Após convite do PMDB, Pudim fala em "desbravar novos mares"
04/07/2015 | 11h28

O deputado estadual Geraldo Pudim publicou neste sábado (04) uma mensagem no Facebook deixando claro que vai encarar novos desafios. Convidado pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, para se filiar ao PMDB e disputar a Prefeitura de Campos em 2016 (aqui), o parlamentar fala em "missão cumprida" e avisa que "a vida é feita de ciclos".

Confira a mensagem publicada por Pudim no Facebook:

pudim

Garotinho comenta sobre "traições maiores" - Em seu programa de rádio, na manhã deste sábado, Garotinho não citou o nome de Pudim, mas comentou sobre "traições maiores". "Já passamos por aquelas traições na Câmara, mas estamos cientes de que traições maiores estão por vir. E não vão me abalar. Quem precisa explicar porque deixou um grupo após muitos anos, não sou eu. Peço que nossos companheiros não se abalem e continuem conosco durante esta travessia turbulenta", afirmou Garotinho.

Atualização às 12h30 - Wladimir: "Não pude ser candidato a deputado estadual para não tirar a vaga de Pudim" - No Facebook, o empresário Wladimir Garotinho comentou sobre a possibilidade de Pudim se filiar ao PMDB. Em sua postagem, ele comenta sobre a história de Pudim no grupo de Garotinho e diz que não foi candidato a deputado estadual para não "tirar a vaga de Pudim". Porém, não cita que, após a sua candidatura ser abortada, resolveu montar um "rolo compressor" para eleger Bruno Dauaire (PR), que nunca havia disputado uma eleição e foi o candidato a deputado estadual mais votado em Campos. Como o blog já havia comentado na última semana (aqui), o "canibalismo" entre gerações era nítido no grupo.

Confira a postagem de Wladimir:

postagem

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Justiça condena Deborah Secco por desvio de dinheiro público
05/11/2013 | 11h17

A atriz Deborah Secco foi condenada pela Justiça a devolver R$ 158.191 aos cofres públicos. A sentença saiu três anos e oito meses depois de Deborah ser denunciada por desvio de verbas públicas, em ação de enriquecimento ilícito e improbidade administrativa. Sua mãe, seu irmão, sua irmã e a produtora Luz Produções Artísticas LTDA, que pertence à família, também terão que restituir R$ 446.455. Cabe recurso. Na decisão, do dia 24, o juiz Alexandre de Carvalho Mesquita, da 3ª Vara de Fazenda Pública, também suspende os direitos políticos dos envolvidos, os obriga a pagar multa de R$ 5 mil e os proíbe de contratar com o Poder Público ou receber incentivos fiscais.

O inquérito teve início com uma representação do Sindicato dos Enfermeiros, que questionava a contratação de profissionais pela Fundação Escola do Serviço Público (Fesp). Com o avanço das investigações, identificou-se um esquema de fraude na qual sete órgãos do governo estadual contratavam a Fesp para a execução de projetos. Como não tinha condições para executar tais serviços (e isso era sabido pelos órgãos), a Fesp subcontratava quatro ONGs. Ricardo Tindó Ribeiro Secco, pai de Deborah, era quem representava os interesses das ONGs junto aos órgãos e era o responsável e chefe operacional do “esquema das ONGs”.

Na conta de Deborah teriam sido depositado dois cheques — de R$ 77.191 e de R$ 81 mil. Na conta da Luz Produções, na qual a atriz é dona de 99% das ações, foram mais R$ 163.700. Seus irmãos Bárbara e Ricardo e sua mãe Sílvia ainda teriam recebido R$ 282.500 mil. Já o pai e a esposa, Angelina, receberam R$ 453 mil. O advogado de Deborah, Mauro Roberto Gomes de Mattos, informou que vai recorrer: "Improbidade administrativa pressupõe participação dela com agentes públicos, mas isso não ocorreu", disse o advogado.

Campanha de Garotinho — Embora parte dos recursos tenha pago a mão-de-obra tercerizada, de acordo com a investigação, milhões de reais em dinheiro público teriam sido desviados pelas ONGs para empresas fantasmas e pessoas. Ainda houve, por parte dessas empresas, emissão de cheques em favor do PMDB como financiamento da campanha da pré-candidatura de Anthony Garotinho à presidência da República em 2006.

Em 2010 o Ministério Público processou, por improbidade administrativa, os ex-governadores Anthony e Rosinha Garotinho. A atriz Deborah Secco e outras 85 pessoas também apareceram em uma lista de acusados de operar um esquema de desvio de verbas públicas por meio de organizações não governamentais (ONGs) e empresas de fachada.

Fonte: Extra Online 

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