Empresas x profissionais: quem esta errado?
21/01/2017 | 19h08
Sempre leio artigos sobre a importância das pessoas nas organizações empresariais, tirando o fato de que, óbvio, sem elas a maquina não gira. Alguns chegam a dizer que não são mais descartáveis como eram entes. Pontos como a individualidade e a qualificação, são exaustivamente abordados em entrevistas. Você com certeza já se sentiu um estranho no ninho. Em algum momento da sua vida, seja por escolhas suas, ou por obrigação. Quando você escolhe, é mais fácil pegar o boné e partir para outra. Uns conselhos aqui, uma conversa com amigos lá, uma cervejinha acolá e, pronto. Mas e quando este sentimento vem no seu trabalho? Convenhamos que não há muita vaga para seu boné. Este é o motivo da risadinha amarela nas rodas de piadas sem graças. O ser aceito, mesmo que não seja você. A inclusão. Exclusão esta que talvez, seja causada pela própria empresa. Os selecionadores tem uma ideia do que seja bom para eles, mas e a individualidade citada no primeiro parágrafo? Vejo muitos aconselhando em fazer um bom currículo. Para mim, pouco importa o layout, e sim, sua qualificação. Prefiro receber currículos diferentes, do jeito que ache mais apropriado, desde que realmente me diga sobre você. Inclusive de como escolheu o layout. A partir do momento que eu lhe dou dicas de como fazer isso, sutilmente saiu você, e entrou eu. Estes dias vi o currículo do meu pai guardado numa caixa velha. Aposentado, diz que só quer cuidar das suas orquídeas. Simples, fala somente sobre suas qualificações. O currículo, modelo 1980 e mandado pela última vez em 1997, era simplesmente maravilhoso. Era tudo que eu gostaria de receber. Não tive tempo de reparar em fonte usada, quantidade de tópicos, linhas e demais invenções. Balela. Singelo, era ele ali, preto no branco, e o que ele tinha feito, verdadeiramente feito. Às vezes, é tanto modelo diferente, que o sujeito acaba inventado ou inflando qualificações para achar algo que encaixe naquele tópico. Se realmente o que vale é a qualificação do profissional, e o retorno que este traz, ou pode oferecer a empresa, por que é analisado se ele é social (com aquelas pessoas), se conta piada ou participa de brincadeiras, que aquele determinado grupo, naquela determinada organização, faz. Trabalhei em empresas que, por algum motivo particular (nem sei se existia um), não fazia questão de frequentar estas rodas, como fazia questão em outras particulares. Sempre educado, entrava na brincadeira, nunca me indispus com ninguém, mas ali não era meu grupo. E fui avaliado e julgado por isso. Não fui um profissional de outro planeta, por que neste caso, acho que não lhe entregam seu boné, mas também não sou dos piores. Ofereci o que eu conseguia, o meu melhor. Quantos profissionais de outro planeta existem? Estes viram diretores rapidamente, ou montam seu próprio negócio. Num time campeão de futebol, quantos craques existem? Dois ou três? Aí entra uma forma de suprir isto. A qualificação. Seja qualificado, traga resultados e a empresa fará de tudo para lhe segurar. Ah, então esta aí a fórmula...Opa! Mas quanto? Mais ou menos? Sim, por que seu eu for muito, a vaga não está na minha altura e não sou especialista. Mas eu tenho 4 especializações! Então...sabe de muito. Converso com muitos amigos que se sentem perdidos, não sabem o que, realmente a empresa quer. Daí surge coisas do tipo QI, vaga fantasma, puxa saco. Esperam este direcionamento de alguém...mas não tem. Ninguém escreve sobre isto, apenas dicas de currículos e como se comportar em entrevistas. Vejo quantidades de pessoas reclamando, com ou sem emprego. Será que são os profissionais apenas os culpados, ou as empresas e seus avaliadores devem adotar outra postura?
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Marketing em datas comemorativas
21/01/2017 | 19h07
O carnaval mal acabou e já podemos notar a movimentação em torno da Páscoa. São as chamadas "datas comemorativas", junto com o Natal, dia dos namorados, dia das mães, dia dos pais, dia das crianças, e agora o "dia" mais recente, "Black Friday". Umas com apelos maiores do que outras, mas fato é que nestas datas, há um aquecimento do mercado e, em época de crise, surgem excelentes oportunidades. A seguir, ideias do que fazer, sem gastar muito, para aproveitar este aquecimento: 1 - Em primeiro lugar, conheça realmente, seu público. Nem comesse a planejar, se você não sabe para quem vai direcionar sua mensagem. Em outras palavras, se seu consumidor é essencialmente homens, não gaste todas as fichas no Dia da Mulher. Ferramentas simples, como o cadastro dos consumidores por exemplo, quando bem pensado e diferente do trivial (somente com nome, endereço, telefone, etc.), fornece informações que devem ser usadas para conhecimento de seu público. 2 - Planeje. Agora sim, prepare-se com antecedência. Fique atento principalmente, com o período antes e depois da data. Pode parecer fácil, mas para quem quer economizar na propaganda, lançar campanhas fora do "timing", ou seja, com muita antecedência ou muito próxima, fará com que não atinja seus objetivos, e aumente em muito, o gasto planejado. Às vezes, uma boa ideia é pegar carona nas propagandas de concorrentes já existentes, e lançar a sua na hora do "fecha". Ou seja, o seu segmento já terá sido bem divulgado e despertou o interesse do consumidor, agora faça com que a compra seja na sua loja. 3 - Diferencie-se. Com critério, não invente a roda, mas faça algo diferente. Se não pode competir com propagandas e marketings de alto custo, destaque-se de outra maneira. Lembre-se que datas comemorativas podem ser criadas. Exemplo: meu ramo é esporte no geral (pode ser uma loja, ou um local, um bar, uma fornecedora...). Eu pego a data de um fato importante no esporte, organizo um encontro, ou um cocktail, convido meus consumidores para celebrar, e "aproveito" para mostrar as novidades, promoções e lançamentos. Claro que isso pode ser feitos em datas tradicionais também. O importante é destacar-se. 4 - Ações. O mundo está conectado pela internet. Todos usam. O que faz com que você consiga falar diretamente com seu publico de interesse. Crie paginas no Facebook, mande emails, coloque fotos no Instagram, faça até, páginas do evento/promoção na internet, tudo isso de graça, sem custo nenhum. Pesquise, se informe, e mãos a obra!
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O marketing está em todo lugar, inclusive onde não percebemos..
21/01/2017 | 19h07

Resolvi escrever este post de uma forma simples, para se ter ideia de onde a  exploração do marketing pode chegar. Citarei o marketing em livros (mas você pode imaginar outros lugares) onde os autores de sucesso recebem constantes assédios de empresas que administram marcas, querendo colocá-las na história de alguma maneira.

Para exemplificar bem, começamos pelo Best Seller que a maioria leu, mas muitos não perceberam o marketing contido no texto. Os livros de Dan Brown por exemplo, um dos autores de maior sucesso atualmente, estão repletos de propagandas. Em seu livro mais proeminente, O Código Da Vinci, são citadas quase 50 marcas, isso porque muitas dessas empresas administradoras reclamam que teria espaço para muito mais.

Por exemplo, celulares e computadores são usados todo momento, mas não são citadas marcas. A Motorola e Dell devem ranger os dentes em pensar. Também são citados hotéis e restaurantes locais, mas imaginem se o autor tivesse citado o Hilton, Holiday In, Burguer King ou Pizza Hut, o quanto não ganharia em dinheiro? Esta é a política da "balança": já fechou-se a cota, e não passaremos do "aceitável" para não virar balcão de anúncio.

Muitos dizem que o relógio Mickey Mouse foi um erro, sendo que a Disney não precisa desse tipo de propaganda, já tem o necessário. Contudo, pense o que pagaria a Swatch para colocar seu nome no livro. O autor cita também, durante a cobertura de um dos eventos, a BBC, uma organização sem fins lucrativos, mas se fosse citada a CNN, a Fox, Sky..

Os marqueteiros sonham com as aventuras de Robert Langdon em ambientes mais “vendíveis”, como o Hip-Hop e o Rap, ao invés do Vaticano (pouca chance de exploração de marcas), assim poderão encaixar suas marcas mais facilmente.

Este tipo de marketing, ou seja, "escondido" neste caso no enredo de um livro, são os que mais proporcionam retorno, pois tendem a mostrar, ou passam a imagem, que estas marcas fazem parte do nosso cotidiano naturalmente, e são de uso comum, inclusive de um herói, ou personagem extremamente admirado.

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Surpreendendo seus clientes
21/01/2017 | 19h06

Existe algo na vida, mais marcante do que uma grata surpresa? Então, surpreenda seu cliente!. Tente encantá-lo desde o inicio. O cliente nunca se esquece quando é mal atendido, entretanto, também não se esquece quando é surpreendentemente bem atendido.

Consumidores dão muito valor ao tratamento que lhes é dado, e a tendência é que saiam divulgando e expressando suas opiniões. Aí que mora o perigo, pois, o que marca é o atendimento, seja ele positivo ou negativo. E se o atendimento acontecer dentro da empresa, ou por funcionários que trabalham para ela, o consumidor tende a simplificar e “tachar” a empresa no geral, e não aquele funcionário ou setor específico.

Sabendo disto, vem a pergunta: como você atende seus clientes? Pense nisso, sendo que não é difícil encantá-los, mas requer alguns cuidados.

Podemos citar alguns exemplos. Uma floricultura, onde o local seja agradável e não um local úmido com montes de produtos e caixas espalhadas. Quando um cliente entra, se o atendente reconhecê-lo e perguntar como está determinada planta ou flor que foi vendida um tempo atrás, e colocar-se a disposição para, conforme a resposta, ir verificar o local e até mesmo trocar a mercadoria, quem não ficará maravilhado?

O salão que liga para seus clientes que cortaram os cabelos, alguns dias depois, perguntando se era aquilo mesmo que ele queria e colocando-se a disposição para reparos, se necessário, com certeza tem a agenda cheia. E por aí vai, com muito mais exemplos.

Amigos, com os produtos quase idênticos em relação ao preço e prazo, o que faz a diferença é a demonstração de interesse pelo cliente, tentando ajudá-lo a solucionar seus problemas, oferecendo serviços e soluções rápidas e mostrando que, em seu estabelecimento, realmente há o comprometimento com a educação e o bom atendimento.

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Marketing direto no alvo? cuidado..
21/01/2017 | 19h06

O marketing direto, definido por Marcos Cobra em seu livro: Marketing de Serviços – Conceitos e Estratégias, 1986) “é um sistema interativo que usa uma ou mais mídias de propaganda para obter uma resposta mensurável e/ou uma transação em qualquer localização”. Simplificando, visa falar diretamente com o consumidor foco de interesse, sem intermediários, para obter um retorno confiável e direto, buscando sua fidelização.

Não é uma ferramenta barata, mas ao mesmo tempo, evita-se perdas desnecessárias com consumidores que não tenha interesse em seu produto, ou seja, que não são seu público alvo. Está sendo muito utilizado na era digital e é uma ótima ferramenta para aumentar as vendas.

Para potencializar ainda mais esse efeito, ele deve ser combinado com outras plataformas, como por exemplo, as redes sociais, com o twitter, Facebook e Instagram. Segundo alguns estudos, as campanhas de marketing direto associadas a essas redes, ou canais de apoio, aumentam e muito, a resposta e a efetividade de sua propaganda.

Aprofundar-se mais sobre o assunto é o ideal, buscando aprendizado e informações, para realmente saber para quem e como fazer esse envio, sendo que parece uma ferramenta de fácil uso, mas não é. Este é o grande inimigo das ações de marketing que parecem triviais, e aí, corre-se o risco de rasgar dinheiro, literalmente.

Por exemplo: Faça um folder caprichado, chamativo falando sobre seu produto ou sua empresa. Envie-o ao seu público alvo por email, postagem no Facebook e Instagram, ou mensagem direta no Linkedin. Bingo! Ótima propaganda, mas.... se for enviado para as pessoas erradas, o que fazemos? Do que adiantou? Nada. Rasgamos e jogamos no lixo. Conheço homens que tem email com iniciais, onde não fica claro se é homem ou mulher, e recebem promoções todos os dias. De esmalteria!

O problema é que não é raro recebemos propagandas direcionadas a nós, que pouco nos interessam, ou nada tem a ver com nosso estilo de vida.

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Fidelizar clientes para crescer
21/01/2017 | 19h06

O termo "fidelização de clientes" está em moda e é apontado como um trunfo em momentos de crise como estamos passando. O problema é que muitas empresas buscam este processo de forma estabanada e sem preparo, atropelando a sua história, e muitas vezes, até seus próprios clientes.

Fidelizar neste caso, significa entender os desejos e necessidades reais dos consumidores. Se uma empresa ou um profissional preparado conseguir isto, irá retê-los, influenciando assim, a sua opção de compra.

O resultado final será a satisfação do cliente, pois este será atendido de modo especial, sendo oferecido apenas o que ele realmente tem interesse em comprar, aumentando assim, sua parcela de vendas dentro de um ciclo de “vida consumista do cliente” , chamado em inglês de Customer Life Time.

Para esse processo de fidelização, é necessário a empresa montar um “banco de dados” onde tenha todas as informações possíveis e úteis destes consumidores. Quem são, onde moram, quando e porquê compram, do que gostam, enfim, seus principais hábitos de consumo entre outras informações básicas.

Isso permite criar ações de marketing direcionadas e realmente eficazes, focadas em determinados grupos, podendo assim, orientar a área de vendas para atender os clientes que trazem resultados. Evita-se com isso, ações de marketing de massa, que são caríssimas e em sua maioria, pouco eficazes.

Além do ato da compra em si, esses "clientes fiéis" realizam o sonho de consumo de todo gestor, o chamado “boca a boca”, sendo uma propaganda muito mais eficaz do que a ações tradicionais, devido a sua neutralidade e credibilidade, pois não é a empresa falando para seus clientes, e sim, os clientes testemunhando a favor da empresa. Clientes fiéis compram mais, compram melhor, ou seja, pagam “preços especiais” e principalmente retornam.

E o benefício é extremamente claro: CRESCER, CRESCER, CRESCER...

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Funcionários com mal humor = perigo para empresas
21/01/2017 | 19h06

Nos cursos introdutórios de qualidade total fornecidos pelas empresas que visam à obtenção do certificado ISO, alerta-se para o mundo extremamente competitivo dos dias atuais.

O acesso às informações estabelece uma quase igualdade no conhecimento, condições e prazos de entrega e pagamento dos bens procurados. Pode-se também, estabelecer uma analogia a brincadeira infantil do escravo de Jó, mostrando que na cadeia de produção há uma interdependência das fases envolvidas. Assim, basta um falhar na entrega ou na sua qualidade, para se perder ou comprometer todo o processo. No extremo final dessa corrente encontra-se o elo a ser atendido, o consumidor. Foi citado neste Blog, os estudos e esforços que fazem os supermercados para atrair e mais, a cativar esses alvos cada vez mais exigentes também pelas informações recebidas. Os consumidores pesquisam preço, qualidade, disponibilidade, garantias e, principalmente, assistência técnica. Simplesmente porque traz segurança e, nada mais justo, pensar: Eu estou pagando, portanto mereço um bom tratamento! Todos querem e gostam de ser bem tratados. Quando todo o processo não atinge seu objetivo, torna-se inútil. Em resumo, todos os esforços despendidos se perdem devido a um mau atendimento. O profissional tem que ser e sentir-se preparado para desempenhar bem suas funções. Principalmente quem trabalha com o público, onde o ponto de partida é a educação e ter a consciência que seus salários são pagos pelos consumidores. Uma dica para quem pensa em abrir um negócio próprio é oferecer cursos de treinamento de mão-de-obra, oferecidos para prefeitura, comércio ou indústria. Estes cursos, muitas vezes sem nenhum custo, são fáceis de achar e ajudam a preparar e, mais importante, direcionar seus funcionários. Faça um teste, procure "cursos de graça" na internet. Existem os on-line e também os presenciais, oferecidos muitas vezes em sua cidade por sindicatos, SESC/SENAI ou prefeitura. Poderei citar um exemplo prático: Troque seu domingo de praia, por um dia de compra. Assuste com os preços e pegue filas. Se você for bem tratado, consegue relevar tudo isso, mas se enfrentar o mau humor e a má vontade de um funcionário, ficará estressado e o estabelecimento, que gasta fortunas em melhorias, correrá o risco de perder um cliente, principalmente quando os funcionários estão conversando, na maior displicência, sobre seus embalos de sábado à noite..........
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Lojas: o visual define o sucesso
21/01/2017 | 19h06

O visual de uma loja interfere, e muito, em seu sucesso. Uma loja planejada, bem localizada, com fácil acesso e estacionamento, onde o consumidor sinta-se bem, devido à funcionalidade, iluminação e ao clima ambiente, e tendo seu layout voltado ao público-alvo, está no caminho certo.

O espaço interno tem que ser planejado permitindo o bom tráfego, e os produtos bem expostos, facilitando a venda.  Com isso, cria-se um impulso de compra para o cliente.

Desde a escolha dos pisos, acabamentos e cores usadas, até o uso de equipamentos tecnológicos, se existirem, devem atender as necessidades dos clientes quanto ao conforto e a valorização dos produtos. Assim, é fundamental a escolha das cores, por exemplo, que serão utilizadas. Tons fortes devem ser evitados, ou muito bem planejados, pois em sua maioria causam certos desconfortos aos clientes.

Não à toa que os fast foods usam cores fortes e tons  avermelhados como característica, pois inconscientemente causam sensação de desconforto e “irritação” ao cliente, fazendo com que este coma rápido (daí o nome fast food) e vá embora, dando seu lugar a outro consumidor. Diferente de restaurantes, que usam cores mais claras e iluminação mais amena, fazendo com que os consumidores “relaxem”, ficando mais tempo no local e claro, gastando mais.

As mobílias devem ser de boa qualidade e versáteis, ajustando se preciso, em vários locais da loja. As prateleiras devem estar sempre abastecidas com sua capacidade máxima, transmitindo a sensação de uma loja “forte”, sempre com produtos à disposição no estoque, e não em decadência.

As vitrines merecem uma atenção especial, pois estabelecem o primeiro contato com os consumidores. São elas que fazem “ei, psiu...”, por isso devem passar informações rápidas e diretas, sendo geralmente de cores claras e com produtos que sejam novidades.

Busque esse caminho, e não terá erro!

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Tempos de Crise: como treinar sem gastar.
21/01/2017 | 19h06

Em tempos de crise, é comum as empresas cortarem os gastos. Mas isso não implica em ficar parado. Quem faz acontecer, buscando soluções criativas, prepara-se para quando o mercado voltar a aquecer.

E quando isto acontecer, sua equipe de vendas tem que estar preparada para recuperar o tempo perdido, sendo que ela é considerada o motor da organização. Por isso, é fundamental seu constante treinamento e aprimoramento, e para isso, não é necessário gastar com palestras motivacionais ou treinamentos com celebridades para atingir este objetivo. Pelo contrário, abaixo segue algumas dicas de como preparar e treinar sua Força de Vendas sem gastar nada, apenas seu tempo.

1 - Prepare-se: como você pode treinar alguém, ou propor um treinamento, em algo que você mesmo não conhece? Seria como ensinar a pilotar, sem nunca ter entrado num avião. Busque conhecimento, aprenda. Hoje existem vários treinamentos, livros e cursos de expansão de graça na internet. Ou seja, em outras palavras, comece por você, seja exemplo.

2 - Reuniões programadas: não sou muito favorável a reuniões, mas acho que às vezes, e em alguns casos, são válidas. Neste caso específico, reuniões rápidas de até 30 minutos de preferência no fim do dia, voltadas as trocas de informações, dificuldades e questionamentos sobre abordagens e produtos, podem trazer resultados devido a troca de conhecimento. Por fim do dia, entenda-se "depois das cindo e antes das seis da tarde", assim o ambiente fica mais leve e mais propicio para suas análises.

3 - Crie jogos - pense sobre um jeito descontraído de cobrar e analisar sua equipe. Pode ser através de sorteios por exemplo, onde o vendedor sorteado falará sobre um produto. O intuito é que todos se preparem, estudem e conheçam os produtos, pois podem ser os sorteados.

4 - Incentive: nada melhor do que ser reconhecido. Premie quem se destaca nos treinamentos e reuniões. Não crie falsas expectativas com prêmios monstruosos, caros, e que conseguirá beneficiar somente uma pessoa. Lembre-se de que estamos economizando. Sabe aqueles quadrinhos de funcionário do mês? Funciona! Adapte-o a sua realidade. Mandar e-mail para todos parabenizando os que se destacaram, reservar um local privilegiado na hora do café, uma vaga no estacionamento, enfim, use a criatividade, mas não deixe de passar a mensagem: ei, eu treino e cobro, mas também reconheço!

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Experiência X Juventude: parceiros ou concorrentes?
21/01/2017 | 19h06

É comum nas empresas de todos os setores, funcionários com diferentes faixas etárias. Trabalhadores das famosas geração X (1960/70) e geração Y (1980/90) por exemplo, além de gerações mais velhas e mais novas.

E é comum também, o conflito destas gerações. Motivos óbvios não faltam, pois cresceram, estudaram e conviveram com diferentes tipos de informações, políticas e economias, além da própria criação em si.

Este conflito fica mais aparente em se tratando de um ambiente competitivo como o do trabalho. Jovens cheios de ideias, aptos por desafios, sem medo de arriscar e ansiosos de um lado, contra uma geração X por exemplo, conservadores, pragmáticos e que geralmente, estão em posição de gerencia, devido a sua bagagem. Cada qual com um ideal de vida, um valor diferente. Enquanto uns trabalham para poder consumir imediatamente o que desejam, sendo que no mundo de hoje, ter é status, outros são mais pragmáticos, preferem a segurança do investimento, desde que tenham as contas pagas por exemplo.

Isso causa um impasse. Os mais novos acham que são boicotados, que causam medo devido a sua formação atual e mais recente, enquanto os mais velhos, geralmente com salários mais altos e responsabilidades muitas vezes maiores, como filhos na faculdade por exemplo, têm a insegurança de serem descartados em troca de profissionais “sem experiências e inconsequentes”.

Fato é que as empresas dependem justamente disso, desta diferença, desde que haja qualidade e honestidade de todos os profissionais. Os novos trazem pensamentos diferentes, que nunca ninguém até então se importou ou pesquisou. Atitudes e comportamentos novos, trazendo o feedback na hora, sendo que eles próprios são os consumidores atuais. Os mais velhos, somam com a qualidade e responsabilidade administrativa, de uma geração que teve que romper barreiras e construir algo de valor, num pais onde a inflação por exemplo, não permitia o imediatismo.

A quem administra tudo isso, cabe entender este conflito, somar forças, conhecer os profissionais e suas competências, propor e ser responsável pela troca de ideias e relações, sendo que muitas vezes, estas gerações mal se encontram no café.

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