Atentado a mesquitas na Nova Zelândia foi transmitido ao vivo pelo Facebook
15/03/2019 | 17h21

Facebook e YouTube já trabalham para remover os vídeos da web

Na madrugada desta sexta-feira, 15, duas mesquitas na cidade de Christchurch, na ilha sul da Nova Zelândia, foram alvo de ataques a tiros. Ao menos 49 pessoas morreram e 48 ficaram feridas. Os assassinos transmitiram o atentado ao vivo pelo Facebook.
Um dos suspeitos de praticar o crime transmitiu ao vivo o ataque no Facebook numa live que durou 17 minutos, segundo informações do jornal The New York Times. As imagens pareciam vir de uma câmera presa à roupa ou ao capacete de um dos assassinos e mostravam enquanto um dos assassinos atirava em pessoas no chão e tentando fugir.
A rede social, porém, diz que derrubou a conta que fez o streaming e tirou o vídeo do ar "rapidamente". Apesar disso, as imagens já começaram a viralizar a se espalhar pelas redes sociais e outros cantos da internet, inclusive no Instagram, Twitter e no YouTube.
  "Nossos corações estão partidos pela terrível tragédia de hoje na Nova Zelândia. Por favor, saibam que estamos trabalhando de forma vigilante para remover vídeos violentos", declarou o site de vídeos do Google através de um post no Twitter.
 O Facebook declarou ao site CNET que está removendo qualquer vídeo do ataque, mesmo que as imagens não tenham sido confirmadas como sendo do real atentado. A rede social também disse que está trabalhando para derrubar postagens que exaltem ou elogiam a ação do que o governo da Nova Zelândia chamou de "terrorismo doméstico".
"A Polícia da Nova Zelândia nos alertou sobre um vídeo no Facebook logo após o início da transmissão ao vivo e removemos a conta do atirador e o vídeo", declarou um porta-voz da rede social no país. "Também estamos removendo qualquer elogio ou apoio ao crime e ao atirador ou atiradores assim que os encontramos. Continuaremos trabalhando diretamente com a Polícia da Nova Zelândia enquanto a resposta e a investigação continua."
 
"Nossos corações estão com as vítimas, suas famílias e a comunidade afetada por esse ato horrendo", conclui o porta-voz do Facebook na Nova Zelândia.
 
Terrorismo online
Como analisa o The Verge, o ataque parece ter sido coordenado justamente para viralizar na internet. No fórum online 8chan, uma página que reúne extremistas e discurso de ódio na deep web, os atiradores postaram um manifesto e um link para a live no Facebook antes que ela começasse.
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Transferir dinheiro pelo WhatsApp vai ser possível
15/03/2019 | 16h42
Já se sabe há algum tempo que o WhatsApp pretende implementar um sistema de pagamentos, que permitiria que usuários transferissem e recebessem dinheiro de contatos, chegando até mesmo a se estudar o desenvolvimento de uma criptomoeda própria. Agora surgiu a informação de que o Brasil pode estar na próxima leva de regiões a receber a novidade.
 
 
A informação vem do site WABetaInfo, que se especializou em antecipar os recursos do aplicativo com uma taxa de acerto impressionante. Ele menciona que o sistema, que já havia sido implementado na Índia desde o ano passado, e agora será expandido para três outras nacionalidades: Brasil, México e Reino Unido.
Por enquanto, no entanto, o WhatsApp Payments continua funcionando sem depender de criptomoedas. O único local onde ele já está ativo é na Índia, onde ele opera integrado ao UPI, o sistema unificado de pagamentos do país, que integra bancos e instituições financeiras locais, o que significa que você pode associar seu WhatsApp a uma conta bancária e transferir seu dinheiro a partir da sua conta corrente.
 
 
Na Índia, para usar o recurso é necessário fazer a verificação do número telefônico mais uma vez para fazer a associação do app a uma conta bancária. Então, basta abrir uma conversa com outro usuário habilitado a receber pagamentos, selecionar o ícone de pagamentos e definir a quantia a ser transferida.
 
 
O mecanismo pode ser imprescindível para o futuro do WhatsApp. O aplicativo está tentando se tornar uma ferramenta de comunicação entre empresas e consumidores, então o próximo passo natural seria permitir a aquisição de produtos e serviços sem precisar sair do aplicativo, transformando o WhatsApp em um intermediário do comércio eletrônico. Seria uma maneira interessante de começar a pagar o investimento bilionário de cerca de US$ 20 bilhões feito pelo Facebook pela compra do app em 2014.
Ainda não há previsão de quando o novo recurso será habilitado no Brasil, nem nas outras regiões para onde o recurso deve se expandir em breve.
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WhatsApp com problema? App não envia áudio e imagem para alguns usuários
13/03/2019 | 17h38
WhatsApp fora do ar? Aplicativo apresenta instabilidade para enviar fotos, áudios e vídeos na tarde desta quarta-feira (13)
O WhatsApp está com problema para enviar mídias na tarde desta quarta-feira (13). Segundo relatos de algumas pessoas no Twitter, o mensageiro está fora do ar e não consegue mandar áudio, imagem e vídeo, inclusive postar no Status. O Down Detector, site que detecta o funcionamento de serviços online, registrou um aumento de reclamações sobre o app desde às 13h50 de hoje. Aparentemente, a falha atinge o Brasil, vários países da Europa e também parte dos Estados Unidos.
 
 
O WhatsApp parou de funcionar corretamente no mesmo dia em que o Facebook e o Instagram enfrentaram instabilidade. Usuários não conseguem comentar ou publicar conteúdo no Facebook. No Instagram, uma das mensagens exibidas é "Erro de rede desconhecido", a outra é "Ops. Ocorreu um erro. Estamos trabalhando para resolvê-lo o mais rápido possível". A empresa confirmou o bug: "estamos cientes de que algumas pessoas estão tendo problemas para acessar a família de aplicativos do Facebook. Estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível”.
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La Casa de Papel - 3ª temp. VÍDEOS
13/03/2019 | 10h48

‘La Casa de Papel’: Gravações de nova temporada mostram retorno de personagem e quantidade de fãs no local assusta atores

As filmagens da terceira temporada de “La Casa de Papel” estão rolando atualmente em Florença, na Itália, e novas fotos mostram a presença do ator Pedro Alonso (que interpretou Berlim, personagem que levou vários tiros no final da “Parte 2”) nas gravações. Além dele, o ator Álvaro Morte, o Professor, também estava por lá nesta sexta (4) e publicou um vídeo que mostra a quantidade de fãs acompanhando a produção.
 Nas imagens, vemos os atores interagindo bastante e encarando alguma coisa que as câmeras não pegaram. Será que as cenas com a presença de Berlim são flashbacks ou os roteiristas deram um jeito de trazer o personagem de volta mesmo? A Netflix bem que podia anunciar logo quando a terceira temporada estreia, né? Por enquanto, só sabemos que é em 2019.
Álvaro Morte mostrou o número enorme de fãs que acompanharam as gravações de “La Casa de Papel” na Itália. Ao som de muitos aplausos e gritos, o ator agradeceu pela colaboração dos admiradores na hora da ação. “Obrigado por estar aqui, por seu respeito, por ficar em silêncio o dia todo, tem sido um prazer trabalhar aqui com pessoas  como vocês em volta”, diz o intérprete do Professor em um vídeo publicado no Instagram. Detalhe para o susto dele quando a grade de segurança é liberada e o pessoal avança!
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Apple x NetFlix, quem ganhará na tv?
12/03/2019 | 10h22

Apple deve anunciar serviço de transmissão de vídeo e conteúdo de TV no fim do mês

Empresa investiu US$ 2 bilhões em Hollywood para produzir seu próprio conteúdo e ter estrelas como Oprah Winfrey para concorrer com Netflix e Amazon.
A Apple deve anunciar um serviço de transmissão de vídeo e conteúdo de TV no próximo dia 25, para concorrer com o Netflix e a Amazon.
 
 
A empresa chamou a imprensa para um evento nesse dia, em sua sede, na Califórnia. No convite divulgado nesta segunda-feira (11), a Apple não especificou o assunto, dizendo apenas: "É hora do show".
 
 
Fontes haviam afirmado à Reuters que a Apple previa para abril o lançamento global de um serviço de streaming que vai, provavelmente, incluir assinaturas.
 
 
A indústria espera por isso há tempos. A Apple investiu US$ 2 bilhões em Hollywood para produzir seu próprio conteúdo e ter estrelas como Oprah Winfrey.
 
 
Fontes próximas do assunto afirmaram à Reuters que o serviço poderá revender assinaturas de programas de CBS, Viacom e Starz, além de ter seu próprio conteúdo original. E que a HBO também poderá se tornar parte do serviço.
 
 
A loja de aplicativos da Apple, onde o serviço de TV provavelmente será distribuído, está disponível atualmente em mais de 100 países.
 
 
A receita potencial com um serviço de TV se tornou foco de investidores após a Apple divulgar em janeiro a primeira queda de vendas de iPhones durante as festas de fim de ano e afirmar que iria reduzir os preços do aparelho em alguns mercados para compensar mudanças cambiais.
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iFood começa a testar entrega de refeições com drones
11/03/2019 | 16h04

Iniciativa também inclui bicicletas e patinetes elétricos. Presidente da empresa afirma que ela planeja começar testes com entrega por drones em prédios comerciais e residenciais nos próximos meses

Entregas usando tecnologias avançadas de mobilidade, inclusive robôs, já podem ser consideradas uma realidade. Depois de a Amazon ter realizado pela primeira vez seu serviço de delivery por drone nos Estados Unidos, agora é a vez do iFood começar a testar o mesmo dispositivo, além de bicicletas e patinetes elétricos. “Fizemos testes com sucesso usando drones, incluindo para entrega de refeições num bloco de carnaval em São Paulo”, disse à Reuters o presidente do iFood, Carlos Moyses.
 
 
O mais popular aplicativo de entrega de comidas da América Latina também planeja começar testes com entrega por drones em prédios comerciais e residenciais nos próximos meses, disse Moyses. Ele lembra que para o processo se concretizar, é preciso aprovação de órgãos reguladores, como Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Expandir e diversificar métodos de entrega faz parte dos planos do iFood para aumentar seu alcance geográfico e melhorar sua eficiência logística. Criado em 2011, hoje a rede brasileira emprega cerca de 120 mil entregadores e atende quase 500 cidades no país. A empresa também tem filiais na Colômbia e no México.
 
O diretor financeiro da empresa, Diego Barreto, disse à Reuters que a companhia pretende aumentar muito sua atuação nos municípios brasileiros. Para isso, Barreto afirma que o iFood vai se adequar às realidades regionais de cultura, logística e renda. Segundo ele, patinetes e bicicletas elétricos tendem a ter participação importante nesse processo. “Esses modais devem ganhar escala ainda neste ano”. Dados da empresa contabilizam uma média de 14,1 milhões de entregas em janeiro, uma alta de 124% em relação ao mesmo período em 2018.
 
Nos últimos anos, o iFood também passou a trabalhar com sistema eletrônico de pagamentos – em parceria com a subcredenciadora Zoop – e a intermediar compras dos próprios restaurantes, o iFood Shop. Tanto ela quanto a Zoop são controladas pelo grupo brasileiro Movile. A empresa de entrega de refeições ainda deve receber a maioria dos 500 milhões de dólares captados pela Movile em novembro passado com investidores para aplicar em seus novos braços de atendimento. Segundo Barreto, o investimento envolve a contratação de cerca de mil pessoas nos próximos 12 meses, a maioria profissionais de tecnologia.
Além do iFood, a colombiana Rappi anunciou, em janeiro, que investiria dezenas de milhões de dólares para triplicar sua presença no Brasil. Ela também anunciou ter planos de atuar em até mais 30 cidades e adicionar novas categorias de serviços a seu aplicativo de delivery.
 
Na quinta-feira, 7, o grupo japonês SoftBank anunciou a criação de um fundo de cinco bilhões de dólares focado em projetos de tecnologia na América Latina para ajudar empresas selecionadas a ampliar alcance no continente. O fundo abrange iniciativas em comércio eletrônico, serviços financeiros digitais e mobilidade.
 
Fonte: Reuters
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Como bloquear o WhatsApp se seu celular foi roubado no carnaval?
08/03/2019 | 13h09
Carnaval é época de muita folia e aglomerações, de modo que não é raro sair de um bloco de rua ou de um desfile de escola de samba e perceber que seu fiel companheiro, o smartphone, foi esquecido em algum lugar ou até mesmo roubado.
Então você perdeu o acesso ao seu celular e ao seu chip. Não importa se ele foi roubado, furtado ou você simplesmente acabou perdendo o aparelho, é recomendável bloquear o acesso ao WhatsApp o quanto antes para impedir que estranhos tenham acesso ás suas conversas particulares.Por isso, é importante bloquear o WhatsApp no seu celular desaparecido o quanto antes. O problema é fazer isso sem acesso físico ao aparelho. O jeito mais fácil seria cadastrar o aplicativo em um novo celular com o seu número antigo, mas isso pode ser um problema por dois motivos: você pode demorar para conseguir um chip novo, ou você pode demorar para conseguir um celular novo.
 
 
O WhatsApp, no entanto, fornece uma outra opção, mas ela não é intuitiva. Depois de contatar a sua operadora para bloquear o seu chip, para que a pessoa com seu celular em mãos não tenha mais acesso a mensagens SMS, você deve seguir os passos abaixo:
 
 
1. Abra seu e-mail
 
 
2. Componha uma mensagem para o endereço [email protected]
 
 
3. Coloque “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta” (sem as aspas) como assunto
 
 
4. No campo de texto, digite novamente “Perdido/Roubado: Por favor, desative minha conta” (sem aspas)
 
 
5. Inclua o seu número de telefone no formato internacional
O formato internacional de um número telefônico brasileiro é +55XXYYYYYYYYY, onde XX é o código de DDD da sua área e YYYYYYYYY é o seu número de telefone. Então, se você mora em São Paulo, e seu número de telefone é 99999-9999, o número deve ser digitado como +5511999999999.
 
 
6. O resultado é esse:
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Bolsonaro posta vídeo de homem urinando na cabeça do outro
07/03/2019 | 13h49
O presidente Jair Bolsonaro compartilhou um vídeo obsceno em sua conta oficial no Twitter . Nas imagens, postadas na noite desta terça-feira, 5, um homem, com as nádegas à mostra, aparece introduzindo o dedo no próprio ânus. Na sequência, ele se agacha para que outro rapaz urine na sua cabeça.
 O presidente declara que não se “sente confortável” em mostrar o conteúdo, mas diz que “é isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”. “Comentem e tirem suas conclusões”, finaliza Bolsonaro.
E você, o que acha dessa atitude do presidente?
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Sobre o autor

Gustavo Abreu

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