Batata frita do McDonalds não é feita de batata! Será?!
28/07/2017 | 14h28
O McDonald’s divulgou uma série de vídeos mostrando como são feitas as batatas fritas vendidas pela rede. O principal ingrediente é mesmo a batata, ainda que muita gente duvide que a empresa use algum componente natural nas receitas. Além disso, há outros 18 ingredientes, sendo um deles o açúcar.
A receita das McFritas também é composta por dois aditivos derivados de petróleo. Um deles é o dimetil polissiloxano, um silicone não tóxico que evita a formação de espuma durante a fritura. A substância também é usada em outros óleos, lentes de contato, shampoos e até mesmo em massinhas de modelar.
O outro, o TBHQ (butil hidroquinona), é um antioxidante utilizado como conservante. Nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) afirma que a quantidade de TBHQ não pode ultrapassar 0,02% do total de óleo ou gordura do alimento. O mesmo limite é fixado no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em outros países, como Japão e Cananá, a substância é proibida, pois pesquisas relacionam o consumo do antioxidante e casos de câncer.
Alguns itens, como óleo de soja, são usados em mais de uma fase do processo de fabricação das batatas fritas do McDonald’s e, por isso, são contados como dois ingredientes diferentes pela rede de fast food.
Nas fábricas do McDonald’s, primeiramente, as batatas são descascadas e fatiadas por máquinas, que cortam todas do mesmo tamanho. As batatas são “branqueadas” e passam por um banho de molhos e são pré-fritas, com óleos de canola, de soja e de soja hidrogenado. Depois, são temperadas e recebem um jato de açúcar para garantir que fiquem crocantes. As batatas são congeladas com conservantes e levadas para as lojas, onde são fritas mais uma vez.
O sabor da guloseima é garantido pelo saborizante natural de carne, trigo hidrolisado, leite hidrolisado e sal. Os conservantes usados são o ácido cítrico, retirado de frutas; dimetil polissiloxano, usado para que o óleo da fritura não faça espuma; dextrose, um açúcar natural garante a cor dourada; e o pirosfato ácido de sódio, que é antioxidante.
Nas lojas, as batatas são fritas em uma mistura de óleo de canola, óleo de milho, óleo de soja, óleo de soja hidrogenado, TBHQ (butil hidroquinona), ácido cítrico e dimetil polissiloxano.
O vídeo faz parte do programa “Our Food. Your Questions” (”Nossa comida. Suas perguntas”), em que a rede de lanchonetes esclarece os mitos sobre seus produtos. O vídeo é estrelado por Grant Imahara, apresentador do seriado Mythbusters, que realiza testes e derruba mitos.
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Saiba como vai funcionar a carteira de motorista digital
26/07/2017 | 17h49
Documento entra em vigor a partir de fevereiro de 2018
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou na terça-feira (25) a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). Com a medida, os motoristas terão, além do documento físico, o arquivo virtual da CNH, acessado por meio de um aplicativo para smartphones. A novidade entra em vigor a partir de fevereiro de 2018.
A CNH eletrônica poderá ser apresentada no lugar da carteira física e vai ser identificada pela leitura do QRCode (código de barras bidimensional que pode ser escaneado) ou certificado digital. A nova carteira terá a mesma validade do documento impresso, que continuará a ser emitido normalmente.
Para adquirir a CNH Eletrônica, o motorista deverá se cadastrar no site do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) com um certificado digital. O acesso ao documento dependerá da digitação de uma senha. O sistema, que está em fase de testes, ainda permitirá o bloqueio do aplicativo caso o celular seja extraviado.
Como vai funcionar:
- Cadastro: o usuário realiza o cadastro no Portal de Serviços do Denatran e requer o uso de certificado digital, para isso, o acesso deve ser efetuado por um equipamento que permita o uso desse certificado.
- Ativação do cadastro: será enviado um link para o e-mail informado. Em seguida deverá realizar o login pelo aparelho que deseja ter sua CNH digital.
- Segurança: no primeiro acesso, será preciso criar um PIN para armazenar seus documentos com segurança. Insira o PIN criado para poder visualizar seus documentos.
- Exportar: a CNH eletrônica, conferido autenticidade aos dados do documento através da assinatura digital do Denatran. Essa autenticidade pode ser verificada no Assinador Digital.
- Bloqueio: caso necessite bloquear o aparelho para impedir o uso de sua conta e acesso aos seus documentos, deve acessar o Portal de serviços do Denatran com o certificado digital e solicitar o bloqueio.
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Saiba como ter duas contas do WhatsApp em um mesmo celular
26/07/2017 | 10h06
Você que possui um celular com dois chips, provavelmente já deve ter se perguntado se é possível utilizar duas contas no WhatsApp em um mesmo aparelho. O WhatsApp não permite que duas contas sejam ativas simultanemente. Contudo, existe um aplicativo que, quando instalado no celular, permite que dois números de telefone sejam utilizados no serviço, criando assim duas contas no aplicativo de conversação.
Se você gostou da ideia, siga o passo a passo que preparamos e aprenda a configurar seu aparelho Android de dois chips para ativar as duas contas no WhatsApp.
Passo 1: primeiramente, faça o backup das suas conversas no WhatsApp para que elas não sejam perdidas. No menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações". Encontre o ícone do WhatsApp e clique nele. Em seguida, selecione a opção "Limpar dados".
Passo 2: no menu "Aplicativos", selecione a pasta "Meus arquivos". Em seguida, clique em "Todos os arquivos" e procure a pasta "WhatsApp". Pressione até que a opção "Renomear" apareça. Clique nela e altere o nome da pasta para "OGWhatsApp".
Passo 3: desinstale o WhatsApp atual. Lembre-se que as conversas já foram salvas. Para isto, volte ao menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações" e selecione o ícone do WhatsApp. Clique nele e depois selecione a opção "Desinstalar".
Passo 4: Instale no seu celular o aplicativo OGWhatsApp. Ele pode ser baixado a partir deste link. Quando a instalação for concluída, vá até a Google Play e instale novamente o WhatsApp. Para finalizar, abra o OGWhatsApp e se cadastre nele com o número de telefone que era utilizado anteriormente no WhatsApp. Em seguida, cadastre o outro número de telefone no WhatsApp original.
Pronto! Agora você tem duas contas do WhatsApp em um mesmo dispositivo.
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Saiba como ter duas contas do WhatsApp em um mesmo celular
25/07/2017 | 15h52
Você que possui um celular com dois chips, provavelmente já deve ter se perguntado se é possível utilizar duas contas no WhatsApp em um mesmo aparelho. O WhatsApp não permite que duas contas sejam ativas simultanemente. Contudo, existe um aplicativo que, quando instalado no celular, permite que dois números de telefone sejam utilizados no serviço, criando assim duas contas no aplicativo de conversação.
 Se você gostou da ideia, siga o passo a passo que preparamos e aprenda a configurar seu aparelho Android de dois chips para ativar as duas contas no WhatsApp.
  
Passo 1: primeiramente, faça o backup das suas conversas no WhatsApp para que elas não sejam perdidas. No menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações". Encontre o ícone do WhatsApp e clique nele. Em seguida, selecione a opção "Limpar dados".
Passo 2: no menu "Aplicativos", selecione a pasta "Meus arquivos". Em seguida, clique em "Todos os arquivos" e procure a pasta "WhatsApp". Pressione até que a opção "Renomear" apareça. Clique nela e altere o nome da pasta para "OGWhatsApp".
Passo 3: desinstale o WhatsApp atual. Lembre-se que as conversas já foram salvas. Para isto, volte ao menu "Configurações", procure a opção "Gerenciador de aplicações" e selecione o ícone do WhatsApp. Clique nele e depois selecione a opção "Desinstalar".
Passo 4: Instale no seu celular o aplicativo OGWhatsApp. Ele pode ser baixado a partir deste link. Quando a instalação for concluída, vá até a Google Play e instale novamente o WhatsApp. Para finalizar, abra o OGWhatsApp e se cadastre nele com o número de telefone que era utilizado anteriormente no WhatsApp. Em seguida, cadastre o outro número de telefone no WhatsApp original.
Pronto! Agora você tem duas contas do WhatsApp em um mesmo dispositivo.
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Facebook vai cobrar por leitura de conteúdo noticioso
20/07/2017 | 12h40
A rede social Facebook vai lançar, em outubro, um novo recurso que exigirá que os usuários paguem para ler notícias e reportagens por meio da rede social. Campbell Brown, diretora de parcerias com veículos de mídia, anunciou a previsão de lançamento durante o evento Digital Publishing Innovation Summit, realizado ontem, em Nova York. A informação foi divulgada pelo site norte-americano ‘The Street’ e confirmada ao ‘Estado’ pelo Facebook.
De acordo com fontes próximas à rede social, o Facebook está conversando com veículos de imprensa em todo o mundo para definir o modelo que deverá ser adotado. A empresa, entretanto, ainda não definiu se vai utilizar o “paywall”, como fazem hoje grandes veículos de imprensa. Nesse caso, quando o leitor acessa uma quantidade determinada de notícias por mês, ele tem de pagar uma assinatura para ler mais. Há também a possibilidade de que a ferramenta exija o pagamento de assinatura para alguns conteúdos.
“Estamos em conversas iniciais com diversas organizações de mídia sobre como podemos dar melhor suporte aos modelos de negócio por assinatura no Facebook. Como parte do Projeto Facebook para Jornalismo, estamos trabalhando em estreita colaboração com nossos parceiros para entender suas necessidades”, disse Campbell, em nota enviada à imprensa.
Notícias falsas. O sistema de assinaturas do Facebook pode ser o primeiro grande passo da rede social para ajudar veículos de imprensa a continuarem rentáveis na era digital. A empresa toma a medida depois de sofrer críticas por permitir a disseminação de notícias falsas no site e ter de assumir sua responsabilidade como empresa de mídia – embora não produza os conteúdos que são compartilhados. A discussão sobre proliferação de notícias falsas no Facebook ganhou força após a eleição do presidente americano, Donald Trump, que se beneficiou do conteúdo dessas notícias durante a corrida pela Casa Branca.
O projeto de cobrança por notícias é também a primeira grande iniciativa liderada por Campbell, que deixou a emissora de TV norte-americana CNN para se juntar à rede social no início deste ano.
As informações de que o Facebook estaria desenvolvendo um modelo de assinaturas começaram a surgir em junho, quando o presidente executivo da News Corp – que publica os jornais The Wall Street Journal e The Times –, Robert Thomson, afirmou à agência de notícias Bloomberg que estava em conversas com o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, para encontrar uma forma para permitir que o valor do conteúdo jornalístico fosse reconhecido dentro da rede social.
Segundo o executivo da News Corp, o modelo de assinaturas do Facebook poderá funcionar com base em temas específicos, como esportes ou política. Isso permitiria que o usuário pague somente pelos assuntos que tem maior interesse, em vez de pagar pela publicação completa. Essas informações, porém, não foram confirmadas pelo Facebook.
“Estamos em conversas com organizações de mídia sobre como podemos dar melhor suporte aos modelos de negócio por assinatura no Facebook.” Campbell Brown DIRETORA DE PARCERIAS COM VEÍCULOS DE MÍDIA
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Apple tem 30 dias para tirar propaganda enganosa do ar, determina Justiça
17/07/2017 | 14h39
A Justiça de São Paulo acaba de fazer uma condenação que promete uma tonelada de dores de cabeça para a Apple. Em até 30 dias, a empresa deve interromper toda e qualquer publicidade da companhia que informe erroneamente o espaço de armazenamento disponível em seus produtos.
Foi emitida nesta última terça-feira (11) pelo juiz Felipe Poyares Miranda, da 16ª Vara Cível de SP. A ação teria sido movida pelo Proteste, que argumentou que os aparelhos lançados pela Apple não eram claros em revelar o espaço realmente utilizável – afinal, parte do armazenamento dos iPhones e iPads é usada pelo próprio sistema operacional.
Com isso, a companhia teria que avisar que um modelo de 16 GB, por exemplo, teria apenas 13 GB utilizáveis; já com relação à versão de 32 GB, a empresa teria que indicar que apenas 29 GB são aproveitáveis e assim por diante. Caso não faça as devidas mudanças, a Apple deve receber multas diárias de R$ 100 mil.
Apenas o começo da briga?
Vale dizer que a Apple pode recorrer da decisão, é claro. E em sua defesa, a empresa usa o argumento que muitos de nossos leitores já esperam: não há como prever quanto espaço será realmente usado pelo sistema operacional, visto que atualizações e outras mudanças afetam esse valor constantemente. Além disso, ela ressalta que todas essas informações são explicadas em detalhes em seu site.
Seja como for, essa briga cria um precedente bastante perigoso para a companhia. Afinal, considerando que essa é a maneira padrão como as empresas utilizam sua publicidade para eletrônicos exatamente pelos motivos que falamos antes, não seria surpresa ver brigas como essas surgindo com praticamente todas as outras organizações do ramo.
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Redes sociais entram em disputa milionária por vídeos da Copa-2018
07/07/2017 | 11h41
O Facebook, o Twitter e o Snap iniciaram uma disputa milionária para obter o direito de disponibilizar on-line vídeos de destaque da Copa do Mundo de 2018, de acordo com a agência Bloomberg.
As companhias ofereceram à 21st Century Fox Inc (dona dos direitos de transmissão no mercado dos EUA) dezenas de milhões de dólares para poderem oferecer vídeos com os melhores momentos de jogos do torneio de futebol que será sediado na Rússia.
As redes sociais estão reforçando o foco em acordos para transmissão ao vivo de eventos esportivos, já que a audiência jovem prefere cada vez mais a internet para assistir a esportes, abandonando os tradicionais serviços a cabo —a ESPN, principal canal de esportes dos Estados Unidos, perdeu milhões de assinantes nos últimos trimestres, por exemplo.
A Fox manterá seus direitos para usar os destaques da Copa do Mundo do ano que vem em todos os seus programas, informou a Bloomberg, citando pessoas familiarizadas com as negociações.
Segundo a agência, o interesse crescente das redes sociais em vídeos, incluindo de esportes, dá à Fox uma potencial nova fonte de receita para os jogos, além de uma ferramenta para promover sua cobertura.
Para as redes sociais, a Copa do Mundo é um modo de atrais anunciantes de peso. A final do Mundial do Brasil de 2014, entre Alemanha e Argentina, foi o jogo de futebol mais visto da história da TV americana, com 25 milhões de telespectadores.
Com o fuso horário entre EUA e Rússia, a maioria dos jogos vai passar pela manhã na TV americana (ou até de madrugada para quem vive na Costa Oeste, como Los Angeles). Ou seja, a demanda on-line pelos vídeos com os melhores momentos das partidas deve ser expressiva.
Nos últimos meses, as redes sociais têm aumentado as suas apostas em conteúdo esportivo. O Twitter passou vários jogos da NFL (liga dos EUA de futebol americano) na temporada passada, e a Amazon adquiriu os direitos para as partidas deste ano.
Para as TVs, no entanto, esse não é um negócio sem risco. Elas podem aumentar a procura de anunciantes e usuários para as redes sociais, cujas receitas com publicidade não para de crescer.
O Facebook, por exemplo, espera ter aumento de 39% nas suas receitas neste ano, para US$ 38,5 bilhões. No ano passado, ele já teve um faturamento superior ao da Fox.
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Usuários reclamam de contas deletadas no Instagram; entenda o mal-entendido
07/07/2017 | 10h32
Usuários do Instagram estão reclamando nas redes sociais que as próprias contas estão sendo excluídas. As principais reclamações se encontram no Facebook e no Twitter, com usuários comentando a impossibilidade de realizar login por causa da conta inexistente.
O Instagram, via assessoria de imprensa, comentou o seguinte: "Estamos cientes de que há um bug que afeta os usuários deslogando-os de suas contas. Estamos trabalhando para resolver essa questão o mais rápido possível. Nenhuma conta foi deletada".
Os relatos comentam que, ao tentar abrir o aplicativo do Instagram, o usuário é redirecionado para uma página que diz: "Desculpe, esta página não está disponível". Apesar disso, a maioria dos relatos indicam que o problema acontece com páginas de negócios, afetando poucos usuários 'comuns'.
Abaixo, você vê algumas imagens mostrando a tela de erro:
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Qual o melhor plano pré-pago para você? Compare as opções das operadoras
05/07/2017 | 14h13
As operadoras de telefonia móvel do Brasil oferecem diversos tipos de planos pré-pagos, e nem sempre é fácil saber qual é a melhor opção para você. Alguns valem a pena por oferecer mais pacotes de dados, mas outros planos também incluem acesso a serviços de música e vídeo que acabam compensando mais o valor pago.
Separamos os principais planos pré-pagos oferecidos pelas operadoras brasileiras abaixo. Confira o preço, o que acompanha cada um deles, e qual pode ser o melhor para as suas necessidades.
TIM
Os planos TIM Pré são bastante parecidos: todos oferecem acesso ilimitado ao WhatsApp e SMS para todas as operadoras, mas os minutos para chamadas variam dependendo de qual você estiver usando, além da oferta (ou não) do TIM Music by Deezer.
Não incluímos no nosso levantamento os planos TIM Beta, já que eles só estão disponíveis para clientes com convite.
150 MB de internet, 100 minutos de chamadas, WhatsApp à vontade, SMS para qualquer operadora. Preço: R$ 7 por semana;
1 GB de internet, ligações ilimitadas para TIM, WHatsApp à vontade, SMS para todas as operadoras, acesso ao TIM Music by Deezer. Preço: R$ 8,99 por semana;
1 GB de internet, 100 minutos de chamadas, WhatsApp à vontade, SMS para qualquer operadora, TIM Music by Deezer. Preço: R$ 9,99 por semana;
1,5 GB de internet, 400 minutos de chamadas, WhatsApp à vontade, SMS para todas as operadoras. Preço: R$ 34,99 por 30 dias.
Ainda é possível comprar o pacote adicional TIM Pré Facebook, que garante acesso ilimitado ao Facebook e 15 GB de dados para uso entre meia-noite e 8h por um período de 30 dias.
Claro
A Claro atualizou a oferta de planos pré-pagos recentemente, e, em resumo, existem dois: um com internet 4G e um sem pacote de dados. Existe a opção de comprar pacotes avulsos ou mensalmente.
Prezão Fala Mais: 100 minutos locais para outras operadoras; ligações ilimitadas para Claro, Claro Fone, Net Fone; acesso ao Claro Vídeo; SMS à vontade para Claro e 100 SMS para outras operadoras. Preço: R$ 9,99 por 14 dias;
Prezão Fala Mais Mensal: 200 minutos locais para outras operadoras; ligações ilimitadas para Claro, Claro Fone, Net Fone; acesso ao Claro Vídeo; SMS à vontade para Claro e 200 SMS para outras operadoras. Preço: R$ 19,99 por 30 dias;
Prezão Muito Mais: 1 GB de internet; WhatsApp à vontade; 100 minutos locais para outras operadoras; ligações ilimitadas para Claro, Claro Fone, Net Fone; acesso ao Claro Vídeo, SMS à vontade para Claro e 100 SMS para outras operadoras; Claro Música sem descontar da franquia. Preço: R$ 9,99 por semana;
Prezão Muito Mais Mensal: 2 GB de internet; WhatsApp à vontade; 100 minutos locais para outras operadoras; ligações ilimitadas para Claro, Claro Fone, Net Fone; acesso ao Claro Vídeo, SMS à vontade para Claro e 100 SMS para outras operadoras; Claro Música sem descontar da franquia. Preço: R$ 39,99 por 30 dias.
Vivo
A Vivo tem apenas dois planos e tenta se destacar com ofertas extras - no caso, acesso à plataforma GoRead, de revistas digitais do Grupo Abril, e também a jogos de basquete da NBA.
800 MB de internet, ligações ilimitadas para celulares Vivo, acesso ao GoRead. Preço: R$ 9,99 por semana;
1,5 GB de internet, ligações ilimitadas para celulares Vivo, acesso aos serviços GoRead e transmissão da NBA com narração em português (um jogo por semana). Preço: 14,99 por semana.
Oi
A Oi oferece dois planos com a possibilidade de escolher por quanto tempo eles serão contratados - 10, 20 ou 30 dias.
Plano Oi Livre
500 MB de internet, 300 SMS e 150 minutos para falar com qualquer operadora ou 3.000 minutos para falar com celular e fixo Oi. Preço: R$ 10 por 10 dias;
1 GB de internet, 600 SMS e 300 minutos para qualquer operadora ou 6.000 minutos para celular e fixo Oi. Preço: R$ 20 por 20 dias;
1,5 GB de internet, 900 SMS, 450 minutos para qualquer operadora ou 9.000 minutos para celular e fixo Oi. Preço: R$ 30 por 30 dias.
Oi Livre para Navegar mais
2,4 GB de internet, 600 SMS e 300 minutos para qualquer operadora. Preço: R$ 30 por 20 dias;
3,6 GB de internet, 900 SMS e 450 minutos para qualquer operadora. Preço: R$ 45 por 30 dias.
Correios
 Com apenas um plano, os Correios começaram a oferecer serviço de telefonia no começo do ano. Quem estiver interessado pode comprar um chip nas agências dos Correios.
 1 GB de internet, WhatsApp grátis (incluindo chamadas de voz), 100 minutos de chamadas ou SMS (combinação de 100 minutos de chamadas ou SMS), o que não for usado é acumulado para o mês seguinte. Preço: R$ 30 por mês.
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Triste: homem compra celular e recebe no lugar um pedaço de azulejo
04/07/2017 | 10h45
Imagine a sua frustração após juntar moedas para comprar um aparelho de telefone celular e, no lugar, receber um pedaço de cerâmica. Pois foi isso que aconteceu com o almoxarife Francisco Souza Lira, vítima de um golpe na cidade de Goiânia, Goiás. Segundo Lira, ele reuniu a quantia suficiente para comprar um smartphone para o seu filho quando foi abordado por um vendedor ambulante oferecendo um aparelho, ainda na caixa.
“Eu disse que o dinheiro que eu tinha não dava, mas, se ele quisesse, podia ficar com o meu celular mais o dinheiro”, contou o almoxarife goiano em entrevista à TV Anhanguera, de Goiás. “Na hora de me passar o celular, ele falou ‘Tem um rapaz te olhando’, e, quando eu olhei para trás, realmente tinha um rapaz me olhando, eu levei um susto”, continuou Lira.
Com medo de ser roubado, o comprador saiu na pressa e deixou a caixa do aparelho para trás, levando apenas uma pequena bolsa porta-celular. Ao chegar em casa e abrir a bolsa, porém, ele se deparou com a triste realidade: em vez de um smartphone, havia apenas um pedaço de cerâmica e uma capa de celular.
Ao se dar conta de que havia sido vítima de um golpe, Francisco Lira retornou ao lugar onde adquiriu o aparelho a fim de reencontrar o vendedor, mas não obteve sucesso. Depois disso, o almoxarife foi até à Polícia Civil a fim de registrar um boletim de ocorrência, mas disse já não ter esperança de recuperar o dinheiro, o seu telefone celular ou o smartphone que comprou para o seu filho.
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Sobre o autor

Gustavo Abreu

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