Witzel e PSL se reaproximam
17/11/2019 | 09h48
Reprodução
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O Governador do Estado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), está com o caminho livre para uma reaproximação com o Partido Social Liberal (PSL). Após a saída da família Bolsonaro do partido -atual desafeto-, há uma vontade mútua de restabelecer ligações. 
 Para afinar as pontas, o alcaide se reunirá com a cúpula da sigla nesta semana, liderada por Luciano Bivar (PSL), presidente nacional do partido. O encontro ocorrerá no Palácio Guanabara e a discussão envolverá alianças para as próximas eleições, principalmente na cidade do Rio de Janeiro.
 Sacramentando um acordo, o PSL terá outra reviravolta. Há 2 meses, o partido anunciou a saída da base governista de Witzel na Alerj, entretanto, a maré está para mudar novamente. A sigla contém a maior bancada na Assembleia legislativa. 
Fonte: Estadão
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Servidores de trampolim?
03/10/2019 | 09h18
 Não foi surpresa para ninguém, o que se especulava nos bastidores, tornou-se realidade. Através de um texto, no grupo de Whatsapp, Elaine Leão, que é técnica em radiologia na Fundação Municipal de Saúde, oficializou sua pré-candidatura à vereadora. Logo, paira a dúvida: Elaine teria utilizado os servidores como trampolim para a candidatura?
 No texto publicado, a servidora diz: "devido a necessidade de se ter representante na câmara, eu me coloquei à disposição e sou pré-candidata". Realmente é interessante que na democracia a câmara seja representada por vários setores da sociedade, inclusive os servidores. Vale ressaltar o fato do vereador Fabinho Almeida (Cidadania) já ser um dos representantes, que pleiteia várias solicitações da classe. Além disso, também pode haver o interesse de outros membros do grupo em se candidatar, o que uma pré-candidatura antecipada pode criar mal estar.
 Ainda resta um ano para as eleições serem definidas, tal conduta de antecipar o pleito, não só de Elaine, prejudica toda a população. O município, a priori, necessita de atitudes suprapartidárias, que visam o desenvolvimento da cidade, e não o desenvolvimento pessoal.
 Por fim, se Elaine planeja, como disse em sua nota, fazer um mandato junto com o grupo, por que não discutiu sua pré-candidatura de forma conjunta?
 
 
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A conta que cada partido deve fazer para 2020
12/08/2019 | 03h25
 Desde que foi aprovada, a nova regra eleitoral se rodeia de dúvidas. Para esclarecer alguns desses pontos, o Blog irá explicar como funcionará, a partir de 2020, as eleições para a majoritária e proporcional. 
 Envolvendo a majoritária, poucos pontos mudaram. A coligação dos partidos se mantiveram, uma diferença é que, só contribuirão de maneira substancial, os partidos que alcançaram a cláusula de barreira em 2018. Esses partidos detêm tempo de televisão, contribuindo para a propaganda partidária. Além disso, os partidos que alcançaram a cláusula de barreira também têm direito no fundo eleitoral, que poderá chegar a R$ 3,7 bilhões em 2020.
 Nas candidaturas proporcionais, a mudança foi maior. Os partidos não poderão fazer a coligação. Assim, cada legenda deverá se esforçar para obter o coeficiente eleitoral. O coeficiente é dado por: número de votos válidos divididos pelo número de cadeiras na câmara. Por exemplo: Na última eleição municipal, em Campos, houve 266.734 votos válidos, esse total foi dividido pelas 25 cadeiras na câmara, obtendo um coeficiente eleitoral de 10.669 votos. O número de votos de cada partido irá determinar o número de cadeiras obtidas na câmara. Sendo assim, se o partido obtiver 2 cadeiras, os vereadores mais votados dentro da legenda estarão eleitos. Como na majoritária, só terão direito ao fundo eleitoral e tempo de televisão, os partidos que alcançaram a cláusula de barreira.
G1
G1 / G1
 Apesar de faltar 1 ano para começar as eleições, os partidos devem começar a se organizar, fazer cálculos, em busca de resultados satisfatórios. Já quem pretende pleitear uma vaga, devem começar a estudar em qual partido se alocar. Porém, claro, buscar algum partido que tenha afinidade ideológica.
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Sobre o autor

Frederico Monteiro

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