma aliada e tanto do poder público.
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A primeira impressão é a que fica.
07/02/2011 | 09h22
Seguindo esta máxima quem chega a Campos, vindo do norte pela BR101, guardará impressão mínima. Não há um só canto arrumado. É pau, terra, sujeira, areia, lixo, mato, buraco, buraquinho e buracão. Calçada?! [caption id="attachment_796" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Um dos principais acessos à cidade, abandonado. Depois, as autoridades locais se debatem contra o Guia 4 Rodas que qualificou Campos como uma mera cidade de passagem sem nenhum atrativo turístico. Aborrecidos estamos nós com todo este desamor à cidade da planície. [caption id="attachment_797" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

Ver também:http://www.folha1.com.br/_midias/wp/blogs/lucianaportinho/2011/01/25/rebaixados-sumariamente [caption id="attachment_799" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

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E tome baixaria.
05/02/2011 | 09h43
Leio no blog Ponto de Vista, de Christiano Abreu Barbosa, o passo a passo de um barraco havido entre os deputados Eduardo Cunha e Garotinho. Chamar de barraco é leve. Começa com uma picuinha sobre um jantar de adesão. Ofensas à parte, a coisa ganha vulto e em determinado momento um acusa o outro de mentiroso.  O mais estranho de todo episódio são as ameaças de ambos. Ameaças de contar. Ameaças de contar TUDO. Aí me pergunto: é assim é? Pode? Alguém que dispõe de um mandato popular não teria obrigação de revelar o quê de tão oculto sabe a respeito dos supostos desmandos na administração da coisa pública?! Sim, pois um era governador e o outro Presidente nomeado da CEHAB. Desafiaram-se para um duelo. Quando será?!
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Dé Dinho.
04/02/2011 | 08h14

Dé Dinho é um personagem feito para retomar uma antiga parceria entre Nino Bellieny e Júlio Carvalho, autores de Diet Sapo, um desenho publicado por alguns anos na Mistura Fina, eterna coluna jovem da Folha da Manhã. Isto foi nos anos 90. Nino foi para o Rio, Júlio para São Paulo. Um voltou, o outro permaneceu e só agora, reunidos pela Internet, puderam, afinal, botarem as idéias em dia. E que idéias! O humor do Bellieny e os desenhos apurados do Júlio estão muito bem revelados no Dé Dinho, que usa como cenários também telas de famosos pintores e as ruas de qualquer cidade. Atualmente o desenho está sendo publicado em 3 jornais e 2 revistas de bairros,condomínios e associações na Grande São Paulo, onde como já disse, o Júlio Carvalho reside. Aqui, na terra natal de ambos, nosso blog vai ter a honra de mostrá-lo semanalmente. Luciana Portinho
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Cemitério do Poeta.
03/02/2011 | 12h45
Então, poetas também morrem. Os céus deveriam poupá-los para nossa completude, mas não. Como nós, poetas são mortais. Ao menos, então que restem em tão lindo e plácido pátio como o deste pequeno cemitério. [caption id="attachment_774" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Agregado aos fundos da Capela de São João Batista, construída no início no século XVII, em cima de um rochedo. Ao subir os degraus daquela escadaria, ninguém pode supor que lá, projetado por sobre as águas do oceano se esconda tão vasta beleza. Para onde os olhos possam alcançar é água, água e mais água. Entrada em agitação do mar, saída de fininho do rio São João. [caption id="attachment_775" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Todo caiado de branco, com suas lápides ostentando as quantas famílias que na vida de Barra de São João, fizeram sua história. No meio, imponente, um Cruzeiro entalhado. [caption id="attachment_778" align="aligncenter" width="298" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

A atmosfera do lugar é mansa, bem doce. Afinal, por lá, dorme um poeta. Um jovem poeta de 29 anos. Casimiro de Abreu. Sua sepultura é branca, singela como a de um anjo. Nos quatro cantos, pombas de porcelana anunciam a paz. Fica a nossa homenagem. [caption id="attachment_779" align="aligncenter" width="430" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Partimos para outras viagens. Luciana Portinho
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Aí sim!
02/02/2011 | 09h59
A imprensa nacional, nesta semana noticia mais uma escandalosa disparidade no tratamento dos iguais. Trata-se das megas aposentadorias vitalícias que os governadores recebem. Existem casos em que basta um dia sentado na cadeira de governante para conseguir uma pensão super premiada. As pensões para ex-governadores variam de R$10 mil a R$24 mil mensais. Há uma casta política, em torno de 120 pessoas, recebendo este benefício no Brasil. Aos cofres públicos algo em torno de R$ 30 milhões! Segundo a OAB, através de seu presidente, Ophir Cavalcante, o benefício é inconstitucional. A Constituição de 1988 não prevê mais os pagamentos vitalícios nem para ex-presidentes. Um exemplo da excrescência: a Sra Hercília Luz, com respeitosos 89 anos, filha do ex-governador da Santa Catarina, o Sr. Hercílio Luz, que exerceu mandato no século XIX, até hoje recebe R$ 15 mil por mês de pensão. Qualquer cidadão que contribua por 35 anos, no máximo receberá R$ 3.200,00. Haja desigualdade de difícil digestão.
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Sinal Vermelho.
01/02/2011 | 00h26
Você sabia que na multa, além de aparecer o seu veículo, a foto tem que mostrar também o sinal vermelho aceso e o seu carro sobre a faixa de pedestres ou, na inexistência da faixa, o seu veículo deve aparecer além da faixa de retenção? A lei determina que a imagem detectada pelo sistema automático não metrológico de fiscalização (pardal ou furão) deve permitir a identificação do veículo e, no mínimo: Deve Registrar - A placa do veículo, o dia e horário da infração; Deve Conter - O local da infração identificado de forma descritiva ou codificado; - A identificação do sistema automático não metrológico de fiscalização utilizado, mediante numeração estabelecida pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via; - O foco vermelho do semáforo fiscalizado; - A faixa de travessia de pedestres, mesmo que parcial, ou na sua inexistência, a linha de retenção da aproximação fiscalizada. Assim está determinado na Resolução 165/2004 do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO (CONTRAN), e Portaria 16/2004 do DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO (DENATRAN), que seguem anexas. Resumindo: As infrações que não contiverem todas as exigências da lei não têm  validade, sendo facilmente invalidadas se o cidadão entrar com recurso argumentando que o auto de infração, por não conter (colocar as informações que faltam), está em desacordo com o parágrafo 4º da Resolução 165/2004 do CONTRAN e Artigo 6º, da Portaria 16/2004 do DENATRAN. Conheça seus direitos e entre com recursos sempre que se sentir lesado. Envie e-mail para o DENATRAN ([email protected]) se o seu órgão de trânsito utiliza a prática de emitir autos de infração incompletos, duvidosos e caça-níqueis. obs. mensagem que recebi por email, de amigo e leitor do blog, sugerindo publicação.
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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