1 minutinho só
30/04/2015 | 15h00
O festival do Minuto reúne aqui no Brasil, como acontece em diversos países, uma galera de profissionais, estudantes e e pessoas que tem interesse na produção audiovisual,  todo festival acontece em cima de uma temática, para que os participantes possam usar a criatividade e síntese, que são os ingredientes principais para a produção dos vídeos, que devem ter no máximo 1 minuto https://www.festivaldominuto.com.br [youtube]https://www.youtube.com/watch?v=vxOA3INGc0U[/youtube]
Comentar
Compartilhe
Um texto para uma reflexão
29/04/2015 | 07h10
"COMO AS ESCOLAS TRANSFORMAM CRIANÇAS EM ADULTOS MEDÍOCRES" O texto da postagem é bem grande, não leia se vc não é curioso, se vc não reflete o que acontece com nossas vidas nas salas de aulas, mas considere o título desse texto O mundo muda cada vez mais rapidamente. Para transpor os novos desafios, precisa-se, mais do que nunca, de pessoas que pensem criticamente e ajam proativamente. Pessoas capazes de olhar para os problemas e conceber soluções. Capazes de analisar, inovar, criar e reinventar. Contraditoriamente, não é esse tipo de pessoas que estamos formando. Logo nos primeiros anos de vida, inserimos as crianças em um sistema educacional que as converte em adultos consumidores, e não criadores de conhecimento. Adultos que deixam de explorar seus talentos para se enquadrar em padrões medianos. Adultos que tiveram sua criatividade tolhida e seu pensamento crítico inibido. Adultos que não buscam ideias e conhecimentos por conta própria. Eis algumas razões pelas quais o modelo educacional vigente é obsoleto e as sequelas deixadas em cada um que passa por ele. Ambiente escolar totalmente desfavorável As escolas são indústrias. Essa metáfora de Ken Robinson, um dos grandes especialistas em educação da atualidade, talvez seja a que melhor descreve o funcionamento da esmagadora maioria das escolas ao redor do mundo. Assim como em uma indústria, as escolas agrupam os seus alunos em lotes: as chamadas turmas. Em uma sala de aula, cada lote passa por uma rotina repetitiva, na qual profissionais especializados — os professores — desempenham seus papeis de maneira departamentalizada, ensinando conteúdos isoladamente, mesmo que na verdade todo o conhecimento esteja entrelaçado, e não segmentado em pacotes de disciplinas. Sirenes tocam indicando que é hora da aula atual ser interrompida para dar lugar à próxima. Quando os alunos já passaram por vários anos de repetições diárias desse ciclo, recebem o rótulo de “formados”, o que significa que o lote está pronto para ir para o mercado. Infelizmente, não para por aí. Além de fábricas, as escolas também possuem características de presídios. Elas cerceiam a liberdade dos alunos. Todos têm hora para entrar, hora para ir para o pátio e hora para sair. Há inspetores vigiando os estudantes e punições — advertências, suspensões, expulsões — para os que tiverem mau comportamento. Esse conjunto de medidas faz com que as escolas suprimam o desejo de aprender, ao invés de despertar a curiosidade e estimular a inteligência. Tomando emprestada a metáfora do fascinante educador Rubem Alves, pode-se concluir que as escolas, em sua maioria, são gaiolas, quando na verdade deveriam ser asas. Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do voo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-los para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o voo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado - Rubem Alves O modus operandi que norteia o funcionamento de praticamente todas as escolas é o mesmo há muitas décadas. As poucas mudanças que aconteceram não foram de caráter educacional, e sim cultural, como o surgimento das escolas mistas e o fim dos internatos. Fora isso, as escolas em que você estudou seguem os mesmos paradigmas das escolas em que seus avós estudaram. Salas de aula, lousas, cadernos e a velha relação dual: “o professor ensina e o aluno aprende”. Foco na memória, e não na habilidade de pensar Ao invés de ensinar os alunos a pensar, as escolas os obrigam a digerir grandes quantidades de informações. Em aulas puramente expositivas, transmite-se o o conteúdo, que, posteriormente, é cobrado em uma prova— a maneira que as escolas encontraram para mensurar o aprendizado. Isso é bastante curioso, porque as provas, em geral, exigem que os alunos apenas reproduzam o que lhes foi “ensinado”, e não que desenvolvam seu raciocínio, senso crítico e a habilidade de relacionar fatos para tirar conclusões. Basicamente, na escola, os alunos são treinados para memorizar informações e despejá-las em avaliações escritas. Inibição da criatividade As escolas instituem desde o começo que serão feitas perguntas, e que cada pergunta admite apenas uma resposta correta. Se o aluno não responde exatamente o que lhe foi ensinado, ele errou. E é bom que não erre muitas vezes. Caso contrário, ele não passará de ano. O aluno aprende que ele não tem liberdade para pensar fora da caixa. Conteúdos nem sempre relevantes O cenário em uma sala de aula é, quase sempre, o mesmo: alunos sentados durante várias horas anotando o que o professor ensina. Não importa se o assunto lhes interessa ou se terá utilidade no futuro. Na verdade, as escolas desperdiçam boa parte do tempo e da energia dos alunos com assuntos desnecessários, quando poderiam estar desenvolvendo habilidades relevantes para a vida pessoal e profissional. As escolas ensinam que a democracia surgiu na Grécia Antiga, mas não despertam nos alunos o pensamento crítico para avaliar o nosso cenário político e tomar melhores decisões. As escolas ensinam equações de segundo grau e logaritmos, mas não instruem sobre noções básicas de economia ou finanças pessoais. As escola ensinam o que são dígrafos e sujeitos desinenciais, mas não formam pessoas que saibam explorar os recursos da linguagem na hora de se comunicar com clareza. Padronização do ensino O ensino é o mesmo para todos. Um aluno que se interessa mais por uma determinada área não tem, dentro da maioria das escolas, a oportunidade de se aprofundar nela. Alunos com capacidades e interesses distintos são agrupados simplesmente por terem idades iguais, freando o desenvolvimento dos que têm mais facilidade e ignorando as necessidades especiais dos que possuem dificuldades. Além disso, as escolas conduzem o ensino sempre da mesma maneira, ignorando o fato de que cada aluno se adapta melhor a um tipo de aprendizado: visual, auditivo, cinestésico, entre outros. Ao passar por todas as falhas desse modelo educacional, as crianças não ficam ilesas de suas consequências: redução da capacidade criativa, desprezo pelo ato de estudar, pouca habilidade para pensar por si próprias, estresse e acúmulo de muitas informações dispensáveis. O mundo mudou, mas as escolas continuam presas a décadas atrás. Ao invés de doutrinar os alunos para se tornarem cidadãos obedientes e passivos, elas precisam estimulá-los a pensar de maneira inovadora e lidar com problemas reais — que são muito diferentes de um enunciado aguardando uma resposta decorada. Quando isso acontecer, chegaremos ao cerne da resolução de boa parte dos problemas contemporâneos. E, quiçá, de uma verdadeira revolução. “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo.” — Nelson Mandela Texto compartilhado do site https://medium.com/ 10842308_927251630630769_3398238596384427542_o
Comentar
Compartilhe
15 anos de Karine Faria
28/04/2015 | 18h04
      A noite do último  sábado foi dedicada a festa de 15 anos de Karine Faria, te desejo tudo de bom, foram momentos de muitas emoções, sua festa estava linda, parabéns!!! Parabéns meu irmão Marcos Venícius Barrozo Faria e Cláudia Sedano Barbosa Faria, a felicidade de vcs estava emocionante, grande bj em vcs!!! 10926188_10203996327290968_2212885525203636861_n1073711_929271697095429_7641724832490208793_o 1399446_929271260428806_4845521322675367471_o 10535781_929271530428779_5427891540974053147_o 10828135_929271203762145_7475831683898168387_o 10847530_929273750428557_6313323377809720424_o 11037021_929271320428800_3398827439606000547_o 11048706_929271593762106_450122514383491084_o 11060276_929271607095438_2354291955973134865_o 11062266_929271620428770_5702050521196005442_o 11089076_929292120426720_1927895251522970802_o 11140160_929271367095462_248396500967655723_o 11146315_929271407095458_7416971718517229184_o 11147086_929292107093388_8584704544436882654_o 11149772_929271317095467_6930159010150970638_o 11154632_929271047095494_6709099375370657133_o 11155036_929271563762109_6044747759027317437_o 11157394_929271500428782_5589420197099052735_o 11157439_929271513762114_9098274378575722489_o 11160629_929292037093395_5400974866178759900_o 11162052_929280230427909_640637803031593478_o 11164650_929271233762142_6365581009402057662_o 11169534_929271690428763_5238942087797470758_o 11169588_929271293762136_3859415038803446182_o 11169686_929271163762149_6555036340626203922_o 11174442_929271667095432_2618099372565978119_o 11174723_929271547095444_3693708925874228863_o 11182709_929271427095456_1382804072686076779_o 11187305_929292040426728_4945325259076230304_o 11187449_929292160426716_3485098728137460218_o 11187840_929271083762157_5100544032978484271_o
Comentar
Compartilhe
O crepúsculo de ontem
28/04/2015 | 17h54
Crepúsculo de Ontem - Estava saindo do IFF quando me deparei com esse contraste bacana!!!! 1504291_930045433684722_7903819811965838146_o
Comentar
Compartilhe
Sobre o autor

Diomarcelo Pessanha

[email protected]