Samsung Galaxy S9: Confira tudo sobre esse lançamento!
15/03/2018 | 11h43
O Galaxy S9 é a grande aposta da Samsung para 2018. O aparelho tem a missão de repetir o sucesso do S8 e para isso ele conta com algumas novidades interessantes. Ao mesmo tempo, o smartphone tem bastante em comum com o modelo do ano passado.
 
As principais novidades são as câmeras, especialmente com o modelo S9 Plus, que utiliza uma configuração com dois sensores traseiros, enquanto o S9 simples tem apenas um. Com a câmera dupla, o celular é capaz de aproveitar um zoom óptico de até duas vezes e gerar as fotos com o efeito retrato que já havia sido introduzido com o Galaxy Note 8 no ano passado. Também é de se destacar a abertura variável da lente, que alterna para controlar melhor a entrada de luz de acordo com as condições do ambiente, o que não se via desde a década passada. No fim das contas, o aparelho tem uma das melhores câmeras de celular.
 
O Galaxy S9 também é preparado para a realidade aumentada, embora deixe a desejar com os emojis em AR. O recurso parece ser uma resposta ao Animoji do iPhone 10, reconhecendo as expressões faciais do usuário e replicando em um avatar virtual, gerando imagens e animações que podem ser compartilhadas com amigos, mas não parece tão fluido e responsivo quanto a solução da Apple.
 
O desempenho do celular é excelente, mas sua potência depende da versão escolhida. Ambos os modelos carregam os mesmos processadores, que dependendo da região pode ser um Snapdragon 845, da Qualcomm, que será utilizado nas versões do Brasil e dos Estados Unidos, e um Exynos 9810, da própria Samsung, usado no resto do mundo. A diferença está na memória RAM. Enquanto o Galaxy S9 Plus tem 6 gigabytes de memória, o S9 simples tem apenas 4 gigabytes, o que faz com que o modelo maior apresente um desempenho superior.
 
Por fim, o design do Galaxy S9 é praticamente idêntico ao do S8, com a diferença da posição do leitor de impressões digitais. O celular da Samsung foi muito criticado no ano passado por colocar o sensor ao lado da câmera, fazendo com que o usuário acabasse sujando a lente ao tentar desbloquear o celular. Neste ano a empresa corrigiu esse problema colocando o leitor abaixo da lente. O resto é basicamente igual, o que não chega a ser negativo, já que o S8 era um dos celulares mais elegantes do mercado, com visual refinado e boa pegada.
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Por onde anda Schumacher? Morreu ou está vivo?
14/03/2018 | 13h57
Michael Schumacher, a lenda de corrida alemã, ainda considerada por muitos como o melhor piloto de Fórmula 1 de todos os tempos, ficou em coma após um trágico acidente de esqui há quatro anos. Schumacher, que completou 49 no início deste ano.
 O piloto mais bem sucedido na história, sofreu uma lesão cerebral traumática nas pistas de esqui nos Alpes franceses em 29 de dezembro de 2013, depois de cair e bater na cabeça em uma rocha.
 Apesar de usar um capacete de esqui, Schumacher sofreu ferimentos tão catastróficos que teve que passar por dois procedimentos cirúrgicos depois de ter sido transportado pelo ar para o Hospital Grenoble.
Os médicos relataram que ele foi colocado em um coma induzido e sua condição foi considerada estável em março de 2014. Em abril de 2014, Schumacher foi retirado do coma e mudou-se para um hospital em Lausanne, na Suíça, antes de ser levado para casa em setembro de 2014.
(Crédito: Getty)
As atualizações desde então têm sido esporádicas, já que a família e os amigos permanecem com os lábios apertados sobre a condição do campeão sete vezes da F1, para proteger sua privacidade. 
Acredita-se que o alemão recebeu atendimento on-line em sua casa no Lago de Genebra, na Suíça, por uma equipe de até 15 médicos e enfermeiras com um custo estimado de quase US $ 200.000 por semana. 
Poucas informações estão disponíveis sobre a saúde atual da lenda de corrida e uma das novidades mais recentes foi da esposa de Schumacher, Corinna Betsch, em novembro.
(Crédito: Getty)
Falando na época, ela disse: "A decisão de proteger sua privacidade do público foi tomada no interesse de Michael. "Nós deixamos bem claro que algo sério aconteceu".
O que sabemos é que, após o acidente, Schumacher foi transferido de cuidados intensivos para uma enfermaria de reabilitação em junho de 2014. Mais tarde foi levado para um hospital em Lausanne perto de sua casa na Suíça. 
Três meses depois, o campeão da F1 foi transportado de volta para sua casa no Lago de Genebra, onde continuou recebendo tratamento e reabilitação por seus sérios ferimentos 
Na época, uma declaração sobre sua condição dizia: "Considerando as graves lesões na cabeça que sofreu, o progresso foi feito nas últimas semanas e meses. Todavia, ainda há um longo e difícil caminho à frente".
Em 2015, o gerente de Schumacher disse que sua condição estava melhorando "considerando a severidade da lesão que ele teve". 
Um dos neurologistas da equipe que atendeu o piloto, disse à família e aos fãs do piloto, que esperava que o ex-campeão mundial de Fórmula 1 ainda pudesse se recuperar dos sérios ferimentos que sofreu na cabeça. 
Citando um estudo recente de pessoas que estiveram em estados vegetativos, o professor Mark Obermann, diretor do Centro de Neurologia da clínica Asklepios em Seesen, na Alemanha, disse que quase metade dos pacientes "recuperou a consciência". 
"De acordo com um estudo sueco, entre 30 e 40 por cento dos pacientes recuperaram a consciência dentro de quatro anos", disse Obermann. 
"Muitos podem voltar a viver e ver como seus filhos e netos crescem, quais planos eles têm ou o que mais acontece na família ou no círculo de amigos". 
Obermann enfatizou a importância da família de Schumacher, amor e cuidado que desempenharam um papel importante em sua recuperação. 
"Supõe-se que os pacientes estão cientes de mais do que pensávamos anteriormente era possível". 
Família processa revista 
A família Schumacher processou a revista alemã Bunte em uma história de dezembro de 2015 que falsamente afirma que o campeão da F1 poderia andar de novo. Em outubro do ano passado, o advogado de Schumacher disse que "não podia andar" e disse que sua privacidade havia sido invadida.
 Apenas no mês anterior, foi afirmado em relatórios que Schumacher poderia ser transferido para os EUA para tratamento especializado em um centro de trauma cerebral no Texas. Esperava-se que o especialista em cérebro, Dr. Mark Meeks, pudesse tratá-lo, mas, isso foi mais tarde descartado.
 Apesar da falta de informação, os fãs de Michael Schumacher continuam a apoiá-lo - e ele também é homenageado por seus contemporâneos onde podem. Em novembro, sua filha Gina-Maria, de 20 anos, publicou uma mensagem inspiradora no Instagram ao lado de uma foto panorâmica de um lago.
 "Há apenas uma felicidade nesta vida, para amar e ser amada", disse na postagem.
 Em dezembro, o filho de Schumacher, Mick, lançou a iniciativa sem fins lucrativos "Keep Fighting", em homenagem a seu pai.
(Crédito: Getty)
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Governo quer aumentar o valor da NETFLIX já em março, entenda!
07/03/2018 | 17h35
Além do imposto sobre serviço (ISS) que a Netflix já tem que pagar em São Paulo e Rio de Janeiro, a empresa de streaming de vídeo há cerca de um ano se prepara para uma nova cobrança, desta vez federal, que pode finalmente sair do papel neste ano.
Em entrevista a Cristina Frias, da coluna Mercado Aberto no jornal Folha de S.Paulo, o Ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, disse que o governo quer definir até abril a cobrança do Condecine sobre serviços de vídeo sob demanda.
O Condecine (Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional) é um imposto regulamentado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) que já é cobrado de produtoras e distribuidoras de conteúdo no Brasil.
 Desde o início do ano passado há rumores de que o governo quer aplicar essa cobrança também a serviços de vídeo sob demanda, como Netflix, Amazon Prime Video e HBO GO, além dos brasileiros Looke, GloboPlay e muitos outros.
 De acordo com Sá Leitão, a forma como esse imposto será cobrado deve ser definida na próxima reunião do Conselho Superior de Cinema da Ancine, que acontece em 11 de abril. "A demora em chegar a um consenso é prejudicial para a economia", disse.
 A ideia original era cobrar o Condecine da Netflix e semelhantes do mesmo modo que o imposto já é cobrado de canais de TV paga: com base no catálogo de vídeos disponível. Desse modo, o governo esperava arrecadar R$ 300 milhões até 2022.
 Após discussões que se estenderam por todo o ano de 2017, incluindo a ideia de modernizar o Condecine e excluir a cota de produções nacionais, o Ministério da Cultura agora trabalha com duas possibilidades: taxar a faturamento anual da empresa ou sua base de usuários.
 No primeiro modelo, não tem segredo: o governo cobraria uma porcentagem ainda não definida de tudo o que a empresa faturar no Brasil em um ano fiscal. O problema é que, segundo o ministro da Cultura, é difícil "mensurar essa receita, uma vez que as empresas são fechadas".
 A outra possibilidade, portanto, seria a de estipular uma cobrança semelhante ao ISS municipal que seja calculada com base no número de assinantes ou de vendas das empresas. O problema é que não há consenso entre os lados desse debate.
 Mauro Garcia, presidente da Bavi (associação das produtoras independentes de TV), disse à Folha que a sua categoria defende que as empresas de streaming paguem imposto com base na receita anual, "a forma adotada na Europa".
 Já uma reportagem de setembro do ano passado diz que a Globo é contra isso, e prefere a cobrança por catálogo. De um outro lado está a Imovision, empresa que tem uma uma plataforma com mais de 1.000 filmes de arte, europeus em sua maioria, e que é contra esse tipo de cobrança, motivo pelo qual adiou sua estreia no Brasil.
 Mas como argumenta a Bavi e o Ministério da Cultura, a cobrança por título pode impor barreiras à entrada e manutenção de empresas estrangeiras de streaming no país, e favorecer somente as nacionais. É por isso que a discussão ainda não chegou ao fim.
 "Se não conseguirmos definir isso na próxima reunião do Conselho Superior de Cinema [em 11 de abril], daremos um prazo para esse processo até junho", concluiu Sá Leitão. As empresas de streaming não comentam o assunto.
 Só o que elas costumam dizer é que os impostos não são repassados para os assinantes. No entanto, o preço da Netflix aumentou em junho do ano passado, após a definição da cobrança do ISS em municípios do Brasil.
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Gustavo Abreu

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