Homem do Saco
21/02/2017 | 18h04
<div><tinymce class="clickTinyMCE" title="{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.folha1.com.br/_midias/png/2017/02/21/170x96/1_avo-610714.png', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'58acaafe2bb4a', 'cd_midia':610722, 'ds_midia_link': 'http://www.folha1.com.br/_midias/png/2017/02/21/320x285/1_avo-610714.png', 'ds_midia': '', 'ds_midia_credi': '', 'ds_midia_titlo': '', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '320', 'cd_midia_h': '284', 'align': 'Left'}"><figure class="Left" style="width:320px;height:284px;"> <img src="http://www.folha1.com.br/_midias/png/2017/02/21/320x285/1_avo-610714.png" alt="" width="320" height="284"> <figcaption> </figcaption> </figure></tinymce>Minha av&oacute; morou na casa dos meus pais desde que eu nasci. Era ela quem cuidava de mim e do meu irm&atilde;o enquanto os dois trabalhavam. Quase todas as minhas mem&oacute;rias de cheiros e sabores t&ecirc;m o dedo da dela. O cheiro do alho socado torrando na panela para fazer o arroz. O bolo de laranja que perfumava toda a casa. Dona Diva cozinhava brilhantemente. Fazia uma carne mo&iacute;da com batata que ningu&eacute;m faz igual. Uma receita simples, sem segredos ou temperos extravagantes. Um tradicional refogado de carne mo&iacute;da com batatas cortadas bem pequeninas de sabor, textura e formato diferente de todas as carnes mo&iacute;das com batata que j&aacute; provei na vida.</div> <div>Ningu&eacute;m que eu conhe&ccedil;o sabe cortas as batatas em formas triangulares t&atilde;o perfeitas e proporcionais ao mo&iacute;do das carnes como a minha av&oacute; Diva. Acho que esse era um dos segredos. O outro era a maneira com que ela comprava &nbsp;carne mo&iacute;da. Escolhia cuidadosamente a pe&ccedil;a de patinho e pedia ao a&ccedil;ougueiro que moesse com todo carinho. A carne era para um beb&ecirc;. Passou a vida comprando carne mo&iacute;da desta maneira. E os beb&ecirc;s para qual ela cozinhava j&aacute; tinha mais de 20 anos, cada.</div> <div>Dona Diva tinha um caderno de culin&aacute;ria onde anotava as receitas do manjar de c&ocirc;co e pav&ecirc; de biscoito champanhe que ela sempre fazia pro natal. Eu adorava folhe&aacute;-lo, muito mais interessada na sua grafia, que era linda, e nas figuras que ela recortava das revistas para ilustrar as anota&ccedil;&otilde;es,&nbsp;do que nas pr&oacute;prias receitas.</div> <div>Cresci gostando de escrever e sem saber cozinhar.</div> <div>Nas manh&atilde;s, de segunda a sexta, minha av&oacute; repetia a rotina de preparar o arroz fresquinho. Eu contava as horas, e sentava na mesa da cozinha fingindo fazer companhia, quando o que me interessava mesmo era comer o arroz torrado. Antes de colocar a &aacute;gua fervendo, ela passava uns bons minutos torrando o cereal numa panela cheia de alho amassado. E eu, ansiosa, esperava na beira do fog&atilde;o, mendigando uma colherzinha de ch&aacute; que fosse daquele arroz antes da &aacute;gua. Minha av&oacute; era uma senhora bem mesquinha. Dessas que esconde moedas e nega colher de ch&aacute; de arroz pros netos. Muitas vezes, eu precisava roubar escondido quando quisesse alguma quantidade satisfat&oacute;ria. E para evitar que eu comesse demais, ela sempre contava uma hist&oacute;ria de uma vizinha que por comer muito arroz cru, teve os ouvidos e orif&iacute;cios do nariz tomados por chuma&ccedil;os de brotos de arroz que germinavam no est&ocirc;mago e saiam pelos buracos do rosto. Outra vez contou algo semelhante sobre um ramo de feij&atilde;o que nasceu no umbigo da neta de uma colega. Eu n&atilde;o ligava muito e continuava a praticar minhas artimanhas para roubar um pouco do arroz torrado. Minha vontade era maior do que o medo. Mas tinha uma outra hist&oacute;ria, contada por minha av&oacute; e tamb&eacute;m relacionada com comida, que me assombrou por muito tempo.&nbsp;</div> <div>Fui uma crian&ccedil;a que nunca comeu cachorro quente. Provei j&aacute; adulta, mas at&eacute; hoje tenho ressalvas.</div> <div>Para evitar que eu e meu irm&atilde;o brig&aacute;ssemos, a gente brigava de se espancar, dona Diva nos amea&ccedil;ava dizendo conhecer o homem do saco. A briga come&ccedil;ava e l&aacute; ia ela em dire&ccedil;&atilde;o ao telefone, dizendo que ia ligar para o tal colega. O homem do saco perambulava pela cidade catando crian&ccedil;as desobedientes para fazer salsicha.</div> <div>Conclus&atilde;o: Desistir de brigar? Nunca.</div> <div>Eu e meu irm&atilde;o sab&iacute;amos que a av&oacute; n&atilde;o teria coragem de ver seus netos transformados em em salsichas... mas da&iacute; a comer coleguinhas nas festinhas de anivers&aacute;rio... Nem pensar.</div> <div>Lembro que nas festas de anivers&aacute;rio dos amiguinhos de col&eacute;gio, quando os pais serviam cachorro quente, eu ficava horrorizada com tamanho descaso e falta de amor com &agrave;s crian&ccedil;as desconhecidas. "O homem &eacute; o lobo do homem" j&aacute; dizia Thomas Hobbes...</div>
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Dois de Fevereiro
02/02/2017 | 12h21
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Dessas de fazer promessas mirabolantes como caminhar 100 quil&ocirc;metros a p&eacute; ou distribuir 50.0000 folhinhas com ora&ccedil;&otilde;es do santo. Levava a s&eacute;rio suas promessas. Tratava os virtuoso com respeito e admira&ccedil;&atilde;o. Nunca colocara um santo de cabe&ccedil;a para baixo ou dentro do congelador. Reservava apenas para si penit&ecirc;ncias astron&ocirc;micas e por muitas vezes, dolorosas, f&iacute;sica ou financeiramente.&nbsp;Tudo que pedira, fora realizado. E a cada nova promessa, aumentava o n&uacute;mero de folhinhas para o devoto e dificuldade da penit&ecirc;ncia a ser cumprida<em>.</em></div> <div>Um dia, sem explica&ccedil;&atilde;o, num movimento r&aacute;pido e seco como s&atilde;o as not&iacute;cias inesperadas que mudam o rumo das vidas, ela acordou n&atilde;o acreditando mais em deus e nos santos. Acordou sem f&eacute;. Arrumou as gavetas e o arm&aacute;rio. Jogou fora todos os santinhos. Resqu&iacute;cios de promessas atendidas no passado. Levou todas as imagens que tinha para a igreja de S&atilde;o Jos&eacute;. Tinha uma respeit&aacute;vel cole&ccedil;&atilde;o de imagens. Um orat&oacute;rio para cada santo dispostos lado a lado num aparador de 4 metros e meio. S&atilde;o Francisco de Assis, S&atilde;o Benedito, S&atilde;o Jos&eacute;, Nossa Senhora Aparecida e Santa Teresa reinavam na antessala que agora parecia abandonada.&nbsp;</div> <div>O mar estava calmo, a casa arrumada, os filhos encaminhados, o marido feliz no emprego. Aparentemente, tudo na mais perfeita harmonia e organiza&ccedil;&atilde;o. Como ela sempre sonhara e at&eacute; ent&atilde;o n&atilde;o havia conseguido. Sempre lhe faltava algum detalhe para alcan&ccedil;ar o t&atilde;o sonhado equil&iacute;brio na vida familiar. O marido ser promovido, o filho decidir pelo curso do vestibular, o dinheiro para comprar aquele sof&aacute; igualzinho ao da novela.</div> <div>Mas como disse, agora, nada lhe faltava. A vida estava enfim do jeito que ela planejara. Era motivo para ir a igreja, agradecer aos santos, mandar rodar 5000.0000 santinhos de cada santo de devo&ccedil;&atilde;o. Mas o inv&eacute;s disso, ela acordou descrente.&nbsp;O sof&aacute; estava comprado, o filho inscrito na faculdade de medicina e o marido rec&eacute;m promovido a gerente do setor. Mas&nbsp;ela acordara c&eacute;tica.&nbsp;Saiu de casa cedo para trabalhar, dentro do &ocirc;nibus passou pela igreja da Candel&aacute;ria, e pela primeira vez desde a primeira comunh&atilde;o, n&atilde;o fez o sinal da cruz. N&atilde;o bateu na madeira quando uma colega de trabalho disse que o sal&aacute;rio poderia atrasar naquele m&ecirc;s. N&atilde;o rezou para agradecer pelo almo&ccedil;o daquele dia.&nbsp;Hist&oacute;rias de f&eacute; n&atilde;o a comoviam mais. Nem na sorte de um c&iacute;lio ca&iacute;do na ma&ccedil;&atilde; do rosto ela acreditava. E assim, descrente, foi levando a vida. Sem dar explica&ccedil;&otilde;es sobre essa mudan&ccedil;a repentina de comportamento. Talvez porque n&atilde;o houvesse explica&ccedil;&otilde;es a dar. Sua&nbsp;f&eacute; se mostrava exatamente igual ao ceticismo.&nbsp;Sem uma l&oacute;gica que pudesse elucid&aacute;-la.</div> <div>O filho agora clinica em consult&oacute;rio pr&oacute;prio. O sof&aacute; j&aacute; fora trocado por um modelo de couro caramelo. O marido estava prestes a aposentar. E ela continuava descrente. Pegou um &ocirc;nibus para o centro da cidade. Era Dois de Fevereiro e isso n&atilde;o lhe dizia muita coisa. Desceu pr&oacute;ximo ao cais do porto e cruzou por uma prociss&atilde;o de devotos, filhos de santo e curiosos. Todos saldando a rainha do mar. De repente, ela se viu rodeada de um azul celeste que ornamentava o c&eacute;u, as roupas, os barquinhos da prociss&atilde;o, as contas do colar da menina, o mar. O mar da Ba&iacute;a de Guanabara, bem pr&oacute;ximo a Pra&ccedil;a XV, na concentra&ccedil;&atilde;o das barcas, aquele mar escuro, preto de dejetos e esgoto lan&ccedil;ados, sujo de &oacute;leo das embarca&ccedil;&otilde;es, estava inacreditavelmente&nbsp;azul. E lindo.&nbsp;</div> <div>Foi naquele instante, brusco e inesperado, assim como os instantes em que nos apaixonamos, que ela se enamorou por Iemanj&aacute;. N&atilde;o virou devota, n&atilde;o retomou sua f&eacute;. Continuou c&eacute;tica com a vida, com os santos, com os deuses e orix&aacute;s. N&atilde;o comprovou imagens da rainha, n&atilde;o fez Bori, nem oferenda. Nunca lhe fez uma prece. Mas todo Dois de Fevereiro ela n&atilde;o abre m&atilde;o de ir junto ao mar e molhar os p&eacute;s nas &aacute;guas celestes ou escuras da Ba&iacute;a de Guanabara.</div> <div><tinymce class="clickTinyMCE" title="{'nm_midia_inter_thumb1':'http://www.folha1.com.br/_midias/jpg/2017/02/02/170x96/1_14280637_1747412948844469_1835078973_n-590616.jpg', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'58933cfc9a7d7', 'cd_midia':590719, 'ds_midia_link': 'http://www.folha1.com.br/_midias/jpg/2017/02/02/103x99/1_14280637_1747412948844469_1835078973_n-590616.jpg', 'ds_midia': '', 'ds_midia_credi': '', 'ds_midia_titlo': '', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '103', 'cd_midia_h': '98', 'align': 'Left'}"><figure class="Left" style="width:103px;height:98px;"> <img src="http://www.folha1.com.br/_midias/jpg/2017/02/02/103x99/1_14280637_1747412948844469_1835078973_n-590616.jpg" alt="" width="103" height="98"> <figcaption> </figcaption> </figure></tinymce><tinymce class="clickTinyMCE" 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Sobre o autor

Mariana Luiza

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