Edição de fotografias com comando de voz
13/01/2017 | 11h23
No final do ano passado eu postei aqui dentro de uma série de postagens sobre tecnologias, falando sobre Inteligencia Artificial (AI) , falei sobre os assistentes de voz como a Siri da Apple, Google Now, Cortana do Windows 10 enfim temos outros tb, mas a questão agora é que a Adobe está estudando criar um assistente de voz para editar fotografias, vejam um vídeo que eles fizeram para demostrar onde em brave chegaremos. https://www.youtube.com/watch?v=e6TccXFBY5g
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"A fotografia não é arte, é artesanato"
12/01/2017 | 08h58
1-new-york--1955-jpg 3-paris--1955-jpg 4-new-york--1962-jpg 5-gre-ce--1960 7-la-petite-egyptienne--1983-jpg 8-paris-1953-jpg 9-sabine-et-hugh-weiss--zurich--1951-jpg 10-sabine-weiss-chez-vogue--paris--1955-jpg 15-rouen-1963studio-fllebe--jpg 17-marchande-de-frites--paris--1952-jpg 18-petit-mendiant-a--tole-de--espagne--1954-jpg 19-rome--1957-jpg 20-terrain-vague--porte-de-saint-cloud--paris--1950-jpg Sabine Weiss sempre gostou de ação e menos a teoria. Ela viveu a fotografia como uma profissão prática. Hoje, ela não caça mais as imagens e aceita opinar sobre uma profissão transformada pela tecnologia. Ela utilizou a luz para transmitir emoções através da fotografia, em vez de ficar em cena. É o trabalho que importa para Sabine Weiss. Expor tem pouca importância. Aos 92 anos, a última representante da escola humanista aceitou pela primeira vez ser tema de uma retrospectiva que faz escala na Suíça, seu país de origem. Artista, feminista, fotógrafa humanista, Sabine Weiss não gosta de etiquetas: “Não gosto que me qualifiquem, porque faço muitas coisas”. Uma boa foto? “Ela deve ser simples e lhe tocar”. É assim que Sabine Weiss sempre viveu. Uma vida fora do comum na simplicidade. Graças a sua sensibilidade, ela transformou cenas ordinárias em imagens intemporais. Com essa mesma sensibilidade, ela fotografou crianças na rua como os grandes de sua época, captando sempre a nobreza do instante. Aos 92 anos, chegou a hora de testemunhar. Situado na parte de trás de um prédio num bairro chique de Paris, o apartamento de Sabine Weiss, que também é seu ateliê há 46 anos, conta quase seis décadas de fotografia. “No começo, tinha improvisado um quarto escuro, mas eu só podia trabalhar à noite, se não entrava muita luz”, recorda. Sabine Weiss sempre gostou de ação e menos a teoria. Ela viveu a fotografia como uma profissão prática. Hoje, ela não caça mais as imagens e aceita opinar sobre uma profissão transformada pela tecnologia. “Não sou uma artista” Entre os numerosos objetos, quadros e máscaras africanas que ornamentam as paredes da sua casa, não encontramos fotos assinadas de Sabine Weiss. “Mesmo esse retrato dos meus netos não foi feito por mim. Ele é de um fotógrafo que encontramos na praia”, diz, apontando à uma foto em preto e branco de uma menina e um menino. São dois dos três filhos da filha, Marion. Ela está justamente de passagem na mãe e propõe ajudá-la a se maquiar para as fotos. “Eu ainda consigo me maquiar sozinha”, responde Sabine Weiss. Apesar da idade e uma operação de joelho já marcada, ela gosta de gerir sua vida, o que faz com dinamismo e a ajuda de uma assistente. «Eu era muito independente, mas não uma rebelde. Meu pai sempre me deixou fazer o que queria. Não tive que lutar pela minha liberdade. Eu já a tinha”…» Sabine Weiss A fotógrafa gosta de ficar fora de cena. Não gosta de exposições, de outros fotógrafos e nem dela mesma. “Tive belas exposições nos Estados Unidos, mas eu não ia ver”. A artista não é ela, mas seu marido, o pintor americano Hug Weiss, morto em 2007. “É ele que devia expor”. Ela é “artesã fotógrafa, que não viveu a fotografia como arte e sim como um artesanato com suas dificuldades técnicas, hoje simplificadas pelo digital. Aliás, Sabine Weiss esperou seu 92° aniversário para aceitar uma exposição retrospectiva de sua obra que está no Museu Bellpark em Kriens (cantão de Lucerna). Uma mulher num mundo de homens Sabine Weiss nasceu em 1924 em Saint-Gingolph (cantão do Valais), vilarejo na fronteira entre a Suíça e a França, e cresceu no cantão de Genebra. O pai era engenheiro químico. “Assim conhecia os produtos. O lado de laboratório da fotografia me interessava”, lembra-se. Aos 16 anos saiu de casa para cuidar de crianças antes de começar a formação profissional em um estúdio reputado de fotografia de Genebra. Apoiada pelo pai, Sabine Weiss pode escolher a fotografia uma época em que as mulheres tinham raramente o controle de seus destinos. “Eu era muito independente, mas não uma rebelde. Meu pai sempre me deixou fazer o que queria. Não tive que lutar pela minha liberdade. Eu já a tinha”. Sem lutar, sem combate feminista, um percurso que parece natural: Sabine Weiss inclusive aproveitou de sua feminidade. “Nunca me incomodou ser uma mulher. Nos escritórios só havia homens, então eles ficavam contentes de ver uma mulher”, afirma, sorrindo. Só que ela não se deixava dominar. Quando tinha aquele monte de fotógrafos num evento importante e diziam: “Com licença senhora, deixe os fotógrafos trabalharem!” Sabine Weiss sabia se defender. “Eu não me intimidava, mas também não batalhava. Era normal.” Partir para fugir de um amor impossível “Rigor e simplicidade” eram valores calvinistas que Sabine Weiss manteve de sua juventude em Genebra, um fio condutor como mulher. Foi justamente a complexidade que a fez sair de Genebra, onde ela já tinha seu próprio ateliê. “Aos 18 anos, tive problemas de amor insolúveis. A única solução era partir”, relembra. Em 1946, a Paris do pós-guerra a acolhe de braços abertos. “As pessoas estavam felizes. Os comércios reabriam e os pequenos botecos eram deliciosos. Ninguém tinha dinheiro, mas comíamos fora. Ninguém ligava muito para as coisas.” Ao chegar foi contratada como assistente de Willy Maywald. Ao mesmo tempo, ia nos mercados e fotografa as vitrines das lojas. “Por vezes fazíamos troca. Eu oferecia uma foto ao açougueiro que me dava um bife”, conta. Houve ainda uma série de encontros felizes, entre eles com o célebre fotógrafo francês Robert Doisneau, imediatamente conquistado pelo trabalho dela. Graças ao seu apoio, ela conseguiu um contrato de colaboração com a revista Vogue, depois entrou na agência Rapho. É assim que Sabine Weiss tornou-se uma das representantes da corrente da fotografia humanista francesa, etiqueta que ela mesmo aceita, mesmo se considera essa qualificação como redutora. “Ele para toda minha vida” Na cidade do amor, a fotógrafa se reconciliou também com os sentimentos. “Eu vi um homem e pensei: é ele para toda a vida!”. E, 1950, ela se casou com Hug Weiss, mais por razões práticas do que pelo sacramento. “Eu devia fazer uma reportagem no Egito e ele me disse: “Vamos nos casar para que eu possa te ajudar, caso você tenha problemas”. Para a cerimônia, ela trajou um pequeno vestido preto. “Quando contei isso à minha neta, ela ficou chocada. Para mim o casamento não era importante. Nós tivemos simplesmente um grande amor: 58 anos de felicidade.” No Egito teve realmente problemas. “Fui expulsa por espionagem”, conta maliciosamente Sabine Weiss. Das viagens aos quatro cantos do mundo, ela trouxe um monte de anedotas. Poucos temas escaparam à objetiva da fotógrafa: publicidade, moda, personalidades ou gente nas ruas. “Fotografei até defuntos em necrotério. Na época, essa era a única foto que havia para se lembrar de alguém. Às vezes era engraçado ou muito triste.” Hoje ainda guarda as máquinas fotográficas. “Não posso mais segurá-las com os dois braços, porque tenho um ombro quebrado. Com um braço só mexo muito.” https://www.youtube.com/watch?v=DqZkvAwO4tc Material encontrado no site http://www.swissinfo.ch/por
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Reflexão sobre o documental
10/01/2017 | 06h49
A fotografia documental é algo fantástico tanto na estética quanto na narrativa, porém essa abordagem incrível só acontecerá para os olhos dos fotógrafos que tem uma essência documental, aqueles que conseguem sair do que posso chamar de  "caverna de Platão fotográfica", digo aqueles que conseguem diante do formal aparentemente sem graça, corriqueiro e obvio, ver algo muito maior, ver sem ter que arrumar para ver, ele antes de clickar terá obrigatoriamente ver através da pele , ver pelo som, ver pelo ofato , ver pelo paladar, ver onde não se ver, e depoiss de tanto ver, ver pela câmera, mas digo que tudo isso acontece numa velocidade assim: "tudo ao mesmo tempo agora", estranho isso né ? Pois bem, se isso lhe soa estranho, podemos arriscar em um primeiro diagnóstico que é "vc não é fotógrafo documental" e se vc tem dificuldades de ver muito antes de ver, vai ter que ralar muito para produzir fotografia documental, essa abordagem de fotografia de pessoas que anda revelando muitos fotógrafos bons pelo mundo afora, independente se é com uma câmera DSLR ou smartphone,  a fotografia documental pode ser um oportunidade para muitos, mas me enche o peito de alegria quando afirmo que a fotografia documental não é um terreno fértil para os fotógrafos oportunistas, digo aqueles que se portam como macacos de imitação, aqueles que não trabalham sua essência de percepção para que levem aos seus clientes algo dele, exclusivamente dele, mas que ao invés disso trabalham a cópia caricata, colocando a disposição dos possíveis clientes (que serão raros) o seu pior, que é a habilidade de somente copiar, ele entregará um fotografia que envelhecerá rápido, como foram aquelas fotografias "Glamour" que eram uma espécie de linha de montagem Fordista, que de tanto que foram exaustivamente copiadas se tornaram algo que hoje tem uma estética duvidosa e que não sei "porque" caso não vejo mais a exibição orgulhosa delas nas timelines da vida. Sendo documental ou não a fotografia comercial do nosso tempo será para poucos, será para aqueles que conseguem fazer o que seu cliente não consegue fazer, pq se é para copiar algo, seus clientes e familiares tb conseguirão fazer com os smartphones, copiar já  não é uma habilidade somente do fotógrafo sem criatividade, em um cenário onde temos smartphone e internet copiar padrões fotográficos agora é para todos, então porque o cliente deveria pagar por algo que ele, o filho, o amigo, também conseguem reproduzir ? Como falei um pouco sobre fotografia documental, segue um fotógrafo ícone e representante dessa atividade fotográfica que é o  Henri Cartier-Bresson, a fotografia abaixo é o que ele chamou de "momento decisivo" e que tanto falamo pelos 4 cantos do mundo como se fosse uma Meca da percepção fotográfica,  um click feito 1945 e que nos mostra uma informante da Gestapo apresentando orgulhosamente a suspeita de cabeça curva ao fiscal que se mostra frio e imparcial, sem contar o homem de uniforme listrado que nos contextualiza o momento, o disparo da foto não poderia ter sido em qualquer outro momento, a não ser este, lógico que falo o momento que desenha a intenção narrativa da foto, uma fotografia que nos mostra perfeitamente uma abordagem documental. http://www.henricartierbresson.org/en/ bre Postado por www.diomarcelopessanha.com
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A propaganda não pode ser chata!!!
09/01/2017 | 03h49
A propaganda não pode ser chata, caso contrário erá perda de tempo, dinheiro e da minha paciência, rrrr!!! Não suporto propaganda desprovida de inovação, conceito, contexto, se vc chegou até aqui e pretende investir em propaganda , procure algo bacana, não procure no automático, pq eles tb irão criar algo pra vc no automático!!!! Sabe quando a coisa funciona, pois é não me caso de ver!!!! https://www.youtube.com/watch?v=nvUi4heUptk
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Pendrive de 2Tb
06/01/2017 | 07h01
A Kingston lançou na CES 2017 que tá rolando em Las Vegas, o pendrive de maior capacidade já produzido até hoje , pasmem, rrsr, ele tem de 2Tb, iso mesmo 2Tb , e pra quem vai passear em fevereiro lá "pelas bandas" do tio Trump, já pode dar uma espiadinha na novidade!! 2teras http://www.kingston.com/
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"Nós estamos livres para fazer hoje o passado de amanhã"
05/01/2017 | 01h35
"O importante para nós em todos os sentidos é a liberdade, tem que haver a fantasia , tem que haver a solução diferente... Se as vezes ficar precoupado só com a função, fica uma merda" Oscar Niemeyer Documentário - A vida é um sopro https://www.youtube.com/watch?v=CASrRa7B6-c
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Ouro na cozinha
04/01/2017 | 09h04
O açafrão conhecido tb como o ouro na cozinha, sendo o espanhol e o italiano os melhores e mais valiosos do mundo!!! 1kg de açafrão espanhol chega a cotação de mais ou menos de 70.000 reais 1kg de ouro 120.000 reais https://www.youtube.com/watch?v=I-6xxAdx6-8
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Agora é assim...
04/01/2017 | 01h13
http://www.diomarcelopessanha.com/

EXIF     ISO 12  - f/128 - 1/8000 s

preto
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Ser Natural é ...
02/01/2017 | 08h44
ow2017
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Bresson O Olhar do Século
02/01/2017 | 08h08
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Albert Camus, equilibrando um cigarro em meio a um sorriso cúmplice; Jean-Paul Sartre, na Pont des Arts, com seu olhar inconfundível; os funerais de Churchill e Gandhi; os retratos de Coco Chanel, William Faulkner e Samuel Beckett; a Guerra Civil Espanhola; a libertação de Paris; a Alemanha em ruínas. Ao lembrar das imagens que marcaram o século XX, evoca-se aquele que foi o responsável pelo olhar de um dos períodos mais turbulentos da história: Henri Cartier-Bresson (1908-2004). HCB, como é conhecido no meio, ensinou o mundo a ver e, juntamente com Robert Capa, contribuiu para alçar a posição do fotógrafo a outro patamar, não como mero ilustrador, mas como autor, que transmite sua visão e assina as próprias imagens. Foi também ao lado de Capa e de outros três fotógrafos visionários que fundou,em 1947, a agência de fotojornalismo mais prestigiosa do mundo, a Magnum. Pela primeira vez na história, os fotógrafos tornavam-se proprietários de seus negativos - uma utopia para a época. O jornalista Pierre Assouline, biógrafo de personalidades como o escritor belga Georges Simenon e do editor francês Gaston Gallimard, traça aqui o perfil do grande artista, construído após cinco anos de constantes conversas, durante os quais fundiu-se no papel de entrevistador e amigo. Ao revelar a parceria entre Cartier-Bresson e sua inseparável Leica, mostra que o olhar do fotógrafo não tinha limites e que as imagens por ele captadas refletem o caráter universal da natureza humana.

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Sobre o autor

Diomarcelo Pessanha

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