E daí?!
28/01/2011 | 13h31
A rádio tamanco na web e mídia em geral noticia dando conta de que o PT pagará R$ 13.000,00 (treze mil reais) ao Lula. Sim, e daí?! E nos com isso?! As matérias correm meio sem dizer se são críticas ou se são só disse me disse. Os partidos políticos vivem do que arrecadam através de contribuições de filiados ou de doações de particulares. Administram, então, recurso que lhe é próprio. Todos têm também corpo dirigente e estafe contratados em funções várias. Qual o espanto do Lula, fundador e quadro político de maior projeção do Partido dos Trabalhadores vir a receber tal quantia pelo serviço profissional que prestará? A certa falta de assunto no ar ou uma vocação terrível à fofoca.
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Pra tudo tem solução.
27/01/2011 | 22h03
Trago até vocês, esta fotografia. Diz tudo sobre o quanto é possível ser feito quando se quer. [caption id="attachment_759" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Domingo Faustino Sarmiento: escritor, jornalista e poeta. Eleito, governou a Argentina no período de 1868 - 1874. À frente da presidência construiu mais de 100 bibliotecas e duplicou o número de escolas. Conta sua historia de que foi um apaixonado pela região do Delta do Rio Paraná. Chegou inclusive a cogitar em transferir a capital de Buenos Aires para Tigre, cidade pólo do Delta. Esta a sua residência. Podemos observar que não se trata de nenhuma mansão. No entanto, cala fundo no sentimento daquele povo. Querem preservá-la. Colocaram a casa em cápsula de vidro. Simples, não?! Nos deixa até encabulados de tão simples. Fica como um exemplo.
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R$ 28.804.696,52
26/01/2011 | 20h54
[caption id="attachment_749" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption] [caption id="attachment_750" align="aligncenter" width="420" caption="Ft. Vigilantes Urbanos & Rurais"][/caption]

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Rebaixados. Sumariamente.
25/01/2011 | 03h40
Em turismo, o belo, o pitoresco, o agradável tem a obrigação de estar à vista. Quem pretende fazer turismo não se dispõe a fazer uma inspeção detalhada. Turismo é lazer, não um estudo científico! Perdoem-me, mas criticar o Guia 4 Rodas, é bem mais fácil do que encarar a realidade nua e crua. Campos tem tradições? Sim. Folclore? Sim. História? Longa. Um casario lindo? Claro. Belezas naturais? Belas, sim. Expressão cultural? Múltipla. Talentos artísticos? Tantos e quantos! E? E não tem turismo. Nem no inverno, nem no verão. Culpar a iniciativa privada por ‘falta de investimento em rede hoteleira’ é até covarde. Se o empresariado campista percebesse, de fato, uma diretriz clara por parte da prefeitura, aí sim,  poderia ser questionado. Falta é uma política séria para desenvolver nossa potencial vocação turística. Falta ação coordenada do poder público municipal para reverter o quadro atual de rebaixamento. Fazer discurso é mole. Boas intenções?! Vamos ao orçamento destinado ao Turismo para o ano de 2011. Uma dica a você, meu querido leitor: sempre um orçamento, por si só, indica a vontade política de uma gestão. Vamos lá, então. Pois bem, Diário Oficial na mão e o que vemos? Risíveis R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) destinados à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Petróleo. Até a nomenclatura Turismo, para designar uma Secretaria foi extirpada! Turismo, enquanto este ramo próprio de atividade está aí, neste bolo. Poderia se esperar o quê? No entanto, outras áreas da administração têm tratamento bem distinto. Só uma obra, na conhecida Estrada do Calabouço, vai sorver, em breve, inacreditáveis R$ 28.800.000, 00 (vinte e oito milhões e oitocentos mil reais).  A placa já está lá! Preciso falar algo mais?! Como muito bem retratou a Folha da Manhã, em matéria de Marcos Curvello, capa da Folha Dois, de domingo passado: Campos sem imponência, uma cidade de passagem.
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Quem é o Palhaço?
25/01/2011 | 02h15
TITIRICA. O nobre parlamentar brasileiro foi diplomado. Salário: R$ 26.700,00 Ajuda Custo: R$ 35.053,00 Auxilio Moradia: R$ 3.000,00 Auxilio Gabinete: R$ 60.000,00 Despesa Médica pessoal e familiar: ILIMITADA E INTERNACIONAL (livre escolha de médicos e clinicas). Telefone Celular: R$ ILIMITADO. Ainda como bônus anual: R$ (+ 2 salários = 53.400,00) Passagens e estadia: primeira classe ou executiva sempre Reuniões no exterior: dois congressos ou equivalente a cada ano. Custo médio mensal: R$ 250.000,00 Aposentadoria: total depois de oito anos, com pagamento integral. Fonte de custeio: SEU BOLSO! Afinal: quem é o palhaço? (recebi por email e repasso para vocês)
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Tiro pela culatra.
20/01/2011 | 14h02
Se há uma parte da população de São João da Barra que sente a falta dos shows, afirmo com segurança;  há uma outra parte bem feliz com a ausência dos ditos. Numa fria análise, quem mais sente a falta dos shows são os vendedores ambulantes. Como são ambulantes, nesta altura do verão,  já ambularam, devem estar vendendo suas mercadorias em outras praias da região. Já os comerciantes fixos: bares, restaurantes e pousadas, instalados na orla ou na cidade, estes que recolhem impostos para seu funcionamento regular, não estão se queixando. Também tenho ouvido dos moradores, destes que pagam IPTU pelas suas residências, a satisfação com a falta do alvoroço e do tumulto que os shows causam. Ruas mais calmas, sem engarrafamento, ausência de brigas, menos acidentes na estrada, atendimento melhor nos bares e restaurantes. Há de fato certo alívio manifesto. Talvez o tiro que quiseram dar na Prefeita, tenha saído pela culatra.
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Pontal
20/01/2011 | 10h21
Está lá! PONTAL, no Canto do Meio, Chapéu do Sol. Todas as sextas e sábados, 21h. Quem viu o espetáculo 'Pontal' antes, não deixe de assistir Pontal agora! Assim como o real pontal, o teatro é mutante. Peça mágica, textos primorosos, elenco de primeira. Simples como a vida, sofisticado como o sentimento.

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Gosto popular.
19/01/2011 | 00h36
[caption id="attachment_719" align="aligncenter" width="430" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Desde pequena me insurgi contra julgamentos peremptórios. Me pareciam, todos, arrogantes de valores que não poderiam ser universalizados. [caption id="attachment_720" align="aligncenter" width="390" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Situação mais incômoda era ouvir de tias comentários do tipo, ah! fulana é feia, ih! beltrana tão cafona. Me soavam bobocas. Ignorar que também a estética é permeada pela classe social, é ficar no deslumbramento de seu umbigo. [caption id="attachment_721" align="aligncenter" width="410" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Bom, Dia de Santo Amaro, festa do interior...como resistir?! Lá fomos nós. E, a baixada nos recebe a todos com uma satisfação escancarada. É barraquinha com de tudo um pouco. O povo todo falante e comilão. E manda vir um churrasquinho, um churro, maçã do amor, costela com aipim. E salta uma pipoca daquelas bem besuntada de bacon e leite moça, um quebra-queixo e um cuscuz que ninguém é de ferro. Conversa com um, dá risada com outra, lá na grama os Mouros e os Cristãos. [caption id="attachment_722" align="aligncenter" width="395" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Embrenhados no cordão das barraquinhas, fomos registrando estas representativas imagens. Imagens de uma estética toda própria e popular. O tempo fechou, uns pingos grossos começaram a cair. Saímos antes de a chuva vir lavar o asfalto. [caption id="attachment_723" align="aligncenter" width="430" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

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LUTO.
13/01/2011 | 21h20

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Vistoria no rombo
11/01/2011 | 04h05

Novo verão, velha lengalenga. Leio na Folha da Manhã de hoje.
Virão novamente “vistoriar” o dique.

Não dá para entender, sinceramente, não dá. Será que perderam todo o material das vistorias anteriores? É quase que uma visitação antropológica ao dique!

Quem paga a conta de todo o prejuízo causado pela inépcia administrativa? O infeliz do produtor rural! Além de ralar e ralar o ano todo, sem apoio decente algum, nesta época do ano, observa desalentado o prejuízo conjuntural da cheia e amarga com a desvalorização de seu patrimônio.

Vou repetir. Não foi obra do acaso, a queda da produção agrícola, o fechamento da única cooperativa de leite, a evasão da mão de obra do campo, a absurda migração do homem do interior. Anos e mais anos de descuido com a que foi a nossa primeira e forte vocação econômica!

Então tá. Vamos aguardar que venha mais uma equipe engravatada, do ar condicionado da capital, vistoriar. Campista é mesmo paciente.

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SANTO BRASIL
05/01/2011 | 11h59
Deve ter sido um deslumbramento e uma excitação aos que  aqui aportaram há mais de quantos séculos. Pois creio não ser eu, a única biruta, que volta e meia abstrai do presente e se imagina na cena do antes. [caption id="attachment_668" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

E, afirmo que ainda é fantástica a aproximação ao continente para quem vem do mar. SANTA CATARINA, SANTO BRASIL. [caption id="attachment_669" align="aligncenter" width="390" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Assim é a chegada em Porto Belo, este porto natural de claras águas verdes. Situado na conhecida Costa Esmeralda, o encontro de correntes marinhas faz com que as impurezas sejam desviadas para o alto mar. Fica então, uma água clarinha com a exuberante Mata Atlântica de pano de fundo. Local de alguns mistérios, foi esconderijo natural de navios do antigamente.

Em terra, vamos, por rodovia, rumo à Blumenau. E seguimos nos inteirando deste estado, com cara de Brasil sim, mas também com pinta de Alemanha e Itália. Pequenas propriedades agrícolas com elevada produtividade, intensivamente exploradas. Médias indústrias pontuam toda a paisagem deste estado que não possui grande concentração urbana. Como extrato de uma colonização marcadamente capitalista, um povo empreendedor e trabalhador por excelência. [caption id="attachment_671" align="aligncenter" width="390" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Assim, aqui as cidades se ergueram: primeiro as suas ruas de comércio, segundo as suas ruas de comércio, depois sua igreja e seus clubes de convivência social. Hoje, estas são conhecidas pelos objetos que produzem: cristais, calçados, roupa, moda íntima, malhas, louça, cerâmica, chocolate. O conhecido Vale Europeu tem esta característica. Pela estrada que liga Porto Belo ao interior, sinuosamente percorremos plantações de milho, arroz, pequenos currais, uma infinidade de pequenos açudes, áreas e mais áreas de reflorestamento de eucalipto e pinus. Não há uma pobreza evidente, tampouco pedintes. [caption id="attachment_673" align="aligncenter" width="390" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

Blumenau, cidade de 300 mil habitantes é terceira em tamanho. Vem atrás de Joinvile e Florianópolis e, mescla uma arquitetura (de prédios)  comum como a nossa do sudeste, com a tal arquitetura ‘enxaimel’, típica de Bavária. [caption id="attachment_674" align="aligncenter" width="400" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption] Cortada pelo Rio Itajaí Açu, rio que nas suas alegrias irriga os arrozais, tem nas suas tristezas vastas enchentes. A de 1983 foi das mais terríveis. Para desespero de todos, subiu 15 metros! Rastro de lama prontamente apagado da realidade através de muita ação coletiva. Não ficou uma vassoura encostada pra contar história! Em poucos meses toda marca da tragédia foi lavada. E assim, em 1984, surgiu a Oktoberfest. Veio para levantar a moral desta gente. Santo Brasil! [caption id="attachment_679" align="aligncenter" width="415" caption="Ft. Luciana Portinho"][/caption]

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