Apple revela iPhone 8, iPhone 8 Plus e iPhone X
15/09/2017 | 12h41
São três modelos, sendo duas atualizações, batizadas de iPhone 8 e iPhone 8 Plus, e um aparelho totalmente novo, que possui frente dominada pela tela OLED de 5,8 polegadas e se chama iPhone X. Eles já haviam vazado, mas agora temos as informações oficiais. Vamos a eles?
iPhone 8 e iPhone 8 Plus
Primeiro, vamos para a atualização do iPhone 7. O iPhone 8 e o iPhone 8 Plus possuem traseira de vidro, se parecem bastante com os antecessores e continuam com resistência contra água e poeira, alem dos alto-falantes estéreo. As telas são de 4,7 e 5,5 polegadas e suportam a tecnologia True Tone, que ajusta a temperatura do display de acordo com a iluminação do ambiente.
 Os iPhones 8 são equipados com o processador A11 Bionic. A CPU é hexa-core, com dois núcleos de alto desempenho (25% mais rápidos que os do A10) e quatro núcleos de economia de energia (70% mais rápidos). A GPU, pela primeira vez desenvolvida pela própria Apple, é 30% mais potente que a do A10 e consegue fornecer o mesmo desempenho do antecessor com metade da energia.
A câmera dupla continua restrita ao modelo maior, que conta com sensor duplo de 12 megapixels, sendo uma lente normal com abertura f/1,8 e uma teleobjetiva com abertura f/2,8. O iPhone 8 de 4,7 polegadas tem apenas um sensor com estabilização óptica de imagem. De acordo com a Apple, os sensores são novos, consomem menos energia, capturam mais luz e são otimizados para realidade aumentada.
Embora os formatos dos novos iPhones sejam semelhantes aos da geração anterior, o material da traseira mudou de alumínio para vidro. Por um motivo: o iPhone 8 e o Phone 8 Plus suportam a tecnologia de carregamento sem fio, e são compatíveis com qualquer carregador que suporte a tecnologia Qi, um padrão de mercado também utilizado por outras fabricantes.
O iPhone 8 será vendido nas versões de 64 e 256 GB, com preços de US$ 699 e 849, respectivamente. O iPhone 8 Plus, por sua vez, custará US$ 799 e 949, com as mesmas capacidades de armazenamento. A pré-venda nos Estados Unidos começa no dia 15 de setembro, com as entregas se iniciando em 22 de setembro.
Como esperado, o iPhone X (pronuncia-se “iPhone dez”) é a verdadeira renovação do iPhone. O design é o mesmo que vazou nos últimos meses. Temos uma frente dominada pela tela OLED de 5,8 polegadas, com resolução de 2436×1125 pixels, que a Apple decidiu chamar de Super Retina Display: ela possui densidade de pixels mais alta (458 ppi), brilho mais forte e cores mais precisas.
A Apple aposentou o botão de início. Para ligar o iPhone X, basta tocar na tela. E, para acessar a tela inicial, deslize o dedo para cima, mesmo gesto utilizado para acessar a tela de aplicativos recentes. Não há leitor de impressões digitais: o desbloqueio é feito por meio de reconhecimento facial, o Face ID.
Segundo a Apple, o Face ID funciona com a ajuda de um motor neural, capaz de processar 600 bilhões de operações por segundo. A tecnologia pode reconhecer seu rosto mesmo se você trocar seu corte de cabelo ou vestir óculos, se adapta de acordo com as mudanças do seu rosto ao longo do tempo, e não pode ser enganada por uma foto.
O Face ID, inclusive, promete ser mais seguro que o Touch ID: o sensor de impressões digitais podia ser desbloqueado por outra pessoa aleatória em 1 a cada 50 mil vezes; na câmera de reconhecimento facial, essa probabilidade cai para 1 em 1 milhão. Para funcionar, a nova tecnologia utiliza uma câmera infravermelho e, em ambientes escuros, um iluminador.
O iPhone X também possui outras tecnologias não necessariamente úteis: você pode, por exemplo, colocar máscaras de realidade aumentada em tempo real no seu rosto. Ou enviar, pelo iMessage, um animoji, que é basicamente um emoji animado (pode ser um gato, um cachorro ou mesmo um cocôzinho) capaz de mexer a boca de acordo com a sua fala.
A câmera traseira de 12 megapixels possui duas lentes, uma normal (f/1,8) e uma teleobjetiva (f/2,4), ambas com estabilização óptica de imagem. Há um flash com quatro LEDs para iluminar a cena em cenários noturnos, e é possível filmar em até 4K a 60 quadros por segundo. Já a câmera frontal de 7 megapixels passa a suportar o modo retrato, que desfoca o fundo da imagem.
Internamente, o hardware é parecido com o do iPhone 8. Temos um processador hexa-core Apple A11 Bionic, uma GPU desenvolvida pela Apple e uma tecnologia de carregamento sem fio. Nas conexões, há suporte a LTE Gigabit e Bluetooth 5.0. Mas o mais importante é que, de acordo com a empresa, a bateria dura duas horas a mais que a do iPhone 7. Até que enfim!
O carregador sem fio da própria Apple se chama AirPower e será lançado apenas em 2018, ainda sem preço definido. A principal característica é que ele pode recarregar um iPhone, um Apple Watch e os AirPods ao mesmo tempo. Isso não é oficialmente suportado pela tecnologia Qi, mas a Apple diz que está trabalhando para incorporar o recurso como padrão.
iPhone X
Como esperado, o iPhone X (pronuncia-se “iPhone dez”) é a verdadeira renovação do iPhone. O design é o mesmo que vazou nos últimos meses. Temos uma frente dominada pela tela OLED de 5,8 polegadas, com resolução de 2436×1125 pixels, que a Apple decidiu chamar de Super Retina Display: ela possui densidade de pixels mais alta (458 ppi), brilho mais forte e cores mais precisas.
A Apple aposentou o botão de início. Para ligar o iPhone X, basta tocar na tela. E, para acessar a tela inicial, deslize o dedo para cima, mesmo gesto utilizado para acessar a tela de aplicativos recentes. Não há leitor de impressões digitais: o desbloqueio é feito por meio de reconhecimento facial, o Face ID.
Segundo a Apple, o Face ID funciona com a ajuda de um motor neural, capaz de processar 600 bilhões de operações por segundo. A tecnologia pode reconhecer seu rosto mesmo se você trocar seu corte de cabelo ou vestir óculos, se adapta de acordo com as mudanças do seu rosto ao longo do tempo, e não pode ser enganada por uma foto.
O Face ID, inclusive, promete ser mais seguro que o Touch ID: o sensor de impressões digitais podia ser desbloqueado por outra pessoa aleatória em 1 a cada 50 mil vezes; na câmera de reconhecimento facial, essa probabilidade cai para 1 em 1 milhão. Para funcionar, a nova tecnologia utiliza uma câmera infravermelho e, em ambientes escuros, um iluminador.
O iPhone X também possui outras tecnologias não necessariamente úteis: você pode, por exemplo, colocar máscaras de realidade aumentada em tempo real no seu rosto. Ou enviar, pelo iMessage, um animoji, que é basicamente um emoji animado (pode ser um gato, um cachorro ou mesmo um cocôzinho) capaz de mexer a boca de acordo com a sua fala.
A câmera traseira de 12 megapixels possui duas lentes, uma normal (f/1,8) e uma teleobjetiva (f/2,4), ambas com estabilização óptica de imagem. Há um flash com quatro LEDs para iluminar a cena em cenários noturnos, e é possível filmar em até 4K a 60 quadros por segundo. Já a câmera frontal de 7 megapixels passa a suportar o modo retrato, que desfoca o fundo da imagem.
Internamente, o hardware é parecido com o do iPhone 8. Temos um processador hexa-core Apple A11 Bionic, uma GPU desenvolvida pela Apple e uma tecnologia de carregamento sem fio. Nas conexões, há suporte a LTE Gigabit e Bluetooth 5.0. Mas o mais importante é que, de acordo com a empresa, a bateria dura duas horas a mais que a do iPhone 7. Até que enfim!
O carregador sem fio da própria Apple se chama AirPower e será lançado apenas em 2018, ainda sem preço definido. A principal característica é que ele pode recarregar um iPhone, um Apple Watch e os AirPods ao mesmo tempo. Isso não é oficialmente suportado pela tecnologia Qi, mas a Apple diz que está trabalhando para incorporar o recurso como padrão.
O iPhone X será vendido nas versões de 64 e 256 GB, custando US$ 999 e 1.149, respectivamente (ai!). A pré-venda começa no dia 27 de outubro, e os aparelhos serão entregues aos compradores a partir de 3 de novembro.
By Gustavo de Abreu Carvalho
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PEÇA PRIMEIRO SINAL
14/09/2017 | 16h18
PRIMEIRO SINAL
com LUA BLANCO e IGOR COSSO
Direção ICARO SILVA
 
 
 
 
Primeiro Sinal não é mais uma peça adolescente e boba sobre o amor. A partir da amizade de Rael e Nina, o espetáculo explora de forma leve e engraçada todo o universo dos jovens, do ponto de vista de um autor jovem.
 
O mico inesquecível do primeiro dia de aula, o beijo com gosto de Koni daquele encontro, a virgindade tirada pelo primo, a separação surpresa dos pais, a herpes conquistada em uma micareta e claro, a descoberta do primeiro grande amor da vida.
 
O texto explora muito a metalinguagem, pois o teatro acontece dentro de uma peça de teatro. Os dois amigos inseparáveis vão juntos assistir a um espetáculo que está em cartaz na cidade. Quando chegam lá, descobrem que a peça foi cancelada. Diante do palco vazio e o teatro abandonado, os dois decidem usar o espaço para encenarem um para o outro as histórias mais divertidas que já viveram juntos.
 
Nessas histórias, os dois atores se revezam nos papéis de diversos personagens absurdos que fizeram parte desses momentos únicos na vida deles. O oficio da atuação dos atores do espetáculo é bastante explorado pela diversidade de figuras diferentes e de personalidades distintas que eles interpretam dentro dessas encenações em forma de esquetes. O que não poderia deixar de ser explorado também é a doce voz da atriz e cantora Lua Blanco através de uma bela canção original gravada na trilha do espetáculo.
 
Após encenarem esses diversos esquetes de momentos inusitados que viveram juntos, a realidade muda e voltamos para o início da peça. Eles estão novamente chegando para assistir uma peça de teatro e descobrem que a mesma foi cancelada. Agora, ao invés de subirem no palco para encenarem suas histórias, eles decidem ir embora, porém antes, Rael faz uma revelação que vai mudar toda a história do espetáculo.
 
 
 
Classificação 12 anos
Tempo - 70 minutos
 
 
 
 
Elenco LUA BLANCO e IGOR COSSO
Texto – IGOR COSSO
Direção – ICARO SILVA
Produção – Inverso Produções Artísticas
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Facebook passa a permitir fotos de 360º no perfil
24/08/2017 | 12h49
O Facebook começou ontem a permitir a criação de fotos em 360 graus diretamente pelo aplicativo. As imagens desse tipo capturadas pelo app poderão ser compartilhadas na linha do tempo, em álbuns, e podem até mesmo ser usadas como imagem de capa no perfil do usuário.
Para capturar imagens nesse formato, o processo é quase o mesmo que para tirar fotos tradicionais. Basta abrir o app e clicar na parte de compartilhar um status. Lá, haverá o botão "Foto 360". Ao clicar nele, o usuário verá uma imagem semelhante ao perfil de um panorama. Basta girar o celular em torno de si que a imagem será capturada e processada para virar uma foto em 360 graus. O vídeo abaixo mostra como o recurso funciona:
Ver uma foto em 360 com o celular é relativamente simples. A foto aparece na timeline como uma foto tradicional, mas tocando nela e arrastando, é possível ver partes diferentes da imagem. Dessa maneira, ela fica parecendo uma panorâmica que dá a volta inteira em torno de um ponto. Segundo o TechCrunch, isso é possível graças a tecnologias de visão computacional usadas pela rede social.
De acordo com a rede social, o recurso tem o objetivo de facilitar algo que os usuários já faziam. Desde que o Facebook passou a ter compatibilidade para mostrar fotos em 360 graus na linha do tempo, mais de 70 milhões de fotos desse tipo já foram compartilhadas.
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Leilão eletrônico dia 25/08 da Receita tem drones, iPhones e games quase de GRAÇA!!!!!
16/08/2017 | 14h14
No dia 25 de agosto, a Receita Federal vai realizar um leilão eletrônico de mercadorias apreendidas ou abandonadas na alfândega do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. Serão leiloados 223 lotes, que podem ser visualizados por meio do site da RF.
Os lotes contêm produtos como drones, celulares, games e instrumentos musicais. O de número 198, por exemplo, é composto por dois iPhones 5S, e tem lance inicial de R$ 1.080. O de número 131, por sua vez, contém um drone aéreo da marca Phantom, com câmera e bateria recarregável; o lance inicial para ele é de R$ 1.480.
Nem todos os lotes podem ser comprados por pessoas físicas; alguns serão vendidos exclusivamente para pessoas jurídicas, ou seja: apenas para empresas. O lote 210, por sua vez, que inclui um drone Phantom 2 com acessórios e tem lance inicial de R$ 1.200, é aberto a pessoas físicas também. O mesmo vale para o lote 218, que contém um iPhone 6 e um aspirador robô por um lance inicial de R$ 840.
Esses lotes, no entanto, só podem ser adquiridos para fins de consumo: não é permitido revender os itens dos lotes abertos a pessoas físicas. O leilão receberá propostas até as 21h do dia 24 de agosto, apenas pela internet.
Se você se interessou,abaixo, detalhando também os procedimentos necessários para participar. Se você quiser saber mais, veja por meio deste link.
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Esqueceu o WhatsApp Web aberto? Veja como desconectar remotamente
07/08/2017 | 15h05
O WhatsApp Web é um recurso muito bom para quem não quer ficar respondendo mensagem no celular toda hora. Mas é comum as pessoas usarem um computador compartilhado e se esquecerem de desativar as contas de e-mail, redes sociais e do WhatsApp Web.
 
No entanto, o aplicativo oferece a opção de desconectar a sincronização com o computador direto do celular. Veja como:
Abra o WhatsApp;
Acesse “Configurações”, se o aparelho for um Android, ou “Ajustes”, se for um iOS;
Entre em “WhatsApp Web” e toque na opção “Sair de todos os computadores”.
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Batata frita do McDonalds não é feita de batata! Será?!
28/07/2017 | 14h28
O McDonald’s divulgou uma série de vídeos mostrando como são feitas as batatas fritas vendidas pela rede. O principal ingrediente é mesmo a batata, ainda que muita gente duvide que a empresa use algum componente natural nas receitas. Além disso, há outros 18 ingredientes, sendo um deles o açúcar.
A receita das McFritas também é composta por dois aditivos derivados de petróleo. Um deles é o dimetil polissiloxano, um silicone não tóxico que evita a formação de espuma durante a fritura. A substância também é usada em outros óleos, lentes de contato, shampoos e até mesmo em massinhas de modelar.
O outro, o TBHQ (butil hidroquinona), é um antioxidante utilizado como conservante. Nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) afirma que a quantidade de TBHQ não pode ultrapassar 0,02% do total de óleo ou gordura do alimento. O mesmo limite é fixado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em outros países, como Japão e Cananá, a substância é proibida, pois pesquisas relacionam o consumo do antioxidante e casos de câncer.
Alguns itens, como óleo de soja, são usados em mais de uma fase do processo de fabricação das batatas fritas do McDonald’s e, por isso, são contados como dois ingredientes diferentes pela rede de fast food.
Nas fábricas do McDonald’s, primeiramente, as batatas são descascadas e fatiadas por máquinas, que cortam todas do mesmo tamanho. As batatas são “branqueadas” e passam por um banho de molhos e são pré-fritas, com óleos de canola, de soja e de soja hidrogenado. Depois, são temperadas e recebem um jato de açúcar para garantir que fiquem crocantes. As batatas são congeladas com conservantes e levadas para as lojas, onde são fritas mais uma vez.
O sabor da guloseima é garantido pelo saborizante natural de carne, trigo hidrolisado, leite hidrolisado e sal. Os conservantes usados são o ácido cítrico, retirado de frutas; dimetil polissiloxano, usado para que o óleo da fritura não faça espuma; dextrose, um açúcar natural garante a cor dourada; e o pirosfato ácido de sódio, que é antioxidante.
Nas lojas, as batatas são fritas em uma mistura de óleo de canola, óleo de milho, óleo de soja, óleo de soja hidrogenado, TBHQ (butil hidroquinona), ácido cítrico e dimetil polissiloxano.
O vídeo faz parte do programa “Our Food. Your Questions” (”Nossa comida. Suas perguntas”), em que a rede de lanchonetes esclarece os mitos sobre seus produtos. O vídeo é estrelado por Grant Imahara, apresentador do seriado Mythbusters, que realiza testes e derruba mitos.
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Saiba como vai funcionar a carteira de motorista digital
26/07/2017 | 17h50
Documento entra em vigor a partir de fevereiro de 2018
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou na terça-feira (25) a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). Com a medida, os motoristas terão, além do documento físico, o arquivo virtual da CNH, acessado por meio de um aplicativo para smartphones. A novidade entra em vigor a partir de fevereiro de 2018.
A CNH eletrônica poderá ser apresentada no lugar da carteira física e vai ser identificada pela leitura do QRCode (código de barras bidimensional que pode ser escaneado) ou certificado digital. A nova carteira terá a mesma validade do documento impresso, que continuará a ser emitido normalmente.
Para adquirir a CNH Eletrônica, o motorista deverá se cadastrar no site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com um certificado digital. O acesso ao documento dependerá da digitação de uma senha. O sistema, que está em fase de testes, ainda permitirá o bloqueio do aplicativo caso o celular seja extraviado.
Como vai funcionar:
- Cadastro: o usuário realiza o cadastro no Portal de Serviços do Denatran e requer o uso de certificado digital, para isso, o acesso deve ser efetuado por um equipamento que permita o uso desse certificado.
- Ativação do cadastro: será enviado um link para o e-mail informado. Em seguida deverá realizar o login pelo aparelho que deseja ter sua CNH digital.
- Segurança: no primeiro acesso, será preciso criar um PIN para armazenar seus documentos com segurança. Insira o PIN criado para poder visualizar seus documentos.
- Exportar: a CNH eletrônica, conferido autenticidade aos dados do documento através da assinatura digital do Denatran. Essa autenticidade pode ser verificada no Assinador Digital.
- Bloqueio: caso necessite bloquear o aparelho para impedir o uso de sua conta e acesso aos seus documentos, deve acessar o Portal de serviços do Denatran com o certificado digital e solicitar o bloqueio.
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Saiba como ter duas contas do WhatsApp em um mesmo celular
26/07/2017 | 10h06
Você que possui um celular com dois chips, provavelmente já deve ter se perguntado se é possível utilizar duas contas no WhatsApp em um mesmo aparelho. O WhatsApp não permite que duas contas sejam ativas simultanemente. Contudo, existe um aplicativo que, quando instalado no celular, permite que dois números de telefone sejam utilizados no serviço, criando assim duas contas no aplicativo de conversação.
Se você gostou da ideia, siga o passo a passo que preparamos e aprenda a configurar seu aparelho Android de dois chips para ativar as duas contas no WhatsApp.
Passo 1: primeiramente, faça o backup das suas conversas no WhatsApp para que elas não sejam perdidas. No menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações". Encontre o ícone do WhatsApp e clique nele. Em seguida, selecione a opção "Limpar dados".
Passo 2: no menu "Aplicativos", selecione a pasta "Meus arquivos". Em seguida, clique em "Todos os arquivos" e procure a pasta "WhatsApp". Pressione até que a opção "Renomear" apareça. Clique nela e altere o nome da pasta para "OGWhatsApp".
Passo 3: desinstale o WhatsApp atual. Lembre-se que as conversas já foram salvas. Para isto, volte ao menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações" e selecione o ícone do WhatsApp. Clique nele e depois selecione a opção "Desinstalar".
Passo 4: Instale no seu celular o aplicativo OGWhatsApp. Ele pode ser baixado a partir deste link. Quando a instalação for concluída, vá até a Google Play e instale novamente o WhatsApp. Para finalizar, abra o OGWhatsApp e se cadastre nele com o número de telefone que era utilizado anteriormente no WhatsApp. Em seguida, cadastre o outro número de telefone no WhatsApp original.
Pronto! Agora você tem duas contas do WhatsApp em um mesmo dispositivo.
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Saiba como ter duas contas do WhatsApp em um mesmo celular
25/07/2017 | 15h53
Você que possui um celular com dois chips, provavelmente já deve ter se perguntado se é possível utilizar duas contas no WhatsApp em um mesmo aparelho. O WhatsApp não permite que duas contas sejam ativas simultanemente. Contudo, existe um aplicativo que, quando instalado no celular, permite que dois números de telefone sejam utilizados no serviço, criando assim duas contas no aplicativo de conversação.
 Se você gostou da ideia, siga o passo a passo que preparamos e aprenda a configurar seu aparelho Android de dois chips para ativar as duas contas no WhatsApp.
  
Passo 1: primeiramente, faça o backup das suas conversas no WhatsApp para que elas não sejam perdidas. No menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações". Encontre o ícone do WhatsApp e clique nele. Em seguida, selecione a opção "Limpar dados".
Passo 2: no menu "Aplicativos", selecione a pasta "Meus arquivos". Em seguida, clique em "Todos os arquivos" e procure a pasta "WhatsApp". Pressione até que a opção "Renomear" apareça. Clique nela e altere o nome da pasta para "OGWhatsApp".
Passo 3: desinstale o WhatsApp atual. Lembre-se que as conversas já foram salvas. Para isto, volte ao menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações" e selecione o ícone do WhatsApp. Clique nele e depois selecione a opção "Desinstalar".
Passo 4: Instale no seu celular o aplicativo OGWhatsApp. Ele pode ser baixado a partir deste link. Quando a instalação for concluída, vá até a Google Play e instale novamente o WhatsApp. Para finalizar, abra o OGWhatsApp e se cadastre nele com o número de telefone que era utilizado anteriormente no WhatsApp. Em seguida, cadastre o outro número de telefone no WhatsApp original.
Pronto! Agora você tem duas contas do WhatsApp em um mesmo dispositivo.
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Facebook vai cobrar por leitura de conteúdo noticioso
20/07/2017 | 12h41
A rede social Facebook vai lançar, em outubro, um novo recurso que exigirá que os usuários paguem para ler notícias e reportagens por meio da rede social. Campbell Brown, diretora de parcerias com veículos de mídia, anunciou a previsão de lançamento durante o evento Digital Publishing Innovation Summit, realizado ontem, em Nova York. A informação foi divulgada pelo site norte-americano ‘The Street’ e confirmada ao ‘Estado’ pelo Facebook.
De acordo com fontes próximas à rede social, o Facebook está conversando com veículos de imprensa em todo o mundo para definir o modelo que deverá ser adotado. A empresa, entretanto, ainda não definiu se vai utilizar o “paywall”, como fazem hoje grandes veículos de imprensa. Nesse caso, quando o leitor acessa uma quantidade determinada de notícias por mês, ele tem de pagar uma assinatura para ler mais. Há também a possibilidade de que a ferramenta exija o pagamento de assinatura para alguns conteúdos.
“Estamos em conversas iniciais com diversas organizações de mídia sobre como podemos dar melhor suporte aos modelos de negócio por assinatura no Facebook. Como parte do Projeto Facebook para Jornalismo, estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros para entender suas necessidades”, disse Campbell, em nota enviada à imprensa.
Notícias falsas. O sistema de assinaturas do Facebook pode ser o primeiro grande passo da rede social para ajudar veículos de imprensa a continuarem rentáveis na era digital. A empresa toma a medida depois de sofrer críticas por permitir a disseminação de notícias falsas no site e ter de assumir sua responsabilidade como empresa de mídia – embora não produza os conteúdos que são compartilhados. A discussão sobre proliferação de notícias falsas no Facebook ganhou força após a eleição do presidente americano, Donald Trump, que se beneficiou do conteúdo dessas notícias durante a corrida pela Casa Branca.
O projeto de cobrança por notícias é também a primeira grande iniciativa liderada por Campbell, que deixou a emissora de TV norte-americana CNN para se juntar à rede social no início deste ano.
As informações de que o Facebook estaria desenvolvendo um modelo de assinaturas começaram a surgir em junho, quando o presidente executivo da News Corp – que publica os jornais The Wall Street Journal e The Times –, Robert Thomson, afirmou à agência de notícias Bloomberg que estava em conversas com o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, para encontrar uma forma para permitir que o valor do conteúdo jornalístico fosse reconhecido dentro da rede social.
Segundo o executivo da News Corp, o modelo de assinaturas do Facebook poderá funcionar com base em temas específicos, como esportes ou política. Isso permitiria que o usuário pague somente pelos assuntos que tem maior interesse, em vez de pagar pela publicação completa. Essas informações, porém, não foram confirmadas pelo Facebook.
“Estamos em conversas com organizações de mídia sobre como podemos dar melhor suporte aos modelos de negócio por assinatura no Facebook.” Campbell Brown DIRETORA DE PARCERIAS COM VEÍCULOS DE MÍDIA
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Sobre o autor

Gustavo Abreu

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Um blog sobre curiosidades, imagens, vídeos interessantes, dicas de filmes, séries, ilustrações, viagens e tudo que está bombando na net.